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Jesus acalma a tempestade – Elaine Garcia – Grupo Parusia de 29/04-2017

Por | GALERIA DE FOTOS, GRUPO PARUSIA

Grupo Parusia 29/04/2017

Tema : Jesus acalma a tempestade – Lc,22-25

Pregação com Elaine Garcia – CF

A capacidade do perdão.

Por | DESTAQUES

Paz de Cristo.

Estava refletindo hoje sobre a “capacidade de perdoar”. Será que a tenho e a experimento?

O Senhor coloca em meu coração um entendimento. Que é preciso em nossa história, navegar e procurar os “momentos” que ficaram ainda sem um perdão verdadeiro. Acredito que existem casos que por nós mesmos não teríamos capacidade de perdoar, mas a graça do Senhor pode chegar lá e nos ajudar, nos capacitar.

Isso é muito importante. Pois com certeza seremos tentados a usar destas lembranças, na atualidade ou no futuro, para “justificar” algo ou ações contra alguém.

Creio que por isso o Senhor deixou esta ordem na palavra: “Não até sete, mas até setenta vezes sete” Mt 18, 22b. A falta de perdão nos limita, paralisa, estabiliza no sentido de crescimento. Perdoar mesmo é lembrar sem dor, é dar a si mesmo a capacidade de tentar novamente, ajudar de novo e de novo…

A falta de perdão e aceitação dos fatos em nossa história nos tornam por vezes vingativos. Por exemplo: “por que você fez isso, não o ajudarei nunca mais…” “porque me fez isso, farei o mesmo contigo” “por conta disso não farei mais nada na comunidade” Etc.. Usar sempre das lembranças para “não fazer”, não participar, não ajudar…

Como que quiséssemos provar algo a alguém ou a nós mesmos, talvez provar que somos fortes o suficiente. Isso é triste, pois limita nossa capacidade de ser feliz. Sim, a capacidade de perdoar é propriedade dos fortes. Os fracos jamais perdoam. Eles são tão fracos que fingem perdoar para parecerem fortes e dignos do perdão de Deus.

Se eu não pedir e tiver a capacidade de perdoar, como vou querer a e experimentar a misericórdia de Deus em minha vida?

O perdão é essencial para o equilíbrio e para o bem estar psíquico de cada pessoa. Experimente pedir a Deus essa graça e seja livre. Não se sentirá mais diminuído e diminuindo, não viverá se comparando ou lastimando o que perdeu.

Seja livre em Cristo. Perdoe e peça perdão.

Prof viagra online uk cheap. Daniel Oliveira


Veja abaixo um outro artigo Interessante do Blog jrmcoaching

Saber perdoar o outro é a chave para aprender a perdoar a si mesmo também

Perdoar é o processo mental ou espiritual de cessar o sentimento de ressentimento ou raiva contra outra pessoa ou contra si mesmo, decorrente de uma ofensa percebida, diferenças, erros ou fracassos, ou cessar a exigência de castigo ou restituição.

O perdão pode ser considerado simplesmente em termos dos sentimentos da pessoa que perdoa, ou em termos do relacionamento entre o que perdoa e a pessoa perdoada. É normalmente concedido sem qualquer expectativa de compensação, e pode ocorrer sem que o perdoado tome conhecimento (por exemplo, uma pessoa pode perdoar outra pessoa que está morta ou que não se vê há muito tempo).

BENEFÍCIOS DO PERDÃO

  • Indivíduos que buscam o perdão e perdoam têm uma vida mais equilibrada e saudável.
  • Perdão pode ser considerado uma forma específica de misericórdia, pois envolve bondade, compaixão ou in­dulgência para com o outro.
  • Perdoar-se fortalece a autoestima, alimenta a autoconfiança e o equilíbrio emocional dos indivíduos.
  • Exercitar o perdão é uma forma de curar mágoas, ressentimentos e projetar o futuro.

O QUE PERDOAR SIGNIFICA SOBRE O INDIVÍDUO?

Que esta pessoa considera o perdão uma força essencial em sua vida e uma forma de libertar a si e ao outro de uma dor causada por erros passados. Antes de conceder seu perdão busca sempre fazer reflexões aprofundadas sobre o assunto ou dispor do auxílio de sua espiritualidade. Julga-se capaz não apenas de conceder o perdão, como também de arrepender-se de suas atitudes e perdoar a pessoa que tenha ofendido ou prejudicado de alguma forma.

Em outros casos, o perdão pode vir através da oferta de alguma forma de desculpa ou restituição, ou mesmo um justo pedido de perdão, dirigido ao ofendido, por acreditar que ele é capaz de perdoar.

REFLEXÕES IMPORTANTES SOBRE O PERDÃO

  • Com que frequência você concede ou pede perdão?
  • O que lhe faz crer que é uma pessoa misericordiosa?
  • Que fatores o motivam a perdoar alguém?
  • Ao conceder perdão qual a influência de sua espiritualidade?
  • Quais atitudes você considera imperdoáveis?
  • O que sente quando perdoa alguém?
  • E ao ter um pedido de perdão negado. Como você se sente?

UTILIZAÇÃO NEGATIVA DA FORÇA PERDÃO

Quando o indivíduo diz que perdoa uma pessoa por seu erro, mas o faz sem se sentir plenamente confiante que deveria tê-lo feito, está subutilizando esta força, pois na verdade ain­da não se sente pronto para perdoar.

Como consequência disso, mesmo tendo tido a intenção positiva de conciliar a situação, acaba realimentando a mágoa, prejudicando seu bem-estar e a relação com a pessoa que deveria ter sido perdoada e, na reali­dade, não foi.

DICAS DE COMO USAR O PERDOAR POSITIVAMENTE

  • Só peça perdão se realmente estiver arrependido do seu erro.
  • Só conceda o perdão a uma pessoa se, íntima e verdadei­ramente, você já a tiver perdoado por completo.
  • Jamais use perdão para abusar emocionalmente de uma pessoa.
  • Use o perdão para libertar a si e o outro do sofrimento, e nunca para obter vantagens.
  • Liste as pessoas a quem você acha que deve pedir perdão, amadureça a ideia de fazer isso e peça perdão realmente.

7 sinais de pessoas com “depressão escondida”

Por | DESTAQUES

Fique atento: alguém da sua família (ou você mesmo) pode estar ocultando a depressão – ou nem sequer sabe que tem a doença

Existem pessoas que vão levando a vida com “depressão mascarada” ou “escondida“: elas tentam ocultar a sua depressão diante dos outros ou nem sequer sabem (ou não querem admitir para si mesmas) que têm depressão.

Isto acontece porque ainda existem, entre as pessoas, entendimentos vagos ou equivocados sobre esta doença de sintomas complexos, que variam de indivíduo para indivíduo: nem sempre é fácil identificar a presença da depressão em familiares, amigos, colegas ou até em nós próprios. O desconhecimento e os preconceitos a respeito da depressão estão diminuindo, é verdade, mas, mesmo assim, continuam sendo bastante frequentes.

No entanto, até nos casos em que o sofrimento parece “invisível”, ele deixa “sinais” que podemos captar se estivermos atentos.

E estes são 7 sinais de que uma pessoa pode estar sofrendo de “depressão escondida”:

1. A pessoa deprimida pode nem parecer deprimida, mas está constantemente cansada

Muita gente pensa que as pessoas com depressão não querem sair do quarto, ficam desleixadas e andam sempre tristes. Mas a depressão não tem os mesmos sintomas em todas as pessoas. Muitos doentes conseguem demonstrar uma aparência de boa saúde mental, mas, por baixo desse verniz, estão exaustos. De fato, um efeito bastante comum da depressão é um permanente cansaço – e, se o doente não foi diagnosticado adequadamente, nem ele sabe que a causa desse cansaço é a depressão. Talvez ele pense que está apenas com acúmulo de trabalho, ou se culpe por uma suposta preguiça, ou ache que está com “fraqueza”. Um diagnóstico sério é fundamental para dar início à solução deste quadro depressivo.

2. A pessoa deprimida pode se irritar com facilidade

Ainda é comum a ideia de que uma pessoa com depressão seja quieta, amuada, apática. Por isso, muita gente não imagina que a pessoa deprimida pode ficar bastante irritadiça. Mas ela pode; aliás, isso ocorre com frequência, já que ela precisa continuar lidando com as responsabilidades do cotidiano apesar da falta de energias, o que é bastante esgotador. Como o mundo inteiro parece mais acelerado e impaciente hoje em dia, é comum que as pessoas não interpretem essa irritabilidade como sintoma da depressão. E é por isso mesmo que é necessário ficar atento: a irritabilidade pode ser, sim, um sintoma da doença.

3. A pessoa deprimida pode parecer indiferente ao afeto dos outros

O indivíduo com depressão nem sempre se sente triste: muitas vezes, ele simplesmente não sente nada. São relativamente comuns os relatos de pacientes que se sentem frios, indiferentes, “entorpecidos”, e, nesse quadro, eles não reagem a palavras e atos de carinho. Este é outro sinal que pede atenção.

4. A pessoa deprimida pode abandonar atividades que antes gostava de fazer

O desinteresse por atividades antes prazerosas é um indicativo frequente da depressão, já que a doença esgota as energias físicas e mentais, reduzindo drasticamente a capacidade de sentir satisfação. Se não houver explicação plausível para o desinteresse crescente da pessoa por atividades das quais ela gostava, este mesmo fato pode ser um importante sintoma da depressão.

5. A pessoa deprimida pode assumir hábitos alimentares prejudiciais

A alteração dos hábitos alimentares pode ser um efeito colateral do descuido com a própria vida ou até uma tentativa de lidar com a doença: pode ser que o excesso de comida seja uma forma de tentar sentir algum prazer, por exemplo, ou que a perda de apetite seja um indicativo de que até o ato de comer já se tornou insípido e pesado. É comum achar que os maus hábitos alimentares de alguém se devam a mera falta de disciplina, mas eles também podem ser sinais relevantes de depressão clínica.

6. A pessoa deprimida pode se sentir pressionada ou exigida além das suas forças

Uma pessoa com depressão não tem as mesmas disposições de quem está mental e fisicamente sadio. Exigir o que ela não é capaz de fazer só serve para piorar o seu quadro, porque tanto pode perturbá-la e frustrá-la quanto deixá-la envergonhada e magoada. Se é sempre importante ser paciente e compreensivo com todas as pessoas no dia-a-dia, é mais importante ainda ter a sensibilidade de manter a paciência e a compreensão com as pessoas que enfrentam o peso da depressão: elas realmente não conseguem fazer as coisas com a mesma disposição de quem não sofre a doença. Não é frescura! É doença e requer tratamento – e muita paciência.

7. A pessoa deprimida pode oscilar de humor aleatoriamente

A depressão pode ser cheia de altos e baixos, alternando “dias bons” e “dias ruins” sem muita lógica aparente. Geralmente, não se percebe uma motivação específica para as variações de humor: elas podem ser apenas uma forma de manifestação da depressão. É importante prestar especial atenção à falsa impressão de que a pessoa está curada quando passa por uma série de “dias bons”: na verdade, o quadro poderá mudar de repente, reforçando a necessidade de ajuda especializada.

O que fazer se eu me identifiquei com esses sintomas?

Se você identificou esses sintomas em si mesmo ou em alguém que você conhece e concluiu que pode estar com depressão, não se assuste: a depressão é bastante comum em nossa sociedade e é perfeitamente tratável. Não se automedique: é fundamental procurar orientação médica especializada e responsável para que o tratamento seja um sucesso. Experimente consultar um psicólogo para compreender melhor o que está acontecendo; se for necessário, ele encaminhará você a um psiquiatra, que é o médico especializado nos tratamentos com medicação apropriada para reequilibrar o funcionamento do seu sistema nervoso. Junto com o tratamento, alimente a sua mente e a sua alma com motivação e fé, consciente de que essa perda de energias pode ser superada. A sua determinação de vencer e fazer o tratamento com empenho, mesmo que não sinta vontade para nada, é essencial para derrotar a depressão!

Por que maio é o Mês de Maria?

Por | PALAVRA DA IGREJA

Uma pergunta que todo católico deveria saber responder

Durante vários séculos a Igreja Católica dedicou todo o mês de maio para honrar a Virgem Maria, Mãe de Deus. A seguir, explicamos o porquê.

A tradição surgiu na antiga Grécia. O mês de maio era dedicado a Artemisa, deusa da fecundidade. Algo semelhante ocorreu na antiga Roma, pois maio era dedicado a Flora, deusa da vegetação. Naquela época, celebravam os ‘ludi florals’ (jogos florais) no fim do mês de abril e pediam sua intercessão.

Na época medieval abundaram costumes similares, tudo centrado na chegada do bom clima e o afastamento do inverno. O dia 1º de maio era considerado como o apogeu da primavera.

Durante este período, antes do século XII, entrou em vigor a tradição de Tricesimum ou “A devoção de trinta dias à Maria”. Estas celebrações aconteciam do dia 15 de agosto a 14 de setembro e ainda são comemoradas em alguns lugares.

A ideia de um mês dedicado especificamente a Maria remonta aos tempos barrocos – século XVII. Apesar de nem sempre ter sido celebrado em maio, o mês de Maria incluía trinta exercícios espirituais diários em homenagem à Mãe de Deus.

Foi nesta época que o mês de maio e de Maria combinaram, fazendo com que esta celebração conte com devoções especiais organizadas cada dia durante todo o mês. Este costume durou, sobretudo, durante o século XIX e é praticado até hoje.

As formas nas quais Maria é honrada em maio são tão variadas como as pessoas que a honram.

As paróquias costumam rezar no mês de maio uma oração diária do Terço e muitas preparam um altar especial com um quadro ou uma imagem de Maria. Além disso, trata-se de uma grande tradição a coroação de Nossa Senhora, um costume conhecido como Coroação de Maio.

Normalmente, a coroa é feita de lindas flores que representam a beleza e a virtude de Maria e também lembra que os fiéis devem se esforçar para imitar suas virtudes. Em algumas regiões, esta coroação acontece em uma grande celebração e, em geral, fora da Missa.

Entretanto, os altares e coroações neste mês não são apenas atividades “da paróquia”. Mas, o mesmo pode e deve ser feito nos lares, com o objetivo de participar mais plenamente na vida da Igreja.

Deve-se separar um lugar especial para Maria, não por ser uma tradição comemorada há muitos anos na Igreja ou pelas graças especiais que se pode alcançar, mas porque Maria é nossa Mãe, mãe de todo o mundo e porque se preocupa com todos nós, intercedendo inclusive nos assuntos menores.

Por isso, merece um mês inteiro para homenageá-la.

O que os homens não devem esperar das mulheres (e vice-versa)

Por | FORMAÇÕES

Cada um tem um jeito de ver a vida e modos diferentes de agir e de pensar, determinados por sua mais intrínseca natureza

Muitos dos problemas matrimoniais têm suas origens na baixa capacidade dos cônjuges de se compreenderem a partir da essência de cada um, pois os homens e as mulheres têm maneiras diferentes de ver a vida, de agir e de pensar. E tudo isso é determinado por sua mais intrínseca natureza.

Somos iguais em dignidade, mas complementares enquanto gênero. O homem tem coisas que a mulher não tem nem precisa ter, e vice-versa. No entanto, um dos erros mais comuns entre os casais é esperar que as mulheres reajam como se fossem homens, ou os homens como se fossem mulheres.

É sobre isso que autora de Amar sem sofrer, María Jesús Alava Reyes, falou ao diário ABC.es. Ela explica que, do ponto de vista da Psicologia, “ambas as posturas obedecem mais à área de desejo dos que a dos fatos; essas expectativas não têm nenhuma base científica, e suas probabilidades de ocorrer são mínimas”.

A especialista destaca que a mulher não deve cometer o erro de esperar que os homens:

– Saibam ouvi-las como suas amigas;

– Não se adiantem, deem solução ou ofereçam conselhos sem que alguém os peça;

– Tenham sensibilidade parecida com a delas e deem importância às coisas que são fundamentais para as mulheres;

– Foquem nos detalhes, lembrem-se de datas e as surpreendam com propostas criativas;

– Sejam capazes de não ficar apenas na literalidade das palavras que as mulheres dizem e saibam captar as emoções que se refletem na comunicação verbal feminina;

– Não interrompam a mulher quando ela está falando;

– Não reajam mal quando estão fazendo alguma coisa e as mulheres pedem ajuda para uma tarefa específica do lar.

Da mesma forma, os homens não devem cometer o erro de esperar que as mulheres:

– Sejam concretas quando falam, não se percam nos detalhes e não deem rodeios para dizer o que querem;

– Façam as coisas separadamente, já que a natureza delas lhes permite realizar várias tarefas de uma só vez, com a maior espontaneidade e eficácia;

– Saibam que eles não são bons ouvintes e que não queiram falar com eles quando chegarem em casa;

– Deixem de ser românticas e se tornem pragmáticas nas relações afetivas.

Tudo isso não quer dizer que cada um pode se desculpar por sua natureza para não melhorar certos aspectos. Pelo contrário, é importante conhecer as características de homens e mulheres para que não sejam criadas falsas expectativas e para que cada um entenda melhor as reações do cônjuge diante de situações pontuais.

Conselhos para os cônjuges

O homem é pragmático, precisa resolver problemas e não tem necessidade de se expressar, mas também necessita ser valorizado e aceito. A mulher precisa validar seus sentimentos, ser ouvida e fica incomodada quando não pode se expressar. Ninguém é melhor ou pior do que ninguém. São diferentes, maravilhosamente contrários.

Se entendermos esta diferença entre homem e mulher, encontraremos a razão de muitas das reações dos casais em momentos de conflitos no casamento. A autora Nelly Rojas escreveu uma série de sugestões para homens e mulheres casados:

Para o homem: escute a mulher, abrace-a em silêncio, validando os sentimentos dela. Validar não é concordar; é aceitar a diferença. Não a ignore nem a critique. Lembre-se de que a mulher fala de seus problemas para se aproximar, não para obter soluções nem para culpá-lo. Trabalhe com a expectativa de compartilhar o poder e o controle.

Para a mulher: apoie o homem, sem criticá-lo. Não seja a mãe dele, ao querer mudá-lo. Lembre-se de que ele se sente culpado quando você fala de seus problemas. Coloque limites, porque, desta forma, ele se sente estimulado a se dar mais e a mudar suas condutas. Expresse os sentimentos que você tem de forma assertiva, ou seja, sem “indiretas”. Trabalhe para melhorar a sua autoestima.

Artigo originalmente publicado por lafamilia.info