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Roteiro – A Salvação veio pela Cruz – Prévia da Semana Santa – 19 a 25 de março de 2018

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe da Grande Célula e do Grupo Parusia de Oração!

ATENÇÃO! Toda 4ª Quinta Feira do mês – ESCOLA DE LÍDERES

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ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 19 a 25 de marco

EXPLICAÇÃO DA SEMANA SANTA – TEXTO PARA ESTUDO

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Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: Livro de Boas Vindas para as Células

Livreto de Músicas: MUSICAS PARA CELULA LIVRETO

Carta de um adolescente a seu pai

Por | - ULTIMAS, NOTÍCIAS

Carta de um adolescente a seu pai há 1.700 anos mostra que nada mudou…

Com ironia e chantagem emocional, o texto mostra um adolescente sendo adolescente no Egito do século II ou III da nossa era

Osarcasmo adolescente é qualquer coisa menos novidade. Pelo menos é o que indica esta carta encontrada no Egito e escrita no século II ou III da nossa era, quando o país estava sob controle romano. O destinatário é um homem chamado Theon e quem lhe escreve é o filho dele, um adolescente que tem o mesmo nome do pai, mas que também responde pelo apelido Theonas.

O papiro foi descoberto no início do século XX em Oxirrinco(Oxyrhynchos), localidade às margens do Nilo, cerca de 160 quilômetros ao sudoeste da atual cidade do Cairo. A carta faz parte da coleção da Biblioteca Bodleian, da Universidade de Oxford, e, traduzida, manda ao papai Theon o seguinte recado de seu filho indignado:

Theon para seu pai, Theon, saudações.

Foi muito gentil de sua parte não me levar com você para a cidade. Se você se recusar a me levar junto para Alexandria, não vou lhe escrever nenhuma carta, nem falar com você, nem lhe desejar boa saúde. Então, se você for para Alexandria, não vou mais lhe dar a mão nem cumprimentá-lo mais. Se você se recusar a me levar, é isso o que vai acontecer. E a minha mãe disse ao Arquelau que ele está me perturbando, mande-o embora! Foi muito gentil você me enviar esses grandes presentes, puro lixo. Eles me distraíram no dia 12, quando você zarpou. Mas tudo bem, mande me buscar, por favor. Se você não fizer isso, eu vou ficar sem comer nem beber. Rezo pela sua saúde.

Dia 18 do mês Tobi.

Enviado a Theon pelo seu filho Theonas.

Adolescentes sendo adolescentes há pelo menos 1.700 anos. Como bem declara o livro do Eclesiastes logo no seu primeiro e imortal capítulo,

“…uma geração passa, outra vem (…) O sol se levanta, o sol se põe (…) O que foi é o que será: o que acontece é o que há de acontecer. Não há nada de novo debaixo do sol. Se é encontrada alguma coisa da qual se diz: ‘Veja: isto é novo’, ela já existia nos tempos passados” (cf. Eclesiastes, 1).

Nossos tempos são os últimos? A Irmã Lúcia responde.

Por | DESTAQUES

Irmã Lúcia, 1957: “Por três motivos a Santíssima Virgem me deu a entender que estamos no fim dos tempos”. Ei-los aqui.

No dia 26 de dezembro de 1957, o padre Agustín Fuentes, sacerdote da diocese de Veracruz (México) e vice-postulador das causas de beatificação de Santa Jacinta e São Francisco Marto, falou amplamente com a Irmã Lúcia no convento de Coimbra, em Portugal. Ao voltar ao México fez uma conferência sobre este encontro, referindo-se às palavras da Irmã Lúcia.

O padre Joaquín Maria Alonso [1] sublinhou que o relato da conferência foi publicado “com todas as garantias de autenticidade e com a devida aprovação episcopal, incluindo a do Bispo de Fátima” [2].

Seguem abaixo, na íntegra, tal como publicadas no site português Apelos de Nossa Senhora, as palavras ditas pela Irmã Lúcia ao pe. Agustín. Na ocasião, o sacerdote afirma que encontrara a vidente de Fátima “muito triste, muito pálida e abatida”. Eis o que ela lhe revelou [3].


Senhor Padre, a Santíssima Virgem está muito triste, por ninguém fazer caso da Sua Mensagem, nem os bons nem os maus: os bons, porque continuam no seu caminho de bondade, mas sem fazer caso desta Mensagem; os maus, porque, não vendo que o castigo de Deus já paira sobre eles por causa dos seus pecados, continuam também no seu caminho de maldade, sem fazer caso desta Mensagem. Mas creia-me, Senhor Padre, Deus vai castigar o mundo, e vai castigá-lo de uma maneira tremenda. O castigo do Céu está iminente.

Senhor Padre, o que falta para 1960? E o que sucederá então? Será uma coisa muito triste para todos, e não uma coisa alegre, se, antes, o mundo não fizer oração e penitência. Não posso detalhar mais, uma vez que é ainda um segredo. Segundo a vontade da Santíssima Virgem, só o Santo Padre e o Bispo de Fátima têm permissão para conhecer o Segredo, mas resolveram não o conhecer para não serem influenciados. Esta é a terceira parte da Mensagem de Nossa Senhora, que ficará em segredo até 1960.

Diga-lhes, Senhor Padre, que a Santíssima Virgem repetidas vezes nos disse, tanto aos meus primos Francisco e Jacinta como a mim, que várias nações desaparecerão da face da terra. Disse que a Rússia seria o instrumento do castigo do Céu para todo o mundo, se antes não alcançássemos a conversão dessa pobre nação.

Senhor Padre, o demônio está a travar uma batalha decisiva contra a Virgem Maria. E como sabe que é o que mais ofende a Deus e o que, em menos tempo, lhe fará ganhar um maior número de almas, trata de ganhar para si as almas consagradas a Deus, pois que desta maneira o demônio deixa também o campo das almas dos fiéis desamparado e mais facilmente se apodera delas.

O que aflige o Imaculado Coração de Maria e o Sagrado Coração de Jesus é a queda das almas dos Religiosos e dos Sacerdotes. O demônio sabe que os religiosos e os sacerdotes que caem da sua bela vocação arrastam numerosas almas para o inferno. O demônio quer tomar posse das almas consagradas. Tenta corrompê-las para adormecer as almas dos leigos e levá-las deste modo à impenitência final.

Utiliza todos os truques, chegando ao ponto de sugerir um atraso na entrada na vida religiosa. O que resulta disto é a esterilidade da vida interior, e entre os leigos uma frieza (falta de entusiasmo) quanto a renunciar aos prazeres e dedicar-se totalmente a Deus.

Senhor Padre, não esperemos que venha de Roma um chamamento à penitência, da parte do Santo Padre, para todo o mundo; nem esperemos também que tal apelo venha da parte dos Senhores Bispos para cada uma das Dioceses; nem sequer, ainda, das Congregações Religiosas. Não. Nosso Senhor usou já muitos destes meios e ninguém fez caso deles. Por isso, agora… agora que cada um de nós comece por si próprio a sua reforma espiritual: que tem que salvar não só a sua alma mas também todas as almas que Deus pôs no seu caminho…

O demônio faz tudo o que está em seu poder para nos distrair e nos retirar o amor à oração; seremos todos salvos ou seremos todos condenados.

Senhor Padre, a Santíssima Virgem não me disse que nos encontramos nos últimos tempos do mundo, mas deu-mo a entender por três motivos:

O primeiro, porque me disse que o demônio está a travar uma batalha decisiva contra a Virgem Maria e uma batalha decisiva é uma batalha final, onde se vai saber de que lado será a vitória e de que lado será a derrota. Por isso, agora, ou somos de Deus ou somos do demônio: não há meio termo.

Lúcia e Jacinta

O segundo, porque me disse, tanto aos meus primos como a mim, que eram dois os últimos remédios que Deus dava ao mundo: o Santo Rosário e a devoção ao Coração Imaculado de Maria; e, se são os últimos remédios, quer dizer que são mesmo os últimos, que já não vai haver outros.

E o terceiro porque sempre nos planos da Divina Providência, quando Deus vai castigar o mundo, esgota primeiro todos os outros meios; depois, ao ver que o mundo não fez caso de nenhum deles, só então (como diríamos no nosso modo imperfeito de falar) é que Sua Mãe Santíssima nos apresenta, envolto num certo temor, o último meio de salvação. Porque se desprezarmos e repelirmos este último meio, já não obteremos o perdão do Céu: porque cometemos um pecado a que no Evangelho é costume chamar “pecado contra o Espírito Santo” e que consiste em recusar abertamente, com todo o conhecimento e vontade, a salvação que nos é entregue em mãos; e também porque Nosso Senhor é muito bom Filho, e não permite que ofendamos e desprezemos Sua Mãe Santíssima, tendo como testemunho patente a história de vários séculos da Igreja que, com exemplos terríveis, nos mostra como Nosso Senhor saiu sempre em defesa da Honra de Sua Mãe Santíssima.

São dois os meios para salvar o mundo: a oração e o sacrifício. Olhe, Senhor Padre, a Santíssima Virgem, nestes últimos tempos em que vivemos, deu uma nova eficácia à oração do Santo Rosário. De tal maneira que agora não há problema, por mais difícil que seja, seja temporal ou, sobretudo, espiritual, que se refira à vida pessoal de cada um de nós; ou à vida das nossas famílias, sejam as famílias do mundo, sejam as Comunidades Religiosas; ou à vida dos povos e das nações. Não há problema, repito, por mais difícil que seja, que não possamos resolver agora com a oração do Santo Rosário. Com o Santo Rosário nos salvaremos, nos santificaremos, consolaremos a Nosso Senhor e obteremos a salvação de muitas almas.

E depois, a devoção ao Imaculado Coração de Maria, Mãe Santíssima, vendo nós Nela a sede da clemência, da bondade e do perdão, e a porta segura para entrar no Céu. Diga-lhes também, Senhor Padre, que os meus primos Francisco e Jacinta sacrificaram-se porque viram a Santíssima Virgem sempre muito triste em todas as Suas aparições. Nunca Se sorriu para nós; e essa tristeza e essa angústia que notávamos na Santíssima Virgem, por causa das ofensas a Deus e dos castigos que ameaçavam os pecadores, sentíamo-las até à alma. E nem sabíamos o que mais inventar para encontrarmos, na nossa imaginação infantil, meios de fazer oração e sacrifícios.

Notas

  1. O padre J. M. Alonso, sacerdote claretiano, foi nomeado pelo Bispo de Leiria-Fátima, D. João Venâncio (1954-1972), para ser arquivista oficial de Fátima. Escreveu uma obra monumental sobre as Aparições de Fátima, intitulada Textos e estudos críticos sobre Fátima. Este trabalho, que compreende 24 volumes, contendo 5793 documentos, foi completado em 1975, mas a sua publicação foi proibida pelo bispo sucessor, D. Alberto Cosme do Amaral. Na década de 1990, os dois primeiros volumes foram publicados, mas não integralmente.
  2. O encontro do Pe. Agustín Fuentes com a Irmã Lúcia, e a conferência sobre este encontro, foi documentado em profundidade por Frère Michel de la Sainte Trinité no vol. III da sua obra Toute la Vérité sur Fátima. Em junho de 1981, depois de ter pregado um retiro na Bretanha, o Padre Superior Georges de Nantes confiou ao Frère Michel a tarefa de estudar num modo científico e exaustivo as Aparições de Nossa Senhora em Fátima, bem como os seus pedidos, e a relevância da Sua Mensagem para os nossos tempos.
  3. Nota da Equipe CNP: Quando publicamos este texto, fizemo-lo sem saber da controvérsia, de longa data, a respeito da autenticidade dessa entrevista. A polêmica pode ser entendida em minúcias no terceiro volume da obra “The whole truth about Fatima” (trad. ingl. de John Collorafi; Nova Iorque/Ontario: Immaculate Heart Publications, 1990), de Frère Michel de la Sainte Trinité, pp. 549-554. Considerando, porém, que o texto atribuído à vidente de Fátima “não diz nada que a Irmã Lúcia não tenha dito em seus numerosos escritos que foram publicados” e que a mensagem nele contida apresenta “um ensinamento bastante apropriado para edificar a piedade dos cristãos” — palavras do pe. Joaquín M.ª Alonso —, havemos por bem mantê-la neste espaço.

(vi Pe. Paulo Ricardo)

10 coisas que você não vai se arrepender de fazer antes de morrer, segundo a Irmã Caritas

Por | DESTAQUES

Irmã Caritas morreu recentemente. Vale a pena refletir sobre seus escritos, que foram encontrados no convento onde ela vivia

A Irmã Caritas manteve seu lindo e espalhafatoso espírito ao longo de toda a sua vida religiosa. Ela era italiana, vivia recentemente em Boston e foi missionária no Canadá, onde aprendeu francês e inglês. Passou por muitos sofrimentos em sua vida, incluindo uma longa doença no final. Porém, a cada momento de dor, entregava-se a Deus, confiando em seu amor.

Certa vez, ela escreveu o segredo de sua vida religiosa: “Não faço nada para mim mesma, e, portanto, vejo a positividade em tudo o que precisa ser feito. E não volto atrás”.

Caritas foi um exemplo para suas irmãs, especialmente pela forma como ela adotou seu nome religioso. Ela tentou, com a graça de Deus, ser caritas(caridosa) com todos ao seu redor.

Escrevia pequenas notas motivadoras para si mesma em seu diário: “Caritas, não fique cansada; reze, reze, reze”. A maneira determinada de tentar colocar em prática os valores intrínsecos ao seu nome era uma linda homenagem ao Deus que ela tanto amou.

Depois que Ir. Cáritas partiu, as freiras encontraram uma lista em seu diário, que mostra o espírito de simplicidade e beleza que ela adotava. A lista oferece um belo exemplo de plano de vida e amor para todos nós.

10 coisas que eu nunca vou me arrepender de fazer antes de morrer:

  1. Fazer o bem a todos;
  2. Não falar mal de ninguém;
  3. Refletir antes de falar;
  4. Não falar quando eu estiver agitada;
  5. Ajudar os menos afortunados;
  6. Admitir meus erros;
  7. Ser paciente com todos;
  8. Ouvir, mas não para fofocar;
  9. Não acreditar em coisas desagradáveis sobre os outros;
  10. Preparar-me para a morte.