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Campanha Aliança Fiel 2018 – Ajude a Fidelidade!

Por | DESTAQUES

Campanha Aliança Fiel de 2018 – Ajude a Comunidade Fidelidade!

Estamos em nova Campanha e precisamos de sua ajuda. Seja um sócio evangelizador.

Toda ajuda vai para as construções e manutenção da Casa São Bento e Salão São João Paulo II.

Oremos pela campanha deste mês para alcançarmos os 100% e conseguirmos arcar com os débitos da Comunidade.

Para depositar na Conta

Associação Domingos Sávio
Banco Bradesco – 237
Agencia – 0109
Conta – 21952-5
CNPJ – 19.995024/0001-56

Você que está a distância, também pode nos Ajudar com qualquer quantia, doando-nos pelo PAG SEGURO da UOL  clicando no botão abaixo! É rápido e seguro!

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Queremos agradecer o empenho e oração de todos em favor das Construções da Comunidade Fidelidade.

Continua agora a Campanha aliança fiel para continuarmos o Salão Beato João Paulo II!

Podendo assim acolher melhor aos irmãos nesta Casa de Oração!

Sua Oração e contribuição são muito importante! Obrigado!

Estamos agora com Nova Campanha e precisamos de sua Ajuda!

Clamamos por um novo Milagre de chegar aos 100%!

  • Melhorias no Salão e Terreno da Comunidade.
  • Construção de nossa Sala de Formação Bento XVI.
  • Inicio da Construção de Nossa Capela.

Você pode procurar os membros permanentes de Nossa Comunidade ou na Loja Fidelidade para contribuir via cartões de débito ou crédito.

Também adquirindo nossos produtos ou em nossa lanchonete que acontece todos os Sábados no Grupo de Oração Parusia.

Desde já muito obrigado! E que o Senhor abençoe sua Generosidade!

Quem Somos

Por | A FIDELIDADE

Sobre a Comunidade Católica Fidelidade

A Comunidade Fidelidade é uma associação pública de fiéis, de reconhecimento Diocesano, nascida na esteira dos novos movimentos pós-Concílio Vaticano II, constituída de fiéis católicos unidos em fraternidade, cujo objetivo é levar seus membros a uma vida santificante e equilibrada, buscando viver o batismo de maneira radical.

A Comunidade Fidelidade tem por Fundador Prof. Daniel Tadeu de Oliveira, casado, 3 filhos, natural de São Bernardo do Campo, SP.

Nossa palavra de fundação e inspiração está no Evangelho de Mateus 5, 17 – 48 e o propagamos com o seu último versículo: “Portanto, sede perfeitos, assim como vosso Pai Celeste é perfeito”.

Nesta inspiração e no amadurecimento, fomos formando e confirmando nosso Carisma de “Viver na Santidade e levar as pessoas a trilhar este caminho de busca pela Santidade” em suas vidas quotidianas pela moral cristã, justiça, equilíbrio espiritual e psicológico, reconciliando o indivíduo com sua própria história.

Em 2001 o Senhor nos deu o nome “Fidelidade” uma ordem para sermos fiéis e obedientes ao Senhor e a sua Igreja, fortalecendo e confirmando assim nosso Carisma e Missão. Palavra do Nome: “Assim fala o Senhor: eis que volto a Sião, venho residir em Jerusalém. Jerusalém chamar-se-á a cidade-fidelidade, e a montanha de Sião, a montanha-santidade. ” Zc 8, 2.

Temos como Santos Baluartes São Bento e Santo Antônio. São Bento pelo seu empenho pela Santidade e Vivência Cristã e Santo Antônio por ser um Grande Evangelizado e pregador e pela nossa fundação ter sido nesta Paróquia, onde acreditamos que Santo Antônio teve sua intercessão.

Com o Reconhecimento Diocesano de nossos estatutos em 05 de Setembro de 2016, temos engajamento canônico no que a Igreja hoje conhece como “Comunidades Novas” na atual realidade de Comunidade de vida e aliança e somos acompanhados na Diocese pelo Padre assessor designado pelo nosso Bispo, onde procuramos testemunhar assim a comunhão fraterna, o serviço e a obediência à Igreja Católica e sua doutrina e a Diocese dentro de nosso chamado e vocação nesta realidade.

Nossa Espiritualidade: Somos conduzidos a uma espiritualidade de oração e serviço, “ora et labora” (Abade São Bento), buscando a Santa Missa e a Eucaristia. Buscamos viver diariamente a comunhão e a contemplação com a Palavra de Deus através da Lectio Divina. Procuramos viver todos os momentos de oração com uma espiritualidade carismática e de profunda entrega.

Nossa Missão de envio: Acreditamos na segunda vinda de Jesus Cristo como professa a Fé da Igreja Católica e temos como objetivo evangelizar e preparar o povo de Deus para sua volta, levando a palavra de Jesus e a fé católica. Para tanto realizamos encontros e visitas de oração, atendimento espiritual e também evangelização por meio de células católicas.

Nossa Fraternidade e Formação: Servimos como Comunidade de Vida e Aliança, sendo assim todos os membros efetivos trabalham fora e tem suas famílias ligadas a comunidade, partilhamos do mesmo carisma e missão em nossos encontros e serviços, com a disponibilidade de vocacionados a um carisma particular. Procuramos testemunhar o que acreditamos em nossas vidas a partir do carisma e usamos de nosso tempo disponível para os trabalhos de evangelização e nas obras da comunidade.

Dos Trabalhos e atividades da Comunidade – Hoje nossos trabalhos de formação e evangelização estão presentes em vários apostolados: Colunas em Jornais locais, Rádio Web, Internet e mídias sociais, música e animação litúrgica, células de evangelização, missão Fidelidade para oração do terço e oração com as famílias, grupo de oração, grupo de cura e libertação,  Grandes Células de Oração, seminários, vigílias e cercos de oração, Etc.

Produção de mídias digitais de evangelização e formação, intercessões, seminários e formação de servos, pregações, escola bíblica e teológica, escola permanente para novas comunidades, atendimento de aconselhamento e orientação espiritual e psicológica, cursos de várias modalidades, etc.

Servimos nas Paróquias no ministério do Culto e da Palavra, ministério da benção, Formação para pastorais e movimentos quando solicitadas pelos Sacerdotes.

Realizamos nossa ação e evangelismo por meio de células católicas de evangelização com reuniões semanais que acontecem nas casas para prover um relacionamento efetivo com as casas já visitadas em atendimento. Mantemos a Sede, denominada Casa São Bento em SBC e uma casa em Alumínio – SP para retiros de atendimento e retiro Espiritual.

Da Organização dos Membros – Hierarquia – A comunidade é formada pelo Fundador, CoFundadores, Membros com Vinculo de Consagração, Membros com Vínculo de Comunhão, Compromissados e Caminhantes.

Da Admissão e Formação de novos membros – Anualmente a Comunidade realiza um encontro para as pessoas que queiram conhecer nossos trabalhos e o carisma, neste encontro é apresentado à realidade e rotina da comunidade e o que professamos e pregamos.

Dos Caminhantes – Uma vez a pessoa sentindo o chamado a essa vocação de comunidade, o interessado inicia uma formação especifica de até 1 Ano, os quais denominamos caminhantes.

Neste período a pessoa também é orientada regularizar sua vida espiritual se necessário. Um formador designado pelo fundador recorda com os caminhantes a catequese, dogmas, tradição, a palavra, formação humana e espiritual, histórico da comunidade e nossas realidades de fraternidade e obediência. No final da formação os que sentirem a vocação a continuar passam por uma entrevista de discernimento com fundador e formadores e começam uma nova jornada de no mínimo 1 (um) Ano, o qual chamamos de compromissados.

Dos Compromissados – Neste período de compromissados, os candidatos a membros acompanham e ajudam nos trabalhos efetivos da Comunidade e são assistidos por formadores pessoais por um período de até 2 Anos.

Dos Membros Efetivos – Após o período de compromissado, os formadores passam um relatório deste período de acompanhamento ao fundador e coordenador de formação que, em nova entrevista com os candidatos, decidem em oração a admissão efetiva dos mesmos. Neste período é feito seu compromisso com a comunidade em uma celebração juntamente com Sacerdote, onde professam seu “compromisso” em seu vínculo especifico com a comunidade e o carisma, chamado “Vinculo de Comunhão”.

Do Conselho – O Conselho da comunidade é formado pelo Fundador, CoFundadores e por Membros erigidos em assembleia, são as pessoas que auxiliam nas decisões e se fazem presentes na eventual ausência do Fundador.

Da Formação dos Membros – Mantemos uma rotina de encontros de oração e formação permanente. A começar pelos coordenadores de formação que trazem formações continuas para os membros e também formadores externos indicados pelos sacerdotes e comunidades irmãs. Procuramos uma formação teológica, humana e espiritual. Alguns membros procuram formações de graduação que colaboram com a realidade da comunidade e da pessoa humana.  Temos na comunidade pessoas formadas e também que estudam em diversas áreas, por exemplo: Pedagogia, enfermagem, psicologia, teologia, filosofia, músicos, professores, analistas, recursos humanos, entre outros.

Das Crianças – Mantemos um trabalho de evangelização infantil com formações (cristãs) e humanas com o grupo dos Pequenos Fiéis, filhos e filhas dos casais membros da Comunidade. Formações preparadas e acompanhadas pela pedagoga ajudamos assim em sua pré-catequese. Aos Sábados esse Grupo é aberto para receber as crianças das pessoas que participam do Grupo Parusia e Grande Célula.

Dos Colaboradores e Benfeitores – As Comunidades matem-se de doações em campanhas realizadas internas e externamente. Promovemos algumas festas e a venda de alguns artigos religiosos e literatura de produção interna.

Da Localização da Comunidade – Nossa casa de encontros e fraternidade está situada na Rua Giuseppe Venturini, 180 no Bairro Batistini em São Bernardo do Campo no Estado de São Paulo. Por Intercessores e Baluartes nomeamos esta casa de Casa São Bento e o Salão situado abaixo da casa de Salão São João Paulo II.

Em questão paroquial a comunidade está situada bem entre as Paróquias Sagrada Família, Jd. Do Lago e da Paróquia Santo Antônio do Bairro Batistini as quais colaboramos como servos, sendo: Ministros do Culto e da Palavra, Ministros da Benção, animação de liturgia e música, formações, Etc.

Paróquias e Diocese – Mantemos a comunhão com a Diocese participando das reuniões da Fraternidade das Novas Comunidades na Diocese, acompanhadas pelo Sacerdote assessor designado pelo Bispo. Também pelo serviço nas Paróquias citadas em parágrafos anteriores e servimos a Diocese em eventos e em colaborações diversas.

Endereço e Contatos:

Casa São Bento e Salão São João Paulo II

Rua Giuseppe Venturini, 180 – Batistini, São Bernardo do Campo – SP

Musicas de Casamento e Agora? Como Escolher?

Por | ENTHOAR, MUSICA, PARTILHA DO FUNDADOR

A Paz de Jesus! Caros irmãos e irmãs em Cristo.

Sabemos que a música é divina e nos acompanha em todos os momentos de nossa vida. Quando estamos felizes cantamos, para celebrar cantamos, para louvar cantamos… E nós, ministros de música, somos responsáveis por fazer desses momentos mais especiais ainda, escolhendo músicas saudáveis para nosso dia a dia e de nossos irmãos, principalmente se for dentro de uma liturgia.

A música litúrgica tem suas regras e tradições, sendo assim, o casamento também, por isso existe a celebração do sacramento do matrimônio com missa e sem missa, e mesmo que este seja sem missa, não deixa de ter uma liturgia, pois há comunhão da palavra e em alguns a Comunhão Eucarística.

Indo direto ao assunto, este artigo trata sobre a escolha de músicas para um casamento, tarefa difícil visto a ausência de letras específicas para este sacramento, porém os compositores atuais nos favorecem. Antigamente era muito difícil ter acesso a novos discos e musicas, principalmente para momentos específicos, agora temos cd´s, internet, etc.  Visto essas dificuldades que existiam, para muitos um fundo musical resolvia, musicas instrumentais, canto coral, um piano ou órgão… O que não deixa de ser usado hoje e não é errado, desde que também se tenha conceitos.

Hoje, os casamentos são cheios de glamour e se preocupam com a perfeição do momento, com a beleza de uma orquestra ou músicos profissionais, com momentos apoteóticos e visuais deslumbrantes, com iluminação e sonorização profissional e infelizmente se preocupam pouco se a musica está de acordo com o rito sacramental.

É nosso dever como ministros de música responsáveis, apoiar o casal a escolher músicas de acordo com o rito sacramental, o casal pode sugerir as músicas, mas não podemos deixar que escolham musicas só pelo fato delas terem sido parte de suas experiências amorosas, ou de um momento especial que tiveram, ou que fez parte de seu primeiro encontro…

As musicas podem até serem instrumentais, digo as puramente instrumentais, que não possuíram letras, desde que tenham seu ritmo de acordo com um casamento… Exemplo, não pode ser rápido demais em alguns momentos e nem lenta demais em outros, tem que ter bom senso e discernimento.  Diga-se de passagem, que já vi grupos “estragando” uma musica instrumental linda, colocando nela uma letra absurda… E outros que tocaram uma música instrumental tão lenta na entrada da noiva que mais parecia um funeral.

Pode-se até tocar uma musica secular instrumental, mas com certos conceitos: se a musica for conhecida vai atrair a atenção de todos, remetendo assim a sua letra, e se a letra não for de princípios religiosos… Da na mesma!

Portanto, mesmo sendo instrumental, a letra de uma musica é tudo. É preciso muita atenção em analisar a letra num todo, ao que e a quem o compositor se referiu, se não possui palavras gírias ou fora de contexto religioso, se possui “princípios” de moral, éticos e principalmente religiosos.

Meus irmãos, se seguirmos estes pequenos conceitos, vamos ver que poucas musicas seculares passam pela peneira.

Enfim, o ideal é escolher musicas religiosas, cantos religiosos, hoje existem muitos compositores cristãos investindo em letras de relacionamento e amor, músicas próprias para o sacramento, que nos elevam ao centro do sacramento que é o amor e a doação recíproca de duas pessoas que Deus uniu. Temos que procurar…

Lembrem-se também da responsabilidade que é participar e tocar em um casamento, além de você ser testemunha presente é também responsável por um momento único e indissolúvel, e mais… Hoje gravado em áudio e vídeo para o casal rever por muitos anos o que foi escolhido, celebrado e tocado… Por isso também devemos nos preocupar com a beleza sim… Em nos preparar para tocar e cantar bem.

Espero ter ajudado nessas poucas palavras sobre a importância de escolher musicas adequadas para um casamento e bem celebrá-lo, tem muito mais para partilharmos sobre este assunto, mais fica para um próximo artigo.

Um abraço e que Deus abençoe a todos em seus ministérios.

Prof. Daniel Oliveira

Com. Fidelidade

Nossa Missão, Espiritualidade e Fraternidade

Por | A FIDELIDADE

A Comunidade Fidelidade é uma associação pública de fiéis, nascida na esteira dos novos movimentos pós-Concílio Vaticano II, constituída de fiéis católicos unidos em fraternidade, cujo objetivo é levar seus membros a uma vida santificante e equilibrada, buscando viver o batismo de maneira radical.

A Fidelidade tem por Fundador Prof. Daniel Tadeu de Oliveira, casado, 3 filhos e por CoFundador Marcio Donizete Garcia, casado, 3 filhos.

Temos como palavra de fundação o trecho do Evangelho: “Portanto, sede perfeitos, assim como vosso Pai Celeste é perfeito”. Mt 5, 48.  E todo o texto precedente desta palavra.

Temos como foco principal a promoção da pessoa humana e o seu bem-estar, desenvolvendo ações sociais, evangelísticas e espirituais que conduzam e unam todos a Jesus Cristo, Filho de Deus, fonte de cura e libertação humana.

Nesta inspiração e no amadurecimento, fomos formando e confirmando nosso Carisma de “Viver na Santidade e levar as pessoas a trilhar este caminho de busca pela Santidade” em suas vidas quotidianas pela moral cristã, justiça, equilíbrio espiritual e psicológico, reconciliando o indivíduo com sua própria história.

Em 2001 o Senhor nos deu o nome “Fidelidade” uma ordem para sermos fiéis e obedientes ao Senhor e a sua Igreja, fortalecendo e confirmando assim nosso Carisma e Missão. Palavra do Nome: “Assim fala o Senhor: eis que volto a Sião, venho residir em Jerusalém. Jerusalém chamar-se-á a cidade-fidelidade, e a montanha de Sião, a montanha-santidade. ” Zc 8, 2.

Temos como Santos Baluartes São Bento e Santo Antônio. São Bento pelo seu empenho pela Santidade e Vivência Cristã e Santo Antônio por ser um Grande Evangelizado e pregador e pela nossa fundação ter sido nesta Paróquia, onde acreditamos que Santo Antônio teve sua intercessão.

Com o Reconhecimento Diocesano de nossos estatutos em Setembro de 2016, temos engajamento canônico no que a Igreja hoje conhece como “Comunidades Novas” na atual realidade de Comunidade de vida e aliança e somos acompanhados na Diocese pelo Padre assessor designado pelo nosso Bispo, onde procuramos testemunhar assim a comunhão fraterna, o serviço e a obediência à Igreja Católica e sua doutrina e a Diocese dentro de nosso chamado e vocação nesta realidade.

Nossa Espiritualidade: Somos conduzidos a uma espiritualidade de oração e serviço, “ora et labora” (Abade São Bento), buscando a Santa Missa e a Eucaristia. Buscamos viver diariamente a comunhão e a contemplação com a Palavra de Deus através da Lectio Divina. Procuramos viver todos os momentos de oração com uma espiritualidade Carismática e de profunda entrega.

Nossa Missão de envio: Acreditamos na segunda vinda de Jesus Cristo como professa a Fé da Igreja Católica e temos como objetivo evangelizar e preparar o povo de Deus para sua volta, levando a palavra de Jesus e a fé católica. Para tanto realizamos encontros e visitas de oração, também evangelização por meio de células católicas.

Nossa Fraternidade e Formação: Servimos como Comunidade de Vida e Aliança, sendo assim todos os membros efetivos trabalham fora e tem suas famílias ligadas a comunidade, partilhamos do mesmo carisma e missão em nossos encontros e serviços, com a disponibilidade de vocacionados a um carisma particular. Procuramos testemunhar o que acreditamos em nossas vidas a partir do carisma e usamos de nosso tempo disponível para os trabalhos de evangelização e nas obras da comunidade.

Dos Trabalhos e Atividades da Comunidade:

Hoje nossos trabalhos de formação e evangelização abrangem: Colunas em Jornais locais, paroquiais e próprios, Rádio Web com transmissões ao vivo, Internet (www.comunidadefidelidade.com), música e animação litúrgica, células de oração nas casas, Missão Fidelidade para oração do terço e oração com as famílias, grupos de oração e seminários, vigílias e cercos de oração, Etc.

Produzimos e Gravamos Cd´s e DVD´s para Evangelização e formação, intercessões, seminários e formação de servos, pregações, atendimento de aconselhamento e orientação espiritual e psicológica, cursos de várias modalidades, etc.

Servimos nas Paróquias no Ministério do Culto e da Palavra, Ministério da benção, Formação para Pastorais quando solicitadas pelos Sacerdotes.

Ajudamos em casas de recuperação com o carisma e mantemos um trabalho de retiros para recuperação espiritual.

Realizamos nossa ação e evangelismo por meio de células católicas com reuniões semanais que acontecem nas casas para prover um relacionamento efetivo com as casas já visitadas em atendimento.

Mantemos a Sede denominada Casa São Bento e uma casa em Alumínio – SP para retiros de atendimento e retiro Espiritual.

Da Organização dos Membros – Hierarquia

A comunidade é formada pelo Fundador, CoFundador, Membros com Vinculo de Consagração, Membros com Vínculo de Comunhão, Compromissados e Caminhantes.

Da Admissão e Formação de novos membros

A cada 6 meses ou conforme necessidade a Comunidade realiza um encontro para as pessoas que queiram conhecer nossos trabalhos, neste encontro é apresentado à realidade e rotina da comunidade e o que professamos e pregamos.

Dos Caminhantes – Uma vez a pessoa sentindo o chamado a essa vocação de comunidade, o interessado inicia uma formação especifica de até 1 Ano, os quais denominamos caminhantes.

Neste período a pessoa também é orientada regularizar sua vida espiritual se necessário. Um formador designado pelo fundador recorda com os caminhantes a catequese, dogmas, tradição, a palavra, formação humana e espiritual, histórico da comunidade e nossas realidades de fraternidade e obediência.

No final da formação os que sentirem a vocação a continuar passam por uma entrevista de discernimento com fundador e formadores e começam uma nova jornada de no mínimo 1 (um) Ano, o qual chamamos de compromissados.

Dos Compromissados – Neste período de compromissados, os candidatos a membros acompanham e ajudam nos trabalhos efetivos da Comunidade e são assistidos por formadores pessoais por um período de até 2 Anos.

Dos Membros Efetivos – Após o período de compromissado, os formadores passam um relatório deste período de acompanhamento ao fundador que, em nova entrevista com os candidatos, decidem em oração a admissão efetiva dos mesmos.

Neste período é feito seu compromisso com a comunidade em uma celebração juntamente com Sacerdote, onde professam seu “compromisso” em seu vínculo especifico com a comunidade e o carisma.

Do Conselho – O Conselho da comunidade é formado pelo Fundador, CoFundador e por Membros erigidos em assembleia, são as pessoas que auxiliam nas decisões e se fazem presentes na eventual ausência do Fundador.

Da Formação dos Membros – Mantemos uma rotina de encontros de oração e formação permanente. A começar pelos coordenadores de formação que trazem formações continuas para os membros e também formadores externos indicados pelos sacerdotes e comunidades irmãs. Procuramos uma formação teológica, humana e espiritual. Alguns membros procuram formações de graduação que colaboram com a realidade da comunidade e da pessoa humana.

Temos na comunidade pessoas formadas e também que estudam em diversas áreas, por exemplo: Pedagogia, enfermagem, psicologia, teologia, filosofia, músicos, professores, analistas, recursos humanos, entre outros.

Das Crianças – Mantemos um trabalho de evangelização infantil com formações (cristãs) e humanas com o grupo dos Pequenos Fiéis, filhos e filhas dos casais membros da Comunidade. Formações preparadas e acompanhadas pela pedagoga ajudamos assim em sua pré-catequese. Aos Sábados esse Grupo é aberto para receber as crianças das pessoas que participam do Grupo Parusia e Grande Célula.

Dos Colaboradores e Benfeitores – As Comunidades matem-se de doações em campanhas realizadas internas e externamente. Promovemos algumas festas e a venda de alguns artigos religiosos e literatura de produção interna.

Da Localização da Comunidade – Nossa casa de encontros e fraternidade está situada na Rua Giuseppe Venturini, 180 no Bairro Batistini em São Bernardo do Campo no Estado de São Paulo. Por Intercessores e Baluartes nomeamos esta casa de Casa São Bento e o Salão situado abaixo da casa de Salão São João Paulo II.

Em questão paroquial a comunidade está situada bem entre as Paróquias Sagrada Família, Jd. Do Lago e da Paróquia Santo Antônio do Bairro Batistini as quais colaboramos como servos, sendo: Ministros do Culto e da Palavra, Ministros da Benção, animação de liturgia e música, formações, Etc.

Paróquias e Diocese – Mantemos a comunhão com a Diocese participando das reuniões da Fraternidade das Novas Comunidades na Diocese, acompanhadas pelo Sacerdote assessor designado pelo Bispo. Também pelo serviço nas Paróquias citadas em parágrafos anteriores e servimos a Diocese em eventos e em colaborações diversas.

É importante salientar que temos e mantemos com os sacerdotes destas paróquias um ótimo convívio de obediência e fraternidade, consequentemente com a igreja particular.

O Reconhecimento Diocesano

O que é o Reconhecimento Diocesano da Comunidade Fidelidade?  O que é uma associação?

Conforme o Código de Direito Canônico, os fiéis leigos têm o direito de se unir para, juntos, alcançarem algum bem espiritual em conformidade com o que pregou nosso Senhor Jesus e que nos ensina a Santa Igreja (CDC cânones 298, 299).

A Igreja utiliza o termo “associação”, para referir-se às organizações eclesiais de fiéis, com ou sem personalidade jurídica, constituídos para desenvolver juntos algum aspecto da vida cristã, em conformidade com o que Jesus nos ensinou (CDC cânones 215). A Igreja admite a utilidade das associações para o melhor desempenho de missões específicas por um carisma. (Apostolicam Actuositatem, 18-19).

Para ser legítima, o que uma associação precisa?

Tais associações precisam do reconhecimento da Igreja para que possam ser consideradas “católicas”. (cf. cân.299 §3). Conforme reza a norma do cân. 299 §3, uma associação privada pode pedir o reconhecimento (agnitio, em latim) por parte da autoridade eclesiástica competente (o bispo), que pode concedê-lo apenas depois do exame (recognitio) dos estatutos da associação pelo assessor jurídico da Diocese e seu discernimento.

Com o exame dos estatutos (recognitio) a autoridade declara a “eclesialidade da associação” e se assegura que não haja nada que contrarie a fé, a moral e a disciplina da Igreja (CDC. cânone 305 ) por meio de investigatio.

O bispo de uma diocese tem o direito e o dever de “discernir” a origem e fim de toda realidade numa diocese. (cf. Cân. 381; 383).

O que acontece durante um “reconhecimento diocesano”?

Através do ato chamado reconhecimento diocesano o Bispo aprova os estatutos (CDC cânone 304) e concede a “personalidade jurídica” de acordo com o (CDC cânone 322).

Em outras palavras: A regra de vida (estatuto) tem a bênção Divina e a Comunidade Católica Fidelidade, passa a exercer uma missão eclesial, católica. Desta forma, esta Associação tem os direitos e deveres previstos pela lei eclesiástica.

Quais as vantagens para a Diocese e para a Comunidade Fidelidade com o Reconhecimento?

Para a Diocese de Santo André, significará que em qualquer lugar do mundo onde a Comunidade Católica Fidelidade exercer suas atividades, será um fruto do labor apostólico desta Igreja Particular. A confirmação da eficácia pastoral de seu pastor Dom Pedro Carlos Cipollini e dos seus Assessores.

Para a Comunidade Fidelidade, significará a confirmação da inspiração divina do Carisma (Ser Santo para tornar o mundo mais santo). Incentivo e amparo canônico para os missionários que optaram pela consagração de vida na comunidade. Mediante a comunhão com a Sé Apostólica e o Bispo Diocesano, traz legitimidade da ação evangelizadora da comunidade dentro e fora dos limites diocesanos. Assegura a estabilidade do Carisma enquanto mantiver fidelidade à inspiração da sua fundação.

Estamos em festa com o reconhecimento. Para os membros da comunidade, trata-se da confirmação do carisma e a bênção da Igreja para o itinerário vocacional.

Também para os amigos fiéis significa que estão apoiando uma obra que realiza – em nome da Igreja Católica – uma missão de grande importância; cujos frutos são reconhecidos na sociedade e em meio ao povo cristão.

Cronograma do Reconhecimento

Em 03 de Outubro de 2015 fizemos a primeira reunião com Padre Jean Rafael assessor jurídico canônico do tribunal eclesiástico na Diocese de Santo André onde entregamos nossos estatutos para verificação e correção.

No dia 07 de março de 2016 Padre Jean nos recebeu em sua casa e lemos juntos o Estatuto modificado e o trouxemos assinado para entregar ao Sr. Bispo.

Em 16 de Março de 2016 entregamos em audiência com Sr. Bispo Dom Pedro os Estatutos assinados o qual ficou de ler e analisar. Iniciou-se o investigatio à Comunidade para recognitio e aprovação do mesmo. Com visitas de Padres assessores e delegados.

Dia 07 de Junho padre Jean nos enviou o Estatuto com primeiras correções solicitadas.

Dia 11 de Junho Padre Romão passou dia conosco e falamos sobre as modificações solicitadas pelo Sr. Bispo.

Dia 19 de Junho nos Encontramos com Dom Pedro na Visita Missionaria e Ele comenta sobre pedido de mudanças no Estatuto na questão da natureza da Comunidade.

Dia 23 de Junho enviamos o Estatuto alterado ao Padre Romão, (Assessor das Novas Comunidades) e Pe. Jean Rafael.

Dia 25 de Junho de 2016 Dom Pedro visita a Comunidade Fidelidade.

Dia 06 de Julho de 2016 levamos Estatuto corrido ao Padre Jean e colhemos novamente sua assinatura.

Dia 07 de Julho Padre Jean encaminha Estatuto ao Bispo Dom Pedro para Novas Correções ou aprovação.

Dia 25 de Julho Dom Pedro responde e-mail dizendo que Estatuto estava corrigido e reencaminhou a Pe. Jean Rafael para andamento do processo.

Dia 13 de Agosto ficamos sabendo da possível assinatura do Estatuto na diocese.

Em 15 de Agosto padre Guilherme entra em contato e pergunta se há necessidade da audiência com Dom Pedro uma vez que o Estatuto já está assinado e encaminhado a Chancelaria.

Ficamos aguardando o chanceler criar o decreto e passar ao Bispo para reconhecimento.

Dia 03 de Setembro de 2016 as 8h45 Pe. Jean em ligação e pega dados e Nome da Comunidade e nasce o Decreto. Vale lembrar que essa é a data e hora do Nascimento do Heitor e a mesma data em que foram entregues as Intenções da comunidade e células, juntamente o estatuto no tumulo de São João Paulo II em Roma a exatos 1 ano atrás.

Dia 04 de Setembro no Congresso Diocesano Pe. Guilherme confirma recebimento do Decreto e disse que na semana se resolveria. No mesmo dia Dom Pedro confirma que assinaria o Decreto e Estatuto da Comunidade.

Dia 05 de Setembro de 2016 a noite Padre Rogério Romão confirma assinatura do Decreto e Reconhecimento Diocesano da Comunidade Católica Fidelidade. Dia em que estivemos a exatos 1 Ano atrás o encontro com o Papa Francisco pelo Reconhecimento das Células Católicas de Evangelização em Roma.

 

Frase do Fundador: 2016 – Foi realmente o Ano da acolhida.

Glorioso Patriarca São Bento

Por | SÃO BENTO

Nasceu em Núrcia, na Úmbria (Itália) por volta do ano 480, estudou em Roma, começou a praticar a vida eremítica em Subiaco, onde reuniu um grupo de discípulos, indo mais tarde para Monte Cassino. Aí fundou um célebre mosteiro e escreveu a Regra que, difundida em muitos países, lhe valeu os títulos de patriarca do monaquismo do Ocidente e padroeiro da Europa.
Morreu a 21 de março de 547. Contudo desde fins do século VIII, sua memória começou a ser celebrada em muitas regiões no dia 11 de julho.
A expansão que alcançou esta iniciativa monástica de São Bento foi impressionante. Duzentos anos mais tarde, a Regra beneditina vigorava em toda a Europa, eliminando praticamente todas as demais formas de vida consagrada. Este sucesso não foi casual, mas inerente ao equilíbrio e sensatez da Regra beneditina. Pois o fim da Regra de São Bento era formar cristãos perfeitos, seguindo os ensinamentos de Jesus Cristo, mediante a prática dos mandamentos e conselhos evangélicos. Outro precioso fator era o equilíbrio e moderação. A Regra devia ser possível a todos e adaptável à capacidade de cada um.
ORA ET LABORA (ORAÇÃO E TRABALHO) é seu lema. Oração transformada em trabalho e trabalho em oração pela fé e obediência. No convívio fraterno na comunidade resulta sempre no completo equilíbrio psicológico.
A poucos quilômetros de Monte Cassino, Santa Escolástica, irmã de São Bento, adotou a Regra para as mulheres, dando origem às monjas beneditinas. Oremos juntos com São Bento!

Oração

A Cruz sagrada seja minha Luz. Não seja o Dragão meu guia
Retira-te Satanás. Nunca me aconse-lhes coisas vãs.
É mal o que tu me ofereces. Bebe tu mesmo do teu veneno! Amém!

Rogai por nós bem aventurado São Bento.
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!

Em Latim

Crux Sacra Sit Mihi Lux.  Non Draco Sit Mihi Dux
Vade Retro Sátana. Nunquam Suade Mihi Vana
Sunt Mala Quae Libas. Ipse Venena Biba! Amém!

Traduzido de The Modern Catholic Encyclopedia, The Liturgical Press (1995), 77-78.

Confira o Documentário

Como fazer meu filho feliz? Confira!

Por | FORMAÇÕES

Um abraço faz o meu filho feliz. Um novo brinquedo também o faz feliz.
A felicidade pode-se quantificar?

A felicidade é um sentimento geral de bem-estar, prazer e harmonia com a vida. Pode ser feita de instantes de alegria como pode ser uma construção mais ambiciosa e duradoura. A quantificação dos sentimentos como a felicidade pode ser realizada por cada um conforme as suas expectativas e ganhos atingidos.

Existem diferentes felicidades? Existem duas felicidades iguais?

Podemos dizer que existem estados de felicidade que se exprimem através de diferentes sentimentos.

Não há felicidades iguais, pois até mesmo quando duas pessoas se sentem felizes por se terem casado, por exemplo, cada uma vive, sente e exprime a felicidade de forma diferenciada.

A felicidade mede-se pelo grau de satisfação / insatisfação da criança?

Nas crianças, como nos adultos, a felicidade pode medir-se pelo grau de bem-estar e realização (pessoal e social). Ela resulta de uma auto-avaliação que leva em conta os desejos, os projetos de vida e aquilo que as pessoas ambicionam alcançar. Pode-se ser feliz com muitas poucas coisas, como ser-se infeliz rodeado de recursos e possibilidades.

Quais os padrões que se podem estabelecer para «medir» a felicidade?

Essencialmente esses padrões devem envolver a saúde (bem estar biológico, psicológico e social), a capacitação para tirar partido dos seus recursos pessoais (inteligência, auto-motivação, talento, etc.) e sentimento de aceitação, afetividade e reconhecimento por parte dos outros.

Esses padrões mudam no tempo – os adultos podem comparar se são mais ou menos felizes, devido às vivências, do que gostam e do que já sabem que não gostam, do que lhes dá ou não satisfação. Numa criança (com menor vivência e num processo de aprendizagem e gestão de emoções) como se analisa essa felicidade?

O sorriso constitui uma interessante medida da felicidade nas crianças. A criança infeliz, triste ou desamparada raramente sorri. O sorriso genuíno, aquele que até os olhos o exprimem, estando geralmente presente no dia-a-dia da criança, significa que se sente bem e que está bem consigo e com o mundo.

O bem-estar emocional é a única medida padrão da felicidade da criança? Que outras podem ser apontadas?

O bem-estar inclui também o equilíbrio das funções orgânicas, gozar de saúde, o sentir-se reconhecida e aceite pelos outros e o perceber as suas possibilidades e recursos. Claro que tudo isso resulta em satisfação emocional e, em última instância, sentir-se feliz é perceber esse prazer.

Qual a melhor forma de estabelecer limites e repreendê-la sem ser demasiado severa?

Desde muito novas as crianças devem compreender e aceitar os limites da sua autonomia. Elas devem crescer em liberdade com o direito a exprimir as suas idéias, desejos e vontades. A sua personalidade vai-se desenvolvendo através de uma educação que lhe permita tirar partido dos seus recursos pessoais e que ao mesmo tempo lhe abra as pistas para o desenvolvimento do caráter, do sentido crítico e da noção da responsabilidade. Durante a infância e a adolescência a personalidade constrói-se através do esforço de aprendizagem na relação com os outros (família, amigos, sociedade em geral, etc.).

Qual a melhor forma de regular o comportamento do meu filho, sem recorrer aos castigos? Quando necessário, que tipo de castigos são mais aconselháveis, e quais os proibidos?

As emoções que controlam os comportamentos das crianças são educáveis. Uma boa educação deve por um lado respeitar a inteligência e a autonomia da criança e ao mesmo tempo incutir-lhe hábitos, atitudes e escolhas saudáveis e justas.

O castigo físico é assassino e amordaça a criança gerando uma série de problemas que perdurarão no futuro. As crianças são seres inteligentes e aprendem muito bem a dialogar, a conversar e a pensar bem. Muitos pais não exercitam esse tipo de educação. Mais tarde virá o dia em que se percebem que os filhos se tornam irascíveis, impetuosos, agressivos e incapazes de manifestaram comportamentos socialmente equilibrados. Muitas crianças tidas como hiperativas, por exemplo, são apenas crianças que não aprenderam a controlar os seus impulsos. São falsos hiperativos.

Que tipo de atividades devo partilhar com o meu filho, de forma a aumentar a cumplicidade e os laços entre ambos, e qual a melhor forma de estimular a sua auto-estima?

São muitas, mas as mais decisivas e duradouras são a afetividade inteligente dada com equilíbrio (sem excesso de proteção), a atenção, a generosidade, o carinho gentil, a garantia de segurança (psicológica, física, social), a libertação dos talentos e dos seus outros recursos pessoais (criatividade, comunicação, etc.), a aprendizagem para uma autonomia responsável e o desenvolvimento do sentido crítico e justo.

Assertividade, autonomia, segurança, afeto… Com base nestes conceitos quais as doses certas para cada um deles de forma a garantir-lhe felicidade? Eles são sempre garantia de felicidade?

A felicidade é essencialmente uma construção pessoal e depende muito mais do próprio do que dos outros. O papel dos pais é garantir condições para que a felicidade dos filhos seja também um trabalho deles mesmo e não apenas do que lhes garantirem (alimentação, roupa, brinquedos, diversões, cursos, etc.).

Um novo irmão ou irmã ajudam a que uma criança seja mais feliz, ou há o risco de poder sentir-se preterida, ou mesmo de rivalidade entre irmãos?

Tudo é possível. O fator idade também conta. As crianças podem ver um rival num irmão mais novo, pelo menos nos primeiros anos. Caberá aos pais saberem dosear a expressão dos seus afetos de forma que a mais velha não se sinta nunca preterida.

Os pais devem evitar discutir na frente dos filhos?

Devem de todo evitar discutir, mas não devem ter medo de conversar junto dos filhos assuntos que, não sendo melindrosos nem excessivamente íntimos, podem até servir para incutir o diálogo, abrir os horizontes mentais das crianças e torná-las mais assertivas. Assim, elas também aprenderão a conversar e a abrirem-se com os pais.

Que tipo de assuntos deve permanecer aberto à discussão em que a opinião da criança seja tomada em conta?

Em geral pode falar-se de tudo aquilo que diga respeito à criança e que a não deixe confusa ou amedrontada. As crianças têm opiniões e estas devem ser ouvidas, conversadas e analisadas respeitando obviamente as limitações que a idade e o nível de desenvolvimento menta possam impor.

O excesso de regras pode deixar o meu filho infeliz, ou uma rotina de horários estabelecida faz com que uma criança se sinta mais segura?

A rotina, neste caso, é uma boa estratégia pois a criança habitua-se aos procedimentos e aceita facilmente realizar os seus deveres. O excesso de regras pode ser útil numa prisão, mas nunca numa casa de família.

Quais são os sinais de indicam que o meu filho está feliz? E os que me dizem que está infeliz?

Um simples sorriso pode não indicar felicidade, como o choro pode não ser infelicidade… Esses indicadores podem ser, por exemplo, o sucesso escolar? A timidez? Perturbação do sono?

São vários os sinais que podem indicar um estado emocional negativo numa criança. A ansiedade é um dos primeiros. Ela revela freqüentemente insatisfação, medo, dúvida, intranqüilidade ou outro tipo de desconforto, nomeadamente físico e orgânico. Perturbações de sono, tiques, agitação anormal, impulsividade, manifestações agressivas sugerem sempre um mal-estar.

Quando o meu filho pede um presente de maior valor, devo oferecer-lho logo que possa ou esperar pela próxima ocasião que o justifique, por exemplo, um aniversário ou o Natal?

A gestão dos presentes é cada vez uma necessidade nestes tempos de consumismo desenfreado. Os presentes devem assinalar um momento especial: um aniversário, um feito nobre, um sucesso na escola, um prêmio por algo merecedor de uma distinção, mas não mais do que isso. Há crianças que têm os quartos cheios de brinquedos a que não prestam a mínima atenção, pois tornaram-se banais. Perderam todo o sentido para elas.

Os jogos de vídeo podem fomentar o seu isolamento, ou desenvolvem a sua mente?

Podem fomentar as duas coisas ou mais: fomentam o isolamento, o sedentarismo e o egoísmo. O que ganham no desenvolvimento da mente não compensa o que nos perdem outros domínios. Por outro lado, muitos dos jogos, quando a criança já os domina, já não exercitam o cérebro.

De forma geral, que tipo de acontecimentos na vida de uma criança tem mais probabilidade de afetá-la negativamente e deixá-la infeliz?

Em geral são as perdas, o desamparo, o abandono, o enfraquecimento da auto-estima, problemas de auto-imagem, a rejeição, o estrangulamento da sua criatividade e a perda de autonomia. Estes e outros acontecimentos são interdependentes e alimentam pensamentos e sensações negativas que vão gerar um sentimento de infelicidade prolongado ou até mesmo crônico dado que ficam registradas na memória, muitas vez na memória não consciente e funcionando como gatilhos para comportamentos desajustados ao longo da vida.

(Texto retirado da entrevista à revista HAPPY WOMAN concedida pelo neuropsicólogo Nelson S Lima, Instituto da Inteligência).