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WebMaster Comunidade Fidelidade

Roteiro – Oração na Célula e na vida – Parte II – De 27 de Janeiro a 02 de fevereiro de 2020

Por | - ULTIMAS, ROTEIRO DAS CÉLULAS

Download do Roteiro da Semana

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Roteiro – Oração na Célula e na vida – Parte I. De 20 a 26 de Janeiro de 2020

Por | - ULTIMAS, ROTEIRO DAS CÉLULAS

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Roteiro – Não troque o certo pelo duvidoso. Semana de 13 a 19 de Janeiro de 2020

Por | - ULTIMAS, ROTEIRO DAS CÉLULAS

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Roteiro – Pequenos mas poderosos. Semana de 06 a 12 de Janeiro de 2020

Por | - ULTIMAS, ROTEIRO DAS CÉLULAS
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A vida consagrada e o novo das famílias

Por | - ULTIMAS, PARTILHA DO FUNDADOR

Você sabia que o novo que nós Novas Comunidades trazemos para o seio da Igreja é a resposta ao desafio de sermos famílias consagradas?

Isso mesmo. Olhando para o histórico da vida consagrada desde a encarnação de Jesus Cristo, nunca antes o Espírito de Deus havia suscitado esta novidade no coração de sua Igreja.

Através de um carisma específico, esposos, casais casados com seus filhos, tem buscado viver como os primeiros cristãos. Obvio que segundo seu estado de vida, e inseridos na sociedade contemporânea que vivemos, todavia com a mesma veemência e veracidade.

Vamos olhar para o histórico da vida consagrada, e perceber com maior clareza o que o Paráclito de Deus vem organizando ao longo da historia.

Histórico da Vida Consagrada

1o Momento – Séculos I e II d.C. – Virgens Consagradas

Na antiguidade, na cultura pagã, algumas jovens eram separadas e oferecidas em holocausto aos deuses pagãos.

Nos primeiros séculos (I e II), as jovens virgens, de maneira informal, se consagram à Deus, e rejeitam a vida matrimonial para se dedicar totalmente ao amor pelo Senhor Jesus, e por isso eram martirizadas. Ex: Santa Águeda e Santa Luzia, que é nossa baluarte.

A NOVIDADE QUE ELAS TRAZEM PARA A VIDA CRISTÃ:

1. Virgindade;
2. Maternidade espiritual;

2o Momento – Século III – Eremitas

Homens geralmente jovens, cultos e ricos, que conheceram o cristianismo e se encantaram por Jesus.

Eles se retiravam, iam para matas, desertos, lugares ermos, se isolavam PARA ESCUTAR DEUS. Eram consultados por reis e pessoas que queriam beber de sua sabedoria de Deus.

Ex: Santo Antão, pai do eremitismo. Jovem rico que diante da passagem do jovem rico, larga tudo.

Seguem sem contrair o matrimônio como as virgens consagradas. No inicio apenas leigos. Não haviam sacerdotes.

A NOVIDADE QUE OS EREMITAS TRAZEM PARA A VIDA CRISTÃ:

1. Vivem fora do templo, das Igrejas e do mundo onde acontecia o cristianismo;

2. Tratados: Lectio Divina / Direção Espiritual / Combate Espiritual;

3o Momento – Séculos III e IV – Monaquismo Organizado

Era necessária organização para ordenar as ordens que iam surgindo devido ao grande número de pessoas que se sentiam chamadas ao erimitismo.

Além de nesta época o cristianismo ter se tornado a religião oficial do Império Romano, o que trazia facilidades, mas também trouxe um grande relaxamento moral por parte dos neo-convertidos.

Ex: São bento (Beneditinos). Vai do III ao IV século, o seu inicio. Porém vindo até hoje.

NOVIDADES TRAZIDAS PELO MONAQUISMO:

1. Inicio da vida comunitária;
2. Inicio das regras;
3. Monjas de clausura – Mulheres – Ex: Santa escolástica – Vida comunitária feminina;

4º Momento – Séculos X à XV – Ordens Mendicantes

Ordens importantes:
? Franciscanos – 1210 d.C ? Inauguram a evangelização dois a dois;
? Dominicanos – São Domingos de Gusmão. Ordem de pregadores. Estudo e profundidade de conhecimento;

NOVIDADES TRAZIDAS PELAS ORDENS MENDICANTES:

1. Sair do claustro para evangelizar no mundo;

5º Momento – Séculos XVI à XVII – Ordens Contra – reformistas (reforma – “Lutero”)

Divisão gerada pelo protestantismo. Interesses econômicos em alta. Lutero era mau formado e com visão distorcida da santidade.

Papa Paulo III  convocou toda a Igreja para condenar o protestantismo, reafirmar os dogmas e reformar os costumes. Então surgiram os seminários e o celibato sacerdotal, exemplos:

Santo Inácio – Jesuítas;
Santa Teresa D`Ávila – Carmelos;

NOVIDADES QUE AS ORDENS CONTRA REFORMISTAS NOS TROUXERAM:

1. Voltar ao absoluto, à ordem antiga;
2. Evangelização dos povos e retomada do catolicismo;
3. 4º Voto ? fidelidade ao Papa;

6º Momento – século XVIII e XIX – Congregações religiosas

Obras dedicadas à vida apostólica e obras de caridade. A sociedade estava assolada por pestes, doenças, guerras, ditaduras imperiais. Ex: São João Bosco / Madre Teresa de Calcutá;

NOVIDADES QUE NOS TROUXERAM AS CONGREGAÇÕES RELIGIOSAS:

1. Cuidar do homem inteiro: Corpo e alma

7º Momento – Século XX – Sociedade de Vida Apostólica

Leigos sem votos religiosos, com vida apostólica no meio da sociedade e vida comum. Ex: Arautos do Evangelho.

NOVIDADES QUE NOS TROUXERAM:

1. Leigos na sociedade;

8º Momento – Século XX – Institutos Seculares

Tudo que tem nas sociedades de Vida Apostólica. Leigos, vivem os conselhos evangélicos, e cumprem o compromisso batismal no meio secular. Ex: Ópus Dei e Focolares.

NOVIDADES QUE NOS TROUXERAM:

1. Profissionais no mundo;

O 7º E O 8º NASCERAM POUCO ANTES DO CONCÍLIO VATICANO II, MAS O “BOOM” FOI APÓS O CONCÍLIO.

9º Momento – Século XX – Novas Fundações ou Novas Comunidades

Uma mistura de tudo que já aconteceu até hoje. Um pouco de cada um dos já surgidos até agora.

NOVIDADES QUE TRAZEMOS:

1. Casais ou casados consagrados;

Combate das crises de: maternidade / paternidade / da manutenção do autêntico magistério da Igreja / da autenticidade da palavra;

Conclusão

Depois de olhar para este histórico, espero que você tenha ficado como eu, de boca aberta por saber que somos protagonistas do novo em nossa Igreja e mais ainda, que existe sobre nós uma responsabilidade imensa, afinal, independente de nossos carismas, o Senhor levanta nossas comunidades para restaurar a família, base de qualquer sociedade que queira ser séria, promissora e santa.

Basta olhar para os alvos de cada carisma e verás que apesar das diferenças, os problemas parecem sempre nascer da deficiência nesta base fundamental.

Menores em conflito com a lei, moradores de rua, prostituição, drogadicção, abusos e mais abusos em várias áreas com vítimas de todas as idades, tudo começa na ausência, ou em uma distorcida base familiar. São raríssimas as exceções.

“As famílias constituem o primeiro lugar onde nos formamos como pessoas e, ao mesmo tempo, são os ‘tijolos’ para a construção da sociedade” (Homilia na celebração do matrimônio de 20 casais na Basílica de São Pedro, em 14 de setembro de 2014).

Alvo do demônio

Tudo aquilo que é a novidade para a Igreja o demônio tentará destruir. Foi assim em toda história da Igreja, quando surgiram as virgens consagradas, elas foram perseguidas e muitas martirizadas por essa escolha.

Os eremitas sofriam grandes perseguições, inclusive própria do demônio, é só lermos os relatos de Santa Antão que conta o quanto apanhava do demônio.

E o que o demônio quer destruir na atualidade? Aquilo que é novidade, isso é, as famílias. Por isso, que as famílias são tão atacadas ultimamente, com tantas ideologias e tirando o Senhor do seio familiar.

O demônio fará de tudo para destruir as famílias, pois é essa primavera da Igreja nesse tempo, para que as portas do inferno nunca prevaleçam. Precisamos permanecer firmes, assim como nossos irmãos permaneceram, para que isso seja sustentado e realize a obra de Deus.

Não desista irmãos, tenham famílias santas. Essa luta não é só por nós, é por toda a Igreja. Se recebemos as graças dos monges hoje, é porque eles lutaram para que pudesse permanecer na Igreja, se podemos colher os frutos das virgens consagradas, é porque elas derramarem o seu sangue para permanecer na Verdade.

A nossa permanência na vontade de Deus, fará que muitos colham o fruto dessa graça.

Somos uma resposta providencial para este tempo, já dizia São João Paulo II, então, bora buscar a santidade para nossas famílias, para que então nossos filhos possam crescer e vir a ser os santos que darão a vida por Jesus e Seu Reino amanhã.

Fonte: https://blog.cristolibertador.com/a-vida-consagrada-e-o-novo-das-familias/

Grande Célula de Fevereiro

Por | DESTAQUES

Sábado dia 01.02.2020 ás 19h00

Venha orar conosco.

Coloque aqui sua intenção para rezarmos na intercessão e no Grupo Parusia

1º e 3º Sábado do Mês às 19h00! Participe com sua família e célula!


Local – Sede da Comunidade Católica Fidelidade

Casa São Bento e Salão São João Paulo II

Rua Giuseppe Venturini, 180 – Frente – Bairro Batistini – São Bernardo do Campo – São Paulo – Cep.: 09842-005

Rua ao Lado direito da Acrilex – Rua sem Saída.


Veja o mapa de como chegar!

Vindo do Centro pela Anchieta e saída na Servidei Demarchi

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Vindo Pela Imigrantes

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Vindo Pelo Rodoanel

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Dicas:

Vindo do Centro de São Bernardo após passar Restaurante Florestal será a Segunda rua à Direita.

Vindo pela Imigrantes ao passar em frente a Empresa ACRILEX continuar por mais 300 Metros e fazer primeiro retorno à Esquerda, pegar pista novamente e será a Segunda rua à Direita.


Pedido de Oração para o Grupo

Agenda 2020 – Confira as datas e horários

Por | - ULTIMAS, AGENDA


Janeiro

  • Retiro de Oração Fidelidade
    Dias 25 e 26 de Janeiro. 

    Somente aos membros da Comunidade Fidelidade.
    Coordenação: Claudia e Jussara.

Fevereiro

  • Grandes Células de Oração – 1º Sábados às 19h00
    Aberto a todos! Participe! Coordenação: Claudia.
  • Grupo de Cura e Libertação – Sit Mih Lux – Sextas Feiras às 19h30
    Aberto a todos! Participe! Coordenação: Claudia e Jussara.
  • Grupo de Oração Parusia – 3º Sábados às 19h00
    Aberto a todos! Participe!
    Coordenação: Jussara.
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  • Formação dos Caminhantes 2020/2021
    Sábados às 17h30 na Sala Bento XVI – Inicio no dia 01 de fevereiro.
    Somente aos caminhantes vocacionados da Comunidade Fidelidade.
    Formadoras: Rosemeire e Jussara.
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  • Escola de formação para Novas Comunidades
    Domingos:
    02/02 – 05/04 – 07/06 – 02/08 – 04/10 – 06/12.
    Dás 8h00 as 11h00 – Realizado junto a Frater.
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  • Semana de Adoração e escuta 2020
    De 17 a 21 de Fevereiro às 20h00.
    Aos membros da Comunidade. Coordenação: Claudia e Junior.
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  • Retiro de Oração Carnaval
    De 23 a 25 de fevereiro das 8h30 as 17h00
    Aberto aos membros das Novas Comunidades participantes.
    Coordenação:
    Fidelidade / Arvore da Cruz / Coração Chagado.

Março

  • Reuniões da Fráter Diocesana – Novas Comunidades
    Sábados: 14/03 – (Par. Santa Cruz) – 09/05 – 11/07 – 12/09 – 14/11.
    Aos membros plenos da Frater Diocesana.
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  • Escola de Maria – Tratado da Verdadeira devoção
    Dia 15 de Março às 9h00 – Formação no na Sala Bento XVI

    Consagração na Missa de 13 de Maio. Freis Carmelitas.
    Aberto a todos! Participe!  Coordenação: Ilzo Junior
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  • Retiro Sou um Missionário – 2020
    Dia 29 de Março das 8h00 às 16h00

    Aberto a todos Líderes e Auxiliares das Células.
    Coordenação: Monica e Dalvo / Gabriel e Thalita.

Abril

  • Festa da pizza com Bingo
    Dia  25 de Abril  ás 19h00. Aberto a todos! Participe!
  • Coordenação: Regiane / Marcio Lopes / Francislene

Maio

  • Celebração a Nossa Senhora de Fátima – Total Consagração
    13 de Maio de 2020 às 19h30. Missa. Aberto a todos! Participe!
    Coordenação: Ilzo Junior e Nalva.
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  • Retiro das Mulheres 2020 – Grande Célula Feminina Especial
    Dia 24 de Maio das 8h30 às 16h00.
    Aberto a todas as mulheres acima de 15 anos.

    Coordenação: Lucinalva e Rose.

Junho

  • Retiro de Jovens 2020 – Grande Célula Especial
    Dia 28 de Junho das 8h00 às 16h00.
    Aos Jovens acima de 13 anos.  Coordenação: Claudia e Neuma.

Julho

  • Tríduo de São Bento
    09 de Julho – Orações às 19h30 – 1º dia do Tríduo.
    10 de Julho – Orações às 19h30 – 2º dia do Tríduo.
    11 de Julho – Orações às 19h30 – 3º dia do Tríduo e Santa Missa com Frei CMES
    Benção do Sal e das Medalhas.  Aberto a todos! Participe!
    Coordenação: Ilzo e Nalva / Cintia
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  • 8º Congresso Católicos em Células
    Dias 17, 18 e 19 de julho. São Paulo – SP
    Aos Inscritos! Participe! Inscrições: Mônica e Dalvo

Agosto

  • Festa do Pastel com Show FlashBack Louvemos
    Dia 08 de agosto ás 19h00. Aberto a todos, participe!
    Coordenação: Jussara e Nalva. Parte Musical: Edson e Flavio
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  • Grande Célula das Famílias
    Dia 30 de Agosto ás 14h00.
    Aberto a todas as famílias inscritas!

    Coordenação:  Junior e Nalva

Setembro

  • Celebração do Reconhecimento Diocesano.
    05 de Setembro de 2020 às 19h00.
    Grande Célula Especial – Aberto a todos! Participe!
    Coordenação: Daniel
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  • 11º Congresso Diocesano das Novas Comunidades
    Dias 19 e 20 de Setembro das 8h00 as 16h00.
    Coordenação: Frater Diocesana / Local à definir.
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  • Terço à Nossa Senhora das Mercês
    Terço meditativo: Dia 24 de Setembro às 20h00.
    Aberto a todos! Participe! Coordenação: Marcio e Francislene
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  • Retiro Nasci para Servir – 2020
    Dia 27 de Setembro das 8h00 às 16h00.
    Aberto a todos Líderes e Auxiliares das Células.
    Coordenação: Monica e Dalvo / Gabriel e Thalita.

Outubro

  • Tríduo de Santa Faustina
    Tríduo de 02 a 04 de outubro. Transmitiremos Live.
    Dia 05 de outubro – Terço da Misericórdia às 19h30 na Capela.
    Coordenação: Angélica
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  • Grande Célula das Crianças
    Dia 11 de Outubro às 14h00.
    Aberto a todas as Crianças.
    Coordenação:  Francislene e Erica.
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  • Novena de Santa Teresa D’Avila – Teresa de Jesus
    De 06 a 14 de Outubro: Transmitiremos Lives
    Dia 15 de outubro às 19:30 – Oração na Capela.
    Aberto a todos! Participe!
    Coordenação: Dalvo e Mônica.
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  • Grande Célula Dos Casais
    Dia 10 de Outubro às 19h00.
    Aberto a todos os casais.
    Coordenação:  Daniel e Angélica
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  • Celebração dos 20 Anos de Fidelidade.
    24 de outubro de 2020 às 19h00.
  • Missa dos 20 Anos com Frei Diego – CMES
    Aberto a todos! Participe! Após a Missa – Show com:
    Coordenação: Daniel e conselho
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  • Novena de São Judas Tadeu
    De 19 a 27 de Outubro: Transmitiremos Lives
    Celebração / Oração: Dia 28 de Outubro.
    Coordenação: Edson e Juliana.

Novembro

  • Grande Célula dos Homens
    Dia 15 de Novembro as 14h00
    Aberto a todos os homens! Coordenação: Daniel
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  • Novena de Nossa Senhora das Graças
    De 18 a 26 de Novembro:
    Transmitiremos Lives
    Dia 27 de Novembro com Terço as 19h00
    Missa às 19h30 com Frei Diego na Capela
    Aberto a todos! Participe! Coordenação: Ilzo e Nalva
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  • Vocacional Fidelidade
    29 de Novembro das 8h30 as 15h00
    Para experiências vocacionais procure a Comunidade.
    Coordenação: Rosemeire e Claudia.

Dezembro

  • Reuniões do Conselho Fidelidade
    Reunião anual do Conselho: 06/12
    Reuniões periódicas: 12/03 – 14/05 – 13/08 – 08/10
    Somente os membros do Conselho Fidelidade.

Datas e eventos fixos – Rotina

  • Formações permanentes
    Quintas Feiras às 19h30.
    4º Quinta Feira: formações pessoais.
    Somente aos membros da Comunidade Fidelidade.
    Exceções para os dias de palestras abertas.
    Coordenação: Claudia e equipe
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  • Fraternidade e Formação Dominical
    Útimo Domingo do mês às 7h00.
    Somente aos membros da Comunidade Fidelidade.
    Coordenação: Daniel
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  • Fraternidades Sabáticas
    2º e 4º Sábados do Mês às 19h00.
    Somente aos membros da Comunidade Fidelidade.
    5º Sábado é da Família
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  • Formação dos Caminhantes
    Sábados às 17h30 na Sala Bento XVI
    Somente aos caminhantes vocacionados da Comunidade Fidelidade.
    Formadoras 2020: Rosemeire e Jussara.
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  • Pequenos Fiéis
    Encontros nas quintas, sábados e retiros.
    Formação nos dias de Semana no Salão SJPII.
    Formação nos finais de semana na Sala São Bento.
    Coordenação: Francislene e Erica.
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  • Formação para os Teens
    Aos sábados durante as fraternidades e grupos.
    Escolas sabáticas do YouCat e Música
    Coordenação: Monica e Dalvo
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  • Escola de Líderes de Células
    Formação por vídeos e textos – lives.
    Organizadores: Monica. Gabriel e Thalita.
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  • Curso de Teologia para Leigos
    4º Quarta Feira do Mês às 19h45.
    Aberto e aos inscritos em 2020
    Coordenação e Inscrições: Prof Daniel.
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  • Reuniões CRP – Anchieta
    Participação:
    Dalvo e Monica.
    Datas conforme agenda da região.
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  • Células da Fidelidade – Semanais
    Conforme calendário próprio de cada Célula.
    Veja aqui as Células e Contatos!

Contatos
Para agendar missões com a Comunidade

Estas são as datas previamente reservadas e estão sujeitas a alteração.

Um pecado que passa pela “porta dos fundos”

Por | - ULTIMAS, PARTILHA DO FUNDADOR

Por Padre Paulo Ricardo

Por que sequer as coisas que realmente precisam ser levadas a sério são tratadas por nós com irreverência e com “gracinhas”? Seremos um povo incapaz de cultivar um mínimo que seja de temor a Deus?

“A Primeira Tentação de Cristo”, o infame “Especial de Natal” produzido este ano pelo canal de “humor” Porta dos Fundos em parceria com a Netflix, e no qual Nosso Senhor Jesus Cristo é retratado como homossexual, é ocasião oportuníssima para falarmos de um destes pecados esquecidos em nossa época, que passam pela “porta dos fundos” da vida de muita gente e quase nunca são enfrentados com a devida energia: trata-se da irreverência com o nome de Deus.

O fato de uma produção igualmente ofensiva, de mesma autoria, ter sido indicada ao prêmio de melhor comédia no Emmy 2018 (e ter ganhado) nos diz ainda mais: zombar da religião cristã não só se tornou comum, mas também motivo de reconhecimento e “merecidos” aplausos. A blasfêmia não só está na moda como há todo um aparato cultural para incentivá-la e servir-lhe de apoio.

A aposta dos blasfemos

Mas em que consiste mesmo esse pecado? O Catecismo da Igreja Católica (n. 2148) ensina que: 

blasfêmia opõe-se diretamente ao segundo mandamento. Ela consiste em proferir contra Deus — interior ou exteriormente — palavras de ódio, de ofensa, de desafio, em falar mal de Deus, faltar-lhe deliberadamente com o respeito ao abusar do nome de Deus. São Tiago reprova “os que blasfemam contra o nome sublime (de Jesus) que foi invocado sobre eles” (Tg 2, 7). A proibição da blasfêmia se estende às palavras contra a Igreja de Cristo, os santos, as coisas sagradas. […] A blasfêmia é contrária ao respeito devido a Deus e a seu santo nome. É em si um pecado grave.

O Pe. Antonio Royo Marín entra em mais detalhes em seu livro Teología moral para seglares (v. 1, n. 409), dividindo a blasfêmia em distintas espécies. No caso em questão, a irreverência de Porta dos Fundos poderia caracterizar-se muito bem como uma blasfêmia imediata, porque “vai diretamente contra Deus ou seus divinos atributos”, de obra, já que se trata de uma atuação artística antirreligiosa, e sobretudo diabólica, porque “tem a expressa intenção de injuriar a Deus” em si mesmo.

A blasfêmia não só está na moda como há todo um aparato cultural para incentivá-la.

É claro que os diretores, produtores e atores dessa peça de evidente mau gosto contam com uma, digamos, “variável ateia”: pensam que nem Deus nem o diabo existem e, por isso, tudo o que estão fazendo não passa de simples “brincadeira”, destinada a ofender e ridicularizar apenas as pessoas que, sim, acreditam em Deus.

Mas, tomando emprestada a ideia de Blaise Pascalessa é uma aposta que tem tudo para dar errado. De fato, se Deus não existisse, os porteiros-dos-fundos deveriam ganhar seu dinheiro de forma honesta, fazendo inclusive boa comédia [1], sem ultrajar a religião de milhões de brasileiros, ainda que não concordem com ela (será que eles seriam capazes de fazer isso?). Agora, se o Deus cristão de quem zombam realmente existe — como demonstra não só a Revelação divina, mas a própria razão natural —, então os piadistas blasfemos têm tudo a perder, principalmente a eternidade.

Que conste em nosso Código Penal um artigo tipificando o crime de ultraje a culto (art. 208), é um resquício, ainda que muito distante, desse pensamento que leva em conta o eterno, e não apenas o meramente material. É por isso que, no Brasil, ainda é crime “vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”. Nem todo pecado deve, é verdade e a Igreja tem consciência disso, ser criminalizado, mas o desprezo explícito ao sagrado não pode, definitivamente, ficar impune. Por isso, os cristãos têm razão mais do que suficiente em procurar os meios legais a fim de reparar essa ofensa, que agride os sentimentos, não só religiosos, mas também culturais de boa parte do nosso povo.

Agora, que ateus e anticlericais zombem do nome de Deus, no fundo, não nos deveria impressionar tanto. Que em seu coração eles nutram ódio e desprezo por Alguém em quem nem sequer acreditam, é até, por assim dizer, compreensível. Afinal, quem é para eles Jesus Cristo senão um estraga-prazeres? E que são para eles os dogmas da fé, os Mandamentos, os sacramentos da Igreja, os símbolos cristãos, a vida dos santos todos, enfim, senão um apelo incômodo a suas consciências, um lembrete de que, por mais que tentem se enganar, os homens não podem viver como quiserem, mas devem arcar, já nesta vida, com as consequências inevitáveis de seus atos?

O conhecido filósofo Friedrich Nietzsche, por exemplo, podia até tentar anular seu inferno decretando a “morte de Deus”, mas, mais tarde, a verdade fatalmente lhe viria à tona, ainda que em forma de sífilis. O homem que num ato de sinceridade extrema escreveu: “Se houvesse deuses, como poderia eu suportar não ser um deus?”, no fim da vida depararia com a verdade que ele por tanto tempo procurou sufocar: não somos nós que decidimos como as coisas são ou deixam de ser, não é o homem o autor do bem e do mal; nós existimos por causa de Outro, e a Ele devemos obediência.

A irreverência dos católicos

Voltemos, porém, ao fio da meada e tiremos uma lição bem concreta do caso. Mais trágico e dramático que a blasfêmia dos descrentes é que nós, católicos, também façamos tão pouco caso do santíssimo nome de Deus. Sim, nós mesmos, que fomos batizados, vamos à Missa todos os domingos e talvez até tenhamos uma vida espiritual: como temos tratado o nome do Deus em quem dizemos crer? 

Menos grave do que a blasfêmia, mas muito mais comum do que ela, está o pecado de “proferir sem motivo algum ou sem a devida reverência o nome santo de Deus”. O Pe. Royo Marín (op. cit., n. 405-407) explica que: 

Em si, esse emprego vão do nome santo de Deus é pecado (cf. Eclo 23, 9-11), ainda que não costume passar de venial, por tratar-se de uma irreverência leve. Mas poderia ser mortal se o emprego dessas fórmulas irreverentes fosse expressão de desprezo de Deus (pecado gravíssimo) ou de ira contra Ele (v.gr., pelos castigos divinos), ou fosse motivo de escândalo para os demais (v.gr., de irritá-los fazendo-os blasfemar etc.).

Nessa matéria, os católicos precisamos fazer um grande exame de consciência e um mea culpa: tomar cuidado, antes de tudo, com a nossa própria língua, pois muitas vezes, por impaciência, por admiração e até por rotina, nos acostumamos a proferir o nome de Deus de qualquer modo. 

“O Escarnecimento de Cristo”, por Leo Steel.

Mas não só isso. A mania do brasileiro de fazer troça de tudo precisa ter limites. (Sim, nessa matéria “a zoeira tem limites”, precisa tê-los.) Uma imagem muito ilustrativa do que muitos têm feito com as coisas santas está nas obras sacras que retratam o escarnecimento de Cristo. Retratos muito expressivos desse episódio da vida de Nosso Senhor foram pintados por Gerard van Honthorst, Trophime Bigot e Hendrick Terbrugghen. Procurem essas obras de arte no Google e reparem todos se os rostos de zombaria ao redor de Nosso Senhor não poderiam muito bem ser os nossos, quando nos divertimos com as piadas que vemos (e fazemos) das coisas santas; com os memes e figurinhas de WhatsApp que muitos (católicos!) compartilhamos com imagens de Jesus Cristo, de Nossa Senhora e dos santos. 

Ora, nós realmente cremos em tudo o que está no Credo? Cremos em Jesus Cristo, que virá a julgar a vivos e mortos? Se sim, por que insistimos em achar graça justamente do que ofende a Nosso Senhor? Por que até mesmo as coisas que realmente precisam ser levadas a sério são tratadas por nós com irreverência e “gracinhas”? Seremos um povo incapaz de cultivar um mínimo que seja de temor a Deus?

Um bom modo de começar é procurando cultivar um respeito básico pelas pessoas ao nosso redor. Afinal, se não respeitarmos o próximo [2], a quem vemos, como conseguiremos respeitar a Deus, a quem não vemos (cf. 1Jo 4, 20)? 

Outra prática muito salutar nesse sentido é fazer alguma espécie de reverência, nem que seja interna, sempre que ouvirmos ao nosso redor o nome de Deus (e também quando o proferirmos sem muita reflexão). A liturgia católica tradicional nos insere nessa pedagogia ao prescrever que os fiéis se inclinem sempre que forem mencionados os nomes de Jesus e de Maria; quando manda que nos ajoelhemos diante do mistério da Encarnação, na oração do Credo e na proclamação do prólogo de São João, no fim das Missas; e também quando celebra festas como a do Santíssimo Nome de Jesus (no domingo entre a Oitava do Natal e a Epifania, ou no dia 2 de janeiro) e de Maria (em 12 de setembro).

Seremos um povo incapaz de cultivar um mínimo que seja de temor a Deus?

Todos esses são cuidados de amor que precisamos aprender a cultivar, sob pena de nos transformarmos justamente naquilo que tanto repudiamos no mundo. Evidentemente, ninguém está equiparando a blasfêmia diabólica do Porta dos Fundos às irreverências (em grande parte irrefletidas) dos que crêem. Ao contrário dos protestantes, nós sabemos bem que existem graus de gravidade nos pecados. Mas também não podemos dar de ombros para essas “pequenas” coisas, quando elas têm como alvo um Deus tão grande.

Façamos, portanto, a nossa lição de casa. Se queremos que o mundo respeite Nosso Senhor, se queremos que Ele reine não só nos corações, mas também nos lares, nos meios de comunicação, nos governos e no espaço público como um todo, sejamos nós os primeiros a honrá-lo de todo coração, a começar pela boca.

Notas

  1. Diz o Aquinate: “O divertimento (ludus) é necessário à vida humana. Ora, para tudo o que é útil à existência podem ser instituídos alguns ofícios honestos, entre os quais também o ofício dos comediantes. Destinada a distrair as pessoas, essa profissão nada tem, em si, de ilícito, nem vivem em pecado os comediantes, desde que atuem com moderação, ou seja, não usando palavras nem cometendo ações ilícitas, nem levando na brincadeira assuntos e situações inadequadas para isso. E, embora na sociedade não desempenhem outro ofício em comparação com os outros homens, contudo, no que diz respeito a eles próprios e a Deus, realizam também outras atividades sérias e virtuosas, quando, por exemplo, oram, quando tratam de conciliar suas paixões e atividades e também quando dão às vezes alguma esmola aos pobres. Por isso, os que razoavelmente os subsidiam não pecam, mas procedem com justiça, recompensando-lhes o serviço. No entanto, os que superfluamente despendem os seus bens com tais pessoas ou sustentam profissionais afeitos a divertimentos ilícitos, cometem pecado, porque, na prática, os estimulam a pecar” (S. Tomás de Aquino, STh II-II 168, 3 ad 3).
  2. Sem falar que a zombaria das outras pessoas é também um pecado especial, que pode tornar-se inclusive mortal, segundo S. Tomás de Aquino (cf. STh II-II 75, 2 c.).

Roteiro – Tema: Natal – O Amor de Deus revelado. De 16 a 22 de Dezembro

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Roteiro – Maturidade na vida e na fé – De 09 a 15 de Dezembro

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Conselho de São Boaventura sobre como ficar em paz com o seu lugar neste mundo

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O monge franciscano oferece 3 dicas de como podemos ter certeza de que estamos exatamente onde deveríamos

Eu sou uma fraude! Ou, pelo menos, esse é o pensamento que chacoalha minha mente quando estou no púlpito da Missa com uma igreja cheia de gente esperando palavras para refletir. Enquanto eu prego, pergunto-me se eles sabem o quão impaciente eu estava no caminho para a igreja ou quão insensatamente perturbado eu fiquei quando queimei a torrada no café da manhã. O sentimento, é de que eu estou fora de lugar, fazendo um trabalho para o qual não sou qualificado e estou apenas fingindo ser competente. Quem sou eu para pensar que posso ser um bom padre católico?

Em outras ocasiões, o pêndulo balança e eu tenho o problema oposto. O orgulho se instala e eu me convenço de que sou muito sábio, que ninguém mais é tão bom padre quanto eu e que talvez eu mereça a maior e mais rica paróquia da diocese. Mais uma vez, é uma sensação de estar fora do lugar, que, de alguma forma, eu pertenço a uma multidão cada vez maior que vai depender de cada palavra minha.

Ambas as mentalidades são prejudiciais. Ambas destroem o momento presente e representam uma recusa em valorizar meu lugar no mundo. É uma insegurança; não sei se estou exatamente onde preciso estar.

No mínimo, é um grande desafio poder aceitar ser quem somos, onde estamos e quão felizes podemos ser se pararmos de pensar que pertencemos a outro lugar. É tão irracional rejeitar o que está certo diante de nós, propositalmente nos alienar de nossas próprias vidas e, no entanto, todos nós fazemos isso.

Considere o pai que deseja ter menos filhos ou mais filhos, o empregado que está sempre reclamando e insatisfeito no trabalho, o desejo constante de uma casa maior, um carro mais chique, um grupo de amigos diferente e mais completo. Nós nos convencemos de que ninguém verdadeiramente nos entende, ninguém nos aprecia, e estamos à deriva e flutuando pela vida. Esse sentimento de falta de moradia nos faz ver o mundo e nosso lugar nele com uma visão distorcida.

Em tempos como este, podemos recorrer a São Bonaventura, um monge franciscano que viveu no século XIII. Ele passou um tempo na Universidade de Paris e fez amizade com luminares da época, incluindo São Tomás de Aquino e o Rei Luís IX. Ele não era tão esperto quanto Aquino, mas nunca ficou com ciúmes, insistindo que seu amigo recebesse seu diploma antes que ele o fizesse como um sinal de honra. Ele não era tão rico ou poderoso quanto o rei Luís, mas nunca desejava trocar de lugar com ele. Depois que ele se formou, o papa Gregório tentou fazer dele um arcebispo, mas esse não era o lugar certo para Boaventura – e ele recusou. Ele se tornou o líder da Ordem Franciscana e, entre seus escritos, está a clássica meditação “Itinerário da Mente para Deus”.

Boaventura era um homem que conhecia seu lugar no mundo. Ele estava em paz com sua vida, com suas escolhas e teve grande alegria em cumprir sua vocação. Em , “Itinerário da Mente para Deus” oferece três dicas úteis sobre como podemos alcançar o mesmo:

1- INVESTIGUAR RACIONALMENTE
Boaventura diz: “Na primeira maneira de ver, o observador considera as coisas em si …” Em outras palavras, faça uma investigação factual da vida. Pode ser tão simples como um lembrete de que meus amigos e familiares são maravilhosos, eu tenho um bom trabalho exatamente onde estou, não mereço nem mais nem menos elogios, e que a grama nem sempre é mais verde do outro lado. É uma visão honesta de como tudo na vida se encaixa e da certeza de que estou no lugar certo.

2 – TER FÉ
Em seguida, diz Bonaventura, considere o mundo em sua “origem, desenvolvimento e fim”. Isso serve como um lembrete de que há uma progressão em nossas vidas e que estamos em uma jornada. Demonstre gratidão pelas bênçãos passadas, a gratidão pelo presente e a esperança pelo futuro. Precisamos ter fé na bondade suprema do mundo e para onde nossas vidas estão indo.

3 – CONTEMPLAR INTELECTUALMENTE
Agora que nos lembramos dos fatos e renovamos nosso senso de movimento em direção a um objetivo, Boaventura diz que podemos discernir que algumas coisas são “melhores e mais dignas”. Quando desejamos as coisas erradas pelas razões erradas, isso causa a alienação. Temos que resolver o que é realmente bom para nós. É uma maneira diferente de ver, de perceber que toda coisa boa tem sentido, e em nossas vidas diárias estamos constantemente buscando a eternidade. Uma pessoa que busca esses aspectos belos e nobres da vida descobre um sentimento de pertença e de lar, que o mundo está cheio de permanência e bondade.

Por fim, quando leio Boaventura, ele me ajuda a lembrar que, seja o que for que fizermos, importa. Nossas vidas são importantes, nossa família, amigos, pensamentos, emoções, trabalho e hobbies são importantes. É importante que minha xícara de café esteja boa de manhã e que eu tenha visto uma flor particularmente agradável enquanto passeava com o cachorro depois do trabalho. Minha vida é importante. Sua vida é importante. Nada é perfeito, mas quando leio São Boaventura, percebo que estou exatamente onde preciso estar.

Roteiro – 10º Mandamento – Não cobiçarás- De 02 a 08 de Dezembro

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Por que os primeiros 30 minutos do dia são os mais importantes?

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Muitas vezes, somos tentados a acordar resmungando e já com raiva do mundo. Com essa atitude, não é à toa que acabamos tendo um dia ruim!

Você já teve um dia ruim? E quem nunca teve, né?

São João Berchmans acreditava que o sucesso de um dia dependia em grande parte de como a pessoa o começa, especialmente durante os primeiros 30 minutos da manhã.

No livro A vida do Bem-Aventurado João Berchmans, de Francis Goldie, a programação da manhã de Berchmans é descrita em detalhes?

Às quatro da manhã, o despertador anunciava a hora de despertar. João ouvia isso com reverência a Samuel, quando o menino santo reconhecia na quarta chamada a voz do Senhor. Ele fazia o sinal da cruz, dizendo ao se levantar: “Senhor, o que gostaria que eu fizesse? Meu coração está pronto, ó Deus, meu coração está pronto!”. No momento em que ele se levantava, ele se prostrava diante de seu crucifixo … o qual, antes de dormir, ele costumava colocar aos pés de sua cama.

Essa rendição inicial e uma breve oração confiavam aqueles primeiros momentos de vigília a Deus, procurando orientar-se para Ele. Muitas vezes, somos tentados a acordar resmungando e já com raiva do mundo. Com essa atitude, não é à toa que acabamos tendo um dia ruim!

Berchmans não parava por aí, pois estava “convencido de que [seu outro trabalho] dependia, principalmente, da maneira como ele se levantava de manhã”:

Assim que ele se vestia, ele arrumava a cama e, ajoelhando-se, derramava sua alma com tanto ardor que se poderia pensar que era o colóquio de encerramento de uma oração de uma noite inteira. Ele agradecia a seu anjo guardião e ao patrono do dia anterior, por sua proteção durante o dia e a noite; implorava que eles ficassem com ele o resto de sua vida, e especialmente na hora de sua morte … Ele [também] se juntava a uma resolução quádrupla – que todo pensamento, palavra ou ação naquele dia fosse puramente para a glória de Deus ; em ação de graças pela [santa comunhão]; para atingir a verdadeira devoção à Santíssima Virgem e a verdadeira humildade interna; e que seus pensamentos, palavras e ações pudessem estar unidos aos de Cristo, seu Senhor.

Tudo isso era feito durante os primeiros 30 minutos do dia, sem perder tempo  com a preguiça na cama.

Embora inicialmente não sejamos capazes de ter o mesmo fogo que alimentava a fé e a determinação de São João Berchmans, podemos tentar seguir seu exemplo de pequenas maneiras. Por exemplo, em vez de apertar o botão de soneca, tente levantar da cama e proferir uma breve palavra de amor a Deus.

Se quisermos estar mais bem preparados para o que o dia nos reserva, tente começar o dia com o pé direito e na graça de Deus.

Como reconhecer a voz de Deus, segundo Santo Inácio de Loyola

Por | - ULTIMAS, PARTILHA DO FUNDADOR

Ouça com atenção! Deus pode estar tentando falar com você

Em seus escritos sobre o discernimento de espíritos, Santo Inácio de Loyola fornece instruções específicas sobre como identificar as vozes que ouvimos em nossa alma, seja quando estamos em oração ou durante nossos deveres diários. Em particular, Loyola detalha os atributos da voz de Deus: 

“É próprio de Deus oferecer a verdadeira alegria espiritual e a felicidade, tirando toda a tristeza e perturbação que o inimigo traz.” 

Ele também diz que

“é próprio de Deus, Nosso Senhor, dar consolo à alma sem causa precedente”. 

Loyola ainda acrescenta: 

“Devemos notar bem o curso dos pensamentos. Se o começo, meio e fim forem inclinados a tudo que é do bem, é um sinal do Anjo Bom.”

Entretanto, antes de identificarmos adequadamente as vozes que tentam falar conosco, é necessário discernirmos o estado de nossa alma. Loyola escreve que, se a alma estiver se movendo de “bom para melhor”, o Anjo Bom ajuda “docemente”. Mas, se a alma estiver indo de “mal a pior”, o Anjo Bom pode parecer afiado e nos mandar de volta para a direção correta.

Em geral, se estamos nos esforçando para nos aproximar de Deus, ele nos falará no silêncio de nossos corações com paz e alegria. Provavelmente, não será na forma de um terremoto, raio ou chamas de fogo.

Então, na próxima vez que você estiver tentando descobrir quem está falando diretamente à sua alma, pare e reveja os ensinamentos de Santo Inácio. Pode ser que Deus esteja batendo à porta do seu coração, querendo lhe dar a paz, a alegria e a felicidade que satisfarão a sua sede espiritual.