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Bispos Eméritos são recordados em missa da Conferência da CNBB

Por | PALAVRA DA IGREJA

Abrindo mais um dia de trabalho da 55ª Conferência dos Bispos do Brasil, na manhã desta sexta-feira, (28/04), tivemos a celebração da santa missa no Santuário de Aparecida, onde Dom Luis Soares Vieira, Arcebispo Emérito de Manaus nos ensino que “Não podemos nunca sair de uma celebração do mesmo jeito que entramos. O bispo emérito é uma bênção na Igreja. Somos mais de 170 bispos eméritos, temos no coração a nossa diocese da qual fomos bispos diocesanos; temos todo o Regional, toda a Igreja no Brasil e toda a humanidade pela qual nós somos convidados a interceder a Deus. Alguns bispos eméritos estão trabalhando muito mais do que antes, inclusive, sem ter aquelas tarefas do governo diocesano. Ele também fez um pedido. “Peço licença e olhando para Nossa Senhora Aparecida, queremos pedir por nosso Papa Francisco que o proteja em sua viagem ao Egito, onde muitas pessoas foram assassinadas por serem católicos. Mãezinha querida abençoe todo o episcopado, os bispos eméritos e que todos entendam a importância de um bispo emérito no Brasil”.

Fonte: https://diocesesa.org.br

Desafio da Baleia Azul: mais um fruto podre colhido pela cultura da morte

Por | FORMAÇÕES

Assim como as árvores sem raízes, as pessoas sem identidade podem ser derrubadas com bem menos esforço

A “cultura da morte” é denunciada com ênfase e força pela Igreja desde sempre, mas, sob este nome em particular, a denúncia ganhou novo impulso no pontificado de São João Paulo II.

Foi ele quem cunhou esse termo para se referir à crescente “naturalidade” com que governos e sociedades estão propondo e praticando o extermínio de seres humanos, tanto por meio de guerras assassinas que tentam se justificar com as mais hipócritas e esfarrapadas “argumentações” quanto mediante um sem-fim de absurdos apresentados sob o disfarce de “direitos humanos”, como o aborto, a eutanásia, o suicídio assistido e até mesmo o infanticídio, além dos disfarces de “progresso científico” para maquiar práticas eugenistas e excludentes de todo tipo, inclusive contra pessoas com muito alto potencial de autonomia, caso das que nascem com a Síndrome de Down.

Não houve século incólume a essa “cultura”, mas o século XX, talvez pela maior facilidade de documentá-lo, foi notoriamente marcado pela sua sombra devastadora: duas guerras mundiais, uma vasta quantidade de guerras civis, os milhões de mortos pelo nazismo e pelo comunismo, genocídios contra vários povos como, por exemplo, os armênios, ucranianos, cambojanos e ruandeses, as guerrilhas e regimes ideológicos repressores tanto de esquerda quanto de direita, o terrorismo institucionalizado, as ações cada vez mais virulentas das máfias internacionais e das organizações de narcotráfico… e um longo etcétera, já que a lista é assustadoramente ampla.

Formas mais “sutis” da cultura da morte, se é que pode haver sutileza em matar pessoas, penetraram nos ambientes acadêmicos para defender uma alegada “relatividade” da vida humana ao sabor das conveniências do egoísmo adulto.

Entre outros frutos podres que a sociedade colhe das próprias sementes, surgiu agora mais uma pavorosa ameaça, que leva adolescentes e jovens a flertarem com o suicídio disfarçado de “jogo”: o fenômeno conhecido como o “desafio da baleia azul“.

Trata-se de um suposto “jogo” em que os participantes, admitidos em grupos secretos espalhados pelas redes sociais, devem realizar uma série de “tarefas” impostas pelos autodenominados “curadores” de cada grupo: os desafios variam de atos de automutilação até o suicídio como tarefa (obviamente) derradeira. Por mais absurdo que soe, já são muitos os adolescentes e jovens de todos os continentes que se viram envolvidos nessa armadilha quase sem volta – já que os “curadores” passam a fazer ameaças contra a família dos jovens que tentam sair desses grupos de horror.

Conforme notava Durkheim, a erosão das estruturas primárias da sociedade, em especial a família, tornam o suicídio corriqueiro, normal e, agora, “lúdico”.

Não é casual que a família natural tem sido o alvo predileto de uma vasta e arraigada guerra ideológica determinada a relativizar este conceito e seu conteúdo ao extremo.

Assim como as árvores sem raízes, as pessoas sem identidade podem ser derrubadas com bem menos esforço.

A propósito desse diabólico desafio da “baleia azul”, não deixe de conferir as reflexões do bispo brasileiro dom Leomar Brustolin, auxiliar de Porto Alegre, RS. Seus comentários podem ser acessados neste artigo.

Deus e a Religião na vida humana

Por | PARTILHA DO FUNDADOR

“Pouca ciência nos afasta de Deus, mas muita ciência nos aproxima d’Ele”

Neste artigo, apresentamos alguns depoimentos ou dados que demonstram ser Deus e a Religião importantes ao ser humano. Assim, se confirma o que escreveu Santo Agostinho, falecido em 430: “Senhor, Tu nos fizeste para Ti e inquieto está o nosso coração enquanto não repousa em Ti” (Confissões I,1).

Em relação a Deus, temos três depoimentos de grandes cientistas e intelectuais. Suas declarações confirmam o que disse o renomado cientista francês Louis Pasteur: “Pouca ciência nos afasta de Deus, mas muita ciência nos aproxima d’Ele”.

1) Albert Einstein (1879-1955), físico judeu-alemão, criador da teoria da relatividade e Prêmio Nobel em 1921, afirmava: “Todo profundo pesquisador da natureza deve conceber uma espécie de sentimento religioso, pois ele não pode admitir que ele seja o primeiro a perceber os extraordinários belos conjuntos de seres que contempla. No universo, incompreensível como é, manifesta-se uma inteligência superior e ilimitada. – A opinião corrente de que eu sou ateu, baseia-se sobre grande equívoco. Quem a quisesse depreender de minhas teorias científicas, não teria compreendido o meu pensamento”.

2) Max Plank (1858-1947), físico alemão, criador da teoria quântica e Prêmio Nobel em 1928, assegurou: “Para onde quer que se dilate o nosso olhar, em parte alguma vemos contradição entre Ciências Naturais e Religião; antes, encontramos plena convergência nos pontos decisivos. Ciências naturais e Religião não se excluem mutuamente, como hoje em dia muitos pensam e receiam, mas completam-se e apelam uma para a outra. Para quem tem fé, Deus está no começo; para o físico, Deus está no ponto de chegada de toda a sua reflexão”.

3) Isaac Newton (1643-1727), físico, matemático e astrônomo inglês, fundador da Física clássica e descobridor da lei da gravidade, registrou: “A maravilhosa disposição e harmonia do Universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode. Isto fica sendo a minha última e mais elevada descoberta” (Pergunte e Responderemos n. 316, setembro de 1988, p. 387-393).

Sobre a importância da Religião na vida do dia a dia, apresentamos três fatos. Fique claro, no entanto, que o papel primordial da religião é ajudar o ser humano a chegar até Deus. Contudo, de modo secundário, isso não pode deixar de auxiliar o homem e a mulher a serem mais felizes e se beneficiarem da fé também em sua saúde física e mental. E é isso que veremos nos dados a seguir expostos.

1) Está escrito no British Medical Journal: a prática do Rosário é excelente para a saúde. Cientistas britânicos e italianos observaram 23 “cobaias” humanas durante a oração do rosário, verificando que a diminuição do ritmo respiratório favorecia as funções do coração e dos pulmões, trazendo um clima de paz e serenidade (O Lutador, 1º-10/04/02, p. 10).

2) Estudo realizado no Medical College of Wiscosin e apresentado no Congresso da American Heart Association, realizado em Orlando (EUA), assegura que quem tem algum problema cardiovascular, mas pratica meditação reduz em 50% o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um AVC (Acidente Vascular Cerebral). Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores controlaram 201 pacientes com arteriosclerose (depósito de gordura nas paredes das artérias) por 5 anos. Eles tinham em média a idade de 59 anos (Correio Popular, 29/11/09, p. B7).

Trabalho realizado pelo Centro Médico da Universidade de Pittisburg (EUA) diz que participar de cerimônias religiosas semanalmente aumenta a expectativa de vida em 3 anos, dado que a religião tem um forte papel na redução do estresse e ajuda a pessoa a dar um sentido positivo para a vida. De acordo com o Dr. Daniel Hall, responsável pelo estudo, “é alguma coisa benéfica presente nas comunidades religiosas que traz uma consequência [também] benéfica à saúde” (Pergunte e Responderemos n. 530, agosto de 2006, p. 368).

Possam estes poucos dados ajudar a quantos desejam, de coração sincero, entender melhor a importância da fé em Deus e da prática religiosa em suas vidas…

Vanderlei de Lima é eremita na Diocese de Amparo; Igor Precinoti é médico, pós-graduado em Medicina Intensiva (UTI), especialista em Infectologia e doutorando em Clínica Médica pela USP.

Jesus te convida a subir na corda bamba e confiar que Ele não te deixará cair

Por | PARTILHA DO FUNDADOR

Deus quer te levar para uma vida extraordinária (que você não irá conhecer se continuar com medo)

Se houvesse uma corda bamba esticada entre duas montanhas altas, e no meio delas houvesse um precipício, será que você se arriscaria a atravessar? Mas se soubesse que tem alguém disposto a chegar ao outro lado e que ele é o melhor nisso, que até propôs te ensinar algumas técnicas para fazer a travessia, você agora iria? E se em vez de te ensinar essa pessoa dissesse que te levaria nos ombros, ele ressaltaria o fato de nunca ter falhado, que sempre atravessou sem problema algum e chegou ao final são e salvo, você finalmente teria coragem e subiria na corda para ir com ele?

Bem, acho que a resposta é não para todas essas perguntas. Mas e se a pessoa que te convidou para andar sobre a corda bamba fosse Jesus, o que diria a ele? Continuaria falando não? Porque você tem medo de altura, não gosta de grandes emoções e aventuras, está muito bem e feliz no chão, por isso prefere ficar no meio da plateia que olha abismada para Ele enquanto atravessa a corda. Mesmo Jesus dizendo que é seguro ir com Ele, que nada de ruim vai te acontecer porque Ele não vai te deixar cair, Ele vai te segurar e proteger com a própria vida.

Mas ainda assim você diz que não vai dar, que tem coisas demais para fazer. Agora que começou a estudar o que sempre quis, conquistou um bom emprego e sua tão sonhada pessoa ideal chegou e está disposta a passar o resto da vida ao seu lado. Tudo está indo bem demais então não tem por que se arriscar. Porém, se as coisas tivessem dando errado na sua vida, que não tivesse mais motivos para viver, onde sua família te deixou, seus amigos te esqueceram, não conquistou teus sonhos e se sente perdido no mundo, sei que não iria se dispor a atravessar a corda ao lado de Jesus, porque o medo sempre fala mais alto que a própria dor.

Mas todas as noites você ora dizendo que confia no Pai, que Ele sabe de todas as coisas e pede para fazer a vontade Dele na tua vida, porque sem Ele você não é nada e tudo que você possuiu pertence a Ele. Mas não percebe que suas palavras são vazias frente às suas atitudes porque verdadeiramente não confia em Jesus para se arriscar por Ele e ainda ao lado Dele. Não quer perder a vida ao fazer algo que Ele te pediu, porque tem seus próprios interesses e eles sempre ficarão em primeiro lugar, mesmo que diga o contrário em suas orações.

“Pois quem põe os seus próprios interesses em primeiro lugar nunca terá a vida verdadeira; mas quem esquece a si mesmo por minha causa e por causa do evangelho terá a vida verdadeira.” (Marcos 8, 35) E Jesus diz isso para você, pois Ele deseja te ver caminhando ao lado Dele rumo a eternidade. “Quem encontra a sua vida a perderá. Mas quem perde a vida por minha causa a achará.” (Mateus 10, 39) Mas por que será que Jesus disse algo assim? Que quando você tenta com todas as forças manter sua própria vida de acordo com os desejos do mundo, vai acabar é a perdendo na Terra e não irá para a Nova Jerusalém. Mas se tiver coragem para perder tudo aquilo que te motiva, que te faz querer viver, só para obedecer aos mandamentos de Cristo você vai é ganhar vida tanto aqui quanto no céu.

Por isso é tão importante ter coragem de caminhar ao lado Dele, nem que seja num caminho perigoso e incerto quanto uma corda bamba estirada sobre um precipício. É preciso arriscar até mesmo a própria vida enquanto anda para onde Ele te mandou ir. Mesmo que sejam lugares sujos, perigosos e obscuros, e que para se chegar lá tenha que abrir mão de coisas suas como trabalho, faculdade e relacionamentos. Não tendo certeza do que irá acontecer ao atravessar, mas tendo fé que no outro lado terá uma montanha para por seus pés e te manter a salvo. Porém para se chegar lá você terá que confiar em Jesus, mas confiar de todo o coração e assim expulsar todo esse medo.

É pegar na mão Dele e deixá-lo te erguer para alcançar a corda. É obedecer quando Ele dizer para abrir os braços, prestar atenção aos seus ensinamentos sobre como se equilibrar e ser fiel ao pedido que Ele te fez de não olhar para baixo, nem querer voltar porque está com medo de tudo dar errado. Mas deixá-lo aplacar o teus temores, saber que Ele não vai te deixar cair, pois mesmo se você sair da corda, Ele tem asas para te buscar em pleno voo e te levar novamente para a corda porque ela é necessária para você aprender, além de que ela é o seu caminho, sem ela não tem como chegar ao outro lado.

Então agora te pergunto: está disposto a subir na corda? Vai viver o que Jesus planejou para ti desde o inicio de tudo? Ou vai continuar na sua vida de sempre porque ama sua zona de conforto e não consegue se arriscar por amor a Jesus? Nem mesmo é capaz de acreditar que Ele vá mesmo estar contigo e ainda te proteger da queda? Ele está esperando a sua resposta desejando que seja “sim”. Para poder te levar para uma vida extraordinária que você não irá conhecer se continuar com medo.

A parábola do filho pródigo, refletida por São João Paulo II

Por | FORMAÇÕES

Cada um dos homens é esse filho pródigo. E cada um dos homens é também aquele irmão mais velho.

São João Paulo II reflete sobre uma das obras-primas do arrependimento, da misericórdia e da reconciliação: a parábola do filho pródigo (Lc 15, 11-32). Eis a reflexão do Santo Padre:

O homem — cada um dos homens — é este filho pródigo: fascinado pela tentação de se separar do Pai para viver de modo independente a própria existência; caído na tentação; desiludido com o nada que o tinha deslumbrado como miragem; sozinho, desonrado e explorado no momento em que tenta construir um mundo só para si; atormentado, no mais profundo da própria miséria, pelo desejo de voltar à comunhão com o Pai. Como o pai da parábola, Deus fica à espreita do regresso do filho, o abraça à sua chegada e põe a mesa para o banquete do novo encontro, com que se festeja a reconciliação.

Mas a parábola faz entrar em cena também o irmão mais velho, que se recusa a ocupar o seu lugar no banquete. Reprova ao irmão mais novo os seus extravios e ao pai o acolhimento que lhe dispensou, enquanto a ele, morigerado e trabalhador, fiel ao pai e à casa, nunca foi permitido — diz ele — fazer uma festa com os amigos. Sinal de que não compreende a bondade do pai. Enquanto este irmão, demasiado seguro de si mesmo e dos próprios méritos, ciumento e desdenhoso, cheio de azedume e de raiva, não se converteu e se reconciliou com o pai e com o irmão, o banquete ainda não era, no sentido pleno, a festa do encontro e do convívio recuperado.

O homem — cada um dos homens — é também este irmão mais velho. O egoísmo o torna ciumento, endurece o seu coração, o cega e o leva a se fechar aos outros e a Deus.

A parábola do filho pródigo é, antes de mais, a história inefável do grande amor de um Pai. […] E ao evocar, na figura do irmão mais velho, o egoísmo que divide os irmãos entre si, ela se torna também a história da família humana. […] Ela retrata a situação da família humana dividida pelos egoísmos, põe em evidência a dificuldade em secundar o desejo e a nostalgia de uma só família reconciliada e unida; apela para a necessidade de uma profunda transformação dos corações, pela redescoberta da misericórdia do Pai e pela vitória sobre a incompreensão e a hostilidade entre irmãos.

(São João Paulo II, na exortação apostólica “Reconciliação e Penitência”)

Como identificar um falso padre

Por | DESTAQUES

Eles nunca foram ordenados e estão em busca de dinheiro fácil

Em vários países, multiplicou-se o número de falsos sacerdotes que se valem da boa fé dos fiéis para “oferecer seus serviços” em troca de dinheiro fácil.

Apenas o sacramento da Ordem Sacerdotal consagra aquele que o recebe, configurando-o de modo particular com Jesus Cristo e capacitando-o para atuar na própria pessoa de Cristo para o bem de todo o povo de Deus.

Na seguinte nota, é detalhado como identificar um falso sacerdote e as medidas preventivas para evitar ser enganado.

Como reconhecê-lo?

1. Os falsos sacerdotes não têm paróquia nem território designado porque não pertencem à Igreja Católica, portanto, não se encontram nos registros das dioceses.

2. Saem “oferecendo seus serviços” (missas, sacramentos) e é comum que deem de presente cartões de apresentação para que possam entrar em contato com eles.

3. Costumam atuar em lugares distantes da paróquia da cidade como em pequenas comunidades onde não há sacerdotes. É necessário saber que os sacerdotes católicos não podem celebrar casamentos, batizados e, em geral, oficiar Missas fora da paróquia ou um templo público reconhecido.

4. Criam laços de amizade com os paroquianos e ministram “sacramentos” sem ter em conta os impedimentos.

5. Cobram dinheiro ao final da Missa que celebram, “solicitando uma contribuição econômica”.

6. Pedem donativos para algum lar, orfanato ou asilo que não existe. Em alguns casos, até oferecem seus serviços aos próprios sacerdotes para ajudá-los na festa paroquial ou na Semana Santa.

7. Uma grande porcentagem deles são pessoas que estudaram no seminário, mas por diversas razões foram expulsos; outros serviram em alguma paróquia como sacristãos ou simplesmente encontraram uma forma de extorquir os fiéis e até os mesmos presbíteros porque conhecem as celebrações litúrgicas.

Medidas preventivas

1. Buscar na nossa paróquia orientações sobre os requisitos necessários para a celebração dos sacramentos.

2. Em caso da perda de um familiar, recorrer à paróquia mais próxima ao velório ou à nossa própria paróquia para solicitar os serviços correspondentes.

3. Nunca aceitar sacerdotes que se fazem conhecer por cartões de apresentação ou que oferecem “serviços em domicílio”.

4. Exigir do sacerdote a credencial expedida pela diocese correspondente.

5. Se não é possível encontrar um sacerdote, é obrigação dos fiéis se abster das celebrações dos impostores, pois não têm nenhuma validez.

6. Deve-se denunciar o falso sacerdote imediatamente às autoridades eclesiásticas.

7. Advertir outros fiéis a ter cuidado com o impostor.

(via ACI Digital)

Oratórios: objetos de fé e tradição

Por | NOTÍCIAS

Em Minas Gerais, um museu reúne peças que são verdadeiras relíquias da devoção dos brasileiros

Mais do que uma peça de decoração, o oratório é um objeto que, literalmente, guarda a fé e a devoção das pessoas. São abrigos para imagens de santos, que têm tanta representatividade e simbologia quanto os objetos de devoção.

A origem dos oratórios remonta à Idade Média. Somente os reis tinham estes nichos em suas casas e os adornavam luxuosamente, inclusive com pedras preciosas. Depois, as famílias mais ricas também passaram a contar com altares particulares. O hábito de ter um lugar especial para guardar os santos foi se popularizando e chegou até as colônias portuguesas.

De acordo com os historiadores, em 1.500, a caravela que chegou ao Brasil trazia um oratório com a imagem de Nossa Senhora da Esperança. O hábito de proteger os santos em um local específico se espalhou pelas fazendas, senzalas e residências brasileiras através dos séculos.

Nas mãos de artesãos, os objetos ganharam diversas formas e adereços. Agora,  revelam características próprias de uma cultura ou de determinada época, sempre com seus traços originais de minicapela em estilo barroco.

No Brasil, há um museu que tenta resgatar um pouco da religiosidade e da história impregnadas nestes objetos de fé. É o Museu do Oratório, que fica na cidade mineira de Ouro Preto.

O local foi inaugurado em 1.998 e seu acervo conta com pouco mais de 160 oratórios e 300 imagens dos séculos XVII e XX. Todas as peças são genuinamente brasileiras e contam um pouco da história de Minas Gerais e do Brasil. As peças retratam a religiosidade, os costumes, hábitos e as tradições da sociedade durante o ciclo do ouro e do diamante. Os oratórios históricos resgatam a evolução da arquitetura e da arte brasileiras, com influências africanas e europeias.

São peças de vários formatos e tamanhos, feitas a partir de diversos materiais (sobretudo madeira), que assumem estilos diferentes, influenciados principalmente pelo barroco,  rococó e o neoclassicismo.  Destaque para as miniaturas, que serviam para serem levadas nas viagens.

Visitar este museu é uma verdadeira viagem à religiosidade cristã e à história deste país.

Visitas

O Museu do Oratório fica no Adro da Igreja do Carmo, 28, no Centro de Ouro Preto, MG. As visitas acontecem de quarta à segunda-feira, de 9h30 às 17h30. É preciso pagar ingresso.

Roteiro – Inveja / Caridade e Temperança – 01 a 07 de Maio

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe do Grupo Parusia de Oração!

(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 01 a 07 de maio

Novo Livreto de Musicas para Célula – Musicas para Célula Livreto

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Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: LIVRETO DE BOAS VINDAS

Arrependimento x remorso: um silencioso diálogo entre São Pedro e Judas

Por | FORMAÇÕES

A diferença entre arrepender-se de verdade e se desesperar

Teria havido, certa vez, um  diálogo silencioso entre São Pedro e Judas, o traidor:

– Se tu, Judas, em vez de te enforcares, tivesses procurado Jesus para confessar a tua covardia, dizendo “Cometi um grande crime, mas estou arrependido. Perdoa-me”, Jesus te teria perdoado.

Pausa.

Pedro lembrou-se então da cena no pretório de Pilatos, na Quinta Feira Santa… Sua negação. O olhar de repreensão que  Jesus lhe dirigiu quando foi levado de um juiz para outro. Das lágrimas de arrependimento que não pararam de correr pelas faces, a ponto de formar dois sulcos…

E continuou:

– Judas, eu fiz coisa pior. Neguei o nosso Mestre. Neguei-O três vezes. Sou muito mais culpado que tu.

E Pedro, ainda com os olhos marejados de lágrimas, prosseguiria:

– A diferença é que eu chorei arrependido. E tu tiveste remorso, apenas. Achaste que não tinhas perdão. Por que desconfiaste da misericórdia de Jesus?

Do Boletim do Padre Pelágio, via blog Almas Castelos

O valor do sinal da cruz!

Por | FORMAÇÕES

Se você soubesse a importância desta oração, garanto que você a colocaria mais em prática!

*(†) Pelo sinal da Santa Cruz,*
*(†) livrai-nos DEUS, nosso SENHOR,*
*(†) dos nossos inimigos!*
*(†) Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!*

Quando você acorda, você faz sobre si o “sinal da Cruz”? E antes das refeições? E quando vai dormir? Ao menos alguma vez ao dia? Não?! Se você soubesse a importância desta oração, garanto que você a colocaria mais em prática!

Muitas pessoas, não entendendo a importância dessa oração, a fazem de maneira displicente, ficando apenas no gesto, sem a efetiva invocação da Santíssima Trindade.

*O “sinal da Cruz” não é um gesto ritualístico, mas sim, uma verdadeira e poderosa oração! É o sinal dos cristãos! Por meio dele muitos santos invocaram a proteção do Altíssimo, e através dele pedimos a Deus que, pelos méritos da Santa Cruz de Seu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, Ele nos livre dos nossos inimigos, e de todas as ciladas do mal, que atentam contra a nossa saúde física e espiritual.*

*Mas você sabe fazer o “sinal da Cruz”?!*

De forma solene, sem pressa, e com a maior devoção e respeito:

*† Pelo sinal da Santa Cruz (na testa): pedimos a Deus que nos dê bons pensamentos, nobres e puros. E que Ele afaste de nós os pensamentos ruins, que só nos causam mal.*

*† Livrai-nos Deus, Nosso Senhor (na boca): pedimos a Deus que de nossos lábios só saiam louvores. Que o nosso falar seja sempre para a edificação do Reino de Deus e para o bem estar do próximo.*

*† Dos nossos inimigos (sobre o coração): para que em nosso coração só reine o amor e a lei do Senhor, afastando-nos, pois, de todos os maus sentimentos, como o ódio, a avareza, a luxúria… Fazendo-nos verdadeiros adoradores.*

*† Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém! – É o ato livramento e deve ser feito com a maior reverência, consciência, fé e amor, pois expressa nossa fé no Mistério da Santíssima Trindade, cerne de nossa fé cristã, Deus em si mesmo. Deve ser feito com a mão direita, levando-a da testa à barriga, e do ombro esquerdo ao direito.*

Agora que você já sabe a importância do “sinal da Cruz”, *faça-o antes de sair de casa, antes de qualquer trabalho, nas horas difíceis e nas horas de alegria também.*

*Faça-o sobre si, e, sempre que possível, na testa de seu filho, de seu marido, de sua esposa, de seu irmão, de seu sobrinho…

Peça a Deus, sempre, para que Ele te livre e aos seus, de todos os males, afim de fazermos tudo, acordar, comer, estudar, trabalhar, dormir, viajar… Em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo! Amém!*

A importância de entronizar a cruz de Cristo em sua casa

Por | PARTILHA DO FUNDADOR

É fundamental que as famílias cristãs entronizem a cruz de Cristo em seus lares, de maneira solene

A cruz é o sinal dos cristãos e sinal do Deus vivo. “Não danifiqueis a terra nem o mar, nem as árvores, até que tenhamos assinalado os servos de nosso Deus em suas frontes” (Ap 7,3).

Esse sinal, o profeta Ezequiel já anunciava como sendo a cruz, o Tau. Quando Jerusalém mereceu o devido castigo pela idolatria cometida, esse profeta anunciou que Deus assinalou com a cruz os inocentes para protegê-los. “Percorre a cidade, o centro de Jerusalém, e marca com uma cruz na fronte os que gemem e suspiram devido a tantas abominações que na cidade se cometem” (Ez 9,5).

Desde que Jesus libertou a humanidade da morte, do pecado e das garras do demônio, a cruz salvífica passou a ser o símbolo da salvação. A festa em honra da santa cruz foi celebrada pela primeira vez em 13 de dezembro do ano 335, por ocasião da dedicação de duas basílicas de Constantino, em Jerusalém: do “Martyrium” ou “Ad Crucem” sobre o Gólgota; e a do “Anástasis”, isto é, da Ressurreição.

Santa Helena, a mãe do imperador [Constantino], foi buscar a cruz de Cristo em Jerusalém. A partir do século VII, comemora-se a recuperação da preciosa relíquia por parte do imperador bizantino Heráclio em 628; pois a cruz de Cristo foi roubada 14 anos antes pelo rei persa Cosroe Parviz, durante a conquista da cidade Santa de Jerusalém.

Nesses dois mil anos, a cruz passou a ser o símbolo da vitória do bem sobre o mal, da justiça contra a injustiça, da liberdade contra a opressão, do amor contra o egoísmo, porque, no seu lenho, o Cristo pagou à Justiça Divina o preço infinito do resgate de toda a humanidade.

Em todas as épocas a santa cruz foi exaltada. O escritor cristão Tertuliano († 200) atesta: “Quando nos pomos a caminhar, quando saímos e entramos, quando nos vestimos, quando nos lavamos, quando iniciamos as refeições, quando vamos deitar, quando nos sentamos; nessas ocasiões e em todas as nossas demais atividades, persignamo-nos a testa com o sinal da cruz” (De corona militis 3).

São Hipólito de Roma (†235), descrevendo as práticas dos cristãos do século III, dizia: “Marcai com respeito as vossas cabeças com o sinal da cruz. Este sinal da Paixão opõe-se ao diabo e nos protege dele se é feito com fé; não por ostentação, mas em virtude da convicção de que é um escudo protetor. É um sinal como outrora foi o Cordeiro verdadeiro; ao fazer o sinal da cruz na fonte e sobre os olhos, rechaçamos aquele que nos espreita para nos condenar” (Tradição dos Apóstolos 42).

A força do sinal da cruz

Muitas pessoas importantes se valiam do sinal da cruz em momentos de perigo, de decisão e na iminência da morte, como forma de alcançar a serenidade necessária em momentos cruciais. Os primeiros cristãos faziam o sinal da cruz a cada instante. Assim afirma São Basílio Magno (†369), doutor da Igreja: “Para os que põem sua esperança em Jesus Cristo, fazer o sinal da cruz é a primeira e mais conhecida coisa que entre nós se pratica”.

Santa Tecla, do primeiro século, ilustre por nascimento, foi agarrada pelos algozes e conduzida à fogueira; fez o sinal da cruz, entrou nela a passo firme e ficou tranquila no meio das chamas. Logo uma torrente de água desabou e o fogo apagou. E a jovem heroína saiu da fogueira sem ter queimado um só fio de cabelo. Os santos não deixavam o crucifixo; em muitas de suas imagens os vemos segurando o crucificado, porque no Cristo crucificado colocavam toda a sua segurança e esperança.

Em 1571, Dom João D’Áustria, antes de dar o sinal de ataque na Batalha de Lepanto, em que se decidia o futuro da cristandade diante dos turcos otomanos agressores, fez um grande e lento sinal da cruz repetido por todos os seus capitães e a vitória logo aconteceu. Por estes e outros exemplos, vemos quão poderosa oração é o sinal da cruz. De quantas graças nos enriquece esse sinal, e de quantos perigos preserva nossa frágil existência.

A cruz de Cristo vence o pecado. À vista d’Ele desaparece todo o pecado. Santa Joana d’Arc morreu na fogueira de Rouen, em 1431, injustamente, segurando um crucifixo, olhando-o e repetindo: “Jesus, Jesus, Jesus…”.

Quando Dom Bosco se cansava das artes dos seus meninos e parecia querer desistir da missão, sua boa mãe, Margarida, apenas lhe mostrava o Cristo crucificado e ele retomava sua luta em prol da juventude desvalida.

Proteja seu lar com a cruz de Cristo

Mais do que nunca hoje, quando tantos perigos materiais e espirituais ameaçam a família, atacada de todos os lados pela imoralidade que campeia entre nós, é fundamental que as famílias cristãs entronizem a cruz de Cristo em seus lares, de maneira solene. Ela defenderá nossos filhos de tanta imoralidade.

Desta cruz nasceram os sacramentos da Igreja, que nos salvam. Desta cruz sairá a força de que pais e mães precisam para educar os filhos na verdadeira fé do Cristo e da Igreja. Olhando a cada momento para o Cristo tão cruelmente crucificado, flagelado, coroado de espinhos, teremos força para vencer as lutas de cada dia.

Diante da cruz de Cristo o demônio não tem poder, porque “ele foi nela vencido, acorrentado como um cão”, como dizia Santo Agostinho. O exorcista, acima de tudo, empunha o crucifixo. Mais do que nunca hoje, quando as forças do mal querem arrancar o crucifixo de nossas ruas e praças, precisamos colocá-lo em nossas casas, também como prova de nossa fé.

A sua casa precisa ser protegida pela santa cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo!

(via Canção Nova)

Oração para pedir paz na família

Por | PARTILHA DO FUNDADOR

“Revesti-nos de sentimentos de misericórdia, de bondade, de humildade, de doçura e de paciência”

Senhor, nosso Deus, nos elegestes para sermos santos. Revesti-nos de sentimentos de misericórdia, de bondade, de humildade, de doçura e de paciência.

Ajudai-nos a perdoar uns aos outros, assim como Vós, Senhor, nos tendes perdoado. Sobretudo, dai-nos a caridade, que é o vínculo da perfeição, e que a paz de Cristo brilhe em nossos corações. Essa paz que deve reinar sempre entre os que confiam em Vós.

Que tudo quanto façamos, em palavras e obras, seja em nome do Senhor Jesus, por quem sejam dadas graças a Vós, Deus Pai e Senhor nosso.

Amém.