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Célula da Benção – Batistini – Terças as 19h30

Por | CELULAS ENDERECO

A Célula da Benção se reúne todas as terças feiras às 19h30.

Lideres: Regiane / Daniel / Rosiene – profdanielfidelidade@gmail.com

Local:  Viela vianinha, Batistini – SBC – SP.

PARTICIPE DAS CÉLULAS

Gostaria de Participar? Entre em contato conosco pelo formulário. Coloque qual célula mais próxima que gostaria de visitar e deixe seus contatos que o Líder da Célula retornará a você! Visite Nossas Grandes Células! Todos 1º Sábado do Mês as 19h00 no Salão São João Paulo II – Rua Giuseppe Venturini, 180 – Batistini – SBC – SP

A Missa das Células acontece todos os primeiros domingos do Mês às 18h00 na Paróquia Santo Antônio do Bairro Batistini.

Fale com Ele – Artigo de Dom Pedro Carlos Cipollini

Por | PALAVRA DA IGREJA

Na crise que estamos vivendo, muito se ouve dizer: “só por Deus”. Só por Deus mesmo podemos superar tantos obstáculos. Obstáculos que pessoas egoístas e sem escrúpulos arrumaram para o Brasil. Na situação que estamos não podemos perder a esperança. Neste sentido a oração é a grande força. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convocou um dia de oração por nossa Pátria. Vamos prolongar este dia enquanto não conseguirmos dias melhores.

O livro Grande Sertão – Veredas -romance de Guimarães Rosa-, é admirável por vários motivos. A mim chama atenção a questão teológica que perpassa a obra. Refiro-me ao constante questionamento sobre o mistério de Deus e a existência do mal.

Alguns trechos são memoráveis, como por exemplo, “com Deus existindo, tudo dá esperança: sempre um milagre é possível, o mundo se resolve. Mas, se não tem Deus, há-de a gente perdidos no vai-vem, e a vida é burra. É o aberto perigo das grandes e pequenas horas, não se podendo facilitar – é todos contra os acasos. Tendo Deus, é menos grave se descuidar um pouquinho, pois no fim dá certo. Mas, se não tem Deus, então, a gente não tem licença de coisa nenhuma!… Deus existe mesmo quando não há. Mas o demônio não precisa existir para haver – a gente sabendo que ele não existe, aí é que ele toma conta de tudo”. (Ed. Nova Fronteira, 36ª Ed. p. 48).

E posto que em meio ao “mistério da iniquidade”, como chama São Paulo ao problema do mal no mundo (cf. 2Ts 2,7), existe um Deus criador, fonte da vida e Pai de bondade, revelado por seu filho Jesus Cristo, como viver sem falar com Ele, sem viver para Ele.

O reconhecimento da existência de Deus exige do que se acredita, entrar em contato com Ele e isto é o que se chama oração. Na definição de Teresa D’Ávila, mística espanhola e padroeira dos professores, “orar é falar com alguém que sabemos nos amar”. Orar não é nada complicado, é falar com Deus, pensar nele e abrir seu coração para escutá-lo. O que é preciso é querer falar com Ele e a Ele estar atento.

A oração é preceito essencial de todas as religiões e existe até mesmo em meio aos que dizem não ter religião. Há uma percepção difusa e universal de que a fé e a oração fazem bem para a saúde. Neste sentido é interessante o livro do Dr. Kenneth H. Cooper: “É melhor acreditar”. Esta obra versa sobre a importância da fé para a saúde e a boa forma.

E aqui também, não posso deixar de lembrar o que escreve Guimarães Rosa no mesmo romance que citei acima: “Hem? Hem? O que mais penso, testo e explico; todo-o-mundo é louco. O senhor, eu, nós, as pessoas todas. Por isso é que se carece principalmente de religião; para se desendoidecer, desdoidar. Reza é que sara da loucura. No geral. Isso é que é a salvação-da-alma…(op. Cit.p.8).

Lembro-me dos noticiários dos jornais, quando o Dalai Lama ganhou o prêmio Nobel da Paz. Foram avisá-lo, ele estava em oração. Não queria ser interrompido quando rezava. Assim, foi um dos últimos a saber que tinha ganho o prêmio. Eis um homem que valoriza a oração.

No cristianismo a oração é essencial, é o respiro da alma. O grande orante da Bíblia, que nos ensina a orar é Jesus. Passava noites em oração, rezava e saia tão transfigurado da oração que um dia, seus discípulos pediram que lhes ensinasse a rezar. Jesus ensinou o “Pai Nosso”

Sem a oração a pessoa está paralítica para a corrida do Amor, permanece presa ao chão de tudo aquilo que não é Deus, não pode se realizar. Portanto, reze, fale com Ele, fale com Deus, Ele está interessado em te escutar.

Artigo escrito por Dom Pedro Carlos Cipollini para o Jornal Diário do Grande Abc

Preciso mesmo de um formador pessoal?

Por | FORMAÇÕES, VIDA COMUNITARIA

Sim. Todos os membros de uma Nova Fundação, mesmo os consagrados, precisam de um formador pessoal.

É preciso reconhecer que precisamos de um formador pessoal, pois o formador é a mediação humana, usada pelo Senhor para educar seus filhos. O Deus-Trindade: é o Pai que molda no vocacionado a imagem do Filho Jesus, por meio da ação do Espírito Santo.

A mediação humana do formador

A intervenção divina serve-se da mediação humana. Deus gosta de chegar até a pessoa, portanto, por caminhos e por meio de instrumentos frágeis e limitados, inferiores ao objetivo prefixado e “inúteis”, como diz o mesmo Jesus. É a lógica da encarnação, em que uma pobre carne mortal é chamada a manifestar o mistério divino. É a lei divina da mediação humana.

Mediações comuns e “caseiras”

Por outro lado, Deus não deixa faltar a ninguém o necessário para a salvação e, no nosso caso para a realização do projeto vocacional.

Temos hoje jovens chamados a uma vocação acostumados com o “faça você mesmo” também no campo espiritual.  Jovens tão exigentes em suas pretensões espirituais que não conseguem ficar satisfeitos com as mediações comuns e “caseiras”, ou que chegam a exigir uma tal perfeição e competência de quem os dirige (um pouco como Naaman, o sírio, que ficou decepcionado com as propostas demasiadamente normais do profeta), a ponto de ir buscá-lo ninguém sabe onde.

Uma mediação imperfeita

O jovem deve entender bem cedo, ou de imediato, o que significa formação e eventualmente ser ajudado a se libertar daquelas pretensões ou expectativas. A mediação formativa é, por sua própria natureza, imperfeita. Por outro lado, é com instrumentos normais que Deus normalmente intervém.

É importante que o formador/formadora  não esqueça que é apenas um mediador e não se sobrecarregue com responsabilidades excessivas.

Um modelo para o formador

O modelo ou o padroeiro do formador certamente não pode ser Atlas, que acredita ter que carregar o mundo todo em seus ombros, mas João Batista, aquele que aponta e anuncia um Outro e não atrai os outros para si. Prepara os ânimos para que saibam reconhecer Aquele que há de chegar, não se substituindo a ele; esforça-se para sair de cena para que ele cresça no coração dos seus discípulos.

“Todos os dias, na universidade são-nos ministrados muitíssimos conteúdos. Falta-nos pessoas que nos ajudem a traduzir a doutrina em nossa experiência existencial.” O formador é o “cultivador direto” na vinha do Senhor.

Fonte: Texto base em CENCINE, Amedeu. Os Sentimentos do Filho: Edições Paulinas.

A Cobiça nos relacionamentos fraternos

Por | PARTILHA DO FUNDADOR, VIDA COMUNITARIA

Um consagrado não pode ser inconsciente, tudo deve estar na luz.

Conhecer e assumir o que vivemos com nossos irmãos de sangue é fundamental: vamos defrontar-nos, com a comparação no afeto, com o reconhecimento dado mais a um do que a outro, com o problema das transferências… O lugar que ocupamos no meio dos irmãos é de evidente importância.

É impossível evitar a vivência de movimentos perturbadores, recorrentes, dolorosos. Eles são normais, inevitáveis; trata-se, porém de ultrapassá-los e de aprender a viver um relacionamento bem ordenado, de forma adequada. As feridas vividas no relacionamento entre irmãos permanecem com frequência muito distante, muito longínqua, intimamente escondida, e esse fato torna-se fonte de infecção das mesmas feridas.

A Bíblia está cheia de histórias de irmãos rivais, em que um quer apoderar-se do que pertence ao outro ou ser beneficiário de tudo que é dado ao outro. Caim, cuja oferta não é aceita por Deus como é a de Abel, mata seu irmão(Gn 4,3-8). Jacó, o irmão caçula, logra e engana seu pai Isaac, para apoderar-se da benção reservada a seu irmão Esaú (Gn 27,1-29). Os irmãos de José vêem que seu pai Jacó amava-o mais do que a todos os seus outros filhos e odiaram-no… Terminaram por lançá-lo numa cisterna no deserto. (Gn 37,12-25).

Entramos na consagração de vida com tudo que temos e somos, de fato, na vida secular os relacionamentos são mais autônomos e dispersos, já na vivência fraterna as relações são intensas, assim, mais facilmente sobem as tensões.

Na maioria das vezes ninguém imagina as trevas que carrega dentro de suas profundezas inconscientes em relação aos irmãos. Por isso “sobe”  o ciúme que, até então estava escondido, a competição, a inveja, as murmurações contra o outro e toda espécie de desequilíbrios.

Os discípulos de Jesus não estão isentos da competição: “Sobre o que discutíeis no caminho?” “Ficaram em silêncio porque no caminho vinham discutindo sobre qual era o maior”(Mc 9, 33-34)

A inveja, a competição, o ciúme dos fariseus e dos doutores da lei em relação a Jesus acarretam a sua morte, sendo ele um inocente. Mas Jesus atravessou a morte de tal maneira que matou o ódio (Ef 2,14-16), reintroduzindo definitivamente o amor no mundo.

O primeiro passo para a cura é dar-se conta, acolher a verdade da própria fraqueza e entregar-se nos braços de Deus, só Ele pode curar pela força de sua graça e através dos Sacramentos da Igreja; usufrua dos Sacramentos: confesse, comungue, clame a renovação do Batismo e receberás nas profundezas de sua alma a força para vencer o ciúme, a inveja e todo tipo de vício diabólico que ali possa ter se refugiado. Além disso faça memória dos acontecimentos da infância, adolescência e juventude que envolveram seus irmãos, reconcilie-se com sua história e a cura será verdadeiramente consistente.

Texto base: PACOT, Simone. “A Evangelização das Profundezas”, Editora Santuário.

Roteiro – Em tudo dai graças – 24 a 30 de julho

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe do Grupo Parusia de Oração!

(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 24 a 30 de Julho

Novo Livreto de Musicas para Célula – Musicas para Célula Livreto

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Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: LIVRETO DE BOAS VINDAS

São Bento, um dos homens mais importantes da história

Por | FORMAÇÕES

Sua vocação teve impacto determinante no florescimento da vida monástica cristã

ão Bento nasceu na Úmbria, uma região da Itália central, no ano de 480, filho de uma nobre família romana. Desde pequeno manifestou um gosto especial pela oração. Fez os primeiros estudos na região de Núrsia, perto da cidade de Spoleto, e depois foi morar em Roma para estudar filosofia e retórica.

Vocação

Bento se desiludiu rapidamente com a decadência moral da cidade e resolveu retirar-se a uma vida de oração, silêncio e sacrifício. Auxiliado por um eremita chamado Romano, que lhe dava alimentos, passou a viver em uma gruta de difícil acesso no monte Subíaco, onde passou três anos em isolamento, dedicado às orações e aos estudos. Descoberto depois por pastores que ficaram assombrados com a sua santidade, Bento passou a receber muitas visitas que procuravam conselho e pediam orações.

Fama de santidade

Como a sua fama de santidade tinha crescido muito, Bento foi aclamado abade no convento de Vicovaro. Ele aceitou, desejando prestar um bom serviço, mas descobriu que a vida que os monges levavam não refletia a entrega incondicional que ele achava que deveria caracterizar o seguimento de Cristo. Foi-se formando entre os monges, contra o santo, uma antipatia que culminou na criminosa tentativa de matá-lo com veneno. No entanto, quando Bento abençoou a taça de vinho envenenada, como fazia com todos os alimentos que comia, ela se espatifou.

Fundação da vida monástica

Bento renunciou ao cargo de abade e voltou para Subíaco, retomando a vida de eremita. Muitos discípulos, porém, queriam segui-lo, e, em poucos anos, Bento fundou nada menos que doze mosteiros. Foi assim que ele começou a organizar a vida monástica comunitária e a fazê-la florescer mediante a adoção da Regra dos Mosteiros, depois conhecida (até hoje) como a Regra de São Bento.

A Regra de São Bento

Regula Monasteriorum é o livro em que São Bento expôs as regras para a vida monástica em comunidade. São 73 capítulos curtos que priorizam o silêncio, a oração, o trabalho, o recolhimento, a caridade fraterna e a obediência. Foi sob esta regra que nasceu e tomou forma a Ordem dos Beneditinos, ou Ordem de São Bento, viva e atuante até os nossos dias e seguidora da mesma regra escrita pelo santo fundador há mais de 1500 anos. Ao longo da história, várias outras ordens de monges do Ocidente adotaram, com adaptações, a Regra de São Bento.

Mosteiros

Os mosteiros beneditinos estão presentes em dezenas de países de todos os continentes. No Brasil, um dos mais conhecidos é o que se localiza no centro da cidade de São Paulo: a respeito dele você encontra mais informações no artigo “Um lugar de paz e silêncio na agitação da maior cidade do país“. Falando da ordem beneditina como um todo, o mosteiro mais emblemático e famoso é, provavelmente, o de Monte Cassino, na Itália, fundado no ano 529. Ele foi destruído pelos bombardeios da Segunda Guerra Mundial e reconstruído ao longo dos anos do pós-guerra.

Devoção a São Bento

São Bento faleceu em 547, aos 67 anos de idade, após predizer a própria morte. No mesmo ano faleceu também a sua irmã, Santa Escolástica, fundadora do ramo feminino da ordem de São Bento. A devoção a São Bento se espalhou solidamente pelo mundo todo, fazendo dele um dos padroeiros da Europa.

Sobre a sua relação com a irmã, não perca este relato fascinante:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dois irmãos santos e a lição da noite da chuvarada

E sobre a morte de São Bento, confira o impressionante depoimento de ninguém menos que o célebre Papa São Gregório Mago:

A morte de São Bento contada pelo Papa São Gregório Magno

A Medalha de São Bento

Um dos objetos devocionais mais populares do catolicismo, a Medalha de São Bento é apresentada detalhadamente neste artigo recomendado:

O poderoso significado da medalha de São Bento

 

Livro – A Alma de todo Apostolado!

Por | DOWNLOADS

Nenhum livro, talvez, tenha sacudido tão profundamente o homem como este.

Tornou-se  um livro clássico das almas interiores.

Palavras de São Pio X, durante a visita ad limina dos bispos do Canadá em 1914:

“Se quereis que Deus abençõe e torne fecundo o vosso apostolado, empreendido para a sua glória, impregnai-vos bem do espírito de Jesus Cristo, procurando adquirir uma intensa vida interior. Para este fim, nao vos posso indicar melhor guia do que “A alma de todo o apostolado” de Dom Chautard, abade cisterciense. Recomendo-vos, calorosamente, esta obra, que estimo particularmente, e da qual fiz o meu próprio livro de cabeceira”.

A Alma de Todo Apostolado
Download Aqui do Livro para Leitura!

Roteiro – Perseverantes e constantes – 17 a 23 de Julho

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

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(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 17 a 23 de Julho

Novo Livreto de Musicas para Célula – Musicas para Célula Livreto

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Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: LIVRETO DE BOAS VINDAS

O poderoso significado da medalha de São Bento

Por | DESTAQUES, SÃO BENTO

O significado da medalha, as graças que você pode alcançar e uma poderosa oração a São Bento

A medalha de São Bento não é um “amuleto da sorte”. Trata-se de um sacramental, isto é, um sinal visível de nossa fé.

O uso habitual da medalha tem por efeito colocar-nos sob a especial proteção de São Bento, principalmente quando se tem confiança nos méritos de tão grande Santo e nas grandes virtudes da Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo! São numerosos os fatos maravilhosos atribuídos à esta medalha. Ela nos assegura poderoso socorro contra as ciladas do demônio e também para alcançar graças espirituais, como conversão, vitória contra as tentações, inimizades etc.

Contudo, a medalha não age automaticamente contra as adversidades, como se fosse um talismã ou vara mágica.

Todo cristão, a exemplo de Jesus Cristo, deve carregar a sua cruz. Pois é necessário que nossas faltas sejam expiadas; nossa fé seja ; provada; e nossa caridade purificada, para que aumentem nossos méritos.

O símbolo da nossa redenção, a cruz, gravada na medalha não tem por fim nos livrar da prova; no entanto, a virtude da cruz de Jesus e a intercessão de São Bento produzirão efeitos salutares em muitas circunstâncias, a medalha concede, também, graças especiais para hora da morte, pois, São Bento com São José são padroeiros da boa morte.

Para se ficar livre das ciladas do demônio é preciso, acima de tudo, estar na graça e amizade com Deus. Portanto, é preciso servi-lo e amá-lo, cumprindo, todos os deveres religiosos: Oração, Missa dominical, recepção dos Sacramentos, cumprimento dos deveres de justiça; em uma palavra, cumprimento de todos os mandamentos da lei de Deus e da Igreja. Nem o demônio, nem alguma criatura, tem o poder de prejudicar verdadeiramente uma alma unida a Deus.

Em resumo, o efeito da medalha de São Bento depende em grande parte das disposições da pessoa para com Deus e da observância dos requisitos acima mencionados.

Numerosos são os benefícios atribuídos ao crucifixo de São Bento; de fato, se usado com fé e com o Patrocínio do Santo; protege:

Das epidemias;
Dos venenos;
De alguns tipos de doenças especiais;
Dos malefícios;
Dos perigos espirituais e materiais que possam causar o Demônio;
A Santa Sé a enriqueceu com numerosas indulgências: indulgência plenária em ponto de morte; indulgência parcial.

Significado da medalha

Na frente da medalha são apresentados uma cruz e entre seus braços estão gravadas as letras C S P B, cujo significado é, do latim: Cruz Sancti Patris Benedicti – “Cruz do Santo Pai Bento”.

Na haste vertical da cruz lêem-se as iniciais C S S M L: Crux Sacra Sit Mihi Lux – “A cruz sagrada seja minha luz”.

Na haste horizontal lêem-se as iniciais N D S M D: Non Draco Sit Mihi Dux – “Não seja o dragão meu guia”.

No alto da cruz está gravada a palavra PAX (“Paz”), que é lema da Ordem de São Bento. Às vezes, PAX é substituído pelo monograma de Cristo: I H S.

A partir da direita de PAX estão as iniciais: V R S N S M V: Vade Retro Sátana Nunquam Suade Mihi Vana – “Retira-te, satanás, nunca me aconselhes coisas vãs!” e S M Q L I V B: Sunt Mala Quae Libas Ipse Venena Bibas – “É mau o que me ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos!”.

Nas costas da medalha está São Bento, segurando na mão esquerda o livro da Regra que escreveu para os monges e, na outra mão, a cruz. Ao redor do Santo lê-se a seguinte jaculatória ou prece: EIUS – IN – OBITU – NRO – PRAESENTIA – MUNIAMUR – “Sejamos confortados pela presença de São Bento na hora de nossa morte”.

É representado também a imagem de um cálice do qual sai uma serpente e um corvo com um pedaço de pão no bico, lembrando as duas tentativas de envenenamento, das quais São Bento saiu, milagrosamente, ileso.

Oração para alcançar alguma graça

Ó glorioso Patriarca São Bento, que vos mostrastes sempre compassivo com os necessitados, fazei que também nós, recorrendo à vossa poderosa intercessão, obtenhamos auxílio em todas as nossas aflições, que nas famílias reine a paz e a tranquilidade; que se afastem de nós todas as desgraças tanto corporais como espirituais, especialmente o mal do pecado. Alcançai do Senhor a graça … que vos suplicamos, finalmente, vos pedimos que ao término de nossa vida terrestre possamos ir louvar a Deus convosco no Paraíso.
Amém.

(Fontes: Mosteiro de São Bento e São Miguel Arcanjo)

Roteiro – Tema aberto – de 10 a 16 de julho de 2017

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

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(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 10 a 16 de Julho

Novo Livreto de Musicas para Célula – Musicas para Célula Livreto

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Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: LIVRETO DE BOAS VINDAS

Pastor protestante, família e seguidores se convertem ao catolicismo

Por | NOTÍCIAS

Eles descobriram o tesouro da Igreja graças à descoberta da verdadeira história do cristianismo primitivo

Um pastor pentecostal, sua família e um grupo de fiéis deixaram a igreja evangélica Assembleia de Deus do Estado norte-americano do Arizona e se converteram ao catolicismo.

Eles agora seguem o rito bizantino como membros de uma das 24 igrejas “sui iuris” que formam a Igreja Católica. Parênteses: muitos católicos de rito latino desconhecem, mas é isso mesmo! A Igreja Católica é formada por 24 igrejas “sui iuris”, conforme explicamos melhor no artigo que você pode ler aqui. Embora sejam autônomas em relação ao rito e à disciplina, todas essas igrejas abraçam os mesmos dogmas de fé da Igreja Católica e obedecem ao Vigário de Cristo, o Papa. Em outras palavras, elas estão em plena comunhão com a Igreja.

Voltando ao caso específico do pastor pentecostal: de acordo com o relato divulgado pelo National Catholic Register, o pastor Joshua Mangels sentiu no coração o desejo de pertencer à Igreja Católica, renunciou ao seu cargo na Assembleia de Deus em setembro de 2016 e entrou no catecumenato em uma paróquia católica bizantina da cidade de Tucson, acompanhado da família e de vários seguidores.

O pastor comentou que, embora o seu ministério na igreja pentecostal o encantasse, em dado momento começou a se sentir “frustrado com os vaivéns da doutrina, as modas e as pressões da comercialização da igreja”.

Ao voltar para casa depois de uma decepcionante conferência de pastores, Joshua começou a escutar um apostolado católico que um amigo tinha indicado. A pregação era sobre os pecados mortais, conta ele, que, embora não soubesse que o orador era católico, ficou impressionado.

“Era como um gole de água fresca. Escutei durante duas horas e meia enquanto voltava para casa. Quando cheguei, a minha esposa me perguntou como tinha sido a conferência e eu respondi: ‘Foi terrível, mas você tem que ouvir isto’”.

Entre as coisas que escutou do pregador católico, havia informações sobre os Padres de Igreja e sobre parte da sua história que Joshua nunca tinha ouvido antes.

Tempos depois, ele começou a prestar atenção em outros pastores da Assembleia de Deus que tinham ingressado na Igreja Católica ao explorarem os ensinamentos cristãos dos primeiros séculos.

“Eu li os Padres da Igreja e foi então que os sacramentos começaram a ter significado para mim. Comecei a ver como a Eucaristia era central para a Igreja primitiva. Se a Eucaristia foi ordenada por Cristo, eu quero receber o Senhor”.

Junto com a esposa Teresa, Joshua começou a ler constantemente sobre o catolicismo, até que o casal se deu conta de que, se seguisse nesse caminho, “era iminente” que perderiam o trabalho e a casa. “Mas acabamos falando noite após noite sobre os Padres, os sacramentos, a Igreja primitiva e tudo mais”, relata ele.

Em julho de 2016, Joshua começou a ensinar à sua congregação sobre a Igreja primitiva, passando por São Policarpo, São Justino Mártir, a Didaqué e outras partes do cristianismo primitivo. Para vários jovens da congregação, essas lições levaram ao discernimento que acabou por uni-los à Igreja Católica. Joshua comenta:

“Eu adorava pastorear, adorava as pregações. Estava pregando em reuniões de campo e avivamento, mas eu era católico de coração”.

Em setembro, ele contou à sua congregação que renunciaria ao cargo de pastor e entraria no catecumenato da Igreja Católica com a sua família.

Joshua Mangels – Twitter

A família Mangels, de fato, tinha decidido se converter ao catolicismo, mas não tinha decidido por onde começar. O organizador de um evento pró-vida do qual participaram sugeriu que eles falassem com o pe. Bob Rankin, pároco da Igreja Católica Bizantina de Santa Melânia. O padre conta:

“Eu tentava ensinar a ele como ser católico, mas o primeiro sacerdote que ele conhecia não pertencia ao rito romano. Então utilizei pacotes de açúcar em cima da mesa para explicar a teologia dogmática e a eclesiologia”.

O pe. Rankin explicou que, apesar das diferenças entre um estilo de culto pentecostal e a Divina Liturgia, “eles chegaram à Igreja correta pelo tipo de espiritualidade que tinham. Eles vêm desse fundo pentecostal e têm a experiência de conversão e de dar a vida a Cristo. Eles queriam uma liturgia demonstrativa e a liturgia oriental é enérgica, de adoração: é um chamado a experimentar a Deus, destinado a romper em lágrimas”.

Teresa Mangels afirma que teve uma experiência semelhante e se sentiu empolgada e feliz porque Cristo lhes “deu o Seu verdadeiro Corpo e Sangue”.

O pe. Rankin complementa o edificante relato publicado pelo National Catholic Register dizendo que os novos catecúmenos trouxeram “admirável zelo apostólico” à Igreja.

Célula Ruah – Segundas Feiras às 20h00 – Jd. Detroit

Por | CELULAS ENDERECO

A Célula Ruah se reúne todas as Segundas feiras às 20h00.

Lideres: Erica e Rogério

Local: Rua Carlos Wunderlick – Jd Detroit – SBC – São Paulo.

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A Missa das Células acontece todos os primeiros domingos do Mês às 18h00 na Paróquia Santo Antônio do Bairro Batistini.