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Roteiro – Gula e Temperança – 22 a 28 de Maio

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe do Grupo Parusia de Oração!

(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 22 a 28 de maio

Novo Livreto de Musicas para Célula – Musicas para Célula Livreto

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Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: LIVRETO DE BOAS VINDAS

Exorcista responde: o que pode levar uma pessoa a ter distúrbios diabólicos?

Por | FORMAÇÕES

Quais são em geral as portas que o demônio utiliza pra entrar em nossas vidas?

Existem diversos modos dos quais o diabo e seus demônios se aproveitam para se infiltrarem em nossas vidas.

Mas há algumas realidades bem especificas que precisamos tomar um grande cuidado, pois é por onde temos visto os grandes ataques do Maligno.

Neste vídeo, Padre Duarte Lara, Exorcista português, nos ajuda a entender um pouco mais sobre esta realidade!.

(Se não conseguir visualizar o vídeo, clique aqui)

Desde já Deus abençoe você!

Deixe seus comentários abaixo, será importante saber sua experiência ou opinião sobre o assunto!

(via Livres de todo mal)

7 coisas que precisa saber sobre Nossa Senhora de Fátima

Por | PALAVRA DA IGREJA

No dia 13 de maio se celebra a festa de Nossa Senhora de Fátima, a aparição aprovada pela Santa Sé mais conhecida do século XX, particularmente pelo terceiro segredo que Maria revelou aos três pastorinhos na Cova da Iria (Portugal) e transcrito pela Irmã Lúcia em 3 de janeiro de 1944.

A seguir, apresentamos 7 coisas que todo católico deve saber sobre esta aparição.

1. A Virgem apareceu 6 vezes em Fátima

Nos tempos da Primeira Guerra Mundial, a pastorinha Lúcia dos Santos disse ter experimentado visitas sobrenaturais da Virgem Maria em 1915, dois anos antes das conhecidas aparições.

Em 1917, ela e seus primos Francisco e Jacinta Marto, estavam trabalhando como pastores nos rebanhos de suas famílias. Em 13 de maio daquele ano, as três crianças presenciaram uma aparição da Virgem Maria que lhes disse, entre outras coisas, que regressaria durante os próximos seis meses todos os dias 13 na mesma hora.

Maria também revelou às crianças, na segunda aparição, que Francisco e Jacinta morreriam cedo e que Lúcia sobreviveria para dar testemunho das aparições.

Na terceira aparição, no dia 13 de julho, a Virgem revela a Lúcia o segredo de Fátima. Conforme os relatos, ela ficou pálida e gritou de medo chamando a Virgem pelo seu nome. Houve um trovão e a visão terminou. As crianças viram novamente a Virgem em 13 de setembro.

Na sexta e última aparição, no dia 13 de outubro, diante de milhares de peregrinos que chegaram à Fátima (Portugal), aconteceu o chamado “Milagre do sol”, no qual, após a aparição da Virgem Maria aos pastorinhos Jacinta, Francisco e Lúcia, pôde-se ver o sol tremer, em uma espécie de “dança”, conforme relataram os que estavam lá.

2. Francisco e Jacinta morreram jovens, Lúcia se tornou religiosa

Uma epidemia de gripe espanhola atingiu a Europa em 1918 e matou cerca de 20 milhões de pessoas. Entre eles, estavam Francisco e Jacinta, que contraíram a doença naquele ano e faleceram em 1919 e 1920, respectivamente. Por sua parte, Lúcia entrou no convento das Irmãs Doroteias.

Em 13 de junho de 1929, na capela do convento em Tuy, na Espanha, Lúcia teve outra experiência mística na qual viu a Santíssima Trindade e a Virgem Maria. Esta última lhe disse: “Chegou o momento em que Deus pede ao Santo Padre, em união com todos os bispos do mundo, fazer a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração, prometendo salvá-la por este meio” (S. Zimdars-Schwartz, Encontro com a Maria, 197).

No dia 13 de outubro de 1930, o Bispo de Leiria (agora Leiria-Fátima) proclamou as aparições de Fátima autênticas.

3. Irmã Lúcia escreveu o segredo de Fátima 18 anos depois das aparições

Entre 1935 e 1941, sob as ordens de seus superiores, Irmã Lúcia escreveu quatro memórias dos acontecimentos de Fátima.

Na terceira memória – publicada em 1941 – escreveu as duas primeiras partes do segredo e explicou que havia uma terceira parte que o céu ainda não lhe permitia revelar.

Na quarta memória acrescentou uma frase ao final da segunda parte do segredo: “Em Portugal, se conservará sempre o dogma da fé, etc.”.

Esta frase foi a base de muita especulação, disseram que a terceira parte do segredo se referia a uma grande apostasia.

Depois da publicação da terceira e quarta memória, o mundo colocou a atenção no segredo de Fátima e nas três partes da mensagem, inclusive no pedido da Virgem para que a Rússia fosse consagrada ao seu Imaculado Coração através do Papa e dos bispos do mundo.

No dia 31 de outubro de 1942, Pio XII consagrou não só a Rússia, mas também todo o mundo ao Imaculado Coração de Maria. O que faltou, entretanto, foi a participação dos bispos do mundo.

Em 1943, o Bispo de Leiria ordenou que Irmã Lúcia escrevesse o terceiro segredo de Fátima, mas ela não se sentia em liberdade de fazê-lo até 1944. Foi colocado em um envelope fechado no qual a Irmã Lúcia escreveu que não deveria ser aberto até 1960.

4. A terceira parte do segredo de Fátima foi lida por vários Papas

O segredo se manteve com o Bispo de Leiria até 1957, quando foi solicitado (junto com cópias de outros escritos da Irmã Lúcia) pela Congregação para a Doutrina da Fé. Segundo o Cardeal Tarcísio Bertone, o segredo foi lido por João XXIII e Paulo VI.

“João Paulo II, por sua parte, pediu o envelope que contém a terceira parte do ‘segredo’ após a tentativa de assassinato que sofreu no dia 13 de maio 1981”.

Depois de ler o segredo, o Santo Padre percebeu a ligação entre a tentativa de assassinato e Fátima: “Foi a mão de uma mãe que guiou a trajetória da bala”, detalhou. Foi este Papa quem decidiu publicar o terceiro segredo no ano 2000.

5. As chaves do segredo: arrependimento e conversão

O então Cardeal Joseph Ratzinger (Papa Emérito Bento XVI), Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, assinalou que a chave da aparição de Fátima é seu chamado ao arrependimento e à conversão. (Comentário Teológico)

As três partes do segredo servem para motivar o indivíduo ao arrependimento e o fazem de uma maneira contundente.

6. A primeira parte do segredo é uma visão do inferno

A primeira parte do segredo – a visão do inferno – é para muitos a mais importante, porque revela aos indivíduos as trágicas consequências da falta de arrependimento e o que lhes espera no mundo invisível se não se converterem.

7. A segunda parte do segredo é sobre a devoção ao Imaculado Coração

Na segunda parte do segredo Maria diz:

“Você viu o inferno para onde vão as almas dos pobres pecadores. Para salvá-las, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração”.

Depois de explicar a visão do inferno, Maria falou de uma guerra que “iniciará durante o pontificado de Pio XI”.

Esta última foi a Segunda Guerra Mundial, ocasionada, segundo as considerações da Irmã Lúcia, pela incorporação da Áustria à Alemanha durante o pontificado de Pio XI (J. do Marchi, Temoignages sur les apparitions de Fatima, 346).

Célula João Batista – Terças às 20h00 – Bairro Assunção

Por | CELULAS ENDERECO

A Célula João Batista se reúne todas as Terças feiras às 20h00.

Líderes: Rivaldo e Neli – rivaldocipriano@yahoo.com.br

Local: Rua Angelo Pessotti – Bairro Assunção

PARTICIPE DAS CÉLULAS

Gostaria de Participar? Entre em contato conosco pelo formulário. Coloque qual célula mais próxima que gostaria de visitar e deixe seus contatos que o Líder da Célula retornará a você! Visite Nossas Grandes Células! Todos 1º Sábado do Mês as 19h00 no Salão São João Paulo II – Rua Giuseppe Venturini, 180 – Batistini – SBC – SP

A Missa das Células acontece todos os primeiros domingos do Mês às 18h00 na Paróquia Santo Antônio do Bairro Batistini.

Célula Sagrada Família – Terças às 20h00 – Batistini

Por | CELULAS ENDERECO

A Célula Sagrada Família se reúne todas as Terças feiras às 20h00.

Lideres: Adi e Ezilda – Email Provisório: comfidelidade@gmail.com

Local: Rua Augusto Venturine, 77 – Batistini – SBC – São Paulo.

PARTICIPE DAS CÉLULAS

Gostaria de Participar? Entre em contato conosco pelo formulário. Coloque qual célula mais próxima que gostaria de visitar e deixe seus contatos que o Líder da Célula retornará a você! Visite Nossas Grandes Células! Todos 1º Sábado do Mês as 19h00 no Salão São João Paulo II – Rua Giuseppe Venturini, 180 – Batistini – SBC – SP

A Missa das Células acontece todos os primeiros domingos do Mês às 18h00 na Paróquia Santo Antônio do Bairro Batistini.

III Consulta de Líderes Católicos em Células

Por | FORMAÇÃO DE LIDERES

No dia 06 de maio de 2017 o promotor nacional reuniu-se com as principais lideranças do sistema de células no Brasil para a III Consulta de Líderes, que se deu na Paróquia São Benedito, no Jaçanã, São Paulo, SP.

Doze grupos estavam representados neste encontro, que teve por objetivo avaliar o serviço da Agência Católicos em Células desde a última consulta, em 2015, e planejar os próximos passos, dentre eles o VII Congresso Nacional, a ser realizado em 2018.

Fonte: http://www.catolicosemcelulas.com.br/site/iii-consulta-de-lideres-catolicos-em-celulas/

Roteiro – Luxuria e Castidade – 15 a 21 de Maio

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

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(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

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ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 15 a 21 de maio

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As 2 doenças mortais da fidelidade

Por | DESTAQUES

Só a fidelidade que aprende a atravessar e superar as provações nos torna grandes, realizados e felizes

Não sei se você conhece a história de John Henry Newman, uma das personalidades intelectuais e espirituais mais elevadas da história moderna da Inglaterra. Não vou contar a sua biografia. Só resumirei trechos dela em largos traços.

Antes da sua conversão ao catolicismo em 1845, era uma figura de enorme relevo na Universidade de Oxford e na Igreja da Inglaterra: como intelectual, como mestre universitário, como finíssimo teólogo, como o mais amado pregador de Oxford (era presbítero anglicano), como um dos melhores escritores do seu tempo.

Para quem conheça um pouco de história, abandonar o anglicanismo e passar para o “papismo” era, na Inglaterra daquela época, condenar-se ao ostracismo. Teve de deixar Oxford (onde ainda era proibida a presença de católicos), largar seus meios de vida, perder a maioria dos seus amigos e cair na suspeição dos colegas e patrícios.

Foi bem acolhido entre os católicos? No começo, com grande alegria. Mas logo percebeu que não era compreendido. Suas intuições e planos – excelentes, e atualmente aplicados com grande eficácia – para o aprofundamento e a difusão da fé católica entre os intelectuais, criaram suspeições. Um a um, seus projetos cheios de zelo e sabedoria foram sendo sufocados. Também na Cúria romana havia autoridades (especialmente alguns prelados ingleses) que o olhavam com receio. Faz-me lembrar do que diziam a São Josemaria Escrivá personalidades da mesma Cúria, gente boníssima e bem-intencionada, quando ele postulava a aprovação pontifícia do Opus Dei: «É uma obra maravilhosa, mas chegou com um século de antecipação».

Tudo se esclareceu…, quando Newman já era um ancião santo e sofrido. O Papa Leão XIII alegrou-lhe o coração nomeando-o cardeal, a máxima honra que pode receber um sacerdote católico. Bento XVI elevou-o aos altares, beatificando-o no dia 19 de setembro de 2010 em Birmingham – onde passara os últimos anos de sua vida –, numa cerimônia que foi como que uma aclamação coletiva de todos os católicos da Inglaterra e do mundo ao Bem-aventurado John Henry Newman.

Como é que ele encarou os longos anos de incompreensão e de aparentes fracassos, um atrás do outro? Com fé e amor, sem julgar as pessoas que desconfiavam dele. Crescendo na oração e nas virtudes. Oferecendo o sofrimento. Tornando-se um santo. Vários dos antigos amigos sugeriam-lhe abandonar a Igreja católica e voltar ao anglicanismo. Um jornal chegou a anunciar isso como fato consumado. O santo homem reagiu, e publicou um escrito admirável, em que – entre outras coisas – diz:

«Minha fé na Igreja católica não foi abalada nem por um só instante desde que fui recebido em seu seio. Sustento e sempre sustentei que o Soberano Pontífice [o Papa] é o centro da Unidade e o Vigário de Cristo;  sempre tive e continuo tendo uma fé sem restrições em todos os artigos do seu Credo, uma suprema satisfação em seu culto, em sua disciplina, em seu ensinamento, e um ardente desejo, uma esperança contra toda a esperança de que os numerosos amigos que deixei no protestantismo virão um dia partilhar da minha felicidade (…). Retornar à Igreja da Inglaterra? Nunca! “A rede foi rompida e nós estamos livres”. Eu seria completamente louco (para usar um termo moderado) se, em minha velhice, deixasse a “terra onde correm leite e mel” e a trocasse pela cidade da confusão e a casa da escravidão»[1].

A alegria que nasce da fidelidade

Tomamos como paradigma um homem fiel à sua fé e à santa Igreja. A mesma “qualidade” deveriam ter todas as fidelidades da vida. Tanto a fidelidade de um casal a seu compromisso matrimonial, como a fidelidade de um cristão comprometido numa missão apostólica, como a fidelidade de um sacerdote ou religioso à sua vocação…

Falar de “compromisso”! Para muitos é quase um palavrão. Querem é ver-se livres de qualquer amarra, como folha à mercê de todos os ventos. Nada prometem a sério. Nada assumem a sério. O mundo parece estar cada vez mais infeccionado pela doença do provisório.

No entanto, só a fidelidade que aprende a atravessar e superar (não só a aguentar) as provações, nos torna grandes, realizados e felizes. Quem descarta a fidelidade como uma opressão da liberdade, vai morrer como aquele homem do Evangelho, que provocou as risadas do povo, porque principiou a edificar e não pôde terminar (Lc 14, 30). Será um frustrado que se jogou aos sopros variáveis da liberdade mal entendida e acabou caindo no nada.

Naturalmente, para poder saborear a alegria da fidelidade é preciso ter um ideal, um sentido para a vida, superior ao de ceder aos desejos momentâneos: um ideal que nos dê a força de enfrentar, de lutar, de superar; que não nos deixe limitados a reagir, reclamar e fugir.

Duas doenças mortais da fidelidade

            • A fidelidade condicionada

É a da pessoa que, no seus compromissos “vitais” (os que definem o sentido da vida), não sabe dizer um “sim” pleno, como o “faça-se” de Nossa Senhora (cf. Lc 1, 38).

Essas pessoas têm o “sim” poluído pelo “se”, pelo condicional: “Serei fiel, se não ficar difícil continuar, se não for “chato”, se não me cansar de viver com a mesma pessoa ou de fazer as mesmas coisas…”.

A incapacidade de decidir-se a assumir compromissos com fé e fortaleza explica a inconsistência de muitas vidas atuais. Para os egoístas, para os que não querem saber da grandeza do amor, a palavra “assumir” é substituída pela palavra “experimentar”: “Vou experimentar, vou ver se gosto, vou ver se não me canso, vou ver se dá… Se não der, largo tudo”

No livro O senhor dos Anéis, Tolkien coloca na boca de um dos personagens uma frase que deveríamos meditar: «Desleal é aquele que se despede quando o caminho escurece».

Quando escurece, quando as coisas se tornam difíceis, ou as circunstâncias ou as pessoas nos desnorteiam, em suma, quando surge uma crise, é então a hora em que Deus nos dá a oportunidade e a graça de “superar” aquilo e de “superar-nos” a nós mesmos.

Toda crise pode ser uma crise de crescimento (como a da adolescência), ou uma crise terminal (como a do paciente desenganado). O mal consiste em que quase todos encaram como terminais crises que, aos olhos de Deus, deveriam ser de crescimento. Deveriam ser uma fase decisiva da vida, em que aprendemos a despojar-nos da imaturidade, de egoísmos banais, de frivolidade; e vamos trocando esse entulho por virtudes que não tínhamos e agora podemos adquirir: desprendimento, humildade, fortaleza, prudência, doação… As crises são porta aberta para um amor maior, temperado na dor.

Quem não tentou fazer isso, não conhece a felicidade de ser fiel. São Paulo a experimentou de tal modo que, estando preso e a ponto de ser martirizado, escreveu na cadeia o que eu chamaria “o epitáfio feliz de uma vida realizada”: Chegou o tempo da minha partida. Combati o bom combate, terminei a corrida, fui fiel (2 Tm 4, 6-7).

Se a dificuldade, e concretamente o sacrifício que toda fidelidade exige, nos fazem vacilar, estamos à beira de enveredar pelo que Rafael Cifuentes chama “ vocação de vira-lata”[2], que é uma opção de vida extremamente perigosa.

A fidelidade de manutenção 

É  a fidelidade da pessoa que não abandona o barco, mas se limita a “ir tocando” a vida com rotina morna e apagada.

Alguns parecem fiéis por pura inércia. O marido e a mulher continuam juntos no lar, mas sem renovação de sentimentos e atitudes, sem diálogo fecundo e sem novas iniciativas. A alegria da vida familiar soa, para eles, a sonho ingênuo de lua de mel. Que diriam se ouvissem São Josemaria dizer-lhes, como repetia a casais de qualquer idade: «Vocês devem tratar-se como se sempre fossem noivos»?

«Não esqueçam –dizia-lhes ? que o segredo da felicidade conjugal está no cotidiano, não em sonhos. Está em encontrar a alegria escondida de chegarem ao lar; no relacionamento afetuoso com os filhos; no trabalho de todos os dias, em que toda a família colabora; no bom humor perante as dificuldades, que é preciso enfrentar com espírito esportivo»[3].

Coisas análogas deveriam dizer-se sobre a fidelidade de leigos, sacerdotes e religiosos à vocação e à missão divina com a qual se comprometeram.

A fidelidade de manutenção é, para os mornos, um mero vegetar acomodado. Esqueceram-se da palavra “mais” e da palavra “além”. Como dizia Ernest Hello, «se não existisse a palavra exagero, o homem medíocre a inventaria»[4].

Como evitar essas duas doenças? Entre outras coisas, vendo se conseguimos dar uma resposta positiva (com a cabeça, o coração e as ações) às seguintes perguntas:

? Eu tenho “metas”, ou vou só no embalo; ou seja, proponho-me frequentemente modos concretos – claros e definidos ? de dar mais, de alegrar mais os outros, de ajudar mais, quebrando assim a rotina?

? Trato com Deus desse desejo de superação? Medito, rezo, leio livros de espiritualidade, procuro conselhos e experiências para sair do meu trilho monótono e renovar meus compromissos?

? Se me pedissem que escrevesse num papel os desafios de superação, que atualmente me proponho para dar um salto de qualidade, ou para superar uma crise, deixaria a folha em branco? Quantas linhas poderia preencher?

Quero terminar este capítulo pedindo-lhe que medite as palavras que Cristo utiliza para abrir a porta do Céu a uma alma que foi fiel até à morte. Muito bem, servo bom e fiel, já que foste fiel no pouco, eu te confiarei muito. Entra na alegria do teu Senhor! (Mt 25, 21).


[1] f. Cf. Paul Thureau-Dangin, Newman católico – A fidelidade na provação, Cultor de Livros, São Paulo  2014, pp. 58-59

[2] A constância, Ed. Quadrante, São Paulo 1989, p. 28

[3] Questões atuais do Cristianismo, 3ª ed. Quadrante, São Paulo 1986, n. 91

[4] E. Hello, L’homme, Ed. Perrin, Paris 1911, p. 60

(Pe. Faus)

A capacidade do perdão.

Por | DESTAQUES

Paz de Cristo.

Estava refletindo hoje sobre a “capacidade de perdoar”. Será que a tenho e a experimento?

O Senhor coloca em meu coração um entendimento. Que é preciso em nossa história, navegar e procurar os “momentos” que ficaram ainda sem um perdão verdadeiro. Acredito que existem casos que por nós mesmos não teríamos capacidade de perdoar, mas a graça do Senhor pode chegar lá e nos ajudar, nos capacitar.

Isso é muito importante. Pois com certeza seremos tentados a usar destas lembranças, na atualidade ou no futuro, para “justificar” algo ou ações contra alguém.

Creio que por isso o Senhor deixou esta ordem na palavra: “Não até sete, mas até setenta vezes sete” Mt 18, 22b. A falta de perdão nos limita, paralisa, estabiliza no sentido de crescimento. Perdoar mesmo é lembrar sem dor, é dar a si mesmo a capacidade de tentar novamente, ajudar de novo e de novo…

A falta de perdão e aceitação dos fatos em nossa história nos tornam por vezes vingativos. Por exemplo: “por que você fez isso, não o ajudarei nunca mais…” “porque me fez isso, farei o mesmo contigo” “por conta disso não farei mais nada na comunidade” Etc.. Usar sempre das lembranças para “não fazer”, não participar, não ajudar…

Como que quiséssemos provar algo a alguém ou a nós mesmos, talvez provar que somos fortes o suficiente. Isso é triste, pois limita nossa capacidade de ser feliz. Sim, a capacidade de perdoar é propriedade dos fortes. Os fracos jamais perdoam. Eles são tão fracos que fingem perdoar para parecerem fortes e dignos do perdão de Deus.

Se eu não pedir e tiver a capacidade de perdoar, como vou querer a e experimentar a misericórdia de Deus em minha vida?

O perdão é essencial para o equilíbrio e para o bem estar psíquico de cada pessoa. Experimente pedir a Deus essa graça e seja livre. Não se sentirá mais diminuído e diminuindo, não viverá se comparando ou lastimando o que perdeu.

Seja livre em Cristo. Perdoe e peça perdão.

Prof viagra online uk cheap. Daniel Oliveira


Veja abaixo um outro artigo Interessante do Blog jrmcoaching

Saber perdoar o outro é a chave para aprender a perdoar a si mesmo também

Perdoar é o processo mental ou espiritual de cessar o sentimento de ressentimento ou raiva contra outra pessoa ou contra si mesmo, decorrente de uma ofensa percebida, diferenças, erros ou fracassos, ou cessar a exigência de castigo ou restituição.

O perdão pode ser considerado simplesmente em termos dos sentimentos da pessoa que perdoa, ou em termos do relacionamento entre o que perdoa e a pessoa perdoada. É normalmente concedido sem qualquer expectativa de compensação, e pode ocorrer sem que o perdoado tome conhecimento (por exemplo, uma pessoa pode perdoar outra pessoa que está morta ou que não se vê há muito tempo).

BENEFÍCIOS DO PERDÃO

  • Indivíduos que buscam o perdão e perdoam têm uma vida mais equilibrada e saudável.
  • Perdão pode ser considerado uma forma específica de misericórdia, pois envolve bondade, compaixão ou in­dulgência para com o outro.
  • Perdoar-se fortalece a autoestima, alimenta a autoconfiança e o equilíbrio emocional dos indivíduos.
  • Exercitar o perdão é uma forma de curar mágoas, ressentimentos e projetar o futuro.

O QUE PERDOAR SIGNIFICA SOBRE O INDIVÍDUO?

Que esta pessoa considera o perdão uma força essencial em sua vida e uma forma de libertar a si e ao outro de uma dor causada por erros passados. Antes de conceder seu perdão busca sempre fazer reflexões aprofundadas sobre o assunto ou dispor do auxílio de sua espiritualidade. Julga-se capaz não apenas de conceder o perdão, como também de arrepender-se de suas atitudes e perdoar a pessoa que tenha ofendido ou prejudicado de alguma forma.

Em outros casos, o perdão pode vir através da oferta de alguma forma de desculpa ou restituição, ou mesmo um justo pedido de perdão, dirigido ao ofendido, por acreditar que ele é capaz de perdoar.

REFLEXÕES IMPORTANTES SOBRE O PERDÃO

  • Com que frequência você concede ou pede perdão?
  • O que lhe faz crer que é uma pessoa misericordiosa?
  • Que fatores o motivam a perdoar alguém?
  • Ao conceder perdão qual a influência de sua espiritualidade?
  • Quais atitudes você considera imperdoáveis?
  • O que sente quando perdoa alguém?
  • E ao ter um pedido de perdão negado. Como você se sente?

UTILIZAÇÃO NEGATIVA DA FORÇA PERDÃO

Quando o indivíduo diz que perdoa uma pessoa por seu erro, mas o faz sem se sentir plenamente confiante que deveria tê-lo feito, está subutilizando esta força, pois na verdade ain­da não se sente pronto para perdoar.

Como consequência disso, mesmo tendo tido a intenção positiva de conciliar a situação, acaba realimentando a mágoa, prejudicando seu bem-estar e a relação com a pessoa que deveria ter sido perdoada e, na reali­dade, não foi.

DICAS DE COMO USAR O PERDOAR POSITIVAMENTE

  • Só peça perdão se realmente estiver arrependido do seu erro.
  • Só conceda o perdão a uma pessoa se, íntima e verdadei­ramente, você já a tiver perdoado por completo.
  • Jamais use perdão para abusar emocionalmente de uma pessoa.
  • Use o perdão para libertar a si e o outro do sofrimento, e nunca para obter vantagens.
  • Liste as pessoas a quem você acha que deve pedir perdão, amadureça a ideia de fazer isso e peça perdão realmente.

7 sinais de pessoas com “depressão escondida”

Por | DESTAQUES

Fique atento: alguém da sua família (ou você mesmo) pode estar ocultando a depressão – ou nem sequer sabe que tem a doença

Existem pessoas que vão levando a vida com “depressão mascarada” ou “escondida“: elas tentam ocultar a sua depressão diante dos outros ou nem sequer sabem (ou não querem admitir para si mesmas) que têm depressão.

Isto acontece porque ainda existem, entre as pessoas, entendimentos vagos ou equivocados sobre esta doença de sintomas complexos, que variam de indivíduo para indivíduo: nem sempre é fácil identificar a presença da depressão em familiares, amigos, colegas ou até em nós próprios. O desconhecimento e os preconceitos a respeito da depressão estão diminuindo, é verdade, mas, mesmo assim, continuam sendo bastante frequentes.

No entanto, até nos casos em que o sofrimento parece “invisível”, ele deixa “sinais” que podemos captar se estivermos atentos.

E estes são 7 sinais de que uma pessoa pode estar sofrendo de “depressão escondida”:

1. A pessoa deprimida pode nem parecer deprimida, mas está constantemente cansada

Muita gente pensa que as pessoas com depressão não querem sair do quarto, ficam desleixadas e andam sempre tristes. Mas a depressão não tem os mesmos sintomas em todas as pessoas. Muitos doentes conseguem demonstrar uma aparência de boa saúde mental, mas, por baixo desse verniz, estão exaustos. De fato, um efeito bastante comum da depressão é um permanente cansaço – e, se o doente não foi diagnosticado adequadamente, nem ele sabe que a causa desse cansaço é a depressão. Talvez ele pense que está apenas com acúmulo de trabalho, ou se culpe por uma suposta preguiça, ou ache que está com “fraqueza”. Um diagnóstico sério é fundamental para dar início à solução deste quadro depressivo.

2. A pessoa deprimida pode se irritar com facilidade

Ainda é comum a ideia de que uma pessoa com depressão seja quieta, amuada, apática. Por isso, muita gente não imagina que a pessoa deprimida pode ficar bastante irritadiça. Mas ela pode; aliás, isso ocorre com frequência, já que ela precisa continuar lidando com as responsabilidades do cotidiano apesar da falta de energias, o que é bastante esgotador. Como o mundo inteiro parece mais acelerado e impaciente hoje em dia, é comum que as pessoas não interpretem essa irritabilidade como sintoma da depressão. E é por isso mesmo que é necessário ficar atento: a irritabilidade pode ser, sim, um sintoma da doença.

3. A pessoa deprimida pode parecer indiferente ao afeto dos outros

O indivíduo com depressão nem sempre se sente triste: muitas vezes, ele simplesmente não sente nada. São relativamente comuns os relatos de pacientes que se sentem frios, indiferentes, “entorpecidos”, e, nesse quadro, eles não reagem a palavras e atos de carinho. Este é outro sinal que pede atenção.

4. A pessoa deprimida pode abandonar atividades que antes gostava de fazer

O desinteresse por atividades antes prazerosas é um indicativo frequente da depressão, já que a doença esgota as energias físicas e mentais, reduzindo drasticamente a capacidade de sentir satisfação. Se não houver explicação plausível para o desinteresse crescente da pessoa por atividades das quais ela gostava, este mesmo fato pode ser um importante sintoma da depressão.

5. A pessoa deprimida pode assumir hábitos alimentares prejudiciais

A alteração dos hábitos alimentares pode ser um efeito colateral do descuido com a própria vida ou até uma tentativa de lidar com a doença: pode ser que o excesso de comida seja uma forma de tentar sentir algum prazer, por exemplo, ou que a perda de apetite seja um indicativo de que até o ato de comer já se tornou insípido e pesado. É comum achar que os maus hábitos alimentares de alguém se devam a mera falta de disciplina, mas eles também podem ser sinais relevantes de depressão clínica.

6. A pessoa deprimida pode se sentir pressionada ou exigida além das suas forças

Uma pessoa com depressão não tem as mesmas disposições de quem está mental e fisicamente sadio. Exigir o que ela não é capaz de fazer só serve para piorar o seu quadro, porque tanto pode perturbá-la e frustrá-la quanto deixá-la envergonhada e magoada. Se é sempre importante ser paciente e compreensivo com todas as pessoas no dia-a-dia, é mais importante ainda ter a sensibilidade de manter a paciência e a compreensão com as pessoas que enfrentam o peso da depressão: elas realmente não conseguem fazer as coisas com a mesma disposição de quem não sofre a doença. Não é frescura! É doença e requer tratamento – e muita paciência.

7. A pessoa deprimida pode oscilar de humor aleatoriamente

A depressão pode ser cheia de altos e baixos, alternando “dias bons” e “dias ruins” sem muita lógica aparente. Geralmente, não se percebe uma motivação específica para as variações de humor: elas podem ser apenas uma forma de manifestação da depressão. É importante prestar especial atenção à falsa impressão de que a pessoa está curada quando passa por uma série de “dias bons”: na verdade, o quadro poderá mudar de repente, reforçando a necessidade de ajuda especializada.

O que fazer se eu me identifiquei com esses sintomas?

Se você identificou esses sintomas em si mesmo ou em alguém que você conhece e concluiu que pode estar com depressão, não se assuste: a depressão é bastante comum em nossa sociedade e é perfeitamente tratável. Não se automedique: é fundamental procurar orientação médica especializada e responsável para que o tratamento seja um sucesso. Experimente consultar um psicólogo para compreender melhor o que está acontecendo; se for necessário, ele encaminhará você a um psiquiatra, que é o médico especializado nos tratamentos com medicação apropriada para reequilibrar o funcionamento do seu sistema nervoso. Junto com o tratamento, alimente a sua mente e a sua alma com motivação e fé, consciente de que essa perda de energias pode ser superada. A sua determinação de vencer e fazer o tratamento com empenho, mesmo que não sinta vontade para nada, é essencial para derrotar a depressão!

Por que maio é o Mês de Maria?

Por | PALAVRA DA IGREJA

Uma pergunta que todo católico deveria saber responder

Durante vários séculos a Igreja Católica dedicou todo o mês de maio para honrar a Virgem Maria, Mãe de Deus. A seguir, explicamos o porquê.

A tradição surgiu na antiga Grécia. O mês de maio era dedicado a Artemisa, deusa da fecundidade. Algo semelhante ocorreu na antiga Roma, pois maio era dedicado a Flora, deusa da vegetação. Naquela época, celebravam os ‘ludi florals’ (jogos florais) no fim do mês de abril e pediam sua intercessão.

Na época medieval abundaram costumes similares, tudo centrado na chegada do bom clima e o afastamento do inverno. O dia 1º de maio era considerado como o apogeu da primavera.

Durante este período, antes do século XII, entrou em vigor a tradição de Tricesimum ou “A devoção de trinta dias à Maria”. Estas celebrações aconteciam do dia 15 de agosto a 14 de setembro e ainda são comemoradas em alguns lugares.

A ideia de um mês dedicado especificamente a Maria remonta aos tempos barrocos – século XVII. Apesar de nem sempre ter sido celebrado em maio, o mês de Maria incluía trinta exercícios espirituais diários em homenagem à Mãe de Deus.

Foi nesta época que o mês de maio e de Maria combinaram, fazendo com que esta celebração conte com devoções especiais organizadas cada dia durante todo o mês. Este costume durou, sobretudo, durante o século XIX e é praticado até hoje.

As formas nas quais Maria é honrada em maio são tão variadas como as pessoas que a honram.

As paróquias costumam rezar no mês de maio uma oração diária do Terço e muitas preparam um altar especial com um quadro ou uma imagem de Maria. Além disso, trata-se de uma grande tradição a coroação de Nossa Senhora, um costume conhecido como Coroação de Maio.

Normalmente, a coroa é feita de lindas flores que representam a beleza e a virtude de Maria e também lembra que os fiéis devem se esforçar para imitar suas virtudes. Em algumas regiões, esta coroação acontece em uma grande celebração e, em geral, fora da Missa.

Entretanto, os altares e coroações neste mês não são apenas atividades “da paróquia”. Mas, o mesmo pode e deve ser feito nos lares, com o objetivo de participar mais plenamente na vida da Igreja.

Deve-se separar um lugar especial para Maria, não por ser uma tradição comemorada há muitos anos na Igreja ou pelas graças especiais que se pode alcançar, mas porque Maria é nossa Mãe, mãe de todo o mundo e porque se preocupa com todos nós, intercedendo inclusive nos assuntos menores.

Por isso, merece um mês inteiro para homenageá-la.

O que os homens não devem esperar das mulheres (e vice-versa)

Por | FORMAÇÕES

Cada um tem um jeito de ver a vida e modos diferentes de agir e de pensar, determinados por sua mais intrínseca natureza

Muitos dos problemas matrimoniais têm suas origens na baixa capacidade dos cônjuges de se compreenderem a partir da essência de cada um, pois os homens e as mulheres têm maneiras diferentes de ver a vida, de agir e de pensar. E tudo isso é determinado por sua mais intrínseca natureza.

Somos iguais em dignidade, mas complementares enquanto gênero. O homem tem coisas que a mulher não tem nem precisa ter, e vice-versa. No entanto, um dos erros mais comuns entre os casais é esperar que as mulheres reajam como se fossem homens, ou os homens como se fossem mulheres.

É sobre isso que autora de Amar sem sofrer, María Jesús Alava Reyes, falou ao diário ABC.es. Ela explica que, do ponto de vista da Psicologia, “ambas as posturas obedecem mais à área de desejo dos que a dos fatos; essas expectativas não têm nenhuma base científica, e suas probabilidades de ocorrer são mínimas”.

A especialista destaca que a mulher não deve cometer o erro de esperar que os homens:

– Saibam ouvi-las como suas amigas;

– Não se adiantem, deem solução ou ofereçam conselhos sem que alguém os peça;

– Tenham sensibilidade parecida com a delas e deem importância às coisas que são fundamentais para as mulheres;

– Foquem nos detalhes, lembrem-se de datas e as surpreendam com propostas criativas;

– Sejam capazes de não ficar apenas na literalidade das palavras que as mulheres dizem e saibam captar as emoções que se refletem na comunicação verbal feminina;

– Não interrompam a mulher quando ela está falando;

– Não reajam mal quando estão fazendo alguma coisa e as mulheres pedem ajuda para uma tarefa específica do lar.

Da mesma forma, os homens não devem cometer o erro de esperar que as mulheres:

– Sejam concretas quando falam, não se percam nos detalhes e não deem rodeios para dizer o que querem;

– Façam as coisas separadamente, já que a natureza delas lhes permite realizar várias tarefas de uma só vez, com a maior espontaneidade e eficácia;

– Saibam que eles não são bons ouvintes e que não queiram falar com eles quando chegarem em casa;

– Deixem de ser românticas e se tornem pragmáticas nas relações afetivas.

Tudo isso não quer dizer que cada um pode se desculpar por sua natureza para não melhorar certos aspectos. Pelo contrário, é importante conhecer as características de homens e mulheres para que não sejam criadas falsas expectativas e para que cada um entenda melhor as reações do cônjuge diante de situações pontuais.

Conselhos para os cônjuges

O homem é pragmático, precisa resolver problemas e não tem necessidade de se expressar, mas também necessita ser valorizado e aceito. A mulher precisa validar seus sentimentos, ser ouvida e fica incomodada quando não pode se expressar. Ninguém é melhor ou pior do que ninguém. São diferentes, maravilhosamente contrários.

Se entendermos esta diferença entre homem e mulher, encontraremos a razão de muitas das reações dos casais em momentos de conflitos no casamento. A autora Nelly Rojas escreveu uma série de sugestões para homens e mulheres casados:

Para o homem: escute a mulher, abrace-a em silêncio, validando os sentimentos dela. Validar não é concordar; é aceitar a diferença. Não a ignore nem a critique. Lembre-se de que a mulher fala de seus problemas para se aproximar, não para obter soluções nem para culpá-lo. Trabalhe com a expectativa de compartilhar o poder e o controle.

Para a mulher: apoie o homem, sem criticá-lo. Não seja a mãe dele, ao querer mudá-lo. Lembre-se de que ele se sente culpado quando você fala de seus problemas. Coloque limites, porque, desta forma, ele se sente estimulado a se dar mais e a mudar suas condutas. Expresse os sentimentos que você tem de forma assertiva, ou seja, sem “indiretas”. Trabalhe para melhorar a sua autoestima.

Artigo originalmente publicado por lafamilia.info

Roteiro – Ira – Mansidão – 08 a 14 de Maio

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe do Grupo Parusia de Oração!

(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 08 a 14 de maio

Novo Livreto de Musicas para Célula – Musicas para Célula Livreto

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Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: LIVRETO DE BOAS VINDAS

Bispos Eméritos são recordados em missa da Conferência da CNBB

Por | PALAVRA DA IGREJA

Abrindo mais um dia de trabalho da 55ª Conferência dos Bispos do Brasil, na manhã desta sexta-feira, (28/04), tivemos a celebração da santa missa no Santuário de Aparecida, onde Dom Luis Soares Vieira, Arcebispo Emérito de Manaus nos ensino que “Não podemos nunca sair de uma celebração do mesmo jeito que entramos. O bispo emérito é uma bênção na Igreja. Somos mais de 170 bispos eméritos, temos no coração a nossa diocese da qual fomos bispos diocesanos; temos todo o Regional, toda a Igreja no Brasil e toda a humanidade pela qual nós somos convidados a interceder a Deus. Alguns bispos eméritos estão trabalhando muito mais do que antes, inclusive, sem ter aquelas tarefas do governo diocesano. Ele também fez um pedido. “Peço licença e olhando para Nossa Senhora Aparecida, queremos pedir por nosso Papa Francisco que o proteja em sua viagem ao Egito, onde muitas pessoas foram assassinadas por serem católicos. Mãezinha querida abençoe todo o episcopado, os bispos eméritos e que todos entendam a importância de um bispo emérito no Brasil”.

Fonte: https://diocesesa.org.br