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3 razões pelas quais, muitas vezes, Deus “demora” para atender nossas preces

Por | FORMAÇÕES

“…em geral, quanto mais preciosa a graça, mais tempo levará Ele para concedê-la a nós”

Uma pergunta recorrente: por que, tantas vezes, Deus “demora” para nos atender?

São Luis Maria Grignion de Montfort nos dá uma resposta em sua obra “O Segredo do Rosário“:

Não basta pedir a Deus certas graças para um mês, ou um ano, ou mesmo vinte anos. Não podemos nos cansar de pedir. Devemos ser constantes no pedir até o momento de nossa morte, e mesmo nesta oração que mostra nossa confiança em Deus, nós devemos unir o pensamento sobre a morte com o da perseverança e dizer: “Ainda que ele me matasse, nele esperarei” (Jó 13,15) e confiarei n’Ele para me dar tudo que necessito.

Os ricos e proeminentes do Mundo mostram sua generosidade através da percepção do que as pessoas estão necessitando e assim concedem-lhes o que precisam, mesmo antes que eles o peçam. Por outro lado, a generosidade divina é mostrada quando Ele nos faz procurar e pedir, durante longo período de tempo, a graça que Ele deseja nos dar e, em geral, quanto mais preciosa a graça, mais tempo levará Ele para concedê-la a nós.

Há três razões para isto:

1- A fim de poder aumentá-la;

2- A fim de que aquele que a recebe possa apreciá-la mais;

3- A fim de que aquele que a recebe ponha muito cuidado em não perdê-la, pois as pessoas não apreciam as coisas que se podem obter com facilidade e pouco esforço.

Perseverem, pois, queridos confrades do Rosário, em pedir a Deus Todo-Poderoso por todas as suas necessidades, ambas espirituais e corporais, através do Santíssimo Rosário. A maioria de vocês deve pedir à Divina Sabedoria qual seja o Tesouro infinito: “a sabedoria é um tesouro infinito” (Sb 7,14) e não se pode ter dúvida alguma que mais cedo ou mais tarde você o receberá, conquanto que não deixe de pedi-lo e não desanime no meio do caminho. “Porque te resta um longo caminho” (3 Rs 19,7). Isto quer dizer que resta ainda um longo caminho a percorrer, com muitas tempestades pela frente, dificuldades a serem superadas e muito a conquistar antes de se ter ajuntado bastantes tesouros para a eternidade, bastante Pai-Nossos e Ave-Marias com os quais você ganhará a sua entrada ao Céu e adquirirá a bela coroa que está à espera de cada membro fiel.

Saiba como Satanás seduz as almas e como se proteger dele

Por | - ULTIMAS, FORMAÇÕES

Ele começa fazendo as coisas contrárias a Deus parecerem boas e inofensivas

“O grande truque do diabo é fazer-nos pensar que ele não existe”.Estas não são as palavras de um teólogo, nem mesmo de um santo: foram escritas pelo poeta francês Charles Baudelaire. A presença silenciosa, mas ativa de Satanás é como um câncer não detectado que, de uma forma desonesta e não percebida, corrompe um corpo e se instala em tantos órgãos quanto possível através de uma metástase letal.

Pe. Paolo Morocutti sabe muito bem disso. Ele é um exorcista da Diocese de Palestrina, uma das dioceses periféricas de Roma. Também é membro da AIE (Associação Internacional de Exorcistas, abreviado de seu nome em italiano) e professor de vários cursos para exorcistas.

Muitas pessoas gostariam de conhecer um exorcista para que pudessem aprender mais sobre o diabo. Aqui está um pouco do que aprendemos quando conversamos com o Pe. Marocutti.

Alguns teólogos são da opinião de que os exorcismos bíblicos – incluindo aqueles realizados por Jesus – foram simplesmente curas de doenças que, naquela época, eram consideradas influências espirituais. O que o senhor pensa sobre esse assunto?

Na verdade, essa questão foi resolvida há muito tempo. Acima de tudo, é uma questão de honestidade intelectual. A exegese bíblica cuidadosa e a teologia séria reconhecem claramente a diferença entre a forma como Cristo lida com pessoas doentes e a maneira como ele trata as pessoas possuídas nos Evangelhos. Ele usa duas abordagens totalmente diferentes.

O Catecismo da Igreja Católica contém um ensinamento claro sobre este assunto, e nenhum bom católico pode deixá-lo de lado. Finalmente, gostaria de me referir aos ensinamentos dos santos, que, com a vida de união com Cristo que viveram dentro da Igreja, confirmaram o Magistério de forma clara e inequivocamente.

Algumas pessoas defendem a extinção do ministério dos exorcistas, porque consideram que é uma usurpação do trabalho dos psicólogos. Como o senhor enxerga isso?

Eu leciono Psicologia Geral (na Faculdade de Medicina) e Cirurgia (na Universidade Católica do Sagrado Coração), e entendo bem a diferença entre as duas disciplinas. De acordo com a antropologia cristã, os seres humanos são sempre e em todos os lugares entendidos a partir de uma perspectiva integral e unida. As duas disciplinas não estão, de fato, em competição. Em vez disso, elas estão intimamente conectadas. Uma pessoa espiritualmente perturbada quase sempre precisa de apoio humano qualificado para interpretar a situação e avançar pacificamente. Quando o espírito é afetado, a carne também é afetada e vice-versa. O problema surge quando a Psicologia, especialmente a Psicoterapia, constrói suas convicções sobre conceitos antropológicos improváveis ou sobre os que estão longe do humanismo cristão.  Nesse caso, podem surgir dicotomias perigosas – ou, pelo menos, inconvenientes.

Quais os critérios usados para diferenciar casos psicológicos dos espirituais?

A sabedoria da Igreja, desenvolvida ao longo de milhares de anos através da formação de livros litúrgicos – que, entre outras coisas, faz parte do magistério oficial para nós católicos – estabelece um procedimento através do qual um sacerdote exorcista pode reconhecer o trabalho e a presença do diabo. Penso que é útil mencionar que, na última versão do rito, o exorcista é convidado a utilizar a ciência médica e psicológica para discernir melhor. Além disso, o rito indica como critério para reconhecera presença do maligno: falar línguas desconhecidas, saber ou revelar coisas escondidas e demonstrar força desproporcional à idade e ao estado natural do sujeito. Esses não são critérios absolutos; são sinais que, se identificados dentro de um quadro geral com atenção aos detalhes, podem ajudar muito um exorcista. É necessário dedicar muito tempo a ouvir a pessoa e fazer uma análise atenta do comportamento e hábitos de vida do sujeito. É importante concentrar-se mais na sua vida moral do que nos sinais, embora este último possa ser sempre uma grande ajuda.

Quais são os principais canais através dos quais a obsessão demoníaca ou a possessão podem surgir?

O canal principal é, definitivamente, o pecado – em particular, um estado de pecado grave, vivido deliberadamente e sem arrependimento. Essa condição geralmente expõe a alma à ação do diabo.

Além disso, os principais canais de ação de Satanás são: o esoterismo, a feitiçaria, o seguimento mais ou menos consciente de práticas filosóficas inspiradas nas religiões orientais ou, de alguma forma, incompatíveis com uma visão antropológica cristã e, finalmente, participação em grupos abertamente satânicos.

Frequentemente, essas realidades estão escondidas por ideologias aparentemente inócuas. Devemos ser cautelosos. Satanás nos seduz com falsa beleza, fazendo com que as coisas contrárias a Deus pareçam boas e inofensivas.

Ainda assim, no centro do processo de discernimento está sempre a ação moral de uma pessoa. Se uma pessoa age com retidão moral e permanece em estado de graça, buscando a verdade, é improvável que ele ou ela seja objeto de ação extraordinária do maligno. Obviamente, a vida de certos santos é uma exceção. Em alguns casos, devido à permissão especial de Deus, eles até experimentaram o combate com o diabo de maneira sangrenta.

O que o senhor aprendeu de positivo ao exercer este ministério que poderia deixar como lição e conselhos para nossos leitores?

Que o amor de Jesus Cristo por nossas almas é algo sério e que a alma deve ser protegida em um estado de graça, como o presente mais belo e sublime que Deus nos deu. Hoje, a sensação de pecado está desaparecendo cada vez mais, devido a uma compreensão profundamente equivocada da misericórdia. Neste ministério, entendi claramente que a Eucaristia, o sacramento da Confissão e o nosso amor por Maria Santíssima são os meios mais confiáveis para caminharmos sempre na graça e na verdade – e para sempre podermos apreciar a doce presença de Jesus em nossas almas.

Não se precipite. O tempo de Deus é diferente do seu

Por | - ULTIMAS, FORMAÇÕES

O relógio de Deus não é igual ao nosso relógio, onde existem horas, minutos e segundos

Tempo… Quem o pode entender? Quem o pode controlar? Quem o pode discernir?

Existem dois tipos de relógios: o relógio terreno e o relógio celestial.

O relógio de Deus não é igual ao nosso relógio, onde existem horas, minutos e segundos. O famoso 24 horas por dia. O tempo de Deus não é o nosso tempo!

Por mais que Ele tenha dito um sim, é de extrema importância sabermos o tempo desse “sim” se cumprir; sabermos o tempo certo de agir, pois não adianta fazermos determinada coisa de forma correta, mas no tempo errado.

E isso nos confunde demais, pois somos profundamente ligados ao nosso tempo terreno, ou seja, segundo nossas vontades, porém o relógio de Deus é celestial.

O que quero dizer é que nos importa saber além da vontade de Deus e Suas respostas, é sabermos o tempo certo em que as coisas devem acontecer. Sabermos se é chegado o tempo ou se é necessário esperar, aguardar para agir, cumprir o SIM de Deus.

Mediante a isso, me veio a mente uma passagem bíblica quando ainda o rei Saul reinava sobre Israel… Saul, quando estava para travar uma guerra, o profeta Samuel pediu para ele aguardar 7 dias e o esperasse para que ele realizasse o sacrifício e então pudesse ir à guerra.

Saul, tomado pela ansiedade, desobedeceu e não esperou Samuel, o profeta. Chegado o sétimo dia, viu que o momento da guerra se aproximava e o profeta Samuel não chegava, então decidiu realizar o sacrifício.

Saul desobedeceu o tempo celestial, mas obedeceu o tempo terreno. Como assim? Quando li a história, pude ver que Saul fez o sacrifício exatamente no sétimo dia (tempo terreno), porém sem a presença do profeta, como ele havia ordenado (tempo celestial).

Ele esperou os 7 dias contados por ele, segundo o relógio dele, mas não esperou o tempo de Deus e por isso Deus tirou o reinado de Israel das mãos dele.

Deus havia falado que Saul iria vencer a guerra se esperasse o tempo que Ele determinou através do profeta. Saul já tinha o SIM de Deus, embora tendo feito a coisa certa, o sacrifício, não obedeceu o tempo certo.

Há tempo para todas as coisas, já dizia o grande sábio Salomão. E até mesmo quando recebemos um SIM de Deus é necessário sabermos o tempo em que ele deve se cumprir.

(via NamOrei)

Roteiro – Conhecendo Jesus – Apresentai-vos ao Senhor – 20 a 26 de Agosto

Por | - ULTIMAS, ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 20 a 26 de agosto

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10 formas como o diabo está se metendo em sua vida e você talvez não saiba

Por | - ULTIMAS

Você acha que o diabo só entra na vida de uma pessoa através da possessão? Isso não é verdade. O inimigo também usa outras formas que podem passar despercebidas

Você acha que o diabo só entra na vida de uma pessoa através da possessão? Isso não é verdade. O inimigo também usa outras formas que podem passar despercebidas.

As frases “não é para tanto” ou “você está exagerando” são algo que Satanás gosta de escutar. Ele gosta que as pessoas não descubram as suas armadilhas, muitas vezes escondidas em coisas aparentemente agradáveis.

Por isso, apresentamos uma lista de 10 formas através das quais Satanás poderia estar entrando na sua vida e que talvez você não saiba, porque as considera “algo normal” ou inofensivo.

1. Os horóscopos

Você pode encontrá-los nos jornais e nas revistas. Todos os dias asseguram que te dizem o que acontecerá na tua vida de acordo com o teu “signo do zodíaco” e muitas pessoas o consultam todos os dias, e acreditam em suas “previsões”.

Entretanto, não é correto fazer isso porque os horóscopos afirmam ter o poder de conhecer o futuro, algo que só pertence a Deus.

Por isso, acreditar nos horóscopos é contra o primeiro mandamento: “Amarás a Deus sobre todas as coisas”, porque não está confiando n’Ele nem nos planos maravilhosos que tem para cada um dos seus filhos.

2. Os médiuns

Os médiuns são pessoas que afirmam ter o dom da “clarividência” e que através da sua sensibilidade paranormal podem servir como “mediadores” para comunicar-se com os espíritos ou inclusive manipular o mundo espiritual.

Devemos recordar que a Palavra de Deus condena a invocação dos mortos em Deuteronômio 18, 10-11 e em Isaías 19,3.

3. Acontecimento Paranormal

Ultimamente tornou-se popular visitar “casas assombradas”. Estima-se que nos Estados Unidos cerca de 1.200 casas assombradas ganham anualmente mais de 500 milhões de dólares, por permitir o uso a equipes paranormais a aspirantes a caçadores de fantasmas que zombam dos espíritos a fim de ter uma resposta.

Pe. Vincent Lampert, exorcista da diocese de Indianápolis (Estados Unidos), em certa ocasião explicou que alguns acontecimentos “paranormais” que ocorrem nas casas podem ser uma alma do purgatório que “está buscando orações e tentando chamar a atenção das pessoas”.

Quando isso acontecer, sugeriu começar a rezar e “se tudo se tranquilizar quando começamos a rezar, então isto prova que é uma alma do purgatório”. Mas, “se for o mal, as coisas se tornam mais turbulentas, porque um demônio é atormentado pela oração”.

4. Desejar que alguém vá para o inferno

É provável que todos nós já tenhamos ouvido alguém dizer que tal pessoa “queime no inferno” ou “vai para o inferno”. Por exemplo, as pessoas às quais se deseja isso costumam ser assassinos, abusadores de crianças ou alguém que fez algo muito ruim.

Mas é necessário refletir sobre isso. O demônio quer que as almas cheguem à eternidade no inferno. Embora esta pessoa seja horrível, nunca devemos desejar a condenação a ninguém, porque estamos nos colocando do lado de Satanás e enfrentando a vontade de Deus, que deseja que todos sejam salvos e estejam com Ele no Céu.

5. Superstições como “bater na madeira” ou “não passar embaixo de uma escada”

Há católicos que fazem isso. Por exemplo, quando jogam uma moeda na fonte para fazer um pedido, cruzam os dedos, evitam que um gato preto cruze o seu caminho, evitam deixar o sal cair etc.

Podem parecer coisas inofensivas – como ter amuletos da sorte ou pés de coelho –, mas, na verdade, você realmente está procurando poderes que não são de Deus. Em vez de bater na madeira ou fazer um pedido, faça uma oração.

6. Ler a palma da mão ou as cartas de tarô

Você pode encontrar na rua ou em lugares de adivinhação pessoas que leem a sua mão ou seu destino nas cartas de tarô. Ao ouvir suas previsões, você está deixando o demônio entrar em sua vida, porque tentam manipular o mundo conhecido ao aproveitar um poder que não é Deus.

E não se deixe enganar por alguém que quer ler a mão e usar uma cruz, um rosário ou carregar outro símbolo cristão.

7. Comprar produtos que “tenham poderes”

Com isso, referimo-nos aos cristais, às pedras ou óleos que são utilizados ??e vendidos por empresas que afirmam que têm poderes sobrenaturais.

Para um poder de verdade, converse com o Criador do Universo e receba dele as graças sobrenaturais através dos sacramentos.

8. Não perdoar

Jesus repetiu em diversas ocasiões sobre a importância de perdoar-nos uns aos outros. Isso não significa que você é obrigado a ser amigo desta pessoa.

Rezar por alguém e deixar ir embora o ressentimento e raiva com o auxílio de Deus ajuda a curar suas feridas. Não querer perdoar é apoiar o demônio e ir contra a vontade divina.

Leia também:

Os 7 passos do perdão

9. A pornografia

Inclusive dentro do matrimônio, a pornografia é uma forma de maldade que está profundamente enraizada na nossa cultura.

O Arcebispo de Pamplona e Tudela (Espanha), Dom Francisco Pérez, advertiu que “os frutos que provocam esta dependência são desastrosos e causam uma violência transbordante”.

Do mesmo modo, assegurou que “a pornografia mata o amor”, pois “estudos recentes descobriram que depois que um indivíduo foi exposto à pornografia, se qualificam a si mesmos com menos capacidade de amor do que aqueles indivíduos que não tiveram contato com a pornografia”.

10. Acreditar nas aparições condenadas pela Igreja

O ‘National Catholic Register’ recolheu em um artigo a explicação de Pe. Auguste Poulain, um teólogo que afirma que às vezes o diabo pode aproveitar as “revelações privadas” para “prender os católicos”.

“O demônio pode, por um ardil, fingir encorajá-los por algum tempo pelo bem e depois arrastar a sua vítima em exageros e extravagâncias. Sempre que o fim for ruim, a estrada que leva a isso importa muito pouco para ele”, indicou o sacerdote.

Por isso, é recomendável consultar as aparições aprovadas pela Igreja e procurar um sacerdote especialista em caso de ter algumas “visões”.

(via ACIdigital)

A armadilha do evangelho da prosperidade

Por | - ULTIMAS, FORMAÇÕES

Os resultados de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pela “LifeWay Research”

Deus nos ama. Além do mais, ele quer nos preencher com seus bens. A Bíblia ensina, e Jesus disse no Evangelho: “Eu lhes garanto: O que vocês pedirem a meu Pai em meu nome, ele vai lhes dar” (Jo 16,23). O problema é que em algumas denominações ou igrejas americanas (e não só), essa generosidade divina assumiu uma característica particular material e não escatológica, o que reduz Deus a um mero distribuidor de bens, como se fosse um cartão de crédito ilimitado.

“Um grupo significativo de igrejas parece para ensinar que as doações desencadeiam uma resposta financeira da parte de Deus”, diz o diretor executivo da  LifeWay Research, em Nashville, Tennessee, Scott McConnell, por ocasião da publicação dos resultados de uma pesquisa sobre o “Evangelho da prosperidade”, realizada de 22 a 30 de agosto de 2017 entre 1.010 americanos adultos que frequentam pelo menos uma vez por mês uma igreja protestante ou não denominacional.

Embora “vários líderes evangelistas de alto nível tenham condenado a doutrina do Evangelho da Prosperidade”, “muitas pessoas entre os fiéis abraçaram isso”, explica McConnell.

Deus abençoaria quem doa para igreja

38%, isto é, um em cada três fiéis, responderam estar de acordo com a afirmação da pesquisa de que “a igreja deles ensina que Deus os abençoará se eles derem mais dinheiro para sua igreja e para suas obras de caridade”. A este respeito, 22% disseram estar “bastante” de acordo, 16% disseram estar “fortemente” de acordo.

Mais propensos a concordar com a frase (53%) são pentecostais, ou aqueles que frequentam as Assembleias de Deus (um movimento evangélico).

Embora quatro em cada dez participantes da pesquisa (40%) afirmaram estar “fortemente” em desacordo com o conteúdo da declaração e 17% disseram estar “bastante” em desacordo, apenas 5% disseram que não tinham certeza.

Prosperar em um nível financeiro

Mais de dois participantes em cada três, ou seja, 69%, disseram concordar com a afirmação de que Deus quer que eles “prosperem financeiramente”. Enquanto 31% disseram estar “bastante” de acordo, 38% disseram estar “fortemente” de acordo.

A esse respeito, 10% disseram que não tinham certeza, quase um em cada dez, 9% disseram que discordam fortemente da frase, com relação aos 12% que responderam com “discordo totalmente”. Isto implica que apenas um pouco mais de um em cada cinco, 21%, não concorda com a afirmação.

A pesquisa também mostra que os fiéis que frequentam sua congregação pelo menos uma vez por semana são mais propensos a pensar que Deus quer que eles prosperem financeiramente (71%), uma porcentagem que cai para 56% entre os que participam até duas vezes por mês em culto.

Para receber de Deus, algo deveria ser feito por Ele

Finalmente, quase um protestante praticante em cada quatro, ou seja, 26% declararam concordar com a afirmação de que para receber de Deus bênçãos materiais temos que fazer algo por Ele. 13% disseram estar “fortemente” de acordo e outros 13% “bastante” de acordo.

Por outro lado, 70% não concordam. Pelo contrário, 54% estão “fortemente” em desacordo, em comparação com 16% que estão “bastante” em desacordo. 5% disseram que não tinham certeza.

Os membros da comunidade afro-americana não hispânicos (44%) e hispânicos (34%) são aqueles mais susceptíveis a responder positivamente comparado aos brancos não hispânicos (17%) e outros grupos étnicos (16%), de acordo com a pesquisa.

O aviso da “Civiltà cattolica”

Em um artigo publicado em julho sob o título emblemático Teologia da prosperidade. O perigo de um “evangelho diferente” na prestigiosa revista  La Civiltà Cattolica, o jesuíta Antonio Spadaro e o pastor presbiteriano argentino Marcelo Figueroa analisaram as raízes e os riscos associados a esta corrente teológica, que atrai um número crescente de fiéis não só nos EUA, mas também em alguns países da América Latina, incluindo a Guatemala e em particular o Brasil, e até mesmo na África e na Ásia, onde se espalhou, por exemplo, na Coreia do Sul e até na China.

Como exemplo, os dois autores, que no verão passado assinaram um artigodivulgado na revista da Companhia de Jesus, mencionam a Miracle Center Cathedral na capital de Uganda, Kampala, resultado da pregação do Pastor Robert Kayanja, e a Igreja Universal do Reino de Deus, fundada em 1977 pelo pastor brasileiro Edir Macedo, dono da segunda emissora de televisão do país sul-americano, RecordTV, e do grupo de mídia Grupo Record.

As origens do “Evangelho da prosperidade”

Para Spadaro e Figueroa, as origens do atual “Evangelho da prosperidade” e sua promessa de bem-estar financeiro e material remontam aos EUA dos finais do século XIX e, sobretudo, ao pensamento do pastor nova-iorquino Esek William Kenyon, que “argumentou que através do poder da fé podem ser modificadas realidades materiais concretas”, não só para o bem, mas para o mal, no sentido de que a pobreza, a doença e a infelicidade eram o resultado direto da falta de fé.

Foi também fundamental a contribuição do pastor e “profeta” Kenneth Hagin, que apontou em dois versículos do Evangelho de Marcos o núcleo vital do que mais tarde se tornaria o “Evangelho da prosperidade”: “Eu lhes garanto: Se alguém disser a esta montanha: ‘Levante-se e atire-se no mar’, e não duvidar no coração, mas acreditar que se realiza aquilo que está dizendo, assim acontecerá. Portanto, eu lhes digo: Tudo o que vocês pedirem rezando, creiam que já o receberam, e assim acontecerá para vocês” (Mc 11,23-24).

Outros elementos que caracterizam a corrente são o vínculo – mesmo que distorcido – com a ideia do “sonho americano” ou American Dream, e também o uso de meios de comunicação para difundir a mensagem, um elemento que haviam intuído tanto Kenyon como Hagin e que encontra seu ponto culminante no fenômeno “televangelista” (televangelismo é o uso da televisão para transmitir a fé cristã para muitas pessoas) como Oral Roberts, Pat Robertson e Joel Osteen, fundador da maior Megachurch ou mega-igreja dos Estados Unidos, a Lakewood Church, em Houston, Texas.

Um Evangelho distorcido

Em seu ensaio, o jesuíta e o pastor presbiteriano lembram que o “Evangelho da prosperidade” não só está longe da mensagem e “sonho” pregado por figuras proféticas, como Martin Luther King [1], mas que também foi fortemente criticado “por setores evangélicos, tanto tradicionais […] quanto mais recentes”, acusando a corrente de anunciar “um evangelho diferente”.

Na verdade, como explicam Spadaro e Figueroa, a corrente teológica do “Evangelho da prosperidade” é resultado de uma “hermenêutica reducionista”, que subestima, por exemplo, o papel de Deus Pai a uma espécie de “botões cósmicos” e também “prisioneiro” de Sua própria palavra.

Além disso, os autores sublinham que, por parte dos fiéis destas igrejas, há “uma total falta de empatia e solidariedade” para com aqueles que sofrem, que estão doentes ou têm dificuldades. “Não há compaixão pelas pessoas que não podem prosperar – eles observam – porque elas claramente não seguiram as ‘normas’ e, portanto, vivem no fracasso e não são amadas, portanto, por Deus”.

O verdadeiro Evangelho é um  fator de mudança real

“Em resumo, aqui se fala de um deus concebido à imagem e semelhança das pessoas e de suas realidades, e não de acordo com o modelo bíblico”, continuam Spadaro e Figueroa. “Esse ‘evangelho’, que coloca a ênfase na fé como ‘mérito’ para subir na escala social, é injusto e radicalmente anti-evangélico” e também tem um “efeito perverso sobre as pessoas pobres”, advertem.

“Não só exacerba o individualismo e apaga o sentimento de solidariedade, mas empurra as pessoas a ter uma atitude milagrosa, pela qual só a fé pode procurar prosperidade, e não o compromisso social e político”, escrevem os autores, que advertem neste contexto do risco de que os pobres fascinados por este novo evangelho permaneçam “emaranhados em um vácuo político-social que permite facilmente a outras forças que incorporem seu mundo, tornando-os inofensivos e indefesos”.

O Papa Francisco alertou várias vezes contra os perigos da “tentação da prosperidade”, lembram os autores no final do seu ensaio, como por ocasião de seu encontro com os bispos da Coreia do Sul, em agosto de 2014, quando advertiu aos prelados sobre o risco de “uma igreja próspera e para os abastados, uma igreja de bem-estar”. De fato, um evangelho onde não há lugar para os pobres e os doentes, que tipo de evangelho é?

[1] Suas palavras I have a dream (“Eu tenho um sonho”) são famosas, pronunciadas em 28 de agosto de 1963,  diante do Lincoln Memorial, em Washington, no final de uma marcha de protesto pelos direitos civis.

Roteiro – Sabedoria de Deus para nossas famílias – 13 a 19 de Agosto

Por | - ULTIMAS, ROTEIRO DAS CÉLULAS

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ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 13 a 19 de agosto

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O aborto é, cientificamente, indefensável

Por | - ULTIMAS, NOTÍCIAS

Sim, há, de modo inegável, uma nova vida humana desde a concepção

Ao estudar, com vivo interesse, Medicina e Bioética não se pode deixar de constatar que o aborto é, cientificamente, indefensável. Quem o defende, parece fazê-lo muito mais por razões ideológicas que científicas.

Não é necessário grande esforço para saber que seria ilógico, por exemplo, definir uma casa como mero aglomerado desordenado de tijolos. Ora, também é absurdo determinar o ser humano, em seus primeiros dias de vida (sim, há, de modo inegável, uma nova vida humana desde a concepção), como simples acúmulo de células que pode ser descartado qual dejeto qualquer. E por que afirmamos isso?

Por saber, com certeza científica, que da fusão – na fertilização – dos 23 cromossomos masculinos trazidos pelo espermatozoide e dos 23 femininos contidos no óvulo surge um novo ser vivo diferente do pai e da mãe. Cada um de nós começou a vida, portanto, como uma simples célula chamada zigoto, que tem três principais propriedades.

A primeira é a coordenação. O desenvolvimento da nova vida trazida no ventre materno, em seus primeiros dias, é um processo complexo e belo que apresenta, sem dúvida alguma, a rigorosa unidade do novo ser humano, pois há nele ordenada sequência e coordenada interação de atividades moleculares e celulares sob controle do novo genoma – termo criado, em 1920, por Hans Winkler. Sim, os genes reguladores presentes nesse código genético asseguram o tempo exato, o lugar preciso e a especificidade dos eventos de modelagem do novo vivente. Daqui, se conclui que o embrião é, mesmo em seus 14 primeiros dias, um indivíduo real no qual cada célula individual está integrada em um único processo demonstrador da existência de um novo ser vivo e autônomo.

A segunda é a continuidade. De fato, não há ruptura, mas uma sequência bem sistemática no novo ser humano em desenvolvimento a partir da fusão do espermatozoide e do óvulo (a singamia). O zigoto é, portanto, o princípio de um novo organismo em seu contínuo (e jamais interrompido) ciclo vital, de modo a não existir aí uma fase mais importante que outra, pois todas elas são parte de um processo ininterrupto. Se essa continuidade não ocorrer, o processo vital cessa. Desse modo, o que há são etapas de diferenciação – ininterruptas e progressivas – qualitativas e complexas, de um verdadeiro e único indivíduo humano. Indivíduo bem definido que será, logo, chamado de Maria, de Antônio, de Luan etc.

A terceira é a graduação. A forma final do novo ser humano concebido é atingida gradualmente como em toda reprodução sexuada ou gâmica. Portanto, também o ser humano começa seu ciclo vital como célula única que, desde o estado de zigoto, mantêm, de modo regular, um desenvolvimento permanente e bem orientado até sua forma final. Isso tudo – frisemos bem – não vem de fora, mas de dentro, ou seja, é uma virtualidade contida no próprio genoma a partir, é claro, da concepção. É científico e lógico afirmar, então, que cada ser humano tem, desde as primeiras horas, sua própria identidade, individualidade e unicidade que hão de acompanhá-lo para sempre.

Isso posto, não se entende bem porque alguns defendam existir vida apenas a partir do 14º dia quando já há as células cerebrais no novo ser humano. Aliás, por volta de 2006, um médico afirmava que alguém é dado como medicamente morto quando se constata nessa pessoa a cessação do sistema nervoso. Como até o 14º dia o nascituro não tem ainda sinais do sistema nervoso, então também não é vivo, concluía o médico.

Ora, essa afirmação, além de não considerar o que aqui expusemos, comete um grave erro de lógica filosófica. Sim, o moribundo não tem mais sinais do sistema nervoso, e o nascituro, antes de 14 dias, não tem ainda os referidos sinais, mas irá desenvolvê-los. Tal distinção é imprescindível, embora não pareça fazer diferença a quem prefira, na hora de defender o aborto, a mera ideologia à Ciência, à Lógica ou ao Juramento de Hipócrates, o pai da Medicina no Ocidente. Infelizmente!

Roteiro – Cerco de Jericó – 7º Dia – 06 a 12 de agosto

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Módulo 2 – Paróquia São Pedro – Teresópolis (RJ)

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Foi realizado nos dias 21 e 22 de Julho de 2018, na Paróquia São Pedro, em Teresópolis – RJ, o II Módulo do Ano para a Transição.

Com a participação dos paroquianos que são o grupo de arranque na Paróquia, Padre Ernande Nascimento criou nesta data 3 Células protótipos para iniciarem as reuniões, intercessão e formações com o compromisso de evangelização com as Células Paroquiais.

Este II Módulo também foi ministrado como um retiro, que propiciou muita fraternidade e oração.

Os participantes puderam tirar suas dúvidas em partilhas e dar passos efetivos agora com as células protótipos. Também traçaram planos de se reunir como lideres e para estudo das apostilas.

O Módulo foi ministrado pelos missionários Adir Magno, Consultor Católicos em Células de São Gonçalo – RJ e pelo Consultor Prof. Daniel Oliveira, fundador da Comunidade Fidelidade – SBC.

Glorifiquemos a Deus pela sua ação que envia Seu povo a evangelizar por todo o mundo e a toda criatura.

Daniel Tadeu de Oliveira
Moderador Geral – Comunidade Católica Fidelidade

Roteiro – Cerco de Jericó – 6º Dia – 30 de Julho a 05 de agosto

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Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 30 de julho a 05 agosto

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Líder, incentive e participe da Grande Célula e do Grupo Parusia de Oração!

ATENÇÃO! Toda 4ª Sexta Feira do mês as 20h00 – ESCOLA DE LÍDERES

Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: Livro de Boas Vindas para as Células

Livreto de Músicas: MUSICAS PARA CELULA LIVRETO

9º Encontro das famílias – 26 de agosto as 14h00 – Bom demais!!!

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Você e sua família estão convidados a participar desta tarde de cura e liberação para toda família. Com café da tarde, espiritualidade, ensino, espaço de brincadeiras para as crianças e muito mais.

Não deixe de vir com sua família e célula! Procure seu líder ou a comunidade para mais informações.

Contato WhatsApp: (11) 9.4594-3555

Células da Fidelidade: http://comunidadefidelidade.com/celulasfidelidade/