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Roteiro – Luxuria e Castidade – 15 a 21 de Maio

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe do Grupo Parusia de Oração!

(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 15 a 21 de maio

Novo Livreto de Musicas para Célula – Musicas para Célula Livreto

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Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

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As 2 doenças mortais da fidelidade

Por | DESTAQUES

Só a fidelidade que aprende a atravessar e superar as provações nos torna grandes, realizados e felizes

Não sei se você conhece a história de John Henry Newman, uma das personalidades intelectuais e espirituais mais elevadas da história moderna da Inglaterra. Não vou contar a sua biografia. Só resumirei trechos dela em largos traços.

Antes da sua conversão ao catolicismo em 1845, era uma figura de enorme relevo na Universidade de Oxford e na Igreja da Inglaterra: como intelectual, como mestre universitário, como finíssimo teólogo, como o mais amado pregador de Oxford (era presbítero anglicano), como um dos melhores escritores do seu tempo.

Para quem conheça um pouco de história, abandonar o anglicanismo e passar para o “papismo” era, na Inglaterra daquela época, condenar-se ao ostracismo. Teve de deixar Oxford (onde ainda era proibida a presença de católicos), largar seus meios de vida, perder a maioria dos seus amigos e cair na suspeição dos colegas e patrícios.

Foi bem acolhido entre os católicos? No começo, com grande alegria. Mas logo percebeu que não era compreendido. Suas intuições e planos – excelentes, e atualmente aplicados com grande eficácia – para o aprofundamento e a difusão da fé católica entre os intelectuais, criaram suspeições. Um a um, seus projetos cheios de zelo e sabedoria foram sendo sufocados. Também na Cúria romana havia autoridades (especialmente alguns prelados ingleses) que o olhavam com receio. Faz-me lembrar do que diziam a São Josemaria Escrivá personalidades da mesma Cúria, gente boníssima e bem-intencionada, quando ele postulava a aprovação pontifícia do Opus Dei: «É uma obra maravilhosa, mas chegou com um século de antecipação».

Tudo se esclareceu…, quando Newman já era um ancião santo e sofrido. O Papa Leão XIII alegrou-lhe o coração nomeando-o cardeal, a máxima honra que pode receber um sacerdote católico. Bento XVI elevou-o aos altares, beatificando-o no dia 19 de setembro de 2010 em Birmingham – onde passara os últimos anos de sua vida –, numa cerimônia que foi como que uma aclamação coletiva de todos os católicos da Inglaterra e do mundo ao Bem-aventurado John Henry Newman.

Como é que ele encarou os longos anos de incompreensão e de aparentes fracassos, um atrás do outro? Com fé e amor, sem julgar as pessoas que desconfiavam dele. Crescendo na oração e nas virtudes. Oferecendo o sofrimento. Tornando-se um santo. Vários dos antigos amigos sugeriam-lhe abandonar a Igreja católica e voltar ao anglicanismo. Um jornal chegou a anunciar isso como fato consumado. O santo homem reagiu, e publicou um escrito admirável, em que – entre outras coisas – diz:

«Minha fé na Igreja católica não foi abalada nem por um só instante desde que fui recebido em seu seio. Sustento e sempre sustentei que o Soberano Pontífice [o Papa] é o centro da Unidade e o Vigário de Cristo;  sempre tive e continuo tendo uma fé sem restrições em todos os artigos do seu Credo, uma suprema satisfação em seu culto, em sua disciplina, em seu ensinamento, e um ardente desejo, uma esperança contra toda a esperança de que os numerosos amigos que deixei no protestantismo virão um dia partilhar da minha felicidade (…). Retornar à Igreja da Inglaterra? Nunca! “A rede foi rompida e nós estamos livres”. Eu seria completamente louco (para usar um termo moderado) se, em minha velhice, deixasse a “terra onde correm leite e mel” e a trocasse pela cidade da confusão e a casa da escravidão»[1].

A alegria que nasce da fidelidade

Tomamos como paradigma um homem fiel à sua fé e à santa Igreja. A mesma “qualidade” deveriam ter todas as fidelidades da vida. Tanto a fidelidade de um casal a seu compromisso matrimonial, como a fidelidade de um cristão comprometido numa missão apostólica, como a fidelidade de um sacerdote ou religioso à sua vocação…

Falar de “compromisso”! Para muitos é quase um palavrão. Querem é ver-se livres de qualquer amarra, como folha à mercê de todos os ventos. Nada prometem a sério. Nada assumem a sério. O mundo parece estar cada vez mais infeccionado pela doença do provisório.

No entanto, só a fidelidade que aprende a atravessar e superar (não só a aguentar) as provações, nos torna grandes, realizados e felizes. Quem descarta a fidelidade como uma opressão da liberdade, vai morrer como aquele homem do Evangelho, que provocou as risadas do povo, porque principiou a edificar e não pôde terminar (Lc 14, 30). Será um frustrado que se jogou aos sopros variáveis da liberdade mal entendida e acabou caindo no nada.

Naturalmente, para poder saborear a alegria da fidelidade é preciso ter um ideal, um sentido para a vida, superior ao de ceder aos desejos momentâneos: um ideal que nos dê a força de enfrentar, de lutar, de superar; que não nos deixe limitados a reagir, reclamar e fugir.

Duas doenças mortais da fidelidade

            • A fidelidade condicionada

É a da pessoa que, no seus compromissos “vitais” (os que definem o sentido da vida), não sabe dizer um “sim” pleno, como o “faça-se” de Nossa Senhora (cf. Lc 1, 38).

Essas pessoas têm o “sim” poluído pelo “se”, pelo condicional: “Serei fiel, se não ficar difícil continuar, se não for “chato”, se não me cansar de viver com a mesma pessoa ou de fazer as mesmas coisas…”.

A incapacidade de decidir-se a assumir compromissos com fé e fortaleza explica a inconsistência de muitas vidas atuais. Para os egoístas, para os que não querem saber da grandeza do amor, a palavra “assumir” é substituída pela palavra “experimentar”: “Vou experimentar, vou ver se gosto, vou ver se não me canso, vou ver se dá… Se não der, largo tudo”

No livro O senhor dos Anéis, Tolkien coloca na boca de um dos personagens uma frase que deveríamos meditar: «Desleal é aquele que se despede quando o caminho escurece».

Quando escurece, quando as coisas se tornam difíceis, ou as circunstâncias ou as pessoas nos desnorteiam, em suma, quando surge uma crise, é então a hora em que Deus nos dá a oportunidade e a graça de “superar” aquilo e de “superar-nos” a nós mesmos.

Toda crise pode ser uma crise de crescimento (como a da adolescência), ou uma crise terminal (como a do paciente desenganado). O mal consiste em que quase todos encaram como terminais crises que, aos olhos de Deus, deveriam ser de crescimento. Deveriam ser uma fase decisiva da vida, em que aprendemos a despojar-nos da imaturidade, de egoísmos banais, de frivolidade; e vamos trocando esse entulho por virtudes que não tínhamos e agora podemos adquirir: desprendimento, humildade, fortaleza, prudência, doação… As crises são porta aberta para um amor maior, temperado na dor.

Quem não tentou fazer isso, não conhece a felicidade de ser fiel. São Paulo a experimentou de tal modo que, estando preso e a ponto de ser martirizado, escreveu na cadeia o que eu chamaria “o epitáfio feliz de uma vida realizada”: Chegou o tempo da minha partida. Combati o bom combate, terminei a corrida, fui fiel (2 Tm 4, 6-7).

Se a dificuldade, e concretamente o sacrifício que toda fidelidade exige, nos fazem vacilar, estamos à beira de enveredar pelo que Rafael Cifuentes chama “ vocação de vira-lata”[2], que é uma opção de vida extremamente perigosa.

A fidelidade de manutenção 

É  a fidelidade da pessoa que não abandona o barco, mas se limita a “ir tocando” a vida com rotina morna e apagada.

Alguns parecem fiéis por pura inércia. O marido e a mulher continuam juntos no lar, mas sem renovação de sentimentos e atitudes, sem diálogo fecundo e sem novas iniciativas. A alegria da vida familiar soa, para eles, a sonho ingênuo de lua de mel. Que diriam se ouvissem São Josemaria dizer-lhes, como repetia a casais de qualquer idade: «Vocês devem tratar-se como se sempre fossem noivos»?

«Não esqueçam –dizia-lhes ? que o segredo da felicidade conjugal está no cotidiano, não em sonhos. Está em encontrar a alegria escondida de chegarem ao lar; no relacionamento afetuoso com os filhos; no trabalho de todos os dias, em que toda a família colabora; no bom humor perante as dificuldades, que é preciso enfrentar com espírito esportivo»[3].

Coisas análogas deveriam dizer-se sobre a fidelidade de leigos, sacerdotes e religiosos à vocação e à missão divina com a qual se comprometeram.

A fidelidade de manutenção é, para os mornos, um mero vegetar acomodado. Esqueceram-se da palavra “mais” e da palavra “além”. Como dizia Ernest Hello, «se não existisse a palavra exagero, o homem medíocre a inventaria»[4].

Como evitar essas duas doenças? Entre outras coisas, vendo se conseguimos dar uma resposta positiva (com a cabeça, o coração e as ações) às seguintes perguntas:

? Eu tenho “metas”, ou vou só no embalo; ou seja, proponho-me frequentemente modos concretos – claros e definidos ? de dar mais, de alegrar mais os outros, de ajudar mais, quebrando assim a rotina?

? Trato com Deus desse desejo de superação? Medito, rezo, leio livros de espiritualidade, procuro conselhos e experiências para sair do meu trilho monótono e renovar meus compromissos?

? Se me pedissem que escrevesse num papel os desafios de superação, que atualmente me proponho para dar um salto de qualidade, ou para superar uma crise, deixaria a folha em branco? Quantas linhas poderia preencher?

Quero terminar este capítulo pedindo-lhe que medite as palavras que Cristo utiliza para abrir a porta do Céu a uma alma que foi fiel até à morte. Muito bem, servo bom e fiel, já que foste fiel no pouco, eu te confiarei muito. Entra na alegria do teu Senhor! (Mt 25, 21).


[1] f. Cf. Paul Thureau-Dangin, Newman católico – A fidelidade na provação, Cultor de Livros, São Paulo  2014, pp. 58-59

[2] A constância, Ed. Quadrante, São Paulo 1989, p. 28

[3] Questões atuais do Cristianismo, 3ª ed. Quadrante, São Paulo 1986, n. 91

[4] E. Hello, L’homme, Ed. Perrin, Paris 1911, p. 60

(Pe. Faus)

A capacidade do perdão.

Por | DESTAQUES

Paz de Cristo.

Estava refletindo hoje sobre a “capacidade de perdoar”. Será que a tenho e a experimento?

O Senhor coloca em meu coração um entendimento. Que é preciso em nossa história, navegar e procurar os “momentos” que ficaram ainda sem um perdão verdadeiro. Acredito que existem casos que por nós mesmos não teríamos capacidade de perdoar, mas a graça do Senhor pode chegar lá e nos ajudar, nos capacitar.

Isso é muito importante. Pois com certeza seremos tentados a usar destas lembranças, na atualidade ou no futuro, para “justificar” algo ou ações contra alguém.

Creio que por isso o Senhor deixou esta ordem na palavra: “Não até sete, mas até setenta vezes sete” Mt 18, 22b. A falta de perdão nos limita, paralisa, estabiliza no sentido de crescimento. Perdoar mesmo é lembrar sem dor, é dar a si mesmo a capacidade de tentar novamente, ajudar de novo e de novo…

A falta de perdão e aceitação dos fatos em nossa história nos tornam por vezes vingativos. Por exemplo: “por que você fez isso, não o ajudarei nunca mais…” “porque me fez isso, farei o mesmo contigo” “por conta disso não farei mais nada na comunidade” Etc.. Usar sempre das lembranças para “não fazer”, não participar, não ajudar…

Como que quiséssemos provar algo a alguém ou a nós mesmos, talvez provar que somos fortes o suficiente. Isso é triste, pois limita nossa capacidade de ser feliz. Sim, a capacidade de perdoar é propriedade dos fortes. Os fracos jamais perdoam. Eles são tão fracos que fingem perdoar para parecerem fortes e dignos do perdão de Deus.

Se eu não pedir e tiver a capacidade de perdoar, como vou querer a e experimentar a misericórdia de Deus em minha vida?

O perdão é essencial para o equilíbrio e para o bem estar psíquico de cada pessoa. Experimente pedir a Deus essa graça e seja livre. Não se sentirá mais diminuído e diminuindo, não viverá se comparando ou lastimando o que perdeu.

Seja livre em Cristo. Perdoe e peça perdão.

Prof viagra online uk cheap. Daniel Oliveira


Veja abaixo um outro artigo Interessante do Blog jrmcoaching

Saber perdoar o outro é a chave para aprender a perdoar a si mesmo também

Perdoar é o processo mental ou espiritual de cessar o sentimento de ressentimento ou raiva contra outra pessoa ou contra si mesmo, decorrente de uma ofensa percebida, diferenças, erros ou fracassos, ou cessar a exigência de castigo ou restituição.

O perdão pode ser considerado simplesmente em termos dos sentimentos da pessoa que perdoa, ou em termos do relacionamento entre o que perdoa e a pessoa perdoada. É normalmente concedido sem qualquer expectativa de compensação, e pode ocorrer sem que o perdoado tome conhecimento (por exemplo, uma pessoa pode perdoar outra pessoa que está morta ou que não se vê há muito tempo).

BENEFÍCIOS DO PERDÃO

  • Indivíduos que buscam o perdão e perdoam têm uma vida mais equilibrada e saudável.
  • Perdão pode ser considerado uma forma específica de misericórdia, pois envolve bondade, compaixão ou in­dulgência para com o outro.
  • Perdoar-se fortalece a autoestima, alimenta a autoconfiança e o equilíbrio emocional dos indivíduos.
  • Exercitar o perdão é uma forma de curar mágoas, ressentimentos e projetar o futuro.

O QUE PERDOAR SIGNIFICA SOBRE O INDIVÍDUO?

Que esta pessoa considera o perdão uma força essencial em sua vida e uma forma de libertar a si e ao outro de uma dor causada por erros passados. Antes de conceder seu perdão busca sempre fazer reflexões aprofundadas sobre o assunto ou dispor do auxílio de sua espiritualidade. Julga-se capaz não apenas de conceder o perdão, como também de arrepender-se de suas atitudes e perdoar a pessoa que tenha ofendido ou prejudicado de alguma forma.

Em outros casos, o perdão pode vir através da oferta de alguma forma de desculpa ou restituição, ou mesmo um justo pedido de perdão, dirigido ao ofendido, por acreditar que ele é capaz de perdoar.

REFLEXÕES IMPORTANTES SOBRE O PERDÃO

  • Com que frequência você concede ou pede perdão?
  • O que lhe faz crer que é uma pessoa misericordiosa?
  • Que fatores o motivam a perdoar alguém?
  • Ao conceder perdão qual a influência de sua espiritualidade?
  • Quais atitudes você considera imperdoáveis?
  • O que sente quando perdoa alguém?
  • E ao ter um pedido de perdão negado. Como você se sente?

UTILIZAÇÃO NEGATIVA DA FORÇA PERDÃO

Quando o indivíduo diz que perdoa uma pessoa por seu erro, mas o faz sem se sentir plenamente confiante que deveria tê-lo feito, está subutilizando esta força, pois na verdade ain­da não se sente pronto para perdoar.

Como consequência disso, mesmo tendo tido a intenção positiva de conciliar a situação, acaba realimentando a mágoa, prejudicando seu bem-estar e a relação com a pessoa que deveria ter sido perdoada e, na reali­dade, não foi.

DICAS DE COMO USAR O PERDOAR POSITIVAMENTE

  • Só peça perdão se realmente estiver arrependido do seu erro.
  • Só conceda o perdão a uma pessoa se, íntima e verdadei­ramente, você já a tiver perdoado por completo.
  • Jamais use perdão para abusar emocionalmente de uma pessoa.
  • Use o perdão para libertar a si e o outro do sofrimento, e nunca para obter vantagens.
  • Liste as pessoas a quem você acha que deve pedir perdão, amadureça a ideia de fazer isso e peça perdão realmente.

7 sinais de pessoas com “depressão escondida”

Por | DESTAQUES

Fique atento: alguém da sua família (ou você mesmo) pode estar ocultando a depressão – ou nem sequer sabe que tem a doença

Existem pessoas que vão levando a vida com “depressão mascarada” ou “escondida“: elas tentam ocultar a sua depressão diante dos outros ou nem sequer sabem (ou não querem admitir para si mesmas) que têm depressão.

Isto acontece porque ainda existem, entre as pessoas, entendimentos vagos ou equivocados sobre esta doença de sintomas complexos, que variam de indivíduo para indivíduo: nem sempre é fácil identificar a presença da depressão em familiares, amigos, colegas ou até em nós próprios. O desconhecimento e os preconceitos a respeito da depressão estão diminuindo, é verdade, mas, mesmo assim, continuam sendo bastante frequentes.

No entanto, até nos casos em que o sofrimento parece “invisível”, ele deixa “sinais” que podemos captar se estivermos atentos.

E estes são 7 sinais de que uma pessoa pode estar sofrendo de “depressão escondida”:

1. A pessoa deprimida pode nem parecer deprimida, mas está constantemente cansada

Muita gente pensa que as pessoas com depressão não querem sair do quarto, ficam desleixadas e andam sempre tristes. Mas a depressão não tem os mesmos sintomas em todas as pessoas. Muitos doentes conseguem demonstrar uma aparência de boa saúde mental, mas, por baixo desse verniz, estão exaustos. De fato, um efeito bastante comum da depressão é um permanente cansaço – e, se o doente não foi diagnosticado adequadamente, nem ele sabe que a causa desse cansaço é a depressão. Talvez ele pense que está apenas com acúmulo de trabalho, ou se culpe por uma suposta preguiça, ou ache que está com “fraqueza”. Um diagnóstico sério é fundamental para dar início à solução deste quadro depressivo.

2. A pessoa deprimida pode se irritar com facilidade

Ainda é comum a ideia de que uma pessoa com depressão seja quieta, amuada, apática. Por isso, muita gente não imagina que a pessoa deprimida pode ficar bastante irritadiça. Mas ela pode; aliás, isso ocorre com frequência, já que ela precisa continuar lidando com as responsabilidades do cotidiano apesar da falta de energias, o que é bastante esgotador. Como o mundo inteiro parece mais acelerado e impaciente hoje em dia, é comum que as pessoas não interpretem essa irritabilidade como sintoma da depressão. E é por isso mesmo que é necessário ficar atento: a irritabilidade pode ser, sim, um sintoma da doença.

3. A pessoa deprimida pode parecer indiferente ao afeto dos outros

O indivíduo com depressão nem sempre se sente triste: muitas vezes, ele simplesmente não sente nada. São relativamente comuns os relatos de pacientes que se sentem frios, indiferentes, “entorpecidos”, e, nesse quadro, eles não reagem a palavras e atos de carinho. Este é outro sinal que pede atenção.

4. A pessoa deprimida pode abandonar atividades que antes gostava de fazer

O desinteresse por atividades antes prazerosas é um indicativo frequente da depressão, já que a doença esgota as energias físicas e mentais, reduzindo drasticamente a capacidade de sentir satisfação. Se não houver explicação plausível para o desinteresse crescente da pessoa por atividades das quais ela gostava, este mesmo fato pode ser um importante sintoma da depressão.

5. A pessoa deprimida pode assumir hábitos alimentares prejudiciais

A alteração dos hábitos alimentares pode ser um efeito colateral do descuido com a própria vida ou até uma tentativa de lidar com a doença: pode ser que o excesso de comida seja uma forma de tentar sentir algum prazer, por exemplo, ou que a perda de apetite seja um indicativo de que até o ato de comer já se tornou insípido e pesado. É comum achar que os maus hábitos alimentares de alguém se devam a mera falta de disciplina, mas eles também podem ser sinais relevantes de depressão clínica.

6. A pessoa deprimida pode se sentir pressionada ou exigida além das suas forças

Uma pessoa com depressão não tem as mesmas disposições de quem está mental e fisicamente sadio. Exigir o que ela não é capaz de fazer só serve para piorar o seu quadro, porque tanto pode perturbá-la e frustrá-la quanto deixá-la envergonhada e magoada. Se é sempre importante ser paciente e compreensivo com todas as pessoas no dia-a-dia, é mais importante ainda ter a sensibilidade de manter a paciência e a compreensão com as pessoas que enfrentam o peso da depressão: elas realmente não conseguem fazer as coisas com a mesma disposição de quem não sofre a doença. Não é frescura! É doença e requer tratamento – e muita paciência.

7. A pessoa deprimida pode oscilar de humor aleatoriamente

A depressão pode ser cheia de altos e baixos, alternando “dias bons” e “dias ruins” sem muita lógica aparente. Geralmente, não se percebe uma motivação específica para as variações de humor: elas podem ser apenas uma forma de manifestação da depressão. É importante prestar especial atenção à falsa impressão de que a pessoa está curada quando passa por uma série de “dias bons”: na verdade, o quadro poderá mudar de repente, reforçando a necessidade de ajuda especializada.

O que fazer se eu me identifiquei com esses sintomas?

Se você identificou esses sintomas em si mesmo ou em alguém que você conhece e concluiu que pode estar com depressão, não se assuste: a depressão é bastante comum em nossa sociedade e é perfeitamente tratável. Não se automedique: é fundamental procurar orientação médica especializada e responsável para que o tratamento seja um sucesso. Experimente consultar um psicólogo para compreender melhor o que está acontecendo; se for necessário, ele encaminhará você a um psiquiatra, que é o médico especializado nos tratamentos com medicação apropriada para reequilibrar o funcionamento do seu sistema nervoso. Junto com o tratamento, alimente a sua mente e a sua alma com motivação e fé, consciente de que essa perda de energias pode ser superada. A sua determinação de vencer e fazer o tratamento com empenho, mesmo que não sinta vontade para nada, é essencial para derrotar a depressão!

Por que maio é o Mês de Maria?

Por | PALAVRA DA IGREJA

Uma pergunta que todo católico deveria saber responder

Durante vários séculos a Igreja Católica dedicou todo o mês de maio para honrar a Virgem Maria, Mãe de Deus. A seguir, explicamos o porquê.

A tradição surgiu na antiga Grécia. O mês de maio era dedicado a Artemisa, deusa da fecundidade. Algo semelhante ocorreu na antiga Roma, pois maio era dedicado a Flora, deusa da vegetação. Naquela época, celebravam os ‘ludi florals’ (jogos florais) no fim do mês de abril e pediam sua intercessão.

Na época medieval abundaram costumes similares, tudo centrado na chegada do bom clima e o afastamento do inverno. O dia 1º de maio era considerado como o apogeu da primavera.

Durante este período, antes do século XII, entrou em vigor a tradição de Tricesimum ou “A devoção de trinta dias à Maria”. Estas celebrações aconteciam do dia 15 de agosto a 14 de setembro e ainda são comemoradas em alguns lugares.

A ideia de um mês dedicado especificamente a Maria remonta aos tempos barrocos – século XVII. Apesar de nem sempre ter sido celebrado em maio, o mês de Maria incluía trinta exercícios espirituais diários em homenagem à Mãe de Deus.

Foi nesta época que o mês de maio e de Maria combinaram, fazendo com que esta celebração conte com devoções especiais organizadas cada dia durante todo o mês. Este costume durou, sobretudo, durante o século XIX e é praticado até hoje.

As formas nas quais Maria é honrada em maio são tão variadas como as pessoas que a honram.

As paróquias costumam rezar no mês de maio uma oração diária do Terço e muitas preparam um altar especial com um quadro ou uma imagem de Maria. Além disso, trata-se de uma grande tradição a coroação de Nossa Senhora, um costume conhecido como Coroação de Maio.

Normalmente, a coroa é feita de lindas flores que representam a beleza e a virtude de Maria e também lembra que os fiéis devem se esforçar para imitar suas virtudes. Em algumas regiões, esta coroação acontece em uma grande celebração e, em geral, fora da Missa.

Entretanto, os altares e coroações neste mês não são apenas atividades “da paróquia”. Mas, o mesmo pode e deve ser feito nos lares, com o objetivo de participar mais plenamente na vida da Igreja.

Deve-se separar um lugar especial para Maria, não por ser uma tradição comemorada há muitos anos na Igreja ou pelas graças especiais que se pode alcançar, mas porque Maria é nossa Mãe, mãe de todo o mundo e porque se preocupa com todos nós, intercedendo inclusive nos assuntos menores.

Por isso, merece um mês inteiro para homenageá-la.

O que os homens não devem esperar das mulheres (e vice-versa)

Por | FORMAÇÕES

Cada um tem um jeito de ver a vida e modos diferentes de agir e de pensar, determinados por sua mais intrínseca natureza

Muitos dos problemas matrimoniais têm suas origens na baixa capacidade dos cônjuges de se compreenderem a partir da essência de cada um, pois os homens e as mulheres têm maneiras diferentes de ver a vida, de agir e de pensar. E tudo isso é determinado por sua mais intrínseca natureza.

Somos iguais em dignidade, mas complementares enquanto gênero. O homem tem coisas que a mulher não tem nem precisa ter, e vice-versa. No entanto, um dos erros mais comuns entre os casais é esperar que as mulheres reajam como se fossem homens, ou os homens como se fossem mulheres.

É sobre isso que autora de Amar sem sofrer, María Jesús Alava Reyes, falou ao diário ABC.es. Ela explica que, do ponto de vista da Psicologia, “ambas as posturas obedecem mais à área de desejo dos que a dos fatos; essas expectativas não têm nenhuma base científica, e suas probabilidades de ocorrer são mínimas”.

A especialista destaca que a mulher não deve cometer o erro de esperar que os homens:

– Saibam ouvi-las como suas amigas;

– Não se adiantem, deem solução ou ofereçam conselhos sem que alguém os peça;

– Tenham sensibilidade parecida com a delas e deem importância às coisas que são fundamentais para as mulheres;

– Foquem nos detalhes, lembrem-se de datas e as surpreendam com propostas criativas;

– Sejam capazes de não ficar apenas na literalidade das palavras que as mulheres dizem e saibam captar as emoções que se refletem na comunicação verbal feminina;

– Não interrompam a mulher quando ela está falando;

– Não reajam mal quando estão fazendo alguma coisa e as mulheres pedem ajuda para uma tarefa específica do lar.

Da mesma forma, os homens não devem cometer o erro de esperar que as mulheres:

– Sejam concretas quando falam, não se percam nos detalhes e não deem rodeios para dizer o que querem;

– Façam as coisas separadamente, já que a natureza delas lhes permite realizar várias tarefas de uma só vez, com a maior espontaneidade e eficácia;

– Saibam que eles não são bons ouvintes e que não queiram falar com eles quando chegarem em casa;

– Deixem de ser românticas e se tornem pragmáticas nas relações afetivas.

Tudo isso não quer dizer que cada um pode se desculpar por sua natureza para não melhorar certos aspectos. Pelo contrário, é importante conhecer as características de homens e mulheres para que não sejam criadas falsas expectativas e para que cada um entenda melhor as reações do cônjuge diante de situações pontuais.

Conselhos para os cônjuges

O homem é pragmático, precisa resolver problemas e não tem necessidade de se expressar, mas também necessita ser valorizado e aceito. A mulher precisa validar seus sentimentos, ser ouvida e fica incomodada quando não pode se expressar. Ninguém é melhor ou pior do que ninguém. São diferentes, maravilhosamente contrários.

Se entendermos esta diferença entre homem e mulher, encontraremos a razão de muitas das reações dos casais em momentos de conflitos no casamento. A autora Nelly Rojas escreveu uma série de sugestões para homens e mulheres casados:

Para o homem: escute a mulher, abrace-a em silêncio, validando os sentimentos dela. Validar não é concordar; é aceitar a diferença. Não a ignore nem a critique. Lembre-se de que a mulher fala de seus problemas para se aproximar, não para obter soluções nem para culpá-lo. Trabalhe com a expectativa de compartilhar o poder e o controle.

Para a mulher: apoie o homem, sem criticá-lo. Não seja a mãe dele, ao querer mudá-lo. Lembre-se de que ele se sente culpado quando você fala de seus problemas. Coloque limites, porque, desta forma, ele se sente estimulado a se dar mais e a mudar suas condutas. Expresse os sentimentos que você tem de forma assertiva, ou seja, sem “indiretas”. Trabalhe para melhorar a sua autoestima.

Artigo originalmente publicado por lafamilia.info

Roteiro – Ira – Mansidão – 08 a 14 de Maio

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

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(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

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ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 08 a 14 de maio

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Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: LIVRETO DE BOAS VINDAS

Bispos Eméritos são recordados em missa da Conferência da CNBB

Por | PALAVRA DA IGREJA

Abrindo mais um dia de trabalho da 55ª Conferência dos Bispos do Brasil, na manhã desta sexta-feira, (28/04), tivemos a celebração da santa missa no Santuário de Aparecida, onde Dom Luis Soares Vieira, Arcebispo Emérito de Manaus nos ensino que “Não podemos nunca sair de uma celebração do mesmo jeito que entramos. O bispo emérito é uma bênção na Igreja. Somos mais de 170 bispos eméritos, temos no coração a nossa diocese da qual fomos bispos diocesanos; temos todo o Regional, toda a Igreja no Brasil e toda a humanidade pela qual nós somos convidados a interceder a Deus. Alguns bispos eméritos estão trabalhando muito mais do que antes, inclusive, sem ter aquelas tarefas do governo diocesano. Ele também fez um pedido. “Peço licença e olhando para Nossa Senhora Aparecida, queremos pedir por nosso Papa Francisco que o proteja em sua viagem ao Egito, onde muitas pessoas foram assassinadas por serem católicos. Mãezinha querida abençoe todo o episcopado, os bispos eméritos e que todos entendam a importância de um bispo emérito no Brasil”.

Fonte: https://diocesesa.org.br

Desafio da Baleia Azul: mais um fruto podre colhido pela cultura da morte

Por | FORMAÇÕES

Assim como as árvores sem raízes, as pessoas sem identidade podem ser derrubadas com bem menos esforço

A “cultura da morte” é denunciada com ênfase e força pela Igreja desde sempre, mas, sob este nome em particular, a denúncia ganhou novo impulso no pontificado de São João Paulo II.

Foi ele quem cunhou esse termo para se referir à crescente “naturalidade” com que governos e sociedades estão propondo e praticando o extermínio de seres humanos, tanto por meio de guerras assassinas que tentam se justificar com as mais hipócritas e esfarrapadas “argumentações” quanto mediante um sem-fim de absurdos apresentados sob o disfarce de “direitos humanos”, como o aborto, a eutanásia, o suicídio assistido e até mesmo o infanticídio, além dos disfarces de “progresso científico” para maquiar práticas eugenistas e excludentes de todo tipo, inclusive contra pessoas com muito alto potencial de autonomia, caso das que nascem com a Síndrome de Down.

Não houve século incólume a essa “cultura”, mas o século XX, talvez pela maior facilidade de documentá-lo, foi notoriamente marcado pela sua sombra devastadora: duas guerras mundiais, uma vasta quantidade de guerras civis, os milhões de mortos pelo nazismo e pelo comunismo, genocídios contra vários povos como, por exemplo, os armênios, ucranianos, cambojanos e ruandeses, as guerrilhas e regimes ideológicos repressores tanto de esquerda quanto de direita, o terrorismo institucionalizado, as ações cada vez mais virulentas das máfias internacionais e das organizações de narcotráfico… e um longo etcétera, já que a lista é assustadoramente ampla.

Formas mais “sutis” da cultura da morte, se é que pode haver sutileza em matar pessoas, penetraram nos ambientes acadêmicos para defender uma alegada “relatividade” da vida humana ao sabor das conveniências do egoísmo adulto.

Entre outros frutos podres que a sociedade colhe das próprias sementes, surgiu agora mais uma pavorosa ameaça, que leva adolescentes e jovens a flertarem com o suicídio disfarçado de “jogo”: o fenômeno conhecido como o “desafio da baleia azul“.

Trata-se de um suposto “jogo” em que os participantes, admitidos em grupos secretos espalhados pelas redes sociais, devem realizar uma série de “tarefas” impostas pelos autodenominados “curadores” de cada grupo: os desafios variam de atos de automutilação até o suicídio como tarefa (obviamente) derradeira. Por mais absurdo que soe, já são muitos os adolescentes e jovens de todos os continentes que se viram envolvidos nessa armadilha quase sem volta – já que os “curadores” passam a fazer ameaças contra a família dos jovens que tentam sair desses grupos de horror.

Conforme notava Durkheim, a erosão das estruturas primárias da sociedade, em especial a família, tornam o suicídio corriqueiro, normal e, agora, “lúdico”.

Não é casual que a família natural tem sido o alvo predileto de uma vasta e arraigada guerra ideológica determinada a relativizar este conceito e seu conteúdo ao extremo.

Assim como as árvores sem raízes, as pessoas sem identidade podem ser derrubadas com bem menos esforço.

A propósito desse diabólico desafio da “baleia azul”, não deixe de conferir as reflexões do bispo brasileiro dom Leomar Brustolin, auxiliar de Porto Alegre, RS. Seus comentários podem ser acessados neste artigo.

Deus e a Religião na vida humana

Por | PARTILHA DO FUNDADOR

“Pouca ciência nos afasta de Deus, mas muita ciência nos aproxima d’Ele”

Neste artigo, apresentamos alguns depoimentos ou dados que demonstram ser Deus e a Religião importantes ao ser humano. Assim, se confirma o que escreveu Santo Agostinho, falecido em 430: “Senhor, Tu nos fizeste para Ti e inquieto está o nosso coração enquanto não repousa em Ti” (Confissões I,1).

Em relação a Deus, temos três depoimentos de grandes cientistas e intelectuais. Suas declarações confirmam o que disse o renomado cientista francês Louis Pasteur: “Pouca ciência nos afasta de Deus, mas muita ciência nos aproxima d’Ele”.

1) Albert Einstein (1879-1955), físico judeu-alemão, criador da teoria da relatividade e Prêmio Nobel em 1921, afirmava: “Todo profundo pesquisador da natureza deve conceber uma espécie de sentimento religioso, pois ele não pode admitir que ele seja o primeiro a perceber os extraordinários belos conjuntos de seres que contempla. No universo, incompreensível como é, manifesta-se uma inteligência superior e ilimitada. – A opinião corrente de que eu sou ateu, baseia-se sobre grande equívoco. Quem a quisesse depreender de minhas teorias científicas, não teria compreendido o meu pensamento”.

2) Max Plank (1858-1947), físico alemão, criador da teoria quântica e Prêmio Nobel em 1928, assegurou: “Para onde quer que se dilate o nosso olhar, em parte alguma vemos contradição entre Ciências Naturais e Religião; antes, encontramos plena convergência nos pontos decisivos. Ciências naturais e Religião não se excluem mutuamente, como hoje em dia muitos pensam e receiam, mas completam-se e apelam uma para a outra. Para quem tem fé, Deus está no começo; para o físico, Deus está no ponto de chegada de toda a sua reflexão”.

3) Isaac Newton (1643-1727), físico, matemático e astrônomo inglês, fundador da Física clássica e descobridor da lei da gravidade, registrou: “A maravilhosa disposição e harmonia do Universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode. Isto fica sendo a minha última e mais elevada descoberta” (Pergunte e Responderemos n. 316, setembro de 1988, p. 387-393).

Sobre a importância da Religião na vida do dia a dia, apresentamos três fatos. Fique claro, no entanto, que o papel primordial da religião é ajudar o ser humano a chegar até Deus. Contudo, de modo secundário, isso não pode deixar de auxiliar o homem e a mulher a serem mais felizes e se beneficiarem da fé também em sua saúde física e mental. E é isso que veremos nos dados a seguir expostos.

1) Está escrito no British Medical Journal: a prática do Rosário é excelente para a saúde. Cientistas britânicos e italianos observaram 23 “cobaias” humanas durante a oração do rosário, verificando que a diminuição do ritmo respiratório favorecia as funções do coração e dos pulmões, trazendo um clima de paz e serenidade (O Lutador, 1º-10/04/02, p. 10).

2) Estudo realizado no Medical College of Wiscosin e apresentado no Congresso da American Heart Association, realizado em Orlando (EUA), assegura que quem tem algum problema cardiovascular, mas pratica meditação reduz em 50% o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um AVC (Acidente Vascular Cerebral). Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores controlaram 201 pacientes com arteriosclerose (depósito de gordura nas paredes das artérias) por 5 anos. Eles tinham em média a idade de 59 anos (Correio Popular, 29/11/09, p. B7).

Trabalho realizado pelo Centro Médico da Universidade de Pittisburg (EUA) diz que participar de cerimônias religiosas semanalmente aumenta a expectativa de vida em 3 anos, dado que a religião tem um forte papel na redução do estresse e ajuda a pessoa a dar um sentido positivo para a vida. De acordo com o Dr. Daniel Hall, responsável pelo estudo, “é alguma coisa benéfica presente nas comunidades religiosas que traz uma consequência [também] benéfica à saúde” (Pergunte e Responderemos n. 530, agosto de 2006, p. 368).

Possam estes poucos dados ajudar a quantos desejam, de coração sincero, entender melhor a importância da fé em Deus e da prática religiosa em suas vidas…

Vanderlei de Lima é eremita na Diocese de Amparo; Igor Precinoti é médico, pós-graduado em Medicina Intensiva (UTI), especialista em Infectologia e doutorando em Clínica Médica pela USP.

Jesus te convida a subir na corda bamba e confiar que Ele não te deixará cair

Por | PARTILHA DO FUNDADOR

Deus quer te levar para uma vida extraordinária (que você não irá conhecer se continuar com medo)

Se houvesse uma corda bamba esticada entre duas montanhas altas, e no meio delas houvesse um precipício, será que você se arriscaria a atravessar? Mas se soubesse que tem alguém disposto a chegar ao outro lado e que ele é o melhor nisso, que até propôs te ensinar algumas técnicas para fazer a travessia, você agora iria? E se em vez de te ensinar essa pessoa dissesse que te levaria nos ombros, ele ressaltaria o fato de nunca ter falhado, que sempre atravessou sem problema algum e chegou ao final são e salvo, você finalmente teria coragem e subiria na corda para ir com ele?

Bem, acho que a resposta é não para todas essas perguntas. Mas e se a pessoa que te convidou para andar sobre a corda bamba fosse Jesus, o que diria a ele? Continuaria falando não? Porque você tem medo de altura, não gosta de grandes emoções e aventuras, está muito bem e feliz no chão, por isso prefere ficar no meio da plateia que olha abismada para Ele enquanto atravessa a corda. Mesmo Jesus dizendo que é seguro ir com Ele, que nada de ruim vai te acontecer porque Ele não vai te deixar cair, Ele vai te segurar e proteger com a própria vida.

Mas ainda assim você diz que não vai dar, que tem coisas demais para fazer. Agora que começou a estudar o que sempre quis, conquistou um bom emprego e sua tão sonhada pessoa ideal chegou e está disposta a passar o resto da vida ao seu lado. Tudo está indo bem demais então não tem por que se arriscar. Porém, se as coisas tivessem dando errado na sua vida, que não tivesse mais motivos para viver, onde sua família te deixou, seus amigos te esqueceram, não conquistou teus sonhos e se sente perdido no mundo, sei que não iria se dispor a atravessar a corda ao lado de Jesus, porque o medo sempre fala mais alto que a própria dor.

Mas todas as noites você ora dizendo que confia no Pai, que Ele sabe de todas as coisas e pede para fazer a vontade Dele na tua vida, porque sem Ele você não é nada e tudo que você possuiu pertence a Ele. Mas não percebe que suas palavras são vazias frente às suas atitudes porque verdadeiramente não confia em Jesus para se arriscar por Ele e ainda ao lado Dele. Não quer perder a vida ao fazer algo que Ele te pediu, porque tem seus próprios interesses e eles sempre ficarão em primeiro lugar, mesmo que diga o contrário em suas orações.

“Pois quem põe os seus próprios interesses em primeiro lugar nunca terá a vida verdadeira; mas quem esquece a si mesmo por minha causa e por causa do evangelho terá a vida verdadeira.” (Marcos 8, 35) E Jesus diz isso para você, pois Ele deseja te ver caminhando ao lado Dele rumo a eternidade. “Quem encontra a sua vida a perderá. Mas quem perde a vida por minha causa a achará.” (Mateus 10, 39) Mas por que será que Jesus disse algo assim? Que quando você tenta com todas as forças manter sua própria vida de acordo com os desejos do mundo, vai acabar é a perdendo na Terra e não irá para a Nova Jerusalém. Mas se tiver coragem para perder tudo aquilo que te motiva, que te faz querer viver, só para obedecer aos mandamentos de Cristo você vai é ganhar vida tanto aqui quanto no céu.

Por isso é tão importante ter coragem de caminhar ao lado Dele, nem que seja num caminho perigoso e incerto quanto uma corda bamba estirada sobre um precipício. É preciso arriscar até mesmo a própria vida enquanto anda para onde Ele te mandou ir. Mesmo que sejam lugares sujos, perigosos e obscuros, e que para se chegar lá tenha que abrir mão de coisas suas como trabalho, faculdade e relacionamentos. Não tendo certeza do que irá acontecer ao atravessar, mas tendo fé que no outro lado terá uma montanha para por seus pés e te manter a salvo. Porém para se chegar lá você terá que confiar em Jesus, mas confiar de todo o coração e assim expulsar todo esse medo.

É pegar na mão Dele e deixá-lo te erguer para alcançar a corda. É obedecer quando Ele dizer para abrir os braços, prestar atenção aos seus ensinamentos sobre como se equilibrar e ser fiel ao pedido que Ele te fez de não olhar para baixo, nem querer voltar porque está com medo de tudo dar errado. Mas deixá-lo aplacar o teus temores, saber que Ele não vai te deixar cair, pois mesmo se você sair da corda, Ele tem asas para te buscar em pleno voo e te levar novamente para a corda porque ela é necessária para você aprender, além de que ela é o seu caminho, sem ela não tem como chegar ao outro lado.

Então agora te pergunto: está disposto a subir na corda? Vai viver o que Jesus planejou para ti desde o inicio de tudo? Ou vai continuar na sua vida de sempre porque ama sua zona de conforto e não consegue se arriscar por amor a Jesus? Nem mesmo é capaz de acreditar que Ele vá mesmo estar contigo e ainda te proteger da queda? Ele está esperando a sua resposta desejando que seja “sim”. Para poder te levar para uma vida extraordinária que você não irá conhecer se continuar com medo.

A parábola do filho pródigo, refletida por São João Paulo II

Por | FORMAÇÕES

Cada um dos homens é esse filho pródigo. E cada um dos homens é também aquele irmão mais velho.

São João Paulo II reflete sobre uma das obras-primas do arrependimento, da misericórdia e da reconciliação: a parábola do filho pródigo (Lc 15, 11-32). Eis a reflexão do Santo Padre:

O homem — cada um dos homens — é este filho pródigo: fascinado pela tentação de se separar do Pai para viver de modo independente a própria existência; caído na tentação; desiludido com o nada que o tinha deslumbrado como miragem; sozinho, desonrado e explorado no momento em que tenta construir um mundo só para si; atormentado, no mais profundo da própria miséria, pelo desejo de voltar à comunhão com o Pai. Como o pai da parábola, Deus fica à espreita do regresso do filho, o abraça à sua chegada e põe a mesa para o banquete do novo encontro, com que se festeja a reconciliação.

Mas a parábola faz entrar em cena também o irmão mais velho, que se recusa a ocupar o seu lugar no banquete. Reprova ao irmão mais novo os seus extravios e ao pai o acolhimento que lhe dispensou, enquanto a ele, morigerado e trabalhador, fiel ao pai e à casa, nunca foi permitido — diz ele — fazer uma festa com os amigos. Sinal de que não compreende a bondade do pai. Enquanto este irmão, demasiado seguro de si mesmo e dos próprios méritos, ciumento e desdenhoso, cheio de azedume e de raiva, não se converteu e se reconciliou com o pai e com o irmão, o banquete ainda não era, no sentido pleno, a festa do encontro e do convívio recuperado.

O homem — cada um dos homens — é também este irmão mais velho. O egoísmo o torna ciumento, endurece o seu coração, o cega e o leva a se fechar aos outros e a Deus.

A parábola do filho pródigo é, antes de mais, a história inefável do grande amor de um Pai. […] E ao evocar, na figura do irmão mais velho, o egoísmo que divide os irmãos entre si, ela se torna também a história da família humana. […] Ela retrata a situação da família humana dividida pelos egoísmos, põe em evidência a dificuldade em secundar o desejo e a nostalgia de uma só família reconciliada e unida; apela para a necessidade de uma profunda transformação dos corações, pela redescoberta da misericórdia do Pai e pela vitória sobre a incompreensão e a hostilidade entre irmãos.

(São João Paulo II, na exortação apostólica “Reconciliação e Penitência”)

Como identificar um falso padre

Por | DESTAQUES

Eles nunca foram ordenados e estão em busca de dinheiro fácil

Em vários países, multiplicou-se o número de falsos sacerdotes que se valem da boa fé dos fiéis para “oferecer seus serviços” em troca de dinheiro fácil.

Apenas o sacramento da Ordem Sacerdotal consagra aquele que o recebe, configurando-o de modo particular com Jesus Cristo e capacitando-o para atuar na própria pessoa de Cristo para o bem de todo o povo de Deus.

Na seguinte nota, é detalhado como identificar um falso sacerdote e as medidas preventivas para evitar ser enganado.

Como reconhecê-lo?

1. Os falsos sacerdotes não têm paróquia nem território designado porque não pertencem à Igreja Católica, portanto, não se encontram nos registros das dioceses.

2. Saem “oferecendo seus serviços” (missas, sacramentos) e é comum que deem de presente cartões de apresentação para que possam entrar em contato com eles.

3. Costumam atuar em lugares distantes da paróquia da cidade como em pequenas comunidades onde não há sacerdotes. É necessário saber que os sacerdotes católicos não podem celebrar casamentos, batizados e, em geral, oficiar Missas fora da paróquia ou um templo público reconhecido.

4. Criam laços de amizade com os paroquianos e ministram “sacramentos” sem ter em conta os impedimentos.

5. Cobram dinheiro ao final da Missa que celebram, “solicitando uma contribuição econômica”.

6. Pedem donativos para algum lar, orfanato ou asilo que não existe. Em alguns casos, até oferecem seus serviços aos próprios sacerdotes para ajudá-los na festa paroquial ou na Semana Santa.

7. Uma grande porcentagem deles são pessoas que estudaram no seminário, mas por diversas razões foram expulsos; outros serviram em alguma paróquia como sacristãos ou simplesmente encontraram uma forma de extorquir os fiéis e até os mesmos presbíteros porque conhecem as celebrações litúrgicas.

Medidas preventivas

1. Buscar na nossa paróquia orientações sobre os requisitos necessários para a celebração dos sacramentos.

2. Em caso da perda de um familiar, recorrer à paróquia mais próxima ao velório ou à nossa própria paróquia para solicitar os serviços correspondentes.

3. Nunca aceitar sacerdotes que se fazem conhecer por cartões de apresentação ou que oferecem “serviços em domicílio”.

4. Exigir do sacerdote a credencial expedida pela diocese correspondente.

5. Se não é possível encontrar um sacerdote, é obrigação dos fiéis se abster das celebrações dos impostores, pois não têm nenhuma validez.

6. Deve-se denunciar o falso sacerdote imediatamente às autoridades eclesiásticas.

7. Advertir outros fiéis a ter cuidado com o impostor.

(via ACI Digital)

Oratórios: objetos de fé e tradição

Por | NOTÍCIAS

Em Minas Gerais, um museu reúne peças que são verdadeiras relíquias da devoção dos brasileiros

Mais do que uma peça de decoração, o oratório é um objeto que, literalmente, guarda a fé e a devoção das pessoas. São abrigos para imagens de santos, que têm tanta representatividade e simbologia quanto os objetos de devoção.

A origem dos oratórios remonta à Idade Média. Somente os reis tinham estes nichos em suas casas e os adornavam luxuosamente, inclusive com pedras preciosas. Depois, as famílias mais ricas também passaram a contar com altares particulares. O hábito de ter um lugar especial para guardar os santos foi se popularizando e chegou até as colônias portuguesas.

De acordo com os historiadores, em 1.500, a caravela que chegou ao Brasil trazia um oratório com a imagem de Nossa Senhora da Esperança. O hábito de proteger os santos em um local específico se espalhou pelas fazendas, senzalas e residências brasileiras através dos séculos.

Nas mãos de artesãos, os objetos ganharam diversas formas e adereços. Agora,  revelam características próprias de uma cultura ou de determinada época, sempre com seus traços originais de minicapela em estilo barroco.

No Brasil, há um museu que tenta resgatar um pouco da religiosidade e da história impregnadas nestes objetos de fé. É o Museu do Oratório, que fica na cidade mineira de Ouro Preto.

O local foi inaugurado em 1.998 e seu acervo conta com pouco mais de 160 oratórios e 300 imagens dos séculos XVII e XX. Todas as peças são genuinamente brasileiras e contam um pouco da história de Minas Gerais e do Brasil. As peças retratam a religiosidade, os costumes, hábitos e as tradições da sociedade durante o ciclo do ouro e do diamante. Os oratórios históricos resgatam a evolução da arquitetura e da arte brasileiras, com influências africanas e europeias.

São peças de vários formatos e tamanhos, feitas a partir de diversos materiais (sobretudo madeira), que assumem estilos diferentes, influenciados principalmente pelo barroco,  rococó e o neoclassicismo.  Destaque para as miniaturas, que serviam para serem levadas nas viagens.

Visitar este museu é uma verdadeira viagem à religiosidade cristã e à história deste país.

Visitas

O Museu do Oratório fica no Adro da Igreja do Carmo, 28, no Centro de Ouro Preto, MG. As visitas acontecem de quarta à segunda-feira, de 9h30 às 17h30. É preciso pagar ingresso.