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WebMaster Comunidade Fidelidade

Oração pelas almas que partiram com o sinal da fé e dormem o sono da paz

Por | FORMAÇÕES

Composta pelo beato John Henry Newman, sacerdote anglicano que se converteu ao catolicismo e depois foi nomeado cardeal

A seguinte oração pelas almas do purgatório foi composta pelo beato John Henry Newman, sacerdote anglicano que se converteu ao catolicismo e depois foi nomeado cardeal pelo Papa Leão XIII, em 1879. Sua beatificação foi proclamada pelo Papa Bento XVI em 2010. Eis a belíssima oração:

Ó Deus dos espíritos de toda a carne, ó Jesus, amante das almas, recomendamos a vós as almas de todos os vossos servos, que partiram com o sinal da fé e dormem o sono da paz. Nós vos suplicamos, ó Senhor e Salvador, que, assim como em Vossa misericórdia para com eles vos tornastes homem, assim também apresseis o tempo e os admitais em vossa presença.

Lembrai-vos, Senhor, de que eles são criaturas vossas, feitas não por deuses estranhos, mas por Vós, o único Deus vivo e verdadeiro; pois não há outro Deus senão Vós e não há ninguém que possa igualar as vossas obras. Deixai que as suas almas se regozijem na vossa luz e não imputeis a elas as suas antigas iniquidades, que cometeram por causa da violência da paixão ou dos hábitos corruptos da sua natureza caída. Apesar de terem pecado, eles sempre acreditaram firmemente no Pai, Filho e Espírito Santo; e, antes de morrerem, reconciliaram-se convosco pela verdadeira contrição e pelos sacramentos da vossa Igreja.

Ó Senhor da graça, nós vos suplicamos: não vos lembreis, contra eles, dos pecados da sua juventude e das suas ignorâncias, mas, conforme a vossa grande misericórdia, estai-lhes atento em vossa glória celestial.

Que os Céus se lhes abram e os anjos com eles se alegrem. Que possa o arcanjo São Miguel conduzi-los a Vós. Que possam os vossos santos anjos ir ao seu encontro e levá-los à cidade da Jerusalém celeste. Que possa São Pedro, a quem destes as chaves do reino dos Céus, recebê-los. Que possa São Paulo, o vaso de eleição, lhes dar apoio. Que possa São João, o discípulo amado a quem foi dada a revelação dos segredos do Céu, interceder por eles. Que todos os Santos Apóstolos, que receberam de Vós o poder de ligar e desligar, rezem por eles.

Que todos os santos e eleitos de Deus, que neste mundo sofreram tormentos por vosso nome, lhes sejam amigos. Que, libertos da prisão inferior, sejam eles admitidos na glória do reino em que, com o Pai e o Espírito Santo, viveis e reinais como único Deus pelos séculos dos séculos.

Vinde em seu auxílio, vós todos, ó santos de Deus; ganhai-lhes a libertação do seu lugar de punição; ide ao seu encontro, todos vós, ó anjos; recebei essas almas santas e apresentai-as perante o Senhor.

Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno e a luz perpétua brilhe sobre eles. Que descansem em paz. Amém.

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Do site Senza Pagare

Roteiro – O Olhar de Cristo e o nosso olhar – 20 a 26 de Março de 2017

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe do Grupo Parusia de Oração!

(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 20 a 26 de Marco

Novo Livreto de Musicas para Célula – Musicas para Celula Livreto

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Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: LIVRETO DE BOAS VINDAS

Vida Comunitária, um desafio pessoal

Por | PARTILHA DO FUNDADOR

Nós só podemos dizer que estamos vivendo uma vida realmente fraterna quando meus irmãos conhecerem as minhas fraquezas mais profundas. Quando os irmãos começam a conhecer e entrar nas minhas misérias e limitações.

Não posso dizer que vivo e pertenço a uma comunidade se eu não me mostro, não me revelo, não deixo me conhecer.

Na comunidade, na vida fraterna, é muito importante que eu deixe me conhecer para ser mudado. E só deixaremos isso acontecer quando vivermos em VERDADE e TRANSPARÊNCIA.

Pois só seremos amados realmente na comunidade quando nossas fraquezas e defeitos forem CONHECIDOS pelos irmãos e formadores. Assim poderemos dizer que nos “amamos” pois conhecemos uns aos outros. A Comunidade me ama, pois me conhece…

Mas isso não depende da Comunidade e sim de eu ser verdadeiro e transparente. Não ter vida dúbia e ou viver mentindo e me esquivando, se escondendo. Não tem como viver uma vida comunitária se eu não for verdadeiro. Não significa contar tudo aos outros, mas viver com transparência.

Não tenho que fingir que sou bonzinho, não tenho que fingir que gosto de fazer algo que não gosto. E fraqueza não são somente nos erros… Mas também as mágoas, limitações, falta de perdão, convivência, etc…

Se eu pertenço ao carisma, ele deve ter autoridade sobre mim para me mudar em nome de Cristo.

História do Papa João Paulo II e o misterioso morador de rua.

Por | DESTAQUES

Em entrevista, o Papa Francisco volta a falar sobre a conhecida história de seu antecessor. Vale a pena relembrá-la

O Papa Francisco não é o primeiro papa a ter compaixão para com os moradores de rua, como ele próprio atesta.

Em uma nova entrevista para uma revista italiana dirigida por pessoas sem-teto, “Scarp de ‘tenis”, o Papa Francisco relata uma famosa história contada no Vaticano sobre o Papa João Paulo II e um misterioso morador de rua .

Como a história talvez seja menos conhecida fora das paredes do Vaticano, aqui nós a compartilhamos com nossos leitores. Abaixo está um trecho da entrevista.

Pergunta: Sua Santidade, quando o senhor encontra um morador de rua, qual é a primeira coisa que você diz a ele?

Papa Francisco: “Bom dia. Como você está?” Às vezes, trocamos algumas palavras, outras vezes entramos em um relacionamento e escutamos histórias interessantes:”Estudei em uma escola católica; Havia um bom padre … “Alguém poderia dizer: por que isso me interessaria? Mas as pessoas que vivem na rua compreendem imediatamente quando há um interesse real por parte da outra pessoa, ou quando há – eu não quero dizer “esse sentimento de compaixão”, mas certamente um sentimento de dor. Pode-se ver um morador de rua e olhar para ele como uma pessoa ou como um cão. E eles estão bem conscientes dessas diferentes maneiras como são vistos.

Há uma história famosa no Vaticano sobre um morador de rua, de origem polonesa, que normalmente ficava na Piazza Risorgimento em Roma. Ele não falava com ninguém, nem mesmo com os voluntários da Caritas que lhe traziam uma refeição quente à noite. Só depois de muito tempo conseguiram que ele contasse sua história: “Eu sou um padre. Conheço bem o seu papa. Nós estudamos juntos no seminário”, disse ele. Estas palavras chegaram a São João Paulo II, que ouviu o nome do morador de rua, confirmou que estava no seminário com ele, e queria conhecê-lo. Eles se abraçaram depois de 40 anos, e no final do encontro o Papa pediu para o sacerdote, que tinha sido seu companheiro no seminário, ouvir sua confissão. “Agora é a sua vez”, disse o Papa João Paulo II. E o Papa confessou-se com seu companheiro do seminário. Graças ao gesto de um voluntário, uma refeição quente, algumas palavras de conforto e um olhar de bondade, esta pessoa foi recuperada e retomou uma vida normal que o levou a se tornar um capelão de hospital. O papa o ajudou. Certamente este é um milagre, mas também é um exemplo para dizer que os os moradores de rua têm uma grande dignidade.

Na sede da Cúria de Buenos Aires, sob uma porta entre as grades, vivia uma família e um casal. Eu os encontrava todas as manhãs no meu caminho. Eu os cumprimentava e sempre trocava algumas palavras com eles. Eu nunca pensei em levá-los embora. Alguém me disse: “Eles sujam a Cúria”, mas a sujeira está dentro. Eu acho que precisamos conversar com pessoas com grande humanidade, não como se tivessem que nos pagar uma dívida, e não tratá-los como se fossem pobres cães.

Qual é a diferença entre um sacerdote, um frade e um monge?

Por | DESTAQUES

As palavras “sacerdote”, “frade” e “monge” são termos ambíguos e flexíveis. Na linguagem popular, são aplicados sem propriedade, como se os três fossem equivalentes. No entanto, não querem dizer a mesma coisa.

Um sacerdote, na Igreja Católica, é um homem que recebeu o sacramento da Ordem Sacerdotal e que, em virtude de tal sacramento, pode celebrar o sacrifício da Missa e realizar outras tarefas próprias do ministério pastoral. Pode pertencer a uma ordem ou família religiosa, ou a uma diocese.

Um monge ou frade, no entanto, é uma pessoa que fez os votos de pobreza, castidade e obediência e pertence a uma congregação ou família religiosa concreta (franciscanos, jesuítas, dominicanos etc.). Pode coincidir, além disso, de que tal religioso seja um sacerdote, mas não necessariamente. Sua vocação não é obrigatoriamente ao sacerdócio.

Mas qual é a diferença entre um monge e um frade? Isso tem a ver com a origem de cada palavra: “monge” vem do latim tardio “monachus”, palavra para designar os anacoretas, e que já em sua raiz tinha implícito o significado de “solidão”.

Isso se relaciona ao surgimento das primeiras experiências de vida contemplativa (nos séculos IV-VI d.C.), como, por exemplo, os Padres do Deserto, eremitas que abandonavam o mundo e viviam no deserto, ou São Bento de Núrsia, fundador da ordem religiosa mais antiga do Ocidente, os beneditinos.

Um monge, portanto, é um termo mais adequado para referir-se a homens consagrados que vivem em conventos, dedicados inteiramente à oração e à penitência. É o caso das ordens contemplativas, como a dos Cartuxos.

Frade, por outro lado, é um termo mais moderno, que procede da Idade Média (do provençal “fraire”) e significa “irmão”. A palavra “frade” é empregada para ordens dedicadas à vida ativa, como os franciscanos ou hospitalários.

O uso desta palavra se relaciona ao surgimento das ordens mendicantes na Baixa Idade Média, que supuseram uma grande mudança na vida religiosa: estes novos religiosos já não se fechavam em conventos afastados das pessoas para se dedicar à oração, senão que estavam nas cidades, dedicados aos pobres, ao ensino, aos doentes etc.

Roteiro – Como manter uma célula viva – Parte II – 13 a 19 de março de 2017

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe do Grupo Parusia de Oração!

(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 13 a 19 de Marco

Novo Livreto de Musicas para Célula – Musicas para Celula Livreto

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Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: LIVRETO DE BOAS VINDAS