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“Rorate Caeli”, o mais sublime canto gregoriano de Natal

Por | NOTÍCIAS

Conheça e ouça o cântico da expectativa pelo Salvador, inspirado por profetas e patriarcas

Estamos no Advento, o tempo litúrgico em que nos preparamos para a vinda do Salvador. A liturgia da Igreja oferece uma vasta gama de recursos para nos ajudar nessa preparação, incluindo, entre eles, o precioso tesouro do canto gregoriano.

O “Rorate Caeli” é considerado uma das mais belas e sublimes composições não só do Advento, mas de todo o repertório litúrgico da história do cristianismo. Seu refrão vem do livro do profeta Isaías (45, 8), em que se suplica: “Que os céus, das alturas, derramem o seu orvalho; que as nuvens façam chover a vitória; abra-se a terra e brote a felicidade e, ao mesmo tempo, ela faça germinar a justiça! Sou eu, o Senhor, a causa de tudo isso”.

Inspirado pelos clamores do Antigo Testamento para que Deus nos resgatasse e nos mandasse o Messias, o “Rorate Caeli” representa magistralmente o espírito de súplica e expectativa do Advento.

Assista neste vídeo a uma interpretação desta obra-prima do canto litúrgico cristão e confira logo abaixo o texto original em latim, acompanhado da tradução em português.

RORATE CAELI

Rorate Caeli desúper et nubes plúant justum
(Derramai, ó céus, o vosso orvalho do alto, e as nuvens chovam o Justo)

Ne irascáris Dómine, ne ultra memíneris iniquitátis
Ecce cívitas Sancti facta est desérta
Sion desérta facta est, Jerúsalem desoláta est.
Domus sanctificatiónis tuae et gloriae tuae
Ubi laudavérunt Te patres nostri.
(Não vos ireis, Senhor, nem vos lembreis da iniquidade.
Eis que a cidade do Santuário ficou deserta:
Sião tornou-se deserta; Jerusalém está desolada.
A casa da vossa santificação e da vossa glória,
Onde os nossos pais vos louvaram)

Rorate Caeli desúper et nubes plúant justum.
(Derramai, ó céus, o vosso orvalho do alto, e as nuvens chovam o Justo)

Peccávimus et facti sumus tamquam immúndus nos,
Et cecídimus quasi fólium univérsi
Et iniquitátes nostrae quasi ventus abstulérunt nos
Abscondísti fáciem tuam a nobis
Et allisísti nos in mánu iniquitátis nostrae.
(Pecamos e nos tornamos como os imundos,
E caímos, todos, como folhas.
E as nossas iniquidades, como um vento, nos dispersaram.
Escondestes de nós o vosso rosto
E nos esmagastes pela mão das nossas iniquidades)

Rorate Caeli desúper et nubes plúant justum.
(Derramai, ó céus, o vosso orvalho do alto, e as nuvens chovam o Justo)

Víde, Dómine, afflictiónem pópuli tui
Et mitte quem missúrus es
Emítte Agnum dominatórem terrae
De pétra desérti ad montem fíliae Sion
Ut áuferat ipse jugum captivitátis nostrae.
(Olhai, ó Senhor, para a aflição do vosso povo,
E enviai Aquele que estais para enviar!
Enviai o Cordeiro dominador da terra
Da pedra do deserto ao monte da filha de Sião
Para que Ele retire o jugo do nosso cativeiro)

Rorate Caeli desúper et nubes plúant justum.
(Derramai, ó céus, o vosso orvalho do alto, e as nuvens chovam o Justo)

Consolámini, consolámini, pópule meus
Cito véniet salus tua
Quare moeróre consúmeris, quia innovávit te dolor?
Salvábo te, noli timére
Ego énim sum Dóminus Deus túus Sánctus Israël, Redémptor túus.
(Consola-te, consola-te, povo meu,
Em breve há de vir a tua salvação!
Por que te consomes na tristeza, se a dor te renovou?
Eu te salvarei, não tenhas medo!
Porque Eu sou o Senhor, teu Deus,
o Santo de Israel, o teu Redentor)

Rorate Caeli desúper et nubes plúant justum https://herenapotheek.nl/.
(Derramai, ó céus, o vosso orvalho do alto, e as nuvens chovam o Justo)

Roteiro – Oportunidade de sermos discípulos – 05 a 11 de dezembro de 2016

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe do Grupo Parusia de Oração!

(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

Roteiro-da-reuniao-de-celula-semanal-05-a-11-de-dezembro

Todos os pactos em folha única

2 – Pacto de Honestidade

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Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: LIVRETO DE BOAS VINDAS

Download da Tabela Periódica Bíblica = TABELA PERIODICA BIBLICA

Como ler a Bíblia = COMO USAR A BIBLIA

Papa: condenação eterna não é uma sala de tortura mas distanciamento de Deus

Por | PALAVRA DA IGREJA

Jamais dialogar com o diabo, com o sedutor e o impostor, que afasta de Deus, fonte da felicidade. Foi o que disse o Papa na missa da manhã de sexta-feira, 25/11, na Casa S. Marta, convidando-nos a aproximar-se do último encontro com o Senhor, no dia do Juízo, com o coração humilde.

Nestes dois últimos dias do ano litúrgico, a Igreja completa a reflexão sobre o fim do mundo e o Papa fala disso, lembrando a primeira carta do Apocalipse de João. Como será o juízo universal, questiona, e o encontro final com Jesus?

Diabo, sedutor que arruina a vida. Jamais dialogar com ele

A primeira imagem do Apóstolo é o juízo do “dragão, a antiga serpente, que é o diabo” e que o anjo descido do céu joga do Abismo, acorrentado para que “não pudesse mais seduzir as nações: porque ele é um sedutor”, destaca Francisco.

Pai de Jackson Follmann, sobrevivente: “É um milagre de Deus”!

Por | NOTÍCIAS

“Num acidente de avião, você sabe que a chance de sobrevivência é praticamente zero”

Jackson Follmann, de 24 anos, é um dos sobreviventes do acidente aéreo que matou 76 pessoas nesta madrugada, incluindo a maior parte da delegação da Chapecoense que viajava para a Colômbia. Ele é goleiro reserva da equipe de Santa Catarina.

Seus familiares, no final da manhã de hoje, estavam reunidos na pequena Boa Vista do Buricá, região noroeste do Rio Grande do Sul, para aguardar mais notícias e agradecer a Deus pelo milagre da sua sobrevivência, apesar de muito abatidos pela imensa tragédia que abalou o país e comoveu o planeta.

Num acidente de avião, você sabe que a chance de sobrevivência é praticamente zero. Então, ele estar entre os sobreviventes é um milagre de Deus“, declarou o pai de Jackson, Paulo Follmann. “A gente só está numa agonia para saber o estado de saúde dele, não sabe nada por enquanto. Se sabe que ele está no hospital“.

A mãe, Marisa, complementa:

A gente acordou com uma ligação da noiva dele, [contando] que tinha acontecido esse acidente. Na hora o meu marido entrou em choque, ficou apavorado. Eu também. A gente fica sem chão, mas coração de mãe nunca se engana. Meu coração dizia que Deus estava protegendo ele, que ele estava bem“.

Paulo acrescenta:

Meu filho estava muito feliz na Chapecoense, um clube com que ele se identificou muito; era um clube muito família. Meu filho sempre foi muito família. Nem um dia, desde os 13 anos, deixou de falar com a gente. E dentro da Chapecoense ele estava muito feliz. A previsão era boa pro futuro, então tava feliz mesmo, na cidade se adaptou muito bem, então tava tudo se encaminhando“.

Permaneçamos unidos em oração pelos sobreviventes, pelas suas famílias e amigos e pelo eterno descanso das vítimas fatais deste acidente.

5 habilidades essenciais para aumentar a inteligência emocional

Por | PARTILHA DO FUNDADOR

Estas habilidades tornam a vida muito mais agradável e são caminhos eficazes para o sucesso e a felicidade

A inteligência emocional (IE) é a capacidade de identificar, usar, entender e gerenciar as emoções de maneira positiva para aliviar o estresse, comunicar de forma eficaz, ser empático com os outros, superar desafios e resolver os conflitos. A inteligência emocional impacta muitos aspectos diferentes da sua vida diária, tais como a forma como você se comporta e a forma como você interage com os outros.

Se você tem uma alta inteligência emocional você é capaz de reconhecer o seu próprio estado emocional e os estados emocionais dos outros, e se envolve com as pessoas de uma forma que as atrai. Você pode usar essa compreensão das emoções para se relacionar melhor com outras pessoas, formar relacionamentos mais saudáveis, obter maior sucesso no trabalho e levar uma vida gratificante.

A inteligência emocional é composta essencialmente por quatro atributos:   

Autoconhecimento – Você reconhecer suas próprias emoções e como elas afetam seus pensamentos e comportamento, conhecer seus pontos fortes e fracos, e ter autoconfiança.

Autocontrole – Você é capaz de controlar os sentimentos e comportamentos impulsivos, controlar suas emoções de maneira saudável, tomar a iniciativa, acompanhar, através de compromissos, e adaptar-se às novas circunstâncias.

Consciência social – Você pode entender as emoções, necessidades e preocupações de outras pessoas, se sentir confortável socialmente, e reconhecer as dinâmicas de poder em um grupo ou organização.

Gestão de relacionamento – Você sabe como desenvolver e manter boas relações, comunicar com clareza, inspirar e influenciar os outros, trabalhar bem em equipe e administrar conflitos.

Por que a inteligência emocional é tão importante?   

Como sabemos, nem sempre as pessoas mais inteligentes são as mais bem-sucedidas e realizadas. Você provavelmente conhece pessoas que são academicamente brilhantes mas são socialmente ineficientes e sem sucesso no trabalho ou em suas relações pessoais. Inteligência intelectual não é o suficiente para ser bem sucedido na vida. Sim, o seu QI pode ajudá-lo a entrar na faculdade, mas é a sua IE que irá ajudá-lo a gerenciar o estresse e emoções quando precisar passar por provas e exames.

A inteligência emocional afeta:   

Seu desempenho no trabalho. A inteligência emocional pode ajudá-lo a lidar facilmente com as complexidades sociais do local de trabalho, liderar e motivar os outros, e se destacar em sua carreira. Na verdade, quando se trata de selecionar os candidatos para um emprego, muitas empresas agora vêem a inteligência emocional como sendo tão importante quanto a capacidade técnica e solicitam o teste de inteligência emocional antes de contratar.

Sua saúde física. Se você é incapaz de gerir seus níveis de estresse, que podem levar a sérios problemas de saúde. Estresse descontrolado pode aumentar a pressão arterial, suprimir o sistema imunológico, aumentar o risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral, contribuir para a infertilidade e acelerar o processo de envelhecimento. O primeiro passo para melhorar a inteligência emocional é aprender a aliviar o estresse.

Sua saúde mental. O Estresse descontrolado também pode afetar a sua saúde mental, tornando-o vulnerável a ansiedade e depressão. Se você é incapaz de compreender e gerir as suas emoções, você também vai estar aberto a mudanças de humor, enquanto a incapacidade de formar relacionamentos fortes pode fazer sentir-se sozinho e isolado.

Seus relacionamentos. Ao entender suas emoções e como controlá-las, você é capaz de expressar o que sente e entender como os outros estão sentindo. Isso permite que você se comunique de forma mais eficaz e construir relações mais fortes, tanto no trabalho como na sua vida pessoal.

Como aumentar sua inteligência emocional   Todas as informações que chegam ao cérebro vem através de nossos sentidos, e quando esta informação é esmagadoramente estressante ou emocional, o instinto assume e nossa capacidade de agir se torna limitada a dispersão, reação, ou a congelar. Portanto, para ter acesso à vasta gama de opções e a capacidade de tomar boas decisões, é preciso ser capaz de manter as nossas emoções em equilíbrio.

A memória também está fortemente ligada à emoção. Ao aprender a ficar conectado à parte emocional de seu cérebro, bem como à parte racional, você não só vai expandir o seu leque de opções quando se trata de responder a um novo evento, mas você também vai levar a memória emocional em seu processo de tomada de decisão. Isso vai ajudar a evitar a repetição de erros anteriores.   Para melhorar a sua inteligência emocional e sua habilidade de tomada de decisão, você precisa entender e gerenciar suas emoções. Isto é possível através do desenvolvimento de competências-chave para controlar e gerir o estresse e se tornar um comunicador eficaz.

Desenvolvendo a inteligência emocional através de algumas competências-chave:   

A inteligência emocional consiste em reduzir o estresse, permanecer focado, e ficar conectado a si mesmo e aos outros. Você pode fazer isso através da aprendizagem de competências-chave. As duas primeiras habilidades são essenciais para controlar e gerenciar o estresse excessivo e as últimas três habilidades melhoram significativamente a comunicação. Cada habilidade tem por base lições aprendidas na prática e incluem:

.         A capacidade de reduzir rapidamente o estresse momentâneo em situações variadas;
·         A capacidade de reconhecer suas emoções e não permitir que o sobrecarregue;
·         A capacidade de se conectar emocionalmente com os outros, utilizando a comunicação não-verbal;
·         A habilidade de usar o humor e praticar ficar conectado em situações desafiadoras;
·         A capacidade de resolver os conflitos de forma positiva e confiante;

Como aprender as habilidades fundamentais que constroem a inteligência emocional 

As competências-chave da inteligência emocional podem ser aprendidas por qualquer pessoa, a qualquer momento. Há uma diferença, porém, entre a aprendizagem sobre inteligência emocional e aplicar esse conhecimento para sua vida. Só porque você sabe que deveria fazer alguma coisa não significa que você vai fazê-la, especialmente quando você fica sobrecarregado pelo estresse, que pode te desviar de suas melhores intenções.

Para mudar permanentemente o comportamento que se manifesta sob pressão, você precisa aprender a superar o estresse momentâneo e o estresse em seus relacionamentos, permanecendo emocionalmente consciente. Isto significa que não basta simplesmente ler sobre a inteligência emocional para dominá-la. Você tem que experimentar e praticar as habilidades em sua vida cotidiana.

Habilidade 1: Reduzir rapidamente o estresse momentâneo   

Altos níveis de estresse podem sobrecarregar a mente e o corpo, ficando no caminho de sua capacidade de precisão em “ler” uma situação, ouvir o que outra pessoa está dizendo, estar ciente de seus próprios sentimentos e necessidades, e se comunicar com clareza.

Ser capaz de acalmar-se rapidamente e aliviar o estresse ajuda você a ficar equilibrado, focado, e no controle, não importa quais os desafios que você enfrenta ou o quão estressante a situação seja.

Estresse aflorado: funcionando bem no calor do momento   

Desenvolva suas habilidades de combate ao estresse, trabalhando as três etapas a seguir:

Perceba quando você está estressado – O primeiro passo para a redução do estresse é reconhecer quando está estressado. Como é que o seu corpo se sente quando você está estressado? São os seus músculos ou estômago apertado? São as suas mãos apertadas? É a sua respiração? Ciente de sua resposta física ao estresse vai ajudar a regular a tensão quando ela ocorrer.

Identifique sua resposta ao estresse – Todo mundo reage de forma diferente ao estresse. Se você tende a tornar-se irritado ou agitado sob estresse, você vai responder melhor as atividades para aliviar o estresse e que o acalmam. Se você tende a tornar-se deprimido ou retirado, você vai responder melhor a atividades para aliviar o estresse que são estimulantes. Se você tende a congelar totalmente em alguns aspectos, enquanto abranda em outros, você precisa de atividades para aliviar o estresse que proporcionem conforto e estímulo.

Descubra as técnicas de combate ao estresse que funcionam para você – A melhor maneira de reduzir o estresse rapidamente é envolver um ou mais dos seus sentidos: visão, audição, olfato, paladar e tato. Cada pessoa reage de maneira diferente a estímulos sensoriais, então você precisa encontrar coisas que são suaves e/ou te energizem. Por exemplo, se você é uma pessoa visual você pode aliviar o estresse rodeando-se com imagens edificantes. Se você responder mais ao som, você pode escutar o som do vento, uma peça de música favorita, ou o som de uma fonte de água para ajudar a reduzir rapidamente seus níveis de estresse.

Habilidade 2: Criar relação com a consciência emocional   

Ser capaz de se conectar às suas emoções – ter uma consciência do “momento a momento” de suas emoções e como elas influenciam seus pensamentos e ações, é a chave para entender a si mesmo e permanecer calmo e focado em situações tensas com os outros.   Muitas pessoas estão desconectadas de suas emoções, especialmente emoções fortes essenciais, tais como raiva, tristeza, medo e alegria. Isso pode ser o resultado de experiências negativas da infância que lhes ensinou a tentar desligar seus sentimentos. Mas, apesar de nós podermos distorcer, negar ou entorpecer nossos sentimentos, não podemos eliminá-los. Eles ainda estão lá, estando cientes deles ou não. Infelizmente, sem a consciência emocional, não somos capazes de compreender plenamente as nossas próprias motivações e necessidades, ou comunicar eficazmente com os outros.

Que tipo de relacionamento você tem com suas emoções?  

Você experimenta sentimentos que fluem, encontrando uma emoção atrás da outra, como se suas experiências mudassem momento a momento? Suas emoções estão acompanhadas de sensações físicas que você sente em lugares como o estômago ou no peito? Você experimenta sentimentos e emoções distintas, tais como raiva, tristeza, medo, alegria, cada um dos quais é evidente em expressões faciais sutis? Você pode experimentar sentimentos intensos que são fortes o suficiente para chamar tanto a sua atenção quanto a dos outros? Você presta atenção às suas emoções? Elas são um fator em sua tomada de decisão?

Se qualquer uma dessas experiências não é familiar, você pode estar se desconectando das suas emoções. Para ser emocionalmente saudável e emocionalmente inteligente, você deve se reconectar com suas emoções essenciais, aceitá-las e sentir-se confortável com elas.

Habilidade 3: Comunicação não-verbal   

Ser um bom comunicador requer mais do que habilidades verbais e a capacidade de gerir o estresse. Muitas vezes, o que você diz é menos importante de como você diz isso, ou outros sinais não-verbais que você mande, os gestos que você faz, a maneira como você se sente, o quão rápido ou quão alto você fala, o quão perto você está, ou como é feito o contato visual. A fim de manter a atenção dos outros e construir conexão e confiança, você precisa estar ciente e no controle desta linguagem corporal. Você também precisa ser capaz de ler e responder com precisão aos sinais não-verbais que outras pessoas lhe enviam.

Estas mensagens não param quando alguém para de falar. Mesmo quando você está em silêncio, você ainda está se comunicando de forma não verbal. Pense sobre o que você está transmitindo, assim, e se o que você diz coincide com o que você sente. Se você insiste, \\\”Eu estou bem\\\”, enquanto aperta os dentes e desvia o olhar, o seu corpo está claramente sinalizando o oposto. Suas mensagens não-verbais podem produzir uma sensação de interesse, confiança, entusiasmo e desejo de conexão ou podem gerar medo, confusão, desconfiança e desinteresse.

Dicas para melhorar a comunicação não-verbal   

Comunicação não-verbal de sucesso depende da sua capacidade de gerir o estresse, reconhecer suas próprias emoções e entender os sinais que você está enviando e recebendo. Ao comunicar:

Foque na outra pessoa. Se você está planejando o que você vai dizer a seguir, sonhando acordado, ou pensando em outra coisa, é quase certo que perca sinais não-verbais e outras sutilezas na conversa.

Faça contato visual. Contato com os olhos pode comunicar interesse, manter o fluxo de uma conversa e ajudar a medir a resposta da outra pessoa.

Preste atenção aos sinais não-verbais que você está enviando e recebendo, algo como expressão facial, tom de voz, postura, gestos e toques e também o momento e o ritmo da conversa.

Habilidade 4: Use humor e jogue para lidar com os desafios   

Humor, riso e brincadeira são antídotos naturais para as dificuldades da vida; que aliviará seus fardos e o ajudará a manter as coisas em perspectiva. Uma boa gargalhada reduz o estresse, eleva o humor, e traz o seu sistema nervoso de volta ao equilíbrio.

Comunicação descontraída amplia sua inteligência emocional e ajuda você a:   

Tirar as dificuldades de letra. Ao permitir que você visualize suas frustrações e decepções de novas perspectivas, risos e brincadeiras ajudam a sobreviver a aborrecimentos, tempos difíceis e contratempos.

Atenuar mais as diferenças. Usar o humor suave, muitas vezes ajuda você a dizer coisas que podem ser difíceis de outra maneira, sem criar um conflito.   Relaxar e energizar-se. Comunicação descontraída alivia a fadiga e relaxa o corpo, o que lhe permite recarregar e realizar mais.

Tornar-se mais criativo. Quando você se solta, você se liberta de formas rígidas de pensar e de ser, o que lhe permite ser criativo e ver as coisas de novas maneiras.

Como desenvolver uma comunicação lúdica:   

Nunca é tarde demais para desenvolver e abraçar o seu lado bem humorado e descontraído.

·         Tente definir, o momento e a ocasião adequada. Quanto mais você descontrai, brinca e ri mais fácil se torna.
·         Encontre atividades agradáveis que te descontraia e o ajude a abraçar a sua natureza lúdica.
·         Pratique brincar com animais, bebês, crianças pequenas e amigos que apreciam brincadeiras divertidas.

Habilidade 5: Resolver conflitos de forma positiva  

Conflitos e divergências são inevitáveis em relacionamentos. Duas pessoas não podem, eventualmente, ter as mesmas necessidades, opiniões e expectativas em todos os momentos. No entanto, isso não precisa ser uma coisa ruim. Resolver conflitos de maneira construtiva e saudável pode reforçar a confiança entre as pessoas. Quando o conflito não é percebido como ameaçador ou punitivo, promove a liberdade, criatividade e segurança nos relacionamentos.

A capacidade de gerenciar conflitos é uma forma positiva de construção de confiança que é apoiada pelas quatro habilidades anteriores. Uma vez que você sabe como gerenciar o estresse, ficar emocionalmente presente e consciente, comunicar verbalmente, e usar humor e jogar, você estará melhor equipado para lidar com situações e captar emoções pesadas e neutralizar muitos problemas antes que eles aumentem.

Dicas para a resolução de conflitos:

Mantenha-se focado no presente. Quando você não está guardando velhas mágoas e ressentimentos, você pode reconhecer a realidade de uma situação atual e vê-la como uma nova oportunidade para a resolução de antigos sentimentos sobre conflitos.

Escolha os seus argumentos. Argumentos demandam tempo e energia, especialmente se você quer resolver os conflitos de uma forma positiva. Considere o que vale a pena discutir sobre e o que não vale.

Perdoe. Comportamento doloroso de outras pessoas está no passado. Para resolver o conflito, é preciso dar-se o desejo de punir ou se vingar.

Finalize conflitos que não podem ser resolvidos. É preciso duas pessoas para manter uma discussão indo. Você pode escolher para desengatar a partir de um conflito, mesmo se você ainda discordar.

Texto: Daniel Garcia, via Menthes
Fonte: Site Administradores (administradores.com.br)

Ser católico implica correr o risco de perder amigos

Por | FORMAÇÃO DE LIDERES, FORMAÇÕES

Uma vida católica radicalmente intensa pode ser chocante para quem prefere o conforto de viver superficialmente

Não faz muito tempo, eu recebi um e-mail que me pedia o seguinte:

“Como mãe, educadora, católica e mulher no mundo atual, eu gostaria de saber um pouco mais sobre a sua conversão. Você perdeu amigos? Você não se sente esquisita de vez em quando? Eu tenho 43 anos e sou a única pessoa que eu conheço que vai à missa mais que uma vez por semana. O que eu posso fazer para não me desanimar?”.

A minha resposta curta para esse tipo de situação é que nós temos que descobrir o que faz o nosso coração arder e, então, correr atrás desse algo com determinação obstinada. Para mim, por exemplo, o que funciona é escrever.

Já a minha resposta longa é que o catolicismo é uma busca radical pela verdade. Nós não nos lembramos o suficiente do quanto a graça custa. Não ouvimos falar o suficiente do quanto é medíocre seguir a Cristo mais ou menos. A não nos chama a viver na miséria, mas nos chama, claramente, a não possuir muito mais do que realmente precisamos. A fé nos convida à pobreza, à castidade e à obediência. E o que eu descobri é que estes três estados de vida são incrivelmente empolgantes e desafiadores! Eles nos dão um tipo de liberdade e de “consciência de ser” que é completamente inexistente no meio da nossa cultura entorpecente.

Eu resisto resolutamente a ser uma pessoa “ocupada demais”. Acho que o tipo de ocupação que a nossa cultura valoriza e almeja não é obra de Deus. Certos tipos de mídia católica dizem que nós somos quase obrigados a assistir a filmes estúpidos e a programas de TV de má qualidade para podermos enxergar as pessoas “do jeito que elas são”, mas eu não penso assim. Só a ideia de perder 10 minutos vendo um programa de TV estúpido para poder jogar conversa fora com algum “não crente” me deixa arrepiada.

Se Cristo andava com as prostitutas e com os publicanos, não era porque Ele quisesse nos incentivar a contar piadas infames e a fazer fuxicos grosseiros. Ele não descia de nível, mesmo quando se encontrava com as pessoas nos níveis em que elas viviam. Ele ia até lá para chamá-las a subir de nível. Nós amamos de fato as pessoas quando vemos a sua fome e sede terrível, mas as convidamos a contribuir, mostrando a elas que elas também têm uma missão integral e de importância vital.

Eu perdi o meu casamento, em parte, porque me converti. Eu abandonei o meu trabalho como advogada porque me converti. Não sei se perdi amigos, mas posso ter perdido certa proximidade com certos amigos. Que o catolicismo seja constantemente mal interpretado, incompreendido, caluniado, desprezado, eu posso aceitar. O que me incomoda é que as pessoas vejam o catolicismo como uma excentricidade sem sentido.

Logo depois que Obama foi eleito, uma amiga minha, que se derretia toda por ele, me perguntou: “Você também adora o Obama, não adora?”. Eu respondi: “Bom, ele parece uma pessoa legal, mas eu não morro de amores pelo fato de ele apoiar pesquisas com células estaminais embrionárias. E aposto com você que não vai melhorar nada para os pobres, aposto que ele vai começar uma ou duas guerras e aposto que, daqui a um ano, muita gente vai começar a odiá-lo”. Ela retrucou: “Poxa, isso é só coisa do seu catolicismo”. Eu quase pulei da cadeira. “Coisa do meu catolicismo?! O meu catolicismo é a minha vida! O meu catolicismo é o ar que eu respiro!”.

Foi por causa do meu catolicismo que eu não votei em Obama nem em Romney. Domingo passado, no Los Angeles Times, eu li que, desde 1995, o Pentágono distribuiu 5,1 bilhões de dólares em equipamentos militares excedentes para os departamentos de polícia dos Estados Unidos: fuzis, veículos blindados resistentes a minas, helicópteros. Li sobre Mohamedou Ould Slahi, preso em Guantánamo, que, embora nunca tenha sido acusado de crime algum, está sob custódia dos Estados Unidos desde 2001. Ele escreveu um livro de memórias que fala, entre outras coisas, da tortura que sofreu em nossas mãos. Li também, recentemente, a resenha de um livro chamado “The Invisible Soldiers: How America Outsourced Our Security” [“Os soldados invisíveis: como os EUA terceirizaram a sua segurança”], de Ann Hagedorn, e soube que “metade dos 16 mil funcionários que trabalham para a Embaixada dos Estados Unidos em Bagdá desde a retirada das tropas norte-americanas são contratados”, que gastamos bilhões de dólares com mercenários e que, de acordo com um executivo da Blackwater, o ex-SEAL Erik Prince, “o exército dos EUA não é grande o suficiente para fazer frente a todas as exigências de uma missão ampla, cara e complexa como a guerra do Iraque”.

Então, por que criticar justamente o catolicismo?

O sistema inteiro sob o qual vivemos é muito, muito afastado de Cristo. Pode não haver respostas, mas nós temos que fazer pelo menos as perguntas. A nossa inteligência, como católicos, não pode deixar de notar a violência satânica e cheia de segredos terríveis que é perpetrada pelo nosso governo! Não podemos esperar, por exemplo, que um país que gasta mais dinheiro com exército e armas do que todas as outras nações do mundo juntas vá se preocupar seriamente com as crianças que ainda não nasceram.

Eu, particularmente, não quero ficar alienada. Como seguidora de Cristo, eu quero lutar pelo bem das pessoas. O que me preocupa é que o simples fato de expressar opiniões como esta me faça perder amigos católicos.

Diante de tudo isso, não podemos esquecer que a ressurreição não é apenas um final feliz. A ressurreição é um final surpreendente.

Roteiro – O lugar certo para sua vida! 28 de novembro à 04 de Dezembro de 2016

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe do Grupo Parusia de Oração!

(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

Roteiro-da-reuniao-de-celula-semanal-28-de-novembro-a-04-dezembro

Todos os pactos em folha unica

Formula do Pacto de Lealdade

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Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: LIVRETO DE BOAS VINDAS

Download da Tabela Periódica Bíblica = TABELA PERIODICA BIBLICA

Como ler a Bíblia = COMO USAR A BIBLIA

6 reflexões extraordinárias do Papa Francisco sobre o Jubileu da Misericórdia

Por | PALAVRA DA IGREJA

“O nome de Deus é misericórdia… Amor a Deus e amor ao próximo são dois amores inseparáveis… A Igreja não é um time de futebol que busca torcedores”

A jornalista Stefania Falasca, do jornal italiano Avvenire, entrevistou o Papa Francisco a respeito do encerramento do Jubileu da Misericórdia e da busca da união entre os cristãos.

Confira alguns trechos, com destaque para 6 reflexões inspiradoras:

“O Onipotente tem péssima memória. Quando Ele perdoa você, Ele se esquece do seu pecado”

Quem descobre que é muito amado começa a sair daquela solidão ruim, daquela separação que leva a odiar os outros e a si mesmo. Eu espero que muitas pessoas tenham descoberto que são muito amadas por Jesus e tenham se deixado abraçar por Ele. A misericórdia é o nome de Deus e é também a “fraqueza” dele, o ponto fraco dele. A misericórdia de Deus o leva sempre ao perdão, a esquecer os nossos pecados. Eu gosto de pensar que o Onipotente tem uma péssima memória. Quando Ele perdoa você, Ele se esquece [do seu pecado]. Porque Ele é feliz em perdoar. Para mim, isso basta. Assim como para a mulher adúltera do Evangelho, “que muito amou”. “Porque Ele muito amou”. Todo o cristianismo está aqui.

“Amor a Deus e amor ao próximo são dois amores inseparáveis”

Jesus não pede grandes gestos, apenas o abandono e o reconhecimento. Santa Teresa de Lisieux, que é doutora da Igreja, na sua “pequena via” para Deus, indica o abandono da criança, que adormece sem reservas nos braços do seu pai, e lembra que a caridade não pode permanecer fechada no fundo. Amor a Deus e amor ao próximo são dois amores inseparáveis.

“O nome de Deus é misericórdia (Bento XVI)”

[O Jubileu] Foi um processo que amadureceu no tempo, por obra do Espírito Santo. Antes de mim, houve São João XXIII que, com a Gaudet mater Ecclesia, no “remédio da misericórdia”, indicou o caminho a seguir na abertura do Concílio; depois, o Bem-aventurado Paulo VI, que, na história do Samaritano, viu o seu paradigma. Depois, houve o ensinamento de São João Paulo II, com a sua segunda encíclica, Dives in misericordia, e a instituição da Festa da Divina Misericórdia. Bento XVI disse que “o nome de Deus é misericórdia”. São todos pilares. Assim, o Espírito leva adiante os processos na Igreja, até o cumprimento.

“A Igreja existe somente como instrumento para comunicar às pessoas o desígnio misericordioso de Deus”

Fazer a experiência vivida do perdão que abarca a família humana inteira é a graça que o ministério apostólico anuncia. A Igreja existe somente como instrumento para comunicar às pessoas o desígnio misericordioso de Deus. No Concílio, a Igreja sentiu a responsabilidade de estar no mundo como sinal vivo do amor do Pai. Com a Lumen gentium, ela voltou para as fontes da sua natureza, ao Evangelho. Ele desloca o eixo da concepção cristã de um certo legalismo, que pode ser ideológico, à Pessoa de Deus que se fez misericórdia na encarnação do Filho. Alguns continuam não compreendendo, ou branco ou preto, mesmo que seja no fluxo da vida que se deve discernir. O Concílio nos disse isso. Os historiadores, porém, dizem que um Concílio, para ser bem absorvido pelo corpo da Igreja, precisa de um século… Nós estamos na metade.

“Quanto às opiniões, sempre é preciso distinguir o espírito com o qual são ditas. Quando não há um mau espírito, elas também ajudam a caminhar”

O próprio Jesus reza ao Pai para pedir que os seus sejam uma coisa só, para que assim o mundo creia. É a Sua oração ao Pai. Desde sempre, o bispo de Roma é chamado a conservar, a buscar e servir essa unidade. Sabemos também que não podemos curar por nós mesmos as feridas das nossas divisões, que dilaceram o corpo de Cristo. Portanto, não podem ser impostos projetos ou sistemas para voltarmos a estar unidos. Para pedir a unidade entre nós, cristãos, só podemos olhar para Jesus e pedir que o Espírito Santo atue entre nós. Que seja Ele que faça a unidade. No encontro de Lund com os luteranos, eu repeti as palavras de Jesus, quando diz aos seus discípulos: “Sem mim, vocês não podem fazer nada”. O encontro com a Igreja Luterana em Lund foi um passo a mais no caminho ecumênico que iniciou há 50 anos e em um diálogo teológico luterano-católico que deu os seus frutos com a Declaração Comum, assinada em 1999, sobre a doutrina da Justificação, isto é, sobre como Cristo nos torna justos salvando-nos com a Sua Graça necessária, ou seja, o ponto a partir do qual tinham partido as reflexões de Lutero. Portanto, voltar ao essencial da fé para redescobrir a natureza daquilo que nos une. Antes de mim, Bento XVI tinha ido para Erfurt e ele tinha falado cuidadosamente sobre isso, com muita clareza. Ele tinha repetido que a pergunta sobre “como eu posso ter um Deus misericordioso?” tinha penetrado no coração de Lutero e estava por trás de toda a sua busca teológica e interior. Houve uma purificação da memória. Lutero queria fazer uma reforma que devia ser como um remédio. Depois, as coisas se cristalizaram, se misturaram aos interesses políticos da época, e acabou-se no cuius regio eius religio, pelo qual era preciso seguir a confissão religiosa de quem tinha o poder. Eu sigo o Concílio. Quanto às opiniões, sempre é preciso distinguir o espírito com o qual são ditas. Quando não há um mau espírito, elas também ajudam a caminhar. Outras vezes, logo se vê que as críticas são feitas aqui e ali para justificar uma posição já assumida, não são honestas, são feitas com mau espírito para fomentar divisão. Logo se vê que certos rigorismos nascem de uma falta, de querer esconder dentro de uma armadura a própria triste insatisfação. Se você assistir ao filme “A festa de Babette”, há esse comportamento rígido.

“Todo proselitismo entre cristãos é pecaminoso. A Igreja não é um time de futebol que busca torcedores”

Servir aos pobres significa servir a Cristo, porque os pobres são a carne de Cristo. E, se servimos aos pobres juntos, isso significa que nós, cristãos, nos reencontramos unidos ao tocar as chagas de Cristo. Eu penso no trabalho que, depois do encontro de Lund, a Cáritas e as organizações de caridade luteranas podem fazer juntas. Não é uma instituição, é um caminho. Certos modos de contrapor as “coisas da doutrina” às “coisas da caridade pastoral”, ao contrário, não estão de acordo com o Evangelho e criam confusão. A Declaração Conjunta sobre a Justificação é a base para poder continuar o trabalho teológico. O estudo teológico deve seguir em frente. Há o trabalho que está sendo feito pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos. O caminho teológico é importante, mas sempre junto com o caminho de oração, fazendo, juntos, obras de caridade. Obras que são visíveis. A unidade não se faz porque nos colocamos de acordo entre nós, mas porque caminhamos seguindo Jesus. E caminhando por obra daquele que seguimos, podemos nos descobrir unidos. É o caminhar atrás de Jesus que une. Converter-se significa deixar que o Senhor viva e opere em nós. Assim, descobrimos que nos encontramos unidos também na nossa missão comum de anunciar o Evangelho. Caminhando e trabalhando juntos, percebemos que já estamos unidos no nome do Senhor, e que, portanto, não somos nós que criamos a unidade. Percebemos que é o Espírito que nos impele e nos leva para a frente. Se você é dócil ao Espírito, será Ele que irá lhe dizer o passo que pode dar. O resto é Ele quem faz. Não podemos ir atrás de Cristo se Ele não nos leva, se o Espírito não nos impulsiona com a Sua força. Por isso, é o Espírito o artífice da unidade entre os cristãos. É por isso que eu digo que a unidade se faz caminhando, porque a unidade é uma graça que se deve pedir, e também porque eu repito que todo proselitismo entre cristãos é pecaminoso. A Igreja nunca cresce por proselitismo, mas “por atração”, como escreveu Bento XVI. O proselitismo entre os cristãos, portanto, é em si mesmo um pecado grave. Porque contradiz a própria dinâmica de como nos tornamos e permanecemos cristãos. A Igreja não é um time de futebol que busca torcedores. O encontro de Lund, assim como todos os outros passos ecumênicos, também foi um passo à frente para levar a compreender o escândalo da divisão, que fere o corpo de Cristo e que, também diante do mundo, não podemos nos permitir. Como podemos dar testemunho da verdade do amor se brigamos, se nos separarmos entre nós? Quando eu era criança, não se falava com os protestantes. Havia um sacerdote em Buenos Aires que, quando os evangélicos vinham rezar com as barracas, ele mandava o grupo de jovens queimá-las. Agora, os tempos mudaram. O escândalo deve ser superado simplesmente fazendo as coisas juntos, com gestos de unidade e de fraternidade.

Um símbolo secreto dos cristãos

Por | FORMAÇÃO DE LIDERES, FORMAÇÕES

Como os primeiros cristãos se reconheciam nos tempos de clandestinidade?

Durante os três primeiros séculos do cristianismo, as perseguições contra os cristãos eram frequentes e brutais. A fé em Cristo constituía uma religião clandestina e, por isso, os cristãos não podiam se revelar abertamente. Nesse contexto, como um cristão poderia saber se outra pessoa também era cristã?Além de tomar as precauções mais evidentes, como informar-se sobre a outra pessoa previamente sempre que possível, considera-se a hipótese de que os primeiros cristãos utilizassem alguns “códigos secretos” para confirmar se estavam diante de um irmão da mesma crença. Um desses códigos era o “Ichthys” ou “Ichthus”, palavra que, em grego antigo (?????), significava “peixe”.
Segundo essa hipótese, quando um cristão supunha estar diante de outro cristão clandestino, desenhava uma curva ou meia-lua no chão. Se a outra pessoa desenhasse outra meia-lua sobreposta à dele, completando a figura de um peixe, seria muito maior a probabilidade de que se tratasse mesmo de um seguidor de Jesus que conhecia o “código secreto” cristão.

E por que a imagem de um peixe?

Porque as letras que formam a palavra “peixe” em grego (ichthys), quando escritas em maiúsculas (?????), formam um acrônimo com as iniciais da expressão “I?sous Christos Theou Yios S?t?r”, que significa “Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador” (em grego antigo: ?????? ???????, ???? ?????, ?????).

O peixe se tornou, assim, um dos primeiros símbolos cristãos, juntamente com a imagem do Bom Pastor e, posteriormente, do crucifixo.

O Ichthys também era usado para indicar as catacumbas cristãs durante as perseguições contra a comunidade, de modo que apenas os próprios cristãos soubessem quais eram os túmulos dos seus companheiros de fé.

Roteiro – A Proteção de Deus – 21 a 27 de novembro de 2016

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Nesta semana estaremos rezando (fora da Célula) o Rosário da Libertação.. Esta anexo ao Roteiro

Líder, incentive e participe do Grupo Parusia de Oração!

(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

roteiro-da-reuniao-de-celula-semanal-21-a-27-novembro

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Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: LIVRETO DE BOAS VINDAS

Download da Tabela Periódica Bíblica = TABELA PERIODICA BIBLICA

Como ler a Bíblia = COMO USAR A BIBLIA

Porque a Igreja se chama “Católica”?

Por | PALAVRA DA IGREJA

Uma das explicações mais belas de todos os tempos

A Igreja é chamada católica ou universal porque está espalhada por todo o mundo, de uma à outra extremidade da terra, e porque universalmente e sem erro ensina toda a doutrina que os homens devem conhecer, sobre as coisas visíveis ou invisíveis, celestes ou terrestres.

É chamada católica também porque conduz ao verdadeiro culto toda a classe de homens, autoridades e súbditos, doutos e incultos. É católica finalmente porque cura e sara todo o género de pecados, tanto os da alma como os do corpo, e possui todo o gênero de virtudes, qualquer que seja o seu nome, em obras e palavras e nos mais diversos dons espirituais.

Com toda a propriedade é chamada Igreja, quer dizer, assembleia convocada, porque convoca e reúne a todos na unidade, tal como o Senhor determina no Levítico: ”convoca toda a assembleia para a entrada da tenda da reunião” (8,3) […]. E, no Deuteronômio, diz Deus a Moisés: ”convoca o povo para junto de Mim, a fim de ouvirem as Minhas palavras” (4,10). […] Também o Salmista proclama: ”eu Te darei graças na solene assembleia, e Te louvarei no meio da multidão” (Salmo 35/34,18) […].

Mas foi a partir das nações gentias que depois o Salvador instituiu uma segunda assembleia, a nossa Santa Igreja dos cristãos, acerca da qual disse a Pedro: ”e sobre esta Pedra edificarei a Minha Igreja, e as portas do Abismo nada poderão contra ela” (Mt 16,18). […] E logo que a primeira assembleia fundada na Judeia foi destruída, multiplicaram-se por toda a terra as Igrejas de Cristo. Delas falam os Salmos, que dizem: ”Aleluia! Cantai ao Senhor um cântico novo, louvai-O na assembleia dos fiéis!” (149,1). […] E é a respeito desta nova Igreja Santa e Católica que Paulo escreve a Timóteo: ”quero que saibas como deves proceder na casa de Deus, esta Igreja do Deus vivo, coluna e sustentáculo da Verdade” (1Tm 3,15).

São Cirilo de Jerusalém (313-350), Bispo de Jerusalém e Doutor da Igreja
18.ª Catequese aos Iluminandos, 23-25