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Católicos em Células! O que são Células?

Por | CÉLULA - DEFINIÇÕES

O QUE SÃO CÉLULAS?

Células são grupos de relacionamento constituídos de 8 até 15 pessoas que se reúnem semanalmente como uma família, e que têm compromisso de participar nas atividades da Igreja local (alguma comunidade maior).

Nelas, vivencia-se os 5 propósitos de Deus para a Igreja – koinonya/comunhão fraterna; liturgia/louvor e adoração; catequese/edificação dos discípulos pela Palavra; martyria/anúncio de Cristo; diakonia/serviço uns aos outros.

A célula é uma comunidade e não uma mera reunião. Todavia, no seu encontro semanal esses 5 propósitos são manifestados, em seus 5 estágios, também chamados de 5?Es: Encontro, Exaltação, Edificação, Evangelismo e Entrega.

Os pequenos grupos ou células sempre fizeram parte do povo de Deus. Veja o exemplo de Moisés (cf. Ex 18, 21) e o testemunho de Jesus, que liderou a primeira célula da Igreja com os doze apóstolos (cf. Mc 3, 14).

1. Onde a célula se reúne?
Priorizamos as reuniões nos lares, mas a célula pode se reunir também em empresas, escolas, salões de condomínios, em qualquer lugar que propicie o bem-estar dos membros.

2. Por que uma célula não pode ter mais que doze ou quinze pessoas?

Porque num grupo maior não há tempo suficiente para que todas as pessoas compartilhem e recebam ministração. Além disto, sendo um dos valores da visão de células o acompanhamento pessoal dos membros, este se torna impossível com um número alto. Por fim, também as casas normalmente não comportam grandes grupos.

3. O que a célula não é:

a) Grupo de devoção
Existem muitos grupos devocionais que se reúnem nos lares. São baseados em práticas religiosas como o terço e as novenas. Certamente têm sua utilidade, mas diferem essencialmente quanto aos propósitos das células.

b) Grupo de oração
Normalmente esse tipo de grupo é composto de pessoas que têm a seguinte atitude: O que o grupo pode fazer por mim? (Emprego, cura, conhecimento…). Um dos estágios da reunião da célula é a oração, mas não é esta a sua maior proposta.

c) Grupo de discussão bíblica
Estes grupos, também conhecidos como círculos, não estimulam a comunhão fraterna tanto quanto uma célula. Além de atender às reais necessidades das pessoas, a célula é uma experiência aberta a acolher novas pessoas, e jamais pode se fechar em si mesma.

d) Grupo de formação
Estes grupos oferecem um crescimento espiritual num ambiente fechado e exclusivista. Na célula acontece o discipulado dos membros, mas ela não pára nisto.

e) Uma pastoral ou ministério
Na Igreja cada pastoral (ministério) tem uma tarefa específica a realizar (por exemplo: canto, serviço aos pobres, acolhida, pregação, ensino etc.). A célula, por ser uma miniatura da Igreja, não se limita a uma ou algumas tarefas da Igreja, mas a cumprir todos os propósitos de Deus, não como um grupo de trabalho, mas como uma comunidade, onde o “ser” sempre vem antes do “fazer”.

Portanto, célula não é um grupo de cristãos fechado (um clube), criado só para algumas pessoas da Igreja (uma panelinha); ela é uma pequena comunidade cristã que tem a multiplicação do corpo de Cristo como objetivo. E embora tenha reuniões, não se limita a elas ed-oesterreichische.at. Célula não é um dia por semana, mas uma comunidade viva, em ação, onde os membros são comprometidos uns com os outros, dentro e fora das reuniões. Também não são grupos paralelos à estrutura do corpo eclesial (a comunidade maior), mas são justamente a base vivificante deste corpo.

4. Como é uma célula?
Na biologia, a célula não é o corpo todo, mas traz dentro de si todas as informações necessárias para gerar um corpo inteiro. Nesse sentido, célula é a miniatura da Igreja se reunindo nos lares, é uma pequena comunidade e que atua como centro de treinamento ministerial, pois além de seus membros vivenciarem o “amai-vos” (cf. Jo 13, 34), são capacitados para o “ide” (cf. Mt 28, 19).

A célula imprime um estilo de vida, de modo que seus membros não conseguem separar fé e vida. Por isso, testemunham Cristo no meio em que vivem (oikos), penetrando nos variados segmentos da sociedade, como sal e luz (cf. Mt 5, 13-14).

A convivência dos irmãos é o que garante vida à célula. Nela são gerados fortes vínculos de comunhão, de amizade e de aceitação. Algumas células são homogêneas (exemplo: somente casais, só jovens, só mulheres…), outras heterogêneas (integrando pessoas de diferentes sexos e idades).

ESTRATÉGIA

A Agência Católicos em Células oferece, além de material didático, cursos que colaboram no processo de transição para o sistema de células .

Todos os cursos são ministrados em finais de semana, sobretudo para sacerdotes e líderes leigos, de paróquias e demais movimentos eclesiais, equipando comunidades para a prática eficiente da nova evangelização.


1. JORNADA

Este encontro desperta a comunidade para a urgência da nova evangelização, aprofundando sua visão missionária a partir do estudo das suas três grandes exigências e sua relação direta com o sistema de células.  CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS

2. ANO PARA A TRANSIÇÃO

Após a Jornada, a comunidade que aceita o desafio de se abrir ao novo, inaugura o “ano para a transição”, que passa por 4 passos, também chamados de módulos, os quais se aplicam em encontros de sábado e domingo (em no mínimo 18 horas), a cada três meses.  CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS

3. SUPORTE PASTORAL

Feita a transição para o sistema de células, oferecemos à comunidade um suporte pastoral, que inclui um programa de gerenciamento de uma comunidade em células, treinamento e reciclagem dos membros na visão celular e um acompanhamento ao trabalho do líder principal.  CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS

MISSÃO

A Agência Católicos em Células existe para ajudar a estabelecer nas comunidades católicas o padrão bíblico da Igreja do Novo Testamento, onde cada membro seja um discípulo e missionário e cada casa uma célula multiplicadora do corpo de Cristo.

PROPÓSITO

1. Promover uma séria reflexão acerca do desejo de Deus para a Igreja.2. Confrontar paradigmas tradicionais de evangelização com as exigências da nova evangelização.3. Mobilizar e capacitar os católicos para o cumprimento da grande missão de Mateus 28, 19.4. Assessorar comunidades na transição para o sistema de células, disponibilizando materiais e cursos específicos de treinamento e reciclagem de liderança.5. Servir as comunidades em células em suas necessidades pastorais e ser um centro de referência para a unidade entre as diversas expressões de católicos em células.

SISTEMA INTERNACIONAL

Comunidade Eccomi, manda-me – da cidade de Ragusa, Itália.
Atualmente tem mais de 200 células: http://www.eccomimandame.org/

Pe. PiGi Perini

Site da Paróquia Santeustorgio, de Milão. Seu pároco, Don PiGi Perini, é responsável pelo sistema de células paroquiais de evangelização, que há mais de duas décadas tem propagado essa visão em todos os continentes.

http://www.santeustorgio.it/

Reconhecimento Pontifício do Sistema de Células de Evangelização

Células na Itália

Site das células na Itália, com mapa das paróquias em células, decreto de reconhecimento pontifício do sistema de células, informações e material de formação para líderes.http://www.cellule-evangelizzazione.org/

Fonte: http://www.comunidadefanuel.com/catolicos/o-que-sao-celulas/

Inscrições – Congresso Mães que oram pelos seus filhos 05/03/2017

Por | AGENDA

O Congresso Mães que oram pelos filhos com a Ministração de Ângela Abdo acontecerá nos dias 04 e 05 de Março de 2017.

O Congresso inicia dia 04 às 19h00 na Grande Célula de Oração e continua para os Inscritos no Domingo dia 05 dás 8h00 as 17h00.

Preencha a Ficha Abaixo ou AQUI – FICHA ou Impressa com a Comunidade.

FICHAS INDIVIDUAIS E LIMITADAS.

Local: Salão São João Paulo II da Comunidade Fidelidade.
Rua Giuseppe Venturini, 180 – Batistini – SBC – SP – 09842-005.
Veja no Mapa: https://goo.gl/maps/TLNNsVxEEv62

Investimentos:
COMBO 1 – Inscrição com Almoço (Marmitex – 2 opções de mistura) / Cafés e Materiais é de R$ 35,00.
COMBO 2 – Inscrição com Cafés e Materiais é de R$ 20,00.
Obs.: A inscrição só será efetivada após o pagamento.

Opções de Pagamento:
Pessoalmente:

Na Loja da Fidelidade em Dinheiro, Cartões de Débito ou Crédito. Durante Grupos e Momentos da Comunidade.

Pagamento via Deposito:
Associação Domingos Sávio
Banco Bradesco – 237
Agencia – 0109
Conta – 21952-5
CNPJ – 019.995024/0001-56

Enviar foto de comprovante por e-mail em comfidelidade@gmail.com ou pelo WhatsApp em (11) 94594-3555


O Movimento de Mães que oram pelos filhos nasceu em Vitória-ES e hoje se multiplica por todo Brasil e até fora dele. É reconhecido pela Igreja Católica e tem se tornado uma poderosa ferramenta de evangelização. Participe!

Vocação na Comunidade Fidelidade

Por | VOCAÇÃO

A você que quer conhecer o itinerário de formação da Comunidade Fidelidade e viver em Comunidade.

Mande um e-mail para: fidelidade@comunidadefidelidade.com ou WhattsApp (11) 9.4594-3555

A Cada 6 Meses dependendo da formação de turma iniciamos o período vocacional.

Da Organização dos Membros – Hierarquia – A comunidade é formada pelo Fundador, CoFundador, Membros com Vinculo de Consagração, Membros com Vínculo de Comunhão, Compromissados e Caminhantes.

Da Admissão e Formação de novos membros – A cada 6 meses ou conforme necessidade a Comunidade realiza um encontro para as pessoas que queiram conhecer nossos trabalhos, neste encontro é apresentado à realidade e rotina da comunidade e o que professamos e pregamos.

Dos Caminhantes – Uma vez a pessoa sentindo o chamado a essa vocação de comunidade, o interessado inicia uma formação especifica de até 1 Ano, os quais denominamos caminhantes.

Neste período a pessoa também é orientada regularizar sua vida espiritual se necessário. Um formador designado pelo fundador recorda com os caminhantes a catequese, dogmas, tradição, a palavra, formação humana e espiritual, histórico da comunidade e nossas realidades de fraternidade e obediência.

No final da formação os que sentirem a vocação a continuar passam por uma entrevista de discernimento com fundador e formadores e começam uma nova jornada de no mínimo 1 (um) Ano, o qual chamamos de compromissados.

Dos Compromissados – Neste período de compromissados, os candidatos a membros acompanham e ajudam nos trabalhos efetivos da Comunidade e são assistidos por formadores pessoais por um período de até 2 Anos.

Dos Membros Efetivos – Após o período de compromissado, os formadores passam um relatório deste período de acompanhamento ao fundador que, em nova entrevista com os candidatos, decidem em oração a admissão efetiva dos mesmos.

Neste período é feito seu compromisso com a comunidade em uma celebração juntamente com Sacerdote, onde professam seu “compromisso” em seu vinculo especifico com a comunidade e o carisma.

De: “A Comunidade para mim” ao “Eu para a Comunidade”

Por | VIDA COMUNITARIA

Uma comunidade somente é comunidade quando a maioria de seus membros estiver fazendo a passagem de “a comunidade para mim” ao “eu para a comunidade”, quer dizer, quando o coração de cada um estiver se abrindo para cada membro, sem excluir ninguém. É a passagem do egoísmo para o amor, da morte para a ressurreição: é a Páscoa, passagem do Senhor, e também a passagem de uma terra de escravidão para uma terra prometida, a da libertação interior.

A comunidade não é uma coabitação, um quartel, um hotel ou uma pensão. Ela não é uma equipe de trabalho, e muito menos, um ninho de víboras. É o lugar em que cada um, ou a maioria está saindo das trevas do egocentrismo para a luz do amor verdadeiro.

“Não concedais nada ao espírito de competição, de vanglória, mas que cada um, por humildade, considere os outros superiores a si; não procureis os vossos próprios interesses, mas que cada um pense nos dos outros”.(Fl 2, 3-4)

O amor não é um sentimento, e nem uma emoção passageira, é uma atenção ao outro que pouco a pouco se torna compromisso, reconhecimento de uma aliança, de um sentimento de se pertencer mutuamente. É escutar o outro, se por em seu lugar, compreende-lo, é ver que ele é importante para mim. É responder aos seus apelos, às suas necessidades mais profundas, compadecer-se, sofrer com ele, chorar e alegrar-se quando se alegra. Amar é ficar feliz com a sua presença, triste com a sua ausência, é permanecer mutuamente e refugiar-se um no outro, o amor é uma força unificadora.

Se o amor é estar voltado para o outro, é também voltar juntos para as mesmas realidades, esperar e querer as mesmas coisas é comungar da mesma visão, do mesmo ideal. É querer que o outro se realize plenamente segundo os caminhos de Deus a serviço dos outros; é querer que ele seja fiel ao seu chamado e livre para amar com todas as dimensões do seu ser.

Temos os dois polos da comunidade: um sentimento de pertencer um ao outro, mas também o desejo que o outro vá sempre mais longe no seu Dom a Deus e aos outros, que ele seja mais luminoso, mais profundo na verdade e na paz.

Texto extraído de VANIER, Jean. Comunidade Lugar do perdão e da festa . São Paulo, SP: Edições Paulinas, 1980 – CAPÍTULO I, pg.19.

Teu irmão não é teu inimigo – Vida em Comunidade

Por | VIDA COMUNITARIA

Os dois grandes perigos das comunidades são os “amigos” e os “inimigos”, depressa as pessoas parecidas se aproximam, é gostoso estar perto de quem tem as mesmas ideias que nós, que nos agradam, o mesmo modo de ver a vida o mesmo tipo de humor. Somos alimento um para o outro, há elogios mútuos: “você é maravilhoso” “você também é maravilhoso”, “nós somos ótimos, somos os inteligentes, os espertos”.

As amizades

As amizades humanas podem cair depressa num clube de medíocres, fechados em si. Só há um vangloriar-se mutuo e que leva a crer que somos os melhores. A amizade não é mais um encorajamento para ir para mais longe, para servir melhor os nossos irmãos, para sermos mais fiéis ao Dom que nos foi dado, para sermos mais atentos e dóceis ao Espírito. A comunidade torna-se sufocante e constitui uma barreira que impede de ir ao encontro dos outros e de suas necessidades. Com o passar do tempo certas amizades tornam-se uma dependência afetiva, que é uma espécie de escravidão.

“os meus inimigos”

Na comunidade há sempre pessoas que não nos entendem, que nos contradizem, que abafam o progresso das nossas vidas e da nossa liberdade. Sua presença parece uma ameaça, provoca agressividade ou uma forma de agressão servil. Outras pessoas fazem nascer dentro um sentimento de inveja e de ciúmes, são o que gostaríamos de ser, e sua presença nos lembra do que não somos. Sua irradiação e sua inteligência nos deixam diante de nossa indigência. Outras exigem muito de nós, não podemos suprir as suas carências afetivas. Estas pessoas se tornam “minhas inimigas”, elas nos colocam em perigo, e acabamos a odiá-las, não por querer, mas de uma forma psicológica. Mas, apesar de tudo, gostaríamos que estas pessoas não existissem, seu desaparecimento e sua morte seriam como que uma libertação.

“estender a mão ao inimigo”

É natural que em uma comunidade haja estas aproximações de sensibilidade, como os bloqueios de sensibilidades diferentes. Isto vem da imaturidade da vida ativa e de uma quantidade de elementos da nossa infância, sobre as quais não temos nenhum controle. Não podemos negá-los. E nos deixamos guiar pelas nossas emoções, logo haverá clãs no interior da comunidade, então deixará de ser comunidade para ser grupos de pessoas fechadas em si e bloqueadas em relação aos outros.

A comunidade somente é comunidade quando a maioria de seus membros decidiu conscientemente quebrar estas barreiras e sair do aconchego das “amizades” para estender a mão ao “inimigo”. A comunidade, na realidade, nunca se realiza plenamente, está sempre em progressão para um amor maior, ou está em regressão.

A mensagem de Jesus é clara:

“Eu vos digo, amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam, abençoai os que vos amaldiçoam, rezai por aqueles que vos maltratam. Ao que lhe bate em um lado do rosto oferece-lhe o outro… se amardes somente aqueles que vos amam, que fazeis de especial? Pois mesmo os pecadores amam aqueles que os amam”.(Lc 6, 27 ss.)

“simpatia e antipatias”

Os “inimigos” nos causam medo, sua agressividade e atitudes dominadoras sufocam-nos. Na verdade ele me faz tomar consciência de uma imaturidade, de uma fraqueza interior que tenho, talvez seja isto que recuso olhar. Os que criticam os outros é porque se veem neles, e recusam-se a admitir. Os “amigos” são aqueles em quem somente vejo qualidades, suscita em mim certa vitalidade, um bem estar, revela-me e estimula-me, por isso o amo.

Enquanto não aceitar em mim uma mistura de qualidades e defeitos, de amor e ódio, de maturidade e imaturidade, continuo a dividir o mundo em inimigos (os maus) e amigos (os bons), continuo a levantar em mim e fora de mim barreiras e preconceitos. Quando aceito ter defeitos e fraquezas, mas também poder progredir para a maturidade e a liberdade interior, então posso aceitar as fraquezas e os defeitos dos outros, eles também podem progredir para a liberdade do amor.

Fonte: Texto extraído de VANIER, Jean. Comunidade Lugar do perdão e da festa . São Paulo, SP: Edições Paulinas, 1980 – CAPÍTULO I, pg.21.

Sem Roteiro – Semana de Adoração na Fidelidade – 20 a 24 de Fevereiro

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Todas as Células são convidadas a Adorar o Senhor no templo. 

Venha com sua célula para oramos juntos na presença do Senhor.

Assim como adoramos o Senhor na Célula e ouvimos nestas semanas sobre a importância da adoração, somos convidados a participar da Semana de Adoração que a Comunidade Fidelidade promove todos os anos no mês de Fevereiro.

Será de 20 a 24 de Fevereiro as 20h00 no Salão São João Paulo II da Comunidade Fidelidade.

A VIRTUDE DO SILÊNCIO NA OBRA DOS SANTOS ANJOS

Por | PARTILHA DO FUNDADOR

“Guarda-te de falar muito, porque isto apaga por completo os pensamentos santos e mais prudentes, que vêm diretamente do céu”, isto é os que os santos Anjos querem transmitir-nos. (Sermão 30, cf Rodriguez, Exercício de perfeição cristã, II, 2).

O santo silêncio é a quinta das sete características fundamentais na Obra dos Santos Anjos e está estritamente ligado às outras seis. De modo algum, o silêncio é um fim em si: não praticamos o silêncio por causa dele, mas em vista de um outro bem.

Por isso é uma virtude auxiliar, como também a humildade. Uma pessoa humilde e ao mesmo tempo tagarela não existe, porque a sua aparente humildade não seria modesta nem pronta para imediatamente servir. Sem dúvida a verdadeira humildade deve ser compenetrada do espírito de silêncio.

O silêncio serve à verdade e à caridade. Não é bom sair-se logo com tudo o que é verdade; a justiça e a caridade têm que determinar o tom das nossas conversas.

Muitas vezes a caridade cala-se por compaixão e consideração.

O santo silêncio dá à obediência, simplicidade e nobreza. Pelo silêncio aprendemos a cumprir uma tarefa de acordo com a verdadeira intenção dos nossos superiores, sem restrições, sem lhe imprimir o selo das nossas próprias inclinações e aversões.
Sem o apoio do silêncio interior, a fidelidade perderia rapidamente a sua força. Em períodos de provação, o monólogo interior trava uma batalha esmagadora contra a fidelidade e rói a nossa perseverança. Algumas quedas poderiam destruí -la e o mesmo aconteceria com o silêncio.

A importância do silêncio

“Se quiseres fazer grandes progressos na virtude e alcançar a perfeição, guarda o santo silêncio” (ibid II, 6). Assim se vê a indizível importância do silêncio! Inumeráveis santos dão testemunho disto através do exemplo da sua vida. Apesar disso, nós preferiríamos que não fosse assim, que ao menos o silêncio não fosse de tal modo indispensável. O silêncio, o calar-se, tem algo de lúgubre no sentido de nos lembrar da morte (não é verdade que se fala de um ‘silêncio de morte’?), e nós queremos viver, não é? Alguns santos, porém, dizem que o silêncio é como o sal da vida, que a conserva e lhe dá o verdadeiro sabor. A vida de quem não sabe guardar silêncio é insípida.

CONCLUSÃO
Já ouvimos as palavras do Beato Tito Brandsma: “A recuperação do recolhimento interior já foi sempre o primeiro passo para cada reforma”. A situação geral de decadência, de dispersão e dissolução no cristianismo dos nossos tempos reduz-se mais à perda do silêncio e da interioridade do que a quaisquer pecados, porque a perda do silêncio é a origem do espírito mundano, em que quase todos os pecados têm a sua raiz.
Os passos que levaram a esta situação catastrófica, não foram em si pecados graves mas o efeito global da falta de prudência, pela qual a caridade se arrefeceu e os homens começaram a não usar os meios como tais, mas a fazer dos prazeres o alvo da sua vida.
Quem quiser cultivar uma profunda amizade com os santos Anjos, tem de praticar o silêncio. No início é difícil, porque parece que se perde tanta coisa. No fim, porém, haverá alegria porque o silêncio nos abre para os verdadeiros dons com que nos presenteia a caridade Divina.

Roteiro – Oração na Célula e na vida – Parte II – 13 a 19 de Fevereiro

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe do Grupo Parusia de Oração!

(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 13 a 19 de Fevereiro

Folder da Lectio Divina

FICHAS CONGRESSO MÃES QUE ORAM PARA IMPRESSÃO

FICHAS ON LINE AQUI

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Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: LIVRETO DE BOAS VINDAS

Missa em ação de graças pelo reconhecimento Diocesano

Por | GALERIA DE FOTOS

Confiram as fotos da Missa em ação de graças pelo reconhecimento Diocesano da Comunidade Católica Fidelidade e a renovação dos compromissos dos membros.

O bispo diocesano assinou o Decreto erigindo a Comunidade Católica Fidelidade no dia 5 de setembro de 2016, confirmando o Sr. Daniel Tadeu de Oliveira para agir na função de Superior. O estatuto da entidade foi entregue à Dom Pedro durante a celebração eucarística.

O Carisma de fundação é “Ser Santo para tornar o mundo mais Santo”, vivendo a Palavra: “Sede perfeitos, assim como vosso Pai celeste é perfeito”.

Agradecimentos

Dom Pedro, Padres amigos, Comunidades Novas presentes, nossos familiares e irmãos e irmãs em Cristo.

Falo neste momento em nome de todos os membros da Comunidade Fidelidade.

Celebrar é agradecer! Agradecer é voltar o nosso coração ao Pai de Misericórdia e Amor. Rendendo graças a Ele por tantos dons e benefícios operados em nossa vida comunitária nestes 16 Anos de Comunidade.

Na história da Comunidade Fidelidade vivemos muitos momentos marcantes, intensos, cheios de desafios e de muitas alegrias. E hoje é mais um deles.

Todos juntos e empenhados com muito trabalho e dedicação num mesmo carisma, dando demonstração pública de uma comunidade viva, de oração, vibrante e evangelizadora.

O reconhecimento Diocesano é para nós confirmação de nossa fidelidade e impulso para a vida missionária. É Incentivo e amparo canônico para os missionários que optaram por uma vida santificante em comunidade. Traz legitimidade na ação evangelizadora, firmando assim o nosso compromisso de continuar unidos com a igreja vivendo nossos estatutos.

Também para os amigos fiéis significa que estão apoiando uma obra que realiza, em nome da Igreja Católica, uma missão publica de grande importância; cujos frutos são reconhecidos na sociedade e em meio ao povo cristão.

Obrigado Dom Pedro pela acolhida na Diocese e pelas orientações como nosso pastor, obrigado Padre Rogério Romão pelo acompanhamento na Frater Santo André, obrigado Padre George Rodrigues e Padre Paulo Afonso por compreenderem e ajudarem na nossa missão junto às vossas paróquias, obrigado aos Sacerdotes amigos, que são muitos graças a Deus, que participam de nossa vida de comunidade.

E muito obrigado aos nossos familiares pelo amor, apoio e compreensão em todos estes anos de missão.

A todos o nosso cordial e fraterno abraço, com nossa gratidão, amizade e orações.

Que Deus os retribua com generosidade e graças. Amém. Viva Cristo Rei.

Três árvores e seus sonhos – Dom Pedro Carlos Cipollini

Por | PALAVRA DA IGREJA

Esta é uma parábola de um autor desconhecido, que me chegou às mãos. Penso que seja tão significativa que desejo partilhar com vocês, prezados leitores. Cada qual tire sua própria conclusão.

Havia, no alto de uma montanha, três pequenas árvores que sonhavam o que queriam ser quando grandes. A primeira, disse: “Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal me disponho a ser cortada”. A segunda olhou para o riacho e suspirou: “E eu quero ser um grande navio, para transportar reis e rainhas”. A terceira árvore olhou o vale e disse: “Quero ficar aqui, no alto da montanha, crescer tanto que as pessoas ao olharem para mim levantem seus olhos e pensem em Deus”.

Anos se passaram, certo dia, três lenhadores, nada ecológicos, vieram e cortaram as três arvores ansiosas por serem transformadas naquilo que sonhavam. A primeira árvore acabou sendo transformada num cocho coberto de feno para os animais. A segunda virou um simples e pequeno barco de pesca, carregando gente e peixes todos os dias. E a terceira, mesmo sonhando ficar no alto da montanha, acabou em grossas vigas e foi colocada ao lado de um depósito. E as três árvores se perguntavam desiludidas e tristes: “Por que isso?”.

Numa certa noite, cheia de luz e de estrelas, em que havia mil melodias no ar, uma jovem mulher colocou seu bebê recém-nascido naquele cocho de animais. E, de repente, a primeira árvore viu que continha o maior tesouro do mundo.

A Segunda árvore, anos mais tarde, transportou um homem, que acabou dormindo no banco. Quando a tempestade quase afundou o pequeno barco, este homem levantou-se e disse: “Acalme-se!”, e a tempestade cessou. Num relance, a segunda árvore entendeu que estava carregando o Rei dos céus e da terra.

Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Sentiu-se horrível e cruel. Mas, no domingo seguinte, o mundo vibrou de alegria, e a terceira árvore entendeu que sempre se lembrariam de Deus e de seu filho Jesus Cristo ao olharem para ela.

As árvores haviam tido sonhos… Mas as suas realizações foram mil vezes melhor e mais sábias do que haviam imaginado. A mão invisível e poderosa de Deus dirigiu seus sonhos para uma realização superior aos seus desejos.

Assim também em nossa vida pessoal e também social, é necessário ter sonhos e esperar que eles se realizem, mesmo que não sejam pelos caminhos que imaginamos. A mão poderosa de Deus está comprometida com os que sonham com o bem e a promoção da vida, os que trabalham e se empenham pelo bem de todos.

Em nossa realidade do Grande ABC sonhamos com uma sociedade cada vez mais justa e fraterna, unida na busca de seus ideais. O sonho de justiça e fraternidade está presente no coração de cada um. A sociedade através das últimas eleições acaba de delegar aos políticos eleitos para os cargos públicos, a tarefa de estar à frente na busca da realização destes sonhos. Os prefeitos, vereadores, secretários e demais autoridades que passam a exercer o poder no início deste ano carregam a responsabilidade de ajudar a realizar o sonho de um povo que quer vida plena para todos.

Neste sentido, celebraremos uma Ação de Graças, uma Missa pelo início dos mandatos e por toda população do Grande ABC, na Catedral de Santo André (Praça do Carmo s/n – Centro – Santo André), no dia 8 de fevereiro às 20h. Estão convidadas todas as autoridades e a população em geral. Rezemos para que haja união, sabedoria e um trabalho eficiente no governo das sete cidades de nosso querido ABC. O sonho que se sonha sozinho talvez não se realize, mas o que sonhamos juntos certamente.

Artigo escrito por Dom Pedro Carlos Cipollini para o Jornal Diário do Grande Abc

Fonte: http://www.diocesesa.org.br/tres-arvores-e-seus-sonhos/

Oração dos filhos que desejam ser um celular

Por | PARTILHA DO FUNDADOR

Uma oração para os nossos tempos? “Papai do céu, eu quero ser um celular”

Papai do céu, eu quero ser um celular.

Por causa dos meus pais.

O Senhor precisa ver como eles têm paciência com ele, mesmo quando chegam em casa cansados do trabalho.

Mas comigo, não. Vão logo dando bronca.

Os olhinhos da minha mãe até brilham quando ela está olhando para o celular. É lindo de ver.

Eu quero que ela olhe assim pra mim também.

Quando estamos conversando e o celular toca, meu pai corta a nossa conversa no meio. Mas nunca, nunca mesmo, ele para de olhar o celular para conversar comigo.

Eles nunca têm tempo pra brincar comigo, mas gastam horas vendo coisas no celular.

Por favor, Papai do céu, me transforme num celular.

Daí todo mundo vai ficar feliz aqui em casa.

Muito obrigado.

Amém!

Fonte: http://pt.aleteia.org/

Reconhecimento Diocesano da Comunidade Católica Fidelidade

Por | DESTAQUES, NOTÍCIAS

Compromisso missionário é renovado na missa de reconhecimento da Comunidade Católica Fidelidade.

Na manhã deste sábado, (04/02), foi celebrada na Catedral Nossa Senhora do Carmo, no Centro de Santo André, a Missa em Ação de Graças, presidida por Dom Pedro Carlos Cipollini em reconhecimento dos estatutos canônicos da Comunidade Católica Fidelidade, mantenedora da Casa da Missão São Bento, que tem sua sede na Rua Giuseppe Venturini, 180, no Battistini, em São Bernardo do Campo. Para conhecer a ação e o carisma desta comunidade que existe há dezesseis anos acesse: www.comunidadefidelidade.com

O bispo diocesano assinou o Decreto erigindo a Comunidade Católica Fidelidade no dia 5 de setembro de 2016, confirmando o Sr. Daniel Tadeu de Oliveira para agir na função de Superior. O estatuto da entidade foi entregue à Dom Pedro durante a celebração eucarística.

O Carisma de fundação é “Ser Santo para tornar o mundo mais Santo”, vivendo a Palavra: “Sede perfeitos, assim como vosso Pai celeste é perfeito”.

Fonte: http://www.diocesesa.org.br/