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WebMaster Comunidade Fidelidade

Parábola da indecisão

Por | - ULTIMAS, FORMAÇÕES

Leia até o final

Havia um grande muro separando dois grandes grupos.

De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus.

Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus.

E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo.

O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:

– Ei, desce do muro agora… Vem pra cá!

Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada. Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:

– O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?

Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:

– É porque o muro é MEU.

* * *

Reflexão:

Nunca se esqueça: não existe meio-termo.

O muro já tem dono.

Pense nisso.

(via Totus Mariae)

A pilha de louça

Por | - ULTIMAS, FORMAÇÕES

Um amontoado de sentimentos para serem limpos e organizados

Nossa vida é corrida, todo mundo quer tudo para ontem, como se o mundo fosse acabar. Isso acontece em todos os aspectos: relações, no trabalho, nos compromissos etc.

Nesse período tenso, pelo volume e intensidade de afazeres, eu deixei uma louça quase uma semana na pia. Nada que alguém já não tenha feito, mas ela me fez refletir.

A louça é como os nossos sentimentos. Pode ser pela vida ultra-atarefada que vivemos, pode ser porque só estamos evitando conflitos, pode ser pelo motivo (ou desculpa) que você quiser encaixar melhor aqui.

O fato é que cada vez mais estamos deixando as coisas para depois. Não que isso seja necessariamente ruim. Um pouquinho de preguiça, de vez em quando, também pode fazer bem, vai! Mesmo assim, é preciso coragem.

A Elizabeth Gilbert já disse uma vez que coragem é fazer algo que nos cause medo. Não precisamos começar a ser mais corajosos pulando de bungee jump. A gente precisa começar mesmo se conhecendo melhor. É, talvez isso seja até mais difícil que uma aventura radical. Fácil nunca vai ser, mas é preciso dar o primeiro passo.

Assim como a louça que a gente negligencia, colocando uma ou duas peças a mais por dia, os nossos sentimentos e opiniões também vão se empilhando. Ah, só mais um prato hoje. Ah, só mais uma lágrima amanhã. Quando você para mesmo para olhar, o que eram apenas alguns talheres se transformaram em uma montanha de coisas sujas.

Descobri que, quando efetivamente decidimos enfrentar todo esse entulho, nem sempre é tudo aquilo que a gente imaginou. A minha louça física parecia gigantesca ao final da semana, quando eu olhava de longe. Entretanto, quando eu arregacei as mangas, tendo a espoja em uma mão, e o detergente na outra, eu soube que eu acabaria com ela ali mesmo. Um tempo depois de iniciar, eu percebi que ela era bem menor do que imaginava; 20 minutos foram suficientes para deixar a pia tinindo.

O simples garfo de hoje é o jogo de talheres de amanhã. Seguindo essa lógica, também é pertinente citar que, quando a gente simplesmente joga as coisas lá na pia, elas ficam assim desorganizadas e, assim, sempre vão parecer muito maiores do que realmente elas representam.

Jogar de um lado para outro não resolve, só acumula.

Nós somos os responsáveis por isso. Cabe a nós resolver isso. Eu também sei que, às vezes, a gente não consegue dar conta disso sozinho porque a nossa pilha de louça acabou sendo muito maior do que nós mesmos. É nessas horas que a gente vai precisar pedir ou buscar por alguma ajuda.

Uma faxineira por vezes é tudo o que precisamos. São elas que vão nos ajudar a deixar tudo limpo e no seu respectivo lugar. Não conseguir fazer isso por conta própria, não é vergonhoso ou digno de pena. Cada um é diferente. Uns conseguem, outros não. Só nós é que sabemos a dor e a delícia de ser quem somos.

Vamos evitar aglomerar nossos sentimentos. Reservar um tempo para nós mesmos é suficiente para deixar tudo em dia. E, se percebermos que já não estamos mais dando conta, vamos mostrar para a vida quem é que manda nela fazendo aquele faxinão para ninguém botar defeito.

E que tal se, invés de se matar limpando aquela panela de arroz queimado, jogarmos ela fora e comprarmos outra? Às vezes não vai valer a pena mesmo, então porque não recomeçar com uma nova?

A pilha de louça é minha, então eu faço dela o que eu quiser e tudo o que puder para ela não se criar.

(Adaptado de Obvious)

Dica de Filme: Um Lugar Silencioso

Por | - ULTIMAS, DESTAQUES

Fui assistir a “Um lugar silencioso” (A Quiet Place), o novo suspense do diretor John Krasinski, sem absolutamente nenhuma expectativa de encontrar temas teológicos ou espirituais. Tudo o que eu queria era uma noite de lazer no cinema.

Mas que maravilha quando um filme nos surpreende! Eu não sei se serei capaz de encontrar o fio de ouro que liga todos esses temas e os transforma em uma mensagem coerente, mas só uma pessoa muito cega para não perceber as inúmeras ideias religiosas desse filme cativante.

As linhas a seguir contêm revelações sobre o enredo do filme.

A estrutura básica da narrativa é apresentada em traços simples e rápidos. Uma praga terrível de criaturas ferozes e famintas desceu sobre a terra. De onde são os monstros? Do espaço sideral, talvez? Isso não se sabe — o que torna a história ainda mais interessante. As poucas pessoas que sobreviveram ao holocausto aprenderam que as criaturas em questão, mesmo sendo cegas, possuem uma audição extraordinariamente aguçada. Por isso, a chave para a sobrevivência está no silêncio.

Nossa atenção se volta para a família Abbot, dois jovens pais e três crianças pequenas, percorrendo silenciosamente seu caminho em meio a um território aberto, cheio de beleza, mas ao mesmo tempo muito perigoso. Quando o filho caçula acende um foguete de brinquedo, fazendo com que um barulho rompa o silêncio, uma das criaturas o devora pouco antes de que seu pai aterrorizado possa salvá-lo.

O filme avança vários meses mais tarde, com os Abbots (inglês para “abade”: coincidência?) conduzindo suas vidas de um modo que só se pode qualificar de monástico: nenhuma conversa além de sussurros, linguagem elaborada de sinais, trabalho silencioso com livros e nos campos, oração em silêncio mas notavelmente fervorosa antes do jantar etc. (Devo confessar que esse último gesto, tão ausente dos filmes e da televisão hoje em dia, pegou-me de surpresa.) Dadas as terríveis exigências do momento, qualquer entretenimento eletrônico, com aparelhos e máquinas, ou ferramentas que façam barulho, estão fora de questão. A agricultura deles é manual, a pescaria se faz com aparatos nada modernos, e até o caminhar é feito a pés descalços.

Mas, coisa admirável de se contemplar, nessa atmosfera orante, silenciosa e cheia de dificuldades, mesmo com a ameaça de morte sempre à espreita, o que floresce é uma família generosa e sacrificada. Os pais dão cuidado e proteção a seus filhos, e o irmão e a irmã sobreviventes são solícitos tanto um para com o outro quanto em relação a seus pais. A jovem garota chega regularmente a arriscar a própria vida para prestar tributo silencioso a seu irmão falecido no lugar em que ele foi morto.

Monstros e criaturas animalescas nos filmes de terror mais reflexivos evocam aquelas coisas que mais nos amedrontam: doença, fracasso, nossa própria maldade e também a morte. É admirável ver um filme de Hollywood sugerindo a necessidade, para afugentar a escuridão em nosso tempo, do silêncio, da simplicidade, do retorno à terra, da oração e do cuidado recíproco.

O drama central de “Um lugar silencioso” é o fato de a senhora Abbott estar esperando um filho. A família inteira se dá conta, é claro, que naquelas circunstâncias uma criança chorando significaria morte certa para todos eles. Mesmo assim, eles decidem não matar o filho quando ele nasce, mas sim escondê-lo e emudecer seus choros de várias formas.

Quando tantos em nossa cultura desejam matar os próprios filhos por razões as mais banais, quando a lei em muitos lugares concede ampla proteção até aos abortos com nascimento parcial, quando pessoas dizem tranquilamente que jamais colocariam um filho em um mundo tão terrível, a família monástica desse filme acolhe a vida, mesmo vivendo no pior dos mundos, mesmo quando tal atitude representa para eles um perigo supremo.

Quando o bebê se encontra prestes a nascer, a mãe se vê sozinha (assista ao filme para saber os detalhes) e na mais vulnerável das situações, pois uma das criaturas acaba de invadir a casa da família. Assim que ela entra em trabalho de parto, o monstro faminto fica à espreita. Imediatamente me veio à mente a cena no livro do Apocalipse, quando a Virgem Maria sofre dores do parto, enquanto o dragão espera pacientemente para devorar-lhe o filho (cf. Ap 12, 2ss).

Enquanto a “abadessa” se esforça para dar à luz, o “abade” sai à procura de seus filhos em perigo e, no fim, se depara com os dois presos em um carro abandonado, com um dos monstros arranhando a cobertura para pegá-los, como o Tiranossaurus Rex em “Jurassic Park”. Depois de dizer através de sinais: “Eu amo você, eu sempre amei você” a sua filha, emocionada através da janela do carro, o pai dá um grito, trazendo o monstro para si mesmo.

Esse ato de amor que se esvazia de si próprio, e que serve para livrar seus filhos do perigo, é uma bela alusão às especulações dos Padres da Igreja a respeito da morte de Jesus, o qual, em seu ato de auto-sacrifício na cruz, atraiu os poderes das trevas para o campo aberto, afastando-os da humanidade, que permanecia sob seu domínio. Em linhas semelhantes, em um trabalho ímpar de enredo (ou Providência) comparável à eficácia do sacrifício de Cristo, fica claro, após a morte do pai, que ele havia deixado para sua família os meios através dos quais os monstros podiam ser derrotados.

É admirável ver um filme de Hollywood sugerindo a necessidade do silêncio, da simplicidade, da oração e do cuidado recíproco.

Eu realmente não faço ideia se todas ou algumas dessas ideias estavam na mente do diretor, mas sei, pela página de John Krasinski no Wikipédia, que ele é filho de pais católicos, um polonês e uma irlandesa, e que foi criado como praticante devoto de sua fé. Por isso, até que se demonstre definitivamente o contrário, eu mantenho que “Um lugar silencioso” é o filme religioso mais inesperado de 2018.

Ficha técnica:

Gênero: Suspense, terror
Direção: John Krasinski
Roteiro: John Krasinski
Elenco: John Krasinski, Emily Blunt, Millicent Simmonds, Noah Jupe
Produção: John Krasinski, Andrew Form, Michael Bay, Bradley Fuller
Duração: 90 min.
Ano: 2018
País: Estados Unidos
Classificação: 14 anos

Texto do Bispo Dom Robert Barron

Roteiro – A virtude da paciência – 07 a 13 de maio de 2018

Por | - ULTIMAS, ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe da Grande Célula e do Grupo Parusia de Oração!

ATENÇÃO! Toda 4ª Quinta Feira do mês – ESCOLA DE LÍDERES

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ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 07 a 13 maio

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Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: Livro de Boas Vindas para as Células

Livreto de Músicas: MUSICAS PARA CELULA LIVRETO

Envie seu Testemunho! Testemunhe a Graça de Deus!

Por | TESTEMUNHOS

TESTEMUNHOS

Seu testemunho é muito importante! Evangelizar: Através do seu testemunho pessoal, o cristão também evangeliza. Sua própria vida já é um testemunho vivo do poder de Deus. Se demonstrarmos um bom testemunho diário, estaremos propagando, com eficácia, o poder do Evangelho que é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, conforme Rm 1.16.
Glorificar a Deus: Ninguém pode duvidar que, através do testemunho cristão, os homens podem glorificar a Deus. Jesus disse: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.” (Mt 5.16).

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Gaudete et Exsultate – Alegrai-vos e Exultai

Por | - ULTIMAS, FORMAÇÕES

No dia 09 de abril, o Vaticano publicou a mais recente exortação apostólica do Santo Padre Francisco, a Gaudete et exsultate Alegrai-vos e Exultai  que fala sobre a chamada à santidade no mundo atual. O Para Francisco logo no inicio do documento afirma que o objetivo dele é fazer “ressoar mais uma vez a chamada à santidade”. Todos possuímos este chamado é com o coração aberto que devemos acolher mais este alerta da Igreja a todos nós cristãos.

A exortação apostólica Gaudete et exsultate pode ser encontrada na íntegra no link: https://w2.vatican.va/content/francesco/pt/apost_exhortations/documents/papa-francesco_esortazione-ap_20180319_gaudete-et-exsultate.html

Roteiro – O exemplo de Maria. Mãe de Deus e nossa – 30 abril a 06 de maio

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

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Célula dos Jovens – Batistini – Domingo as 19h30

Por | CELULAS ENDERECO

A Célula dos Jovens se reúne todas as segundas feiras às 19h30

Lideres:  Erik e Mariana / Claudia

Local: Viela vianinha, Batistini – SBC – SP.

PARTICIPE DAS CÉLULAS

Gostaria de Participar? Entre em contato conosco pelo formulário. Coloque qual célula mais próxima que gostaria de visitar e deixe seus contatos que o Líder da Célula retornará a você! Visite Nossas Grandes Células! Todos 1º Sábado do Mês as 19h00 no Salão São João Paulo II – Rua Giuseppe Venturini, 180 – Batistini – SBC – SP

A Missa das Células acontece todos os primeiros domingos do Mês às 18h00 na Paróquia Santo Antônio do Bairro Batistini.

Célula Servos de Deus – Jd. Pinheiro – Segundas Feiras às 19h30

Por | CELULAS ENDERECO

A Célula Servos de Deus se reúne todas as segundas feiras às 19h30

Lideres:  Reginaldo e Edna

Local:  Rua dos Pinhais – Jardim Pinheiros – SBC – São Paulo.

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Célula Corpo de Cristo – Alves Dias – Segundas Feiras às 20h00

Por | CELULAS ENDERECO

A Célula Corpo de Cristo se reúne todas as segundas feiras às 20h00..

Lideres:  Cristiano / Josy

Local: Rua Francisco de Assis Ferreira de Brito – Alves Dias – SBC – São Paulo

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Módulo 1 – Paróquia São Pedro – Teresópolis (RJ)

Por | GALERIA DE FOTOS, NOTÍCIAS

Foi realizado nos dias 21 e 22 de abril de 2018, na Paróquia São Pedro, em Teresópolis – RJ, o I Módulo do Ano para a Transição. Com a participação dos paroquianos que serão o grupo de arranque na Paróquia, Padre Ernande Nascimento motivou os participantes a assumirem um compromisso de evangelização com as Células Paroquiais.

O Módulo foi ministrado como um retiro, que propiciou muita fraternidade e oração. Os participantes puderam tirar suas dúvidas em partilhas e traçarem planos para os próximos encontros e estudos das apostilas.

O Módulo foi ministrado pelos missionários Adir Magno, Consultor Católicos em Células de São Gonçalo – RJ e pelo Consultor Prof. Daniel Oliveira, fundador da Comunidade Fidelidade – SBC.

Glorifiquemos a Deus pela sua ação que envia Seu povo a evangelizar por todo o mundo e a toda criatura.

Daniel Tadeu de Oliveira
Moderador Geral – Comunidade Católica Fidelidade

Roteiro – A virtude da perseverança – 23 a 29 de abril

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

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5 situações da vida adulta que revelam quem é seu amigo de verdade

Por | PARTILHA DO FUNDADOR

Como todo vínculo, a amizade – se for autêntica – amadurece e se adapta às distintas fases da nossa vida, como o casamento e a enfermidade.

Os amigos – os autênticos e verdadeiros – são grandes apoiadores da nossa felicidade, seja qual for o momento que estejamos vivenciando. Como todo vínculo, a amizade amadurece e se adapta às distintas fases da nossa vida, como o casamento e a enfermidade. A psicóloga María Elena Larraín pontuou para o site chileno Hacer Familia cinco situações da vida adulta que colocam à prova as amizades e revelam quem está de fato ao nosso lado. Confira:

  1. O casamento

O cenário é comum: a casa do primeiro amigo a se casar acaba se tornando o lugar obrigatório das reuniões de fim de semana entre os amigos. Copos, garrafas e pratos espalhados pela mesa, pelo balcão e pela pia se tornam costumeiros na manhã de domingo na residência de um casal recém-casado. Depois de um tempo, um dos dois diz que gostaria de ter mais intimidade em um sábado e o outro lhe dá razão – às vezes, porém, a estratégia acaba isolando o casal de seus amigos. O que fazer?

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“Para os amigos, o lar dos recém-casados é muito atrativo como lugar de encontro, e também para o casal é muito empolgante receber seus amigos pela primeira vez como donos da casa”, comenta María Elena. “Quando um dos dois quer mais privacidade, isso é totalmente compreensível; na verdade, é natural. Não necessariamente isso deve afetar a relação com os amigos. Os amigos, os bons amigos, também entendem que o casal precisa de seu espaço”.

  1. A segunda adolescência

Os primeiros anos de casados são, muitas vezes, um mar de doçuras. O tempo passa, porém, e lá pelos quarenta e tantos anos de idade, com os filhos já na escola, os amigos homens decidem formar um Clube do Bolinha. O happy hour se torna uma rotina semanal e a pescaria, o futebol ou outra atividade é um compromisso recorrente – e os homens passam a se sentir mais livres. As mulheres reivindicam o mesmo direito e organizam uma excursão com seu Clube da Luluzinha. Na volta, porém, querem trazer as confidências que ouviram das amigas ao confronto com o marido.

“Se a finalidade desses grupos de amigos é reviver a solteirice, pode ser perigoso. É sinal de um apego a desejos mais infantis, imaturos – uma espécie de parênteses na vida de casados”, diz a psicóloga. Se por um lado o cônjuge precisa ser nosso melhor amigo, aquele com quem dividimos tudo, comentar os segredos ouvidos entre amigos pode ser desaconselhável. “A amizade é uma abertura da própria intimidade e requer que isso seja respeitado. Se não se cuida desse princípio, as amizades podem se romper e os grupos de amigos ficar cheios de conflitos por transmissões imprudentes ou indevidas de informações”, afirma María Elena.

  1. O desemprego

Pode acontecer com o amigo mais bem-sucedido, que sempre teve bons empregos, mas nunca fez uma poupança; e pode se dar também com quem sempre viveu de forma instável a vida profissional. Quando um amigo passa a ter dificuldades financeiras, o seu problema passa a ser o assunto de todos os amigos. Mais grave ainda é quando uma doença crônica atinge um deles.

Até onde um amigo deve ou pode ajudar economicamente o outro? “No caso de problemas econômicos, é preciso que o amigo que deseja ajudar faça um acordo com seu cônjuge”, avalia María Elena. “O limite pode ser ‘até que doa’, como dizia Alberto Hurtado, quando a outra família é muito próxima e está passando dificuldades severas. Mas em outras ocasiões, é preciso analisar e avaliar a conveniência de ajudar e de que maneira fazer isso – se de forma estável, ocasional, frequente. O mais importante é que uma verdadeira amizade se radica no carinho, na compreensão e na solidariedade com quem está em uma situação de dificuldade financeira ou enfermidade”.

  1. O divórcio

O divórcio atinge também os amigos. Em um momento, todos eram inseparáveis. Os filhos do amigo eram como sobrinhos. De repente, o rompimento. Surgem as versões do marido e da mulher e quase que se formam grupos a favor de um e de outro. E levanta-se a pergunta: qual deles vai continuar no grupo de amigos?

Três tipos de amigos que todo mundo precisa ter

“Todos os amigos sofrem quando um casal se separa, ainda mais quando a consequência é o distanciamento de alguém”, comenta a psicóloga. “Quem permanecerá com os amigos? A resposta não é fácil, porque os amigos não são propriedade de ninguém. A amizade é um dom recíproco. As amizades profundas perdurarão apesar da separação, e outras se perderão”.

  1. A doença e a velhice dos pais

Todos nós sabemos que os seres humanos envelhecem e morrem. Mas mesmo que saibamos, será um golpe duro quando chegar a vez dos nossos pais. Em alguns casos, os amigos compreendem bem ou estão vivenciando o mesmo processo. Outras vezes, um amigo acaba isolado por não poder descuidar de seus pais doentes ou idosos.

“A amizade amadurece com o sofrimento, com a companhia na dor e a partilha dessas experiências com os amigos”, lembra María Elena. “Assim se alcançam amizades muito valiosas e profundas, muito mais do que quando só se partilham passatempos. Se alguém tem um de seus pais doente, um bom amigo se preocupa, oferece ajuda. Ele compreende que é difícil ficar de fora das atividades do grupo e oferece formas de dar sentido a essas renúncias por aqueles que lhe deram a vida”.

Com informações de Hacer Familia.

10 dicas para ensinar seu filho a se proteger

Por | FORMAÇÕES

Proteger os nossos filhos é importante; ensiná-los a se proteger é essencial.

Todo pai se preocupa com o bem-estar e a segurança de seu filho. Comprovou-se até mesmo que, quando nos tornamos mães ou pais, algumas mudanças acontecem no nosso cérebro que potencializam o nosso cuidado com a proteção dos pequenos. No entanto, se protege-los é importante, ensiná-los a se protegerem é essencial, porque com o seu crescimento eles sairão cada vez mais debaixo de nossas asas e viverão de forma independente. Confira essa lista de atitudes que seu filho precisa aprender para saber como cuidar de si mesmo:

Não abrir a porta quando estiver sozinho em casa: o seu filho precisa saber que se alguém toca a campainha quando ele estiver sozinho, o melhor é não atender. É importante também tomar cuidado com telefonemas.

Pedir ajuda se alguém pratica bullying com ele: o bullying pode ocorrer em qualquer fase da infância e da adolescência. Seu filho precisa saber que, se ele for vítima de brincadeiras humilhantes, pedir ajuda não é um sinal de fraqueza. Ele não pode fazer do bullying o seu segredo. Lutar contra essas práticas, mais do que algo que possa ser interpretado como paternalismo, é lutar contra uma violência sistêmica perpetrada nas escolas pelos próprios alunos.

Não se deixar tocar: a criança precisa saber desde cedo que o seu corpo é seu e que ninguém tem direito a tocá-lo. É necessário deixar claro que beijos, carícias e abraços são coisas que acontecem entre pessoas que se conhecem bem e que se amam. Nesse sentido, forçar a criança a beijar ou abraçar pessoas que não conhecem é um tiro no pé. Além disso, é importante explicar que certas partes do corpo não podem ser tocadas mesmo por pessoas próximas e que, se isso acontecer, é necessário dizer não e prestar queixa aos pais.

Ter sempre consigo o endereço de casa e o telefone dos pais: não é tão difícil assim perder de vista uma criança no meio da multidão. O seu filho precisa saber que, se isso acontecer, o melhor é que ele fique no lugar onde está e peça a ajuda de um adulto – de preferência para pais e mães com filhos. Por isso, é importante memorizar ou ter um cartão com o número de telefone dos pais e o endereço de casa.

Olhar para os dois lados ao atravessar a rua: para você é óbvio, mas o seu filho está aprendendo a viver. Explique a ele que deve sempre respeitar os semáforos, atravessar na faixa e olhar para os dois lados antes de atravessar.

Saber a diferença entre os bons e os maus segredos: abusadores e pedófilos costumam perpetuar seus abusos pedindo às crianças que guardem segredo. Explique a seu filho que existe um contexto para que um segredo seja algo legítimo. Segredos que incomodam, que dão medo e causam preocupação não devem ser guardados. Garanta a seu filho que ele não sofrerá repreensão se contar esse tipo de coisa.

Navegar na internet com segurança: quando o seu filho tiver idade para usar a internet, deixe claro que não se deve fornecer informações pessoais nem estabelecer contato com pessoas que ele não conhece pessoalmente. É importante que pais e filhos desenvolvam desde cedo uma relação de confiança, para que as crianças se sintam livres para contar qualquer coisa de estranho que vejam na internet.

Não sair da escola com desconhecidos: é importante que o seu filho saiba que não deve passear com desconhecidos, mesmo que eles se apresentem como amigos. Crianças pequenas estão desenvolvendo a sua percepção da realidade e não é tão difícil que entrem no carro de um desconhecido que se diga enviado pelos pais ou parente de algum colega de escola. Deixe claro que mesmo que você se atrase para buscá-lo, seu filho deve esperá-lo na escola.

Saber dizer “não”: seu filho deve saber que, se alguém está fazendo com ele algo que não acha certo, ele tem o direito de dizer “chega!” com determinação e coragem. Fugir, gritar e pedir ajuda de outras pessoas é algo que pode evitar acontecimentos bem ruins.

Brincar com segurança: vários acidentes de infância acontecem durante as brincadeiras. Por isso, é importante que seu filho saiba manter distância de objetos cortantes e situações perigosas. Ele não deve se sentir obrigado a assumir determinados papéis nas brincadeiras apenas por pressão de outras crianças.

Com informações de Aleteia.