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WebMaster Comunidade Fidelidade

Você sabe identificar se sua ação foi pecado ou não?

Por | - ULTIMAS, PARTILHA DO FUNDADOR

Reconhecer o nosso pecado é uma forma de melhorar nossa vida

Para aqueles que não sabem, nós possuímos um organismo sobrenatural, que em seus diversos membros nos conduzem a uma intimidade cada vez mais profunda com Deus. Ele é composto de dons do Espírito Santo e virtudes infusas. Esse organismo sobrenatural produz, gradativamente, união com Deus e santidade em nós. O pecado grave nos faz perder todo esse organismo. Com os veniais isso não acontece, mas seu hábito acaba por nos conduzir aos graves.

O que é concupiscível e irascível?

Após o pecado original, passou a habitar em nós duas grandes inclinações: a concupiscível, que se baseia na busca da felicidade ou na manutenção da vida, levando-nos ao uso do prazer sem freios. E a irascível, que nos ajudam a defender a própria vida dos perigos, mas também nos leva a fazer o mal contra o outro.

Os pecados contra a castidade e a vida sexual desregrada, a gula e a preguiça estão alojados na área do concupiscível. A falta de perdão, a maledicência, o aborrecer-se com o outro e as brigas vêm do nosso irascível.

Essas paixões desregradas, além de uma vida imoral, causam também um dano tremendo ao trabalho do intelecto, porque a inteligência precisa da ajuda do imaginário para buscar a verdade. Somente que o imaginário é movido pelas paixões e elas não o deixam quieto. Essa é uma das razões pela qual a inteligência não se desenvolve bem em uma pessoa passional. Referimo-nos à inteligência abstrata, que trata das grandes questões do homem: o que é a verdade? O que é a existência, a justiça, o amor, a vida? A pessoa apegada demais a si, por exemplo, sequestra a inteligência para a busca do poder. Assim, acaba vivendo e manipulando tudo ao seu redor, para que seja melhor somente para si e não se baseando no melhor para todos, buscando a verdade que é Deus. Muitas vezes, faz-se isso sem perceber.

É muito comum um estudante, que esteja mergulhado nas paixões concupiscíveis e irascíveis, após se confessar e abandonar o mal, juntando a uma conversão sincera, ter um rendimento escolar muito melhor!

Enquanto não se ordena as paixões, não se consegue desenvolver bem espiritualmente. Por quê? Jesus simplifica a doutrina reduzindo todas as tantas leis do judaísmo no amor a Deus e ao próximo. O amor ao próximo exige o controle do irascível e concupiscível. E no concupiscível, a prática da castidade exige o controle da mais forte das paixões do concupiscível: as paixões sexuais.

Mais adiante, colocaremos meios eficazes e precisos para conquistar a graça da castidade. Se posto em prática corretamente, o resultado é extremamente rápido.

Já o irascível, o caminho é mais longo, pois está baseado no medo da morte. O seu treino é com o respeito ao próximo dentro e fora do coração, por meio de atos e também do perdão, sendo amável e não julgando. Vivendo essas coisas com afinco, controlando o irascível, a pessoa acaba adquirindo um controle perfeito sobre si, inclusive, se um dia precisar arriscar a vida, o fará com cavalheirismo, com virtude e honradez.

A moral cristã é rígida nesses dois pontos: castidade e respeito ao próximo. Nisso é intransigente. No resto, quase todas as outras transgressões são veniais.

Como distinguir os atos pecaminosos?

Os requisitos são: plena advertência, pleno consentimento e a matéria, se é grave ou leve. A advertência trabalha em nossa inteligência, o consentimento em nossa vontade e a matéria é do ato que se comete.

A plena advertência é um ato da inteligência. De maneira geral, algo é plenamente advertido ao intelecto, quando se percebe que o ato ou a situação que vamos praticar tem erro ou malícia. Não é preciso saber exatamente todo o tratado moral da situação para ter sido plenamente advertido. Se fosse assim, somente os teólogos cometeriam pecados, como também somente os advogados cometeriam crimes. Uma vez percebido o mal ali, que Deus não gostaria daquilo, ou a malícia, o erro, mesmo que confusamente, já basta para ter sido plenamente advertido.

Pode acontecer de a pessoa não ter plena advertência o tempo todo, por levar uma vida má há muito tempo. Mesmo assim, não significa que não esteja em pecado, pois não há inteligência que se possa admitir moralmente tantas maldades. Se parar para pensar por um minuto, percebe-se a maldade.

A plena advertência torna-se cada vez mais delicada, naqueles que possuem uma consciência formada, prática da moral e uma vida de fé.

O pleno consentimento é um ato voluntário de tal maneira que se possa dizer, com sinceridade, que se praticou tal ou qual ato por que quis, e se não o quisesse, não o teria feito. No início, pode ser difícil de discernir, mas, com o tempo, a observação nos ajuda a conhecer melhor a nós mesmos, assim como nas questões de moral que surgirem e que se busque respostas.

É possível pecar por pensamento?

Essas coisas se aplicam também aos pecados por pensamento. Deus quer que sejamos puros em todos os sentidos, não só nos atos externos, mas também nos internos. Os pensamentos voam, fazem-se por associações, numa completa balburdia. Normalmente, os maus pensamentos não começam pela vontade (no caso de uma pessoa que já busca evitar o pecado). Caso se perceba um mal pensamento, essa percepção é a plena advertência. Até esse ponto, não há o pecado, porém, se, depois disso, deixa os pensamentos prosseguirem no mal, mesmo que seja no automático, nesse momento ocorre o consentimento e o ato. Aí materializa-se o pecado.

Por fim, é preciso saber se a matéria do ato mal é grave ou venial. Já tratamos um pouco disso no texto da semana passada. Mais para frente, falaremos mais um pouco. Vai ficar tudo bem claro, não se preocupe!

Por Roger de Carvalho, via Canção Nova 

Não há santidade sem renúncia e combate espiritual

Por | - ULTIMAS

Todos são chamados à santidade. Essa afirmação está contida no parágrafo 2015 do Catecismo da Igreja Católica, onde retrata sobre a vocação cristã. O concílio Vaticano II, dedicou um capítulo da Exortação apostólica Lumen Gentium para explorar o assunto da santidade na vida da Igreja. <<Nos vários gêneros e ocupações da vida, é sempre a mesma a santidade que é cultivada por aqueles que são conduzidos pelo Espírito de Deus e, obedientes à voz do Pai, adorando em espírito e verdade a Deus Pai, seguem a Cristo pobre, humilde, e levando a cruz, a fim de merecerem ser participantes da Sua glória. Cada um, segundo os próprios dons e funções, deve progredir sem desfalecimentos pelo caminho da fé viva, que estimula a esperança e que atua pela caridade>>*¹.

Dando continuidade a missão da Igreja, o bispo de Roma, escreveu no início desde ano uma encíclica sobre a chamada à santidade no mundo atual: Gaudete et exsultate.

Selecionei alguns trechos onde o Papa exorta-nos para a busca da santidade em comunidade.

Fugir do isolamento

É muito difícil lutar contra a própria concupiscência, contra as ciladas e tentações do demônio e do mundo egoísta, se estivermos isolados. A sedução com que nos bombardeiam é tal que, se estivermos demasiado sozinhos, facilmente perdemos o sentido da realidade, a clareza interior, e sucumbimos.

A santificação é um caminho comunitário que se deve fazer dois a dois. Reflexo disso temos em algumas comunidades santas.

Em várias ocasiões, a Igreja canonizou comunidades inteiras, que viveram heroicamente o Evangelho ou ofereceram a Deus a vida de todos os seus membros.

Pensemos, por exemplo, nos sete Santos Fundadores da Ordem dos Servos de Maria; nas sete Beatas religiosas do primeiro mosteiro da Visitação de Madrid; em São Paulo; Míki e companheiros mártires no Japão; em Santo André Taegon e companheiros mártires na Coreia; em São Roque González; Afonso Rodríguez e companheiros mártires na América do Sul. E recordemos, também, o testemunho recente dos monges trapistas de Tibhirine (Argélia) que se prepararam juntos para o martírio.

De igual modo, há muitos casais santos, onde cada cônjuge foi um instrumento para a santificação do outro. Viver e trabalhar com outros é, sem dúvida, um caminho de crescimento espiritual. São João da Cruz dizia a um discípulo: estás a viver com outros «para que te trabalhem e exercitem na virtude»[104].

As celebrações em comunidade

A comunidade é chamada a criar aquele «espaço teologal onde se pode experimentar a presença mística do Senhor Ressuscitado» [105].

Partilhar a Palavra e celebrar juntos a Eucaristia, torna-nos mais irmãos e vai-nos transformando, pouco a pouco, em comunidade santa e missionária. Isso dá origem, também, a autênticas experiências místicas vividas em comunidade, como no caso de São Bento e Santa Escolástica ou daquele sublime encontro espiritual que viveram juntos Santo Agostinho e sua mãe Santa Monica: «próximo já do dia em que ela ia sair desta vida – dia que Vós conhecíeis e nós ignorávamos – sucedeu, segundo acredito, por disposição dos vossos secretos desígnios, que nos encontrássemos sozinhos, ela e eu, apoiados a uma janela, cuja vista dava para o jardim interior da casa onde morávamos (…). Os lábios do nosso coração abriam-se ansiosos para a corrente celeste da vossa fonte, a fonte da Vida, que está em Vós (…). Enquanto assim falávamos, anelantes pela Sabedoria, atingimo-la momentaneamente num ímpeto completo do nosso coração (…). E se a vida eterna fosse semelhante a este vislumbre intuitivo?»[106]

Pequenos detalhes diários

Contudo, essas experiências não são mais frequentes, nem mais importantes. A vida comunitária, na família, na paróquia, na comunidade religiosa ou em qualquer outra compõe-se de tantos pequenos detalhes diários. Assim acontecia na comunidade santa formada por Jesus, Maria e José, onde se refletiu de forma paradigmática a beleza da comunhão trinitária. E, o mesmo, sucedia na vida comunitária que Jesus transcorreu com os seus discípulos e o povo simples.

Lembremo-nos como Jesus convidava os seus discípulos a prestarem atenção aos detalhes:

o pequeno detalhe do vinho que estava a acabar numa festa;

o pequeno detalhe duma ovelha que faltava;

o pequeno detalhe da viúva que ofereceu as duas moedinhas que tinha;

o pequeno detalhe de ter azeite de reserva para as lâmpadas, caso o noivo se demore;

o pequeno detalhe de pedir aos discípulos que vissem quantos pães tinham;

o pequeno detalhe de ter a fogueira acesa e um peixe na grelha enquanto esperava os discípulos ao amanhecer.

A comunidade que guarda os pequenos detalhes do amor e, na qual, os membros cuidam uns dos outro, formando um espaço aberto e evangelizador, é lugar da presença do Ressuscitado; que a santifica segundo o projeto do Pai.

Consoladoras experiências de Deus

Sucede às vezes, no meio destes pequenos detalhes, que o Senhor, por um dom do seu amor, nos presenteie com consoladoras experiências de Deus: «uma noite de inverno, cumpria, como de costume, o pequeno ofício. (…) De repente, ouvi ao longe o som harmonioso de um instrumento musical. Então imaginei um salão bem iluminado, todo resplandecente de dourados, de donzelas elegantemente vestidas, dirigindo-se mutuamente cumprimentos e cortesias mundanas. A seguir o meu olhar pousou na pobre doente que amparava; em vez de uma melodia, ouvia, de vez em quando, os seus gemidos queixosos (…). Não consigo exprimir o que se passou na minha alma; o que sei é que o Senhor a iluminou com os reflexos da verdade, que ultrapassavam de tal maneira o brilho tenebroso das festas da terra, que não podia acreditar na minha felicidade»[108].

Contra a tendência para o individualismo consumista, que acaba por nos isolar na busca do bem-estar à margem dos outros, o nosso caminho de santificação não pode deixar de nos identificar com aquele desejo de Jesus: «que todos sejam um só, como Tu, Pai, estás em Mim e Eu em Ti» (Jo 17, 21)*².

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Referências:
*¹ – A vocação de todos à santidade – Lumen Gentium § 41
*²-  Em comunidade – Gaudete et exsultate § 140 a 146

Roteiro – Libertando a família do cativeiro – 15 a 21 de Outubro

Por | - ULTIMAS, ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 15 a 21 de Outubro

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ATENÇÃO! Toda 4ª Sexta Feira do mês as 20h00 – ESCOLA DE LÍDERES

Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: Livro de Boas Vindas para as Células

Livreto de Músicas: MUSICAS PARA CELULA LIVRETO

Oração de cura e libertação de Santo Ambrósio

Por | FORMAÇÕES, PARTILHA DO FUNDADOR

Oração que Santo Ambrósio nos ensina para rezarmos antes da Santa Missa

Senhor Jesus Cristo, eu, pecador, não presumindo de meus méritos, mas confiando em vossa bondade e misericórdia, temo entretanto e hesito em aproximar-me da mesa de vosso doce convívio.

Pois meu corpo e meu coração estão manchados por muitas faltas, e não guardei com cuidado meu espírito e minha língua.

Por isso, ó bondade divina e temível majestade, em minha miséria recorro a Vós, fonte de misericórdia; corro para junto de Vós a fim de ser curado, refugio-me em vossa proteção e anseio ter como salvador Aquele que não posso suportar como juiz.

Senhor, eu vos mostro minhas chagas e vos revelo minha vergonha.

Sei que meus pecados são muito grandes e temo por causa deles, mas espero em vossa infinita misericórdia.

Olhai-me pois com vossos olhos misericordiosos, Senhor Jesus Cristo, Rei eterno, Deus e homem, crucificado por causa de nós homens.

Escutai-me pois espero em Vós; tende piedade de mim, cheio de miséria e pecados, Vós que jamais deixareis de ser para nós a fonte da compaixão.

Salve, vítima salvadora, oferecido no patíbulo da cruz por mim e por todos os homens.

Salve, nobre e Precioso Sangue, que brota das chagas de meu Senhor Jesus Cristo crucificado e lavas os pecados do mundo inteiro.

Lembrai-vos, Senhor, da vossa criatura resgatada por vosso sangue.

Arrependo-me de ter pecado, desejo reparar o que fiz.

Livrai-me, ó Pai clementíssimo, de todas as minha iniquidades e pecados, para que, inteiramente purificado, mereça participar dos santos méritos.

E concedei que vosso corpo e sangue, que eu embora indigno me preparo para receber, sejam perdão para os meus pecados e completa purificação de minhas faltas .

Que eles afastem de mim os pensamentos maus e despertem eficazes obras que vos agradam, e protejam meu corpo e minha alma contra as ciladas de meus inimigos.

Amém.

Roteiro – Nossa Senhora Aparecida, mãe das crianças! De 08 a 14 de Outubro

Por | - ULTIMAS, ROTEIRO DAS CÉLULAS

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ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 08 a 14 de Outubro

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Tenor italiano lança single de arrepiar com o filho; letra fala sobre valores familiares

Por | - ULTIMAS, PARTILHA DO FUNDADOR

cantor e produtor musical italiano Andrea Bocelli tornou-se mundialmente conhecido por sua voz elegante e angelical. Agora, ele é acompanhado por seu filho, Matteo Bocelli, em seu novo single “Fall on Me”. 

Bocelli diz que ele e o filho compartilham o mesmo amor pela música. Além de cantar, Matteo também toca piano. Os dois já se apresentaram em alguns concertos.

Parcialmente cego desde a infância, Bocelli ficou completamente sem enxergar depois de ser atingido no olho durante um jogo de futebol. Embora as muitas operações não tenham conseguido restaurar sua visão, ele encontrou paz e consolo na música.

Ao posta o vídeo do single no Youtube, Andrea Bocelli escreveu: “Qualquer um que seja pai ou mãe ou que conheça a preciosa responsabilidade de ser mãe ou pai, compreenderá o significado desta peça”. 

A letra de “Fall on Me” fala justamente do vínculo entre pai e filho e como o pai consegue transmitir valores sólidos para o filho. É realmente emocionante. Assista: 

Roteiro – Meu relacionamento com a Palavra de Deus – 01 a 07 de Outubro

Por | - ULTIMAS, ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 01 a 07 de Outubro

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Oração de libertação a Nossa Senhora das Mercês!

Por | - ULTIMAS, PARTILHA DO FUNDADOR

24 de setembro é a festa litúrgica da Virgem da Misericórdia

A devoção a Nossa Senhora das Mercês teve início no século XIII, quando a Virgem apareceu a São Pedro Nolasco e o encorajou a seguir libertando os cristãos escravos.

Naquela época, os mouros saqueavam regiões costeiras e levavam os cristãos como escravos para a África. Nessa horrível condição, muitos perdiam a fé por pensar que Deus os tinha abandonado.

Pedro Nolasco, vendo essa situação, vendeu até seu próprio patrimônio para libertar os cativos. Do mesmo modo, formou um grupo para organizar expedições e negociar resgates. Quando o dinheiro acabou, pediram esmolas. Entretanto, as ajudas também terminaram.

Nolasco lhe perguntou: “Ó Virgem Maria, Mãe da graça, Mãe de misericórdia, quem poderia acreditar que tu me envias?”.

Maria respondeu dizendo: “Não duvides de nada, porque é vontade de Deus que se funde uma ordem desse tipo em minha honra; será uma ordem cujos irmãos e professos, a imitação de meu filho Jesus Cristo, estarão postos para ruína e redenção de muitos em Israel, isto é, entre os cristãos, e serão sinal de contradição para muitos”.

Diante desse desejo, foi fundada a ordem dos Mercedários no dia 10 de agosto de 1218 em Barcelona, Espanha. São Pedro Nolasco foi nomeado pelo Papa Gregório IX como Superior Geral.

Os integrantes, além dos votos de pobreza, castidade e obediência, faziam um quarto voto em que se comprometiam a dedicar sua vida a libertar os escravos e que ficariam no lugar de um cativo que estivesse em perigo de perder a fé, quando o dinheiro fosse era suficiente para conseguir a libertação.

Mais tarde, no ano 1696, o Papa Inocêncio XII fixou o dia 24 de setembro como a Festa de Nossa Senhora das Mercês em toda a Igreja.

Oração de libertação a Nossa Senhora das Mercês

Nossa Senhora das Mercês, nossa Padroeira, Mãe da Libertação, livra-me das correntes que amarram e bloqueiam minha vida, minha família e meus negócios.

Peça por mim a Jesus que envie seus Anjos para libertar de tantos males.

Interceda a Deus, para que eu obtenha as luzes do Espírito Santo, para viver na paz, alegria e prosperidade.

Ensina-me a ter um coração confiante em Deus.

Amém.

Com informações de ACI Digital

Cuidado! O diabo nos ronda! Saiba como se precaver dele.

Por | - ULTIMAS, FORMAÇÕES

Saiba como se precaver dele

De repente, você lê isto: “Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar” (1 Pedro 5,8). 

Aí você começa a refletir e a se preocupar quando um católico assegura que não existe nem o diabo nem o inferno. 

São temas nos quais nunca gostei de tocar. E reconheço que foi um erro. Devemos alertar os outros, para que eles estejam vigilantes, para que não se deixem vencer pelas tentações e pelo ódio do maligno. 

A passagem dele pelo mundo é sutil. Ele gosta de passar despercebido, atuar discretamente. Mas sempre deixa rastros.

Se você é como eu, que gosta de livros de detetives, poderá encontrar pistas suficientes de sua presença. Ele trabalha nos bastidores, oculto, silencioso. Deixa pequenas marcas como as peças de um quebra-cabeça. Basta uni-las e você chegará a um retrato assustador de seu ódio à humanidade. 

Diz-se que a santa Bíblia menciona o inferno 70 vezes e outras tantos o maligno. 

“Jesus lhe disse: ‘Retire-se, Satanás! Pois está escrito: ‘Adore o Senhor, o seu Deus e só a ele preste culto’” (Mateus 4:10). Portanto, sua existência é uma sutileza, que marca a vida de muitos e abre as portas ao pecada e à perda da graça santificante. Parece-me que negá-lo é remar contra a corrente. 

Abrace a verdade. Você pode encontrá-la nas Escrituras, nos ensinamentos, nos Doutores da Igreja. E, principalmente, use a capacidade que Deus lhe Deu para discernir. 

Leia também:

O ponto fraco do diabo

Lembro-me de ter lido sobre o Padre Pio conversando com uma pessoa. “Padre Pio, não creio no inferno”. E o padre responde: “Vai acreditar quando chegar lá”. 

Se você ainda não acredita no demônio, procure pistas, leia as escrituras, olhe ao seu redor e chegará a uma simples conclusão: ele existe. E não é apenas mal; é malíssimo.  

Eu sempre fiquei impressionado com a visão do inferno que os pastorinhas de Fátima tiveram e as duas frases da Virgem Santíssima: 

  • “Rezem, rezem muito, e façam muitos sacrifícios pelos pecadores, pois muitas almas vão para o inferno por não terem quem se sacrifique e reze por elas”.
  • “Para salvar-nos, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração”. 

Como se cuidar? As Escrituras ensinam com clareza. Inclusive indicam as armas espirituais para lutar e vencer. Leia a Santa Bíblia. Não tenha medo. Reze, tenha fé e viva o Evangelho. Confie em Deus e conserve como um tesouro o seu estado de graça. 

Coragem!

Deus o abençoe. 

“A virtude está no meio”: uma fácil desculpa para ser medíocre e relativista?

Por | - ULTIMAS

Sim, é preciso ser equilibrado, mas, primeiro, é preciso superar as interpretações equivocadas de “equilíbrio”

Quase todos já ouviram a frase “A virtude está no meio” – mas poucos sabem explicar o que ela quer dizer.

Há quem entenda o sentido desta frase como um convite ao “meio termo” entre os extremos, destacando que a virtude seria um equilíbrio entre comportamentos opostos.

Neste sentido, a interpretação pode descambar para certa tolerância com a mediocridade: ser “virtuoso”, dessa perspectiva, seria como ser “morno”, nem muito quente, nem muito frio…

Há também quem entenda que o “meio” em questão é o ambiente em que vivemos, concluindo que a virtude é relativa e varia conforme as circunstâncias, exigindo adaptabilidade – e até renúncia a certos princípios em nome da conveniência…

pe. José Eduardo Oliveira tratou desta frase nesta semana em seu perfil no Facebook e comentou:

Virtus in medio” (em latim, a preposição “in” rege ablativo quando indica permanência) não significa “Virtus in mediocritate”, ainda mais quando a mediocridade favorece o crime ou a impunidade.

Imagine, por exemplo, se um bandido entrar em sua casa e você quiser ser “moderado” ou “equilibrado” nos termos falaciosos acima e disser: “Bem, eu não vou nem dar um abraço nem vou impedir o bandido, mas vou ficar tranquilo enquanto a mamãe apanha e é roubada”.

Isso não seria equilíbrio, mas omissão culposa, mediocridade pecaminosa. Muito cuidado! Há muitos paladinos do equilíbrio que puxam o fiel da balança para o seu extremo, fingindo neutralidade.

Numa briga entre um homem honesto e desprovido de meios e um bandido bem aparelhado, a neutralidade nada mais é que teatro e favorecimento do crime contra a moralidade e a justiça. #PenseNisso.