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O grande segredo do “Pokémon GO”

Por | FORMAÇÕES

Qual o segredo do sucesso de “Pokémon GO” e o que essa febre revela a respeito da alma humana?

“Pokémon GO”, o jogo que se tornou uma verdadeira febre das redes sociais, suscita a ocasião de fazermos uma importante reflexão moral a respeito do uso saudável das diversões e dos passatempos, de acordo com a doutrina e a espiritualidade católicas. Nos últimos dias, de fato, foram muitos os pais que entraram em contato conosco pedindo-nos uma orientação. Eles perguntavam se haveria algum problema com o jogo e se deveriam proibir os seus filhos de se entreterem com esse aplicativo.

Importa dizer, em primeiro lugar, que entretenimentos desse gênero são uma necessidade da alma humana, que precisa de descanso, assim como nosso corpo exige repouso após a fadiga do dia. O autor espiritual João Cassiano ilustra o caso com um episódio da vida do apóstolo São João, que o Doutor Angélico faz questão de resgatar em sua Suma de Teologia:

“O bem-aventurado João Evangelista, ao ver que alguns se escandalizavam de o ver jogando com seus discípulos, mandou um deles, que trazia consigo um arco, disparar uma flecha. Depois que ele repetiu isso muitas vezes, o santo perguntou-lhe se poderia fazê-lo continuamente. O outro respondeu que, se assim procedesse, o arco se quebraria. O apóstolo então observou que, da mesma forma, a alma humana se romperia se jamais relaxasse a sua tensão.” [1]

Os passatempos não são, portanto, uma necessidade que partilhamos com os animais, como são a comida, a bebida e o sexo. Trata-se antes de uma manifestação própria daquele que foi moldado “à imagem e semelhança” de Deus (cf. Gn 1, 26) e cujo coração se inquieta continuamente, enquanto não repousar nEle [2]. É nesta sede insaciável do ser humano que se encontra, de fato, o grande segredo do sucesso de “Pokémon GO”: assim como as redes sociais e muitos outros divertimentos de nossa época, o que faz este jogo é explorar a constante procura humana por algo que satisfaça os impulsos de sua alma e preencha o vazio profundo de sua existência.

A notícia que é preciso dar aos jogadores sem freios é esta: fomos feitos para uma busca muito mais digna que a caça de “pokémons” — a busca de Deus; fomos criados para uma glória muito superior que a de ser um “mestre Pokémon” — a glória do Céu. Evidentemente, não há pecado algum nos jogos lúdicos, mas existe sim algo de muito grave, quando as pessoas, devido à sua falta de moderação, começam a transformar toda a sua vida em lazer. ” Se dás muito tempo ao jogo“, adverte São Francisco de Sales, “ele já não é um divertimento, mas fica sendo uma ocupação” [3].

Quando passamos a vida diante de uma tela de celular à procura de ínfimas glórias virtuais, o tempo escorre por nossas mãos, esvai-se, e acabamos desperdiçando o dom preciosíssimo da vida que nos foi confiada por Deus. “Os que andam em negócios humanos dizem que o tempo é dinheiro. Parece-me pouco”, diz São Josemaría Escrivá, “para nós, que andamos em negócios de almas, o tempo… é Glória!” [4].

Os 10 “nunca” do casamento

Por | FORMAÇÕES

Decálogo sobre situações que podem machucar o casal (e como evitá-las)

Na relação conjugal, existem várias situações que, ao invés de ajudar o casal, acabam criando feridas, que no começo podem parecer insignificantes, mas, com o tempo, chegam a se tornar muito nocivas.

Apresentamos, a seguir, a recopilação de 10 situações que precisam ser evitadas no casamento:

1. Nunca fale mal do seu cônjuge com ninguém

Roupa suja se lava em casa, diz a sabedoria popular. É melhor que os problemas sejam dialogados e resolvidos entre os esposos. Envolver terceiros pode complicar as coisas, pois, ainda que a tempestade passe, os membros da família sempre lembrarão dela ou, pior ainda, tomarão partido de forma pouco objetiva.

A comunicação sincera e oportuna é a melhor solução. Se o que você busca é um conselho, é melhor procurar alguém neutro, de fora da família, preferencialmente um assessor espiritual, terapeuta familiar ou algum casal com mais experiência e capacidade de orientação.

2. Nunca fale nem pense no singular

A partir do momento em que ambos disseram “aceito”, tornaram-se uma só carne e uma só alma. Isso implica em compartilhar os bens materiais, razão pela qual é preciso pensar sempre no plural ao tomar decisões, especialmente as que envolvam dinheiro.

Da mesma forma, a linguagem deve ser coerente com este compromisso, ou seja, falar no plural quando se referem a projetos ou atividades comuns: nossa casa, nosso carro, fomos passear, decidimos deixar isso para depois etc.

3. Nunca grite

Os gritos são uma falta de respeito que deteriora as relações, não são próprios da linguagem do amor. Existem outras formas de expressar os desacordos e as diferenças. Além disso, não é este o exemplo que querem dar aos seus filhos. Com que autoridade lhes pedirão que não gritem com seus irmãos, colegas ou inclusive pais?

4. Nunca durma sem terminar uma discussão

Às vezes, a indiferença e o silêncio parecem resolver os problemas, mas isso não é verdade. A melhor ferramenta é a comunicação oportuna, quando ambos têm seus pensamentos claros e frios.

Ainda que seja preciso dedicar um tempo a refletir antes de falar, não se pode deixar que a discussão continue no dia seguinte, pois pode piorar as coisas.

Os esposos são uma equipe e precisam trabalhar juntos para resolver seus problemas: sem culpar e agredir um ao outro, mas aprendendo a ceder muitas vezes.

5. Nunca deixe de dar seu feedback ao outro

Em alguns casos, os grandes conflitos são consequência da repressão de pequenos incômodos vividos no dia a dia. Quando algo do seu cônjuge lhe incomodar (um gesto, palavra, comportamento etc.), comunique isso a ele de imediato e, juntos, busquem uma saída. Solucionar as coisas a tempo impede que alimentemos rancores e que os problemas se tornem maiores do que são na realidade.

6. Nunca coloque seus filhos antes que seu cônjuge

Ainda que os filhos exijam atenções e cuidados por parte dos pais, é preciso ter claro que a prioridade é o casal. Se o casal esta bem, os filhos também estarão. A harmonia entre os esposos gera um ambiente estável e feliz para os filhos.

7. Nunca discuta na frente dos seus filhos

Os filhos devem ser um fator de união no casamento. Uma briga na frente deles pode gerar insegurança nos pequenos, além de ter efeitos a longo prazo, como agressividade, ansiedade e depressão. Se for preciso discutir alguma coisa, é importante guardar as palavras para depois, buscar o momento e lugar adequados.

8. Nunca perca o romantismo

O romantismo é um dos maiores aliados do casal para manter o amor vivo ao longo dos anos. É por isso que os cônjuges precisam buscar tempos para estar sozinhos, sem os filhos. Cada dia deve estar repleto de detalhes para voltar a conquistar o cônjuge, ressaltando suas virtudes, e não seus defeitos.

9. Nunca entre em conflito com a família do cônjuge

A relação com a família do cônjuge é a pedra no sapato de muita gente. Mas, mesmo nos casos nos quais, por diversas razões, não é possível uma fraternidade com a família do cônjuge, é preciso conservar um mínimo de cordialidade e respeito, pelo bem de todos.

10. Nunca se esqueça de Deus

Finalmente, o mais importante: colocar Deus no centro da vida matrimonial e familiar. Quando Deus está presente na vida cotidiana e em todas as decisões, certamente o amor reina no lar.

Usain Bolt: medalhas de ouro? Sim. Medalha Milagrosa? Mais ainda!

Por | NOTÍCIAS

O homem mais rápido do mundo é devoto de uma Medalha que não tem preço

RIO DE JANEIRO, Brazil, AUGUST 15, 2016. # ATHLETICS. Usain Bolt at the start of the 100m. Usain Bolt ran 100m in 9.80 seconds, winning his third straight gold medal in the 100 Olympic event, something no runner has accomplished before. Angelos Zymaras / AZSPORTSIMAGES / SOOC

RIO DE JANEIRO, Brazil, AUGUST 15, 2016. # ATHLETICS. Usain Bolt at the start of the 100m. Usain Bolt ran 100m in 9.80 seconds, winning his third straight gold medal in the 100 Olympic event, something no runner has accomplished before. Angelos Zymaras / AZSPORTSIMAGES / SOOC

Usain Bolt continua sendo, conforme todas as expectativas, o homem mais rápido do mundo: na terceira Olimpíada consecutiva (Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016), foi dele a medalha de ouro nos 100 metros rasos.

Mas essas três medalhas de ouro não são as únicas que brilham na vida do atleta: Bolt é devoto da Medalha Milagrosa, fruto das aparições de Nossa Senhora a Santa Catarina Labouré. É esta, e não as de ouro, a medalha que o atleta jamaicano traz sempre ao peito.

Usain Bolt é filho de uma família católica – fé que, na Jamaica, é minoritária. Embora discreto, o atleta não esconde a sua fé na hora de fazer o sinal da Cruz ou de se manifestar nas redes sociais para dar graças a Deus por suas conquistas e tentar aprender com seus fracassos. Por exemplo:

“With God anything is possible… I demolish training today #thankuGod”

Você quer saber o que é a Medalha Milagrosa? CLIQUE AQUI

Após coma, menino deixa a mãe aterrorizada ao dizer que conheceu a irmã abortada

Por | DESTAQUES

Vale a pena refletir sobre a incrível experiência deste menino de apenas 4 anos de idade

Os cristãos acreditam que existe vida após a morte, enquanto outras pessoas dizem que depois de morrermos não há mais nada. Mas esse menino teve uma experiência quase mortal e chocou todo o mundo com suas declarações…

Aos 4 anos, Colton Burpo, teve uma apendicite aguda e precisou passar por uma cirurgia de emergência. A operação era de considerada de risco muito elevado, e o menino ficou entre a vida e a morte. Quando acordou, ele revelou uma chocante verdade…

Colton teve uma experiência quase-morte, e foi para o paraíso, conhecendo vários familiares mortos.

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Inicialmente, ninguém acreditou no que ele dizia, mas quando ele começou a contar histórias dos parentes falecidos os pais ficaram impressionados! Ele sabia de coisas que pouca gente tinha conhecimento, como as brincadeiras que o pai tinha com o avô, ou da existência da irmã que nunca chegou a nascer, devido a complicações na gravidez.

“Eu mesmo duvidei de minha própria fé”, disse o pai do menino.

A criança falou também em Jesus, dizendo que Ele tinha “marcas no corpo”, e que o mandou de volta para a terra, devido às preces do seu pai.

O relato do menino é sem dúvida surpreendente. Assista e compartilhe se você acredita na vida eterna!

Esta experiência foi vivida por uma família cristã. Apesar de não serem católicos, vale a pena refletir sobre o que este garotinho viveu. E agradecer a Deus por se manifestar a quem o busca com fé e sinceridade.

Em palestra, bispo ensina que o mal se desconcerta quando encontra a bondade

Por | DESTAQUES

Grande parte dos quinhentos agentes da Pastoral Diocesana da Criança esteve na manhã do dia 6 de agosto no auditório da Curia Diocesana, no Centro de Santo André, para participar do Encontro de Líderes, onde Dom Pedro Cipollini proferiu a palestra “O Ano da Misericórdia e o Bom Samaritano”. Ele foi recepcionado pelo Padre Márcio, assessor espiritual e Elisabete Sorvillo Alves, coordenadora desta pastoral que em 2017 completa 30 anos em nossa diocese.

Nesta aula de reflexão sobre a misericórdia, o bispo diocesano disse que “Para sermos perfeitos como o Pai é preciso ser misericordioso”. E que: “Violência não se combate com violência. O mal se desconcerta quando encontra a bondade”. E mais: “Diferente do que propagava o filósofo Friedrich Nietzsche, que dizia que o homem se torna um fraco quando opta pela misericórdia, a verdade é que longe da misericórdia a humanidade só produz guerras”. Assim explica-se por que “Os misericordiosos é que ganharão o Reino do Céu, e que é preciso ser forte para perdoar”.

Em outra linha de raciocínio, Dom Pedro salientou que “Papa Francisco tem nos alertado que maior que a crise econômica é a crise antropológica. Está faltando valorizar o ser humano. O deus dinheiro é mais forte. É preciso ganhar 200%. Se comerem um ‘veneno’ posto na comida, e ficarem doente, o azar é deles”.

A parábola – tema da palestra – nos pergunta quem é o próximo. E Dom Pedro esclarece que “Engana-se quem pensa que o próximo é só quem é da família ou do rol de amigos. Na verdade o próximo é aquele que necessita de algo. O problema é que a gente se acostumou a se afastar do problema. E assim, não nos aproximamos”.

O bispo também nos ensina que primeiro é preciso aproximar do sofrimento. Depois, ter compaixão e por fim fazer algo possível. “O levita e o sacerdote não pararam para socorrer. O que nos leva a concluir que orar sem misericórdia é por água em lata furada”, sentenciou. Em seguida disse que “a estalagem representa a Igreja, onde encontramos um local para nossa recuperação. O bom samaritano ao entregar o vitimado para o dono da estalagem fez um ato missionário, e que levou o estaleiro a ser também misericordioso”.

Para Dom Pedro, Deus é quem se aproxima de nós. Não merecemos a misericórdia dele, mas a necessitamos. “O próximo é você que se aproxima de quem precisa. Já que quem precisa está enfraquecido, sem condições de se aproximar, até para pedir ajuda. É como vocês agentes da Pastoral da Criança que se aproximam da criança que necessita de algo. A gente nem imagina o que seria de tantos lugares sem o trabalho da Pastoral da Criança. A diocese agradece imensamente o trabalho de cada um dos agentes”.

Roteiro – Não fazer julgamentos – 15 a 21 de Agosto

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Disto depende a saúde de sua célula. Bom encontro!

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 15 A 21 AGOSTO

 

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Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: LIVRETO DE BOAS VINDAS

Download da Tabela Periódica Bíblica = TABELA PERIODICA BIBLICA

Como ler a Bíblia = COMO USAR A BIBLIA

“O matrimônio está em crise porque não sabem o que é o sacramento”.

Por | PALAVRA DA IGREJA

Ao terminar o seu discurso na abertura do Congresso diocesano em São João de Latrão o Papa respondeu as perguntas de um sacerdote e dois catequistas sobre família, doutrina, preparação ao matrimônio…

Individualismo, respeito à doutrina, crises do matrimônio. Foram estes os temas abordados em São João de Latrão pelo Papa Francisco ao responder de forma coloquial as perguntas de um sacerdotes e dois catequistas ao final do seu discurso inaugural no Congresso Diocesano de Roma dedicado à família.

O Bispo de Roma seguiu as ideias evocadas no discurso feito antes, deixando mais clara as suas indicações por meio de descrições de exemplos concretos. Como aqueles que testemunham o individualismo, uma ameaça para a família.

Recordou que quando era arcebispo de Buenos Aires, em uma diocese vizinha alguns párocos rejeitavam batizar as crianças de mães meninas. Fruto do individualismo, de acordo com o Papa, da mesma forma que aquele “amaldiçoado bem-estar” que é causa da “terrível” queda demográfica na Itália. “Mas isso começou com aquela cultura do bem-estar, de algumas décadas…”, comenta.

E volta a um problema abordado também recentemente, o de quem prefere ter animais a dar a vida a um filho: “Conheci muitas famílias que preferiam – mas, por favor, não me acusem os defensores dos animais, porque não quero ofender ninguém – preferiam ter dois ou três gatos, um cachorro, em vez de um filho. Porque fazer um filho não é fácil, e depois, leva-lo adiante… Mas, o que mais se torna um desafio com um filho é que se faz uma pessoa que se tornará livre. O cão, o gato, te darão um afeto, mas um afeto “programado”, até um certo ponto, não livre. Se se tem um, dois, três, quatro filhos, serão livres e irão pela vida com os riscos da vida. Este é o desafio que dá medo: a liberdade”.

Precisamente da liberdade – é a opinião do Papa Bergoglio – tem medo o individualismo. Pelo contrário, convidou a preferir uma pastoral em que não se tenha medo de arriscar. “A partir do momento em que você está lá e deve decidir, corre risco! Se errar, aí está o confessor, o bispo, mas corre o risco!”.

Individualismo que demonstrou rejeitar a família de um embaixador, que recentemente foi à Santa Sé para apresentar cartas credenciais ao Papa. Francisco fala que o diplomático, junto com a família, levou a empregada doméstica. “É um exemplo – disse – . Isso é dar lugar às pessoas”.

A este gesto está intimamente ligado o conceito de ternura, a linguagem que se usa com as crianças, feita de carícias e de voz doce. “É a estrada que percorreu Jesus – continua – . Jesus não considerou um privilégio ser Deus: abaixou-se. E falou com a nossa língua, e falou com os nossos gestos”.

Na segunda pergunta o Papa foi questionado sobre o risco de uma dupla moral nas paróquias: de um lado o “rigorismo” e do outro o “laxismo”. De acordo com Bergoglio “ambos não são verdade”. Ele explica que o “Evangelho escolhe outro caminho”, o de Jesus que fala com a samaritana ou com a adúltera. “Isso significa – afirma – buscar a verdade; e que a moral é um ato de amor, sempre: amor a Deus, amor ao próximo. É também um ato que deixa espaço à conversão do outro, não condena rápido, deixa espaço”.

O Santo Padre, em resposta à terceira questão, entra na questão da crise do matrimônio, chamando a atenção sobre a educação dos jovens.

Ele acredita que “uma parte dos nossos matrimônios sacramentais são nulos”, em quanto que os esposos prometem fidelidade por toda a vida, enquanto na verdade “não sabem o que dizem, porque têm uma outra cultura. Dizem-no, e têm a boa vontade, mas não têm a consciência”.

O parecer de Bergoglio é que “um dos problemas” seja “a preparação para o matrimônio”. Além disso – acrescenta – “a crise do matrimônio é porque não se sabe o que é o sacramento, a beleza do sacramento: não se sabe que é indissolúvel, não se sabe que é para toda a vida”.

O Papa, em seguida, passa um conselho para aqueles que já são casados que “não terminem o dia sem fazer as pazes porquês a guerra fria do dia seguinte é pior. É pior, sim, é pior”.

Por fim, o Papa destaca que é dever ter paciência na pastoral do matrimônio, bem como na pastoral das vocações. Convida a ouvir: “o apostolado da escuta, ouvir, acompanhar…”.

Amoris Laetitia: as esperanças dos separados

Por | DESTAQUES

O Presidente da Associação italiana Famílias Cristãs Separadas comenta a exortação pós-sinodal sem retórica. Não poupa críticas e espera que às palavras se sigam finalmente os fatos

Tem-se passado uma semana da publicação da exortação pós-sinodal Amoris Laetitia. Após a longa espera, que durou mais de cinco meses após o fim do último Sínodo, e depois do calor da novidade também, chegou a hora de assimilar o documento redigido pelo Papa Francisco para compreender como concretizar  aquele apelo à acolhida, que é o fio condutor.

Uma passagem da teoria à prática que o eng. Ernesto Emanuel espera desde 1981, data de publicação de uma outra exortação apostólica inerente aos temas da família, a Familiaris Consortio de São João Paulo II. Emanuel é amavelmente considerado “o pai dos separados”. Com 81 anos, três filhos e uma esposa da qual se separou há 40 anos, em 1990 fundou a Associação das Famílias cristãs separadas, que ele preside.

“O chamado a uma ‘urgente atenção’ com relação a nós, separados – comenta a ZENIT Emanuel – já estava presente na Familiaris Consortio, porém as coisas não saíram exatamente como desejava o Papa Wojtyla…”.

E nem sequer como indicam vários documentos e intervenções eclesiais depois de 1981. “Especialmente por parte dos Papas – explica – foram oferecidas muitas reflexões excelentes sobre este tema: palavras de incentivo e cheias de autêntico desejo de inclusão que, contudo, não baixaram às ações concretas”.

Emanuele disse que em 25 anos de experiência na escuta e apoio das pessoas que trazem nas cosas um matrimônio fracassado, confrontou-se com milhares de casos. “Muito diferentes uns dos outros – disse – mas muitas vezes unidos pelo denominador comum da exclusão por parte dos sacerdotes”.

Uma exclusão que “não corresponde tanto aos aspectos teológicos ou doutrinários, mas aos aspectos mais humanos”. Para dizer com o Papa Francisco, Emanuele observa que “não sentimos muito o cheiro das ovelhas nos pastores da Igreja”. Desde a lei do divórcio de 1970 até hoje, segundo o engenheiro de Milão, na Itália, as autoridades eclesiásticas assistiram muito passivamente o rompimento de mais de 2 milhões de casais que se separaram.

“Até negando o problema”, denuncia Emanuele com base em suas experiências pessoais com “vários bispos”. Trata-se de ocasiões perdidas, porque “não há nenhuma pessoa mais permeável ao Evangelho do que aquelas que passaram pela tragédia da separação”. De não-crentes que se aproximaram de Deus graças à Associação Famílias cristãs separadas, Emanuele conheceu muitos.

“Muito pouco é necessário para dar esperança a essas pessoas – diz -, apenas ouvi-las, encontra-las, dar-lhes uma palavra de consolo”. Desses pequenos gestos pode nascer depois um acompanhamento para uma jornada de fé. “Nós, em 25 anos, não escrevemos nenhum livro – continua -, em contrapartida, ajudamos milhares de pessoas, através da oração, ajudando-as a retomar uma relação com Deus, o único que pode dar respostas em certos momentos de crises”.

E se, por um lado, até agora está faltando esta atitude de acolhida por parte de muitos sacerdotes, por outro, Emanuele registrou uma excessiva “manga larga”. Explica que “na diocese de Milão – onde mora – pelo menos um sacerdote de dois dá a comunhão com facilidade aos separados que começaram uma nova união”.

Este tema, da comunhão para divorciados novamente casados, atraiu a atenção da mídia nos dois Sínodos recentes. Porém, Emanuele quer lidar “sem a superficialidade” que encontrou em “muitos meios de comunicação e também em muitos homens de Igreja”.

Lembra que “no Código de Direito Canônico está expressamente previsto que quando uma pessoa se separa deveria ir ao próprio bispo para receber conselhos”. Indicação que permanece, porém, letra morta. “Muitos recebem a autorização do próprio pároco para comungar sem problemas e fazem isso”, afirma Emanuel.

Em vez de dar concessões fáceis que fluem como água morna na vivência das pessoas, o desejo de Emanuele é que com Amoris Laetitia se comece a tomar uma estrada marcada por uma calorosa mensagem de “escuta, acolhimento e acompanhamento”. O engenheiro, no entanto, tem a preocupação de perguntar-se “como se fará para criar uma nova sensibilidade entre os sacerdotes” e quantos anos serão necessários para se tornar efetiva aquela “formação adequada para tratar os complexos problemas atuais das famílias”, dos quais o papa fala.

Perguntas às quais se acrescenta uma outra. Quantos são aqueles que tendo fé no Magistério decidem viver “como irmão e irmã”? “Pouquíssimos”, segundo Emmanuel. E assim compartilha a passagem de Amoris Laetitia na qual o Papa se faz intérprete da impressão de muitos casais separados, segundo o qual, se entre eles “faltam algumas expressões de intimidade”, ‘não é raro que a fidelidade seja colocada em perigo e possa ser comprometido o bem dos filhos”.

No entanto Emanuel quer que a Igreja, além de se concentrar em situações familiares já comprometidas, procure ajudar os casais a não se deixarem. Neste sentido se coloca cético com relação à reforma de Francisco para simplificar os procedimentos de nulidade matrimonial.

Considera o recurso à Rota Romana “uma coisa para os ricos”, que abrange poucos casais. “Diante dos filhos é possível falar de nulidade?”, se pergunta Emanuel. A pergunta é retórica, porque “conheceu tantos filhos que pediam a separação dos pais briguentos, mas que depois ficavam horrorizados com a hipótese de declarar nulo o matrimônio”.

Então, a sua opinião é que quando se fala de separação, se olhe pouco para os filhos, que – comenta amargamente Emanuel – “levam feridas da separação dos pais por toda vida”. Talvez seria necessário começar do ter misericórdia para com eles, para dar concretude à Amoris Laetitia.

O Ministério da Educação dá passos para uma ditadura na educação brasileira: “O sistema único de educação”

Por | NOTÍCIAS

“As maiores ditaduras do Brasil nunca cogitaram essa ideia”, disse em entrevista à ZENIT o Pe. Dr. José Eduardo de Oliveira e Silva, relator no seminário sobre a Base Nacional Curricular Comum – BNCC, do 31 de maio desse ano.

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados em Brasília convocou um Seminário sobre a Base Nacional Curricular Comum – BNCC.

Um dos debatedores foi o Pe. Dr. José Eduardo de Oliveira e Silva, Professor de Teologia Moral e estudioso dos temas de educação.

Em entrevista à ZENIT, o sacerdote explicou com mais detalhes a tentativa de implantar um “sistema único de educação”, que eliminaria totalmente a liberdade das escolas e daria o poder ilimitado ao MEC de ensinar, na prática, qualquer ideologia para todas as crianças do Brasil. Acompanhe a entrevista abaixo:

ZENIT: Temos acompanhado com preocupação todo o debate acerca da Base Nacional Curricular Comum – BNCC, de autoria do Ministério da Educação. De onde saiu a ideia de se impor a todas as escolas do Brasil uma mesma base curricular?

Pe. José Eduardo: A ideia surgiu a partir de uma Emenda à Constituição, a PEC 59/2009. O texto afirma que “a lei estabelecerá o plano nacional de educação, de duração decenal, com o objetivo de articular o sistema nacional de educação em regime de colaboração… que conduza ao estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do produto interno bruto”.  Como se vê, o texto é de uma “lei orçamentária”, na qual foi inserido uma espécie de “cavalo de Tróia”, que seria este “sistema nacional de educação”, inexistente na legislação brasileira até então.

ZENIT: Mas em que consiste esteSistema Nacional de Educação”?

Pe. José Eduardo: Na verdade, a lei não o define, apenas o enuncia. Por isso, precisamos interpretá-lo de acordo com a Constituição Federal.

ZENIT: Por que? Existe um outro modo de interpretar esse “Sistema Nacional de Educação”, em desacordo com a Constituição?

Pe. José Eduardo: Sim. Já em 1988, o Dep. Octávio Elísio apresentou um Projeto de Lei, quase idêntico a um modelo apresentado pelo Prof. Dermeval Saviani (UNICAMP), em que se anunciava um Sistema Nacional de Educação. Dizia o PL 1.258/1988: “haverá no país um sistema nacional de educação, constituído pelos vários serviços educacionais desenvolvidos no território nacional” (p. 7). O que se propunha é que todos os sistemas educacionais brasileiros fossem transformados em serviços de um único sistema. Quando os deputados perceberam que eles iriam tirar a autonomia das escolas, dos Municípios e dos Estados, reagiram imediatamente e rejeitaram o projeto de lei, assumindo-se o substitutivo do Dep. Jorge Hage, de agosto de 1989.

ZENIT: Então, essa ideia não é nova no Brasil.

Pe. José Eduardo: De modo algum. Na verdade, o primeiro a querer implementar um sistema federal fortemente centralizado foi o Presidente Getúlio Vargas. Ele criou o Ministério da Educação, cujo segundo ministro foi o conhecido Gustavo Capanema. Depois da queda da ditadura, o então Ministro da Educação Clemente Mariani, em 1949, apresentou o ante-projeto da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional–LDB, que o então Dep. Gustavo Capanema rejeitou, por considerar o PL pouco centralizador.

Na época, levantou-se contra ele, nada mais, nada menos que, Anísio Teixeira, um dos maiores ícones da educação brasileira, alegando que aquele desejo de centralismo era absurdo! Foi isto que Anísio escreveu sobre as ideias educacionais de Capanema: “Ora, francamente, o sr. Capanema está a brincar. Fortalecer os poderes federais nunca significa transferir poderes locais para o centro, mas simplesmente fortalecer os poderes que devem pertencer ao centro. Do contrário, seria extrapolar e raciocinar à doida, pois nada, absolutamente nada no mundo resistiria a esse tipo de lógica. Na cabeça do sr. Capanema só é nacional o que nascer da cabeça de uma autoridade federal, o município, o estado, as regiões são antinacionais, quando, na realidade, o nacional é o país todo e, queira ou não queira, a substância nacional está nos municípios, nos estados e nas regiões” (p. 94).

Anísio, aliás, já tinha escrito, com outros educadores, o famoso “Manifesto dos pioneiros da educação nova”, em 1932, em que rejeitava fortemente a ideia de uma educação centralizada. O Manifesto dizia: “Unidade não significa uniformidade. A unidade  pressupõe  multiplicidade. Não é, pois, na centralização, mas na aplicação da doutrina federativa e descentralizadora, que teremos de buscar o meio  de  levar  a  cabo,  em  toda  a  República,  uma  obra  metódica  e  coordenada,  de completa eficiência, tanto em intensidade como em extensão” (p. 8).  No final das contas, Capanema, como relator do Projeto, conseguiu arquivá-lo.

No entanto, perceba: mesmo com todo este centralismo intolerante, quase ditatorial, do Gustavo Capanema, nunca lhe passou pela cabeça, nem a Vargas ou aos ditadores posteriores, criar uma base curricular centralizada, detalhada e uniforme para todas as escolas. Repito: as maiores ditaduras do Brasil nunca cogitaram essa ideia.

ZENIT: Mas, e então?, como ficaram as reivindicações dos educadores brasileiros?

Pe. José Eduardo: Em 1952, o Projeto da LDB foi desarquivado e, após uma década de profundos debates, foi aprovado e sancionado em 1961. Após a Constituição de 1988, resolveu-se criar uma nova LDB, atualizando-a de acordo com as novas configurações Constitucionais. Rejeitou-se o Projeto de Elísio-Saviani, que era pelo Sistema Nacional, e aprovou-se a nova LDB de 1996, vigente até hoje, que representa uma das maiores conquistas dos educadores do Brasil!

ZENIT: Até que se inserisse esse, como o sr. diz, “cavalo de Tróia”: o novo conceito de sistema nacional de educação… Mas o sr. dizia que era possível interpretá-lo de modo correto, em harmonia com a Constituição. Como é isso?

Pe. José Eduardo: A Constituição afirma, no art. 211, que “A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão em regime de colaboração seus sistemas de ensino”; a LDB afirma, em seu art. 8, que “a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de ensino” e, no § 1, que “caberá à União a coordenação da política nacional de educação, articulando os diferentes níveis e sistemas e exercendo função normativa, redistributiva e supletiva em relação às demais instâncias educacionais”. Mais adiante, continua a LDB, no art. 15: “os sistemas de ensino assegurarão às unidades escolares públicas de educação básica que os integram progressivos graus de autonomia pedagógica e administrativa”.

ZENIT: Então, embora a Constituição não previsse um Sistema Nacional de Educação, a introdução sorrateira dessa terminologia forçosamente deve ser entendida como coordenação, e não substituição dos outros sistemas (municipais, estaduais etc), e deve ademais garantir progressivos graus de autonomia até às escolas… Então, por que querem agora criar essas Bases Curriculares Comuns?

Pe. José Eduardo: Na verdade, eles não estão “criando” as bases curriculares. O Ministério da Educação já tinha fornecido outras bases, anteriormente. O Parecer 15/98 do Conselho Nacional de Educação ofereceu a “base comum para as escolas de ensino médio”, em duas páginas (vide as páginas 48 e 49). Agora, o MEC está apresentando uma BNCC que, na primeira versão, tinha 302 páginas e, nesta última, 676 páginas, em que se determinam os conteúdos, ano por ano, matéria por matéria, detalhadamente.

ZENIT: Impressionante! Mas, se eles deveriam garantir uma progressiva autonomia, para que querem controlar, assim, o ensino das escolas?

Pe. José Eduardo: Exatamente para criarem um sistema único de educação. Essa expressão, “sistema único”, não é minha, mas de um grande parceiro do Prof. Saviani, que fez a Conferência de abertura do CONAE 2010, o Prof. Jamil Cury. Ele disse textualmente: “é evidente que o desafio de um sistema u?nico de educac?a?o se radica no pro?prio desafio de uma superac?a?o do pro?prio capitalismo” (p. 10). Em outras palavras, o que eles querem, mesmo, é estabelecer um sistema único e, para isso, criaram essas bases curriculares tão detalhadas.

ZENIT: Mas, no texto que o sr. citou, ele fala claramente de “superar o próprio capitalismo”. Então, essa reforma tem um sentido claramente ideológico?

Pe. José Eduardo: Na verdade, é pior que isso. Não se trata de uma questão de conteúdo, apenas; trata-se da transformação da arquitetura da educação do Brasil. A primeira versão das BNCC era claramente de inspiração marxista. A segunda está mais diluída. Contudo, isso não importa muito. A partir do momento em que puderem definir o ensino em todas as escolas, poderão ensinar a ideologia que quiserem, porque eles não pararão na BNCC. Ela é o primeiro passo de uma verdadeira revolução educacional.

ZENIT: Como assim? Eles não estão limitados pela LDB?

Pe. José Eduardo: Deveria ser assim. Essa é a minha interpretação. Mas o que se está claramente fazendo é lacear a legislação para que a mesma seja alterada. Num documento do MEC intitulado “Instituir um Sistema Nacional de Educação: agenda obrigatória para o país”, afirma-se claramente: “hoje a falta de uma Base Nacional Comum inviabiliza, por um lado, orientações claras e potentes para a composição dos currículos das licenciaturas e, por outro, a regulação mais enérgica do setor privado” (p. 4) e, ainda mais, que “será  imprescindível  uma  releitura da LDB à luz do Sistema Nacional de Educação a ser configurado” (p.3). Está claro? Por um lado o MEC está dizendo que falta uma Base Nacional Comum, quando foi ele mesmo que já homologou várias Bases Nacionais Comuns, enquanto que, por outro lado, querem aproveitar-se desta falsa informação para redesenhar a LDB segundo a nova Base Nacional Curricular Comum!!!

ZENIT: Isso é muito grave! O que deveríamos fazer? Deveríamos lutar para que não houvesse a BNCC e o Sistema Nacional de Educação?

Pe. José Eduardo: A meu ver deveríamos apenas fazer as pessoas compreenderem, de um lado, que não é necessário uma BNCC detalhada, bastariam, como se tem feito até o momento, as definições de objetivos e métodos que garantissem a “progressiva autonomia” dos sistemas e unidades de ensino, ou, conforme já prescrevia o famoso Parecer 15/98 do Conselho Nacional de Educação, descrevendo principalmente as metas que deverão ser atingidas, “os pontos de chegada”, deixando o detalhamento de seu conteúdo, “os pontos de partida”, às instâncias mais próximas do alunado.

Por outro lado, o tal Sistema Nacional de Educação não pode se comportar como um sistema único, mas como um órgão de coordenação, que respeitasse a autonomia dos diversos sistemas. Parece-me que esta seria a posição mais sensata, e mais de acordo com nossos princípios democráticos. Quando temos um currículo que determina com exatidão o que e como deverá ser ensinado uniformemente em todo o território nacional, e inclusive quando se quer utilizar este mesmo currículo para poder avaliar de modo uniforme o desempenho das escolas em todo o país, como se o governo federal fosse o diretor e proprietário de cada uma destas escolas, as escolas, na prática, passaram a fazer parte do Sistema Nacional Único do governo federal, ainda que no papel se diga outra coisa.

Roteiro – Somos livres em Cristo Jesus – 08 a 14 Agosto

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Roteiro – Relacionamentos, amizades, conflitos – 01 a 7 Agosto

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ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 01 A 07 AGOSTO

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