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WebMaster Comunidade Fidelidade

Jorge Araújo – Eleito vereador em SBC- 2991 Votos! Obrigado!

Por | NOTÍCIAS

14570392_1289651251058872_5078657780688355421_nRegistramos aqui o nosso agradecimento, o nosso muito obrigado a todos que de forma VOLUNTÁRIA se empenharam para eleger o nosso Irmão e candidato Jorge Araújo a vereador de São Bernardo do Campo.

Tivemos a graça de fazer uma campanha correta e conforme a lei, do principio ao fim, debaixo das bênçãos de Deus.

Por isso podemos dizer que a mudança já começou e de fato podemos afirmar que vale a pena semear a esperança de uma POLÍTICA NOVA! Que Deus abençoe a todos e que possamos manter as nossas orações pois o projeto que nos deu a vitória precisa chegar em muitas famílias e cidadãos de bem!

O Senhor falou e o Senhor honrou os propósitos da esperança. Gloria a Deus.

Marcio Garcia – Comunidade Fidelidade

Chá das Mulheres – A Grande Célula Feminina

Por | DESTAQUES

Paz de Jesus! Que bom que deseja participar de nossa Grande Célula Feminina – O Chá das Mulheres.
Sempre com temas para edificação das mulheres, psicologia e comportamento.
A entrada é gratuita mas se faz necessário o preenchimento desta ficha para controle.

O Evento acontecerá dia 20 de Novembro de 2016 as 14h30 no Salão da Comunidade Católica Fidelidade.
Encerrando com a Celebração (Missa ou Palavra) ás 18h00.

Importante preencher a ficha para sabermos a quantidade de mulheres participantes do evento.
Favor levar no dia uma partilha fraterna para o Café. Doce/Salgado e uma bebida (Suco / Chá / Café).

Divulgue e repasse o link da Ficha:  https://goo.gl/forms/U2kALWDJEmuUy0l53

Endereço: Rua Giuseppe Venturini, 180 – Batistini – SBC – SP – 09842-005. Veja no Mapa: https://goo.gl/maps/TLNNsVxEEv62

Só permitida a participação a partir de 15 Anos de idade.
As crianças não podem participar do evento mas teremos uma equipe para cuidar das que “realmente não tem” com quem deixar.

Roteiro – Equilíbrio nas escolhas do dia a dia – 03 a 09 de Outubro

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe do Grupo Parusia de Oração!

(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 03 a 09 Outubro

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Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: LIVRETO DE BOAS VINDAS

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Como ler a Bíblia = COMO USAR A BIBLIA

Catequese do Papa sobre a importância do perdão e da doação. Confira!

Por | PALAVRA DA IGREJA

O Papa Francisco dedicou a catequese da Audiência Geral desta quarta-feira ao perdão e à doação, ou seja, de ajudar e ser generosos com aqueles que necessitam.

“Se Deus me perdoou, por que não devo eu perdoar os outros? Sou maior que Deus? Esse pilar do perdão nos mostra a gratuidade do amor de Deus, que nos amou primeiro. Julgar e condenar o irmão que peca é errado”, disse Francisco.

A seguir, confira o texto completo da catequese:

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Escutamos o trecho do Evangelho de Lucas (6, 36-38) do qual foi tirado o mote deste Ano Santo Extraordinário: Misericordiosos como o Pai. A expressão completa é: “Sejais misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso” (v. 36). Não se trata de um slogan de efeito, mas de um compromisso de vida. Para compreender bem esta expressão, podemos confrontá-la com aquela paralela do Evangelho de Mateus, onde Jesus diz: “Sede perfeitos assim como vosso Pai Celeste é perfeito” (5, 48). No discurso da montanha, que se abre com as Bem-Aventuranças, o Senhor ensina que a perfeição consiste no amor, cumprimento de todos os preceitos da Lei. Nesta mesma perspectiva, São Lucas explicita que a perfeição é o amor misericordioso: ser perfeito significa ser misericordioso. Uma pessoa que não é misericordiosa é perfeita? Não! Uma pessoa que não é misericordiosa é boa? Não! A bondade e a perfeição estão enraizadas na misericórdia. Certo, Deus é perfeito. Todavia, se o consideramos assim, torna-se impossível para os homens tender àquela absoluta perfeição. Em vez disso, tê-lo diante dos olhos como misericordioso nos permite compreender melhor em que consiste a sua perfeição e nos estimula a ser como Ele, plenos de amor, de compaixão, de misericórdia.

Mas me pergunto: as palavras de Jesus são realistas? É realmente possível amar como Deus ama e ser misericordioso como Ele?

Se olhamos a história da salvação, vemos que toda a revelação de Deus é um incessante e inesgotável amor pelos homens: Deus é como um pai ou como uma mãe que ama com insondável amor e o derrama com abundância sobre cada criatura. A morte de Jesus na cruz é o ápice da história do amor de Deus com o homem. Um amor tão grande que somente Deus pode realizar. É evidente que, comparado a este amor que não tem medida, o nosso amor sempre parecerá em falta. Mas quando Jesus nos pede para sermos misericordiosos como o Pai, não pensa na quantidade! Ele pede aos seus discípulos para se tornarem sinal, dar testemunho da sua misericórdia.

E a Igreja não pode ser outra coisa que não sacramento da misericórdia de Deus no mundo, em todo tempo e para toda a humanidade. Cada cristão, portanto, é chamado a ser testemunha da misericórdia e isso acontece no caminho de santidade. Pensemos em quantos santos se tornaram misericordiosos porque deixara encher seu coração com a divina misericórdia. Deram corpo ao amor do Senhor derramando-o nas múltiplas necessidades da humanidade sofredora. Neste florescer de tantas formas de caridade é possível ver os reflexos da face misericordiosa de Cristo.

Perguntemo-nos: o que significa para os discípulos ser misericordiosos? É explicado por Jesus em dois verbos: “perdoar” (v. 37) e “doar” (v. 38).

A misericórdia se exprime, antes de tudo, no perdão: “Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados” (v. 37). Jesus não pretende subverter o curso da justiça humana, todavia recorda aos discípulos que para ter relações fraternas é necessário suspender julgamentos e condenações. É o perdão, de fato, o pilar que rege a vida da comunidade cristã, porque nisso se mostra a gratuidade do amor com que Deus nos amou primeiro. O cristão deve perdoar! Mas por que? Porque foi perdoado.

Todos nós que estamos aqui hoje, na praça, fomos perdoados. Nenhum de nós, na própria vida, não teve necessidade do perdão de Deus. E porque nós fomos perdoados, devemos perdoar. Rezamos todos os dias no Pai Nosso: “Perdoai os nossos pecados; perdoai os nossos pecados assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”. Isso é, perdoar as ofensas, perdoar tantas coisas, porque nós fomos perdoados por tantas ofensas, por tantos pecados. E assim é fácil perdoar: se Deus me perdoou, por que não devo eu perdoar os outros? Sou maior que Deus? Esse pilar do perdão nos mostra a gratuidade do amor de Deus, que nos amou primeiro. Julgar e condenar o irmão que peca é errado. Não porque não se queira reconhecer o pecado, mas porque condenar o pecador quebra o laço de fraternidade com ele e despreza a misericórdia de Deus que, em vez disso, não quer renunciar a nenhum dos seus filhos. Não temos o poder de condenar o nosso irmão que erra, não somos mais que ele: temos, em vez disso, o dever de recuperá-lo à dignidade de filho do Pai e de acompanhá-lo no seu caminho de conversão.

À sua Igreja, a nós, Jesus indica também um segundo pilar: “doar”. Perdoar é o primeiro pilar; doar é o segundo pilar. “Da e vos será dado […] com a mesma medida com que medirdes sereis medidos também” (v. 38). Deus dá bem além dos nossos méritos, mas será ainda mais generoso com quantos aqui na terra foram generosos. Jesus não diz o que acontecerá àqueles que não dão, mas a imagem da “medida” constitui um aviso: com a medida do amor que damos, somos nós mesmos a decidir como seremos julgados, como seremos amados. Se olharmos bem, há uma lógica coerente: na medida em que se recebe de Deus, se doa ao irmão, e na medida em que se doa ao irmão, se recebe de Deus!

O amor misericordioso é, por isso, a única via a percorrer. Quanta necessidade todos nós temos de ser um pouco mais misericordiosos, de não falar mal dos outros, de não julgar, de não falar mal com críticas, com inveja, com ciúmes. Devemos perdoar, ser misericordiosos, viver a vida no amor. Este amor permite aos discípulos de Jesus não perder a identidade recebida Dele e de reconhecer-se como filhos do mesmo Pai. No amor que esses praticam na vida se reflete assim aquela Misericórdia que nunca terá fim (cfr. 1 Cor 13, 1-12). Mas não se esqueçam disso: a misericórdia e o dom; perdão e dom. Assim, o coração se alarga, se alarga no amor. Em vez disso, o egoísmo, a raiva, tornam o coração pequeno, que se endurece como uma pedra. O que vocês preferem? Um coração de pedra ou um coração de amor? Se preferem um coração cheio de amor, sejam misericordiosos!

Pe. Amorth: “Com Cristo ou com satanás, não existe meio termo”

Por | FORMAÇÕES

Em sua última entrevista à imprensa, o exorcista Pe. Gabriele Amorth, falecido há alguns dias, deixou como testamento espiritual a seguinte frase “Com Cristo ou com satanás”.

Em uma inédita entrevista com David Murgia de TV2000, o sacerdote deixou seu testamento espiritual: “que esta frase ‘Com Cristo ou com Satanás, não existe meio termo”, fique gravada nas pessoas que tiverem a paciência para escutar-me”.

Em um vídeo publicado em Youtube, o Pe. Amorth recorda que “o diabo existe e é o principal inimigo de Deus. Deus quer levar a todas as pessoas ao paraíso e o diabo quer leva-los ao inferno”.

Deste modo ressalta que “aqueles que dizem – muitas pessoas se identificarão com esta frase–, por exemplo: ‘eu acredito em Deus, mas não sou praticante’, estão com Satanás, estão com Satanás! ”.

“Alguma vez, durante um congresso de bispos, gostaria que o cardeal que o presida tivesse a coragem de perguntar ‘levante a mão quem já fez exorcismos’ e logo depois de que poucos levantassem a mão, todas deveriam estar levantadas, porque o bispo tem o poder único e exclusivo de nomear exorcistas, deveriam ser muitos”, prosseguiu.

Ao concluir, o Pe. Amorth exortou a permanecer sempre com o Senhor: “Estejam com Jesus! E recordem que não pode ser de outra maneira: quando não estamos com Jesus, estamos com Satanás”.

O Pe. Gabriele Amorth faleceu na sexta-feira, 16 de setembro, às 19h50, hora da Itália, aos 91 anos.

O religioso se encontrava há algumas semanas no hospital da Fundação Santa Luzia de Roma devido a doenças pulmonares. Chegou a realizar dezenas de milhares de exorcismos.

Outro sacerdote espanhol, Pe. José Antonio Fortea, escreveu que o Pe. Amorth sempre foi “uma luz para os outros exorcistas”, uma missão “realmente dada por Deus”.

“O Padre Amorth não era apenas mais um exorcista”, pois com “sua voz forte, vigorosa, falou com milhões de pessoas a respeito da ação do demônio”, ressaltou.

24 de Setembro – Nossa Senhora das Mercês

Por | DESTAQUES

Neste dia 24 de setembro é celebrada Nossa Senhora das Mercês, que significa “misericórdia”, advocação que remonta ao século XIII, quando a Virgem apareceu a São Pedro Nolasco e o encoraja a seguir libertando os cristãos escravos.

Naquela época, os mouros saqueavam regiões costeiras e levavam os cristãos como escravos para a África. Nessa horrível condição, muitos perdiam a fé por pensar que Deus os tinha abandonado.

Pedro Nolasco, vendo essa situação, vendeu até seu próprio patrimônio para libertar os cativos. Do mesmo modo, formou um grupo para organizar expedições e negociar resgates. Quando o dinheiro acabou, então, pediram esmolas. Entretanto, as ajudas também terminaram.

Foi então que Nolasco pediu a Deus para ajudá-lo. Em resposta, a Virgem apareceu a ele e pediu que fundasse uma congregação para resgatar os cativos.

Nolasco lhe perguntou: “Ó Virgem Maria, Mãe da graça, Mãe de misericórdia, quem poderia acreditar que tu me envias?”.

Maria respondeu dizendo: “Não duvides de nada, porque é vontade de Deus que se funde uma ordem desse tipo em minha honra; será uma ordem cujos irmãos e professos, a imitação de meu filho Jesus Cristo, estarão postos para ruína e redenção de muitos em Israel, isto é, entre os cristãos, e serão sinal de contradição para muitos”.

Diante desse desejo, foi fundada a ordem dos Mercedários no dia 10 de agosto de 1218 em Barcelona, Espanha. São Pedro Nolasco foi nomeado pelo Papa Gregório IX como Superior Geral.

Os integrantes, além dos votos de pobreza, castidade e obediência, faziam um quarto voto em que se comprometiam a dedicar sua vida a libertar os escravos e que ficariam no ligar de um cativo que estivesse em perigo de perder a fé, quando o dinheiro não era suficiente para conseguir a libertação.

Mais tarde, no ano 1696, o Papa Inocêncio XII fixou o dia 24 de setembro como a Festa da Virgem das Mercês em toda a Igreja.

Roteiro – Precisamos de cura interior – 26 Set a 02 Out

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe do Grupo Parusia de Oração!

(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 26 Set a 02 Out

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Reconhecimento Diocesano da Comunidade Católica Fidelidade – Estatutos aprovados!

Por | DESTAQUES, PARTILHA DO FUNDADOR

O que é o Reconhecimento Diocesano da Comunidade Fidelidade

Levamos a conhecimento de toda a Diocese de Santo André, que no dia 5 de setembro, Dom Pedro Carlos Cipollini assinou o Decreto erigindo a Comunidade Católica Fidelidade, confirmando o Sr. Daniel Tadeu de Oliveira para agir na função de Superior. Para ler o inteiro teor do documentos, acesse o link abaixo.

Confira o Decreto de Reconhecimento: Decreto de reconhecimento da Comunidade Fidelidade

O que é uma associação?

Conforme o Código de Direito Canônico, os fiéis leigos têm o direito de se unir para, juntos, alcançarem algum bem espiritual em conformidade com o que pregou nosso Senhor Jesus e que nos ensina a Santa Igreja (CDC cânones 298, 299).

A Igreja utiliza o termo “associação”, para referir-se às organizações eclesiais de fiéis, com ou sem personalidade jurídica, constituídos para desenvolver juntos algum aspecto da vida cristã, em conformidade com o que Jesus nos ensinou (CDC cânones 215). A Igreja admite a utilidade das associações para o melhor desempenho de missões específicas por um carisma. (Apostolicam Actuositatem, 18-19).

Para ser legítima, o que uma associação precisa?

Tais associações precisam do reconhecimento da Igreja para que possam ser consideradas “católicas”. (cf. cân.299 §3). Conforme reza a norma do cân. 299 §3, uma associação privada pode pedir o reconhecimento (agnitio, em latim) por parte da autoridade eclesiástica competente (o bispo), que pode concedê-lo apenas depois do exame (recognitio) dos estatutos da associação pelo assessor jurídico da Diocese e seu discernimento.

Com o exame dos estatutos (recognitio) a autoridade declara a “eclesialidade da associação” e se assegura que não haja nada que contrarie a fé, a moral e a disciplina da Igreja (CDC. cânone 305 ) por meio de investigatio.

O bispo de uma diocese tem o direito e o dever de “discernir” a origem e fim de toda realidade numa diocese. (cf. Cân. 381; 383).

O que acontece durante um “reconhecimento diocesano”?

Através do ato chamado reconhecimento diocesano o Bispo aprova os estatutos (CDC cânone 304) e concede a “personalidade jurídica” de acordo com o (CDC cânone 322).

Em outras palavras: A regra de vida (estatuto) tem a bênção Divina e a Comunidade Católica Fidelidade, passa a exercer uma missão eclesial, católica. Desta forma, esta Associação tem os direitos e deveres previstos pela lei eclesiástica.

Quais as vantagens para a Diocese e para a Comunidade Católica Fidelidade com o Reconhecimento?

Para a Diocese de Santo André, significará que em qualquer local onde a Comunidade Católica Fidelidade exercer suas atividades, será um fruto do labor apostólico desta Igreja Particular.

Para a Comunidade Fidelidade, significará a confirmação da inspiração divina do Carisma (Ser Santo para tornar o mundo mais santo). Incentivo e amparo canônico para os missionários que optaram pela consagração de vida na comunidade. Mediante a comunhão com a Sé Apostólica e o Bispo Diocesano, traz legitimidade da ação evangelizadora da comunidade dentro e fora dos limites diocesanos. Assegura a estabilidade do Carisma enquanto mantiver fidelidade à inspiração da sua fundação.

Estamos em festa com esse grande momento. Para os membros da comunidade, trata-se da confirmação do carisma e a bênção da Igreja para o itinerário vocacional. Também para os amigos fiéis significa que estão apoiando uma obra que realiza – em nome da Igreja Católica – uma missão de grande importância; cujos frutos são reconhecidos na sociedade e em meio ao povo cristão.

Junte-se a nós neste tempo de alegria e festa. Agradecemos a Deus pelo dom do Carisma da Fidelidade! Agradecemos ao Senhor pela Vocação! Fazemos parte de uma família espiritual que recebe o aval da Igreja e se sente ainda mais impulsionada a continuar.

decreto-comunidade-catolica-fidelidade

Roteiro – Uma verdadeira conversão – 19 a 25 de Setembro

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe do Grupo Parusia de Oração!

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 19 a 25 Setembro

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Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: LIVRETO DE BOAS VINDAS

Download da Tabela Periódica Bíblica = TABELA PERIODICA BIBLICA

Como ler a Bíblia = COMO USAR A BIBLIA

Quando o homem velho fala. Efésios 4, 17 Partilha do Fundador Daniel Oliveira

Por | PARTILHA DO FUNDADOR

Seu homem velho ainda aparece?

Para viver uma vida digna “da vocação a que fomos chamados” (Ef 4, 1) não é apenas uma vida de unidade e crescimento, mas de renuncias que decidimos aceitar para ter uma nova vida. Essa nova vida é uma série de negativas e positivas. A primeira negativa é despojar-se do velho homem (v. 22).

A vida cristã começa com um claro rompimento com o passado (pecado), e São Paulo apelou aos Efésios para que não mais andassem “como também andam os gentios” (v. 17). Para os romanos, São Paulo usou uma linguagem mais séria e os chamou a crucificarem o velho homem “para que o corpo do pecado [fosse] destruído” (Rom. 6: 6).

Pense agora em algumas das características do velho homem em Efésios 4, 17-24. Compare com Romanos 3, 10-18. Que tipo de quadro ele apresenta da humanidade em geral? Mudou alguma coisa até nosso tempo desde que Paulo escreveu?

Note que, em sua descrição aos Efésios, São Paulo usa palavras como escuridão, ignorância e cegueira, coisas que os levaram à decadência moral. Por causa do pecado, a mente deles não podia compreender as verdades espirituais. Como resultado, a vida deles era desperdiçada na inútil busca de Deus em si mesmos, nos ídolos desprezíveis ou na vã filosofia.

Eles se perdiam em ensinos fantasiosos e viviam na escuridão espiritual (Ef. 4, 18; veja também Rom. 1, 19-21). Sua sensibilidade moral estava tão comprometida que não podiam fazer distinção entre o bem e o mal. Os prazeres do corpo, comportamento particularmente imoral e contrário aos padrões, haviam se tornado seu passatempo favorito. Viviam em “depravação”, “impureza” e “avidez” (Ef. 4, 19; veja também Rom. 1, 26-32).

Essa era a vida deles – a vida do velho homem – antes de irem a Cristo. Então, São Paulo apela aos que creem: não voltem jamais para o velho homem.

Como isso é difícil para nós, me incluo. Por vezes o velho homem que falar! E falar alto. Nos tornamos insensíveis ao Espírito e deixamos que o homem velho tome conta de nossas ações, falas, pensamentos. Quando isto acontece um caos espiritual se instala e sempre sai alguém ferido. Cria-se a divisão, magoa e em algumas situações o pecado em nós.

Quando decidimos seguir a Cristo, devemos abandonar o antigo estilo de vida dos gentios. Mas abandonar não é suficiente. O cristianismo não é uma religião de negação mais de escolhas e certas escolhas necessitam. Espera-se que o cristão se erga a um patamar mais elevado de vida moral e espiritual. Então, São Paulo aconselha: “E vos renoveis no espírito do vosso entendimento, e vos revistais do novo homem” (Ef. 4, 23-24).

Se a vida do velho homem era caracterizada por uma mente fútil, a vida do novo homem se distingue pela mente renovada. Devemos assim pensar antes de falar, não agir sem a ação do Espírito Santo. “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rom. 12, 2).

Depois de descrever a vida fútil, obscura e pecaminosa dos gentios (Ef. 4, 17-20), São Paulo afirma que eles haviam sido ensinados a deixar essa vida quando foram a Cristo. Usando três verbos – aprender, ouvir e instruir, São Paulo lembra aos Cristãos que eles já conheciam bem o efeito da salvação e do novo nascimento em seu estilo de vida. Essa verdade não chegara até eles de qualquer fonte humana, mas do próprio Jesus (Efés. 4:21). O uso que São Paulo faz do nome de Jesus não é acidental. Ele quer que os Cristãos saibam que o Jesus histórico – encarnado, crucificado, ressuscitado e ascendido ao Céus – Ele mesmo é a verdade, Ele mesmo é o revelador da verdade (João 14, 6).

“Aqueles que recebem o Salvador se tornam filhos de Deus. … Sua mente é transformada. … Em vez do amor supremo ao eu, eles passam a apreciar o amor supremo a Deus e a Cristo.”

Daniel Oliveira

Fundador da Comunidade Católica Fidelidade

Por | FUNDADOR

Daniel Tadeu de Oliveira nasceu em 28 de outubro de 1974 em São Bernardo do Campo, SP. É casado desde 1995 com Angélica Alves de Oliveira e têm três filhos; Giulia, Giovanna e Daniel Ângelo.

Formado em música, ciências da computação com ênfase em matemática, Filosofia, Teologia e pós graduando em Ensino Religioso. É Pregador, escritor e um missionário apaixonado pela evangelização.

No ano 2000 iniciou a Comunidade Católica Fidelidade, uma “nova fundação” ou Nova Comunidade, com o carisma de levar as pessoas a santidade de vida pelo equilíbrio espiritual e emocional. Reconciliando o ser humano com sua própria história.

Em 05 de Setembro de 2016 a Comunidade Católica Fidelidade recebeu o reconhecimento Diocesano de seus estatutos como Associação Publica de Fiéis na Diocese de Santo André pelo Bispo Dom Pedro Carlos Cipollini.

Dedica sua vida ao evangelismo e a vida fraterna. É ministro da bênção, do culto e da palavra e está constantemente em missão nos mais diversos locais onde se faz necessário levar a palavra de Deus e o carisma da Fidelidade.

Dia a dia impulsiona os membros e filhos da Comunidade Fidelidade a viverem a fraternidade e o equilíbrio em todos os ambientes onde estão inseridos e também nas casas pelo princípio de células católicas, Células paroquiais de evangelização.

Livros Publicados:

Apostila de Formação
Comunidade Fidelidade
Editora Clube dos Autores – 2013

Orações Diárias
Orações de Fidelidade
Editora Clube dos Autores – 2015

Faz-me Fiel
Testemunhos e partilhas da Vida Comunitária
Editora Book Express – 2015

CONTATOS:

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