Todos os post de

WebMaster Comunidade Fidelidade

APLICAÇÃO DA JORNADA EM CABREÚVA – SP – DIOCESE DE JUNDIAÍ

Por | GALERIA DE FOTOS, NOTÍCIAS

?Aconteceu no dia 05 de novembro de 2016 a jornada Católicos em Células na Comunidade Barnabé em Cabreúva – SP. A jornada foi ministrada por Daniel Oliveira da Comunidade Fidelidade e Vanderlei Pinho da Comunidade Coração Chagado.  Um dia de louvor e esclarecimentos e ao final da Jornada a Comunidade Barnabé já decidiu a iniciarem em 2017 os módulos de transição.

Retiro de Oração da Célula Teen DAVI. Confira as Fotos!

Por | FOTOS DAS CÉLULAS, GALERIA DE FOTOS
No dia 06/11, domingo, a Célula Teen Davi participou de um Retiro de Oração.
Com o tema: “Ser íntimo de Cristo”, os adolescentes foram levados a uma experiência com o amor de Deus, através de pregações, orações e muitos momentos de louvor conduzidos pelo Grupo de Oração Divina Missão.
A alegria foi a marca registrada deste retiro, pois com muitos cantos e louvores a unção do Espírito Santo estava gravada no coração de cada um dos participantes.
Ser célula, é estar unido, ser um só corpo na fraternidade, alegria e amor de Cristo.
Estes jovens neste fim de semana deram o pontapé inicial para uma profunda espiritualidade em Cristo Jesus.
A Comunidade Fidelidade, através das células de evangelização potencializa essa missão, levando sempre o carisma “Ser Santo para tornar o mundo mais Santos (Mt 5,48)”.
Agradecemos a todos que nos ajudaram neste retiro, aos pais e ao Grupo Divina Missão.
Agora vamos em frente! Confiram as fotos…

Que nunca mais se justifique a guerra em nome de Deus, pede o Papa Francisco

Por | PALAVRA DA IGREJA

Diante de representantes de diversas religiões – cristãos, judeus, muçulmanos, budistas, hindus, entre outras –, o Papa Francisco pediu que “não aconteça mais que as religiões, por causa do comportamento de alguns de seus seguidores, transmitam uma mensagem dissonante daquela da misericórdia”.

Em uma audiência na Sala Clementina do Palácio Apostólico, representantes de diferentes credos religiosos se reuniram por ocasião do Ano Jubilar. O Santo Padre lamentou: “Infelizmente, não passa um dia sem que se ouça falar de violência, conflito, sequestros, ataques terroristas, vítimas e destruições. E é terrível que para justificar tais barbáries seja invocado o nome de uma religião ou do próprio Deus. Estas atitudes estão claramente condenadas, porque profanam o nome de Deus e contaminam a busca religiosa do homem”.

Ao invés disso, “deve-se buscar o encontro pacífico entre os crentes e uma real liberdade religiosa”.

O Pontífice pediu também que “as religiões sejam ventres de vida, que levem a ternura misericordiosa de Deus à humanidade ferida e necessitada; sejam portas de esperança, que ajudem a atravessar os muros erguidos pelo orgulho e pelo medo”.

O Bispo de Roma refletiu sobre a contribuição das religiões na sociedade atual. “É o estilo ao qual são chamadas também as religiões, particularmente no nosso tempo, mensageiras de paz e artífices de comunhão, para proclamar, ao contrário dos que alimentam confrontos, divisões e fechamentos, que hoje é tempo de fraternidade. Por isso é importante buscar o encontro entre nós, um encontro que, sem sincretismos, seja conciliador”.

“O tema da misericórdia é familiar a muitas tradições religiosas e culturais, onde a compaixão e a não violência são essenciais e mostram o caminho da vida”, afirmou o Papa. “Estender a mão com ternura para a humanidade frágil e necessitada é algo que pertence a uma alma realmente religiosa, que rejeita a tentação de intimidar com a força, e se nega à mercantilização da vida humana”.

Este apelo à misericórdia existente em todas as religiões implica “fazer-se próximo a quantos vivem em situações que requerem um maior cuidado, como a doença, a deficiência, a pobreza, a injustiça, as consequências dos conflitos e das migrações”.

O Papa afirmou que a misericórdia “é um chamado que vem do coração de cada tradição autenticamente religiosa. É o eco da voz divina que fala com a consciência de cada um, que nos convida a sair de nós mesmos e nos abrir aos outros”.

Vaticano, 03 Nov. 16 / 10:30 am (ACI).

Roteiro – Cuidando do nosso coração – 07 a 13 de Novembro

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe do Grupo Parusia de Oração!

(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

roteiro-da-reuniao-de-celula-semanal-07-a-13-novembro

==========================================================================================

Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: LIVRETO DE BOAS VINDAS

Download da Tabela Periódica Bíblica = TABELA PERIODICA BIBLICA

Como ler a Bíblia = COMO USAR A BIBLIA

Terremoto destrói basílica de São Bento de Norcia (Itália)

Por | NOTÍCIAS

A região foi atingida por vários terremotos desde o final de agosto

Um forte terremoto de 6,5 de magnitude atingiu neste domingo o centro da Itália, provocando novas destruições, incluindo na famosa basílica San Benedetto de Norcia, mas sem causar mortos, segundo a Defesa Civil.

img_20161030_091646“No momento, não temos informações sobre vítimas (mortos). Há feridos e ainda estamos verificando” a situação, declarou a repórteres em Rieti, cidade do centro do país próxima da área do epicentro, Fabrizio Curcio, chefe da Defesa Civil italiana.

“Há dezenas de feridos sem gravidade, com exceção de uma pessoa (…) em uma condição mais grave”, acrescentou Curcio.

Em Norcia, uma pequena cidade localizada perto do epicentro na região da Umbria, poupada dos últimos terremotos, imagens da televisão mostraram os habitantes reunidos em uma praça, enrolados em cobertores.As imagens veiculadas pelos meios de comunicação também testemunharam a destruição de vários prédios, incluindo a Basílica de San Benedetto, construída no século XIV e parcialmente destruída. Segundo a lenda, foi construída sobre o local de nascimento de São Bento, fundador da Ordem Beneditina, nascido em Norcia em 480.A região foi atingida por vários terremotos desde o final de agosto.

O de agosto provocou cerca de 300 mortos, enquanto os dois terremotos de 26 de outubro causaram apenas danos materiais.

“Poucos feridos, leves. Nenhum morto e esta é uma boa notícia”, disse à rádio Sergio Pirozzi, prefeito de Amatrice, a cidade que pagou o preço mais alto durante o terremoto de agosto, com mais de 250 mortos.

Várias pessoas foram extraídas vivas dos escombros, seis em Norcia, três em Tolentino, de acordo com vários meios de comunicação.

“É uma verdadeira tragédia, vivemos o dia mais negro talvez. O dano é incalculável”, declarou à emissora RaiNews 24 Giuseppe Pezzanesi, prefeito de Tolentino.

“Há milhares de pessoas nas ruas, aterrorizadas, chorando”, acrescentou.

O poder do terremoto causou deslizamentos de terra e muitas estradas nesta região da Itália foram cortadas.

Terremoto mais potente desde 1980Segundo a imprensa local, o terremoto registrado nesta manhã é o mais forte a atingir a península desde 1980.

O terremoto de Áquila, que matou mais de 300 pessoas em 2009, teve uma magnitude de 6,3.

Para encontrar um terremoto mais poderoso, é preciso retornar a novembro de 1980, quando um terremoto de 6,9 de magnitude fez cerca de 3.000 mortos.

De acordo com o Instituto americano de geologia (USGS), o terremoto deste domingo ocorreu às 7h40 (04h40 de Brasília) e teve uma magnitude de 6,6.

Este terremoto foi sentido em grande parte da península, incluindo Florença e Nápoles, onde bombeiros e a Defesa Civil receberam muitas chamadas.

Em Roma, as autoridades fecharam o metrô da cidade para realizar verificações e centenas de pessoas saíram às ruas como medida de precaução.

Especialistas também verificaram as principais basílicas romanas, incluindo São Pedro, no Vaticano, que foi aberta aos fiéis para o tradicional Angelus de domingo.

O papa Francisco declarou que reza pelas populações afetadas e vítimas deste terremoto.

O Quirinal, palácio presidencial, suspendeu as visitas públicas.

A Defesa Civil pediu à população para não tomar as estradas que levam para a área afetada “para facilitar a circulação das forças de ordem e emergência”.

(Com AFP)

3 vícios que desrespeitam o ritmo da natureza

Por | FORMAÇÕES

A luz e o sono; o cérebro e o foco; o tempo sequencial e os resultados

Muitas das suas atitudes do dia-a-dia interferem diretamente no seu estado de humor, na sua produtividade, na qualidade do seu descanso, no seu bem-estar. Mudar atitudes é difícil, especialmente quando elas já viraram hábitos, mas… é fundamental rever alguns comportamentos cotidianos e nocivos se você quiser seriamente melhorar a sua qualidade de vida.

Aqui vão 3 hábitos nocivos que você tem, que vão contra os ritmos da natureza e que você precisa controlar agora

1 – A luz azul de curto-comprimento: chega de smartphone antes de dormir!

A nossa sociedade cada vez mais artificializada tende a dar cada vez menos atenção aos ritmos da natureza, seja no longo prazo, seja no dia-a-dia. No entanto, as consequências deixam claro que esses ritmos não podem simplesmente ser ignorados como se pudéssemos mandar na ordem natural (e não é pouca a quantidade de gente que pensa que mandamos na natureza…).

Um dos elementos naturais que variam ao longo do dia com mais evidência é a luz.

Você já ouviu falar na luz azul de curto-comprimento? Pois bem: os raios de sol contêm altas concentrações desse tipo de luz. Quando expomos os olhos a ela, o nosso organismo interrompe a produção da melatonina, que é o hormônio indutor do sono, deixando-nos, portanto, mais atentos. Já quando os raios solares perdem a luz azul, no final da tarde, acontece o contrário: o nosso corpo volta a produzir melatonina e, por consequência, vai nos deixando sonolentos. Por fim, durante a noite, quando os raios do sol não nos atingem e o nosso cérebro naturalmente não espera exposição à luz, ficamos especialmente sensíveis à luz azul de curto-comprimento, com consequências para o nossoo humor, nível de energia e qualidade do sono.

Acontece que muitos dispositivos nos quais estamos viciados, como smartphones, notebooks e tablets, emitem a luz azul de curto-comprimento diretamente aos nossos olhos. E o que acontece com a produção de melatonina quando somos expostos a essa luz? Ela é interrompida, interferindo em nosso sono. E o que acontece no dia seguinte quando a qualidade do nosso sono foi ruim? E o que acontece quando isto se repete todas as noites e todos os dias? Pois é, está na hora de voltar a respeitar um pouco mais esses ritmos da natureza.

2 – Os 15 minutos consecutivos de foco: chega de interrupções, avisos e alarmes!

O nosso cérebro precisa, em média, de 15 minutos consecutivos para focar em uma tarefa única. Ao atingirmos o foco nessa tarefa, entramos num fluxo contínuo de produtividade no qual rendemos cinco vezes mais do que quando ficamos interrompendo a concentração.

Mas o que é que tendemos a fazer ao longo do dia? Olhar as mensagens na rede social, conferir os resultados do campeonato, dar uma passeada pelos portais de notícias, fazer (mais) uma “pequena” pausa para um “breve” lanchinho… Tudo isso nos tira do ambiente de concentração e… exige mais 15 minutos de dedicação contínua, após cada interrupção, para voltarmos ao estado de foco.

Isso vale também para um hábito que pode até parecer produtivo, mas não é: o de programar notificações, alertas e alarmes que nos distraem ao longo do dia todo. Cada vez que somos notificados de uma nova mensagem ou tarefa pendente, somos também tirados daquele fluxo de produtividade que o nosso cérebro tinha demorado 15 preciosos minutos de foco ininterrupto para conseguir atingir! Em vez de sabotar a sua própria concentração com avisos sonoros e visuais espalhados pela jornada, trace horários fixos nos quais você vai responder aos e-mails, verificar as mensagens, fazer pausas. Assim você preserva a sua concentração nas tarefas específicas de cada um dos seus objetivos e vai avançando mais rápido, focando em uma coisa de cada vez, fazendo bem feito e evitando refazer ou ter de recomeçar porque se distraiu (de novo).

3 – O começo só começa ao começar: sim, isto é óbvio, mas… então por que você fica adiando?

A ordem normal do tempo, conforme a nossa experiência natural no cotidiano, é sequencial: primeiro vem o “antes”, depois vem o “durante” e por fim vem o “depois”. Excetuando realidades paralelas muito interessantes da ficção científica, é nesta ordem que as coisas acontecem: elas começam, prosseguem e terminam.

Mas muita gente não começa! Fica imaginando como será a vida “depois que” eu resolver tal pendência, “depois que” eu arrumar a casa, “depois que” eu ler tal livro, “depois que” eu fizer tal trabalho, “depois que” eu conquistar tal objetivo, “depois que” eu solucionar tal problema que estou empurrando com a barriga há meses e meses… Aí sim eu “vou ser” feliz, eu “vou saber” tal idioma, eu “vou ter” uma casa bem ordenada, eu “vou fazer” o meu trabalho com mais cuidado, eu “vou ter tempo” para a família, para os amigos, para Deus…

É uma tentação comum a de esperar para começar a fazer algo só quando temos a “certeza” de que vai dar certo. É evidente que não se pode fazer as coisas costumeiramente aos trancos e barrancos e sem planejamento, mas também deveria ser evidente que ficar a vida toda planejando, sonhando e calculando e nunca tirar nada do papel também não dá! Como você pretende produzir algo se não começar nunca? Como você espera melhorar os resultados se não testar as suas ideias e identificar na prática o que pode ser ajustado? Se você escrever uma página ruim, poderá editá-la; mas nunca poderá editar uma página em branco.

Fonte: http://pt.aleteia.org/2016/10/31/3

Diocese aprova a Comunidade Fidelidade

Por | NOTÍCIAS

Levamos a conhecimento de toda a Diocese de Santo André, que no dia 5 de setembro, Dom Pedro Carlos Cipollini assinou o Decreto erigindo a Comunidade Católica Fidelidade, confirmando o Sr. Daniel Tadeu de Oliveira para agir na função de Superior. Para ler o inteiro teor do documentos, acesse o link abaixo.

Decreto de reconhecimento da Comunidade Fidelidade

http://www.diocesesa.org.br/wp-content/uploads/2016/07/Decreto-Comunidade-Cato%CC%81lica-Fidelidade.pdf

Seminário Livrai-nos do Mal no Grupo Parusia

Por | GRUPO PARUSIA

Seminário Livrai-nos do Mal

12 – 19 e 26 de Novembro no Grupo Parusia as 19h00

Pregadores: Claudia Rodrigues / Angélica Alves / Márcio Garcia – Comunidade Fidelidade

Deixe aqui sua Intenção para Orarmos na Intercessão e no Grupo Parusia

Todos os Sábados Pregações e Orações que mudam nossa Vida!


seminario_parusia2016Local – Sede da Comunidade Católica Fidelidade

Casa São Bento e Salão São João Paulo II

Rua Giuseppe Venturini, 180 – Frente – Bairro Batistini – São Bernardo do Campo – São Paulo – Cep.: 09842-005

Rua ao Lado direito da Acrilex – Rua sem Saída.


Veja o mapa de como chegar!

Vindo do Centro pela Anchieta e saída na Servidei Demarchi

Exibir mapa ampliado

Vindo Pela Imigrantes

Exibir mapa ampliado

Vindo Pelo Rodoanel

Exibir mapa ampliado

Dicas:

Vindo do Centro de São Bernardo após passar Restaurante Florestal será a Segunda rua à Direita.

Vindo pela Imigrantes ao passar em frente a Empresa ACRILEX continuar por mais 300 Metros e fazer primeiro retorno à Esquerda, pegar pista novamente e será a Segunda rua à Direita.


Roteiro – Como viver uma vida feliz e equilibrada – 31/10 a 06 de Novembro

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe do Grupo Parusia de Oração!

(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

roteiro-da-reuniao-de-celula-semanal-3110-a-06-novembro

==========================================================================================

Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: LIVRETO DE BOAS VINDAS

Download da Tabela Periódica Bíblica = TABELA PERIODICA BIBLICA

Como ler a Bíblia = COMO USAR A BIBLIA

O que se deve fazer diante do altar? Genuflexão ou inclinação?

Por | FORMAÇÕES

Gestos simples, mas que unem toda a Igreja!

Vamos aprender?

Algumas pessoas dizem: “Já vi padres se ajoelharem diante do altar e outros apenas fazerem uma inclinação. Qual é o certo?”. Os dois casos estão certos, mas seguem uma prática. Quando o sacerdote chega ao altar, supõe-se que veio da sacristia e se dirigiu para esse altar integrado na procissão de entrada.

É o que se deduz da IGMR 121: “Enquanto a procissão se dirige para o altar, canta-se o cântico de entrada”. A procissão é formada pelo presidente e ministros. O mesmo documento continua assim, no n. 122: “Ao chegarem ao altar, o sacerdote e os ministros fazem uma inclinação profunda” (vênia). A quem? Naturalmente ao altar, que vai ser o centro da celebração e junto do qual se encontram. Não há, portanto, nenhuma genuflexão a Cristo na cruz ou ao altar.

Havendo, porém, o Tabernáculo com o Santíssimo (Sacrário) se ao centro, no fundo do presbitério, por detrás do altar, presidente e ministros, em vez da inclinação profunda ao altar, genufletem ao Senhor, presente no sacrário.

Só depois da inclinação ao altar ou da genuflexão ao Santíssimo é que “O sacerdote se aproxima do altar e o venera com um beijo”. Porquê? Porque o altar é símbolo de Cristo e também da mesa da última Ceia: “Quando chegou a hora, Jesus pôs-se à mesa e os Apóstolos com Ele” (Lc 22, 14).

“Depois de beijar o altar, o sacerdote vai para a cadeira presidencial” (IGMR 124). Assim também todo fiel, mesmo que não esteja participando no momento de uma Missa: ao passar à frente do altar deve fazer reverência profunda, isto é, inclinar-se com todo o dorso; havendo o Sacrário, deve fazer genuflexão.

Somente as pessoas com alguma dificuldade corporal, por exemplo na coluna, devem abster-se da prática. Devo acrescentar que vejo muitos fazerem apenas o sinal da cruz ao passar à frente do altar e fazer inclinação de cabeça. Está errado.

Casa em “estilo católico”: existe isso?

Por | FORMAÇÕES

Claro que existe. Confira e avalie se é o caso da sua!

A maioria das pessoas tende a concordar com isto: a maneira de se decorar uma casa pode revelar muito sobre as pessoas que vivem nela.

Existem casas alegres e casas carrancudas; casas modernas, casas neoclássicas, casas mediterrâneas; casas joviais e casas envelhecidas, quase agonizantes; casas limpas e casas sujas…

E existem casas budistas, judaicas, muçulmanas, ateias, sincretistas… Ou católicas.

Mas como é uma casa católica?

Evidentemente, nada pode e deve ser mais católico dentro da sua casa do que você mesmo e a sua família. De pouco adianta “enfeitar” a sua sala e os quartos com imagens e símbolos da Igreja se a sua vida não reflete na prática a fé que você diz abraçar. Revista-se você de Cristo – e o mais virá em consequência.

Feita esta premissa fundamental, não deixa de ser importante que também o ambiente ao seu redor seja coerente com a visão de mundo católica.

Uma casa católica é aconchegante e humanamente calorosa. De novo, o principal fator que lhe atribui essas características é o comportamento da sua família, que fique claro. Mas também é relevante que o “estilo” da sua casa católica transmita esse aconchego e calor humano. Entre os elementos que transmitem o “espírito católico” estão coisas prosaicamente singelas, como a boa luminosidade natural, a boa ventilação, a existência de plantas e, se possível, um jardim. Tudo limpo e bem cuidado. A virtude da ordem deve transparecer vitoriosamente sobre o vício da preguiça – e não há decoração mais bonita que a limpeza.

Em termos de estilo, o restante fica a seu critério. Nada impede que a sua casa seja moderna, tecnológica, adornada por obras de arte – ou que seja simples, igual às demais da vizinhança, com nada de luxo. Tudo isso é secundário – é meio, não fim. A relevância desses aspectos aparentes está na intenção e na mensagem que transmitem: se eles servem para transmitir vaidade, apego material, arrogância, então não somente não serão católicos, como sequer serão elegantes. No outro extremo, a falta de recursos materiais tampouco pode ser desculpa para uma casa desleixada, “largada”, descuidada: a mensagem desse outro “estilo” também passa longe de ser católica.

Até aqui, não saímos do básico – mas “básico”, neste caso, é sinônimo de “imprescindível”. Aconchego, simplicidade e limpeza, afinal, são irrenunciáveis.

Bem recebidos por esse ambiente humanamente sadio da sua residência, agora podem (e devem) vir também os elementos mais “especificamente” católicos.

Que tal, para começar, uma imagem de Nossa Senhora ou do Sagrado Coração no jardim da sua casa? Esta seria uma forma, além do mais, de testemunhar aos seus vizinhos que você professa seriamente a fé católica e não precisa escondê-la na sua própria casa.

Passando para os ambientes internos, há um elemento visual essencial em toda casa católica: o crucifixo. De preferência, um em cada cômodo. E não estamos falando apenas da cruz: o crucifixo é o Crucificado, é Jesus pregado à cruz, e não a cruz sozinha. Não é a cruz, como tal, que nos salva: é Cristo, que enfrenta e derrota a morte de cruz, iluminando as nossas próprias pequenas cruzes do dia-a-dia e transformando-as, com o nosso assentimento, em penhor de salvação.

Também são recomendáveis ícones ou imagens de Jesus, de Maria, de São José e do seu santo padroeiro. Mais ainda: é particularmente recomendado entronizar na sua casa o Sagrado Coração de Jesus, consagrando a Ele tanto a sua residência quanto, principalmente, a sua família que nela vive.

É interessante constatar, aqui, que “o mundo” considera todos esses elementos como “cafonas“. Ótimo ponto: serve como teste para a sua coerência. A sua casa prefere agradar ao mundo ou refletir autenticamente aquilo em que você acredita? É claro que não há necessidade de espalhar imagens por todos os cômodos e transformar a sua residência em um museu de peças sacras – além de resvalar em uma espécie de falta de temperança, isto poderia até raiar em falta de confiança filial: “Ah, se eu não encher a minha casa de imagens é porque estou cedendo à vergonha do que vão dizer, e, portanto, estou negando ou escondendo a minha fé”. Cuidado com essas ideias: não seja “católico” por medo. Ser católico não é nada disso. Seja espontâneo, seja simples. Você por acaso acha que uma pessoa que não espalha fotos dos pais, irmãos e filhos em abundância pela casa inteira é porque não gosta deles? Não é isso o que define o nosso amor. Saiba discernir entre a autenticidade e a artificialidade. Esclarecido isto, você encontrará maneiras de ser elegante sem renunciar à sua fé – ou de demonstrar a sua fé sem ser “cafona”.

Com a riquíssima história da arte católica, aliás, você vai facilmente encontrar elementos sacros que se harmonizem também com o seu gosto pessoal.

Pense, ainda, num altar doméstico ou num ícone instalado na parte da casa em que você costuma se recolher para rezar com mais frequência. Afinal, é este o sentido das imagens dentro da fé católica: recursos visuais que só têm razão de ser como meios para nos ajudar no recolhimento e no fervor. As imagens em si não são o alvo da nossa adoração – o que seria, pura e simplesmente, idolatria.

E não se esqueça do carro! Que tal um rosário e uma medalha de São Cristóvão no espelho retrovisor? Lembre-se, antes, de pedir a um sacerdote que os abençoe.

Por fim, você mesmo pode se revestir não só espiritual, mas também “externamente” de Cristo: passe a usar um crucifixo; conheça e adote uma medalha devocional e, principalmente, peça que um sacerdote lhe imponha o escapulário. Mais que lembretes visuais de que você é católico, eles são sacramentais: sinais visíveis da nossa fé e recursos auxiliares para nos estimular na união cada vez mais intensa com Jesus (nada de confundi-los com amuletos!).

Todos esses são recursos a ser adotados – mas há também os elementos a ser abandonados.

Há certos “adornos” que contradizem a fé católica: objetos ditos “místicos” em sentido esotérico ou ocultista, símbolos e ritos pagãos ou de crenças incompatíveis com a fé em Cristo, superstições, imagens e elementos mundanos que não condizem com as virtudes e valores cristãos…

E, mais importante, existem as atitudes a ser abandonadas em uma casa católica. Não só os pecados graves, o que sequer precisaria dizer, mas também aquelas posturas que, de tão comuns e “humanas” que são consideradas em algumas casas, parecem quase fazer parte da “paisagem natural” ali dentro: excesso de televisão ou internet, isolamento e falta de comunicação pessoal e construtiva, hábitos de preguiça e hedonismo, mau humor e irritabilidade, falta de educação e de caridade, falta de higiene e de cuidados consigo e com o próximo, excesso de foco nos prazeres da mesa…

Essas posturas devem ceder espaço ao respeito, ao serviço, ao cuidado, à atenção… Em suma: ao amor. Afinal, se o amor não estiver presente na sua casa, não existe mais nada que possa torná-la católica. Nem o próprio Deus, que só entra na sua vida se o seu amor O autorizar.

Fonte: http://pt.aleteia.org