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Roteiro – Acolhida e bom tratamento de todas as pessoas – 01/06 a 07/07

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Atenção! Confira se esta no roteiro da semana correta.  Este roteiro é para semana de 27/04 a 03/05.

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ROTEIRO DA REUNIÃO DE CÉLULA SEMANAL

Nome da Célula: _____________________________________________ DATA: ___/___/___

Líder: __________________________________ Auxiliar: ________________________________

Serie formativa: Ano da colheita – Crescimento nos valores.

Objetivo: Propósito do Evangelismo

Tema da Reunião: Acolhida e bom tratamento de todas as pessoas.

Encontro
  • Fraternidade: Fraternidade: Oração para Partilha do Lanche e Entrosamento.
  • Assunto: Motivar para a próxima grande célula dia 06/06.
  • Pedido: Avisar sobre ajuda na limpeza do salão.
Exaltação
  • Salmo: A Escolha
  • Oração: Orar impondo as mãos uns pelos outros.  
Edificação
  • Escritura: Invoque o Espírito Santo e leia: Hb 13,1-3 e Rm 15, 7
  • Frase para decorar: “Aceitem uns aos outros para a glória de Deus, assim como Cristo aceitou vocês” (Rm 15,7).

Partilha do Líder: Acolhida e bom tratamento de todas as pessoas.

O texto que precede esta citação sobre o valor da acolhida e do bom tratamento às pessoas é muito forte. Está escrito: “Por isso sejamos agradecidos, pois já recebemos um Reino que não pode ser abalado” (Hb 12,28a). De fato, o Reino de Deus já está dentro de nós e nós estamos dentro desde o momento em que aceitamos a Cristo em nossas vidas (cf. Lc 17,20-21).

A acolhida é um momento primordial para a decisão da pessoa em continuar ou desistir, voltar na comunidade ou naquele momento de fraternidade. (Capitulo Acolher, Pg 68 – Livro Faz-me Fiel)

Esse é o reinado interior, quer dizer, o senhorio de Cristo sobre os discípulos. Mas esse reino interior e invisível é a preparação para o reino exterior e definitivo, o mesmo que rogamos no Pai-Nosso: ‘Venha a nós o Vosso Reino…’.

Quando este reinado universal se instaurar definitivamente todas as pessoas haverão de se dobrar diante do Rei e confessar Sua majestade no céu, na terra e nos infernos (cf. Mt 25,31-32; Fp 2,9-11). Mas até que chegue esse momento final da história temos de preparar os caminhos do Reino, ou seja, preparar o caminho para Jesus entrar nos corações e isso se dá pela evangelização (cf. Lc 1,76).

Carregamos dentro de nós essa missão inegociável: salvar vidas, ganhar pessoas para Cristo! (cf. 1 Cor 9,16.22). Isso se dá tanto por meio da constituição de relacionamentos de comunhão (evangelismo por amizades como vimos), como por meio da acolhida, que é a porta de entrada para esse Reino.

O autor de Hebreus fala de uma continuidade: “Continuem a amar uns aos outros como irmãos em Cristo” (13,1). Quer dizer, a comunidade ganha vida sempre que seus membros praticam o uns aos outros, sempre que eles se amam. O amor oxigena o corpo e faz a vida circular. Mas além de cobrar novo ânimo na mutualidade, ele dá outra ordem: “Não deixem de receber bem aqueles que vêm à casa de vocês” (v.2b).

Isso fala do perigo que qualquer comunidade – pequena, como uma única célula ou grande como uma comunidade nova ou paróquia – corre, o perigo de fechar-se. Uns fecham-se em interesses egoístas: preservar posição, cargo e ministério; outros, porém, podem fechar-se à acolhida em nome da “preservação da comunhão”.

Aparentemente um motivo justo, mas, se analisado à luz das Escrituras, tão pernicioso quanto o primeiro. O fato é que a nossa comunhão precisa transbordar em evangelização e a nossa evangelização deve culminar em comunhão.

Na Bíblia da CNBB se diz: “Não descuides da HOSPITALIDADE”. Essa palavra nos faz lembrar de outras de outras como hospedaria e hospital.

Hóspede deriva de um termo latino: hospes, que tem o sentido de “alimentar, nutrir, suprir”. Era usado, sobretudo com pastores que cuidavam do gado, provendo bons pastos. Nesse sentido tem a ver com “hospital”, lugar de cuidados e socorro. Também daí vem a palavra “hóstia”, cujo sentido é vítima oferecida em sacrifício para alimentar.

Com tudo isso, vemos que acolhida deve ser muito mais do que o simples gesto de recepcionar bem as pessoas no templo e nas casas (células). Vai além de sorriso, aperto de mão e entrega de folheto… acolher é dar-se, é ter a consciência de que o que nos visita possivelmente é um enfermo que precisa de cura ou um faminto que carece de alimento. A acolhida aos outros deve ter por medida a acolhida de Cristo a nós (cf. Rm 15,7).

A célula hospitaleira é, na verdade, um hospital, e o que é um hospital senão um lugar de cura, de provisão das necessidades espirituais e materiais!? É isso!

A Igreja é o hospital onde o Médico dos médicos atende, mas para que as pessoas cheguem Nele muitas vezes passam por nós, por nossa ministração ou serviço, como a calorosa acolhida e o bom tratamento, por isso Jesus falou da Igreja como hospedaria (cf. Lc 10,34).

Quem acolhe o outro com amor é como uma hóstia viva ao seu irmão: “Exorto-vos, portanto, irmãos, pela misericórdia de Deus, a que ofereçais vossos corpos como hóstia viva, santa e agradável a Deus: é este o vosso culto espiritual” (Rm 12,1 – Bíblia de Jerusalém).

  • Questões
  1. Como acolhemos nossos irmãos na fé? Acolhemos só por educação ou desejo a salvação para ele?
  2. Estamos preparados para acolher a todos os “estrangeiros” em nossa célula?
  3. O que podemos fazer para acolher melhor uns aos outros?
? Evangelismo
  • Colheita: Dar mais atenção aos irmãos e acolher bem a todos. Principalmente os que pretendemos trazer para célula, já irmos preparando o caminho do convite…
Entrega
  • Pedidos: Rezarem por novos líderes e pela Multiplicação de sua célula.
  • Intenções (do mês, de missões, dos membros e da célula)

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Anotações do Líder

 

A sós com o cônjuge: a importância de estar juntos como casal

Por | FORMAÇÕES

Ter pelo menos um encontro semanal a sós melhora o casamento e reduz o risco de divórcio.

topicUm encontro semanal a sós com o cônjuge fortalece o casamento. Este conselho, que milhares de casais já comprovaram, foi reafirmado por um novo estudo da Universidade de Virgínia, segundo o qual os casais que têm como regra de ouro ter um encontro a sós, ainda que seja uma vez por semana, melhoram seu relacionamento e, portanto, reduzem o risco de divórcio quase pela metade.

Os autores explicam que as palavras-chaves são “só com o cônjuge” (não valem as saídas com amigos, parentes ou filhos) e “compartilhar”, entendida como a qualidade do tempo que os esposos dedicam a comunicar-se, conectar-se e curtir um ao outro – algo que não é fácil quando existem múltiplas ocupações.

Poucos minutos fazem a diferença

Este tempo é definitivo para que o relacionamento se fortaleça e chegue à vitalidade que talvez a rotina tenha apagado. Alguns dos benefícios são:

– Melhor comunicação: ao poder conversar sem a distração dos filhos e do trabalho, o encontro lhes permite falar das coisas que lhes importam e motivam: seus sonhos, aspirações, temores etc.

– Desfrutar a novidade: os casais com mais tempo de casamento tendem a se “acomodar” e perder a emoção. Os estudos demonstram que fazer juntos coisas novas (montar a cavalo, fazer uma caminhada, passear pela montanha, dançar, ver o pôr-do-sol etc.) acaba com a rotina e une o casalem um desafio compartilhado, divertido e emocionante.

– Melhoria na relação romântica e sexual: os encontros acrescentam criatividade e emoção; e, ao permitir o diálogo, podem ajudar também neste campo, incentivar a experimentar coisas novas, novos ambientes etc. Tudo isso fortalece o casamento.

– Melhoria no compromisso: se há pelo menos um dia destinado ao encontro semanal e este é assumido como um compromisso inalterável, fica claro que se marca uma prioridade, o que reforça a sensação de unidade e a importância de trabalhar pelo relacionamento. Em outras palavras, fica claro que, para cada cônjuge, o outro é uma prioridade.

– Alívio do estresse: sair para se divertir como casal, para relaxar juntos, reduz o estresse e isso é bom para o casamento, sempre ameaçado por doenças, problemas de dinheiro, conflitos no trabalho, entre outros. Permite ver o outro sem o peso da irritabilidade ou do cansaço, o que ajuda a manter o amor conjugal.

Algumas recomendações

Os especialistas sugerem que alguns destes encontros a sós sejam fora de casa, para mudar de ambiente e conseguir abstrair-se do cotidiano, pois é possível que, quando um dos dois está cansado e acomodado em casa, o plano vá por água abaixo. Por isso, é melhor sair e ter um encontro com antecedência.

No entanto, alguns esposos se negam este tempo juntos porque dizem não ter dinheiro para esta finalidade. Mas, na verdade, para passar um momento agradável com o parceiro não é preciso gastar uma fortuna. Os bons momentos podem ser vividos dentro da simplicidade, assim como é o amor.

É questão de propor-se, de “querer querer”. Ainda que o casal decida realizar atividades que envolvam gastos, estes devem ser considerados como um investimento, não como desperdício. É preciso investir na relação matrimonial, que é uma riqueza, algo que realmente vale a pena na vida.

(Artigo publicado originalmente por LaFamilia.info)

Formação Documento 100 – Pe. Djalma Lopes

Por | FORMAÇÕES

2455_1_20140602110603Formação sobre o documento 100 da CNBB com o Padre Djalma Lopes Siqueira, Vigário Geral na Diocese de São José dos Campos na Consulta de Lideres de Células em 01 de Maio de 2015.

Há séculos a paróquia tem sido a presença pública da Igreja nos diferentes lugares. Ela é referência para os batizados. Sua configuração social, entretanto, tem sofrido profundas alterações nos últimos tempos. A mudança de época da sociedade e o processo de secularização diminuíram a influência da paróquia sobre o cotidiano das pessoas. Há dificuldades para que seus membros se sintam participantes de uma autêntica comunidade cristã. Cresce o desafio de renovar a paróquia em vista da sua missão.

Confira a Formação em duas partes.

Parte I

Parte II

Roteiro – Evangelismo por amizade – 25/05 à 31/05

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Atenção! Confira se esta no roteiro da semana correta.  Este roteiro é para semana de 27/04 a 03/05.

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ROTEIRO DA REUNIÃO DE CÉLULA SEMANAL

Nome da Célula: _____________________________________________ DATA: ___/___/___

Líder: __________________________________ Auxiliar: ________________________________

Serie formativa: Ano da colheita – Crescimento nos valores

Objetivo: Propósito do Evangelismo

Tema da Reunião: Evangelismo por amizade.

Encontro
  • Fraternidade: Fraternidade: Oração para Partilha do Lanche e Entrosamento.
  • Assunto: Motivar para a próxima grande célula dia 06/06.
  • Pedido: Lideres, solicitar que auxiliares iniciem a leitura bíblica e início da partilha.
Exaltação
  • Salmo: A Escolha /  Louvor: Quero Louvar-te   /   Adoração:  Não há Deus Maior
Edificação
  • Escritura: Eclesiastes 4, 7-12 (NTLH)
  • Frase para decorar: “Quando estou entre os fracos na fé, eu me torno fraco também a fim de ganhá-los para Cristo” (1 Cor 9,22a).

Partilha do Líder: Evangelismo por amizade.

Essas palavras vêm de encontro a aspiração do carisma de nossa Comunidade Fidelidade: Ser Santo para Santificar. Elas baseiam-se no Evangelho de MT, 5 – 48. Leia e ore com elas!

No clamor dos homens de ontem e de hoje ouvimos a voz do Espírito, que nos chama à Nova Evangelização. Mas daí vem a pergunta: “Como responder a isso de forma tão eficaz, como fizeram as primeiras gerações cristãs? ”.

A força dos relacionamentos

A mensagem do Evangelho é essencialmente um convite ao relacionamento. Os primeiros discípulos, que tinham um relacionamento pessoal com Jesus, tanto físico-afetivo como espiritual, convidavam outras pessoas, principalmente de seu círculo de amizade, de seu mundo, para tomarem parte nesta doce comunhão com Deus e uns com os outros (cf. 1 Jo 1,1-4).

Dentro da ótica do NT a salvação de uma pessoa passa pela imersão dela em uma comunidade cristã (cf. At 2,47b). Não há salvação solitária, isolada. A experiência de salvação se dá no contexto comunitário, eclesial.

Veja o exemplo de São Paulo. Ele perseguia cristãos e comunidades, mas quando foi iluminado pelo céu e lançado ao chão, ouviu de Cristo: “…Por que você me persegue? ” (At 9,4).

Perseguindo a Igreja (cf. Fp 3,6) na verdade atacava a Cristo, pois ela é o Seu Corpo Místico (cf. Cl 1,18). Logo, o encontro com Deus está ligado a uma experiência comunitária.

A via pela qual a maioria das pessoas vai a Cristo é o relacionamento com cristãos. A partir de um amigo a pessoa é apresentada ao Grande Amigo! (cf. Jo 15,15)

Antes de pregar o Evangelho com palavras temos de pregá-lo com a vida vivida, ou seja, com o testemunho, com o bom relacionamento com as pessoas.

Evangelismo não é tanto transmissão do conteúdo informacional do Evangelho, mas relacionamento efetivo com incrédulos e afastados.

Não à toa se diz nos evangelhos que o apelido de Jesus era “comilão e beberrão; amigo dos cobradores de impostos e de outras pessoas de má vida” (Lc 7,34). Jesus era relacionamento!

O fato de alguém dizer de um púlpito: “Jesus te ama e eu também” é o mesmo que oferecer um relacionamento sem estar presente. Entregar um folheto evangelístico não é a mesma coisa que entrar em contato pessoal com nossos alvos.

Na Evangelli Gaudium o Papa Francisco propõe o evangelismo por amizades como principal método de evangelização moderno.

De pessoa a pessoa. Hoje, que a Igreja deseja viver uma profunda renovação missionária, há uma forma de pregação que nos compete a todos como tarefa diária: é cada um levar o Evangelho às pessoas com quem se encontra, tanto aos mais íntimos como aos desconhecidos. É a pregação informal que se pode realizar durante uma conversa, e é também a que realiza um missionário quando visita um lar. Ser discípulo significa ter à disposição permanente de levar aos outros o amor de Jesus; e isto sucede espontaneamente em qualquer lugar: na rua, na praça, no trabalho, num caminho” (n. 127)[1].

  • Questões
  1. O que a Bíblia ensina sobre o valor da amizade? (Eclo 6,14).
  2. O que podemos obter e dar através de boas amizades? (Eclo 6,15-17).
  3. O que aprendemos sobre evangelismo por amizades?
  4. Explique o que é uma célula a partir de Eclesiastes 4,7-12. (Pode ser em Casa)
? Evangelismo
  • Colheita: Em um gesto concreto, durante a semana falar sobre as células a uma pessoa.
Entrega
  • Pedidos: Rezarem por novos líderes e pela Multiplicação de sua célula.
  • Intenções (do mês, de missões, dos membros e da célula)

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Anotações do Líder

 

http://www.cifraclub.com.br/flavinho/quero-louvar-te/

http://www.pegacifra.com.br/cifras/padre-zeca/nao-ha-deus-maior_5007.html

Roteiro – Responsabilidade com os irmãos e prestação de contas – 18/05 a 24/05.

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Atenção! Confira se esta no roteiro da semana correta.  Este roteiro é para semana de 27/04 a 03/05.

=> Download da versão para Impressão ou dispositivos – ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 1805 a 2405

ROTEIRO DA REUNIÃO DE CÉLULA SEMANAL

Nome da Célula: _____________________________________________ DATA: ___/___/___

Líder: __________________________________ Auxiliar: ________________________________

Serie formativa: Ano da colheita – Crescimento nos valores

Objetivo: retomar a visão dos valores básicos de nossa comunidade e sua aplicação prática por meio dos 5 propósitos de Deus para a Igreja

Tema da Reunião: Responsabilidade com os irmãos e prestação de contas

Encontro
  • Fraternidade: Fraternidade: Oração para Partilha do Lanche e Entrosamento.
  • Assunto: Motivar para a próxima grande célula dia 06/06.
  • Pedido: Lideres, solicitar que auxiliares iniciem a leitura bíblica e início da partilha.
Exaltação
  • Salmo: Salmo 46 (NTLH) – Outras Traduções: Salmo 45
  • Louvor: Eu te busco / Se começarmos a Orar!
  • Adoração: Clamamos ó Jesus.
Edificação
  • Escritura: Gálatas 6, 1-10 (NTLH)

Frase para decorar: “Ajudem uns aos outros e assim vocês estarão obedecendo à lei de Cristo” (Gl 6,2).

Partilha do Líder: Célula, pequeno grupo de relacionamento

O desejo de ser, ter e poder mais… Quantos desejos cercam o nosso coração? Desde que a serpente enganou nossos pais, fazendo-os trocar a vontade divina pela deles, travamos uma ferrenha luta, da qual nem sempre vencemos… (cf. Rm 7,14s).

Isso não foi diferente com os discípulos de Cristo. Leia Mc 9,33-37. Não obstante os ensinamentos e, sobretudo o testemunho de vida simples de Jesus, com frequência eles se debatiam em seus caprichos, sendo, a seguir, confrontados com a contundente humildade de Cristo.

O Evangelho mostra que diante Dele os discípulos – ou por medo ou por vergonha –, calaram-se e fingiram que nada havia acontecido. Todavia, Aquele que sonda tudo (cf. Sl 139,1-2), sentiu o clima e detectou os sintomas da doença que estava alojada naquela em Sua pequena comunidade.

Jesus sentou-se e chamou-os (traços característicos no ministério de Jesus, pautado pela comunhão), e com poucas palavras, servindo-se do exemplo de uma criança, ministrou um precioso ensino sobre o valor da comunhão, da responsabilidade mútua e do serviço uns aos outros.

De fato, Cristo espera que em nossas células sejamos servos e ministros uns dos outros. Mas para chegar nisso temos de compreender o que é ser um ministro. Ora, o NT ensina que Cristo é o ministro por excelência (cf. Lc 22,27), porque durante sua vida optou em cuidar das pessoas, às vezes esquecendo-se de si mesmo (cf. Jo 4,31). O servo é aquele que se coloca abaixo para sustentar e facilitar a vida de quem ele serve. O servo dá suas coisas e a sua vida se preciso…

“Nós que somos fortes na fé devemos ajudar os fracos a carregarem as suas cargas e não devemos agradar a nós mesmos. Pelo contrário, cada um de nós deve agradar o seu irmão, para o bem dele, a fim de que ele cresça na fé” (Rm 15,1-2).

Carregar a carga significa oferecer descanso, como fez Jesus (cf. Mt 11,28). O versículo a ser memorizado nesta semana – Gl 6,2 – na Bíblia da CNBB é assim apresentado: “Carregai os fardos uns dos outros; assim cumprireis a lei de Cristo”. Na NTLH: “Ajudem uns aos outros e assim vocês estarão obedecendo à lei de Cristo.”

A lei de Cristo é carregar o fardo do irmão e isto implica exercer a correção fraterna quando preciso (cf. Mt 18,15) e este serviço, esta ministração concreta vem acompanhada de uma linda promessa. Confira: Tg 5,19-20.

No Reino de Deus o que rege é a lei do amor, demonstrada na parábola do samaritano, onde Jesus nos convida a curar a ferida do outro e mostrar as nossas também (cf. Lc 10,25s).

Esse compromisso tão sério do uns com os outros decorre do fato de sermos membros de um único corpo chamado comunidade cristã ou Igreja. Assim, quando a mão ajuda o pé beneficia-se também; comunhão é colocar os interesses dos outros a frente dos próprios (cf. 1 Cor 12,21s; Cl 3,14-15).

Se um membro da comunidade pensa que seus irmãos não têm nada a ver com a sua vida, esta pessoa está no lugar errado. Prestar contas vai além do conceito casual de quitar dívidas.

Prestar contas nessa ótica de koinonia é a disposição voluntária de regularmente compartilhar com as pessoas certas informações importantes sobre nossas vidas para avaliação, aconselhamento e passos futuros. Tiago 5,16 fala de uma confissão de pecados uns aos outros e oração uns aos outros como caminho de cura! Um irmão afia o outro, ensina Pv 27,17.

Quem reconhece sua impotência e limites é capaz de entregar áreas determinadas de sua vida ao cuidado de irmãos apropriados, em quem decidimos confiar, por considerar neles o agir de Cristo (discipulador, formador, líder etc.). Mas para isso a pessoa deve combater o orgulho, abrir mão do isolamento e do medo de mostrar feridas. Disso depende seu sucesso (cf. Pv 28,13)

Quando Jesus tomou a criança na ocasião em que corrigiu os discípulos, mostrou que temos de ter essa atitude de criança, que raramente esconde uma necessidade, sentimento ou incomodo. Criança é livre para pedir, chorar, se abrir e ir para o colo, pois não se preocupa com sua imagem.

  • Questões
  1. O que é prestar contas, segundo o apóstolo Tiago? (Tg 5,16).
  2. E quando a pessoa se fecha e não toma a iniciativa de prestar contas, o que deve fazer o cristão maduro em relação a ele? (Tg 5,19-20).
  3. O que é ter responsabilidade pelos irmãos?
  4. Qual deve ser o critério adotado por quem se põe a corrigir fraternalmente alguém na comunidade, seja quem for? (Gl 2,11-14 – destaque ao v.14).
? Evangelismo
  • Colheita: Falar em voz audível (os que quiserem) o nome de quem você pretende convidar para próxima célula quando esta se multiplicar.
Entrega
  • Pedidos: Rezarem por novos líderes e pela Multiplicação de sua célula.
  • Intenções (do mês, de missões, dos membros e da célula)

Valores de uma comunidade em células

Por | FORMAÇÕES

Voltar às páginas do Novo Testamento tem sido a fonte de inspiração ao nosso modo de ser e fazer Igreja. Nele buscamos compreender nossa real identidade enquanto discípulos de Cristo e o propósito divino para nós enquanto família de comunhão.

Mudanças acontecem neste processo?

Sim, pois ao mesmo tempo Deus dá o vinho novo e pede a reforma dos odres, ou seja, da nossa forma de pensar e nos organizar (cf. Mc 2,22). O vinho de Deus são os valores bíblicos, já o odre é a estrutura que nós moldamos nesta época.

A forma como fazemos as coisas hoje reflete aquilo que valorizamos, ou seja, o que temos como certo. Enquanto valores humanos passam, por se tornarem inadequados com o tempo, valores bíblicos são imutáveis (cf. Mt 24,35).

A seguir, compartilhamos alguns valores bíblicos que norteiam a vida e a missão de uma comunidade em células comprometida com o resgate do padrão do NT:

• Todos os dias são especiais para a missão e não apenas o domingo (cf. At 5,42);
• A comunidade não depende de um templo, pois vive nos lares (cf. Cl 4,15);
• Os pequenos grupos (células) são a espinha dorsal do corpo eclesial (cf. Mt 18,20);
• Grandes reuniões são tão importantes quanto as reuniões de células (cf. At 5,42);
• Líderes existem para treinar e capacitar ministerialmente cada membro (cf. Ef 4,12);
• Liderança é serviço aos outros e não cargo ou função de importância (cf. Lc 22,25s);
• Relacionamento é a principal arma para ganhar pessoas para Cristo (cf. At 10,24);
• Os carismas do Espírito são fundamentais para edificar a Igreja (cf. 1 Cor 14,12);
• A oração dos membros é a força que motiva toda a comunidade (cf. At 12,5);
• As finanças estão ordenadas à evangelização e ao cuidado dos irmãos (cf. 2 Cor 9);
• Receber e dar acompanhamento pessoal faz crescer a comunidade (cf. 2 Tm 2,2);
• Ministérios são para todos cuidarem uns dos outros e ganhar almas (cf. 1 Pd 4,10-11);
• O impacto social se dá no testemunho das células e não em departamentos (cf. At 4,34);
• Célula é lugar de cura, treinamento, comunhão e missão cristã (cf. At 2,42-47).

Por Cesar Machado Lima

Equilíbrio Espiritual: uma necessidade!

Por | PARTILHA DO FUNDADOR

O equilíbrio espiritual é fundamental para nossa maturidade Cristã. A pessoa sem equilíbrio não cresce em maturidade de modo saudável e sustentável. Temos uma tendência de viver em pólos, ou num extremo ou no outro e, de modo geral, a maneira que tomamos decisões deve-se em grande escala aos extremos em que nos encontramos. O desafio para uma maturidade espiritual consistente é então ser capaz de se posicionar e também se movimentar entre um extremo e o outro, sem se deixar afetar por eles, e ao mesmo tempo não abrir mão de valores essenciais e absolutos.

O que é equilíbrio? Segundo o dicionário Houaiss da língua portuguesa, equilíbrio é:

Condição de um sistema físico no qual as grandezas que sobre ele atuam se compõem, para não provocar nenhuma mudança em seu estado; postura ou posição estável; estabilidade; harmonia, estabilidade mental e emocional; controle, autocontrole, autodomínio

O equilíbrio é o ponto de convergência entre dois extremos. O centro fundamental para que dois extremos funcionem bem. Do mesmo modo, podemos definir que o equilíbrio espiritual é o ponto conciliador entre um pólo e o outro. Observe que as extremidades existem e não devem ser ignoradas ou menosprezadas, simplesmente por não estarem do “meu” lado da balança! O desafio portanto para o equilíbrio é tentar encontrar o “ponto de contato”, a harmonia entre o “Eu” e o “Outro” não anulando os lados opostos, e sim percorrendo aquele eixo entre os pólos através de uma comunicação eficaz e conciliadora.

Como desenvolver um estilo de vida espiritualmente equilibrado? Em Eclesiastes 7:15-18 temos duas diretrizes importantes para um viver balanceado.

Tudo isto vi nos dias da minha vaidade: há justo que perece na sua justiça, e há perverso que prolonga os seus dias na sua perversidade. Não sejas demasiadamente justo, nem exageradamente sábio; por que te destruirias a ti mesmo? Não sejas demasiadamente perverso, nem sejas louco; por que morrerias fora do teu tempo? Bom é que retenhas isto e também daquilo não retires a mão; pois quem teme a Deus de tudo isto sai ileso.

A primeira diretriz é Evitar os extremos! Quando ele fala para não sermos demasiadamente justo, sábio; nem ímpio nem tolo, o escritor, na verdade, está dizendo para evitarmos os extremos porque eles podem ser prejudiciais, por mais justos e bonitinhos que eles possam ser! Agora, por que evitar os extremos?

O problema não é ser muito sábio ou muito justo, mas ser justo demais ao ponto de não dialogar com mais ninguém e se sentir auto-suficiente; ou ser sábio demais ao ponto de pensar que a verdade só está em você e todos estão errados!

A segunda diretriz é Saber dialogar com os extremos! Ele aconselha que saibamos reter o que é bom de cada extremo. Mas para isso, precisamos dialogar com estes pólos. Paulo diz para não desprezarmos as profecias, mas para julgarmos todas as coisas retendo o que é bom (Tess 5:20-21).

Por fim, ele diz que devemos temer a Deus. Deus é nosso Ponto de Equilíbrio Supremo. Quanto mais perto de Deus estou, mais equilíbrio espiritual tenho. E o contrario também é verdadeiro – mais distante de Deus menos equilibrado espiritualmente me torno. Temer a Deus, neste livro, tem a idéia de prestar contas a Ele de todas nossas ações e decisões. É nisso que se consiste a busca e a essência de nosso equilíbrio espiritual!

Uma canção para equilibrar. Em tons menores e maiores. Nem a mais e nem a menos…

Musica que se resolve em acordes harmônicos.

Fidelidade ao carisma do fundador

Por | FORMAÇÕES

“Repassar a própria história é indispensável para manter viva a identidade e também robustecer a unidade da família e o sentido de pertença dos seus membros (…); Não se trata de fazer arqueologia nem cultivar inúteis nostalgias, mas de repercorrer o caminho das gerações passadas para nele captar a centelha inspiradora, os ideais, os projetos, os valores que as moveram, a começar pelos fundadores, as fundadoras e as primeiras comunidades” (Objetivos do ano da Vida Consagrada – Papa Francisco).

A origem de um carisma de fundação está em Deus, que comunica-o a quem, como e quando quer. É preciso ler o carisma na história do fundador, sua experiência de Deus, e nele nos identificarmos.

O carisma de fundação trás em si uma revelação do Mistério de Deus, que dá-se a conhecer ao homem. Portanto, o carisma me leva a uma experiência profunda de Deus e a um encontro com a minha verdadeira identidade, que está em Deus, porquanto Ele disse: “Façamos o homem à nossa imagem, como nossa semelhança” (Gn 1,26 – Bíblia de Jerusalém).

Na medida em que o homem vai conhecendo a Deus, vai descobrindo a sua dignidade, a identidade de filho de Deus. Biologicamente trazemos em nós as características genéticas herdadas dos nossos pais: olho, pele, cabelo, nariz… Somos a soma dos genes do pai e da mãe. Quando crescemos, buscamos identificar em nós essas semelhanças.

Há aspectos também na vida do fundador que precisamos nos identificar, afinal, a graça que ele recebeu o torna um “pai espiritual”.

De onde vem a vida e a força das Novas Comunidades? É o Espírito Santo que dá essa força através do carisma de fundação das Novas Comunidades.

O que é um carisma de fundação? É aquele carisma que fez nascer, que deu origem à comunidade. E como ele se manifesta? É um dom de Deus, não é dá carne, é Deus quem dá a quem Ele quer de acordo com a necessidade que a Igreja tem para cada tempo.

Fundador é um dom, uma graça. É Deus que se revela a uma pessoa e ela vai encarnando na vida essa experiência de Deus, esse seguimento a pessoa de Jesus. A maneira com que ele vive essa experiência vai atraindo outras pessoas. Carisma originário é isso, uma forma particular de viver o evangelho que vai gerando um estilo de vida, que trás uma característica diferente, uma forma particular de serviço em favor da Igreja e da humanidade.

Carisma é novidade, tem sempre uma forma nova, pois Deus não repete. O carisma de cada comunidade é diverso, pois Deus é criativo, faz tudo novo. Essa novidade gera afinidade espiritual e gera a comunidade.

O fundador é aquele que inicia dando a sua vida. Quanto mais o fundador e os primeiros dão a sua vida como o mistério da cruz, o carisma vai transbordando e gerando uma família espiritual que vai sendo impulsionado para a missão. Uma Nova Comunidade não existe para si mesma, é gerada por Deus para ir em busca do povo afastado e perdido, de um povo ferido que desconhece a alegria da vida, que desconhece Jesus Cristo, por isso Deus gera as Comunidades para a missão.

Sejamos a luz do carisma recebido, sem querer imitar ninguém, pois o carisma é único. Deus está gerando uma realidade nova para servir a Igreja esse carisma é para o bem da igreja. A comunidade só tem sentido se ela estiver embelezando a Igreja.

Células: problemas e SOLUÇÕES

Por | FORMAÇÃO DE LIDERES, FORMAÇÕES

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A liderança responsável é o segredo do sucesso em qualquer ministério, e administrar um grupo pequeno requer cuidados que garanta a saúde do grupo. Muitas são as possibilidades de dificuldades em uma célula assim como em qualquer outro ministério, igreja ou comunidade.

Quando o líder é pró ativo e lidera de forma preventiva tudo fica mais fácil e a célula cresce glorificando a Deus a cada semana. O que fazer com dificuldades que surgem? Como resolver problemas que surgem nos encontros? Vou tentar sugerir algumas soluções para dificuldades que surgem nas células. O grande objetivo da célula é criar um ambiente de relacionamentos significativos para vivenciar o cristianismo em uma comunhão genuína que glorifica a Deus.

  1. Membros sem compromisso com a célula: Neste caso o líder deve procurar ter uma conversa extra célula com essa pessoa ou família, expressando a importância do envolvimento deles para o grupo, e verificando se existe um motivo especial para a falta de comprometimento.
  1. Pessoas que monopolizam o encontro:Nesse caso, o líder deve sinalizar para a pessoa ajudando-a a enxergar e controlar sua postura no encontro. Em alguns casos isso vai ser necessário acontecer até mesmo durante o encontro, colocando limites na participação.
  1. Pessoas que não falam:Muitas pessoas são tímidas, isso não é pecado, nem mesmo um problema grave da pessoa tem a ver com a personalidade. Com muito cuidado para não colocar essa pessoa em constrangimento, o líder pode e deve direcionar perguntas para ela que não sejam complexas nem pessoais demais. Aos poucos essa pessoa vai se soltando com o grupo e isso fará diferença na vida dela.
  1. Falta de vice-liderança:Essa dificuldade posterga a possibilidade da multiplicação da célula, sem contar que sobrecarrega o líder que não tem com quem dividir as tarefas comuns. É necessário observar o comportamento dos membros durante os encontros, desafiar e orar com essa pessoa durante um tempo antes de oficializar a vice-liderança kamagra price online.
  1. A célula resiste a novas pessoas no grupo:Essa resistência nem sempre é assumida, pode se notar essa postura quando a célula não valoriza os visitantes ou nunca têm visitantes, é preciso conversar abertamente com o grupo mostrando com clareza essa realidade e desafiar a uma mudança. Leve o grupo a orar sobre isto durante um tempo estabelecido. Retome as partilhas sobre evangelismo.
  1. A célula não convida outras pessoas, nunca tem visitante:Essa dificuldade pode estar relacionada ao jeito de ser dos membros e não por desinteresse, independente da razão são necessárias ações práticas como alvos para o próximo encontro, onde cada um apresente o nome das pessoas que vão convidar, oração especifica sobre isso e não desanimar durante a campanha de crescimento estabelecida pelo grupo.
  1. Falta de crescimento espiritual dos membros:Como corpo de Cristo e família de Deus, temos responsabilidades uns para com os outros, e quando percebemos que o grupo está acomodado na vida espiritual precisamos intervir, desafiando o grupo a estudar a Palavra em um grupo de estudo da igreja, iniciar um grupo com a célula de “Raízes” ou outro material de estudo, intensificar os companheiros de fé. Jejum da célula e sem dúvida oração e busca por avivamento.
  1. Falta de estrutura para as crianças:A célula precisa olhar com muito carinho para os pequeninos e fazer um rodízio de membros para cuidar deles, buscar recursos com o supervisor. O ministério está preparado e tem recursos para isso? Negociar com as crianças o modelo do encontro delas.
  1. Membros de outras igrejas e denominações frequentando o encontro:Muitas igrejas não têm o modelo de grupo pequeno e isso tem atraído pessoas para nossa célula.  Nosso desejo é que o líder seja cuidadoso, e não motive essas pessoas ou família a permanecerem no grupo, caso a pessoa se mostre interessada em participar da célula, ela deve conversar com o seu “pastor” sobre isso e colocar em oração se esta é realmente a vontade de Deus. O objetivo da célula é alcançar pessoas para Cristo e não “pescar em aquário”.
  1. Visitantes nunca são integrados:Algumas células recebem muitos visitantes, mas eles nunca voltam. Isso é incomum e deve ser tratado com o grupo buscando mudança de estratégias com os visitantes. Pegar o telefone com ele ou a pessoa que o convidou, ligar durante a semana agradecendo pela visita e convidando para o próximo encontro, atenção redobrada na hora do lanche são procedimentos que devem mudar este quadro.
  1. Falta comunicação:A comunicação é primordial e às vezes o líder da célula pode estar com dificuldades de manter o grupo informado do próximo encontro ou de algo que está acontecendo com alguém do grupo, para isso é importante que uma pessoa com dom e condição para isso seja eleita no grupo, pode ser o vice-líder ou um secretário só para enviar os e-mails, dar telefonemas e manter o grupo atento a tudo que está acontecendo.
  1. Falta pontualidade, sempre começa atrasado:Horário é um fator muito importante na qualidade da célula, por mais que temos um modelo de encontro com descontração isso não justifica a célula começar com atraso, é necessário falar com os atrasados e pedir que eles cheguem na hora e quando precisar chegar atrasado que não distraia ou atrapalhe o andamento da reunião.
  1. Não tem horário para terminar:A célula precisa terminar no horário para que haja tempo significativo na hora da comunhão e lanche, e para que as pessoas não cheguem muito tarde à suas casas, o que pode comprometer o outro dia de trabalho, o estudo das crianças. Quando isso é respeitado, as pessoas não vão ter dificuldade de voltar e participar do próximo encontro.
  1. Resistência a multiplicação:Esse é um problema muito comum. É muito importante que os benefícios da multiplicação estejam claros no coração de cada membro da célula. Multiplicar possibilitar que outras pessoas cheguem ao grupo e a igreja, a célula para de crescer quando alcança o limite físico (tamanho das salas), quando alguns não conseguem mais participar muito das discussões e compartilhar suas necessidades. O número ideal, e que promove interação adequada é de no máximo 15 pessoas no encontro. Quando se atinge esse número de membros, o líder já deve começar a planejar a multiplicação de forma que assim que atinja 12 ou mais membros a célula seja multiplicada.
  1. Nunca tem eventos extra célula: Um churrasco, um passeio no parque, uma visita a uma instituição filantrópica ou uma pequena excursão do grupo, promove muito mais intimidade nos relacionamentos, amizade autêntica, cumplicidade, esses eventos abençoam muito a célula. É preciso cuidar para não serem seguidos (em sequência), e também para não concorrer com eventos da igreja e comunidade e que não sejam decididos somente pelo líder, sim decidido em conjunto, com todos os membros da célula.
  1. Indisciplina das crianças e inércia dos pais:Alguns pais têm dificuldades em disciplinar seus filhos e até nisso a célula pode abençoar. As crianças da célula precisam ser amadas por todos, elas são muito importantes e precisam enxergar isso nas atitudes. O líder e os membros da célula devem colocar limites nas crianças em amor e que contribua para o crescimento delas, os pais que não estão cuidando de seus filhos com responsabilidade devem ser confrontados, mas também se sentirem apoiados pelo grupo. As crianças da célula são nossas crianças e isso muda tudo no tratamento delas!
  1. Faltam casas para os encontros:Algumas pessoas têm dificuldades de receber pessoas em sua casa por ser pequena, por ser simples, etc. E o líder precisa trabalhar isso com muito carinho, pois não existe padrão estabelecido para um encontro, a célula vai à casa de todas as famílias e abençoa aquela casa. Quando a célula começa a ter dificuldades de realizar o encontro em algumas casas devido ao tamanho, ela já passou da hora de multiplicar! Entendeu??? Doze normalmente cabe.
  1. Casais em crise conjugal:Quando um casal da célula está apresentando dificuldades no relacionamento conjugal é preciso apoiá-los e participar da restauração de Deus na vida deles. Outro casal da célula pode ser desafiado pelo líder a envolver-se com eles, é muito importante que haja sigilo até que o próprio casal exponha ao grupo suas dificuldades. Podem ser convidados para um tempo de aconselhamento na Comunidade. No caso de falta de respeito um pelo outro em público eles precisam ser confrontados pelo lidere em particular. Em caso de situações constrangedoras ocorridas no momento da reunião o líder deve interrompê-los e orar com toda a célula não permitindo justificativas de nenhuma das partes no momento de conflito.
  1. Membros que abandonam a célula e não justificam:Quando um membro apresenta dificuldades com o grupo é preciso investir nele para esclarecer os fatos com a intenção de abençoar, ele deve ser procurado pelo líder ou por um membro que tenha acesso a ele para tentar envolvê-lo, lembrando que a decisão de participar da célula é dele. A Comunidade dispõe de outras células onde esse membro pode se envolver, o líder deve esclarecer o fato com a célula informando que aquele membro está participando de outra célula e que isso foi resolvido.
  1. Frequentadores da Célula que não se integram à igreja:Objetivo da Célula é levar pessoas a Cristo integrando-a no corpo de Cristo através do batismo. E também o de frequentar Missas, Grandes Células e outros compromissos cristãos. É importante ressaltar que o ministério de célula possui uma estrutura que auxilia o líder e vice-líder na resolução de dificuldades, o supervisor é a pessoa que deve ser informada sobre complicações e por sua experiência ou direcionamento da liderança maior do ministério trará a ajuda que resultara na resolução do problema.