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Roteiro – Célula, pequeno grupo de relacionamento – 11/05 a 17/05

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Atenção! Confira se esta no roteiro da semana correta.  Este roteiro é para semana de 27/04 a 03/05.

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ROTEIRO DA REUNIÃO DE CÉLULA SEMANAL

Nome da Célula: _____________________________________________ DATA: ___/___/___

Líder: __________________________________ Auxiliar: ________________________________

Serie formativa: Ano da colheita – Crescimento nos valores

Objetivo: retomar a visão dos valores básicos de nossa comunidade e sua aplicação prática por meio dos 5 propósitos de Deus para a Igreja

Tema da Reunião: Célula, pequeno grupo de relacionamento

Encontro
  • Fraternidade: Fraternidade: Oração para Partilha do Lanche e Entrosamento.
  • Assunto: Motivar para a próxima grande célula dia 06/06.
Exaltação
  • Louvor: Eu te busco
  • Adoração: Espírito enche a minha vida.
Edificação
  • Escritura: Ef 2,13-22 / 1 Pedro 2,1-10
  • Frase para decorar: “Você é Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e nem a morte poderá vencê-la” (Mt 16,18).
  • Partilha do Líder: Célula, pequeno grupo de relacionamento

Que diferença há entre uma parede e uma pilha de tijolos?

Há algum tempo, um depósito de materiais para construção resolveu fazer seu muro com os próprios blocos de cimento que vendia, mas para não gastar outros materiais usava as pilhas de blocos soltos e assim mantinha o local cercado.

Porém, a cada nova viagem de tijolos que vendia era preciso repor outra pilha no local da anterior, senão a loja ficava desguarnecida. Isso sem dúvidas gerava alguns inconvenientes: um grande trabalho de mão de obra permanente; o muro nunca podia ser tão alto, pois a pilha se desequilibraria; os passantes podiam sempre levar algum tijolo da pilha para prejuízo do comerciante, sendo que além de perder o que fora roubado, também perdia outros que acabavam caindo por falta daquela peça.

Pois bem, nos utilizamos dessa imagem para penetrar com maior proveito na assimilação deste grande valor de comunhão que definimos como célula, pequeno grupo de relacionamento.

Leia agora: Ef 2,13-22. Não é este o primeiro texto bíblico que argumenta sobre a comunidade cristã como um edifício feito de pedras vivas. Veja também: 1 Pedro 2,1-10.

Curioso que os textos procedem respectivamente das duas principais colunas da Igreja: Paulo e Pedro. Portanto, tais afirmações não podem ser consideradas como recurso retórico, mas falam de uma verdade profunda sobre a nossa união com Cristo e uns com os outros. Essa união deve materializar-se, e por isso mesmo o Senhor Jesus fundou SUA IGREJA (cf. Mt 16,16-18) sobre os 12 apóstolos (um pequeno grupo originalmente de relacionamento), dos quais escolheu Simão (a quem chamou Cefas) como pedra visível de edificação e sustento (cf. Jo 1,42).

A comunidade cristã enraizada em Pedro é, portanto, a materialização desse edifício essencialmente espiritual, e nós, como uma comunidade católica, estamos nesta condição, reproduzindo-a na vida prática através de cada célula.

Outras imagens poderiam ser usadas para nos falar dessa verdade como o corpo humano (cf. 1 Cor 12,12-28) ou a família (cf. Ef 2,19). Ora, a comunidade cristã é tudo isto: edifício, corpo e família de Deus. A Igreja, a comunidade, não é um edifício material ou organizacional, nem mesmo um organismo humano, ainda que o consideremos espiritual, mas é a família de Deus. Sim, cada célula é uma miniatura desta família de Deus e não um mero grupo portador de uma estrutura, norma e método.

É um propósito bem definido por Jesus que tenhamos comunhão fraterna (cf. Jo 15,34-35), mas se nos determos apenas em estruturas físicas como prédios (templos), leis (normas e doutrinas) ou estratégias (programas, ministérios e planos de ação), nós não atingiremos este propósito.

Na comunidade nós temos as células como um valor inegociável, porque elas nos fazem pertencer a algo muito maior que uma organização, nos torna parte de um organismo vivo onde os membros devem relacionar-se entre si para realizarem mais que coisas, realizar pessoas segundo o sonho de Deus.

Os pequenos grupos de relacionamentos nos fazem perceber que realmente somos membros do CORPO MÍSTICO DE CRISTO e PEDRAS VIVAS de um edifício espiritual (cf. 1 Cor 12,27; 1 Pd 2,5).

Encerramos respondendo à pergunta inicial: a diferença está em que os tijolos da parede estão unidos por uma argamassa, enquanto a pilha de blocos se faz de pedras soltas. A argamassa é o amor posto em prática no relacionamento dos membros. Por esta razão o NT liga o ensino do corpo místico ao hino do amor cristão (cf. 1 Coríntios 12, 31-13 – 13,13).

Somos material trazido das trevas a preço de sangue, para nos unirmos em amor e assim vivermos a prática da comunidade cristã, que não pode parar de crescer em todas as dimensões. Isso é muito bem realizável por meio das células, que são Igreja no sentido mais original do termo e devem ver-se assim.

  • Questões
  1. Qual era o tamanho do primeiro núcleo da Igreja? Como você justifica esse formato (vantagens, finalidades etc.)? (Mc 3, 13-14).
  2. Como deve ser a nossa relação dentro das células e da comunidade como um todo? (1 Cor 12,12-31).
  3. De forma concreta, o que você precisa fazer para melhorar o relacionamento fraterno na comunidade? (1 Cor 13).
Evangelismo
  • Colheita: Falar em voz audível (os que quiserem) um proposito santo para semana.
Entrega
  • Pedidos: Rezarem por novos líderes e pela Multiplicação de sua célula.
  • Intenções (do mês, de missões, dos membros e da célula)

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Anotações do Líder
 
 

 

Roteiro – Santidade de Vida pessoal e familiar – 04/05 a 10/05

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Atenção! Confira se esta no roteiro da semana correta.  Este roteiro é para semana de 27/04 a 03/05.

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Serie formativa: Ano da colheita – Crescimento nos valores

Tema da Reunião: Santidade de vida pessoal e familiar

Encontro
  • Fraternidade: Fraternidade: Oração para Partilha do Lanche e Entrosamento.
  • Assunto: Perguntar sobre o que acharam da grande célula e motivar para a próxima dia 06/06.
Exaltação
  • Louvor: Hoje é tempo de Louvar a Deus
    Adoração: Que Santidade de Vida
Edificação
  • Escritura: 1 Pd 1,15 / Mt 5, 48

Frase para decorar: “…Sejam santos em tudo o que fizerem, assim como Deus, que os chamou, é santo” 

Partilha do Líder: Desde o AT percebemos o desejo divino em que sejamos somente seus, ou seja, santos (cf. Lv 11,44). A santidade deve ser uma meta em nossa vida. Ela foi estabelecida pelo Senhor Jesus (cf. Mt 5,48) e pelos apóstolos (cf. 1 Pd 1,15).

  • Não há nenhum sentido no nosso esforço pela vida comunitária ou o desprendimento de energia no apostolado se não objetivarmos com radicalidade a santidade. Este tema é tão importante que devemos assumi-la como uma constante em nossas vidas, por meio de momentos de reflexão a este respeito, com estudos sobre as virtudes, a luta contra as más tendências, os caminhos da austeridade e da verdadeira vida devota. É nisso que deve desabrochar nossa vida cristã. Santidade é o combate de toda a vida. Como Jacó, em Fanuel, somos chamados a sair das lutas vitoriosos (cf. Gn 32,23-32).

Mas o que é a santidade?

  • A santidade é muito bem traduzida na Bíblia na Linguagem de Hoje pelo termo “dedicação”. Essa dedicação tem o significado de pertença a Deus como propriedade sagrada e isso significa dizer “consagrado”. Também a dedicação evoca o sentido de uma aplicação pessoal em alguma coisa, função ou relacionamento, e nesse sentido a santidade é tudo isso se referindo ao Senhor e ao Seu Reino. Essa dedicação, porém, não se limita a ações, mas deve partir do coração e isso implica um valor de vida, o que equivale dizer que norteará tudo na existência da pessoa.
  • Por esta razão, cada líder de nossa comunidade deve abraçar seu chamado à santidade com verdadeira paixão, dedicando-se, orando, estudando, trabalhando, penitenciando-se, enfim, esforçando-se para chegar ao alvo juntamente com seus irmãos.

Essa dedicação ao Senhor deve abranger: 

  1. A santidade pessoal: para levar esse valor a efeito o discípulo deve assumi-lo de forma pessoal, ou seja, deve tê-lo em sua mente e coração enraizado com força e aplicar-se por corresponder-lhe com todo seu ser.

Essa é uma luta constante em que devemos contar com o auxílio da graça de Deus. Veja o que diz a Escritura sobre isso: 1 Ts 5,23-24;

  1. A santidade familiar: a santidade, como um valor pessoal, só pode ser realmente assimilada se compreender a sua consequência inevitável na família. Isso significa que ninguém pode ser santo sozinho, isolado.

Assim, a santidade pessoal não é um isolamento em relação aos “não-santos”, mas é um comprometimento em santificá-los e isso começa no lar (cf. 1 Cor 7,14). Este fator é tão importante que se reveste de uma força gigantesca quando uma família inteira abraça a vida cristã (cf. Ef 6,1-4; Cl 3,18-21).

Neste ponto é preciso lembrar que a iniciativa é do casal cristão, e isso também importa aos solteiros que se sentem vocacionados a formar famílias. Veja o que diz a Escritura sobre isso: 1 Ts 4,3-7.

Enfim, esse é só o começo da conversa… A santidade deve ser mais que um “slogan”, mas um programa de vida que paute os relacionamentos e ações nos âmbitos: pessoal, familiar, comunitário e social.

Encerramos essa reflexão tendo em conta o que afirmou o apóstolo Paulo em Filipenses 4,8-9. Leia com atenção.

  • Questões
  1. O que acontece ao crente que não deixa a santidade do Senhor brilhar por meio de sua vida e ministério? (Nm 20,12; 27,12-14). Qual deve ser o estilo de vida da pessoa comprometida com a santidade? (Rm 6,19c).
  2. No que consiste a santidade de vida pessoal? (Meditar um programa pessoal para a santidade). (Cada pessoa é convidada a refletir onde precisa melhorar no dia a dia)
  3. No que consiste a santidade de vida familiar? (Meditar como aplicar a santidade na vida família, como que criar um programa de santidade). (Ex.: Rezaremos juntos tais dias…)
Evangelismo
  • Colheita: Falar em voz audível os nomes daqueles que pretendemos convidar um dia para uma célula e orarmos após.
Entrega
  • Pedidos: Rezarem por novos líderes e pela Multiplicação de sua célula.
  • Intenções (do mês, de missões, dos membros e da célula)

Roteiro – O Proposito do Serviço – 27/04 a 03/05

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Atenção! Confira se esta no roteiro da semana correta.  Este roteiro é para semana de 27/04 a 03/05.

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ROTEIRO DA REUNIÃO DE CÉLULA SEMANAL

Nome da Célula: _____________________________________________ DATA: ___/___/___

Líder: __________________________________ Auxiliar: ________________________________

Tema da Reunião: O propósito do Serviço / Diaconia.

Encontro
  • Fraternidade: Fraternidade: Oração para Partilha do Lanche e Entrosamento.
  • Pedidos: Rezarem por novos líderes e pela Multiplicação de sua célula.
Exaltação

 

  • Salmo: 119, 9 – 16 (NTLH)

 

  • Louvor: Cristo é minha Vida (1008) / O Espirito de Deus repousa… (496 louvemos)

 

  • Adoração: à escolha

 

Edificação

 

  • Escritura: Rm 12, 4-8

 

Partilha do Líder: “Assim como o Pai me enviou, eu também envio vocês” (Jo 20, 21).

 

  • Qual é a missão da Igreja senão dar continuidade ao ministério de Cristo!? A Igreja foi chamada por Deus para compartilhar com a humanidade os tesouros da insondável misericórdia do Senhor, manifesta em Jesus. Para tanto, Ele nos dotou com a Sua graça.
  • Se para servir carecíamos de graça (essa ajuda divina!), Cristo tratou logo de fazer Sua parte, dando-nos o Espírito sem medidas (cf. Jo 3, 34), que não permite que faltem os dons necessários para o exercício do ministério (cf. I Cor 1, 7).
  • Existem vários dons de serviço ou carismas, essas ferramentas valiosas que devem ser usadas para a edificação do corpo de Cristo (cf. I Cor 12, 4). E esses dons não teriam sentido de existirem se não tivéssemos na Igreja os ministérios, que são os campos específicos de atuação dos cristãos por meio por carismas.
  • Nosso grande serviço a Deus é um serviço à humanidade, porque no fundo Deus não tem necessidades a serem supridas nem precisa de nós! Então, quando alguém diz servir a Deus, deve ter bem claro que serve as pessoas. Já ensinava S. João: “Se alguém diz: Eu amo a Deus, mas odeia o seu irmão, é mentiroso. Pois ninguém pode amar a Deus, a quem não vê, se não amar o seu irmão, a quem vê” (I Jo 4, 20).
  • Servir as pessoas é a imitação mais básica de Cristo e a Igreja sempre esteve dotada da diakonia, ou seja, do “serviço das mesas”, que mostra o quanto a vida cristã é posta em prática quando uns socorrem aos outros com suas preces e bens materiais.
  • Atos 2, 42-47, e Atos 4, 32ss, é o retrato ideal para a vida da Igreja, o nosso horizonte a ser perseguido. Foi-se o tempo que nós cristãos ficávamos fechados em nós mesmos, em nossas crenças, práticas religiosas e etc., julgando de fora “este mundo” e nos sentindo os tais. Essa visão vem sendo superada em muitos organismos eclesiais, principalmente dentro da proposta que estamos vivendo, as células.
  • Deve haver um sincero esforço em cada um de nós por encarnar a fé em nossa vida e, por meio do testemunho de comunhão e caridade, oferecer às pessoas a oportunidade do encontro com Cristo. Não basta orar, adorar, cantar, pregar, convidar… Temos de aprender a servir, identificando as necessidades básicas de quem está mais próximo de nós, e oferecermos ajuda. Há uma frase muito interessante que merece ser refletida por nossa célula: “Procure a ferida e cure-a”.
  • O serviço é a essência de tudo, pois é o estilo de vida de Jesus (cf. Mt 20, 28). Uma comunidade em células precisa, além das celebrações (no templo) e das reuniões das pequenas comunidades (nas casas), atuar por meio dos ministérios (ou pastorais), e assim fazer brilhar a luz de Cristo sobre a vida de todas as pessoas. Leia Efésios 4, 7-12.

 

 

  • Questões
  1. Como servimos a Deus e ao próximo? Partilhemos situações em que podemos servir.
  2. Procuramos viver os mandamentos e testemunha-los? Ou criamos/alteramos mandamentos?

 

? Evangelismo

 

  • Colheita: Falar em voz audível os nomes daqueles que pretendemos convidar um dia para uma célula e orarmos após.

 

Entrega

 

  • Intenções (do mês, de missões, dos membros e da célula)

Evento: Ir avisando e motivando sobre a próxima Grande Célula dia 02/05. Lembrete: Um Casal diferente dos Líderes deverão preparar um resumo dos fatos de suas células para partilhar no dia 02/05, algo breve. Orar pelo Retiro de Líderes de Maio. (Testemunho, graças, motivações, alegrias, etc).

 

 

Roteiro – O propósito do evangelismo – 20/04 a 26/04

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Atenção! Confira se esta no roteiro da semana correta.  

Este roteiro é para semana de 20/04 a 26/04.

=> Versão para Impressão ou dispositivos – ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 2004 a 2604

Roteiro – O propósito do evangelismo – 20/04 a 26/04

Tema da Reunião: O propósito do evangelismo.

Encontro
  • Fraternidade: Fraternidade: Oração para Partilha do Lanche e Entrosamento. Acolher os visitantes e puxar conversa sobre a vida do irmão.
  • Pedidos: Rezarem por novos líderes e pela Multiplicação de sua célula.
  • Treino: Explicar os propósitos da Célula “rapidamente” antes de cada momento para os membros irem identificando.
  • Evento: Avisar da próxima Grande Célula dia 02/05. Orar pelo Retiro de Líderes de Maio
  • Lembrete: Um Casal diferente dos Líderes deverão preparar um resumo dos fatos de suas células para partilhar no dia 02/05, algo breve. (Testemunho, graças, motivações, alegrias, etc).
Exaltação
  • Salmo: Salmo 9, 11 (NTLH) / Outras: Salmo 9, 2
  • Louvor: Eu te Busco
  • Adoração: à escolha
Edificação
  • Escritura: Rm 10, 13-17

Partilha do Líder: “Eu preciso anunciar também em outras cidades… pois foi para fazer isso que Deus me enviou” (Lc 4, 43).

  • As palavras de Cristo demonstram o propósito que norteou Seu ministério. Veja o que Paulo escreveu sobre a missão de Cristo (cf. Fp 2, 6-7a). Aprendemos que para chegar à excelência do evangelismo Jesus passou por uma séria mudança em Sua condição: se esvaziou, mudou Suas companhias literalmente, fazendo-se um de nós. A nós, que também ouvimos o chamado de evangelizar (cf. I Pd 2, 9), juntamente com a graça para executar este sublime ministério de salvar pessoas, recebemos o desafio de mudar nosso jeito de ser para então sermos eficazes.
  • O evangelismo é uma questão de estilo de vida. Ou seja, é uma opção que fazemos em tornar nossa vida um Evangelho aberto para que as pessoas, no contato conosco, possam ter a possibilidade de chegarem a um encontro real com o Salvador. Evangelismo, antes de estar ligado a práticas de anúncio da Palavra como promoção de eventos, tem a ver com uma paixão ardente em salvar almas (cf. I Cor 9, 16).
  • Quem dá esta paixão pela conquista dos descrentes (alvos D) e pela restauração dos afastados (alvos A) é o Espírito de Cristo. É Ele quem abre a vida da gente para esta realidade, quem tira a timidez e a insegurança em comunicar Jesus, é Ele quem abre os caminhos para semearmos a Palavra (cf. Lc 8, 11). Assim, receba esta mensagem: você é pescador de gente e a sua célula é uma pequena barca onde estão outros pescadores (cf. Mt 4, 19). Não há desculpas, pois o “ide” de Jesus contempla a todos, quer sejamos líderes ou não, pois existe uma graça sobre você para levar pessoas a Jesus e levar Jesus às pessoas (cf. Jo 1, 35-51). E como faz o pescador de peixes? Vamos ver alguns princípios importantes:
  • O bom pescador sabe o que está pescando: você e sua célula devem saber quem são as pessoas que querem alcançar. O tipo de peixe determina o equipamento (anzol, redes) (cf. Mt 15, 24; Gl 2, 7). Conheça as pessoas de seu bairro, veja o que mais elas gostam e pelo que se interessam, pois quanto mais as conhecemos, melhor servimos;
  • Aprender a pensar como peixe: o pescador deve saber as preferências do peixe (o que ele come, que horas costuma dar mole etc.). A Bíblia chama isto de sabedoria no trato com os não-cristãos (cf. Cl 4, 5). Medite nisto: “Quanto mais tempo gastamos no ambiente cristão, menos pensamos como os descrentes”. Pra conhecer, converse, ouça, visite…;
  • Ir onde o peixe está mordendo: nem sempre o mar tá pra peixe… Nem toda pessoa está pronta para receber o Evangelho. Você tem que saber a hora certa, ou seja, “atacar” quando a pessoa se mostrar receptiva e isto se dá, sobretudo quando ela vive momentos de estresse ou de alegria. Fique atento;
  • Pegar o peixe nos termos dele: o alvo deve determinar a tática e não o pescador. O pescador não diz: “Se quiser, morde…”. O evangelista tem que estar onde as pessoas estão (cf. I Cor 9, 19-23). Capture o interesse de seus alvos, procure a ferida e cure-a. Existem necessidades na vida de todas as pessoas, basta-nos vê-las;
  • Pescar o tipo de peixe que você tem mais facilidade: André evangelizou seu irmão, Mateus seus amigos de trabalho com uma festa. A samaritana convidou pessoas a irem ver Jesus, já o cego de nascença testemunhou o que lhe aconteceu. Pedro pregava com intrepidez, Paulo com sutileza… Deus usa cada um de nós de acordo com o nosso jeito! As pessoas querem encontrar em nós cristãos pontos de semelhança com eles e não um povo esquisito, que além de tudo se acha melhor por estar em Jesus!

Questões

  1. Temos evangelizado com a nossa vida? Aproveitamos todas as oportunidades?
  2. Qual seria a melhor forma de evangelizarmos nossas famílias e as pessoas?
Evangelismo
  •  Colheita: Falar em voz audível os nomes daqueles que pretendemos convidar um dia para uma célula e orarmos após.
Entrega
  •  Intenções (do mês, de missões, dos membros e da célula)
  • _____________________________________________________________________________________________
  • _____________________________________________________________________________________________
Anotações do Líder

Comunidade de comunidades: uma nova paróquia – Doc. 100

Por | DOWNLOADS, FORMAÇÕES

Doc100-Comunidade_de_Comunidades –

2455_1_20140602110603Este documento “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia. A conversão pastoral da paróquia” apresenta as diretrizes do episcopado brasileiro para a Igreja no Brasil. Tem como objetivo iluminar o nosso ser Igreja, a sermos comunidade dos que vivem de Cristo Jesus, iluminados e guiados pela força e suavidade do Espírito Santo, acolhidos pela bondade materna do Pai.
O conteúdo do Documento é exigente e desafiador. Propõe uma verdadeira transformação da paróquia. A expressão paróquia como comunidade de comunidades “é presença eclesial no território, âmbito para a escuta da Palavra, o crescimento da vida cristã, o diálogo, o anúncio, a caridade generosa, a adoração e a celebração. Através de todas as suas atividades, a paróquia incentiva e forma os seus membros para serem agentes da evangelização. É comunidade de comunidades, santuário onde os sedentos vão beber para continuarem a caminhar, e centro de constante envio missionário”.
Uma paróquia comunidade de comunidades é dinâmica, missionária. Ela necessita de uma conversão pastoral como nos lembra o Documento de Aparecida. Novo espírito, novo ardor, novas dinâmicas, pois a sua missão é “transmitir uma herança. (…) Para transmitir a herança é preciso entregá-la pessoalmente, tocar a pessoa para quem você quer doar, transmitir essa herança”.
A conversão da paróquia em comunidade de comunidades “consiste em ampliar a formação de pequenas comunidades de discípulos convertidos pela Palavra de Deus e conscientes da urgência de viver em estado permanente de missão. Isso implica em revisar a atuação dos ministros ordenados, consagrados e leigos, superando a acomodação e o desânimo. O discípulo de Jesus Cristo percebe que a urgência da missão supõe desinstalar-se e ir ao encontro dos irmãos”.
Por meio deste Documento, que deverá ser estudado, refletido, assimilado e posto em prática, o episcopado brasileiro convoca a todos a darem sua contribuição responsável para apresentar um rosto de Igreja renovado e fiel aos ensinamentos de Jesus.

A Ressurreição de Jesus, um fato inegável!

Por | FORMAÇÕES, PARTILHA DO FUNDADOR

A ressurreição de Jesus é um fato histórico inegável. O primeiro acontecimento da manhã do Domingo de Páscoa foi a descoberta do sepulcro vazio (cf. Mc 16, 1-8). Ele foi a base de toda a ação e pregação dos Apóstolos e foi muito bem registrada por eles. São João afirma: O que vimos, ouvimos e as nossas mãos apalparam isto atestamos? (1 Jo 1,1-2).

Jesus ressuscitado apareceu a Madalena (Jo 20, 19-23); aos discípulos de Emaús (Lc 24,13-25), aos Apóstolos no Cenáculo, com Tomé ausente (Jo 20,19-23); e depois, com Tomé presente (Jo 20,24-29); no Lago de Genezaré (Jo 21,1-24); no Monte na Galiléia (Mt 28,16-20); segundo São Paulo ?apareceu a mais de 500 pessoas? (1 Cor 15,6) e a Tiago (1 Cor 15,7).

São Paulo disse: ?Porque antes de tudo, ensinei-vos o que eu mesmo tinha aprendido que Cristo morreu pelos nossos pecados […] e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e foi visto por Cefas, e depois pelos Onze; depois foi visto por mais de quinhentos irmãos duma só vez, dos quais a maioria vive ainda hoje e alguns já adormeceram; depois foi visto por Tiago e, em seguida, por todos os Apóstolos; e, por último, depois de todos foi também visto por mim como por um aborto? (1 Cor 15, 3-8).

?Deus ressuscitou esse Jesus, e disto nós todos somos testemunhas? (At 2, 32), disse São Pedro no dia de Pentecostes. Diz São Pedro no dia de Pentecostes: ?Saiba com certeza toda a Casa de Israel: Deus o constituiu Senhor (Kýrios) e Cristo, este Jesus a quem vós crucificastes? (At 2, 36). ?Cristo morreu e reviveu para ser o Senhor dos mortos e dos vivos?(Rm 14, 9). No Apocalipse, João arremata: ?Eu sou o Primeiro e o Último, o Vivente; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos, e tenho as chaves da Morte e da região dos mortos? (Ap 1, 17s).

A primeira experiência dos Apóstolos com Jesus ressuscitado foi marcante e inesquecível: ?Jesus se apresentou no meio dos Apóstolos e disse: ?A paz esteja convosco!? Tomados de espanto e temor, imaginavam ver um espírito. Mas ele disse: ?Por que estais perturbados e por que surgem tais dúvidas em vossos corações? Vede minhas mãos e meus pés: sou eu! ?Apalpai-me e entendei que um espírito não tem carne nem ossos, como estais vendo que eu tenho?. Dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. E, como, por causa da alegria, não podiam acreditar ainda e permaneciam surpresos, disse-lhes: ?Tendes o que comer?? Apresentaram-lhe um pedaço de peixe assado. Tomou-o então e comeu-o diante deles? (Lc 24, 34ss).

Aos Apóstolos amedrontados, que julgavam ver um fantasma, Jesus pede que o apalpem e verifiquem que tem carne e ossos.
Nada disto foi uma alucinação, nem miragem, nem delírio, nem mentira, e nem fraude dos Apóstolos, pois se tratava de pessoas muitos realistas que, inclusive, duvidaram a princípio da Ressurreição do Mestre. A custo se convenceram. O próprio Cristo teve que falar a Tomé:?Apalpai e vede: os fantasmas não têm carne e osso como me vedes possuir? (Lc 24,39). Os discípulos de Emaús estavam decepcionados porque ?nós esperávamos que fosse Ele quem restaurasse Israel? (Lc 24, 21).

Estes depoimentos ?de primeira hora?, concebidos e transmitidos pelos discípulos imediatos do Senhor, são argumentos suficientes para dissolver qualquer teoria que quisesse negar a ressurreição corporal de Cristo. Esta fé não surgiu ?mais tarde?, como querem alguns, na história das primeiras comunidades cristãs, mas é o resultado da missão de Cristo acompanhada dia a dia pelos Apóstolos.

Os chefes dos judeus tomaram consciência do significado da Ressurreição de Jesus, e, por isso, resolveram dissipá-la: ?Deram aos soldados uma vultosa quantia de dinheiro, recomendando: ?Dizei que os seus discípulos vieram de noite, enquanto dormíeis, e roubaram o cadáver de Jesus. Se isto chegar aos ouvidos do Governador, nós o convenceremos, e vos deixaremos sem complicação?. Eles tomaram o dinheiro e agiram de acordo com as instruções recebidas. E espalhou-se esta história entre os judeus até o dia de hoje? (Mt 28, 12-15).

E Jesus morreu de verdade, inclusive com o lado perfurado pela lança do soldado. É ridícula a teoria de que Jesus estivesse apenas adormecido na Cruz. Os Apóstolos só podiam acreditar na Ressurreição de Jesus pela evidência dos fatos, pois não estavam predispostos a admiti-la; ao contrário, haviam perdido todo ânimo quando viram o Mestre preso e condenado; também para eles a ressurreição foi um escândalo. Eles não tinham disposições psicológicas para ?inventar? a notícia da ressurreição de Jesus ou para forjar tal evento. Eles ainda estavam impregnados das concepções de um messianismo nacionalista e político, e caíram quando viram o Mestre preso e aparentemente fracassado; fugiram para não serem presos eles mesmos (Cf. Mt 26, 31s); Pedro renegou o Senhor (cf. Mt 26, 33-35). O conceito de um Deus morto e ressuscitado na carne humana era totalmente alheio à mentalidade dos judeus.

É de se notar ainda que a pregação dos Apóstolos era severamente controlada pelos judeus, de tal modo que qualquer mentira deles seria imediatamente denunciada pelos membros do Sinédrio. Se a ressurreição de Jesus, pregada pelos Apóstolos não fosse real, se fosse fraude, os judeus a teriam desmentido, mas eles nunca puderam fazer isto.

Os vinte longos séculos do Cristianismo, repletos de êxito e de glória, foram baseados na verdade da Ressurreição de Jesus. Afirmar que o Cristianismo nasceu e cresceu em cima de uma mentira e fraude seria supor um milagre ainda maior do que a própria Ressurreição do Senhor. Será que em nome de uma fantasia, de uma miragem, milhares de fiéis enfrentariam a morte diante da perseguição romana? É claro que não. Será que em nome de um mito, multidões iriam para o deserto para viver uma vida de penitência e oração? O testemunho dos Apóstolos sobre a Ressurreição de Jesus era convincente e arrastava. O edifício do Cristianismo requer uma base mais sólida do que a fraude ou a debilidade mental. Assim, é muito mais lógico crer na Ressurreição de Jesus do que explicar a potência do Cristianismo por uma fantasia de gente desonesta ou alucinada.

A Ressurreição de Jesus é ponto fundamental da fé cristã, a ponto que São Paulo pode dizer:?Se Cristo não ressuscitou, vazia é a nossa pregação; vazia também é a vossa fé… Se Cristo não ressuscitou, vazia é a vossa fé; ainda estais nos vossos pecados? (1Cor 15, 14.17).

A Ressurreição de Jesus é a base da fé; São Paulo chama Cristo ressuscitado ?o Primogênito dentre os mortos? (Cl 1, 18). A Ele, ressuscitado em primeiro lugar, seguir-se-á a ressurreição dos irmãos: ?Cada qual na sua ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, por ocasião da sua segunda vinda; a seguir, haverá o fim? (1Cor 15, 23s).

Fonte: http://formacao.cancaonova.com/espiritualidade/ressurreicao-de-jesus/

Roteiro – O propósito do Discipulado – De 13/04 a 19/04

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Atenção! Confira se esta no roteiro da semana correta.  Este roteiro é para semana de 13/04 a 19/04. Este será o novo formato.

=> Versão para Impressão ou dispositivos – ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 1304 a 1904

Roteiro – O propósito do Discipulado – De 13/04 a 19/04.

ROTEIRO DA REUNIÃO DE CÉLULA SEMANAL

Nome da Célula: _____________________________________________ DATA: ___/___/___

Líder: __________________________________ Auxiliar: ________________________________

Tema da Reunião: O propósito do discipulado

Encontro

Fraternidade: Fraternidade: Oração para Partilha do Lanche e Entrosamento. Questionar como foi a semana de todos durante lanche. Chamar cada um pelo nome e dizer o quanto é importante sua presença.

Pedidos: Rezarem por novos líderes e pela Multiplicação de sua célula.

Treino: Explicar os propósitos da Célula rapidamente antes de cada momento para os membros irem identificando.

Evento: Perguntar o que acharam da grande célula do dia 11/04 e avisar da próxima dia 02/05.

Lembrete: Um Casal diferente dos Líderes deverão preparar um resumo dos fatos de suas células para partilhar no dia 11/04, algo breve. (Testemunho, graças, motivações, alegrias, etc).

Exaltação

Salmo: à escolha.

Louvor: Cristo é Minha Vida / Porque ele Vive

Adoração: Conheço um coração

Edificação

Escritura: Ef 4, 12-14

Partilha do Líder: “Façam com que sejam meus seguidores” (Mt 28, 19).

 

  • O discipulado é o processo de educação do povo de Deus e a sua meta final é transformar cada pessoa em uma cópia do Mestre (cf. I Jo 2, 6). Quando Jesus firmou Sua comunidade (os 12), logo tratou de educar (lapidar) as pedras brutas que tinha em mãos. Ao conhecê-Lo, aqueles homens principiaram um caminho de conversão, mas evidentemente estavam longe do propósito divino naqueles primeiros anos com Jesus.
  • Exemplos: Pedro vivia dizendo e fazendo bobagens, tanto que Jesus chamou sua atenção, apelidando-o sutilmente de satanás (cf. Mt 16, 23s). Mais tarde arrancou a orelha de um guarda e negou Jesus publicamente…
  • Tiago e João oraram para que Deus ateasse fogo naqueles que não abriram a cada para a célula deles! (cf. Lc 9, 54-55). Em outra ocasião, tiveram a cara de pau de pedir a Jesus que lhes desse poder político, achando que Ele se tornaria o governador de Israel… (cf. Mc 10, 35s).
  • A educação do discípulo não se faz da noite para o dia, porque a velha natureza humana, decaída pelo pecado, não se deixa vencer facilmente. Discipulado, então, é o trabalho de ajudar um cristão a vencer os velhos hábitos da vida controlada pelo “eu”, a fim de que ele se renda ao controle de Jesus e seja dirigido por novos valores. O discipulado é um caminho de santificação e treinamento (cf. Ef 4, 23).
  • Esse trabalho interior de lapidação que Jesus faz não se dá sem a colaboração de um outro cristão e de uma comunidade. Pedro passou nas mãos de Jesus, Paulo nas de Barnabé, Apolo nas do casal Áquila e Prisca e Timóteo nas de Paulo…
  • A filosofia do discipulado é o acompanhamento pessoal, que em outras palavras, é como o relacionamento dos pais com seus filhos, porque não basta gerar pela evangelização, é preciso educar pelo discipulado. E além desse discipulado outra ferramenta de crescimento é a formação intelectual, ou seja, o estudo e o aprofundamento das verdades bíblicas. Para isto a comunidade deve promover cursos que ofereçam o sólido alimento aos discípulos para que se tornem adultos na fé (cf. Hb 5, 11s).
  • Nas células o discipulado é feito da seguinte maneira: o líder (formado por alguém) discípula seu auxiliar para que, juntos, discipulem cada membro do grupo e estes, uma vez trabalhados, levem outros ao crescimento. É o princípio de II Timóteo 2, 2, que, acrescido do estudo da Bíblia e dos documentos da Igreja, preparam todos para a vida cristã (cf. Ef 4, 12).
  • O discipulado é necessário tanto aos novos convertidos como aos cristãos mais amadurecidos, pois cada estágio da vida cristã tem seus desafios e sempre temos que estar abertos ao crescimento.
  • Finalmente, discipulado é conhecimento somado a atos, fé traduzida em obras (cf. Mt 7, 16) e não meramente aprendizado intelectual (como costumamos receber nas salas de catequese). O verdadeiro discipulado nos impele à vida de comunidade, nos torna amigos de Deus na oração, bons administradores dos dons que possuímos e servidores em tudo.

 

  • Questões
  1. Estamos com o coração desejosos em aprendermos para ensinar?
  2. Tenho me preparado para ser um bom discípulo? Desejo ser líder? Desejo Ensinar?

 

? Evangelismo

 

  • Colheita: Falar em voz audível os nomes daqueles que pretendemos convidar um dia para uma célula e orarmos após.
Entrega

 

  • Intenções (do mês, de missões, dos membros e da célula)

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Anotações do Líder