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O poderoso significado da medalha de São Bento!

Por | - ULTIMAS, FORMAÇÕES, SÃO BENTO

O significado da medalha, as graças que você pode alcançar e uma poderosa oração a São Bento

A medalha de São Bento não é um “amuleto da sorte”. Trata-se de um sacramental, isto é, um sinal visível de nossa fé.

O uso habitual da medalha tem por efeito colocar-nos sob a especial proteção de São Bento, principalmente quando se tem confiança nos méritos de tão grande Santo e nas grandes virtudes da Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo! São numerosos os fatos maravilhosos atribuídos à esta medalha. Ela nos assegura poderoso socorro contra as ciladas do demônio e também para alcançar graças espirituais, como conversão, vitória contra as tentações, inimizades etc.

Contudo, a medalha não age automaticamente contra as adversidades, como se fosse um talismã ou vara mágica.

Todo cristão, a exemplo de Jesus Cristo, deve carregar a sua cruz. Pois é necessário que nossas faltas sejam expiadas; nossa fé seja ; provada; e nossa caridade purificada, para que aumentem nossos méritos.

O símbolo da nossa redenção, a cruz, gravada na medalha não tem por fim nos livrar da prova; no entanto, a virtude da cruz de Jesus e a intercessão de São Bento produzirão efeitos salutares em muitas circunstâncias, a medalha concede, também, graças especiais para hora da morte, pois, São Bento com São José são padroeiros da boa morte.

Para se ficar livre das ciladas do demônio é preciso, acima de tudo, estar na graça e amizade com Deus. Portanto, é preciso servi-lo e amá-lo, cumprindo, todos os deveres religiosos: Oração, Missa dominical, recepção dos Sacramentos, cumprimento dos deveres de justiça; em uma palavra, cumprimento de todos os mandamentos da lei de Deus e da Igreja. Nem o demônio, nem alguma criatura, tem o poder de prejudicar verdadeiramente uma alma unida a Deus.

Em resumo, o efeito da medalha de São Bento depende em grande parte das disposições da pessoa para com Deus e da observância dos requisitos acima mencionados.

Numerosos são os benefícios atribuídos ao crucifixo de São Bento; de fato, se usado com fé e com o Patrocínio do Santo; protege:

Das epidemias;
Dos venenos;
De alguns tipos de doenças especiais;
Dos malefícios;
Dos perigos espirituais e materiais que possam causar o Demônio;
A Santa Sé a enriqueceu com numerosas indulgências: indulgência plenária em ponto de morte; indulgência parcial.

Significado da medalha

Na frente da medalha são apresentados uma cruz e entre seus braços estão gravadas as letras C S P B, cujo significado é, do latim: Cruz Sancti Patris Benedicti – “Cruz do Santo Pai Bento”.

Na haste vertical da cruz lêem-se as iniciais C S S M L: Crux Sacra Sit Mihi Lux – “A cruz sagrada seja minha luz”.

Na haste horizontal lêem-se as iniciais N D S M D: Non Draco Sit Mihi Dux – “Não seja o dragão meu guia”.

No alto da cruz está gravada a palavra PAX (“Paz”), que é lema da Ordem de São Bento. Às vezes, PAX é substituído pelo monograma de Cristo: I H S.

A partir da direita de PAX estão as iniciais: V R S N S M V: Vade Retro Sátana Nunquam Suade Mihi Vana – “Retira-te, satanás, nunca me aconselhes coisas vãs!” e S M Q L I V B: Sunt Mala Quae Libas Ipse Venena Bibas – “É mau o que me ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos!”.

Nas costas da medalha está São Bento, segurando na mão esquerda o livro da Regra que escreveu para os monges e, na outra mão, a cruz. Ao redor do Santo lê-se a seguinte jaculatória ou prece: EIUS – IN – OBITU – NRO – PRAESENTIA – MUNIAMUR – “Sejamos confortados pela presença de São Bento na hora de nossa morte”.

É representado também a imagem de um cálice do qual sai uma serpente e um corvo com um pedaço de pão no bico, lembrando as duas tentativas de envenenamento, das quais São Bento saiu, milagrosamente, ileso.

Oração para alcançar alguma graça

Ó glorioso Patriarca São Bento, que vos mostrastes sempre compassivo com os necessitados, fazei que também nós, recorrendo à vossa poderosa intercessão, obtenhamos auxílio em todas as nossas aflições, que nas famílias reine a paz e a tranquilidade; que se afastem de nós todas as desgraças tanto corporais como espirituais, especialmente o mal do pecado. Alcançai do Senhor a graça … que vos suplicamos, finalmente, vos pedimos que ao término de nossa vida terrestre possamos ir louvar a Deus convosco no Paraíso. Amém.

(Fontes: Mosteiro de São Bento e São Miguel Arcanjo)

Missão no Grupo de Oração Curados pela Cruz – Capela São Francisco – 24/05/2018

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Nosso Fundador Daniel Oliveira esteve em missão no Grupo de Oração Curados pela Cruz da Comunidade Árvore da Cruz na Capela São Francisco de Assis no Bairro Divinéia em SBC. Confira algumas fotos:

Missão no Grupo de Oração Sombras do Altíssimo – 22/05/2018

Por | GALERIA DE FOTOS

Nosso Fundador Daniel e a missionária Claudia estiveram em missão no Grupo de Oração Sombras do Altíssimo na Capela São Vicente pregando sobre as Bodas de Caná e a Obediência.

Confira algumas Fotos!

Roteiro – Porque participar de uma Célula – 28 de maio a 03 junho

Por | - ULTIMAS, ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe da Grande Célula e do Grupo Parusia de Oração!

ATENÇÃO! Toda 4ª Quinta Feira do mês – ESCOLA DE LÍDERES

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 28 de maio a 03 de junho

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Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: Livro de Boas Vindas para as Células

Livreto de Músicas: MUSICAS PARA CELULA LIVRETO

Bazar do Dia das Mães – Evangelismo e ajuda para a Comunidade

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Confira as fotos de nosso bazar que aconteceu dia 12 no Bairro Batistini. Uma iniciativa que além de ajudar a Comunidade, nos da a oportunidade de viver a Fraternidade. Obrigado a todos que colaboraram.

Roteiro – Quem é o Espírito Santo? 21 a 27 de maio

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Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

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ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 21 a 27 maio

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Livreto de Músicas: MUSICAS PARA CELULA LIVRETO

Mais 3 Consagradas a Nossa Senhora! Totus Tuus

Por | - ULTIMAS, GALERIA DE FOTOS

No ultimo domingo dia 13 de maio, dia de Nossa Senhora de Fátima, mais 3 irmãs: Rosemeire, Cíntia e Caroline, fizeram sua total consagração a Nossa Senhora.

Um dia especial para Comunidade Fidelidade. Mais especial para a Irmã Cíntia, que além de se consagrar celebra o dia das mães e seu aniversário natalício.

Oramos o Santo Terço e após fomos testemunhas da consagração. Salve Maria Imaculada. Confira:

Planejamento financeiro da família católica

Por | - ULTIMAS, FORMAÇÕES

Como uma família pode ter sua “saúde financeira” com todos os gastos demandados em nossos dias? Em que consiste um planejamento financeiro familiar católico?

Para esta importante série de publicações convidamos nosso querido amigo Marcos Lopes, presidente do Centro Anchieta, para falar sobre planejamento financeiro familiar. Nesta primeira postagem veremos a importância de fazê-lo e em que está fundado.

“O valor primordial do trabalho depende do próprio homem, que é seu autor e destinatário. Por meio de seu trabalho, o homem participa da obra da criação. Unido a Cristo, o trabalho pode ser redentor.” (Catecismo da Igreja Católica – CIC, 2460)

Nossa Santa Igreja Católica aponta o caminho que devemos percorrer em busca da santidade – o que abarca os ensinamentos de Deus para uma vida familiar equilibrada, inclusive em termos financeiros. Não confundamos, porém, a busca de equilíbrio financeiro familiar com a “teologia da prosperidade”. Diferentemente desse conceito de riqueza, condenado por nossa igreja, é justo que as famílias se organizem e planejem suas atividades para a Maior Glória de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Esta série de publicações tentará responder algumas perguntas:

  • Como uma família pode (man)ter sua “saúde financeira” com todos os gastos demandados em nossos dias?
  • Em que consistiria um planejamento financeiro familiar católico?

A família e a vida econômica

Uma “nova” família é formada a partir do Matrimônio, logo, deve ser estruturada a tornar-se independente. Isso significa não depender emocional e financeiramente dos pais, mas, ao mesmo tempo, não quer dizer descuidar das famílias de origem.
A outra mensagem apreendida do Evangelho é a de que na relação homem-mulher todos os esforços e conquistas são de ambos. O casal deve compartilhar tudo, pois são “uma só carne”, mantendo sempre a transparência e estabelecendo planos conjuntamente, com base em seus objetivos de vida.

Pobreza e riqueza

O artigo 329 do CDSI aponta que “as riquezas realizam a sua função de serviço ao homem quando destinadas a produzir benefícios para os outros e para a sociedade. ‘Como poderíamos fazer o bem ao próximo – interroga-se Clemente de Alexandria – se todos não possuíssem nada?’. Na visão de São João Crisóstomo, as riquezas pertencem a alguns, para que estes possam adquirir mérito partilhando com os outros. Elas são um bem que vem de Deus: quem o possuir, deve usá-lo e fazê-lo circular, de sorte que também os necessitados possam fruir; o mal está no apego desmedido às riquezas, no desejo de açambarcá-las.”.

O artigo 2459 do CIC orienta ao católico o seguinte: “O próprio homem é o autor, o centro e o fim de toda a vida econômica e social. O ponto decisivo da questão social é que os bens criados por Deus para todos de fato cheguem a todos, conforme a justiça e com a ajuda da caridade”.

Como criar bons hábitos

O padre dominicano Antonio Royo-Marín esclarece que “é um fato perfeitamente comprovável na prática que ao se repetir uma série de atos correspondentes a uma determinada atividade, adquire-se pouco a pouco o hábito de realizá-la cada vez com maior facilidade”(ROYO-MARÍN, 2016, p. 100). Já Charles Duhigg, em seu livro “O Poder do Hábito”, afirma que “centenas de hábitos influenciam nossos dias – eles orientam o modo como nos vestimos de manhã, como falamos com nossos filhos e adormecemos à noite; eles afetam o que comemos no almoço, como realizamos negócios e se vamos fazer exercícios ou tomar uma cerveja depois do trabalho”(DUHIGG, 2012, p.283). O padre Royo-Marín complementa que “se esses atos são maus, adquire-se um mau hábito, que em teologia moral recebe o nome de vício (por exemplo, o vício da embriaguez)”(ROYO-MARÍN, 2016, p. 100).

Ao trazermos a discussão sobre hábitos para nossas ações econômicas, Adolpho Lindenberg afirma que tais ações para serem “profícuas supõem, em boa medida, que a população tenha hábitos de trabalho intenso, poupança e vida austera.”(LINDENBERG, 2017, p. 163). Contudo, no Brasil, é de se lamentar que não se ensine economia doméstica e finanças nas escolas e, como consequência, não se observe uma cultura de planejamento e estabelecimento de objetivos e metas familiares. Some-se a isso a percepção majoritária dos brasileiros de que o “governo” deve prover “tudo a todos”.

Conforme indica Duhigg “[…] para modificar um hábito, você precisa decidir mudá-lo. Deve aceitar conscientemente a dura tarefa de identificar as deixas [oportunidades] e recompensas que impulsionam as rotinas do hábito e encontrar alternativas. Você precisa saber que possui o controle e ser autoconsciente o bastante para usá-lo.” (DUHIGG, 2012, p. 283). Todavia, é fato que enfrentaremos dificuldades impostas ou incentivadas, explícita ou subliminarmente, pelo “mundo moderno” para modificar maus hábitos.

(Maus) Hábitos da vida moderna

Individualismo

Primeiro, os “sonhos individuais” de homem e mulher (carreira, viagens, cuidados com o corpo, etc) tendem a ser priorizados em detrimento de se ter filhos e da dedicação necessária quanto a uma criação cristã da prole. Em decorrência disso, e de outros fatores relacionados, os Matrimônios ocorrem cada vez em menor número e mais tarde, diminuindo a fertilidade dos casais.

Moradias supervalorizadas e apertadas

Segundo, além de mais caras, as residências (casas e apartamentos) tendem a ser cada vez menores, como consequência da redução das famílias e da quantidade de seus membros.

Crise do sistema educacional

Terceiro, mesmo com uma qualidade de educação sofrível (e piorando – nosso país ocupa as piores posições nas avaliações internacionais), os custos com educação são cada vez maiores.

Cultura do descartável

Quarto, há um super-estímulo ao consumo de bens supérfluos. Tal realidade relega a segundo plano o hábito da poupança e do investimento para retornos em médio e longo prazos. Tal como aponta o CDSI em seu artigo 360:

“o fenômeno do consumismo mantém uma persistente orientação mais para o ‘ter’ do que para o ‘ser’. Ele impede de ‘distinguir corretamente as formas novas e mais elevadas de satisfação das necessidades humanas, das necessidades artificialmente criadas que se opõem à formação de uma personalidade madura'[…].”.

Mostrando que a mentalidade consumista e antinatalista é uma ameaça à família, o Papa João Paulo II, na Carta às Famílias, afirma que

“[…] uma civilização, inspirada numa mentalidade consumista e antinatalista, não é uma civilização do amor e nem o poderá ser nunca. Se a família é tão importante para a civilização do amor, isto se deve à especial proximidade e intensidade dos laços que nela se instauram entre as pessoas e as gerações.  Apesar disso, ela continua vulnerável e pode facilmente sucumbir aos perigos que enfraquecem ou até destroem a sua união e estabilidade. Devido a tais perigos as famílias cessam de testemunhar a favor da civilização do amor e podem até mesmo tornar-se a sua negação, uma espécie de contratestemunho[…] (CF, 13)”

(AQUINO, 2016, p. 22).

Hoje em dia, a vida moderna e todas as suas influências antinaturais colocam contra a parede as famílias que querem viver conforme Cristo.

Enfraquecimento dos laços afetivos

Nos dias atuais “[…] a família está reduzida à expressão mais simples: pai, mãe e um ou dois filhos. E, mesmo entre estes, os laços afetivos estão incomparavelmente mais enfraquecidos, se comparados aos que existiam no passado. Separação de bens, convicção mútua de que o divórcio é uma possibilidade real a cada momento, falta de diálogo entre marido e mulher, e quantas coisas mais tornam a relação matrimonial quebradiça e monótona.” (LINDENBERG, 2017, p. 167).

Ademais, “[…] o hábito de todos assistirem horas seguidas à TV, no dia-a-dia, [além de expor pais e filhos a conteúdo muitas vezes contrário à moral católica e de incentivar o consumo desregrado], praticamente eliminou as conversas e o aconchego familiares, transformando o relacionamento entre pais e filhos em meras trocas de informações.”(LINDENBERG, 2017, p. 168).

Esses momentos de reunião, cada vez mais raros, seriam ideais para que a família cultivasse o hábito da oração e planejasse seus objetivos de curto, médio e longo prazos. As famílias deveriam exercitar o vislumbre do que desejam como projetos de vida e, a partir daí, os passos necessários para alcançarem seus objetivos.

Como planejar qualquer coisa se não se sabe aonde se quer chegar e quais caminhos há e se pode percorrer? Queda-se, assim, refém do acaso. A Divina Providência sempre age por nós, porém somos responsáveis por nossas escolhas e colhemos (ou não) os frutos das árvores que cultivamos.

Agora que já sabemos os motivos para se realizar um bom planejamento financeiro familiar e no que está fundado, no próximo texto tentarei dar boas diretrizes para bem fazê-lo. Até lá!

(via Lírio entre espinhos)

Roteiro – Porque devo ir a Missa? 14 a 20 de maio

Por | - ULTIMAS, ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

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ATENÇÃO! Toda 4ª Quinta Feira do mês – ESCOLA DE LÍDERES

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ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 14 a 20 maio

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Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: Livro de Boas Vindas para as Células

Livreto de Músicas: MUSICAS PARA CELULA LIVRETO

Encontro para Mães na Paróquia N. S. de Fátima

Por | GALERIA DE FOTOS

Aconteceu dia 06/05 o Encontro  para mães da Paróquia Nossa Senhora de Fátima em SBC.

A Missionária Rosemeire da Comunidade Fidelidade foi testemunhar sua história de mãe. Uma benção de Deus que trouxe muitos testemunhos.

Escola de Formação para as Novas Comunidades – Maio

Por | GALERIA DE FOTOS

Domingo dia 06/05 aconteceu mais uma Formação permanente para as Novas Comunidades da Diocese de Santo André, promovido pela Frater diocesana com formação sobre o Conselho evangélico da Pobreza por nosso irmão Cesar Lima membro da Comunidade Fanuel. Ótimo ensino.

Escola Bíblica Fidelidade – Maio

Por | GALERIA DE FOTOS

Mais três aulas aconteceram neste domingo dia 06/05 na Comunidade Fidelidade.

Recordamos e Falamos sobre:  Os Gêneros Literários. Figuras Literárias. Sentido Literal. Sentido Espiritual. Exegese
Hermenêutica. Os princípios da Interpretação da bíblia. 4 Círculos de interpretação. Objetividade do Juizo. O torah e o pentateuco. A Turma está animada a ler a palavra de Deus.

 

E se aplicássemos a Regra de São Bento em nossa vida familiar?

Por | FORMAÇÃO DE LIDERES, FORMAÇÕES, PARTILHA DO FUNDADOR

Teríamos que mudar estas 6 coisas

A Regra de São Bento é a normativa que o santo padroeiro da Europa estabeleceu para suas comunidades monásticas. Elas deveriam preservar a civilização, a cultura, a paz e o amor num contexto de violência, corrupção e saqueamento que marcava o Império Romano.

Seus 73 capítulos, guiaram, durante 15 séculos, a vida de dezenas de milhares de homens e mulheres em centenas de comunidades de todo o mundo. Podemos considerá-la uma “fórmula comprovada” de como viver como cristãos em comunidade.

E se tentássemos aplicar a Regra na vida familiar do século XXI? As famílias cristãs desse século também tentam ser como os mosteiros do século V, ou seja, ilhas de paz, amor e respeito a Deus, cercadas por um ambiente exterior hostil, bárbaro e impiedoso, que vive de criar ruínas e saqueá-las.

Esta é a tese de um livro de 2014 do sacerdote beneditino Massimo Lapponi, publicado na Itália com o título de “São Bento e a vida familiar” (Libreria Editrice Fioentina, versão em espanhol em ebook e WordPress aqui).

Ele destaca que a Regra Beneditina, quando aplicada à vida familiar, produziria mudanças nestas seis áreas:

1) Mudanças no trabalho

Como num mosteiro (com seu ora et labora), todos deveriam ajudar nos afazeres domésticos, aceitariam os trabalhos e os encarariam como um serviço como outro qualquer. Além disso, ficaria claro que a vida profissional não deveria ser mais importante do que a vida familiar.

Os filmes e as brincadeiras deveriam ser compartilhados com todos. Existiriam desafios de recreação e brincadeiras comuns depois do jantar em família, dando uma pausa no ritmo para nos encontrarmos e descansarmos. “O repouso é um momento de comunhão com Deus e com as almas e de alegria por essa comunhão”, escreve o autor.

2) Mudanças nos momentos de descanso

Os filmes e os jogos seriam compartilhados com todos. Existiriam momentos de recreação e brincadeiras comunitárias depois do jantar em família, dando uma pausa no ritmo para descansar. “O Repouso é um tempo de comunhão com Deus e com as almas, e de alegria por essa comunhão”, escreve o autor.

3) Mudanças nas refeições

Rezaríamos antes das refeições. E todos os membros da família comeriam juntos, não em horas diferentes ou em salas e quartos separados. Seria um momento de conversa, de troca de ideias e experiências. O ato de fazer uma refeição com todos reunidos ajuda a família, não somente porque dizem os beneditinos, mas também porque isso foi comprovado em vários estudos sociológicos. Mas, para isso, a TV deve estar desligada.

4) Mudanças nos hábitos de consumo

Uma família “ao estilo beneditino” evitará o luxo e a superficialidade. Não encherá os quartos dos filhos de coisas e brinquedos. Será estabelecida uma grande sobriedade no uso dos aparelhos eletrônicos, tanto entre os pais, quanto entre os filhos (horários de telas apagadas, limitar o uso de telas etc). A família tentará fazer com que o uso de aparelhos eletrônicos seja comunitário: melhor ver juntos uma película do que cada um ir jogar um game diferente em seu dispositivo particular. De qualquer forma, reduzindo o tempo de exposição a esses dispositivos, a leitura e o diálogo serão fomentados.

5) Mudanças na vida de oração

Haveria um lugar e um horário para rezar. Pode ser um pequeno altar para a oração comunitária. Mas a “invasão mundana” deverá ser bloqueada, criando um clima em que pais e filhos possam se encontrar com Deus todos os dias.

6) Mudanças na caridade e solidariedade

A família tentará evitar centrar-se ou fechar-se em si mesma: será acolhedora, buscará aliviar os sofrimentos alheios, colocará os filhos em contato com os menos favorecidos.

Dessa forma, Massimo Lapponi incentiva os leitores a colocar essas medidas em prática. “As famílias de hoje são chamadas a ser ilhas luminosas de fé, de educação no seu bairro, no colégio, no supermercado, no parque, com os amigos… Trata-se de construir o futuro, como fizeram os filhos de São Bento, buscando a Deus”, disse o autor.

Lapponi apresenta o livro com uma citação de São Cipriano: “Não falamos de grandes coisas; apenas as vivemos”.

Artigo originalmente publicado por Religión en Libertad, traduzido e adaptado ao português

Parábola da indecisão

Por | - ULTIMAS, FORMAÇÕES

Leia até o final

Havia um grande muro separando dois grandes grupos.

De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus.

Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus.

E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo.

O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:

– Ei, desce do muro agora… Vem pra cá!

Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada. Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:

– O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?

Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:

– É porque o muro é MEU.

* * *

Reflexão:

Nunca se esqueça: não existe meio-termo.

O muro já tem dono.

Pense nisso.

(via Totus Mariae)