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WebMaster Comunidade Fidelidade

Valores de uma comunidade em células

Por | FORMAÇÕES

Voltar às páginas do Novo Testamento tem sido a fonte de inspiração ao nosso modo de ser e fazer Igreja. Nele buscamos compreender nossa real identidade enquanto discípulos de Cristo e o propósito divino para nós enquanto família de comunhão.

Mudanças acontecem neste processo?

Sim, pois ao mesmo tempo Deus dá o vinho novo e pede a reforma dos odres, ou seja, da nossa forma de pensar e nos organizar (cf. Mc 2,22). O vinho de Deus são os valores bíblicos, já o odre é a estrutura que nós moldamos nesta época.

A forma como fazemos as coisas hoje reflete aquilo que valorizamos, ou seja, o que temos como certo. Enquanto valores humanos passam, por se tornarem inadequados com o tempo, valores bíblicos são imutáveis (cf. Mt 24,35).

A seguir, compartilhamos alguns valores bíblicos que norteiam a vida e a missão de uma comunidade em células comprometida com o resgate do padrão do NT:

• Todos os dias são especiais para a missão e não apenas o domingo (cf. At 5,42);
• A comunidade não depende de um templo, pois vive nos lares (cf. Cl 4,15);
• Os pequenos grupos (células) são a espinha dorsal do corpo eclesial (cf. Mt 18,20);
• Grandes reuniões são tão importantes quanto as reuniões de células (cf. At 5,42);
• Líderes existem para treinar e capacitar ministerialmente cada membro (cf. Ef 4,12);
• Liderança é serviço aos outros e não cargo ou função de importância (cf. Lc 22,25s);
• Relacionamento é a principal arma para ganhar pessoas para Cristo (cf. At 10,24);
• Os carismas do Espírito são fundamentais para edificar a Igreja (cf. 1 Cor 14,12);
• A oração dos membros é a força que motiva toda a comunidade (cf. At 12,5);
• As finanças estão ordenadas à evangelização e ao cuidado dos irmãos (cf. 2 Cor 9);
• Receber e dar acompanhamento pessoal faz crescer a comunidade (cf. 2 Tm 2,2);
• Ministérios são para todos cuidarem uns dos outros e ganhar almas (cf. 1 Pd 4,10-11);
• O impacto social se dá no testemunho das células e não em departamentos (cf. At 4,34);
• Célula é lugar de cura, treinamento, comunhão e missão cristã (cf. At 2,42-47).

Por Cesar Machado Lima

Equilíbrio Espiritual: uma necessidade!

Por | PARTILHA DO FUNDADOR

O equilíbrio espiritual é fundamental para nossa maturidade Cristã. A pessoa sem equilíbrio não cresce em maturidade de modo saudável e sustentável. Temos uma tendência de viver em pólos, ou num extremo ou no outro e, de modo geral, a maneira que tomamos decisões deve-se em grande escala aos extremos em que nos encontramos. O desafio para uma maturidade espiritual consistente é então ser capaz de se posicionar e também se movimentar entre um extremo e o outro, sem se deixar afetar por eles, e ao mesmo tempo não abrir mão de valores essenciais e absolutos.

O que é equilíbrio? Segundo o dicionário Houaiss da língua portuguesa, equilíbrio é:

Condição de um sistema físico no qual as grandezas que sobre ele atuam se compõem, para não provocar nenhuma mudança em seu estado; postura ou posição estável; estabilidade; harmonia, estabilidade mental e emocional; controle, autocontrole, autodomínio

O equilíbrio é o ponto de convergência entre dois extremos. O centro fundamental para que dois extremos funcionem bem. Do mesmo modo, podemos definir que o equilíbrio espiritual é o ponto conciliador entre um pólo e o outro. Observe que as extremidades existem e não devem ser ignoradas ou menosprezadas, simplesmente por não estarem do “meu” lado da balança! O desafio portanto para o equilíbrio é tentar encontrar o “ponto de contato”, a harmonia entre o “Eu” e o “Outro” não anulando os lados opostos, e sim percorrendo aquele eixo entre os pólos através de uma comunicação eficaz e conciliadora.

Como desenvolver um estilo de vida espiritualmente equilibrado? Em Eclesiastes 7:15-18 temos duas diretrizes importantes para um viver balanceado.

Tudo isto vi nos dias da minha vaidade: há justo que perece na sua justiça, e há perverso que prolonga os seus dias na sua perversidade. Não sejas demasiadamente justo, nem exageradamente sábio; por que te destruirias a ti mesmo? Não sejas demasiadamente perverso, nem sejas louco; por que morrerias fora do teu tempo? Bom é que retenhas isto e também daquilo não retires a mão; pois quem teme a Deus de tudo isto sai ileso.

A primeira diretriz é Evitar os extremos! Quando ele fala para não sermos demasiadamente justo, sábio; nem ímpio nem tolo, o escritor, na verdade, está dizendo para evitarmos os extremos porque eles podem ser prejudiciais, por mais justos e bonitinhos que eles possam ser! Agora, por que evitar os extremos?

O problema não é ser muito sábio ou muito justo, mas ser justo demais ao ponto de não dialogar com mais ninguém e se sentir auto-suficiente; ou ser sábio demais ao ponto de pensar que a verdade só está em você e todos estão errados!

A segunda diretriz é Saber dialogar com os extremos! Ele aconselha que saibamos reter o que é bom de cada extremo. Mas para isso, precisamos dialogar com estes pólos. Paulo diz para não desprezarmos as profecias, mas para julgarmos todas as coisas retendo o que é bom (Tess 5:20-21).

Por fim, ele diz que devemos temer a Deus. Deus é nosso Ponto de Equilíbrio Supremo. Quanto mais perto de Deus estou, mais equilíbrio espiritual tenho. E o contrario também é verdadeiro – mais distante de Deus menos equilibrado espiritualmente me torno. Temer a Deus, neste livro, tem a idéia de prestar contas a Ele de todas nossas ações e decisões. É nisso que se consiste a busca e a essência de nosso equilíbrio espiritual!

Uma canção para equilibrar. Em tons menores e maiores. Nem a mais e nem a menos…

Musica que se resolve em acordes harmônicos.

Fidelidade ao carisma do fundador

Por | FORMAÇÕES

“Repassar a própria história é indispensável para manter viva a identidade e também robustecer a unidade da família e o sentido de pertença dos seus membros (…); Não se trata de fazer arqueologia nem cultivar inúteis nostalgias, mas de repercorrer o caminho das gerações passadas para nele captar a centelha inspiradora, os ideais, os projetos, os valores que as moveram, a começar pelos fundadores, as fundadoras e as primeiras comunidades” (Objetivos do ano da Vida Consagrada – Papa Francisco).

A origem de um carisma de fundação está em Deus, que comunica-o a quem, como e quando quer. É preciso ler o carisma na história do fundador, sua experiência de Deus, e nele nos identificarmos.

O carisma de fundação trás em si uma revelação do Mistério de Deus, que dá-se a conhecer ao homem. Portanto, o carisma me leva a uma experiência profunda de Deus e a um encontro com a minha verdadeira identidade, que está em Deus, porquanto Ele disse: “Façamos o homem à nossa imagem, como nossa semelhança” (Gn 1,26 – Bíblia de Jerusalém).

Na medida em que o homem vai conhecendo a Deus, vai descobrindo a sua dignidade, a identidade de filho de Deus. Biologicamente trazemos em nós as características genéticas herdadas dos nossos pais: olho, pele, cabelo, nariz… Somos a soma dos genes do pai e da mãe. Quando crescemos, buscamos identificar em nós essas semelhanças.

Há aspectos também na vida do fundador que precisamos nos identificar, afinal, a graça que ele recebeu o torna um “pai espiritual”.

De onde vem a vida e a força das Novas Comunidades? É o Espírito Santo que dá essa força através do carisma de fundação das Novas Comunidades.

O que é um carisma de fundação? É aquele carisma que fez nascer, que deu origem à comunidade. E como ele se manifesta? É um dom de Deus, não é dá carne, é Deus quem dá a quem Ele quer de acordo com a necessidade que a Igreja tem para cada tempo.

Fundador é um dom, uma graça. É Deus que se revela a uma pessoa e ela vai encarnando na vida essa experiência de Deus, esse seguimento a pessoa de Jesus. A maneira com que ele vive essa experiência vai atraindo outras pessoas. Carisma originário é isso, uma forma particular de viver o evangelho que vai gerando um estilo de vida, que trás uma característica diferente, uma forma particular de serviço em favor da Igreja e da humanidade.

Carisma é novidade, tem sempre uma forma nova, pois Deus não repete. O carisma de cada comunidade é diverso, pois Deus é criativo, faz tudo novo. Essa novidade gera afinidade espiritual e gera a comunidade.

O fundador é aquele que inicia dando a sua vida. Quanto mais o fundador e os primeiros dão a sua vida como o mistério da cruz, o carisma vai transbordando e gerando uma família espiritual que vai sendo impulsionado para a missão. Uma Nova Comunidade não existe para si mesma, é gerada por Deus para ir em busca do povo afastado e perdido, de um povo ferido que desconhece a alegria da vida, que desconhece Jesus Cristo, por isso Deus gera as Comunidades para a missão.

Sejamos a luz do carisma recebido, sem querer imitar ninguém, pois o carisma é único. Deus está gerando uma realidade nova para servir a Igreja esse carisma é para o bem da igreja. A comunidade só tem sentido se ela estiver embelezando a Igreja.

Células: problemas e SOLUÇÕES

Por | FORMAÇÃO DE LIDERES, FORMAÇÕES

celulasproblemasesolucoes

A liderança responsável é o segredo do sucesso em qualquer ministério, e administrar um grupo pequeno requer cuidados que garanta a saúde do grupo. Muitas são as possibilidades de dificuldades em uma célula assim como em qualquer outro ministério, igreja ou comunidade.

Quando o líder é pró ativo e lidera de forma preventiva tudo fica mais fácil e a célula cresce glorificando a Deus a cada semana. O que fazer com dificuldades que surgem? Como resolver problemas que surgem nos encontros? Vou tentar sugerir algumas soluções para dificuldades que surgem nas células. O grande objetivo da célula é criar um ambiente de relacionamentos significativos para vivenciar o cristianismo em uma comunhão genuína que glorifica a Deus.

  1. Membros sem compromisso com a célula: Neste caso o líder deve procurar ter uma conversa extra célula com essa pessoa ou família, expressando a importância do envolvimento deles para o grupo, e verificando se existe um motivo especial para a falta de comprometimento.
  1. Pessoas que monopolizam o encontro:Nesse caso, o líder deve sinalizar para a pessoa ajudando-a a enxergar e controlar sua postura no encontro. Em alguns casos isso vai ser necessário acontecer até mesmo durante o encontro, colocando limites na participação.
  1. Pessoas que não falam:Muitas pessoas são tímidas, isso não é pecado, nem mesmo um problema grave da pessoa tem a ver com a personalidade. Com muito cuidado para não colocar essa pessoa em constrangimento, o líder pode e deve direcionar perguntas para ela que não sejam complexas nem pessoais demais. Aos poucos essa pessoa vai se soltando com o grupo e isso fará diferença na vida dela.
  1. Falta de vice-liderança:Essa dificuldade posterga a possibilidade da multiplicação da célula, sem contar que sobrecarrega o líder que não tem com quem dividir as tarefas comuns. É necessário observar o comportamento dos membros durante os encontros, desafiar e orar com essa pessoa durante um tempo antes de oficializar a vice-liderança kamagra price online.
  1. A célula resiste a novas pessoas no grupo:Essa resistência nem sempre é assumida, pode se notar essa postura quando a célula não valoriza os visitantes ou nunca têm visitantes, é preciso conversar abertamente com o grupo mostrando com clareza essa realidade e desafiar a uma mudança. Leve o grupo a orar sobre isto durante um tempo estabelecido. Retome as partilhas sobre evangelismo.
  1. A célula não convida outras pessoas, nunca tem visitante:Essa dificuldade pode estar relacionada ao jeito de ser dos membros e não por desinteresse, independente da razão são necessárias ações práticas como alvos para o próximo encontro, onde cada um apresente o nome das pessoas que vão convidar, oração especifica sobre isso e não desanimar durante a campanha de crescimento estabelecida pelo grupo.
  1. Falta de crescimento espiritual dos membros:Como corpo de Cristo e família de Deus, temos responsabilidades uns para com os outros, e quando percebemos que o grupo está acomodado na vida espiritual precisamos intervir, desafiando o grupo a estudar a Palavra em um grupo de estudo da igreja, iniciar um grupo com a célula de “Raízes” ou outro material de estudo, intensificar os companheiros de fé. Jejum da célula e sem dúvida oração e busca por avivamento.
  1. Falta de estrutura para as crianças:A célula precisa olhar com muito carinho para os pequeninos e fazer um rodízio de membros para cuidar deles, buscar recursos com o supervisor. O ministério está preparado e tem recursos para isso? Negociar com as crianças o modelo do encontro delas.
  1. Membros de outras igrejas e denominações frequentando o encontro:Muitas igrejas não têm o modelo de grupo pequeno e isso tem atraído pessoas para nossa célula.  Nosso desejo é que o líder seja cuidadoso, e não motive essas pessoas ou família a permanecerem no grupo, caso a pessoa se mostre interessada em participar da célula, ela deve conversar com o seu “pastor” sobre isso e colocar em oração se esta é realmente a vontade de Deus. O objetivo da célula é alcançar pessoas para Cristo e não “pescar em aquário”.
  1. Visitantes nunca são integrados:Algumas células recebem muitos visitantes, mas eles nunca voltam. Isso é incomum e deve ser tratado com o grupo buscando mudança de estratégias com os visitantes. Pegar o telefone com ele ou a pessoa que o convidou, ligar durante a semana agradecendo pela visita e convidando para o próximo encontro, atenção redobrada na hora do lanche são procedimentos que devem mudar este quadro.
  1. Falta comunicação:A comunicação é primordial e às vezes o líder da célula pode estar com dificuldades de manter o grupo informado do próximo encontro ou de algo que está acontecendo com alguém do grupo, para isso é importante que uma pessoa com dom e condição para isso seja eleita no grupo, pode ser o vice-líder ou um secretário só para enviar os e-mails, dar telefonemas e manter o grupo atento a tudo que está acontecendo.
  1. Falta pontualidade, sempre começa atrasado:Horário é um fator muito importante na qualidade da célula, por mais que temos um modelo de encontro com descontração isso não justifica a célula começar com atraso, é necessário falar com os atrasados e pedir que eles cheguem na hora e quando precisar chegar atrasado que não distraia ou atrapalhe o andamento da reunião.
  1. Não tem horário para terminar:A célula precisa terminar no horário para que haja tempo significativo na hora da comunhão e lanche, e para que as pessoas não cheguem muito tarde à suas casas, o que pode comprometer o outro dia de trabalho, o estudo das crianças. Quando isso é respeitado, as pessoas não vão ter dificuldade de voltar e participar do próximo encontro.
  1. Resistência a multiplicação:Esse é um problema muito comum. É muito importante que os benefícios da multiplicação estejam claros no coração de cada membro da célula. Multiplicar possibilitar que outras pessoas cheguem ao grupo e a igreja, a célula para de crescer quando alcança o limite físico (tamanho das salas), quando alguns não conseguem mais participar muito das discussões e compartilhar suas necessidades. O número ideal, e que promove interação adequada é de no máximo 15 pessoas no encontro. Quando se atinge esse número de membros, o líder já deve começar a planejar a multiplicação de forma que assim que atinja 12 ou mais membros a célula seja multiplicada.
  1. Nunca tem eventos extra célula: Um churrasco, um passeio no parque, uma visita a uma instituição filantrópica ou uma pequena excursão do grupo, promove muito mais intimidade nos relacionamentos, amizade autêntica, cumplicidade, esses eventos abençoam muito a célula. É preciso cuidar para não serem seguidos (em sequência), e também para não concorrer com eventos da igreja e comunidade e que não sejam decididos somente pelo líder, sim decidido em conjunto, com todos os membros da célula.
  1. Indisciplina das crianças e inércia dos pais:Alguns pais têm dificuldades em disciplinar seus filhos e até nisso a célula pode abençoar. As crianças da célula precisam ser amadas por todos, elas são muito importantes e precisam enxergar isso nas atitudes. O líder e os membros da célula devem colocar limites nas crianças em amor e que contribua para o crescimento delas, os pais que não estão cuidando de seus filhos com responsabilidade devem ser confrontados, mas também se sentirem apoiados pelo grupo. As crianças da célula são nossas crianças e isso muda tudo no tratamento delas!
  1. Faltam casas para os encontros:Algumas pessoas têm dificuldades de receber pessoas em sua casa por ser pequena, por ser simples, etc. E o líder precisa trabalhar isso com muito carinho, pois não existe padrão estabelecido para um encontro, a célula vai à casa de todas as famílias e abençoa aquela casa. Quando a célula começa a ter dificuldades de realizar o encontro em algumas casas devido ao tamanho, ela já passou da hora de multiplicar! Entendeu??? Doze normalmente cabe.
  1. Casais em crise conjugal:Quando um casal da célula está apresentando dificuldades no relacionamento conjugal é preciso apoiá-los e participar da restauração de Deus na vida deles. Outro casal da célula pode ser desafiado pelo líder a envolver-se com eles, é muito importante que haja sigilo até que o próprio casal exponha ao grupo suas dificuldades. Podem ser convidados para um tempo de aconselhamento na Comunidade. No caso de falta de respeito um pelo outro em público eles precisam ser confrontados pelo lidere em particular. Em caso de situações constrangedoras ocorridas no momento da reunião o líder deve interrompê-los e orar com toda a célula não permitindo justificativas de nenhuma das partes no momento de conflito.
  1. Membros que abandonam a célula e não justificam:Quando um membro apresenta dificuldades com o grupo é preciso investir nele para esclarecer os fatos com a intenção de abençoar, ele deve ser procurado pelo líder ou por um membro que tenha acesso a ele para tentar envolvê-lo, lembrando que a decisão de participar da célula é dele. A Comunidade dispõe de outras células onde esse membro pode se envolver, o líder deve esclarecer o fato com a célula informando que aquele membro está participando de outra célula e que isso foi resolvido.
  1. Frequentadores da Célula que não se integram à igreja:Objetivo da Célula é levar pessoas a Cristo integrando-a no corpo de Cristo através do batismo. E também o de frequentar Missas, Grandes Células e outros compromissos cristãos. É importante ressaltar que o ministério de célula possui uma estrutura que auxilia o líder e vice-líder na resolução de dificuldades, o supervisor é a pessoa que deve ser informada sobre complicações e por sua experiência ou direcionamento da liderança maior do ministério trará a ajuda que resultara na resolução do problema.

Roteiro – Célula, pequeno grupo de relacionamento – 11/05 a 17/05

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Atenção! Confira se esta no roteiro da semana correta.  Este roteiro é para semana de 27/04 a 03/05.

=> Download da versão para Impressão ou dispositivos – ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 1105 a 1705

ROTEIRO DA REUNIÃO DE CÉLULA SEMANAL

Nome da Célula: _____________________________________________ DATA: ___/___/___

Líder: __________________________________ Auxiliar: ________________________________

Serie formativa: Ano da colheita – Crescimento nos valores

Objetivo: retomar a visão dos valores básicos de nossa comunidade e sua aplicação prática por meio dos 5 propósitos de Deus para a Igreja

Tema da Reunião: Célula, pequeno grupo de relacionamento

Encontro
  • Fraternidade: Fraternidade: Oração para Partilha do Lanche e Entrosamento.
  • Assunto: Motivar para a próxima grande célula dia 06/06.
Exaltação
  • Louvor: Eu te busco
  • Adoração: Espírito enche a minha vida.
Edificação
  • Escritura: Ef 2,13-22 / 1 Pedro 2,1-10
  • Frase para decorar: “Você é Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e nem a morte poderá vencê-la” (Mt 16,18).
  • Partilha do Líder: Célula, pequeno grupo de relacionamento

Que diferença há entre uma parede e uma pilha de tijolos?

Há algum tempo, um depósito de materiais para construção resolveu fazer seu muro com os próprios blocos de cimento que vendia, mas para não gastar outros materiais usava as pilhas de blocos soltos e assim mantinha o local cercado.

Porém, a cada nova viagem de tijolos que vendia era preciso repor outra pilha no local da anterior, senão a loja ficava desguarnecida. Isso sem dúvidas gerava alguns inconvenientes: um grande trabalho de mão de obra permanente; o muro nunca podia ser tão alto, pois a pilha se desequilibraria; os passantes podiam sempre levar algum tijolo da pilha para prejuízo do comerciante, sendo que além de perder o que fora roubado, também perdia outros que acabavam caindo por falta daquela peça.

Pois bem, nos utilizamos dessa imagem para penetrar com maior proveito na assimilação deste grande valor de comunhão que definimos como célula, pequeno grupo de relacionamento.

Leia agora: Ef 2,13-22. Não é este o primeiro texto bíblico que argumenta sobre a comunidade cristã como um edifício feito de pedras vivas. Veja também: 1 Pedro 2,1-10.

Curioso que os textos procedem respectivamente das duas principais colunas da Igreja: Paulo e Pedro. Portanto, tais afirmações não podem ser consideradas como recurso retórico, mas falam de uma verdade profunda sobre a nossa união com Cristo e uns com os outros. Essa união deve materializar-se, e por isso mesmo o Senhor Jesus fundou SUA IGREJA (cf. Mt 16,16-18) sobre os 12 apóstolos (um pequeno grupo originalmente de relacionamento), dos quais escolheu Simão (a quem chamou Cefas) como pedra visível de edificação e sustento (cf. Jo 1,42).

A comunidade cristã enraizada em Pedro é, portanto, a materialização desse edifício essencialmente espiritual, e nós, como uma comunidade católica, estamos nesta condição, reproduzindo-a na vida prática através de cada célula.

Outras imagens poderiam ser usadas para nos falar dessa verdade como o corpo humano (cf. 1 Cor 12,12-28) ou a família (cf. Ef 2,19). Ora, a comunidade cristã é tudo isto: edifício, corpo e família de Deus. A Igreja, a comunidade, não é um edifício material ou organizacional, nem mesmo um organismo humano, ainda que o consideremos espiritual, mas é a família de Deus. Sim, cada célula é uma miniatura desta família de Deus e não um mero grupo portador de uma estrutura, norma e método.

É um propósito bem definido por Jesus que tenhamos comunhão fraterna (cf. Jo 15,34-35), mas se nos determos apenas em estruturas físicas como prédios (templos), leis (normas e doutrinas) ou estratégias (programas, ministérios e planos de ação), nós não atingiremos este propósito.

Na comunidade nós temos as células como um valor inegociável, porque elas nos fazem pertencer a algo muito maior que uma organização, nos torna parte de um organismo vivo onde os membros devem relacionar-se entre si para realizarem mais que coisas, realizar pessoas segundo o sonho de Deus.

Os pequenos grupos de relacionamentos nos fazem perceber que realmente somos membros do CORPO MÍSTICO DE CRISTO e PEDRAS VIVAS de um edifício espiritual (cf. 1 Cor 12,27; 1 Pd 2,5).

Encerramos respondendo à pergunta inicial: a diferença está em que os tijolos da parede estão unidos por uma argamassa, enquanto a pilha de blocos se faz de pedras soltas. A argamassa é o amor posto em prática no relacionamento dos membros. Por esta razão o NT liga o ensino do corpo místico ao hino do amor cristão (cf. 1 Coríntios 12, 31-13 – 13,13).

Somos material trazido das trevas a preço de sangue, para nos unirmos em amor e assim vivermos a prática da comunidade cristã, que não pode parar de crescer em todas as dimensões. Isso é muito bem realizável por meio das células, que são Igreja no sentido mais original do termo e devem ver-se assim.

  • Questões
  1. Qual era o tamanho do primeiro núcleo da Igreja? Como você justifica esse formato (vantagens, finalidades etc.)? (Mc 3, 13-14).
  2. Como deve ser a nossa relação dentro das células e da comunidade como um todo? (1 Cor 12,12-31).
  3. De forma concreta, o que você precisa fazer para melhorar o relacionamento fraterno na comunidade? (1 Cor 13).
Evangelismo
  • Colheita: Falar em voz audível (os que quiserem) um proposito santo para semana.
Entrega
  • Pedidos: Rezarem por novos líderes e pela Multiplicação de sua célula.
  • Intenções (do mês, de missões, dos membros e da célula)

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Anotações do Líder
 
 

 

Roteiro – Santidade de Vida pessoal e familiar – 04/05 a 10/05

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Atenção! Confira se esta no roteiro da semana correta.  Este roteiro é para semana de 27/04 a 03/05.

=> Download da versão para Impressão ou dispositivos – ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 0405 a 1005

Serie formativa: Ano da colheita – Crescimento nos valores

Tema da Reunião: Santidade de vida pessoal e familiar

Encontro
  • Fraternidade: Fraternidade: Oração para Partilha do Lanche e Entrosamento.
  • Assunto: Perguntar sobre o que acharam da grande célula e motivar para a próxima dia 06/06.
Exaltação
  • Louvor: Hoje é tempo de Louvar a Deus
    Adoração: Que Santidade de Vida
Edificação
  • Escritura: 1 Pd 1,15 / Mt 5, 48

Frase para decorar: “…Sejam santos em tudo o que fizerem, assim como Deus, que os chamou, é santo” 

Partilha do Líder: Desde o AT percebemos o desejo divino em que sejamos somente seus, ou seja, santos (cf. Lv 11,44). A santidade deve ser uma meta em nossa vida. Ela foi estabelecida pelo Senhor Jesus (cf. Mt 5,48) e pelos apóstolos (cf. 1 Pd 1,15).

  • Não há nenhum sentido no nosso esforço pela vida comunitária ou o desprendimento de energia no apostolado se não objetivarmos com radicalidade a santidade. Este tema é tão importante que devemos assumi-la como uma constante em nossas vidas, por meio de momentos de reflexão a este respeito, com estudos sobre as virtudes, a luta contra as más tendências, os caminhos da austeridade e da verdadeira vida devota. É nisso que deve desabrochar nossa vida cristã. Santidade é o combate de toda a vida. Como Jacó, em Fanuel, somos chamados a sair das lutas vitoriosos (cf. Gn 32,23-32).

Mas o que é a santidade?

  • A santidade é muito bem traduzida na Bíblia na Linguagem de Hoje pelo termo “dedicação”. Essa dedicação tem o significado de pertença a Deus como propriedade sagrada e isso significa dizer “consagrado”. Também a dedicação evoca o sentido de uma aplicação pessoal em alguma coisa, função ou relacionamento, e nesse sentido a santidade é tudo isso se referindo ao Senhor e ao Seu Reino. Essa dedicação, porém, não se limita a ações, mas deve partir do coração e isso implica um valor de vida, o que equivale dizer que norteará tudo na existência da pessoa.
  • Por esta razão, cada líder de nossa comunidade deve abraçar seu chamado à santidade com verdadeira paixão, dedicando-se, orando, estudando, trabalhando, penitenciando-se, enfim, esforçando-se para chegar ao alvo juntamente com seus irmãos.

Essa dedicação ao Senhor deve abranger: 

  1. A santidade pessoal: para levar esse valor a efeito o discípulo deve assumi-lo de forma pessoal, ou seja, deve tê-lo em sua mente e coração enraizado com força e aplicar-se por corresponder-lhe com todo seu ser.

Essa é uma luta constante em que devemos contar com o auxílio da graça de Deus. Veja o que diz a Escritura sobre isso: 1 Ts 5,23-24;

  1. A santidade familiar: a santidade, como um valor pessoal, só pode ser realmente assimilada se compreender a sua consequência inevitável na família. Isso significa que ninguém pode ser santo sozinho, isolado.

Assim, a santidade pessoal não é um isolamento em relação aos “não-santos”, mas é um comprometimento em santificá-los e isso começa no lar (cf. 1 Cor 7,14). Este fator é tão importante que se reveste de uma força gigantesca quando uma família inteira abraça a vida cristã (cf. Ef 6,1-4; Cl 3,18-21).

Neste ponto é preciso lembrar que a iniciativa é do casal cristão, e isso também importa aos solteiros que se sentem vocacionados a formar famílias. Veja o que diz a Escritura sobre isso: 1 Ts 4,3-7.

Enfim, esse é só o começo da conversa… A santidade deve ser mais que um “slogan”, mas um programa de vida que paute os relacionamentos e ações nos âmbitos: pessoal, familiar, comunitário e social.

Encerramos essa reflexão tendo em conta o que afirmou o apóstolo Paulo em Filipenses 4,8-9. Leia com atenção.

  • Questões
  1. O que acontece ao crente que não deixa a santidade do Senhor brilhar por meio de sua vida e ministério? (Nm 20,12; 27,12-14). Qual deve ser o estilo de vida da pessoa comprometida com a santidade? (Rm 6,19c).
  2. No que consiste a santidade de vida pessoal? (Meditar um programa pessoal para a santidade). (Cada pessoa é convidada a refletir onde precisa melhorar no dia a dia)
  3. No que consiste a santidade de vida familiar? (Meditar como aplicar a santidade na vida família, como que criar um programa de santidade). (Ex.: Rezaremos juntos tais dias…)
Evangelismo
  • Colheita: Falar em voz audível os nomes daqueles que pretendemos convidar um dia para uma célula e orarmos após.
Entrega
  • Pedidos: Rezarem por novos líderes e pela Multiplicação de sua célula.
  • Intenções (do mês, de missões, dos membros e da célula)

Roteiro – O Proposito do Serviço – 27/04 a 03/05

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Atenção! Confira se esta no roteiro da semana correta.  Este roteiro é para semana de 27/04 a 03/05.

=> Download da versão para Impressão ou dispositivos –  ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 2704 a 0305

ROTEIRO DA REUNIÃO DE CÉLULA SEMANAL

Nome da Célula: _____________________________________________ DATA: ___/___/___

Líder: __________________________________ Auxiliar: ________________________________

Tema da Reunião: O propósito do Serviço / Diaconia.

Encontro
  • Fraternidade: Fraternidade: Oração para Partilha do Lanche e Entrosamento.
  • Pedidos: Rezarem por novos líderes e pela Multiplicação de sua célula.
Exaltação

 

  • Salmo: 119, 9 – 16 (NTLH)

 

  • Louvor: Cristo é minha Vida (1008) / O Espirito de Deus repousa… (496 louvemos)

 

  • Adoração: à escolha

 

Edificação

 

  • Escritura: Rm 12, 4-8

 

Partilha do Líder: “Assim como o Pai me enviou, eu também envio vocês” (Jo 20, 21).

 

  • Qual é a missão da Igreja senão dar continuidade ao ministério de Cristo!? A Igreja foi chamada por Deus para compartilhar com a humanidade os tesouros da insondável misericórdia do Senhor, manifesta em Jesus. Para tanto, Ele nos dotou com a Sua graça.
  • Se para servir carecíamos de graça (essa ajuda divina!), Cristo tratou logo de fazer Sua parte, dando-nos o Espírito sem medidas (cf. Jo 3, 34), que não permite que faltem os dons necessários para o exercício do ministério (cf. I Cor 1, 7).
  • Existem vários dons de serviço ou carismas, essas ferramentas valiosas que devem ser usadas para a edificação do corpo de Cristo (cf. I Cor 12, 4). E esses dons não teriam sentido de existirem se não tivéssemos na Igreja os ministérios, que são os campos específicos de atuação dos cristãos por meio por carismas.
  • Nosso grande serviço a Deus é um serviço à humanidade, porque no fundo Deus não tem necessidades a serem supridas nem precisa de nós! Então, quando alguém diz servir a Deus, deve ter bem claro que serve as pessoas. Já ensinava S. João: “Se alguém diz: Eu amo a Deus, mas odeia o seu irmão, é mentiroso. Pois ninguém pode amar a Deus, a quem não vê, se não amar o seu irmão, a quem vê” (I Jo 4, 20).
  • Servir as pessoas é a imitação mais básica de Cristo e a Igreja sempre esteve dotada da diakonia, ou seja, do “serviço das mesas”, que mostra o quanto a vida cristã é posta em prática quando uns socorrem aos outros com suas preces e bens materiais.
  • Atos 2, 42-47, e Atos 4, 32ss, é o retrato ideal para a vida da Igreja, o nosso horizonte a ser perseguido. Foi-se o tempo que nós cristãos ficávamos fechados em nós mesmos, em nossas crenças, práticas religiosas e etc., julgando de fora “este mundo” e nos sentindo os tais. Essa visão vem sendo superada em muitos organismos eclesiais, principalmente dentro da proposta que estamos vivendo, as células.
  • Deve haver um sincero esforço em cada um de nós por encarnar a fé em nossa vida e, por meio do testemunho de comunhão e caridade, oferecer às pessoas a oportunidade do encontro com Cristo. Não basta orar, adorar, cantar, pregar, convidar… Temos de aprender a servir, identificando as necessidades básicas de quem está mais próximo de nós, e oferecermos ajuda. Há uma frase muito interessante que merece ser refletida por nossa célula: “Procure a ferida e cure-a”.
  • O serviço é a essência de tudo, pois é o estilo de vida de Jesus (cf. Mt 20, 28). Uma comunidade em células precisa, além das celebrações (no templo) e das reuniões das pequenas comunidades (nas casas), atuar por meio dos ministérios (ou pastorais), e assim fazer brilhar a luz de Cristo sobre a vida de todas as pessoas. Leia Efésios 4, 7-12.

 

 

  • Questões
  1. Como servimos a Deus e ao próximo? Partilhemos situações em que podemos servir.
  2. Procuramos viver os mandamentos e testemunha-los? Ou criamos/alteramos mandamentos?

 

? Evangelismo

 

  • Colheita: Falar em voz audível os nomes daqueles que pretendemos convidar um dia para uma célula e orarmos após.

 

Entrega

 

  • Intenções (do mês, de missões, dos membros e da célula)

Evento: Ir avisando e motivando sobre a próxima Grande Célula dia 02/05. Lembrete: Um Casal diferente dos Líderes deverão preparar um resumo dos fatos de suas células para partilhar no dia 02/05, algo breve. Orar pelo Retiro de Líderes de Maio. (Testemunho, graças, motivações, alegrias, etc).

 

 

Roteiro – O propósito do evangelismo – 20/04 a 26/04

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Atenção! Confira se esta no roteiro da semana correta.  

Este roteiro é para semana de 20/04 a 26/04.

=> Versão para Impressão ou dispositivos – ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 2004 a 2604

Roteiro – O propósito do evangelismo – 20/04 a 26/04

Tema da Reunião: O propósito do evangelismo.

Encontro
  • Fraternidade: Fraternidade: Oração para Partilha do Lanche e Entrosamento. Acolher os visitantes e puxar conversa sobre a vida do irmão.
  • Pedidos: Rezarem por novos líderes e pela Multiplicação de sua célula.
  • Treino: Explicar os propósitos da Célula “rapidamente” antes de cada momento para os membros irem identificando.
  • Evento: Avisar da próxima Grande Célula dia 02/05. Orar pelo Retiro de Líderes de Maio
  • Lembrete: Um Casal diferente dos Líderes deverão preparar um resumo dos fatos de suas células para partilhar no dia 02/05, algo breve. (Testemunho, graças, motivações, alegrias, etc).
Exaltação
  • Salmo: Salmo 9, 11 (NTLH) / Outras: Salmo 9, 2
  • Louvor: Eu te Busco
  • Adoração: à escolha
Edificação
  • Escritura: Rm 10, 13-17

Partilha do Líder: “Eu preciso anunciar também em outras cidades… pois foi para fazer isso que Deus me enviou” (Lc 4, 43).

  • As palavras de Cristo demonstram o propósito que norteou Seu ministério. Veja o que Paulo escreveu sobre a missão de Cristo (cf. Fp 2, 6-7a). Aprendemos que para chegar à excelência do evangelismo Jesus passou por uma séria mudança em Sua condição: se esvaziou, mudou Suas companhias literalmente, fazendo-se um de nós. A nós, que também ouvimos o chamado de evangelizar (cf. I Pd 2, 9), juntamente com a graça para executar este sublime ministério de salvar pessoas, recebemos o desafio de mudar nosso jeito de ser para então sermos eficazes.
  • O evangelismo é uma questão de estilo de vida. Ou seja, é uma opção que fazemos em tornar nossa vida um Evangelho aberto para que as pessoas, no contato conosco, possam ter a possibilidade de chegarem a um encontro real com o Salvador. Evangelismo, antes de estar ligado a práticas de anúncio da Palavra como promoção de eventos, tem a ver com uma paixão ardente em salvar almas (cf. I Cor 9, 16).
  • Quem dá esta paixão pela conquista dos descrentes (alvos D) e pela restauração dos afastados (alvos A) é o Espírito de Cristo. É Ele quem abre a vida da gente para esta realidade, quem tira a timidez e a insegurança em comunicar Jesus, é Ele quem abre os caminhos para semearmos a Palavra (cf. Lc 8, 11). Assim, receba esta mensagem: você é pescador de gente e a sua célula é uma pequena barca onde estão outros pescadores (cf. Mt 4, 19). Não há desculpas, pois o “ide” de Jesus contempla a todos, quer sejamos líderes ou não, pois existe uma graça sobre você para levar pessoas a Jesus e levar Jesus às pessoas (cf. Jo 1, 35-51). E como faz o pescador de peixes? Vamos ver alguns princípios importantes:
  • O bom pescador sabe o que está pescando: você e sua célula devem saber quem são as pessoas que querem alcançar. O tipo de peixe determina o equipamento (anzol, redes) (cf. Mt 15, 24; Gl 2, 7). Conheça as pessoas de seu bairro, veja o que mais elas gostam e pelo que se interessam, pois quanto mais as conhecemos, melhor servimos;
  • Aprender a pensar como peixe: o pescador deve saber as preferências do peixe (o que ele come, que horas costuma dar mole etc.). A Bíblia chama isto de sabedoria no trato com os não-cristãos (cf. Cl 4, 5). Medite nisto: “Quanto mais tempo gastamos no ambiente cristão, menos pensamos como os descrentes”. Pra conhecer, converse, ouça, visite…;
  • Ir onde o peixe está mordendo: nem sempre o mar tá pra peixe… Nem toda pessoa está pronta para receber o Evangelho. Você tem que saber a hora certa, ou seja, “atacar” quando a pessoa se mostrar receptiva e isto se dá, sobretudo quando ela vive momentos de estresse ou de alegria. Fique atento;
  • Pegar o peixe nos termos dele: o alvo deve determinar a tática e não o pescador. O pescador não diz: “Se quiser, morde…”. O evangelista tem que estar onde as pessoas estão (cf. I Cor 9, 19-23). Capture o interesse de seus alvos, procure a ferida e cure-a. Existem necessidades na vida de todas as pessoas, basta-nos vê-las;
  • Pescar o tipo de peixe que você tem mais facilidade: André evangelizou seu irmão, Mateus seus amigos de trabalho com uma festa. A samaritana convidou pessoas a irem ver Jesus, já o cego de nascença testemunhou o que lhe aconteceu. Pedro pregava com intrepidez, Paulo com sutileza… Deus usa cada um de nós de acordo com o nosso jeito! As pessoas querem encontrar em nós cristãos pontos de semelhança com eles e não um povo esquisito, que além de tudo se acha melhor por estar em Jesus!

Questões

  1. Temos evangelizado com a nossa vida? Aproveitamos todas as oportunidades?
  2. Qual seria a melhor forma de evangelizarmos nossas famílias e as pessoas?
Evangelismo
  •  Colheita: Falar em voz audível os nomes daqueles que pretendemos convidar um dia para uma célula e orarmos após.
Entrega
  •  Intenções (do mês, de missões, dos membros e da célula)
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Anotações do Líder