Todos os post de

WebMaster Comunidade Fidelidade

O que darei ao Senhor por todos os seus benefícios – 01/03 a 07/03

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Tema: O que darei ao Senhor por todos os seus benefícios.

Salmo: Salmo 115(116),3-15 
Leitura:
 Magnificat Lc 1,46-55


Resumo: Deus gosta de presentear seus filhos e Ele o faz: a) Dando a nós Seu Filho. (Jó 3,16 b) Dando a nós seus dons. Ef 4,8 Seria impossível relatar aqui todos os bens que recebemos do Senhor. O que podemos fazer para retribuir a Deus o que Ele nos tem feito?

1-Erguerei o cálice da Salvação – vers. 4(13): Tomar o cálice da salvação significa devolver a vida que nos foi dada por Deus a Ele próprio. Fazemos isso quando aceitamos o presente de Deus, dado aos homens; Jesus Cristo, quando o aceitamos, aceitamos seu presente, quando o rejeitamos, estamos rejeitando seu presente.
Tomar o cálice da salvação, também significa entregar aos cuidados de Deus nosso tempo, nossa família, os nossos sonhos, o nosso dinheiro, os nossos projetos e tudo que pensamos que é nosso.
2-Invocando o nome do Senhor – vers.4(13): Invocar o nome do Senhor significa, colocar Deus em primeiro lugar, em nossa vida em atitude de adoração e ação de graças.
Você só pode invocar alguém, isto é, chamá-lo em seu favor, se o conhecer. Para conhecer Jesus é preciso “nascer de novo” Jó 3,3-8, isto é, ter uma vida voltada para Deus Também podemos conhecê-lo através da Bíblia e da oração.
3-Cumprirei os meus votos para com o Senhor na presença de todo o seu povo. vers. 5(14): Pagar os votos significa gratidão. Quando vamos pagar um voto é porque alcançamos o que desejamos. Com certeza você e eu temos muito a agradecer. Podemos louvar a Deus com alegria pelo muito que nos tem dado. Nós como paróquia em células estamos extremamente gratos ao Senhor, pois temos hoje 35 células em nossa comunidade, com o alvo de multiplicar 30 destas células, dando continuidade ao nosso trabalho de evangelização. Glória a Deus!
Que votos você tem em particular para pagar ao Senhor? Se não tem é preciso estipular metas, alvos, ter sonhos, e colocar tudo isto diante de Deus com confiança, na certeza que Ele não nos decepcionará e no momento certo, estaremos pagando nossos votos de gratidão ao Senhor através de nosso louvor e testemunhos.

PERGUNTAS

  1. Você tem algum motivo especial para louvar a Deus?
  2. Você está grato a Deus por sua célula ter crescido e estar pronta para a multiplicação?

O problema da ausência gera a necessidade de dobrar a fé.

Por | FORMAÇÕES, PARTILHA DO FUNDADOR

Quero partilhar refletindo a passagem onde Jesus aparece aos discípulos e que Tomé não está presente. “Acontece que Tomé, um dos discípulos, que era chamado de “o Gêmeo”, não estava com eles quando Jesus chegou.” (João 20, 24).

Pois bem, Tomé estava ausente neste precioso momento. Perceba que logo após o fato os discípulos contaram a ele o acontecimento, e este momento virou referência de como não ter fé, ou seja, um incrédulo convicto que precisou ver para crer e que não difere em nada dos incrédulos de hoje e por muitas vezes de nós mesmos.

O próprio Tomé disse um pouco antes em João 14, 5 o seguinte: “— Senhor, nós não sabemos aonde é que o senhor vai. Como podemos saber o caminho?”. Veja que Tomé já alimentava duvidas em seu coração e portanto não sabia para onde ir, e claro que ainda hoje existem pessoas que seguem a Jesus porque é moda ou não tem para onde ir e por isso decidem acompanhar a multidão. Se estes não tiverem um encontro pessoal com o Senhor, certamente duvidarão dos irmãos.

Esta ausência de Tomé narrada em (João 20.24) foi um problema real e que acontece ainda hoje em nossas comunidades. Foi tão importante que Jesus em sua sabedoria e santidade, utilizou destas duvidas e deste momento falho de Tomé para nos ensinar, pois Jesus tem esta capacidade de tirar coisas boas mesmo dos momentos complicados. Jesus permitiu que este ensinamento vivido e escrito chegasse até nós, porque se trata de uma falha na fé que faz com que muitos se percam..

Irmãos, precisamos crescer com a palavra! Observemos que a ausência de Tomé é notada pelos demais e por isso foi registrada no texto. Não podemos deixar de perceber que esta ausência se tornou maldita para Tomé, pois ela potencializou a sua incredulidade e alegações que tinha. Se ele estivesse presente isso jamais aconteceria, pois teria recebido a graça da presença de Jesus naquele momento com os irmãos e minimizado suas incredulidades.

Vamos ser claros. Existem irmãos que não participam de formações, de reuniões, de acontecimentos e atividades entre irmãos. Vão em um, faltam dois… E seguem assim. Depois querem tecer comentários e sugerir mudanças ou discordam dos demais e geralmente caem em pecado, causando sofrimentos desnecessários, desiquilíbrios na comunidade e até entre os irmãos. Se isentam desta ações se ausentando e depois não sabem o porque do sentimento de vazio e as das duvidas que os rondam. Acham que estão perdendo o chamado e que a vocação mudou.

A ausência é uma brecha, um problema. Ao contrário, a presença nos concede direitos e deveres, e esta é a razão de muitos terem “medo” de estarem presentes e fazem de certas ausências momentos oportunos para si.

Se você não estava presente na formação ou reunião, não pode duvidar de quem estava, alterar o decidido, pois quem foi é testemunha ocular com direitos, é quem sabe o acontecido, quem sabia que Jesus tinha ressuscitado eram os que estavam presentes, o que sobra para os que estão ausentes é apenas incredulidade e desconfiança.

Quem falta aos encontros, grupos, reuniões, formações, limpeza, organização, etc… pode ser usado como instrumento do mal para por em duvida a manifestação da glória e da graça de Deus acontecida naqueles momentos.

Por favor meus queridos, não sejamos faltosos e indiferentes, mas que possamos estar sempre presentes! A ausência gera mal para nossa vida espiritual e consequentemente aos irmãos. Pode perceber que uma ausência sempre acaba por gerar outra.

Aquele que não aparece justo no dia em que são dados os avisos de datas e compromissos, ou quando foi delegado as funções, até mesmo quando o grupo reunido combina uma decisão juntos, acaba faltando nas próximas atividades e claro que diz que “não sabia” ou reclama que não é “escolhido para algo”… Alegam ainda que não dá para ir, pois ficou “muito em cima”… ou ainda se arrisca e faz ao contrário do que foi combinado com todos. Nestes casos, aquela ausência gerou desconfortos, atrasos para a obra e foi usada como argumento e desculpa para mais ausências.

Está achando pesado demais? Só compararmos: na escola se faltamos recebemos uma advertência (falta) e vamos ter dificuldades para aprender, vamos ter que estudar o dobro para compensar. Quem falta ao trabalho corre o risco de perder o emprego, tem descontos… Por vezes estas atitudes se tornam uma consequência da ausência.

Na vida espiritual o preço da ausência então pode ser caro, pois põe em duvida a palavra dos demais, esgota os irmãos, gera comparações… Todos os discípulos disseram para Tomé que Jesus tinha ressuscitado e que estava presente, porém Tomé nem deu importância ao que diziam. Sinceramente, toda ausência trás algum tipo de prejuízo.

Se Tomé estivesse presente jamais ouviria do Senhor Jesus uma repreensão, para que não fosse incrédulo! Em João 11.16, lemos algo que vale a pena fazer referência e entender que Tomé era um tipo irmão “cri-cri”. Jesus diz aos discípulos que vai ver Lázaro mesmo sabendo que ele já estava a beira da morte e que poderia não chegar a tempo, mas Jesus diz que vai assim mesmo os discípulos concordaram, mas Tomé diz: ” E nós vamos morrer com lazaro é?”. Fico pensando o que Jesus deve ter sentido… Tem uns irmãos que soltam frases para derrubar…

Veja o sentimento de incredulidade, para Tomé ouvir a voz doce e suave do mestre dizendo “Se creres verás a glória de Deus” tanto faz como tanto fez, alimentando o pecado da indiferença, ele fazia o tipo relapso que não se importava com nada.  Como disse, Jesus usou destes momentos de fraqueza e pecados de Tomé para nos ensinar, permitindo que Ele se santificasse, São Tomé!.

Quantos Tomés conhecemos e que estão influenciando as nossas vidas? Eles não estão presentes mas gostam de contaminar e influenciar os que estão! Fiquem atentos e exortem os Tomés velhos pois eles fazem mal a nossa saúde espiritual. Quantas vezes somos o próprio Tomé? Nos isentamos pela ausência!? Não seja um Tomé velho e justificador de ausências…

E porque coloquei em parte no titulo “…gera a necessidade de dobrar a fé?” Porque já precisamos de uma fé fortificada para vivermos presentes nas ações que assumimos, imagine quanto de fé teremos que pedir e ter para compensarmos as ausências?

Peça ao Senhor mais Fé! Eu creio, estando presente em tudo, mais aumentai a minha fé para não faltar.

E quando a ausência for inevitável? Trabalho, doença, fatores maiores? Que eu me aproxime dos irmãos e me alimente de informações para fazer comunhão. Justifique com a verdade. Assim teremos a certeza que mesmo nestas ausências casuais não seremos mais como o incrédulo Tomé e que não estamos nos enganando.

Todos vivem uma ou mais realidades; consagrado, membro, fiel, paroquiano, líder, família, etc. Qual é a sua?

As vezes percebo que existe em nós o velho Tomé, nós precisamos expurgá-lo urgentemente.

Deus te abençoe!

Prof. Daniel Oliveira