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Comunidade de comunidades: uma nova paróquia – Doc. 100

Por | DOWNLOADS, FORMAÇÕES

Doc100-Comunidade_de_Comunidades –

2455_1_20140602110603Este documento “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia. A conversão pastoral da paróquia” apresenta as diretrizes do episcopado brasileiro para a Igreja no Brasil. Tem como objetivo iluminar o nosso ser Igreja, a sermos comunidade dos que vivem de Cristo Jesus, iluminados e guiados pela força e suavidade do Espírito Santo, acolhidos pela bondade materna do Pai.
O conteúdo do Documento é exigente e desafiador. Propõe uma verdadeira transformação da paróquia. A expressão paróquia como comunidade de comunidades “é presença eclesial no território, âmbito para a escuta da Palavra, o crescimento da vida cristã, o diálogo, o anúncio, a caridade generosa, a adoração e a celebração. Através de todas as suas atividades, a paróquia incentiva e forma os seus membros para serem agentes da evangelização. É comunidade de comunidades, santuário onde os sedentos vão beber para continuarem a caminhar, e centro de constante envio missionário”.
Uma paróquia comunidade de comunidades é dinâmica, missionária. Ela necessita de uma conversão pastoral como nos lembra o Documento de Aparecida. Novo espírito, novo ardor, novas dinâmicas, pois a sua missão é “transmitir uma herança. (…) Para transmitir a herança é preciso entregá-la pessoalmente, tocar a pessoa para quem você quer doar, transmitir essa herança”.
A conversão da paróquia em comunidade de comunidades “consiste em ampliar a formação de pequenas comunidades de discípulos convertidos pela Palavra de Deus e conscientes da urgência de viver em estado permanente de missão. Isso implica em revisar a atuação dos ministros ordenados, consagrados e leigos, superando a acomodação e o desânimo. O discípulo de Jesus Cristo percebe que a urgência da missão supõe desinstalar-se e ir ao encontro dos irmãos”.
Por meio deste Documento, que deverá ser estudado, refletido, assimilado e posto em prática, o episcopado brasileiro convoca a todos a darem sua contribuição responsável para apresentar um rosto de Igreja renovado e fiel aos ensinamentos de Jesus.

A Ressurreição de Jesus, um fato inegável!

Por | FORMAÇÕES, PARTILHA DO FUNDADOR

A ressurreição de Jesus é um fato histórico inegável. O primeiro acontecimento da manhã do Domingo de Páscoa foi a descoberta do sepulcro vazio (cf. Mc 16, 1-8). Ele foi a base de toda a ação e pregação dos Apóstolos e foi muito bem registrada por eles. São João afirma: O que vimos, ouvimos e as nossas mãos apalparam isto atestamos? (1 Jo 1,1-2).

Jesus ressuscitado apareceu a Madalena (Jo 20, 19-23); aos discípulos de Emaús (Lc 24,13-25), aos Apóstolos no Cenáculo, com Tomé ausente (Jo 20,19-23); e depois, com Tomé presente (Jo 20,24-29); no Lago de Genezaré (Jo 21,1-24); no Monte na Galiléia (Mt 28,16-20); segundo São Paulo ?apareceu a mais de 500 pessoas? (1 Cor 15,6) e a Tiago (1 Cor 15,7).

São Paulo disse: ?Porque antes de tudo, ensinei-vos o que eu mesmo tinha aprendido que Cristo morreu pelos nossos pecados […] e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e foi visto por Cefas, e depois pelos Onze; depois foi visto por mais de quinhentos irmãos duma só vez, dos quais a maioria vive ainda hoje e alguns já adormeceram; depois foi visto por Tiago e, em seguida, por todos os Apóstolos; e, por último, depois de todos foi também visto por mim como por um aborto? (1 Cor 15, 3-8).

?Deus ressuscitou esse Jesus, e disto nós todos somos testemunhas? (At 2, 32), disse São Pedro no dia de Pentecostes. Diz São Pedro no dia de Pentecostes: ?Saiba com certeza toda a Casa de Israel: Deus o constituiu Senhor (Kýrios) e Cristo, este Jesus a quem vós crucificastes? (At 2, 36). ?Cristo morreu e reviveu para ser o Senhor dos mortos e dos vivos?(Rm 14, 9). No Apocalipse, João arremata: ?Eu sou o Primeiro e o Último, o Vivente; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos, e tenho as chaves da Morte e da região dos mortos? (Ap 1, 17s).

A primeira experiência dos Apóstolos com Jesus ressuscitado foi marcante e inesquecível: ?Jesus se apresentou no meio dos Apóstolos e disse: ?A paz esteja convosco!? Tomados de espanto e temor, imaginavam ver um espírito. Mas ele disse: ?Por que estais perturbados e por que surgem tais dúvidas em vossos corações? Vede minhas mãos e meus pés: sou eu! ?Apalpai-me e entendei que um espírito não tem carne nem ossos, como estais vendo que eu tenho?. Dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. E, como, por causa da alegria, não podiam acreditar ainda e permaneciam surpresos, disse-lhes: ?Tendes o que comer?? Apresentaram-lhe um pedaço de peixe assado. Tomou-o então e comeu-o diante deles? (Lc 24, 34ss).

Aos Apóstolos amedrontados, que julgavam ver um fantasma, Jesus pede que o apalpem e verifiquem que tem carne e ossos.
Nada disto foi uma alucinação, nem miragem, nem delírio, nem mentira, e nem fraude dos Apóstolos, pois se tratava de pessoas muitos realistas que, inclusive, duvidaram a princípio da Ressurreição do Mestre. A custo se convenceram. O próprio Cristo teve que falar a Tomé:?Apalpai e vede: os fantasmas não têm carne e osso como me vedes possuir? (Lc 24,39). Os discípulos de Emaús estavam decepcionados porque ?nós esperávamos que fosse Ele quem restaurasse Israel? (Lc 24, 21).

Estes depoimentos ?de primeira hora?, concebidos e transmitidos pelos discípulos imediatos do Senhor, são argumentos suficientes para dissolver qualquer teoria que quisesse negar a ressurreição corporal de Cristo. Esta fé não surgiu ?mais tarde?, como querem alguns, na história das primeiras comunidades cristãs, mas é o resultado da missão de Cristo acompanhada dia a dia pelos Apóstolos.

Os chefes dos judeus tomaram consciência do significado da Ressurreição de Jesus, e, por isso, resolveram dissipá-la: ?Deram aos soldados uma vultosa quantia de dinheiro, recomendando: ?Dizei que os seus discípulos vieram de noite, enquanto dormíeis, e roubaram o cadáver de Jesus. Se isto chegar aos ouvidos do Governador, nós o convenceremos, e vos deixaremos sem complicação?. Eles tomaram o dinheiro e agiram de acordo com as instruções recebidas. E espalhou-se esta história entre os judeus até o dia de hoje? (Mt 28, 12-15).

E Jesus morreu de verdade, inclusive com o lado perfurado pela lança do soldado. É ridícula a teoria de que Jesus estivesse apenas adormecido na Cruz. Os Apóstolos só podiam acreditar na Ressurreição de Jesus pela evidência dos fatos, pois não estavam predispostos a admiti-la; ao contrário, haviam perdido todo ânimo quando viram o Mestre preso e condenado; também para eles a ressurreição foi um escândalo. Eles não tinham disposições psicológicas para ?inventar? a notícia da ressurreição de Jesus ou para forjar tal evento. Eles ainda estavam impregnados das concepções de um messianismo nacionalista e político, e caíram quando viram o Mestre preso e aparentemente fracassado; fugiram para não serem presos eles mesmos (Cf. Mt 26, 31s); Pedro renegou o Senhor (cf. Mt 26, 33-35). O conceito de um Deus morto e ressuscitado na carne humana era totalmente alheio à mentalidade dos judeus.

É de se notar ainda que a pregação dos Apóstolos era severamente controlada pelos judeus, de tal modo que qualquer mentira deles seria imediatamente denunciada pelos membros do Sinédrio. Se a ressurreição de Jesus, pregada pelos Apóstolos não fosse real, se fosse fraude, os judeus a teriam desmentido, mas eles nunca puderam fazer isto.

Os vinte longos séculos do Cristianismo, repletos de êxito e de glória, foram baseados na verdade da Ressurreição de Jesus. Afirmar que o Cristianismo nasceu e cresceu em cima de uma mentira e fraude seria supor um milagre ainda maior do que a própria Ressurreição do Senhor. Será que em nome de uma fantasia, de uma miragem, milhares de fiéis enfrentariam a morte diante da perseguição romana? É claro que não. Será que em nome de um mito, multidões iriam para o deserto para viver uma vida de penitência e oração? O testemunho dos Apóstolos sobre a Ressurreição de Jesus era convincente e arrastava. O edifício do Cristianismo requer uma base mais sólida do que a fraude ou a debilidade mental. Assim, é muito mais lógico crer na Ressurreição de Jesus do que explicar a potência do Cristianismo por uma fantasia de gente desonesta ou alucinada.

A Ressurreição de Jesus é ponto fundamental da fé cristã, a ponto que São Paulo pode dizer:?Se Cristo não ressuscitou, vazia é a nossa pregação; vazia também é a vossa fé… Se Cristo não ressuscitou, vazia é a vossa fé; ainda estais nos vossos pecados? (1Cor 15, 14.17).

A Ressurreição de Jesus é a base da fé; São Paulo chama Cristo ressuscitado ?o Primogênito dentre os mortos? (Cl 1, 18). A Ele, ressuscitado em primeiro lugar, seguir-se-á a ressurreição dos irmãos: ?Cada qual na sua ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, por ocasião da sua segunda vinda; a seguir, haverá o fim? (1Cor 15, 23s).

Fonte: http://formacao.cancaonova.com/espiritualidade/ressurreicao-de-jesus/

Roteiro – O propósito do Discipulado – De 13/04 a 19/04

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Atenção! Confira se esta no roteiro da semana correta.  Este roteiro é para semana de 13/04 a 19/04. Este será o novo formato.

=> Versão para Impressão ou dispositivos – ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 1304 a 1904

Roteiro – O propósito do Discipulado – De 13/04 a 19/04.

ROTEIRO DA REUNIÃO DE CÉLULA SEMANAL

Nome da Célula: _____________________________________________ DATA: ___/___/___

Líder: __________________________________ Auxiliar: ________________________________

Tema da Reunião: O propósito do discipulado

Encontro

Fraternidade: Fraternidade: Oração para Partilha do Lanche e Entrosamento. Questionar como foi a semana de todos durante lanche. Chamar cada um pelo nome e dizer o quanto é importante sua presença.

Pedidos: Rezarem por novos líderes e pela Multiplicação de sua célula.

Treino: Explicar os propósitos da Célula rapidamente antes de cada momento para os membros irem identificando.

Evento: Perguntar o que acharam da grande célula do dia 11/04 e avisar da próxima dia 02/05.

Lembrete: Um Casal diferente dos Líderes deverão preparar um resumo dos fatos de suas células para partilhar no dia 11/04, algo breve. (Testemunho, graças, motivações, alegrias, etc).

Exaltação

Salmo: à escolha.

Louvor: Cristo é Minha Vida / Porque ele Vive

Adoração: Conheço um coração

Edificação

Escritura: Ef 4, 12-14

Partilha do Líder: “Façam com que sejam meus seguidores” (Mt 28, 19).

 

  • O discipulado é o processo de educação do povo de Deus e a sua meta final é transformar cada pessoa em uma cópia do Mestre (cf. I Jo 2, 6). Quando Jesus firmou Sua comunidade (os 12), logo tratou de educar (lapidar) as pedras brutas que tinha em mãos. Ao conhecê-Lo, aqueles homens principiaram um caminho de conversão, mas evidentemente estavam longe do propósito divino naqueles primeiros anos com Jesus.
  • Exemplos: Pedro vivia dizendo e fazendo bobagens, tanto que Jesus chamou sua atenção, apelidando-o sutilmente de satanás (cf. Mt 16, 23s). Mais tarde arrancou a orelha de um guarda e negou Jesus publicamente…
  • Tiago e João oraram para que Deus ateasse fogo naqueles que não abriram a cada para a célula deles! (cf. Lc 9, 54-55). Em outra ocasião, tiveram a cara de pau de pedir a Jesus que lhes desse poder político, achando que Ele se tornaria o governador de Israel… (cf. Mc 10, 35s).
  • A educação do discípulo não se faz da noite para o dia, porque a velha natureza humana, decaída pelo pecado, não se deixa vencer facilmente. Discipulado, então, é o trabalho de ajudar um cristão a vencer os velhos hábitos da vida controlada pelo “eu”, a fim de que ele se renda ao controle de Jesus e seja dirigido por novos valores. O discipulado é um caminho de santificação e treinamento (cf. Ef 4, 23).
  • Esse trabalho interior de lapidação que Jesus faz não se dá sem a colaboração de um outro cristão e de uma comunidade. Pedro passou nas mãos de Jesus, Paulo nas de Barnabé, Apolo nas do casal Áquila e Prisca e Timóteo nas de Paulo…
  • A filosofia do discipulado é o acompanhamento pessoal, que em outras palavras, é como o relacionamento dos pais com seus filhos, porque não basta gerar pela evangelização, é preciso educar pelo discipulado. E além desse discipulado outra ferramenta de crescimento é a formação intelectual, ou seja, o estudo e o aprofundamento das verdades bíblicas. Para isto a comunidade deve promover cursos que ofereçam o sólido alimento aos discípulos para que se tornem adultos na fé (cf. Hb 5, 11s).
  • Nas células o discipulado é feito da seguinte maneira: o líder (formado por alguém) discípula seu auxiliar para que, juntos, discipulem cada membro do grupo e estes, uma vez trabalhados, levem outros ao crescimento. É o princípio de II Timóteo 2, 2, que, acrescido do estudo da Bíblia e dos documentos da Igreja, preparam todos para a vida cristã (cf. Ef 4, 12).
  • O discipulado é necessário tanto aos novos convertidos como aos cristãos mais amadurecidos, pois cada estágio da vida cristã tem seus desafios e sempre temos que estar abertos ao crescimento.
  • Finalmente, discipulado é conhecimento somado a atos, fé traduzida em obras (cf. Mt 7, 16) e não meramente aprendizado intelectual (como costumamos receber nas salas de catequese). O verdadeiro discipulado nos impele à vida de comunidade, nos torna amigos de Deus na oração, bons administradores dos dons que possuímos e servidores em tudo.

 

  • Questões
  1. Estamos com o coração desejosos em aprendermos para ensinar?
  2. Tenho me preparado para ser um bom discípulo? Desejo ser líder? Desejo Ensinar?

 

? Evangelismo

 

  • Colheita: Falar em voz audível os nomes daqueles que pretendemos convidar um dia para uma célula e orarmos após.
Entrega

 

  • Intenções (do mês, de missões, dos membros e da célula)

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Anotações do Líder

Semana Santa: um guia para vivermos a última semana de Jesus dia por dia

Por | PARTILHA DO FUNDADOR

No coração da nossa fé, pulsa o grande Mistério Pascal: a Paixão, a Morte, a Ressurreição e a Ascensão de Jesus Cristo. Toda a História da Salvação culmina nestes acontecimentos salvíficos – e se fundamenta neles. Esta é a semana em que o ministério público de Jesus chega ao ápice em seu sofrimento, morte e ressurreição.

Sugerimos que você imprima este texto e o leia todos os dias desta Semana Santa, caminhando ao lado de Jesus nos dias mais difíceis que Ele viveu nesta terra.

Alguns estudiosos negam que possamos reconstituir o dia-a-dia da última semana de Jesus devido às lacunas históricas e a episódios que não se encaixam numa cronologia perfeita. Além disso, São João propõe um cenário muito diferente (talvez como interpretação teológica) da Última Ceia e da relação entre ela e a Páscoa. A sequência de fatos que recapitulamos a seguir segue basicamente os evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas). Se considerarmos as diferenças apenas no nível do detalhe e não como diferenças de fato, é um material que pode ser de grande ajuda espiritual para todos nós.

Convidamos você, portanto, a ler esta reconstituição como um cenário provável, mas não inquestionável, da última semana de Jesus. Participe das liturgias da Semana Santa em sua paróquia, celebrando-as na comunidade da Igreja e abrindo-se à experiência renovada da realidade central da nossa fé: nosso Senhor Ressuscitado está vivo no meio de nós!

DOMINGO DE RAMOS: a Semana Santa começa com a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. Essa manhã de domingo, que se torna presente hoje em nossa vida cristã, é narrada pelos quatro evangelistas. A procissão com os ramos em mãos nos transforma em parte daquela multidão que recebe Jesus como Rei. De acordo com Marcos, 11,11, Jesus voltou naquela mesma noite para Betânia, na periferia de Jerusalém. Talvez Ele tenha ficado com seus amigos Marta, Maria e Lázaro. É uma noite em que Jesus considera os dias difíceis que o esperam pela frente.

SEGUNDA-FEIRA DA SEMANA SANTA: De acordo com Mateus 21, Marcos 11 e Lucas 19, Jesus retorna a Jerusalém neste dia e, vendo as práticas vergonhosas realizadas na área do templo, reage com zelosa indignação. O evangelho de João registra ainda que Ele repreendeu a incredulidade das multidões. Marcos, em 11,19, escreve que Jesus voltou para Betânia também nesta noite. Oremos com Jesus, tão zeloso por nos purificar.

TERÇA-FEIRA DA SEMANA SANTA: Segundo Mateus, Marcos e Lucas, Jesus retorna novamente a Jerusalém, onde é confrontado pelos dirigentes do templo quanto à Sua atitude do dia anterior. Eles questionam a autoridade de Jesus, que responde e ensina usando parábolas como a da vinha (cf. Mt 21,33-46) e a do banquete de casamento (cf. Mt 22,1). Há também o ensinamento sobre o pagamento dos impostos (cf. Mt 22,15) e a repreensão aos saduceus, que negam a ressurreição (cf. Mt 22,23). Jesus faz ainda a terrível profecia sobre a destruição de Jerusalém caso os seus habitantes não creiam nele, afirmando que não restará pedra sobre pedra (cf. Mt 24). Continuemos a rezar com Jesus e a ouvir atentamente os seus ensinamentos finais, pouco antes da Paixão.

QUARTA-FEIRA DA SEMANA SANTA: É neste dia que Judas conspira para entregar Jesus, recebendo em troca trinta moedas de prata (cf. Mt 26,14). Jesus provavelmente passou o dia em Betânia. À noite, Maria de Betânia o unge com um caro óleo perfumado. Judas objeta contra esse “desperdício”, mas Jesus o repreende e diz que Maria o ungiu para o seu sepultamento (cf. Mt 26,6). Os ímpios conspiram contra Jesus. Reforcemos a nossa oração em união com Ele.

QUINTA-FEIRA SANTA: Começa o Tríduo Pascal, os três dias que culminarão na Ressurreição de Jesus! O Cristo instrui seus discípulos a se prepararem para a Última Ceia. Durante o dia, eles fazem os preparativos (cf. Mt 26,17). Na Missa da Ceia do Senhor que celebramos em nossas paróquias, recordamos e tornamos presente hoje a Última Ceia que Jesus compartilhou com seus apóstolos. Estamos no andar superior, com Jesus e os doze, e fazemos o que eles fizeram. Por meio do ritual de lavar os pés (Jo 13, 1) de doze paroquianos, todos nós nos unimos no serviço de uns aos outros. Por meio da celebração desta primeira Missa e da instituição da Sagrada Eucaristia (Mt 26,26), unimo-nos a Jesus e recebemos o Seu Corpo e o Seu Sangue como se fosse a primeira vez. Nesta Eucaristia, damos especiais graças a Deus pelo dom do sacerdócio ministerial: foi nesta noite que Ele ordenou os seus doze apóstolos a “fazerem isto em memória de mim”. Após a Última Ceia, que foi a Primeira Missa, os apóstolos e Jesus se dirigem pelo Vale do Cedron até o Horto das Oliveiras, onde o Cristo lhes pede que orem e vigiem, enquanto Ele experimenta a sua agonia (cf. Mt 26,30). Nós também iremos em procissão, com Jesus vivo no Santíssimo Sacramento, até o altar de repouso, previamente preparado na paróquia, e que representa o Horto. A liturgia de hoje termina em silêncio. É antigo o costume de passar uma hora em adoração diante do Santíssimo Sacramento nesta noite. Permanecemos, assim, ao lado de Jesus no Horto das Oliveiras e oramos enquanto Ele enfrenta a sua terrível agonia. Perto da meia-noite, Jesus será traído por Judas. O Cristo será preso e levado para a casa do sumo sacerdote (cf. Mt 26,47).

SEXTA-FEIRA SANTA: Durante toda a noite, Jesus fica trancado no calabouço da casa do sumo sacerdote. Pela manhã, Ele é levado até a presença de Pilatos, o governador romano, que repassa o caso para o rei Herodes. Herodes o manda de volta para Pilatos, que, em algum momento no meio da manhã, cede à pressão das autoridades do templo e das multidões e condena Jesus à morte cruel por crucificação. No final da manhã, Jesus é levado pelos soldados através da cidade até a colina do Gólgota. Ali, ao meio-dia, Ele é pregado na cruz e agoniza durante cerca de três horas. Por volta das três da tarde, Jesus entrega o Espírito ao Pai e morre. Descido da cruz, é colocado apressadamente no sepulcro antes do anoitecer. Este é um dia de oração, jejum e abstinência. Sempre que possível, os cristãos são chamados a se abster do trabalho, de compromissos sociais e de entretenimento, a fim de se dedicarem à oração e à adoração em comunidade. De manhã ou ao meio-dia, muitas paróquias realizam a última via-crúcis e uma palestra espiritual sobre as sete palavras finais de Jesus. Outras paróquias oferecem a via-crúcis e as “Sete Palavras” às 3h da tarde, no momento da morte de Jesus. À tarde ou à noite, nos reunimos silenciosamente em nossas igrejas para refletir sobre a morte de Jesus na cruz e rezar pelas necessidades do mundo. Também veneramos a redenção de Cristo na cruz com um beijo sobre o crucifixo. Nossa fome, neste dia de jejum, é satisfeita com a Sagrada Comunhão, consagrada na véspera e distribuída no final desta liturgia. Refletimos também sobre os apóstolos, que podem ter se reunido com medo na noite anterior e refletido sobre tudo o que havia acontecido.

SÁBADO SANTO: O corpo de Jesus está no sepulcro, mas a sua alma, entre os mortos, anuncia o Reino dos Céus. Chega a hora em que os mortos ouvem a voz do Filho de Deus e os que a ouvem viverão (Jo 5,25). Enquanto isso, desolados com a morte de Jesus, os discípulos observam o sábado judaico imersos na tristeza. Eles se esqueceram da promessa de Jesus. Mas nós não podemos nos esquecer! Não podemos esquecer! Nesta noite, depois do pôr-do-sol, nós nos reuniremos em nossas paróquias para a Grande Vigília Pascal, durante a qual experimentaremos o Jesus ressuscitado dos mortos! Começaremos o nosso encontro na escuridão e acenderemos o fogo da Páscoa, que nos lembra que Jesus é a Luz que brilha nas trevas. Jesus é a Luz do mundo. Entraremos na igreja e ouviremos atentamente os relatos da Bíblia que descrevem a obra salvadora de Deus nos tempos passados. É então que, de repente, as luzes da igreja são acesas e é cantado o Glória jubiloso com o qual celebramos o momento da Ressurreição de Cristo! Jesus Cristo vive! Na alegria da Ressurreição, celebramos então os sacramentos do Batismo, da Confirmação e da Eucaristia para os nossos catecúmenos e para os candidatos que se prepararam durante muitas semanas até a chegada desta noite. Como Igreja, cantamos o Aleluia pela primeira vez em longos quarenta dias. Faça tudo que estiver ao seu alcance para estar presente nesta noite na Vigília Pascal e convide também os seus amigos e a sua família. A Ressurreição de Cristo é o centro da nossa fé: é o momento mais importante de toda a História da Salvação! A nossa vigília culmina em uma alegria pascal que nunca mais terá fim!

Roteiro – O propósito da Adoração – De 06/04 a 12/04

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Atenção! Confira se esta no roteiro da semana correta.  Este roteiro é para semana de 30/03 a 05/04, Semana Santa. Este será o novo formato.

=> Versão para Impressão ou dispositivos – ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 0604 a 1204

ROTEIRO DA REUNIÃO DE CÉLULA SEMANAL – 06/04 a 1204

Nome da Célula: _____________________________________________ DATA: ___/___/___

Líderes: __________________________________ Auxiliares: ________________________________

Tema da Reunião: O propósito da adoração

Encontro
  • Fraternidade: Fraternidade: Oração para Partilha do Lanche e Entrosamento. Questionar como foi a semana de todos durante lanche. Chamar cada um pelo nome e dizer o quanto é importante sua presença.
  • Pedidos: Rezarem para Nomear a Célula. (Dia 11 já anunciaremos pelo Nome!)
  • Treino: Explicar os propósitos da Célula rapidamente antes de cada momento para os membros irem identificando.
  • Evento: Lembrar que dia 11/04 será a Grande Célula e todos estão convidados a participar e ouvir os testemunhos das células.
  • Lembrete: Cada casal de Lideres deverá preparar um resumo dos fatos de suas células para partilhar no dia 11/04, algo breve. (Testemunho, graças, motivações, alegrias, etc).
Exaltação
  • Salmo: Salmo 29 (NTLH) / 28 (Outras)
  • Louvor: Eu te Busco.
  • Adoração: 715 – Podes Reinar
Edificação
  • Escritura: Jo 4, 23-24

Partilha do Líder: Nascemos para adorar a Deus

  • O propósito maior das nossas vidas é adorar a Deus (cf. Mc 12, 30). Fomos planejados para agradar a Deus e Ele, que nos pensou e modelou na barriga de nossas mães (cf. Ef 1, 4; Sl 139, 13), teve um enorme prazer com o nosso nascimento, pois sempre quis que estivéssemos ao Seu lado.
  • Se pensarmos bem no que Deus é, chegaremos à conclusão de que Ele não precisa de nós, mas mesmo assim, Ele nos desejou, como um pai que intencionalmente gera um filho para envolvê-lo de ternura (cf. Sl 103, 13).
  • Nascemos para adorar: este é o propósito de nossas vidas e da Igreja. Quando entendemos isto, além de sermos curados do sentimento de insignificância, alegramos a Deus. Em João 4, 23, é dito que o Pai se compraz na adoração de Seus filhos e não de quaisquer pessoas que, movidas por costumes religiosos, se comportam como escravos ajoelhados que queimam incensos e ofertam sacrifícios diante de um altar dedicado a Ele (isto às vezes faz parte do contexto de adoração bíblica, mas não é a essência da adoração). O NT ensinou que a adoração não está presa a lugares sagrados (cf. Jo 4, 20), nem a templos religiosos, pequenos ou grandes, ornados com ouro e prata, madeira ou gesso (cf. At 17, 24).
  • Biblicamente falando, adoração é o ato de agradar a Deus, ou seja, fazê-Lo sentir-se bem, dar-Lhe prazer e gozo. Geralmente fazemos isto a pessoas que amamos; o Salmo 146, 11, diz que agradamos a Deus quando esperamos nEle. Assim, adoração é qualquer atitude amorosa que temos em relação ao Senhor. Adorar, não é essencialmente entoar músicas suaves nas reuniões de célula, nem tem a ver com melodias e estilos, pois, no fundo, Deus gosta de todas as músicas, desde que encontre nelas o nosso coração. A adoração (ou liturgia = serviço público de adoração), se não estiver repleta de intenções de amor, não passa de um rito vazio e estéril, um louvor da boca pra fora (cf. Is 1, 11s; 29, 13).
  • Se existe motivação interior de agradar a Deus, até mesmo com o lanche que servimos na reunião de célula e a oferta em dinheiro que fazemos no grupo Parusia, estamos adorando a Deus (cf. II Cor 9, 11-13).
  • Quando a célula valoriza a adoração, os alvos são atraídos de forma sobrenatural, sem muito esforço de nossa parte. A célula pode ser expert em quebra-gelo, evangelismo, música e ministração da Palavra, mas, se lhe faltar a intensidade de adoração (primeiro na vida dos membros e depois na sua expressão de amor durante as reuniões), jamais cumprirá seu propósito de multiplicação, pois, o sucesso depende da atitude adoradora. Jesus disse: “Quando eu for levantado da terra, atrairei todos a mim” (Jo 12, 32). Quando O levantamos na adoração, Ele nos honra com bênçãos. Quando a célula adora, seus nossos alvos visitam-na e são impactados pela presença divina (cf. I Cor 14, 25-26).
  • Questões
  1. Tiramos alguns minutos para adorar a Deus em meus dias? Como posso melhorar essa relação?
  2. Consigo adorar a Deus nas pequenas coisas, nas ações, nas pessoas, na comunidade?
? Evangelismo
  • Colheita: Falar em voz audível os nomes daqueles que pretendemos convidar um dia para uma célula
Entrega

 

  • Intenções (do mês, de missões, dos membros e da célula)

 

Anotações do Líder

 

Roteiro – A Paixão de Cristo – Semana Santa – De 30/03 a 05/04

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Atenção! Confira se esta no roteiro da semana correta.  Este roteiro é para semana de 30/03 a 05/04, Semana Santa. Este será o novo formato.

=> Versão para Impressão ou dispositivos – ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – SEMANA SANTA

ROTEIRO DA REUNIÃO DE CÉLULA SEMANAL – Semana Santa

Nome da Célula: _____________________________________________ DATA: ___/___/___

Líder: __________________________________ Auxiliar: ________________________________

Tema da Reunião: A PAIXÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO – ÁPICE DE NOSSA FÉ

Encontro
  • Fraternidade: Oração para Partilha do Lanche (Lembrem-se que estamos em semana de Jejum). Questionar como foi a semana de todos durante lanche. Chamar cada um pelo nome e dizer o quanto é importante sua presença.
  • Pedidos: Rezarem para Nomear a Célula e participarem de todas as celebrações da Semana Santa no templo.
  • Treino: Explicar os propósitos da Célula rapidamente antes de cada momento para os membros irem identificando.
  • Evento: Lembrar que dia 11/04 será a Grande Célula e todos estão convidados a participar e ouvir os testemunhos das células.
  • Lembrete: Cada casal de Lideres deverá preparar um resumo dos fatos de suas células para partilhar no dia 11/04, algo breve. (Testemunho, graças, motivações, alegrias, etc).
Exaltação https://avigeneric.com/cialis-without-prescription/
  • Salmo: Salmo 31 (NTLH) / 30 outras
  • Cântico Entrega:  
  • Cântico de Adoração:  
N Edificação
  • Escritura: (Hb 4,14-16; 5,7-9)

Partilha do Líder: A Obediência em plenitude

Jesus somente está junto a Deus por ter exercido a solidariedade entre as pessoas que estavam junto a ele na caminhada. Nele podemos manter a fé porque os seus passos são direcionados para aqueles que precisam urgentemente de gestos de solidariedade e de fraternidade. Nele não há insensibilidade à fraqueza. Ao contrário, é a partir da fraqueza que ele se faz forte. O auxílio oportuno somente se manifesta quando temos condições de nos juntar aos pobres e fracos deste mundo.

A obediência encontra em Jesus a plenitude (Hb 5,7-9). Ele mesmo se torna exemplo que deve ser seguido e imitado. Uma obediência que produz frutos não para ele mesmo, mas para todos quantos lhe obedecem. Para esses, ele se torna “fonte de salvação”. Ao ser solidário com a humanidade até a ponto de enfrentar a morte, Jesus pode ser chamado ao mesmo tempo de Filho de Deus e sacerdote de Melquisedeque. Desde que Cristo se assentou no trono de Deus, já não há perigo para os crentes se aproximarem dele (cf. Is 6,1-6; Ex 19,21), visto que se converteu em “trono da graça” (Hb 4,16), pois Cristo se apresenta como nosso irmão, conhece por experiência (Hb 4,15) nossa situação de debilidade e está presente solidariamente para nos socorrer.

Deve-se salientar que o autor de Hebreus, ao falar do sumo sacerdote, abre mão do aspecto de autoridade (Hb 3,1-6) para insistir unicamente no aspecto da solidariedade. Cristo se mostrou solidário à humanidade ao adotar uma atitude de humildade. Hebreus 5 descreve de forma bastante precisa o caminho de humildade e de solidariedade que conduziu Cristo ao sacerdócio. Trata-se de uma evocação impressionante da paixão de Cristo, que nos faz pensar particularmente em sua oração no Getsêmani (Mt 26,36-44). Vemos como Cristo compartilhou até o fim nossa condição humana, com tudo o que ela supõe de miséria e de sofrimento. Diante da angústia de uma morte iminente, ele reza, grita e chora. Ao ser compassivo com os fracos (Hb 5,2), sua situação corresponde àquela que todo sumo sacerdote precisa aceitar para ser capaz de verdadeira compaixão.

  • Questões
  1. Estamos atentos ao que Deus realizou para humanidade em Jesus Cristo?
  2. Compreendemos que a Semana Santa e a páscoa da ressurreição é o ápice de nossa fé ?
  3. Somos obedientes? Em todos os sentidos.
Evangelismo

 

Colheita: Orar por uma pessoa de nosso Oikós (casa/relacionamentos) que pretendemos chamar.

Entrega e Intenções (do mês, de missões, dos membros e da célula)

 

Anotações do Líder

 

Roteiro – O propósito da comunhão – De 23/03 a 29/03

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Atenção! Confira se esta no roteiro da semana correta

Este roteiro é para semana de 23/03 a 29/03. Este será o novo formato.

ROTEIRO DA REUNIÃO DE CÉLULA SEMANAL

Nome da Célula: ___________________________

DATA: ___/___/___

Líderes: __________________________________

Auxiliares: ________________________________

Tema da Reunião: O propósito da comunhão

Encontro
  • Fraternidade: Oração para Partilha do Lanche e Entrosamento. Questionar como foi a semana de todos durante lanche. Chamar cada um pelo nome e dizer o quanto é importante sua presença.
  • Pedidos: Rezarem para Nomear a Célula.
  • Treino: Explicar os propósitos da Célula rapidamente antes de cada momento para os membros irem identificando.
  • Evento: Lembrar que dia 11/04 será a Grande Célula e todos estão convidados a participar e ouvir os testemunhos das células.
  • Lembrete: Cada casal de Lideres deverá preparar um resumo dos fatos de suas células para partilhar no dia 11/04, algo breve. (Testemunho, graças, motivações, alegrias, etc).
Exaltação

Salmo: à escolha

Louvor e Adoração

Sugestão de Musicas: Dois ou Três – Cifra Aqui        /      Eu te Busco… Cifra Aqui  

Edificação – Ensino

 Escritura: At 2, 42-47

Partilha do Líder: Koinonia, o que é isso?

  • A sociedade é marcada por um cruel individualismo, onde cada pessoa é dona de si e não pode expressar suas necessidades. É a época da auto-suficiência (“eu não preciso de ninguém” ou “só preciso de alguns”). Tal atitude é motivada pelo desejo egoísta que o pecado deixou em nós, que nos leva a pensar que não devemos depender de ninguém nem ter responsabilidades por outros. Este é o pecado de Caim (cf. Gn 4, 9).
  • Nos relacionamentos existe a mentalidade do descartável, onde a pessoa não é amada, mas apenas valorizada por um tempo, enquanto tiver utilidade. É um jogo de interesses, onde não se criam vínculos reais, pois tudo é “até que…”, inclusive namoros, casamentos etc.
  • Só que a Igreja foi posta no mundo justamente para profetizar o contrário. Ela deve ser família (cf. Mt 23, 8; Ef 2, 19), onde um dependa do outro, como os órgãos no corpo humano (cf. I Cor 12, 12ss). Os primeiros cristãos praticavam esta comunhão (cf. At 2, 42). Era algo natural no cotidiano deles, pois tinham claro dentro de si que foram chamados para isto.
  • Ninguém ama o que não conhece. Isto é a mais pura verdade. Mas para ‘conhecer’ é preciso dedicar tempo e não se contentar em saber o nome da pessoa ou cumprimentá-la de vez em quando. A comunhão é intencional, deve ser desejada. Comunhão é tomar consciência que preciso mudar meu jeito de ser, sair do isolamento, abrir minha agenda e minha casa para meus amigos e irmãos de comunidade, promover atividades de interação entre nós, visitar com freqüência os outros; é comer juntos, dialogar e estar próximos de verdade como família.
  • Koinonia é partir o pão, ou seja, abrir a vida para estar com o outro; é dedicar um tempo semanal de convivência, partilhar os próprios bens, é socorrer nas necessidades e estar perto nas horas difíceis; é usar o telefone e o e-mail para edificar e também nunca esconder as próprias dificuldades e dores, pedindo ajuda quando preciso…
  • Esta unidade cristã não cai do céu, mas é conquistada quando a gente se reeduca com novos hábitos: não recusar uma conversa, dar atenção enquanto ouve, acolher sempre com sorriso no rosto, perguntar como o outro está e ouvir a resposta com vontade de se envolver e não apenas dizer é “assim mesmo” ou “Deus te abençoe”. A comunhão é chegar ao ponto de ter os mesmos sentimentos e propósitos, o mesmo modo de agir e ser um grupo forte, onde um confia no outro, onde um expressa com prazer para o outro que precisa dele para ser feliz, sendo de Deus.

 Questões para reflexão.

  1. Como está meu relacionamentos com os irmãos? (Família, comunidade, célula, desconhecidos?)
  2. Consigo tratar bem a todos sem fazer distinção ou interesses
Evangelismo

 Colheita: Orar pela multiplicação, pelos que gostaríamos que participassem de nossa célula

Entrega

 Intenções (do mês, de missões, dos membros e da célula)

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Anotações do Líder