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WebMaster Comunidade Fidelidade

A amoreira caiu! Uma reflexão em parábola.

Por | PARTILHA DO FUNDADOR

Uma reflexão sobre a nossa amoreira.

Ela sempre esteve lá, desde o início, aguentou muita coisa, passou pelas construções. Foram 11 anos juntos com a comunidade. Ela nos viu chegar e construir em sua volta, mais ela já tinha muitos mais anos de vida.
Dava até bons frutos, alimentava, era útil, sombreava nossos encontros e fraternidades. Era as vezes seca, por algumas vezes foi podada, aceitou a poda e se tornou muito mais bela e frutuosa. Mais para nossa surpresa ela ficou podre por dentro, oca, foi consumida por parasitas e não aguentou mais uma, caiu!
Mas na sua queda nos deixou algo a refletir: “Portanto, quem pensa estar de pé veja que não caia.” I Cor 10, 12.

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Vida fraterna em Comunidade.

Por | PARTILHA DO FUNDADOR

Formação para a vida fraterna no dia de hoje.

… Depois da dimensão espiritual, o segundo elemento fundamental e inegociável para a formação é a vida fraterna em comunidade. A exigência é passar da vida em comum à comunhão de vida, a maneira de vivenciá-la muda de acordo com o carisma, podem ser secundários os modelos sociológicos de comunidade religiosa, as formas de organização e os ritmos comunitários, contudo o essencial permanece: uma vida fraterna em comunidade que mostra ao mundo em que consiste o amor cristão: uma vida fraterna em comunidade que chega a ser uma verdadeira família unida em Cristo, onde cada um manifesta ao outro o que está precisando e onde todos podem alcançar o pleno amadurecimento humano, cristão e religioso.

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Salão São João Paulo II. Um lugar de Oração!

Por | SALÃO JOÃO PAULO II

O  Salão João São João Paulo II foi construído para encontros de oração e para realizarmos eventos de grande porte da Comunidade Fidelidade e para grupos que precisarem.

Estamos concluindo sua construção para acolher melhor o Povo de Deus. Nosso Salão possui 300 M2 podendo acolher até 400 pessoas.

Salão São João Paulo II! Um espaço de encontro para o Povo de Deus.

Sede da Comunidade Católica Fidelidade

Casa São Bento e Salão São João Paulo II

Rua Giuseppe Venturini, 180 – Frente – Bairro Batistini – São Bernardo do Campo – São Paulo – Cep.: 09842-005

Rua ao Lado direito da Acrilex – Rua sem Saída.

Veja o mapa de como chegar!

Vindo do Centro pela Anchieta e saída na Servidei Demarchi

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Vindo Pela Imigrantes

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Vindo Pelo Rodoanel

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Dicas:

Vindo do Centro de São Bernardo após passar Restaurante Florestal será a Segunda rua à Direita.

Vindo pela Imigrantes ao passar em frente a Empresa ACRILEX continuar por mais 300 Metros e fazer primeiro retorno à Esquerda, pegar pista novamente e será a Segunda rua à Direita.

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São Filipe Néri! O Santo da Alegria!

Por | SANTOS DA IGREJA

Morte 26 de maio de 1595 / Beatificação 1614 por Papa Paulo V / Canonização 1622 por Papa Gregório XV / Festa litúrgica 26 de maio

Na Cidade Eterna, avançava para seu final a noite calma e silenciosa. Após mais uma jornada na qual conduzira com valor a Barca de Pedro, o Sumo Pontífice descansava por algumas horas, para retomar seu posto aos primeiros clarões da aurora.

Nem todos, porém, repousavam naquela madrugada de 1544. A célebre Via Ápia, outrora palmilhada nessas horas pelos vigias de César e por cristãos que procuravam refúgio nas catacumbas, presenciava agora os passos de um humilde fiel chamado Filipe Néri, então com 29 anos de idade. Percorreu pouco mais de três quilômetros até a ponta da escadaria da Catacumba de São Sebastião, seu local predileto de oração e recolhimento.

O “pentecostes” de São Filipe

A Santa Igreja atravessava as conturbações religiosas do século XVI. Preparavam-se em Trento as seções do grande Concílio e o mundo cristão vivia uma encruzilhada histórica, de desfecho pouco previsível. Posto nessa situação, Filipe erguia do fundo daquelas úmidas e escuras galerias uma prece que se confundia com o clamor dos mártires: “Enviai, Senhor, o vosso Espírito, e renovareis a face da Terra”.

Enquanto rezava, sentiu seu coração encher-se “de grande e inusitada alegria, uma alegria feita de amor divino, mais forte e veemente que qualquer outra sentida antes”.1 Uma bola de fogo – símbolo do Espírito Santo – refulgiu diante dele, entrou por sua boca e pousou em seu coração. Num instante, viu-se tomado de excepcional amor e entusiasmo pelas coisas divinas, bem como de uma capacidade incomum de comunicá-los. Sua constituição física, não podendo conter o ímpeto da ação sobrenatural, modelou-se milagrosamente a ela: o coração aumentou de tamanho e buscou lugar entre a quarta e a quinta costelas, as quais se arquearam docilmente para darlhe um maior espaço.

Esse episódio miraculoso, ocorrido na vigília de Pentecostes, passaria para a História como “o pentecostes de São Filipe Néri”. E os frutos de tamanho prodígio não se fizeram esperar: “É assim que esse homem, admirável pela doçura, a persuasão e o fogo da caridade, começou essa santa renovação social pela qual regenerará os povos da Itália; sublime obra de humildade, paciência e devotamento, que ele realizou antes de morrer, e sua congregação continuou depois tão gloriosamente”.2

Peculiar vocação

Filipe Romolo Néri nasceu num bairro popular de Florença, a 22 de julho de 1515. Aos 18 anos, seu pai, Francesco Néri, o enviou à casa de um tio, em San Germano, a fim de aprender o ofício de comerciante. Da bela cidade onde nascera, que deixava para sempre, haveria de conservar como um tesouro a formação religiosa recebida dos dominicanos do Convento de São Marcos: “Tudo quanto tenho de bom, recebi dos padres de São Marcos”,3 repetirá ao longo da vida.

Sua vocação, porém, não era mercantil. Desapontado com as perspectivas de um lucro que hoje se conquista e amanhã se perde, ele se interessava muito mais por acumular tesouros no Céu, “onde não os consomem a traça nem a ferrugem, e os ladrões não furtam nem roubam” (Mt 6, 20). Partiu para Roma no ano seguinte, abandonando o tio e os negócios.

O problema de uma vocação “oficial” não se pôs para este jovem, já decidido a entregar-se a Deus. Não quis ser padre, nesse então, nem ir para um convento, nem integrar qualquer instituição eclesial da época. Entretanto, dificilmente encontraremos entre o clero, nos claustros ou confrarias daquele século, pessoa mais devota do que ele. Desde sua juventude, Filipe teve a característica de escapar dos esquemas habituais, para mostrar que a única regra perfeita em si mesma é a caridade, e nenhuma disciplina tem valor quando se afasta da obediência a Jesus Cristo.

Com efeito, levava no mundo uma vida espiritual admirável! Tendo recebido asilo na casa de um nobre florentino, estabelecido na Cidade Eterna, ali passou vários anos em isolamento, oração e severa penitência. Frequentava com avidez a Roma Antiga, deixando-se ficar longas horas em oração nos sagrados lugares. Alguns anos mais tarde, sentiuse atraído a estudar Filosofia e Teologia, e os mestres da Sapienza e do Studium agostiniano se assombraram perante o voo intelectual desse homem que vivia como um mendigo.

Tais anos de estudo foram altamente fecundos, a ponto de lhe valerem para o resto da vida e daremlhe a justificada fama de possuir uma sabedoria em nada inferior à dos maiores teólogos que essa época conheceu. São Tomás de Aquino será para sempre seu mestre; a Suma Teológica, seu livro de cabeceira.

Difundia a alegria da santidade

Em pouco tempo, por toda a Urbe, comentava-se a santidade desse peregrino de vida edificante. Solidificado na virtude, pelo longo período de recolhimento, ele sentiu ter chegado a hora de iniciar sua obra evangelizadora. Para isso, escolheu as regiões mais pobres e “em todos os bairros, mesmo nos de pior fama, pregava ao ar livre a ouvintes benévolos e obtinha conversões extraordinárias. Sua fórmula para interpelar um pecador consistia em pousar a mão em seu ombro, no lugar onde o encontrasse, e dizer: “Vamos ver, irmão, é hoje que nos decidimos a comportar-nos bem?”.

Dotado de grande atrativo pessoal, Filipe Néri difundia ao seu redor a alegria da santidade, perto da qual a satisfação efêmera do pecado não passa de grotesca caricatura. Todos queriam estar perto dele e receber o transbordamento de seu amor a Deus. Os jovens se comprimiam ao seu redor, para ouvi-lo falar das coisas do Céu e brincarem juntos, em ruidosa algazarra. A um adulto ranzinza que reclamava do barulho, respondeu com um só argumento: “Eles não cometem nenhum pecado!”.6 Com efeito, no inovador método de evangelização desse apóstolo leigo, tudo era permitido, menos o pecado e a tristeza.

Assim era a amizade desses santos…

Lançando-se num incansável apostolado junto aos leitos dos doentes, Filipe livrou do desespero e conduziu à morte santa muitos moribundos. No ano de 1548 fundou, juntamente com seu confessor, Persiano Rosa, a Confraria da Santíssima Trindade, destinada a atender os enfermos e peregrinos.

Santo Inácio de Loyola percebia o valor de Filipe e fez-lhe reiterados convites para ingressar na Companhia de Jesus, mas este preferiu continuar na condição de pietoso lazzarone (piedoso mendigo).

Admirado pela legião de pessoas que, movidas por suas palavras, abraçavam a vida consagrada, Santo Inácio o cognominou de “o Sino”, dando a seguinte explicação: “Assim como um sino de paróquia, que chama todo mundo para a igreja e permanece no seu lugar, este homem apostólico faz os outros entrarem na vida religiosa e permanece de fora”.7 Em contrapartida, Filipe – que se sentia chamado para suscitar religiosos, mas não para ser um deles – manifestava grande entusiasmo pelo convertido de Manresa; chegou a afirmar que nunca contemplava sua fisionomia sem vê-lo resplandecente como um Anjo de luz.
Assim era a amizade de tais santos!

“Roma será a tua Índia”

Mas se o fundador dos jesuítas não conseguiu atraí-lo para a Companhia, seu filho espiritual, Francisco Xavier, despertou no pietoso lazzarone imenso desejo de partir para a Índia, a fim de conquistar maior número de almas para Cristo.

As cartas do Apóstolo do Oriente estavam na ordem do dia, nos ambientes eclesiásticos romanos. Filipe reunira em torno de si um núcleo de discípulos mais próximos para auxiliá-lo no apostolado – os futuros sacerdotes da Congregação do Oratório, que ele fundaria em 1575 -, com os quais comentava as narrativas vindas da Índia, lamentando-se: “Que lástima existirem tão poucos operários para recolher semelhante colheita! Por que não vamos também nós ajudá-los?”.8

Em insistente oração, eles imploravam luzes sobrenaturais para decidir sobre a viagem. A resposta veio pela palavra do abade cisterciense de Tre Fontane, a quem São Filipe consultara: “Roma será a tua Índia”.9 Compreendeu nosso Santo que sua vocação era ser missionário na Cidade Eterna, onde o aguardavam sofrimentos, fadigas e sacrifícios, como talvez nem na Índia encontraria.

A peregrinação das sete igrejas

Em 23 de maio de 1551, recebeu a ordenação sacerdotal. Contava 36 anos, e agora executaria, como ministro do Senhor, os trabalhos de sua vinha. No exercício do ministério sacerdotal, aos discípulos pobres se juntariam nobres, burgueses, artistas e cardeais. Qual o principal método de atuação escolhido por São Filipe para atraí-los? A originalíssima “peregrinação às sete igrejas”.

O programa da “peregrinação” começava na Basílica de São Pedro, onde, após a leitura espiritual, fazia-se uma exposição doutrinária. Os participantes meditavam, comentavam, e Padre Filipe tirava a conclusão. Em seguida, todos se levantavam e se dirigiam para a Basílica de São Paulo, cantando hinos e salmos em compenetrada devoção. Ali chegando, ouviam uma nova conferência sobre a História da Igreja, a vida dos santos ou a Bíblia. E assim prosseguiam até o meio dia, quando assistiam à Missa e comungavam na Igreja de São Sebastião ou na de Santo Estêvão.

Em seguida, servia-se uma refeição nos jardins da redondeza, sempre animada pela contagiante alegria de São Filipe. A “peregrinação” recomeçava com novo cortejo musical, passando por outros templos veneráveis. O número de conversões ultrapassava todas as expectativas.

Membros de importantes famílias, como a dos Médici e a dos Borromeu, estiveram, lado a lado, com crianças órfãs e humildes artesãos nesse exercício que, por seu fervor, censurava os cristãos tíbios e ao mesmo tempo os conclamava. Poderemos contar até mil pessoas peregrinando juntas num mesmo dia, entre elas quatro futuros papas – Gregório XIII, Gregório XIV, Clemente VIII e Leão XI – e o genial compositor Giovanni Pierluigi da Palestrina. São Filipe, porém, dava pouca importância aos cargos e talentos, se discernia nas almas a fealdade do pecado. Ele cumpria sua missão de purificá-las e torná-las humildes, quaisquer que fossem.

Ao cair da tarde, findava a meditação na Basílica de Santa Maria Maior, todos voltavam para casa carregados de bons propósitos e, o que é mais importante, com força para cumpri-los.

Santas peripécias

Entre os historiadores que retrataram a figura deste insigne Santo, alguns o descreveram com traços inexatos, como se ele fosse um comediante, interessado apenas em despertar o riso com seus ditos jocosos. Na verdade, a alegria deste varão sobrenatural provinha de sua união com Deus, do sentir em seu interior a presença consoladora do Espírito Santo e poder comunicá-la ao mundo. Melhor que ninguém, conhecia a imensa riqueza que significa a posse do estado de graça, bem preciosíssimo, em comparação com o qual nada tem valor. A consideração dos mistérios divinos o cumulava de imensa felicidade, e desta brotava a peculiaridade de sua atividade evangelizadora.

Seus métodos pitorescos e cheios de vivacidade, ele os empregava com muito critério e na hora certa, sempre visando extirpar ou ridicularizar o erro, conduzir à virtude e, por vezes, ocultar sua santidade ou seus dons sobrenaturais. Assim, por exemplo, se um penitente omitia na confissão algum pecado, ele dizia: “Falta tal pecado”. Mas se alguém lhe perguntasse: “Como sabes que cometi também esse pecado?”, sua resposta seria: “Pela cor do teu cabelo!”.10 Evitava assim revelar o dom de discernimento dos espíritos com o qual a Providência o dotara.

Filipe obtinha de Deus o favor de muitos milagres, que o povo não deixava de relacionar com a eficácia de suas preces. Para evitar isso, ele arranjou uma grande bolsa, onde afirmava estarem preciosas relíquias. Tocava os enfermos com ela, e quando algum se curava, atribuía o fato ao poder das relíquias. Esse argumento convenceu a muitos, até o dia em que se fez uma grande descoberta: a sacola estava vazia!

Em certa ocasião, dois padres do Oratório tiveram um sério desentendimento e não queriam se reconciliar. Filipe chamou-os à sua presença e, em nome da santa obediência, mandou cada um deles cantar e dançar uma música folclórica para o outro. Com esse inusitado espetáculo, operou-se a reconciliação.

Numa “peregrinação às sete igrejas”, São Filipe notou a presença de certa dama da nobreza que ostentava um aparatoso vestido, joias e imenso penteado. Percebendo não estar a senhora tão preocupada com as coisas de Deus quanto com sua aparência pessoal, o Santo pendurou- lhe no nariz seus próprios óculos. O público estalou em sonoras risadas. Ela entendeu a lição e terminou com devoto recolhimento o exercício começado com frivolidade.

Poderíamos multiplicar indefinidamente o relato de episódios como estes, todos surpreendentes, cheios de candura e de presença de espírito.

“Eis a Fonte de toda a minha alegria!”

São Filipe Néri deixou este mundo aos 80 anos. Segundo o Cardeal Angelo Bagnasco, viveu numa época na qual “a Igreja conheceu um inaudito florescimento – seria melhor dizer uma ‘verdadeira concentração’- de santos e santas que, por número e qualidade, dificilmente se encontra na História da Igreja”.11 Nesse contexto, seu papel não foi pequeno.

Seu amor à Santa Igreja, sua entranhada devoção à Santa Missa e à Santíssima Virgem, somados à disposição de servir o próximo, produziram copiosos frutos. Sofreu o inenarrável por causa de uma frágil saúde, perseguições e invejas, sem por isso perder o sorriso, quase sempre mantido com heroísmo. No dia de sua morte, 26 de maio de 1595, ele ainda celebrou Missa, atendeu várias confissões e manteve com os padres do Oratório umas últimas horas de convívio. Ao receber o Viático, pronunciou estas palavras, resumitivas de sua existência: “Eis a Fonte de toda a minha alegria!”.12

A Congregação por ele fundada, inovadora sob muitos aspectos, assumiu a missão de continuar sua obra baseada na caridade, isenta de rígidas normas que poderiam cercear uma atividade evangelizadora a ser exercida no meio do mundo, em benefício das almas imersas nas preocupações mundanas.

Conservam-se ainda hoje, como eloquentes testemunhas da “pentecostes de São Filipe, suas duas costelas arqueadas: uma no Oratório de Roma e a outra no de Nápoles. Essas preciosas relíquias parecem proclamar a seus filhos espirituais e a todas as almas chamadas à atividade apostólica: “Os homens que deixam seu coração moldar-se pela ação do Espírito Santo são os que verdadeiramente colaboram para renovar a face da Terra”. (Revista Arautos do Evangelho, Maio/2010, n. 101, p. 34 à 37)

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Confira o Filme completo On Line:

Parte I

Parte II

Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo dos céus.

Por | CANAIS FIDELIDADE, PARTILHA DO FUNDADOR

1. Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo dos céus: 2.tempo para nascer, e tempo para morrer; tempo para plantar, e tempo para arrancar o que foi plantado; 3.tempo para matar, e tempo para sarar; tempo para demolir, e tempo para construir; 4.tempo para chorar, e tempo para rir; tempo para gemer, e tempo para dançar; 5.tempo para atirar pedras, e tempo para ajuntá-las; tempo para dar abraços, e tempo para apartar-se. 6.Tempo para procurar, e tempo para perder; tempo para guardar, e tempo para jogar fora; 7.tempo para rasgar, e tempo para costurar; tempo para calar, e tempo para falar; 8.tempo para amar, e tempo para odiar; tempo para a guerra, e tempo para a paz. 9.Que proveito tira o trabalhador de sua obra? Ecle 3 Veja mais

Harmonia conjugal e sexual do casal cristão! Formação.

Por | FORMAÇÕES

Ontem nós meditamos sobre as ameaças que pairam sobre esta instituição sagrada que é a família e sabemos que se a família é ameaçada, toda a humanidade está ameaçada. Em 1994 houve uma conferência na China sobre a mulher, que foi patrocinada pela ONU e o Vaticano enviou uma delegação para participar, nessa delegação havia uma mulher como chefe, a Doutora Mary Ann Glendon, já em 1997 no Rio de Janeiro houve um congresso sobre a família e essa mesma doutora esteve presente e nos contou como ficou horrorizada com tudo o que viu e ouviu na conferência em que participou na China, e nos disse que há um movimento para destruição das famílias.

Ela falava do documento que lhe foi dado neste evento, onde haviam muitos fatores apontando a família como algo negativo, não havia nada que valorizasse a família. Então hoje nós vemos um movimento orquestrado para destruir a família, pois a família traz os valores cristãos e isso não agrada ao mundo de hoje, por isso estamos vivendo essa tentativa de destruição das famílias.

O papa Bento XVI diz bem claro, que o homem de hoje construiu um mundo que não há mais lugar para Deus, então essa cultura anti – família esta descendo sobre nós nos dias atuais, por isso torna-se cada vez mais importante que as famílias vivam bem e dêem seu testemunho. Também o papa João Paulo II quando pregou para as famílias em 2000, disse: “Casais cristãos, sejam para o mundo um sinal do amor de Deus”, o mundo deve olhar para os casais cristãos e dizer é possível viver o amor.

Hoje nós precisamos, como casais cristãos, ser para o mundo o sinal do amor de Deus, talvez você não possa falar em uma rádio ou em uma televisão, mas que você diga com a sua vida que é possível ser esse sinal do amor de Deus. O papa João Paulo II também disse para que os casais não tivessem medo da vida e que pudessem ter seus filhos, filho não é maldição ao contrário do que alguns pregam, os filhos são uma benção para um casal. Nós não podemos deixar que o secularismo tome conta de nossa mentalidade, de nosso conduta, é preciso agir contra essa mentalidade para que sejamos de fato cristãos. Precisamos imitar a Cristo, obedecer a Igreja!

Quero falar sobre a vida do casal, sobre a harmonia conjugal e sexual dos casais, um casal não tem harmonia sexual se não tiver harmonia conjugal. Eu escrevi alguns livros sobre estes temas para ajudar os casais, para que possam viver como Deus quer que vivam. A vontade de Deus para cada casal é que sejam uma só carne, de tal forma que tenham uma unidade profunda e que nada e nem ninguém tenham como separá-los. Vocês casais estão juntos ou estão unidos? Vocês tem os mesmos projetos de vida, os mesmos objetivos, ou cada um tem seus próprios projetos? O casal quando é unido não tem dois planos, dois projetos, mas eles caminham juntos, decidem juntos, um não mente para o outro, tudo é vivido as claras, não há tapeação, dissimulação, porque se houver, não é casamento.

O casamento deve ser como um parafuso e uma porca, que se encaixam direitinho, mesmo sendo diferentes. O casal não deve ser um igual ao outro, porém eles devem se complementar, formando assim uma unidade, é como o café quando misturado com o leite, não há como separar, eles são um novo produto quando unidos, não há como separar, é assim que o casal devem ser de tal forma que ninguém consiga separar os dois após a união.

O casamento é dois que se tornam um

Como conseguir essa união? Primeiro é preciso entender que há duas dimensões no casamento, a natural e a sobrenatural. Em primeiro lugar é preciso ter Deus nessa união, um casal que caminha junto na sua espiritualidade, vai a igreja, rezam juntos, esse casal não se separa, acontece a separação de um casal deste tipo entre mil, porém porque Deus os uniu, Ele mesmo se encarrega de ajudar este casal a caminharem juntos.

O papa João Paulo II em uma das vezes que veio ao Brasil disse que a passagem das Bodas de Caná quer nos dizer que onde há um casal, também esta ali Jesus e Maria ajudando para que vivam seu casamento. Quem dará o suplemento de graça a vocês casais é Deus por isso estejam em Deus, pois assim serão sinais do amor de Deus no mundo e não terão medo da vida.

Em segundo lugar o casal é a mais profunda realidade natural, não há nesta vida algo mais profundo do que a unidade entre o marido e a mulher. O Papa João Paulo II fez 127 catequeses falando sobre a teologia do corpo, e entre muitas coisas que ele disse, uma delas foi que no amor do marido e mulher nós temos a expressão do amor de Deus. Assim como na Santíssima Trindade há um amor tão profundo que a torna uma só pessoa, assim também Deus quis fazer com o casamento, com os casais.

A aliança no dedo significa também essa aliança de Deus com o povo do antigo testamento e também a nova aliança com o povo do novo testamento, por isso no livro do cântico dos cânticos Deus fala desse amor entre a pastora que é nossa alma e Deus, um amor muito forte. São Paulo diz: “maridos amai as vossas esposas como Cristo amou a Igreja”, é assim que deve ser o amor, um amor doação, onde estou voltado para o outro e não vivendo um egoísmo. Se um casal não viver de forma harmônica sua relação, não há como ter harmonia na vida sexual.

Quero dar um exemplo, o olho é algo maravilhoso, há olhos de vários tipos e cores, mas o olho fora do lugar é algo horroroso, o sexo também é assim, é algo lindo, mas o sexo vivido fora do lugar é uma desgraça, é adultério, é causa de doença, é causa de filhos órfãos de pais vivos, ninguém viverá a castidade enquanto não estiver convencido de que o sexo é para ser vivido no lugar dele, no casamento.

Muitos trazem dúvidas sobre o que é possível se viver na sexualidade do casal, e eu não encontrei algo que pudesse tirar todas as dúvidas, então fui atrás de seis padres e de Dom Beni, nosso bispo, e escrevi um livro e todos eles que leram me ajudaram a colocar neste livro um conteúdo que tira muitas dúvidas dos casais.

Perdoar e pedir perdão é um gesto de amor

Primeiro é preciso entender o sentido da vida sexual do casal. Quem deu esse prazer intenso ao sexo? Foi Deus! E Deus colocou o prazer no sexo para que o casal pudesse sentir uma pontinha daquilo que é o amor pleno de Deus. O ato sexual de um casal é a intimidade mais profunda que um ser humano pode viver aqui na terra, e Deus quis que nessa celebração de amor, naquele prazer estonteante, fosse gerada a vida.

Infelizmente muitos trazem uma mentalidade errada sobre o sexo, pensam que mesmo no casamento o sexo é algo sujo, mas não, quando o casal casado, unido pelo sacramento do matrimônio se une em um ato sexual ali acontece uma oração. Mas o ato sexual de um casal deve ser feito com amor, pois sem o amor é impossível que o casal tenha uma harmonia sexual, o prazer sexual deve ser fruto do amor que o casal vive.

O ato sexual é um vitalizante para o casal, mas se não houver o amor é diferente, se compara há um ato de prostituição. E como viver bem a harmonia conjugal para se viver bem a harmonia sexual? Um grupo de terapeutas conjugais listaram dez pontos importantes na vida do casal, vou citar este pontos.

Nunca irritar-se os dois ao mesmo tempo, assim como quando cultivamos uma flor devemos cultivar o amor conjugal. E será que eu não estou tratando mal essa flor do amor conjugal? Quando estiver irritado, o outro deve manter a calma.

E eles dizem: Nunca gritem um com outro, pois gritar machuca, ofende, e como você vai se relacionar bem com quem você gritou?

Se alguém deve ganhar em uma discussão, que seja o outro, o casal não deve discutir, mas sim dialogar, pois na discussão surge a briga e alguém sempre sai ferido. Na discussão cada um defende o seu ponto de vista, no diálogo os dois buscam o melhor para os dois, lembre-se que uma vitória na briga pode ser uma derrota no amor.

Se for inevitável chamar a atenção do outro faça com amor, este também é um ponto crítico. Chamar atenção com amor é ter sabedoria, é rezar pela pessoa pedindo a Deus para fazer da melhor forma, escolha o momento certo, não chame atenção do outro enquanto ele ainda está agitado, cuidado com as palavras que você utiliza, muito depende do jeito com que você fala, nossas palavras ferem mais que uma espada, e nunca jogue no rosto do outro os erros do passado, pois assim você retira a casca da ferida que estava cicatrizando.

A displicência com os outros é tolerável, mas não com o cônjuge, você não pode ter a falta de atenção com outro, isso fere demais ao casal, quando um chegar em casa o outro deve deixar o que for para recebê-lo, pois se não for assim você vai matar a planta do amor. Os casais chegam a uma vida insuportável porque se tratam indiferente um ao outro.

Pelo menos uma vez ao dia diga uma palavra carinhosa ao outro, diga algo que possa fazer o outro se sentir bem, pois todos nós nos sentimos bem quando elogiados. Antes de chamar atenção do outro diga de suas qualidades, faça um elogio, não chegue falando somente do negativo, isso não é ser fingido, mas é saber como lidar com o outro, é psicologia.

Nunca durmam brigados, pois se fizerem isso no outro dia o problema se tornará maior e por último, quando um não quer os dois não brigam. E vivendo isso o casal terá uma harmonia conjugal que os levará a uma harmonia sexual. Dessa forma o casal será feliz em sua vida conjugal e sexual.

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Prof. Felipe Aquino

A importância da disciplina!

Por | FORMAÇÕES

As pessoas mais produtivas são aquelas que se organizam

O Papa João Paulo II disse – na Carta às Famílias, escrita em 1994 –, que “o ato de educar o filho é o prolongamento do ato de gerar”. O ser humano só pode atingir a sua plenitude, segundo a vontade de Deus, se for educado; e essa missão é, sobretudo, dos pais. É um direito e uma obrigação deles ao mesmo tempo. É pela educação que a criança aprende a disciplina, por isso os genitores não podem se descuidar dela, deixando-a abandonada a si mesma. Se isso ocorrer, essa criança será como um terreno baldio onde só nasce mato, sujeira, lixo e bichos venenosos. Sem disciplina não se consegue fazer nada de bom nesta vida.
Muitas pessoas não conseguem vencer os problemas e vícios pessoais porque não são disciplinadas. Muitas não conseguem ser perseverantes em seus bons propósitos porque lhes falta essa virtude [disciplina]. Para vencer um vício ou para dominar um mau hábito é preciso disciplina. É por ela que aprendemos a nos dominar. Vale mais um homem que se domina do que o que conquista uma cidade, diz a Bíblia.
A disciplina depende evidentemente da força de vontade; e esta é fortalecida pela graça de Deus. São Paulo diz que é Deus “ que opera em nós o querer e o fazer” (cf. Fil 2,13). As grandes organizações, fortes e duradouras, como, por exemplo, a Igreja, apoiam-se em uma rígida disciplina. É isso que lhes dá condições de superar os modismos e as ameaças de enfraquecimento. Também as grandes empresas fazem o mesmo.
Em primeiro lugar, é preciso organizar a sua vida. Defina e marque, com clareza, todas as suas atividades; sejam elas profissionais, religiosas ou de lazer. Deve haver um tempo definido para cada coisa; o improviso é a grande causa da perda de tempo e de insucesso. As pessoas mais produtivas são aquelas que se organizam. Essas fazem muitas coisas em pouco tempo. Não deixam para depois o que deve ser feito agora.
Não adianta você ter muitos livros se eles não estiverem arrumados por assunto, assim você não vai encontrar um livro que desejar. Não adianta você ter muitos artigos guardados se eles não estiverem classificados e indexados. No meio da bagunça não se pode achar nada, e perde-se muito tempo. Então, aprenda a arquivar tudo com capricho. O povo diz que um homem prevenido vale por dois. Então, seja prudente, cauteloso, previdente. Se você sabe que a sua memória falha, então carregue com você uma caneta e papel, e anote tudo o que deve fazer durante do seu dia, ou sua ida à cidade.
Muitos fracassam em seus projetos porque não sabem fazer um bom planejamento, com critérios, organização e método, porque não são disciplinados. A pressa atropela o planejamento, por falta de disciplina; é um perigo. Sem disciplina não se consegue fazer um bom planejamento. Muitas obras são construídas repletas de defeitos, e custam mais, porque faltou planejamento, disciplina e ordem. Lembre-se: é muito mais fácil, rápido e barato, fazer uma obra planejada, do que fazer tudo às pressas e depois ter que ficar remendando os erros cometidos.
Foi muito feliz quem escreveu em nossa bandeira: “Ordem e Progresso”. Disciplina significa você fazer tudo com ordem, critério, método e organização. Então, disciplina é uma virtude que se adquire desde a infância, em casa com os pais, na escola, na Igreja, no trabalho…
Sem disciplina gastamos muito mais tempo para fazer as coisas e pode-se ficar frustrado de ver o tempo passar sem acabar o que se pretendia fazer. Por isso, é preciso aprender a organizar a vida, o armário e a casa, arrumar a mesa de trabalho, a agenda de compromissos, etc. A disciplina se adquire com o hábito. Habitue-se a fazer tudo com planejamento, ordem, capricho, etapa por etapa, sem atropelos. Deus nos dá o tempo certo e suficiente para fazer o que precisamos fazer.
São Paulo disse aos coríntios que “os atletas se impõem todo tipo de disciplina. Eles assim procedem, para conseguir uma coroa corruptível. Nós o fazemos por um coroa incorruptível”(1Cor 9,25).
Nenhum atleta vence uma competição sem muita disciplina, treinos, regimes, horários rígidos, etc. Ora, na vida espiritual, pela qual desejamos ganhar a “coroa incorruptível”, a disciplina é mais necessária ainda. Ninguém cresce na vida espiritual sem disciplina: horário para rezar, meditar, trabalhar, etc. Estabeleça para você uma rotina de exercícios espirituais diários, e cumpra isto rigorosamente.
Assim Deus vai lentamente ocupando o centro de sua vida, como deve ser com cada cristão. Sem isto você será um cristão inconstante e tíbio.
É preciso insistir e persistir no objetivo definido. Não recue e não abandone aquilo que decidiu fazer. Para isto, pense bem e planeje bem o que vai fazer; não faça nada de maneira afoita, atropelada, movido pelo sentimentalismo ou apenas pela emoção. Não. Só comece uma atividade, física ou espiritual, se tiver antes pensado bem e estiver convencido de que precisa e quer de fato realizá-la. Peça a graça de Deus antes de iniciar a atividade; e prometa a você mesmo não recuar e não desanimar. Cada vez que você começa uma atividade de maneira intempestiva, e logo desiste dela, enfraquece a sua vontade e deixa a indisciplina ganhar espaço em sua vida.
Sem disciplina não se pode chegar à santidade. São Paulo chegou a dizer: “Castigo o meu corpo e o mantenho em servidão, de medo de vir eu mesmo a ser excluído depois de eu ter pregado aos outros” (I Cor 9,27).

Prof. Felipe Aquino

21 hábitos das pessoas realmente felizes! Ainda mais com Jesus!

Por | FORMAÇÕES

Há pessoas que estão sempre contentes, parecem serelepes, inclusive quando lutam contra um montão de problemas. A idade e a experiência foram bons professores e aprendi que é muito mais fácil enfrentar um problema transformando-o em uma mudança positiva em vez de ficar apenas se lamentando sem procurar uma solução efetiva. Todas as vezes que nos prostramos e ficamos com dó de nós mesmos, os problemas se arrastam até o infinito e além.

Não importa qual seja o ponto de vista, a felicidade é um dos objetivos mais essenciais do ser humano. Suas definições podem variar se levarmos em conta as circunstâncias culturais, temporais e comportamentais, por exemplo, para um viciado a droga é seu propósito primordial de felicidade. Talvez, no entanto, após tudo, a única coisa que permanece constante é a busca da felicidade como uma das metas orientativas da maioria das ações humanas.

Lógico está, não existe um bê-a-bá de como ser feliz, mas sim há atitudes que podemos tomar diante da vida que resultam mais fáceis uma aproximação à felicidade. A seguinte lista descreve 21 hábitos de pessoas felizes. Não se furte de enumerar outros hábitos nos comentários.

Apreciar a vida.

Agradecer a Deus por estar vivo a cada amanhã é um hábito das pessoas felizes. Focam-se nas maravilhas da vida e não perdem a capacidade de se surpreender, de ficar maravilhado com pequenas coisas. Tiram o restinho de “suco” de cada dia e não sofrem por mesquinharias!

Escolher sabiamente os amigos.

As pessoas felizes gostam de estar ao lado de pessoas otimistas, que compartilham seus valores e objetivos. Os amigos que têm a mesma ética ajudam-os a conquistar nossos sonhos, fazem com que você se sinta bem consigo mesmo e estão aí para ajudar quando for necessário.

Mostrar consideração.

Aceitam os demais pelo que são e o lugar que ocupam na vida, são amáveis e generosos, sem tratar de alterar a outra pessoa. Ricos ou pobres, negros ou amarelos, tratam de alegrar o dia de todos aqueles que cruzam seu caminho.

Aprender continuamente.

Tratar de aprender novas coisas que resultam interessantes (um esporte, um hobby, uma atividade nova) é um hábito que as pessoas felizes compartilham. Acompanham as novidades sobre sua profissão e as coisas que lhe interessam.

Usar a criatividade para resolver problemas.

Em vez de ver os obstáculos como grandes problemas, as pessoas mais felizes se focam nos contratempos como uma oportunidade para fazer uma mudança positiva, sem deixar que os obstáculos afetem seu estado de humor. Aprendem a confiar em seus instintos e usam a criatividade para encontrar uma solução.

Fazer o que gosta.

“Encontre um trabalho que goste e não terá que trabalhar um só dia em sua vida”. Passamos grande parte de nossa vida trabalhando, por isso é importante escolher uma profissão que goste. Não existe nada melhor do que sentir prazer no que se faz cotidianamente.

Desfrutar da vida.

Reservar algum tempo de qualidade para ver a beleza que nos rodeia, há bem mais coisas na vida do que o trabalho. As pessoas felizes aproveitam seu tempo para cheirar as rosas, ver um ocaso ou um amanhecer com alguém querido, dar um passeio, caminhar… Sabem viver no presente, em vez de lamentar o passado ou amaldiçoar o futuro.

Rir.

Pessoas felizes riem com frequência e também dão risadas de si mesmos -inclusive das desgraças-, porque ninguém é perfeito e rir é o melhor remédio. É possível usar o bom humor em quase qualquer situação, de modo que menos cara fechada e mais gargalhadas!

Perdoar.

As pessoas felizes sabem que guardar rancor faz mal -rancor tem gosto amargo-, e perdoam os demais para sua própria tranquilidade. Quando cometer um erro, além de aprender com ele, perdoe-se também.

Ser agradecido.

Desenvolver uma atitude de gratidão é um hábito comum entre as pessoas felizes. Tornar trivial o hábito de agradecer acaba fazendo bem para todos: você se sente bem porque agradeceu e a outra pessoa fica feliz porque agradou.

Cultivar as relações.

Assegure-se sempre de que seus seres queridos saibam que você os ama, inclusive em momentos de conflito. Cuidar e cultivar suas relações com sua família e amigos, guardando um tempo para estar com eles, é um hábito compartilhado entre as pessoas felizes. Não quebre suas promessas e seja solidário sempre que possa.

Manter a palavra.

A honestidade é a melhor política das pessoas felizes. Toda ação e decisão que tome devem ser baseados na honestidade. Ser honesta com você mesmo, com seus seres queridos e inclusive com os menos queridos, é a melhor decisão.

Meditar.

A meditação dá um descanso à cabeça. Quando estamos descansados temos mais energia e disposição. Há diferentes tipos de meditação como, relaxamento, respiração profunda,  ou simplesmente ficar em completo silêncio. Encontre a maneira que mais goste e reserve um tempo para praticar de vez em quando.

Não ligar para o que as pessoas estão falando.

As pessoas felizes concentram-se em suas vidas e não se preocupam muito com o que outras pessoas estão fazendo ou dizendo. Não devemos cair na armadilha de dar atenção a picuinhas, fofocas ou insultos, e nem vale a pena ficar julgando. Todo mundo tem o direito a viver sua própria vida da maneira que queiram, incluindo uma pessoa chata, que logo acaba por morder a própria língua.

Ser otimista.

As pessoas felizes sempre veem o copo meio cheio, encontram o lado positivo em qualquer situação, porque o positivo está ali, apesar de que, às vezes, seja difícil encontrar. Tudo acontece por alguma razão, apesar de que nem sempre saibamos qual é a razão. Mantenha-se afastado dos pensamentos negativos!

Amar incondicionalmente.

Aceitar os demais pelo que são e não interpor limites no seu amor. Apesar de que seja bem possível que nem sempre gostemos das ações dos seres amados, as pessoas felizes nunca deixam de amar. Amar é bom, dá vontade de correr, gritar, virar cambota… ser feliz!

Ser persistente.

Enfrentar cada novo desafio com uma atitude que o levará um passo mais perto de seu objetivo é um hábito de uma pessoa feliz. Não vai falhar nunca, desde que não se renda. Concentre-se no que quer, aprenda as habilidades que precisa, tenhas planos e não deixe de perseguir aquilo que seja de valor para você. Nunca desista!

Ser proativo.

Não devemos ser medrosos, mas, por outro lado, devemos aceitar o que não pode ser mudado. As pessoas felizes não desperdiçam energia em circunstâncias que estão fora de seu controle. Reconhece suas limitações e determina se é possível e de que maneira pode conquistar o resultado que deseja e trabalha nisso!

Cuidar-se.

A pessoa feliz se cuida para estar e sentir-se bem. Cuida de sua mente, seu corpo e saúde. Vai ao médico fazer revisões de maneira regular, tenta se alimentar de forma saudável e pratica exercícios ou algum esporte. Ademais descansa o suficiente, bebe muita água e leva uma vida saudável.

Ter confiança em si mesmo.

Ninguém pode viver uma farsa, de modo que não tente ser alguém que realmente não é. As pessoas felizes reconhecem-se a si mesmas e fazem o melhor que podem com o que são. Determine quem você é, seus próprios gostos pessoais e tenha plena confiança em si. Porque se você não fizer isso, quem vai fazer?

Assumir a responsabilidade.

As pessoas felizes sabem e entendem que são 100% responsáveis por sua vida. Assumem a responsabilidade de seu estado de humor, atitudes, pensamentos, sentimentos, ações e palavras. Elas são as primeiras em admitir quando fizeram uma bobagem. Seja humilde e honesto com você e com tudo em sua vida!

Após ser uma forma de encarar a vida, ser feliz é uma atitude que a gente pode desenvolver todos os dias, e estes hábitos tornam mais fácil a tarefa. Quanto mais destes hábitos desenvolver, com certeza mais feliz será.  claro que no nosso caso de cristãos, com Jesus!

O que um leigo não pode fazer na missa?

Por | FORMAÇÕES

Sacrossanctum Concilium

28. Nas celebrações litúrgicas, seja quem for, ministro ou fiel, exercendo o seu ofício, faça tudo e só aquilo que pela natureza da coisa ou pelas normas litúrgicas lhe compete.
29. Os que servem ao altar, leitores, comentaristas e componentes do grupo coral exercem também um verdadeiro ministério litúrgico. Desempenhem, portanto, sua função com a piedade sincera e a ordem que convêm a tão grande ministério e que, com razão, o povo de Deus exige deles. Por isso, é necessário que, de acordo com as condições de cada qual, sejam cuidadosamente imbuídos do espírito litúrgico e preparados para executar as suas partes, perfeita e ordenadamente.
Em nome de uma mal interpretada participação na liturgia, muito se confundiu os papéis. Já vi e vivi coisas de arrepiar. Algumas do tipo: no dia do aniversário de consagração religiosa de uma freira ela tomou a cadeira presidencial e o sacerdote sentou-se no primeiro banco da Igreja. A freira “celebrou a missa” até o ofertório quando então o sacerdote tomou seu lugar junto ao altar para a liturgia Eucarística. Por mais querida que a freira seja, por mais “democrático” que o padre seja, ambos erraram fragorosamente. O lugar da freira e do leigo não é presidindo a assembléia litúrgica. Este lugar cabe ao sacerdote que o faz In Persona Christi Capitis por força do sacramento da Ordem. Não é algo ou uma prerrogativa que o sacerdote concede a si ou da qual possa dispor sem mais. É um sacramento que ele recebe da Igreja para exercê-lo em nome da mesma Igreja. Não é um cargo para que outras pessoas posam ocupá-lo. É um verdadeiro e próprio ministério que na liturgia tem lugar e ofício próprios.
Quando um fiel tenta celebrar a missa (apenas tenta porque quem de fato e de direito a preside é o sacerdote) ele incorre nalguns erros graves:
1º) A ação litúrgica nunca é particular, mas, ação da Igreja e deve ser feita consoante à mesma (Cân. 837);
2º) Cânon 1384: quem exerce ilegitimamente uma função sacerdotal ou outro ministério sagrado pode ser punido com justa pena;
3º) Nunca é lícito simular sacramento por três razões:
– trata-se sempre de uma mentira grave, pois o objeto que induz a erro é algo importante: um sacramento;
– constitui certo desprezo para com as coisas sagradas (isto é, um sacrilégio), já que implica uma certa brincadeira com os sacramentos instituídos por Cristo;
– pode constituir uma falta contra a justiça ou contra a caridade, ao negar-se ao sujeito os meios necessários ou convenientes para a sua vida espiritual. (HORTAL, Jesús.Igreja e Direito: Os sacramentos da Igreja na sua dimensão canônico-pastoral. pág. 35)
O leigo não pode presidir a assembléia. Este é um ofício do Sacerdote. “A celebração da missa é ação do povo de Deus hierarquicamente organizado” (IGMR, n. 16). A mesma Instrução Geral do Missal Romano diz que o Sacerdote tem funções próprias, presidenciais.
Instrução Geral do Missal Romano
30. Entre as partes da Missa que pertencem ao sacerdote, está em primeiro lugar a Oração eucarística, ponto culminante de toda a celebração. Vêm a seguir as orações: a oração colecta, a oração sobre as oblatas e a oração depois da comunhão. O sacerdote, que preside à assembleia fazendo as vezes de Cristo, dirige estas orações a Deus em nome de todo o povo santo e de todos os presentes . Por isso se chamam “orações presidenciais”.
31. Compete igualmente ao sacerdote, enquanto presidente da assembleia reunida, fazer certas admonições previstas no próprio rito.
32. O carácter «presidencial» destas intervenções exige que elas sejam proferidas em voz alta e clara e escutadas por todos com atenção . Por isso, enquanto o sacerdote as profere, não se hão-de ouvir nenhumas outras orações ou cânticos, nem o toque do órgão ou de outros instrumentos musicais. Pertence ainda ao sacerdote presidente anunciar a palavra de Deus e dar a bênção final. Pode ainda introduzir os fiéis, com brevíssimas palavras: na Missa do dia, após a saudação inicial e antes do rito penitencial; na liturgia da palavra, antes das leituras; na Oração eucarística, antes do Prefácio, mas nunca dentro da própria Oração; finalmente, antes da despedida, ao terminar toda a ação sagrada.
Além das orações presidenciais, ficou claro no texto acima que as BREVES intervenções devem ser do Presidente e não do leigo. Aqui já se descartam os comentários kilométricos que se faz nas missas, explicando o rito ao invés de introduzir a assembléia ao Mistério.

35. As aclamações e as respostas dos fiéis às saudações do sacerdote e às orações constituem aquele grau de participação ativa por parte da assembleia dos fiéis, que se exige em todas as formas de celebração da Missa, para que se exprima claramente e se estimule a ação de toda a comunidade .
36. Há ainda outras partes da celebração, que pertencem igualmente a toda a assembleia convocada e muito contribuem para manifestar e favorecer a participação ativa dos fiéis: são principalmente o ato penitencial, a profissão de fé, a oração universal e a oração dominical.

Claro está que a participação ativa e frutuosa do leigo, da assembléia, não se dá quando estes usurpam o ministério do sacerdote nem quando o sacerdote exerce uma função que não é sua. Não é função do sacerdote tocar o violão ou fazer as respostas. Cada sujeito litúrgico tem sua função determinada na ação litúrgica e como tal o papel do leigo é insubstituível.
Qual o lugar do leigo então?
Em primeiro lugar há que se tirar a compreensão de uma falsa competição por lugar na Igreja. Na Igreja, o ministério é sempre sinal do serviço. Certa feita estava eu numa reunião pastoral e algumas freiras e leigos faziam uma abordagem do sacerdócio como cargo, “algo a que se apegar ciosamente”. Esta visão errada está entremeada nalguns setores da Igreja para os quais o lugar do leigo é substituir o sacerdote exatamente com uma falsa compreensão do sacerdócio.

A participação ativa e frutuosa que pede o Concílio é aquelaadequatio da mente à coisa, ou seja, do coração e da mente ao mistério Pascal de Cristo celebrado na liturgia. Não se resume a funções. Caso reduzisse esta participação a funções, a liturgia sofreria um empobrecimento irreparável. Um cadeirante, um idoso, um analfabeto, uma criança, uma pessoa de outra nacionalidade e outra língua tem, de fato, pouco “espaço” para fazer coisas na liturgia. Nem por isso participam com menos intensidade do Mistério.  A maioria dos leigos dentro de um templo não faz nenhuma função vistosa na liturgia. Eles permanecem em seus bancos e nem por isso participam menos ou com menor intensidade, com menos santidade ou com menor proveito espiritual da liturgia. Este mito de que “participação” litúrgica é sinônimo de “fazer coisas para todo mundo ver” precisa cair afim de que a verdadeira participação ativa e frutuosa seja promovida.

O leigo não pode fazer as orações presidenciais.
O leigo não pode simular sacramento (celebrar no lugar do padre).
O leigo não pode distribuir a sagrada comunhão, a menos que seja delegado de modo extraordinário para auxiliar o sacerdote a cujo ministério está ordenada esta função.
O leigo não pode apresentar o cálice durante a doxologia (Por Cristo, com Cristo em Cristo..).
O leigo não pode apresentar âmbulas ou hóstias durante a doxologia.
O leigo não pode proclamar o evangelho na missa.
O leigo não pode fazer a homilia.
O leigo não pode rezar o embolismo nem a oração da paz junto com o Padre (Livrai-nos de todos os males… Senhor Jesus Cristo dissestes aos vossos Apóstolos…).
O leigo não pode rezar nenhuma parte da oração Eucarística que é reservada ao sacerdote. A mesma começa no diálogo inicial “O Senhor esteja Convosco. Ele está no meio de nós” e prossegue até o Amém da doxologia (Por Cristo, com Cristo em Cristo…).
O lugar do leigo é na assembléia e não no presbitério. A menos que tal leigo seja o acólito que auxilia o sacerdote junto ao altar.
Os Ministros Extraordinários da Comunhão não são acólitos.
Os acólitos possuem funções próprias. A função do MESC é somente de auxiliar o sacerdote na distribuição da comunhão e, eventualmente, preparar alfaias e vasos sagrados para a missa caso não haja sacristão na Igreja.

Espero ter podido contribuir para uma melhor participação ativa e de fato frutuosa na celebração eucarística.

Fonte: Blog do Padre Luís Fernando

Tempo de Mudança e Movimento! Um tempo necessário!

Por | CANAIS FIDELIDADE, PARTILHA DO FUNDADOR

Paz Queridos! Nosso desejo é de mudanças!

Não dá para falar em mudança sem ação. Para mudar é preciso sair de um estado cômodo e passar a movimentar-se. Conheço inúmeras pessoas que falam, falam, falam e pouco mudam. Pessoas cheias de idéias e ideais mais que não conseguem caminhar. E olha que corremos um risco grande de cair nesta situação. Mentalizamos em fazer algo, pedimos a benção de Deus, sabemos que vem Dele o impulso, mais não saímos da inércia.

Já dizia em outros momentos: “Entre o falar e o fazer existe um longo caminho…” Veja mais

Estudo da Campanha da Fraternidade 2014 – Tráfico Humano

Por | FORMAÇÕES

FRATERNIDADE E TRÁFICO DE PESSOAS

Faça aqui o Download da Apostila de Estudo em nossa Diocese de Santo André.

Cifra do hino da Campanha da Fraternidade – Download do Hino da Campanha 2014

C.F2014 -PARTITURA_HINO –  Cartaz CF 2014_21x30cm

Em 2014 ocupa-se com todos aqueles e aquelas que são enganados e usados para o tráfico humano, de trabalho, de órgãos e a prostituição. Normalmente o crime organizado está por detrás das diversas modalidades de tráfico humano. As pessoas, geralmente, são atraídas com falsas promessas de melhores condições de vida em outras cidades ou países e ali são cruelmente usadas e escravizadas, gerando fortunas para consciências inescrupulosas e vorazes. A maioria das pessoas traficadas vive em situação de pobreza e grande vulnerabilidade. Isso facilita o aliciamento com falsas promessas de vida melhor.

Por isso, o cartaz da CF retrata essa situação degradante com a figura de mãos acorrentadas e estendidas, com diferentes idades, gênero e cor, em estado de impotência. A mão que sustenta a corrente da escravidão é a força coercitiva de pessoas que dominam e exploram esse tráfico humano: “Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser humano à imagem e semelhança de Deus” (CF 2014 – Explicação do cartaz – contracapa). Os cristãos não podem aceitar essa moderna forma de escravidão e desrespeito à dignidade humana. Por isso eles a tentam identificar, a denunciam e somam forças para evitá-la, rompendo as correntes, revigorando as pessoas dominadas por esse crime e apontando para a esperança de libertação: “Essa esperança se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as situações de morte e conceder a liberdade a todos: ‘É para a liberdade que Cristo nos libertou’” (Ibidem).

O Papa Francisco se referiu à prática do tráfico humano com palavras de veemente repúdio: “O tráfico de pessoas é uma atividade desprezível, uma vergonha para as nossas sociedades que se dizem civilizadas”. O pontífice, em Lampedusa – Julho de 2013, ainda nos alertou para a globalização da indiferença, habituando-nos em relação ao sofrimento dos outros, não o considerando responsabilidade nossa: “Peçamos ao Senhor a graça de chorar pela nossa indiferença, de chorar pela crueldade que há no mundo, em nós, incluindo aqueles que, no anonimato, tomam decisões socioeconômicas que abrem a estrada a dramas como este” (Cf. Manual da CF – 2014, Apresentação, p. 8).

Sensibilizados com as palavras do Papa Francisco, assumamos mais uma vez o tema da Campanha da Fraternidade e rezemos para que nosso ser e agir sejam abençoados pelo Senhor, que deu sua vida para salvar a todos:

“Ó Deus, sempre ouvis o clamor do vosso povo e vos compadeceis dos oprimidos e escravizados. Fazei que experimentem a libertação da cruz e a ressurreição de Jesus.
Nós vos pedimos pelos que sofrem o flagelo do tráfico humano.
Convertei-nos pela força do vosso Espírito, e tornai-nos sensíveis às dores destes nossos irmãos.
Comprometidos na superação deste mal, vivamos como vossos filhos e filhas, na liberdade e na paz. Por Cristo nosso Senhor.

Amém!”.

DOM ALOÍSIO DILLI – BISPO DE URUGUAIANA (RS)

Confira o Vídeo:

Um filme importante sobre o tema. – Obs.: (secular) Não recomendado para Crianças. Censura: 14 Anos

Precisamos de um retorno à interioridade”, afirma Frei Raniero Cantalamessa

Por | FORMAÇÕES

Encontrar tempos para o silêncio, praticar o jejum não somente do alimento, mas também dos excessos do bem-estar, vencer aquilo que desvia da vontade de Deus. A Quaresma do cristão deve ser feita disso, disse o frade capuchinho, Pe. Raniero Cantalamessa, na primeira das meditações propostas à Cúria Romana.

O pregador da Casa Pontifícia ofereceu na manhã desta sexta-feira, na Capela Redemptoris Mater do Palácio Apostólico, uma reflexão sobre o sentido dos quarenta dias que precedem a Páscoa. Nas próximas sextas-feiras, na presença do Papa, desenvolverá as grandes verdades da fé recorrendo aos ensinamentos dos Padres da Igreja Latina.

Do Evangelho à vida de cada um de nós: se Jesus apartou-se no deserto durante 40 dias, jejuou e ali foi também tentado, o que cabe a nós fazer para imitá-lo? O religioso franciscano fez a transposição dos gestos de Cristo para o nosso hoje; assim, para nós, ir para o deserto é escolher tempos de silêncio, encontrar espaços para nós mesmos, reencontrar a parte mais verdadeira de si colocando-se diante de Deus. Em suma, é o apelo do retorno ao coração, lançado por Santo Agostinho:

“Portanto, voltar ao coração significa voltar àquilo que há de mais pessoal e mais íntimo em nós. Infelizmente, a interioridade é um valor em crise. Existem causas remotas, por assim dizer, para essa nossa dificuldade de reentrar em nós mesmos e a mais universal é o fato que nós somos compostos de alma e corpo, de espírito e matéria e, portanto, somos como um plano inclinado, mas inclinado para baixo, não para o alto, ou seja, inclinado para o exterior, para o multíplice, o visível, sobretudo nós, clero e vida consagrada, precisamos de um retorno à interioridade.”

E então é preciso abandonar o fragor, as distrações, as diferentes formas da cultura moderna, os instrumentos da tecnologia e, portanto, revistas, livros, tv, internet e dispositivos digitais que invadem a intimidade do coração, dissipam as nossas energias. Esse se torna o jejum a ser praticado hoje. Jesus privou-se do alimento, nossa época requer um jejum diferente:

“Hoje, o jejum mais significativo se chama sobriedade. Privar-se voluntariamente de pequenas ou grandes comodidades, daquilo que é inútil e por vezes danoso à saúde. Esse jejum é solidariedade com os pobres, um tal jejum é contestação a uma mentalidade consumista, num mundo que fez da comodidade, do usar, do uso, do comprar, a sua finalidade, o mecanismo que mantém de pé todo o sistema. Privar-se de algo não estritamente necessário, do objeto de maior luxo, é mais eficaz, talvez, que infligir-se penitências escolhidas por si mesmo.”

O pregador da Casa Pontifícia recomenda, sobretudo, o jejum das imagens, daquelas que veiculam violência, sensualidade, que investem nos instintos mais baixos e que dão uma falsa ideia da vida, porque ilustram um mundo bonito, sadio e perfeito, rico de coisas a ponto de induzir à rebelião aqueles que não têm o que é insistentemente mostrado:

“Outro jejum alternativo é o jejum das palavras nocivas. Não são somente blasfêmias, naturalmente, nem mesmo somente palavrões; são as palavras pungentes, negativas, que evidenciam sempre o aspecto mais frágil do irmão, que geram desconfiança ou alimentam desconfiança e, portanto, semeiam discórdia.”

Deve-se, então, evitar aquilo que pode gerar descontentamento, frustração e ressentimento, ou neutralizar o efeito das palavras que ferem pedindo desculpas. Por fim, Frei Cantalamessa recordou que também nós sofremos as tentações de Satanás, propriamente como Jesus no deserto. Inteligência perversa e geradora de perversão, o Diabo usa coisas boas como instrumentos para separar o homem de Deus.

Então o dinheiro é uma coisa boa, se usado corretamente, e a sexualidade é um dom de Deus, mas se levados ao excesso se transformam em ídolos e se tornam destrutivos. Então ir para o deserto é buscar um diálogo profundo com Deus separando-se de tudo, explicou Pe. Cantalamessa.

“Deus quis em Cristo assumir um rosto humano, um coração humano, para ajudar-nos a amá-lo como nós sabemos amar – concluiu o pregador da Casa Pontifícia –; o Espírito Santo que impeliu Jesus para o deserto, hoje nos impele também a nós para o deserto, para reencontrar-nos com Deus.”

Fonte: News.va

Momento de Refletir

Por | CANAIS FIDELIDADE

Ele era um homem forte que estava enfrentando um inimigo muito mais forte.Sua jovem esposa ficou gravemente enferma e Faleceu, deixando o homenzarrão sozinho e uma filha loirinha, de olhos grandes, que ainda não havia completado cinco anos.A cerimônia fúnebre na pequena capela da cidade foi simples e carregada de dor. Após o sepultamento no pequeno cemitério, os vizinhos do homem reuniram-se ao redor dele.— Por favor, venha com sua filha passar alguns dias conosco — disse alguém. — Vocês não devem voltar para casa ainda.

Mesmo diante de tanto sofrimento, o homem disse:— Obrigado, meus amigos, pela oferta generosa. Mas nós precisamos voltar para casa. Minha filhinha e eu precisamos enfrentar esta dor.Assim, o homenzarrão e a menina voltaram para casa, que agora parecia vazia e sem vida. O pai colocou a cama da filha em seu quarto, para que eles pudessem passar juntos a escuridão da primeira noite.Os minutos passavam lentamente, e a menina estava tendo grande dificuldade para dormir… a mesma de seu pai. O que pode afligir mais o coração de um pai do que ver uma criança soluçando de saudades da mãe que nunca mais vai voltar?A menina continuou a chorar noite adentro. O homem esticou o braço para tentar consolá-la da melhor maneira possível.

Após alguns instantes, a menina conseguiu parar de chorar, mas apenas por dó do pai.Pensando que a filha já estava dormindo, o pai olhou para cima e orou, com voz entrecortada: Eu confio em ti, é Pai, mas… a noite está escura demais!Ao ouvir a oração do pai, a menina começou a chorar novamente.—. Eu pensei que você estivesse dormindo, querida — ele disse.— Eu tentei, papai. Estava triste por você. Eu tentei de verdade.Mas não consegui dormir. Papai, você já viu uma noite tão escura assim? Por que, papai? Eu não posso ver você. Está escuro demais.— Em seguida, por entre as lágrimas, a menina disse baixinho:— Mas você me ama mesmo quando está escuro, não é verdade, papai? Você me ama mesmo quando eu não posso enxergar você, não é verdade, papai?Como resposta, o homem pegou a filha da cama com suas mãos enormes, colocou-a de encontro ao peito e segurou-a carinhosamente até ela dormir.Quando ela se aquietou, o homem voltou a orar. Assumiu para si todo o choro da filha e o transferiu para Deus.“Pai, a noite está escura demais. Não posso te enxergar. Mas tu me amas, mesmo quando está escuro e eu não posso te enxergar, não é verdade, Pai?”Naquelas horas tão tenebrosas, o Senhor o tocou dando-lhe novas forças para prosseguir. Ele sabia que Deus continuaria a amá-lo, mesmo no escuro.

Fonte.: Ron Mehl, Histórias Para o Coração – Por Irene Moreira

Casa São Judas de Recuperação

Por | CASA SÃO JUDAS, CASAS DE MISSÃO

Paz Irmãos! Iniciamos uma nova Jornada.

O Senhor nos abençoou com uma Casa na cidade de Alumínio – SP, onde começaremos a realizar encontros para recuperação espiritual.

Será um local de reflexão, organização de pensamentos e emoções. Deus quer nos curar. Uma casa para os soldados machucados que precisam de tratamento.

Rezem e nos ajudem a dedicar nosso tempo no zelo pela casa e construção. Precisamos de sua ajuda e vamos assim iniciar nossos trabalhos.

Ajude a Fidelidade!

Associação Domingos Sávio
Banco Bradesco – 237
Agencia – 0109-0
Conta – 21952-5
CNPJ – 19.995024/0001-56

Confira a Manutenção da Casa!