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WebMaster Comunidade Fidelidade

Roteiro – Perdoar. A começar em mim e por mim… – 19 a 25 de fevereiro de 2018

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe da Grande Célula e do Grupo Parusia de Oração!

ATENÇÃO! DIA 22 DE FEVEREIRO AS 19H30 RETORNA ESCOLA DE LÍDERES

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 19 a 25 Fevereiro

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Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: Livro de Boas Vindas para as Células

Livreto de Músicas: MUSICAS PARA CELULA LIVRETO

Roteiro – Oração na Célula e na vida – Parte II – De 12 a 18 de fevereiro de 2018

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe do Grupo Parusia de Oração!

(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 12 a 18 Fevereiro

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Download da declaração de Ideais para Imprimir: DECLARAÇÃO DE IDEAIS

Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: Livro de Boas Vindas para as Células

Livreto de Músicas: MUSICAS PARA CELULA LIVRETO

Papa convida a refletir sobre a morte: “Nos fará bem a todos”

Por | PALAVRA DA IGREJA

VATICANO, 01 Fev. 18 / 08:45 am (ACI).- “A morte é um fato que toca todos nós. Cedo ou tarde, chega”, afirmou o Papa Francisco na homilia da Missa celebrada nesta quinta-feira, 1º de fevereiro, na Casa de Santa Marta. Por isso, convidou a refletir sobre a morte, porque “nos fará bem a todos”.

O Santo Padre recordou que “nós não somos nem eternos nem efêmeros: somos homens e mulheres em caminho no tempo, tempo que começa e tempo que acaba”.

Entretanto, advertiu que “existe ‘a tentação do momento’ que toma conta da vida e o leva a girar no momento deste labirinto egoísta do momento sem futuro, sempre ida e volta, ida e volta, não? E o caminho acaba na morte, todos sabemos disso. E por isso a Igreja sempre buscou refletir sobre este nosso fim: a morte”.

Também encorajou a perguntar: “Se Deus me chamasse hoje, qual herança eu deixarei como testemunho de vida? É uma bela pregunta a nos fazer. E assim nos preparar porque nenhum de nós permanecerá ‘de relíquia’. Não, todos percorreremos este caminho”.

Além disso, explicou que “a morte é memória antecipada para refletir”. “Mas quando eu morrer, o que eu gostaria de ter feito hoje nesta decisão que eu tenho que tomar hoje, no modo de viver de hoje? É uma memória antecipada que ilumina o momento do hoje. Iluminar com o fato da morte as decisões que eu tenho que tomar todos os dias”, concluiu.

Assista ao trailer do novo filme “Paulo, Apóstolo de Cristo”

Por | DESTAQUES

Será lançado em 28 de março e terá atuação de Jim Caviezel, que interpretou Jesus em “A Paixão de Cristo”

Foi lançado nesta semana o trailer do novo filme “Paulo, Apóstolo de Cristo”, protagonizado pelo próprio São Paulo (interpretado por James Faulkner) e pelo evangelista São Lucas (papel de Jim Caviezel, que interpretou Jesus em “A Paixão de Cristo”).

No roteiro, segundo o website oficial do filme, São Lucas arrisca a vida para viajar até Roma e visitar São Paulo, que está preso à espera da execução. Na época, os cristãos estavam sendo brutalmente perseguidos pelo imperador Nero. O filme mostra a tenacidade de São Paulo, que, mesmo na prisão, continua evangelizando mediante as epístolas que escreve para as comunidades cristãs, bem como os desafios de São Lucas para proclamar o Evangelho.

Testemunho de Jim Caviezel

Em entrevista ao popular jornal norte-americano USA Today, o ator Jim Caviezel destacou a importância da conversão de Saulo de Tarso, que, antes de se tornar São Paulo, foi um cruel perseguidor de cristãos. Em uma das cenas, São Paulo impede São Lucas de exortar o povo a reagir pela força contra a opressão romana, ainda que essa reação fosse justa: ele enfatiza, nesse momento, o significado do perdão. Caviezel comenta:

“O perdão não começa com o amor simplesmente, mas com um amor ardente. É fácil amar as pessoas que gostam do que você pensa. É mais difícil tratar alguém que tenha uma visão contrária com a mesma dignidade e respeito com que você trataria um amigo. Esta é a mensagem central deste filme”.

O filme será lançado em 28 de março.

O futuro da Igreja passa pelas pequenas comunidades cristãs

Por | PARTILHA DO FUNDADOR

Entrevista com Christoph Schönborn

Cardeal Christoph Schönborn, de Viena, Áustria, é uma das figuras mais interessantes da Igreja global – um protegido intelectual e teológico do Papa Bento XVI, mas também conhecido pela sua disposição para fazer julgamentos pastorais surpreendentes. Schönborn, 67 anos, foi uma das figuras mais citadas no Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização, e, no dia 23 de outubro, ele falou ao NCR às margens do Sínodo. A reportagem é de John L. Allen Jr., publicada no sítio do jornal National Catholic Reporter, 25-10-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Eis a entrevista.

Eu falei com diversas pessoas no Sínodo que ficaram impressionadas com o que o senhor disse sobre o fato de que esses encontros são uma oportunidade para que os bispos falem entre si sobre seus desafios pastorais.

No início do Sínodo, eu sugeri que compartilhássemos não tanto os desafios, mas sim nossas experiências. Como sucessores dos apóstolos, somos chamados a ser os primeiros evangelizadores. Todos nós temos experiências de todos os tipos, de alegrias, medos, sucessos, fracassos, e assim por diante, na evangelização. Nós todos nos perguntamos: “Eu realmente evangelizo?”. Eu prego muito, eu estou nas paróquias, eu escrevo cartas pastorais, e assim por diante, mas o que se quer dizer com a “Nova Evangelização” não é apenas o trabalho pastoral diário, que obviamente nós temos que fazer e fazemos com alegria, mas o que o Papa Bento XVI repetidamente nos diz e nos encoraja a fazer é ir ao encontro daqueles que já não tem, ou nunca tiveram, qualquer contato direto com o Evangelho. Esse é o verdadeiro desafio da Nova Evangelização.

Eu fiquei muito comovido por alguns exemplos no Sínodo de experiências reais compartilhadas do nosso trabalho de evangelização. É claro, nós também temos que falar sobre todas as questões da sociedade secular, da globalização, da dimensão social e de todos esses assuntos, e eu acho que nós tivemos um menu muito rico sobre o que está acontecendo em todo o mundo. As situações são todas diferentes, mas, mesmo assim, também são cada vez mais semelhantes. Alguns de nós, no entanto, também deram testemunhos realmente pessoais, e isso foi muito comovente.

Nesse espírito, deixe-me perguntar sobre algumas de suas recentes experiências pastorais na Áustria. Uma delas é o movimento dos padres, que alguns chamam de “rebelião dos padres”. Como as coisas estão agora em termos de sua relação com esse grupo?

Eu penso que todos os bispos austríacos têm um contato normal e regular com os padres que estão nesse movimento. Na minha diocese, alguns dos principais sacerdotes desse movimento estão no conselho presbiteral diocesano. Ainda no início deste mês, conversamos intensamente sobre as questões e os desafios desse grupo. Todos nós compartilhamos muitos deles. Os problemas e as questões que eles levantam são questões reais do campo.

A questão é como responder, como levar em conta esses desafios, e eu me atrevo a dizer que a maioria dos padres, assim como nós, bispos, como já mostramos em nossa recente carta pastoral, pensam que algumas das soluções propostas [por esse movimento] ficam aquém. Temos que cavar mais fundo, ver essas questões em um contexto mais amplo. Temos que ver isso como um desafio comum para todos os fiéis, padres, bispos e leigos, para lidar com uma situação em que, em muitos aspectos, nos tornamos uma minoria, mesmo que, numericamente, ainda possamos ser a maioria. Temos que aprender a lidar com essa situação de uma forma criativa.

O seu ponto de vista é de que consertar as estruturas da Igreja não é suficiente?

Exatamente. Precisamos assumir esse desafio [das estruturas da Igreja], porque é uma parte da realidade. Assim como muitas outras dioceses europeias fizeram nas últimas duas décadas, por exemplo, estamos caminhando para reestruturar o nosso trabalho pastoral.

Chegaremos a essa questão daqui a pouco, mas primeiro deixe-me perguntar: independentemente do quão desafiador possa ser, esse movimento sacerdotal também fez algo de bom para a Igreja na Áustria?

Eu tenho confiança neles, porque são sacerdotes próximos das pessoas que compartilham as suas preocupações. Às vezes, talvez, eu diria que a sua perspectiva precisa ser ampliada. O desafio é introduzir a sua perspectiva de base em outros aspectos que simplesmente não estão presentes em suas reflexões e propostas. Por exemplo, toda a questão da secularização não aparece nas suas propostas, e isso é surpreendente para mim. Vivemos em meio a uma secularização radical, e as nossas paróquias agora são minorias, mesmo na zona rural.

O senhor está comprometido em continuar a conversa?

Absolutamente. No nosso diálogo com a Cúria Romana, que está indo muito bem e é muito cordial, a questão tem sido mantida, especialmente à luz do que disse o Santo Padre em sua homilia na Quinta-feira Santa. Ele disse que há apenas uma possibilidade, que é a de avançar juntos. É claro, tem que haver limites. Todos os bispos da Áustria disseram muito claramente, por exemplo, que não se pode apelar à desobediência e ao mesmo tempo deter um cargo diocesano importante. Todo homem de negócios entende que essas duas coisas são incompatíveis. Eu já agi em certas circunstâncias para dizer: “Bem, aqui está o limite, e você precisa fazer a sua escolha”.

Passemos para a reestruturação da arquidiocese, que inclui o fechamento ou o agrupamento de dois terços das suas paróquias. Como isso tem sido recebido?

Isso está no início, e a recepção tem sido mista. Por um lado, eu sinto que muitos padres e leigos estão contentes porque algo está se mexendo, porque eles sabem que a estagnação não seria uma solução. Isso só aumentaria a depressão e o desânimo. Todos nós sabemos que as mudanças têm que ser feitas. Deixe-me dar um exemplo: a cidade de Viena tem 172 paróquias, o que é notavelmente mais do que tínhamos em 1945. O número de católicos, no entanto, encolheu para menos da metade do que tínhamos à época. Temos mais paróquias, igrejas e edifícios, mas significativamente menos católicos. Temos que fazer alguma coisa e nós estamos tentando fazer isso da maneira certa. Por exemplo, propomos dar igrejas a outras Igrejas cristãs que estão crescendo, como os coptas, os sérvios ortodoxos e os romenos ortodoxos, que estão ficando maiores. Em vez de vender igrejas ou simplesmente fechá-las, queremos que elas permaneçam abertas. Eu também não descarto que o que eu vi acontecer em Berlim poderia acontecer em Viena, que é o fato de que algumas igrejas da diocese que tiveram que fechar por razões financeiras são assumidas pelos leigos e se tornam centros vibrantes de vida espiritual em outro nível .

Esse é outro ponto sobre o seu plano de reestruturação. Não se trata apenas de fechar paróquias, mas o senhor também pediu um maior envolvimento dos leigos e leigas.

A ideia-chave, que tem estado extremamente presente no Sínodo, é a da pequena comunidade cristã. Muitos, muitos bispos de todo o mundo falaram sobre as pequenas comunidades cristãs. Nós vemos a necessidade e temos o desejo não de perder comunidades, mas sim de aumentar o seu número. Somos forçados a reduzir o número das estruturas paroquiais, com toda a sua administração e despesas, mas queremos favorecer um número crescente de pequenas comunidades cristãs lideradas por leigos e leigas – leigos que não estão disponíveis em tempo integral, que não são burocratas, mas sim voluntários. Essas são pessoas que vivem no campo, que fazem o que os leigos e leigas em muitas paróquias e em outras comunidades já fazem, que é assumir a responsabilidade por uma grande parte da vida da Igreja, dos aspectos vibrantes de vida da comunidade. Queremos implementar de forma mais explícita o grande tema do Vaticano II: o sacerdócio comum de todos os batizados e batizadas, com o sacerdócio ministerial ao seu serviço, promovendo a santidade do povo de Deus. Os leigos e leigas hoje – ou, eu diria, os batizados e batizadas hoje – são totalmente capazes de ser verdadeiras testemunhas da fé em Cristo em suas vidas diárias e, portanto, nas vidas das pequenas comunidades cristãs

O papel dos leigos e leigas é algo que o movimento dos padres também promoveu. É possível um campo comum entre vocês e eles?

Sim e não, porque eu acho que as ênfases são diferentes. A ênfase não deveria estar essencialmente nos leigos e leigas que assumem cargos na Igreja, mas sim em assumir a responsabilidade pela evangelização, pela missão. A nossa manchete para a arquidiocese de Viena é “a missão primeiro”. E nós ainda a dizemos em inglês! A questão é: nós realmente acreditamos que podemos atrair as pessoas a Cristo hoje? Simples assim.

Algumas das paróquias que vocês estão fechando poderiam se tornar centros para que os leigos e leigas liderem essa missão?

Em primeiro lugar, nós não estamos tanto fechando paróquias, mas sim agrupando-as. Por exemplo, cinco paróquias pequenas na zona rural irão formar um paróquia maior. As suas instalações, no entanto, poderiam ser usadas para animar algumas dessas pequenas comunidades cristãs. É claro, há também os movimentos eclesiais, as ordens religiosas, todos os tipos de grupos de oração, e assim por diante. Eles já são o que constitui a vida do dia a dia da Igreja.

O senhor vê outros sinais de esperança para a Nova Evangelização?

Eu gostaria de acrescentar mais um ponto. O que me impressiona é o número crescente de grupos juvenis de oração em todo o país. É como um fogo que se espalha por todo o país. Em toda parte, esses grupos de jovens estão surgindo, às vezes relacionados a uma paróquia ou mosteiro, mas muitas vezes são espontâneos. Eles apenas se encontram. Você pode ver algo novo borbulhando por aí… Há vida!

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br

O que eu sofri me faz ser quem eu sou!

Por | PARTILHA DO FUNDADOR

Quero que me vejam como eu sou. E me amem assim

Nós nos reconhecemos por nossas feridas. O que me fez doer no mais profundo fez-me ser quem sou. Mas as minhas feridas me assustam. E eu as tapo. Creio que elas já me causaram bastante sofrimento. Por isso, cubro-me.

Porém, este homem sem feridas não sou eu. Na verdade, quero que me vejam como eu sou e me amem assim. É desta forma que Deus me vê e me ama.

Jesus me mostra as marcas Dele. É Ele. Ferido, porque soube assumir todo o seu amor. Não chegou a todos, nem todos o compreenderam, não queriam ouvir outras formas de fazer as coisas. Ele não curou todo mundo. Os mais sábios não o amaram.

Ele se sentiu impotente, sozinho, abandonado na sua mais profunda verdade. Alguns os procuraram por causa de seus milagres e, depois, o deixaram. Essas feridas são as que ficaram em Jesus. Junto com a dor de deixar seus amigos e sua mãe, com quem compartilhava tudo.

Ele deixou de olhar para o lago e caminhou pela terra. As provocações, a indiferença. A necessidade da ajuda dos amigos na cruz. O pranto da mãe. O desejo de que os seus estivessem perto. A preocupação em deixá-los sozinhos. A dor física. As feridas. Os pregos. O peito aberto.

Tanto amor que Ele deixou nesta terra…Tantas pessoas que ficaram órfãs. As feridas foram profundas. A dor pela negação de um amigo, pela traição de outro, pelos gritos de tantos, pelo silêncio de muitos. Os pregos. A lança.

Ele amou tanto aqueles homens… Olhou com olhos humanos. Acariciou e sustentou corações com mãos de carne – agora atravessadas. Caminhou ao lado de homens de todas as condições. Sorriu, amou, desejou, sonhou, recordou, teve medo, temeu perder seus entes queridos.

Ele se encarnou para sempre para me compreender, para me levar ao céu, para dar sentido às minhas perguntas. E para me mostrar um amor incondicional e gratuito que foi criado em meu coração. Um amor sem medida, como o que Ele mostrou em sua vida e em sua morte.

E agora, em sua ressurreição, ele volta para mim. Não me deixa. Fica comigo. Mostra suas feridas, para que eu o reconheça. É Ele. Só pode ser Ele. Não é um fantasma. É quem viveu e morreu por mim. Agora, está vivo ao meu lado.

Ele sabe que sem Ele eu não posso ficar. Sabe que preciso dele, que sou feito para a vida e para a alegria. Para a plenitude. Por isso, Ele se coloca no meio da minha vida, porque tenho medo. Ele me mostra suas feridas, suas provas de amor.

Para quem eu mostro minhas feridas? Quem sou eu? Qual é o nome de minhas feridas?

Jesus me ensina que minha dor, minhas carências, meus medos e minhas faltas de amor são marcas que me fazem ser quem eu sou.

E, de onde ele está, Jesus vem me dizer que me ama. Que tudo tem um sentido. Que ele já carregou minha dor, que há amou. Que eu não estou sozinho no caminho. Que Ele já o percorreu antes. Que morreu por mim e agora continua vivo para voltar a caminhar ao meu lado.

Roteiro – Aberto – De 05 a 11 de Fevereiro de 2018

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

As células estão convidadas nesta semana a participar da Semana de Adoração. De 05 a 10 de fevereiro as 20h00 na Comunidade Fidelidade.
As mais distantes que realmente não podem participar da adoração, usem este roteiro aberto.

“Quereis que o Senhor vos dê muitas graças? Visitai-o muitas vezes. Quereis que Ele vos dê poucas graças? Visitai-o poucas vezes.
Quereis que o demônio vos assalte? Visitai raramente a Jesus Sacramentado. Quereis que o demônio fuja de vós? Visitai a Jesus muitas vezes.
Quereis vencer o demônio? Refugiai-vos sempre aos pés de Jesus. Quereis ser vencidos? Deixai de visitar a Jesus.
Meu caros, a visita é um meio muito necessário para vencer o demônio. Portanto, ide frequentemente visitar Jesus, e o demônio não terá vitória contra vós.”   Dom Bosco
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Líder, incentive e participe da adoração!

(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 05 a 11 Fevereiro de 2018

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Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: Livro de Boas Vindas para as Células

Livreto de Músicas: MUSICAS PARA CELULA LIVRETO

“A devoção a Maria não é galanteria espiritual, mas uma exigência da vida cristã”

Por | PALAVRA DA IGREJA

“A devoção a Maria não é galanteria espiritual, mas uma exigência da vida cristã” disse o Papa Francisco na Missa de 1 de janeiro de 2018 na Basílica de São Pedro, para a festa de Maria Mãe de Deus.

O Papa Francisco convidou a “reservar cada dia um tempo de silêncio com Deus é guardar a nossa alma; é guardar a nossa liberdade das banalidades corrosivas do consumo e dos aturdimentos da publicidade, da difusão de palavras vazias e das ondas avassaladoras das maledicências e da balbúrdia”.

Homilia di Papa Francisco

Basílica Vaticana
Segunda-feira, 1° de janeiro de 2018

O Ano tem início sob o nome da Mãe de Deus. Mãe de Deus é o título mais importante de Nossa Senhora. Mas a alguém poderia vir a pergunta: por que dizemos «Mãe de Deus», e não Mãe de Jesus? Alguns, no passado, pediram para nos cingirmos a isto, mas a Igreja afirmou: Maria é Mãe de Deus. Devemos estar-lhe agradecidos, porque, nestas palavras, se encerra uma verdade esplêndida sobre Deus e sobre nós mesmos, ou seja: desde que o Senhor Se encarnou em Maria – desde então e para sempre –, traz a nossa humanidade agarrada a Ele. Já não há Deus sem homem: a carne que Jesus tomou de sua Mãe, continua ainda agora a ser d’Ele e sê-lo-á para sempre. Dizer «Mãe de Deus» lembra-nos isto: Deus está perto da humanidade como uma criança da mãe que a traz no ventre.

A palavra mãe (mater) remete também para a palavra matéria. Em sua Mãe, o Deus do céu, o Deus infinito fez-Se pequenino, fez-Se matéria, não só para estar connosco, mas também para ser como nós. Eis o milagre, eis a novidade: o homem já não está sozinho; nunca mais será órfão, é para sempre filho. O Ano tem início com esta novidade. E nós proclamamo-la dizendo assim: Mãe de Deus! É a alegria de saber que a nossa solidão está vencida. É a maravilha de nos sabermos filhos amados, de sabermos que esta nossa infância nunca mais nos poderá ser tirada. É espelharmo-nos em Deus frágil e menino nos braços da Mãe e vermos que a humanidade é querida e sagrada para o Senhor. Por isso, servir a vida humana é servir a Deus, e toda a vida – desde a vida no ventre da mãe, até à vida envelhecida, atribulada e doente, à vida incómoda e até repugnante – deve ser acolhida, amada e ajudada.

Deixemo-nos agora guiar pelo Evangelho de hoje. Da Mãe de Deus, diz-se apenas uma frase: «guardava todas estas coisas, meditando-as no seu coração» (Lc 2, 19). Guardava. Simplesmente… guardava; Maria não fala: d’Ela, o Evangelho não refere uma palavra sequer, em toda a narração do Natal. Também nisto a Mãe Se associa ao Filho: Jesus é infante, ou seja, «sem dizer palavra». Ele, o Verbo, a Palavra de Deus que «muitas vezes e de muitos modos falara nos tempos antigos» (Heb 1, 1), agora, na «plenitude dos tempos» (Gal 4, 4), está mudo. O Deus, na presença de Quem se guarda silêncio, é um menino que não fala. A sua majestade é sem palavras, o seu mistério de amor desvenda-se na pequenez. Esta pequenez silenciosa é a linguagem da sua realeza. A Mãe associa-Se ao Filho e guarda no silêncio.

E o silêncio diz-nos que também nós, se nos quisermos guardar a nós mesmos, precisamos de silêncio. Precisamos de permanecer em silêncio, olhando o presépio. Porque, diante do presépio, nos redescobrimos amados; saboreamos o sentido genuíno da vida. E, olhando em silêncio, deixamos que Jesus fale ao nosso coração: deixamos que a sua pequenez desmantele o nosso orgulho, que a sua pobreza desinquiete as nossas sumptuosidades, que a sua ternura revolva o nosso coração insensível. Reservar cada dia um tempo de silêncio com Deus é guardar a nossa alma; é guardar a nossa liberdade das banalidades corrosivas do consumo e dos aturdimentos da publicidade, da difusão de palavras vazias e das ondas avassaladoras das maledicências e da balbúrdia.

Maria guardava – continua o Evangelho – todas estas coisas, meditando-as. Quais eram estas coisas? Eram alegrias e aflições: por um lado, o nascimento de Jesus, o amor de José, a visita dos pastores, aquela noite de luz; mas, por outro, um futuro incerto, a falta de uma casa, «porque não havia lugar para eles na hospedaria» (Lc 2, 7), o desconsolo de ver fechar-lhes a porta; a desilusão por fazer Jesus nascer num curral. Esperanças e angústias, luz e trevas: todas estas coisas preenchiam o coração de Maria. E que fez Ela? Meditou-as, isto é, repassou-as com Deus no seu coração. Nada conservou para Si, nada encerrou na solidão nem submergiu na amargura; tudo levou a Deus. Foi assim que guardou. Entregando, guarda-se: não deixando a vida à mercê do medo, do desânimo ou da superstição, não se fechando nem procurando esquecer, mas dialogando tudo com Deus. E Deus, que Se preocupa connosco, vem habitar nas nossas vidas.

Aqui temos os segredos da Mãe de Deus: guardar no silêncio e levar a Deus. Isto realizava-se – conclui o Evangelho – no seu coração. O coração convida a pôr os olhos no centro da pessoa, dos afetos, da vida. Também nós – cristãos em caminho –, ao princípio do Ano, sentimos a necessidade de recomeçar do centro, deixar para trás os pesos do passado e partir do que é importante. Temos hoje diante de nós o ponto de partida: a Mãe de Deus. Pois Maria é como Deus nos quer, como quer a sua Igreja: Mãe terna, humilde, pobre de coisas e rica de amor, livre do pecado, unida a Jesus, que guarda Deus no coração e o próximo na vida. Para recomeçar, ponhamos os olhos na Mãe. No seu coração, bate o coração da Igreja. Para avançar – diz-nos a festa de hoje –, é preciso recuar: recomeçar do presépio, da Mãe que tem Deus nos braços.

A devoção a Maria não é galanteria espiritual, mas uma exigência da vida cristã. Olhando para a Mãe, somos encorajados a deixar tantas bagatelas inúteis e reencontrar aquilo que conta. O dom da Mãe, o dom de cada mãe e cada mulher é tão precioso para a Igreja, que é mãe e mulher. E, enquanto o homem muitas vezes abstrai, afirma e impõe ideias, a mulher, a mãe sabe guardar, fazer a ligação no coração, vivificar. Porque a fé não se pode reduzir apenas a ideia ou a doutrina; precisamos, todos, de um coração de mãe que saiba guardar a ternura de Deus e ouvir as palpitações do homem. A Mãe, autógrafo de Deus sobre a humanidade, guarde este Ano e leve a paz de seu Filho aos corações, aos nossos corações, e ao mundo inteiro. E, como filhos d’Ela, convido-vos a saudá-La hoje, simplesmente, com a saudação que os cristãos de Éfeso pronunciavam diante dos seus Bispos: «Santa Mãe de Deus!» Com todo o coração, digamos três vezes, todos juntos, fixando-A [voltados para a sua imagem posta ao lado do altar]: «Santa Mãe de Deus!»

© Libreria Editrice Vaticana

A depressão e a religiosidade

Por | DESTAQUES

75% das pessoas com depressão não sabem que estão doentes e por isso sofrem sem tratamento adequado

Uma silenciosa epidemia está assustando cientistas do mundo todo. Estima-se que só no Brasil 10 milhões de indivíduos sofrem com a doença já considerada o “Mal do Século XXI”.

Estamos falando da “depressão”, uma moléstia que, segundo a Organização Mundial da Saúde, é avaliada como uma das doenças mais caras para a sociedade, pois o consumo de antidepressivos no País movimenta cerca de 140 milhões de dólares por ano, além dos prejuízos decorrentes da perda de produtividade e dos afastamentos no trabalho, sem contar os custos do sofrimento humano que não podem ser mensurados.

Estima-se que devido ao desconhecimento das pessoas sobre o tema, somente 1 em cada 4 indivíduos com depressão tem conhecimento do transtorno que o aflige e consegue buscar auxílio. Ou seja, 75% das pessoas com depressão não sabem que estão doentes e por isso sofrem sem tratamento adequado, apresentando perda da autoestima e da capacidade de se concentrar, o que leva a dificuldades profissionais e familiares.

É natural que as atribulações do dia a dia, os acertos e erros, os problemas comuns no trabalho e nos relacionamentos causem variações temporárias no humor de um indivíduo. É também normal e até esperado que um indivíduo fique alguns dias sem ânimo e triste após perder um ente querido ou ir mal em uma prova. Isso, porém, não significa que a pessoa está com depressão. Vivenciar e lidar com esses períodos de tristeza ou de luto fazem parte do desenvolvimento da personalidade humana.

Entretanto, em certos indivíduos ocorrem algumas alterações químicas no cérebro – substâncias responsáveis pela alegria e equilíbrio do humor –, pois a serotonina, a noradrenalina e a dopamina estão em desequilíbrio e isso desencadeia a depressão: um estado de humor acabrunhado e de tristeza, que não estão diretamente relacionados a experiências tristes.

Pessoas com depressão se sentem infelizes a maior parte do tempo, apresentam interesse diminuído ou perda de prazer para realizar as atividades de rotina (estado conhecido como anedônia), sensação de inutilidade ou culpa excessiva, dificuldade de concentração, fadiga ou perda de energia, distúrbios do sono (tanto pode ocorrer insônia como sono excessivo), perda ou ganho significativo de peso, mesmo em alteração na alimentação, bem como ideias recorrentes de morte ou suicídio.

Conhecer esses sintomas é importante para que o indivíduo possa sair do grupo dos 75% desconhecedores da doença e consiga buscar tratamento que consiste em psicoterapia e, nos casos graves, no uso de medicamentos conhecidos como antidepressivos.

É importante ressaltar, por fim, que diversos estudos e pesquisas científicas estão evidenciando a importância da religiosidade na prevenção da depressão. Um interessante trabalho publicado no Journal of Adolescent Health, em 2005, demonstrou o seguinte: indivíduos que relatam ter uma religião e frequentam serviços religiosos (como a Santa Missa) apresentam menos depressão e menos comportamentos de risco à saúde (como consumo de substâncias ilícitas). Tais estudos sugerem que a religiosidade promove a resiliência (capacidade de lidar com situações adversas) e hábitos de vida mais seguros, o que interfere positivamente na saúde mental da pessoa.

Mais: um estudo publicado no periódico Jama Psychiatry, em 2013, realizado na Universidade de Columbia (EUA), com 103 pessoas com idades entre 18 e 54 anos, demonstrou que os indivíduos com chances de desenvolver depressão têm a espessura do córtex cerebral mais fina, ao passo que as religiosas, por isso com menor risco de depressão, têm uma espessura mais grossa.

Trabalhos anteriores a esse já haviam demonstrado que entre pessoas com predisposição genética à depressão aquelas que são religiosas podem ter um risco até 90% menor de desenvolver o transtorno do que as que não são religiosas.

Note-se que são dados oferecidos pela ciência experimental e não pela fé.

Vanderlei de Lima é filósofo; Igor Precinoti é médico, pós-graduado em Medicina Intensiva (UTI), especialista em Infectologia e doutorando em Clínica Médica pela USP.

Como vencer a procrastinação… agora

Por | FORMAÇÕES

Apenas faça isso e supere este grande desafio

Procrastinação (do latino procrastinare: “pro” significa avançar, e “crastinus” refere ao futuro), postergação ou adiamento, é a ação ou hábito de adiar atividades ou situações que precisam ser enfrentadas, substituindo-as por outras coisas que são menos importantes e/ou mais agradáveis.

Este é um transtorno de comportamento da vontade, que é causado pela associação da tarefa pendente com mudança, dor ou estresse. O desconforto ou esforço que procuramos evitar pode ser psicológico (sob a forma de ansiedade ou frustração), físico (como o que se experimenta durante ações que exigem trabalho árduo ou exercício vigoroso) ou intelectual.

A procrastinação é comumente causada pelo sentimento de ansiedade que experimentamos diante de uma tarefa pendente, que nos falta a força de vontade para completar. A tarefa adiada pode ser percebida como esmagadora, desafiadora, perturbadora, perigosa, difícil, tediosa ou chata – isto é, estressante de alguma maneira. Consequentemente, justificamos o nosso adiamento para um futuro indefinido – uma decisão que muitas vezes subordina o que é importante (mas não tão urgente) para o que é urgente (mas não tão importante).

Características

A procrastinação pode nos levar a nos refugiarmos em atividades não relacionadas ao nosso dever. O hábito de adiar as atividades pode estar conectado com uma dependência de vários elementos externos, como navegar na internet, jogar games, fazer compras, comer compulsivamente, ou deixar-se ser absorvido excessivamente pela rotina de trabalho, entre outras coisas, que são usadas como um pretexto para evitar alguma responsabilidade, ação ou decisão.

Este problema – que é um problema de saúde psicológica – não é necessariamente ligado à depressão ou à baixa autoestima. O perfeccionismo extremo e o medo do fracasso também são fatores que podem levar a adiar eventos que exigem a tomada de decisões. Existem dois tipos de indivíduos que se envolvem nesse comportamento:

  • Procrastinadores ocasionais, cuja ação evasiva não é repetida habitualmente; e
  • Procrastinadores crônicos, cujo comportamento evasivo é constante e repetido ao longo do tempo.

Esses últimos são aqueles que geralmente são considerados como tendo um verdadeiro distúrbio de comportamento, como descrito acima. Hoje em dia, existem comportamentos viciantes que contribuem para este transtorno de evasão, como assistir à televisão, usar excessivamente o computador, games, internet, celular etc.

Os fundamentos da procrastinação em psicologia e personalidade

William Knaus, em seu livro Do It Now! Break the Procrastination Habit, lista uma série de traços de personalidade que são características de pessoas com tendência a procrastinar:

  • Crenças irracionais: ter uma imagem empobrecida de si mesmo leva a se ver inadequado ou incompetente.
  • O perfeccionismo e o medo do fracasso: adiar uma tarefa e justificar as consequências com base na falta de tempo é uma desculpa para evitar o risco de falha no caso de tarefas cujo sucesso não é garantido.
  • Ansiedade e excesso de dramatização: uma acumulação de trabalho causa uma escalada correlativa de ansiedade. A dificuldade em tomar decisões e buscar garantias de sucesso antes de iniciar uma tarefa pode levar a excesso de dramatização e sentimentos pessimistas.
  • Raiva e impaciência: expectativas irrealistas e desproporcionais e excesso de dramatização criam raiva e impaciência, que se transformam em agressividade.
  • Necessidade de se sentir amado(a): o desejo de realizar tarefas motivadas por recompensas na forma de amor ou aceitação de outras pessoas pode nos fazer adiar tarefas sem recompensas.
  • Sentindo-se sobrecarregado: o trabalho se acumula, e você se sente incapaz de estabelecer prioridades; isso causa sentimentos de ansiedade, sobrecarga, estresse, angústia, indecisão, impotência e falha, criando um círculo vicioso que você não pode escapar.

Passos para evitar a procrastinação

  1. Tente evitar o uso de linguagem negativa para se referir a coisas que você precisa fazer.
  2. Divida tarefas que são complicadas para você. Siga a técnica de seguir pequenos passos para alcançar seu objetivo.
  3. Pense nas motivações para fazer a tarefa. Quando procrastinamos, é porque os benefícios da atividade estão no futuro, e os custos estão no presente. Se você conseguir trazer os benefícios do futuro para o presente, você terá dado um excelente passo para vencer a procrastinação.
  4. Quando você fizer uma tarefa desagradável, dê a você mesmo uma recompensa. Aprecie os pequenos resultados incrementais que você consegue para se motivar a continuar nesse caminho.
  5. Elimine distrações quando chegar a hora de realizar uma tarefa.Você sabe o que são. Você deve decidir não cair no que você sabe que não irá ajudá-lo, e você precisa ser concreto em relação ao que você precisa fazer.
  6. Dê o primeiro passo: “Apenas faça”. Depois de dar um passo, a força desse movimento se prolongará e tornará mais fácil continuar trabalhando.

A vida nos ensina que muitas das coisas que nos acontecem dependem muito da nossa decisão firme de lutar para alcançar nossos objetivos. Nem tudo está em nossas mãos, mas não vamos deixar para amanhã o que podemos fazer hoje.

Coisas que você não deve fazer na Missa e talvez não saiba

Por | FORMAÇÕES

Pequenos detalhes que fazem a diferença e unem a Igreja

  1. Não chegar atrasado. Lembre-se de que Deus está esperando você para enchê-lo com o seu amor, dar o seu perdão e um abraço, falar ao seu ouvido, e dizer o que o você precisa ouvir. Ele separou um lugar na mesa para você. Não o deixe esperando;
  2. Não usar roupas provocantes. Não use vestuário que possa chamar a atenção ou provocar (decote, minissaia e shorts);
  3. Não entre na igreja sem saudar o Senhor. Ao chegar, faça o sinal da cruz. Ele está lá, feliz por ver você. Agradeça-o, pois ele o convidou;
  4. Não tenha preguiça de fazer a reverência ou a genuflexão. Se você passar em frente ao altar, que representa Cristo, faça a reverência. Se passar pelo Sacrário, onde está Cristo, faça a genuflexão (tocar o chão com o joelho);
  5. Não masque chiclete nem coma ou beba. Só é permitida água e em caso de necessidade e por questão de saúde;
  6. Não cruze as pernas. O ato de cruzar as pernas é considerado pouco respeitoso. O seu corpo deve expressar a sua devoção;
  7. A mesma pessoa não deve fazer a Leitura e o Salmo. Se você vir um só leitor ou leitora, ofereça-se para ler, pois as Leituras e o Salmo devem ser proclamados por leitores diferentes (dois no meio da semana e três aos domingos ou dias festivos, quando há a Segunda Leitura);
  8. Não adicione frases quando for fazer as Leituras e o Salmo. Não leia as letrinhas vermelhas nem diga: “Primeira Leitura” ou “Salmo Responsorial”;
  9. Nunca recite o Aleluia antecipadamente. Não se adiante para dizer “Aleluia, Aleluia”. Espere alguns segundos, pois, certamente, alguém o cantará. Se nem o padre nem ninguém cantar, omita-o, mas nunca o recite;
  10. Não faça o sinal da cruz na proclamação do Evangelho. Você só deve fazer três cruzes pequenas: uma na fronte, outra nos lábios e a última no peito;
  11. Não responda no plural quando Credo é feito em forma de perguntas. Quem preside a Missa pode perguntar: “Creem em Deus Pai Todo Poderoso?” Neste caso, não responda “sim, cremos”, pois a fé é pessoal. Responda: “sim, creio”.
  12. Não recolha a oferta durante a Oração Universal. A oferta deve ser recolhida durante a apresentação dos dons, quando todos estão sentados e o padre agradece a Deus pelo pão e o vinho e purifica as mãos;
  13. Não se levante durante a apresentação dos dons. Às vezes, alguém se levanta e, por impulso, outros também ficam de pé. Talvez, ao ver o padre levantar o cálice e a hóstia, as pessoas pensam que já é a Consagração. Mas não é;
  14. Não se ajoelhe logo depois do “Santo”. É preciso esperar que o padre peça que o Espírito Santo transforme o pão e o vinho em Corpo e Sangue de Cristo. É neste momento que se deve ajoelhar-se (se houver sino, ajoelhe-se quando ele soar);
  15. Não ficar sentado durante a Consagração. Se você não consegue se ajoelhar, fique de pé, mas nunca se sente, a menos que seja por alguma doença. É falta de respeito com Cristo, que se faz presente no altar;
  16. Não dizer nada em voz alta durante a Consagração. Tem gente que, durante a Consagração, diz em voz alta: “Meu Senhor, Meu Deus”. Mas isso distrai quem está fazendo uma oração pessoal em silêncio;
  17. Não diga em voz alta: “Por Cristo, com Cristo, em Cristo…”. Só quem deve dizer isso é quem preside a Missa;
  18. Não saia do seu lugar para ir dar a Paz. Você só deve cumprimentar quem está perto de você, não outras pessoas, em outros bancos. Tampouco deve aproveitar para ir felicitar alguém ou dar pêsames;
  19. Se você não estiver preparado, não comungue. Você deve ter guardado o jejum eucarístico (não ter comido nem bebido nada uma hora antes de comungar) e não ter pecado grave;
  20. Não fazer somente uma fila de Comunhão (a do padre). Jesus está presente na Hóstia Consagrada, não importa se é a hóstia segurada pelo padre ou por um Ministro Extraordinário da Eucaristia, que é uma pessoa preparada e autorizada pela Igreja para distribuir a Comunhão na Missa e levá-la aos idosos e enfermos;
  21. Depois de comungar, não converse com os outros. Volte ao seu lugar e fale com o Senhor. Se você não comungou, faça uma comunhão espiritual e converse com Ele;
  22. Quando terminar a distribuição da Comunhão, não continuar cantando. O canto da Comunhão deve terminar quando a última pessoa receber a hóstia, para que haja um silêncio sagrado, em que cada pessoa entra em diálogo com Deus;
  23. Desligue o celular. Não fique mandando mensagens ou falando ao celular durante a Missa, pois isso distrai você e os outros. Dedique sua atenção ao Senhor, que está dedicando a atenção Dele a você;
  24. Não perca as crianças de vista. Ensine-as a aproveitar a casa do Pai e a se comportar na Missa;
  25. Não saia antes que a Missa termine. Não perca a bênção fina, através da qual o padre o envia ao mundo para dar testemunho em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Saia da Igreja com um propósito novo, que tenha sido inspirado no Senhor, para edificar o mundo, seu Reino de amor.

Artigo originalmente publicado por Desde la fe, traduzido e adaptado ao português por Aleteia.

Roteiro – Oração na Célula e na vida – Parte I – De 29 de Janeiro a 04 de Fevereiro

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe do Grupo Parusia de Oração!

(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

Download do Roteiro da Semana

ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 29 a 04 Fevereiro

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Confira também o livreto de boas vindas à Célula em: Livro de Boas Vindas para as Células

Livreto de Músicas: MUSICAS PARA CELULA LIVRETO

Roteiro – Reconhecendo nossas fraquezas. De 22 a 28 de janeiro de 2018

Por | ROTEIRO DAS CÉLULAS

Leiam o roteiro com atenção. Ore e estude a proposta e a palavra de Deus com antecedência.

Líder, incentive e participe do Grupo Parusia de Oração!

(Relembrar e pedir se fizeram o evangelismo da Semana anterior)

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ROTEIRO DA REUNIAO DE CELULA SEMANAL – 22 a 28 de Janeiro

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Livreto de Músicas: MUSICAS PARA CELULA LIVRETO