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CANAIS FIDELIDADE

Grande Célula de Oração Parusia

Por | - ULTIMAS, DESTAQUES


Sábado dia 16.02.2019 ás 19h00 Noite de Adoração Parusia

Tema:  “O Verdadeiro Adorador”

Pregação: Angélica Alves – Com. Fidelidade

Coloque aqui sua Intenção para Orarmos na Intercessão e no Grupo Parusia

1º e 3º Sábado do Mês às 19h00! Participe com sua Família e Célula!


Local – Sede da Comunidade Católica Fidelidade

Casa São Bento e Salão São João Paulo II

Rua Giuseppe Venturini, 180 – Frente – Bairro Batistini – São Bernardo do Campo – São Paulo – Cep.: 09842-005

Rua ao Lado direito da Acrilex – Rua sem Saída.


Veja o mapa de como chegar!

Vindo do Centro pela Anchieta e saída na Servidei Demarchi

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Vindo Pela Imigrantes

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Vindo Pelo Rodoanel

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Dicas:

Vindo do Centro de São Bernardo após passar Restaurante Florestal será a Segunda rua à Direita.

Vindo pela Imigrantes ao passar em frente a Empresa ACRILEX continuar por mais 300 Metros e fazer primeiro retorno à Esquerda, pegar pista novamente e será a Segunda rua à Direita.


Pedido de Oração para o Grupo

Papa adverte que internet está se tornando uma vitrine do narcisismo

Por | - ULTIMAS, PALAVRA DA IGREJA

Vaticano, 24 Jan. 19 / 02:15 pm (ACI).- O Papa Francisco adverte que a internet, e as redes sociais, em vez de ser “uma janela aberta para o mundo”, está se tornando “uma vitrine onde se exibe o próprio narcisismo”.

Em contraposição a este narcisismo, Francisco destacou que a Igreja “é uma rede tecida pela Comunhão Eucarística, onde a união não se baseia nos gostos [‘like’], mas na verdade, no ‘amen’ com que cada um adere ao Corpo de Cristo, acolhendo os outros”.

O Pontífice faz esta declaração em sua Mensagem por ocasião do 53º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que será celebrado em2 de junho, divulgada nesta quinta-feira, 24 de janeiro.

Na mensagem, que tem como título “‘Somos membros uns dos outros’ (Ef 4, 25): das comunidades de redes sociais à comunidade humana”, o Santo Padre explica que a “internet constitui uma possibilidade extraordinária de acesso ao saber”, mas também é verdade que “se revelou como um dos locais mais expostos à desinformação e à distorção consciente e pilotada dos factos e relações interpessoais, a ponto de muitas vezes cair no descrédito”.

“É necessário reconhecer que se, por um lado, as redes sociais servem para nos conectarmos melhor, fazendo-nos encontrar e ajudar uns aos outros, por outro, prestam-se também a um uso manipulador dos dados pessoais, visando obter vantagens no plano político ou econômico, sem o devido respeito pela pessoa e seus direitos”, assinala.

Nesse sentido, lamenta que “as estatísticas relativas aos mais jovens revelam que um em cada quatro adolescentes está envolvido em episódios de cyberbullying”.

Assim, “na complexidade deste cenário, pode ser útil voltar a refletir sobre a metáfora da rede”.

“A metáfora da rede – sublinha – lembra outra figura densa de significados: a comunidade. Uma comunidade é tanto mais forte quando mais for coesa e solidária, animada por sentimentos de confiança e empenhada em objetivos compartilháveis. Como rede solidária, a comunidade requer a escuta recíproca e o diálogo, baseado no uso responsável da linguagem”.

Adverte que “na social web, muitas vezes a identidade funda-se na contraposição ao outro, à pessoa estranha ao grupo: define-se mais a partir daquilo que divide do que daquilo que une, dando espaço à suspeita e à explosão de todo o tipo de preconceito (étnico, sexual, religioso, e outros)”.

“Esta tendência alimenta grupos que excluem a heterogeneidade, alimentam no próprio ambiente digital um individualismo desenfreado, acabando às vezes por fomentar espirais de ódio”.

Dessa maneira, “a rede é uma oportunidade para promover o encontro com os outros, mas pode também agravar o nosso autoisolamento, como uma teia de aranha capaz de capturar”.

São precisamente os jovens “que estão mais expostos à ilusão de que a social web possa satisfazê-los completamente a nível relacional, até se chegar ao perigoso fenômeno dos jovens ‘eremitas sociais’, que correm o risco de se alhear totalmente da sociedade”.

Frente a esses perigos, o Papa Francisco finaliza sua mensagem explicando que, “se a rede for usada como prolongamento ou expectação de tal encontro, então não se atraiçoa a si mesma e permanece um recurso para a comunhão”.

“Se uma família utiliza a rede para estar mais conectada, para depois se encontrar à mesa e olhar-se olhos nos olhos, então é um recurso. Se uma comunidade eclesial coordena a sua atividade através da rede, para depois celebrar juntos a Eucaristia, então é um recurso. Se a rede é uma oportunidade para me aproximar de casos e experiências de bondade ou de sofrimento distantes fisicamente de mim, para rezar juntos e, juntos, buscar o bem na descoberta daquilo que nos une, então é um recurso”, conclui.

O que vem depois da tempestade?

Por | - ULTIMAS, PARTILHA DO FUNDADOR

1º – A reconstrução ou recomeço. 

Mas não uma simples construção, e sim uma casa mais forte, com base mais sólida, paredes capazes de suportar os ventos violentos. Este recomeço tem tijolos da experiência aliados ao cimento da sabedoria. Portanto este ressurgir, faz-nos maiores, mais fortes do que antes.

2º – Gera comunhão, fraternidade.

Se existe uma beleza na tempestade, é esta: ela ser capaz de amolecer os corações mais duros, alguém que era incapaz de ajudar, a compaixão lhe apanha e quebra, até mesmo os que estão de fora da tempestade são impulsionados para dentro deste ciclo de fraternidade. Isso gera mão-de-obra no processo do reconstruir. Que coisa linda perceber que, no meio da bagunça provocada pela tempestade, achamos uma virtude enterrada, “amor”, então ela provoca em nós aquilo que temos de melhor – “fraternidade e amor”.

3º – Aprendizado, conhecimento.

Depois do processo doloroso, adquirimos mais do que teorias, recebemos experiência. Tal experiência não veio para ser guardada, ou para agirmos de maneira egoísta. Ela chegou até nós para ser ensinada, para dar o sinal de alerta para os outros: “olhe não cometa os erros que fiz”. Este aprendizado nos permite não enfrentar o mesmo tipo de tempestade e a livrar todas as pessoas as quais temos transmitido o conhecimento. As pessoas que não passam por tempestades são duras, secas, esnobes e superficiais. Portanto, elas não são ricas, poderosas e inteligentes, só aparentam. As melhores pessoas, os grandes homens e mulheres podem ser apontados pelo volume de tempestades que enfrentaram. Então, não se ache pequeno por estar passando ou ter passado inúmeras tempestades. Perceba a “valentia e determinação” que há em si. Até mesmo Jesus esteve em uma tempestade e nos ensinou a superá-la, com fé! (cf. Mc 4, 35-41).

Observando desse ângulo fica fácil perceber porque Deus nos permite as tempestades, pois elas nos fazem entrar no processo de recomeço, redescobrir virtudes esquecidas e adquirirmos experiência. Por fim, enfrentamos pequenas e grandes tempestades quase todos os dias, mas desejo que você perceba duas coisas: Deus está com você, nunca lhe deixou só; a outra é que estas nuvens escuras irão embora e sol retornará a brilhar na sua vida.

Que Deus nos abençoe. A vida segue e o sol brilha.

Daniel T. Oliveira – Comunidade Fidelidade

Missa em ação de graças pelo Ano da decisão – 15/12/2018

Por | DESTAQUES, GALERIA DE FOTOS

Neste sábado dia 15/12/2018 aconteceu em nossa casa sede em São Bernardo do Campo, no salão João Paulo II uma Missa em ação de graças e encerramento do ano da decisão.

A celebração eucarística foi presidida pelo Padre Cláudio Pereira Santos da 
Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima, localizada em São Bernardo do Campo. Ao final teve uma apresentação em homenagem ao Natal com as  crianças que participam dos pequenos fiéis (Grupo para as crianças onde são catequizados, que acontece aos sábados no mesmo horário do Grupo Parusia) 

 

Vim para ficar na tua casa! Feliz Natal com Jesus!

Por | - ULTIMAS, PARTILHA DO FUNDADOR

Jesus lhe dizendo…

Eu vim ao mundo numa noite fria e eis que nasci em uma pobre manjedoura, pois não havia lugar para mim na hospedaria. Mesmo diante das circunstâncias que o mundo me ofereceu, recebi um profundo amor de Maria e José, meus pais, que antes do meu nascimento prepararam tudo para a minha chegada.

O tempo foi passando e fui crescendo em sabedoria e humildade, e fiz a minha opção em buscar as coisas do Pai. Em virtude desta minha escolha, vieram muitas coisas boas. Realizei curas, milagres, prodígios. Com isso, muitas pessoas mudaram de vida, se converteram, passaram a crer em Deus e suas vidas se modificaram. Mas ao aceitar os planos do Criador em minha história, apareceram as dificuldades, tribulações e sofrimentos que me levaram à morte na cruz.

Apesar de tudo o que passei, se fosse necessário, faria tudo novamente. Pois o Pai jamais me abandonou, e me ensinou que o significado do amor está em dar a vida por amor ao próximo, e é perdendo que se ganha a eternidade. E esta é minha história!

Reviva ela todo ano, recordando o menino que veio salvar o que estava perdido. E você pode se tomar um Salvador de almas, acolhendo a estas palavras e deixando que eu entre em seu coração.

“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele comigo.” Ap 3,20.

Um Santo Natal e que Jesus e Maria abençoem você e sua família. E que venha um Ano Novo cheio de paz.

Daniel Oliveira e toda Comunidade Fidelidade

8 grandes santos que tiveram depressão, mas nunca se renderam a ela

Por | - ULTIMAS, DESTAQUES, PARTILHA DO FUNDADOR

Você pode se surpreender com vários dos nomes nesta lista!

Até mesmo santos da estatura moral da Madre Teresa de Calcutá, admirada por crentes e descrentes, dão testemunho de ter sofrido algo que soa surpreendente e talvez chocante para quem acha que os santos viveram numa bolha de perfeição à parte das cotidianidades que afetam os seres humanos “comuns”: o conceito da “noite escura da alma“.

A mais famosa abordagem do tema e do termo é, provavelmente, a do místico espanhol São João da Cruz, reconhecido como nada menos que Doutor da Igreja. Ele descreve essa profunda espécie de crise espiritual na jornada rumo à união com Deus em seu célebre poema intitulado, precisamente, “La noche oscura del alma” (século XVI).

É fato que Deus permite, e com frequência, a drástica provação da aridez espiritual, da completa falta de fervor sensível, da dúvida espessa a respeito da Sua existência, da revolta perante os injustíssimos reveses da vida, do desespero diante da tragédia ou mesmo da rotina que, dias depois de dias, meses depois de meses, se reveste daquela insuportável e amorfa ausência de sentido…

Se o próprio Cristo experimentou o drama do silêncio do Pai na mais negra de todas as noites, a ponto de Lhe suplicar que afastasse d’Ele esse cálice durante a Sua oração no Jardim das Oliveiras, à espera da Paixão, por que presumir que Deus fosse poupar-nos de experimentar a dúvida radical? Por que imaginar que Ele nos privasse da oportunidade de escolher, livre e voluntariamente, abraçar a fé ou rejeitá-la, confiar n’Ele ou refutá-Lo, purificar o amor ou mantê-lo morno, frágil, apoiado em incentivos cômodos e débeis?

Nem a vocação à vida religiosa isenta um cristão da provação espiritual.

É claro que nem sempre essa provação é propriamente a doença física e psíquica que hoje conhecemos como depressão. No entanto, há santos que, pelos sintomas descritos por eles próprios ou por outros biógrafos, muito provavelmente enfrentaram esse quadro que atualmente é visto como “o mal do século”.

Alguns dos santos que possivelmente enfrentaram a depressão:

1 – Santo Agostinho

Século IV.

Pois é! Uma das mais icônicas e sublimes figuras representativas da intensidade da conversão cristã e do poder extraordinário da graça santificante; uma das personalidades mais admiradas da história da civilização ocidental, inclusive por não católicos e até por não cristãos: até ele enfrentou, muito provavelmente, os altos e baixos dos neurotransmissores e a instabilidade psíquica e física que hoje a medicina denomina depressão.

Sua mãe, Santa Mônica, suportou com paciência quase inacreditável a imprevisibilidade do filho brilhante, mas de temperamento terrível. Agostinho procurava com intensa sinceridade a verdade e o sentido da existência, mas, em suas andanças desnorteadas e segundo os seus próprios termos, ele a buscava na aparência das coisas criadas, nas volúpias e prazeres dos sentidos, longe de Deus e cada vez mais longe de si mesmo. “Eis que estavas dentro de mim, mas eu estava fora, e fora Te buscava, e nas coisas formosas que criaste, deforme eu me lançava“, declarará ele nas “Confissões”, obra-prima da espiritualidade não apenas cristã, mas universal.

A teimosia da graça, porém, foi mais irredutível ainda que a dele mesmo, e, encontrando canal nas “indesanimáveis” orações de sua mãe e na admirável influência do grande bispo Santo Ambrósio, levou o rebelde e angustiado Agostinho a finalmente se render a Deus e acolher o batismo. Mais ainda: ele se consagrou a Deus e chegou também ele a ser bispo.

Depois que a mãe morreu, no entanto, e durante os mais de quarenta anos que a isto se seguiram, a sua personalidade poderosa ainda se manifestaria com frequência na propensão à raiva implacável e à… depressão severa. Santo Agostinho se levantava desses abismos por meio da oração, do sacrifício e do trabalho. Ocupar-se foi um grande remédio, tanto nas muitas responsabilidades de bispo quanto nas muitas horas de reflexão, estudo e oração que o transformaram em grande defensor da doutrina da Igreja.

2 – Santa Flora de Beaulieu

Século XIV.

Sta Flora de Beaulieu

CC

Ela teve uma infância normal, mas, quando seus pais começaram a buscar marido para ela, se recusou e anunciou que ia dedicar a vida a Deus entrando num convento. No entanto, essa decisão, tomada num contexto turbulento, desencadeou uma fase intensa e prolongada de depressão que afetava de tal modo o seu comportamento que mesmo para as outras irmãs era uma provação conviver com ela. Com a graça de Deus, o tempo e a ajuda de um confessor compreensivo, Flora fez grande progresso espiritual precisamente por causa do desafio da depressão, que ela enfrentou com empenho.

3 – Santo Inácio de Loyola

Século XVI.

Public Domain

A personalidade poderosa do grande santo fundador dos padres jesuítas também era dada a sentimentos de profunda inquietação e sofrimento. O senso de certeza e convicção que ele demonstra em sua autobiografia (escrita em terceira pessoa) não vieram com facilidade. Depois de se converter, Inácio teve de lutar contra um feroz período de escrupulosidade, termo que, na ascese cristã, se refere à tentação de sentir-se sempre em grave pecado por cada mínima falha pessoal no cumprimento de deveres e na vivência das virtudes. Essa provação veio seguida de uma depressão tão séria que ele chegou a pensar em suicídio. Deus o retirou do abismo de trevas e sofrimento interior inspirando-lhe grandes coisas a realizar na vida em nome de Cristo e da Sua Igreja.

O próprio Inácio define como “desolação” a experiência que enfrentou em seus exercícios espirituais: um estado de grande inquietação, irritabilidade, desconforto, insegurança quanto a si mesmo e às próprias decisões, dúvidas assustadoras, grande dificuldade de perseverar nas boas intenções… De acordo com Inácio, Deus não causa a desolação, mas a permite para nos “abalar” como pecadores e nos chamar à conversão.

A partir da sua experiência, Santo Inácio dá três conselhos para reagir à desolação: não desistir nem alterar uma boa resolução anterior; intensificar a conversa com Deus, a meditação e as boas ações; e perseverar com paciência, pois a provação é estritamente limitada por Deus, que dará o alívio no momento oportuno. Ele descobriu, em suma, que a depressão pode ser um grande desafio espiritual e uma ótima oportunidade de crescimento.

Estes conselhos continuam perfeitamente válidos, mas, hoje, é de importância crucial acrescentar um quarto conselho: procurar a ajuda médica adequada. Os avanços da medicina deixam claro que, na maioria dos quadros verdadeiramente depressivos, a medicação psiquiátrica é indispensável para reequilibrar os neurotransmissores, pois se trata de uma doença propriamente dita e não apenas de uma “fase de tristeza”. O tratamento da depressão clínica tem duas vertentes interdependentes: o trabalho interior pessoal, que pode ser acompanhado por um bom psicólogo ou orientador qualificado, e o trabalho da medicina, acompanhado por um psiquiatra sério e bem atualizado.

4 – Santa Joana Francisca de Chantal

Século XVI.

GFDL-CC

Durante oito anos, ela viveu feliz o seu casamento com o Barão de Chantal. Mas, quando o marido morreu, seu sogro, vaidoso e teimoso, forçou Joana e seus três filhos a irem morar com ele, provocando uma rotina de contínuos dissabores, duras provas de paciência e… depressão. Em vez de se escorar na vitimização, como infelizmente é comum desde sempre e até hoje, Santa Joana fez a escolha de manter a alegria e de responder às crueldades do sogro com caridade e compreensão.

Mesmo depois de estabelecer uma cordial e santa amizade com o grande bispo São Francisco de Sales e de trabalhar com ele na criação de uma ordem religiosa para mulheres de mais idade, Joana continuava experimentando momentos de grande sofrimento e injusto julgamento – e continuava, também, a responder com alegria, trabalho esforçado e espírito voltado a Deus.

A propósito, São Francisco de Sales tem um relevante conselho para quem sofre dessa provação:

“Refresque-se com músicas espirituais, que muitas vezes provocaram o demônio a cessar as suas artimanhas, como no caso de Saul, cujo espírito maligno se afastou dele quando Davi tocou sua harpa perante o rei. Também é útil trabalhar ativamente, e com toda a variedade possível, de modo a desviar a mente da causa de sua tristeza”.

5 – São Noel Chabanel

Século XVII.

São Noel Chabanel

CC

Padre jesuíta, mártir norte-americano, trabalhou entre os índios huron com São Charles Garnier. Os missionários, no geral, desenvolvem grande empatia por aqueles a quem evangelizam; no entanto, não foi o caso do pe. Noel: ele sentia repugnância pelos índios e pelos seus costumes, além de imensa dificuldade para aprender a sua língua, completamente diferente de qualquer idioma europeu, sem falar nos brutais desafios que a vida em ambiente quase selvagem envolvia. Todo esse conjunto de provações gerou nele um sentimento duradouro de sufocamento espiritual. Como ele respondeu? Fazendo um voto solene de jamais desistir nem abandonar a sua missão. E esse voto ele manteve até o dia do seu martírio.

6 – Santa Elizabeth Ann Seton

Século XVIII.

ELIZABETH

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A primeira santa nascida em solo estadunidense sofria com a contínua sensação de solidão e melancolia, tão profunda que ela pensou várias vezes em se matar. Ela teve muitos problemas em sua vida, especialmente relacionados à sua família. Leituras, música e o mar a ajudaram a ser mais alegre. Quando se converteu, a Eucaristia e a caridade passaram a ser sua grande força diária!

7 – São João Maria Vianney

Século XIX.

Cura d'Ars

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Conhecido como o Cura D’Ars, ele é um dos sacerdotes mais queridos da história da Igreja, modelo de pároco zeloso e de pastor que superou as muitas e graves limitações intelectuais próprias para guiar as almas com maestria pelo caminho da vida de graça. Apesar de todo o bem que fazia, ele não conseguia enxergar a própria relevância diante de Deus e convivia persistentemente com um forte complexo de inutilidade pessoal, sintoma da depressão que o acompanhou durante toda a vida.

Nos momentos mais difíceis, ele recorria ao Senhor e, apesar do sofrimento, renovava a determinação de perseverar no seu trabalho com confiança, fé e amor a Deus e ao próximo.

8 – Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein)

Século XX.

A santa carmelita descalça que havia nascido judia e crescido ateia sofreu com a depressão durante longo período. Chegou a escrever:

“Encontrei-me gradualmente em profundo desespero… Eu não podia atravessar a rua sem querer que um carro me atropelasse e eu não saísse viva dali”.

Desde antes de se converter, principalmente nas muitas ocasiões em que foi desprezada e humilhada por ser mulher e de origem judia, Edith sofreu intensamente a depressão. Intelectual, filósofa, discípula e até assistente de Edmund Husserl, o fundador da fenomenologia, ela finalmente encontrou em Deus a Verdade que tanto buscava, a partir da leitura da obra de Santa Teresa de Jesus. Abraçou então a graça com tamanha sede que dela arrancava as forças para lidar não apenas com os seus dolorosos sofrimentos interiores, mas também com as trevas mortíferas do nazismo.

Edith Stein, que adotou no convento carmelita o nome religioso de Teresa Benedita da Cruz após se converter e se consagrar a Deus radicalmente, foi capaz de perseverar até o martírio, mantendo a lucidez, a fé, a esperança e o amor inclusive na prisão e na execução a que foi submetida covardemente no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau. Esse final de vida terrena parece particularmente deprimente? Pois ele é, mesmo. No entanto, como tudo nesta vida tem mais do que apenas um lado, ela enfrentou esse cenário extremo com a serenidade e a paz de espírito de quem aprendeu a lidar com os altos e baixos da depressão, enxergando além do imediato e abraçando uma vida que não acaba porque é eterna – e que é capaz de brilhar até mesmo nas trevas mais densas da morte num campo de concentração.

Construção da Capela Nossa Senhora das Graças – Vakinha

Por | - ULTIMAS, DESTAQUES, NOTÍCIAS

A Comunidade Fidelidade está preparando/reformando dois cômodos da Casa São Bento para dar lugar a Capela N. Senhora das Graças. Precisamos de sua ajuda para compra de materiais de acabamento, objetos litúrgicos e de uso na capela. Também para o pagamento de mão de obra especializada. Esta capela será um lugar de celebração e adoração permanente e aberta ao povo de Deus. Contamos com sua ajuda!

Criamos assim pelo Site Vakinha esta partilha: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/reforma-capela-nossa-senhora-das-gracas

Ajude na Capela Nossa Senhora das Graças – Clique na imagem!

Capela Nossa Senhora das Graças será um local de adoração e intercessão permamente da Comunidade Católica Fidelidade.

Aberta ao povo de Deus para celebrações e atendimentos de oração.

A vaquinha que iniciamos será para compra de materiais de acabamento e de mão de obra especializada para:

Colocação de pisos, revestimentos e acabamentos gerais da Capela.

Abertura de paredes, janelas e portas. As Janelas serão coloniais com vitral e porta colonial.

Pagamento dos bancos para capela. Sacrário. Luminárias. Forro de madeira. Imagens.

Em breve disponibilizaremos atualizações e fotos do local. Contamos com sua ajuda!

Você pode visitar também nossa Casa de Missão e Sede: Rua Giuseppe Venturini, 180 – Bairro Batistini – São Bernardo do Campo – SP


A Comunidade Fidelidade é uma associação pública de fiéis, de reconhecimento Diocesano, nascida na esteira dos novos movimentos pós-Concílio Vaticano II, constituída de fiéis católicos unidos em fraternidade, cujo objetivo é levar seus membros a uma vida santificante e equilibrada, buscando viver o batismo de maneira radical.

Nossa palavra de fundação e inspiração está no Evangelho de Mateus 5, 17 – 48 e o propagamos com o seu último versículo: “Portanto, sede perfeitos, assim como vosso Pai Celeste é perfeito”.

Nesta inspiração e no amadurecimento, fomos formando e confirmando nosso Carisma de “Viver na Santidade e levar as pessoas a trilhar este caminho de busca pela Santidade” em suas vidas quotidianas pela moral cristã, justiça, equilíbrio espiritual e psicológico, reconciliando o indivíduo com sua própria história.

Saiba mais em: www.comunidadefidelidade.com

Ajude a divulgar!

Grande Célula das Mulheres – Tema: “Mulher acalma-te, ouve Deus” em 11/11/2018

Por | DESTAQUES, GALERIA DE FOTOS

Neste domingo, dia 11 de novembro, aconteceu a Grande Célula das Mulheres na Comunidade Fidelidade. Com o tema, “Mulher acalma-te, ouve Deus”, olhamos para a vida de Santa Zélia, mãe de Santa Terezinha do Menino Jesus, meditamos sobre a santidade nos dias de hoje e os desafios que nós mulheres enfrentamos como o feminismo, a ditadura da beleza, o uso excessivo de mídias sociais, sensualizarão da mulher e educação dos filhos.

Ainda, embasadas no lindo poema da mulher virtuosa (Provérbios 31, 10-31), refletimos o que Deus quer para cada uma de nós.

A tarde foi coroada com a Adoração ao Santíssimo e oração de cura interior e testemunhos marcantes da graça de Deus.

Confira as Fotos:

“Moradas da alma”: as etapas da vida mística segundo Santa Teresa de Ávila

Por | - ULTIMAS, DESTAQUES

A decisão de buscar a Deus em nós, apoiando-nos n’Ele, é a primeira das sete moradas, a porta de entrada na vida espiritual

No final da sua viagem espiritual, Santa Teresa de Jesus escreveu o livro das Moradas, no qual compara a nossa alma –o lar de Deus– com um castelo. As primeiras moradas correspondem à entrada na vida espiritual e são o fundamento de todas as posteriores.

Santa Teresa de Jesus, também conhecida como Santa Teresa de Ávila, se apoia principalmente em quatro citações bíblicas:

“Na casa do meu Pai há muitas moradas” (João 14,2) – esta passagem, segundo a santa, evoca o “castelo interior”.

“Quem me ama guardará a minha palavra; meu Pai o amará e viremos a ele e nele faremos a nossa morada” (João 14,23) – um resumo do itinerário espiritual que ela explica.

“Minhas delícias estão nos filhos dos homens” (Provérbios 8,31) – mostra que nós somos o paraíso de Deus.

“Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”(Gênesis 1,26) – a mostra de que fomos criados para amar como Deus ama, porque Deus é amor. A vontade de Deus é que nós nos amemos como Ele nos ama.

A primeira morada é o portal de entrada na vida espiritual.

Nós o cruzamos mediante a decisão de buscar a Deus em nós, apoiando-nos n’Ele, já que a pior das misérias, para Santa Teresa de Jesus, é viver sem Deus e até imaginar que podemos fazer o bem sem Deus.

Os quatro frutos da primeira morada, que amadurecerão ao longo do nosso caminho espiritual, são a liberdade, a humildade, o desprendimento e, acima de tudo, a caridade, que é o fim e a culminação.

A segunda, terceira e quarta moradas permitirão aprofundar na vida espiritual entendida como caminho rumo a Deus, como busca de Deus e participação progressiva na vida divina.

Este dom é gratuito, mas temos que estar determinados a recebê-lo e fazer desse recebimento o centro da nossa vida, purificando, assim, o lugar de nós onde habita Deus.

É Deus quem nos faz passar de uma morada à outra, quando quer e da forma que quer.

A segunda morada diz respeito à purificação da nossa relação com o mundo.

A arma utilizada para triunfar aqui é a fé em Cristo e a confiança na Sua vinda para nos libertar (cf. Gálatas 5,1).

A terceira morada está ligada ao esclarecimento da relação com nós mesmos.

Corremos o risco de ser como aquele jovem rico que teve um bom começo, mas que termina todo triste.

O desafio desta terceira morada é reconhecer-nos como um “servo qualquer”, que recebe tudo de Deus.

A quarta morada aprofunda a nossa relação com Deus.

Uma grande paz vai se instaurando progressivamente nas profundidades da nossa alma. A confiança, a humildade e a gratidão são realidades que vão sendo vividas cada vez mais profundamente.

A entrada na quinta morada marca uma transição:

Não passamos da quarta à quinta da mesma forma que tínhamos passado da segunda à terceira ou da terceira à quarta.

Consideramos a nossa vida não tanto como um caminho rumo a Deus, mas experimentamos Deus vivendo em nós, como explica a frase de São Paulo: “Já não sou eu quem vive, é Cristo que vive em mim!” (Gálatas 2,20).

O desejo de amar é mais intenso; ao receber uma vida nova, perdemos os nossos antigos pontos de referência e as nossas seguranças habituais.

A sexta morada consiste nos “compromissos espirituais”:

Há uma alternância de sofrimentos ligados ao sentimento de ausência de Deus e a experiências muito profundas da presença de Cristo. Aqui intervém uma dilatação ainda mais profunda do coração e do desejo de Deus.

A arma utilizada aqui é sempre a volta à santa humanidade de Cristo: Jesus se une a nós em nossa debilidade humana para transformá-la, para revitalizar o nosso desejo de amar em comunhão com Ele.

A sétima morada, enfim, é o ponto de culminação definido pela união com Deus no “matrimônio espiritual”.

Este matrimônio espiritual foi concedido a Santa Teresa de Jesus em 18 de novembro de 1572.

A união com Deus é uma participação profunda no desejo de Deus de salvar todas as pessoas.

Através do matrimônio espiritual, tudo fica transformado e se recebe um renovado desejo de viver assumindo a própria condição e os próprios compromissos terrenos de maneira ainda mais concreta e sem fugir da realidade.

Missa de 18 Anos de Fidelidade – Renovação dos compromissos – 21 de Outubro de 2018

Por | DESTAQUES, GALERIA DE FOTOS

A Comunidade celebrou neste domingo 21 de Outubro seus 18 Anos de Missão. Nesta ocasião receberam mais dois novos consagrados em Vínculo de Comunhão: Orlando e  Flávio. Também renovaram seus compromissos todos os membros da comunidade.

Celebrou conosco Padre José Osvaldo da Paroquia Santo Antônio, o qual somos muito gratos. Confira as fotos:

 

Você sabe identificar se sua ação foi pecado ou não?

Por | - ULTIMAS, PARTILHA DO FUNDADOR

Reconhecer o nosso pecado é uma forma de melhorar nossa vida

Para aqueles que não sabem, nós possuímos um organismo sobrenatural, que em seus diversos membros nos conduzem a uma intimidade cada vez mais profunda com Deus. Ele é composto de dons do Espírito Santo e virtudes infusas. Esse organismo sobrenatural produz, gradativamente, união com Deus e santidade em nós. O pecado grave nos faz perder todo esse organismo. Com os veniais isso não acontece, mas seu hábito acaba por nos conduzir aos graves.

O que é concupiscível e irascível?

Após o pecado original, passou a habitar em nós duas grandes inclinações: a concupiscível, que se baseia na busca da felicidade ou na manutenção da vida, levando-nos ao uso do prazer sem freios. E a irascível, que nos ajudam a defender a própria vida dos perigos, mas também nos leva a fazer o mal contra o outro.

Os pecados contra a castidade e a vida sexual desregrada, a gula e a preguiça estão alojados na área do concupiscível. A falta de perdão, a maledicência, o aborrecer-se com o outro e as brigas vêm do nosso irascível.

Essas paixões desregradas, além de uma vida imoral, causam também um dano tremendo ao trabalho do intelecto, porque a inteligência precisa da ajuda do imaginário para buscar a verdade. Somente que o imaginário é movido pelas paixões e elas não o deixam quieto. Essa é uma das razões pela qual a inteligência não se desenvolve bem em uma pessoa passional. Referimo-nos à inteligência abstrata, que trata das grandes questões do homem: o que é a verdade? O que é a existência, a justiça, o amor, a vida? A pessoa apegada demais a si, por exemplo, sequestra a inteligência para a busca do poder. Assim, acaba vivendo e manipulando tudo ao seu redor, para que seja melhor somente para si e não se baseando no melhor para todos, buscando a verdade que é Deus. Muitas vezes, faz-se isso sem perceber.

É muito comum um estudante, que esteja mergulhado nas paixões concupiscíveis e irascíveis, após se confessar e abandonar o mal, juntando a uma conversão sincera, ter um rendimento escolar muito melhor!

Enquanto não se ordena as paixões, não se consegue desenvolver bem espiritualmente. Por quê? Jesus simplifica a doutrina reduzindo todas as tantas leis do judaísmo no amor a Deus e ao próximo. O amor ao próximo exige o controle do irascível e concupiscível. E no concupiscível, a prática da castidade exige o controle da mais forte das paixões do concupiscível: as paixões sexuais.

Mais adiante, colocaremos meios eficazes e precisos para conquistar a graça da castidade. Se posto em prática corretamente, o resultado é extremamente rápido.

Já o irascível, o caminho é mais longo, pois está baseado no medo da morte. O seu treino é com o respeito ao próximo dentro e fora do coração, por meio de atos e também do perdão, sendo amável e não julgando. Vivendo essas coisas com afinco, controlando o irascível, a pessoa acaba adquirindo um controle perfeito sobre si, inclusive, se um dia precisar arriscar a vida, o fará com cavalheirismo, com virtude e honradez.

A moral cristã é rígida nesses dois pontos: castidade e respeito ao próximo. Nisso é intransigente. No resto, quase todas as outras transgressões são veniais.

Como distinguir os atos pecaminosos?

Os requisitos são: plena advertência, pleno consentimento e a matéria, se é grave ou leve. A advertência trabalha em nossa inteligência, o consentimento em nossa vontade e a matéria é do ato que se comete.

A plena advertência é um ato da inteligência. De maneira geral, algo é plenamente advertido ao intelecto, quando se percebe que o ato ou a situação que vamos praticar tem erro ou malícia. Não é preciso saber exatamente todo o tratado moral da situação para ter sido plenamente advertido. Se fosse assim, somente os teólogos cometeriam pecados, como também somente os advogados cometeriam crimes. Uma vez percebido o mal ali, que Deus não gostaria daquilo, ou a malícia, o erro, mesmo que confusamente, já basta para ter sido plenamente advertido.

Pode acontecer de a pessoa não ter plena advertência o tempo todo, por levar uma vida má há muito tempo. Mesmo assim, não significa que não esteja em pecado, pois não há inteligência que se possa admitir moralmente tantas maldades. Se parar para pensar por um minuto, percebe-se a maldade.

A plena advertência torna-se cada vez mais delicada, naqueles que possuem uma consciência formada, prática da moral e uma vida de fé.

O pleno consentimento é um ato voluntário de tal maneira que se possa dizer, com sinceridade, que se praticou tal ou qual ato por que quis, e se não o quisesse, não o teria feito. No início, pode ser difícil de discernir, mas, com o tempo, a observação nos ajuda a conhecer melhor a nós mesmos, assim como nas questões de moral que surgirem e que se busque respostas.

É possível pecar por pensamento?

Essas coisas se aplicam também aos pecados por pensamento. Deus quer que sejamos puros em todos os sentidos, não só nos atos externos, mas também nos internos. Os pensamentos voam, fazem-se por associações, numa completa balburdia. Normalmente, os maus pensamentos não começam pela vontade (no caso de uma pessoa que já busca evitar o pecado). Caso se perceba um mal pensamento, essa percepção é a plena advertência. Até esse ponto, não há o pecado, porém, se, depois disso, deixa os pensamentos prosseguirem no mal, mesmo que seja no automático, nesse momento ocorre o consentimento e o ato. Aí materializa-se o pecado.

Por fim, é preciso saber se a matéria do ato mal é grave ou venial. Já tratamos um pouco disso no texto da semana passada. Mais para frente, falaremos mais um pouco. Vai ficar tudo bem claro, não se preocupe!

Por Roger de Carvalho, via Canção Nova 

Grande Célula para as Crianças – Alegres em Cristo – 13/10/2018

Por | DESTAQUES, GALERIA DE FOTOS

Em outubro tivemos uma Grande Célula para as crianças. Muitas brincadeiras, teatro, evangelismo e partilha para as crianças.

Confira as Fotos:

Oração de cura e libertação de Santo Ambrósio

Por | FORMAÇÕES, PARTILHA DO FUNDADOR

Oração que Santo Ambrósio nos ensina para rezarmos antes da Santa Missa

Senhor Jesus Cristo, eu, pecador, não presumindo de meus méritos, mas confiando em vossa bondade e misericórdia, temo entretanto e hesito em aproximar-me da mesa de vosso doce convívio.

Pois meu corpo e meu coração estão manchados por muitas faltas, e não guardei com cuidado meu espírito e minha língua.

Por isso, ó bondade divina e temível majestade, em minha miséria recorro a Vós, fonte de misericórdia; corro para junto de Vós a fim de ser curado, refugio-me em vossa proteção e anseio ter como salvador Aquele que não posso suportar como juiz.

Senhor, eu vos mostro minhas chagas e vos revelo minha vergonha.

Sei que meus pecados são muito grandes e temo por causa deles, mas espero em vossa infinita misericórdia.

Olhai-me pois com vossos olhos misericordiosos, Senhor Jesus Cristo, Rei eterno, Deus e homem, crucificado por causa de nós homens.

Escutai-me pois espero em Vós; tende piedade de mim, cheio de miséria e pecados, Vós que jamais deixareis de ser para nós a fonte da compaixão.

Salve, vítima salvadora, oferecido no patíbulo da cruz por mim e por todos os homens.

Salve, nobre e Precioso Sangue, que brota das chagas de meu Senhor Jesus Cristo crucificado e lavas os pecados do mundo inteiro.

Lembrai-vos, Senhor, da vossa criatura resgatada por vosso sangue.

Arrependo-me de ter pecado, desejo reparar o que fiz.

Livrai-me, ó Pai clementíssimo, de todas as minha iniquidades e pecados, para que, inteiramente purificado, mereça participar dos santos méritos.

E concedei que vosso corpo e sangue, que eu embora indigno me preparo para receber, sejam perdão para os meus pecados e completa purificação de minhas faltas .

Que eles afastem de mim os pensamentos maus e despertem eficazes obras que vos agradam, e protejam meu corpo e minha alma contra as ciladas de meus inimigos.

Amém.