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7º Congresso Católicos em Células – 07 a 09 de Setembro de 2018

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Aconteceu nos dias 7, 8 e 9 de setembro de 2018 a sétima edição do congresso nacional Católicos em Células. Sediado na Paróquia Espírito Santo, em São José dos Campos – SP, o evento teve como tema: “Células, um estilo de vida”, baseado no discurso do Santo Padre o Papa Francisco, por ocasião do encontro mundial das células, em 2015. Incluindo a equipe de serviço, mais de 700 pessoas participaram deste congresso: 23 paróquias e 11 novas comunidades de diversas partes do país.

As conferências, que aprofundaram o discurso do Papa, foram ministradas com muita unção e objetividade pelos italianos Pe. Gianni Mezzasalma, da Comunidade Eccomi manda me, de Ragusa (pioneira entre as novas comunidades em células no mundo) e pelo diácono permanente Filippo Crosa, de Milão (com 32 anos de experiência nas células, membro da primeira célula de Pe. PiGi Perini, fundador do Organismo Internacional. Ele é também promotor das células na China). O promotor nacional das células, Sandro F. Peres, juntamente com o Pe. Juarez Dalan, conosco desde o início deste projeto no Brasil, deram também sua contribuição falando da vocação do sistema de células no sábado pela manhã. Já no domingo foi a vez do Pe. Luis Fernando Soares, pároco que acolheu o evento, compartilhar um breve testemunho de como conheceu esta visão de evangelização e a aplicou.

Na tarde do sábado quatro seminários foram ministrados simultaneamente por consultores da Agência Católicos em Células, abordando temáticas como: Como implantar o sistema de células na sua paróquia ou comunidade – O sistema de liderança na paróquia e na comunidade em células – A evangelização oikos e o sistema de células – Quando o crescimento não vem. Os desgastes e dificuldades no sistema de células.

Somos gratos ao Senhor por nos permitir um momento de tantas graças, aprendizado, troca de experiências e convivência fraterna. Somos gratos também às dezenas de irmãos que se dedicaram nas variadas equipes para que o evento se realizasse, de modo especial ao tradutor, Marcos Rosa, que se ocupou dos pregadores antes, durante e após o evento.

Fotos do evento: ACESSE AQUI!

Em breve todas as conferências e seminários estarão disponíveis no nosso canal do YouTube:
CANAL CATÓLICOS EM CÉLULAS

Por Cesar Machado Lima
Secretário Geral Agência Católicos em Células.

Fonte: http://www.catolicosemcelulas.com.br/site/?p=3132

Grande Célula de Oração – 05/09/2018 – Presença especial dos conferencistas Pe Gianni e Diácono Pippo

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Confira as fotos da Grande Célula Extraordinária com os conferencistas italianos Pe Gianni e Diácono Pippo da Itália. A Grande Célula reuniu 6 Comunidades e suas células para um louvor e ouvirem como estão as Células de Evangelização na Europa e no mundo. Uma alegria celebrar juntos. Após a Grande Célula os conferencistas foram a SJC para o 7º Congresso dos Católicos em Célula.

9º Encontro das famílias – 26 de agosto de 2018

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Aconteceu na tarde deste Domingo 26/08/18 a 9º Edição do Encontros das Famílias, este ano feito no formato de Grande Célula,Temas específicos para os Casais,os Jovens e as Crianças, nos espaços na casa de missão da comunidade Fidelidade,uma tarde de louvor testemunhos e oração para as Famílias que estiveram no Encontro.

 

Leigo consagrado: o que é esta vocação?

Por | - ULTIMAS, DESTAQUES

Antes de falar sobre o que é leigo consagrado é preciso entender que, além do batismo, através do qual o homem entra na vida cristã e assume o seu chamado na Igreja como leigo, existe outras duas formas de consagração a Deus na Igreja: a consagração religiosa que insere a pessoa na vida consagrada e a consagração ministerial, a qual insere a pessoa no sacramento da ordem, ou seja, no diaconato ou no sacerdócio. Essas duas formas de consagração são como que um aprofundamento da consagração batismal (batismo), levando o cristão a assumir uma radicalidade evangélica e carismática para desempenhar uma missão específica na Igreja.

 Mas, o que é Leigo?

Do latim laicus: comum, ordinário. Que ou quem não pertence ao clero nem fez votos religiosos = LAICO, SECULAR, ECLESIÁSTICO, RELIGIOSO

As Novas Comunidades

As Novas Comunidades, (como Pantokrator, Shalom, Fidelidade, Canção Nova, Recado, dentre outras) vivem uma nova forma de consagração a Deus que também aprofunda a vivência da consagração que todo cristão realiza em seu batismo. Essa consagração não se enquadra totalmente na consagração religiosa, mas essa realidade das Novas Comunidades nos faz entender claramente esse outro modo de consagração: a Consagração de VidaAs Novas Comunidades são instituições adequadas aos desafios do nosso tempo, que foram fundadas sobre os elementos teológicos e canônicos essenciais próprios da vida consagrada, mas com características originais em relação às suas formas tradicionais.

“O elemento jurídico especificante dos Institutos de Vida Consagrada é a profissão dos conselhos evangélicos, ou seja, a manifestação feita perante a autoridade eclesiástica, e aceita por esta, do propósito de levar uma vida de observância da castidade no celibato, da pobreza e da obediência, de acordo com as constituições do respectivo Instituto. Nessa profissão, está a diferença na consagração feita nos Institutos de Vida Consagrada, de outros tipos de consagração, como a batismal ou a realizada em algumas sociedades de vida apostólica.”

O leigo consagrado

consagração vivida de modo secular ocorre no caso de leigos que se consagram a Deus pela profissão dos conselhos evangélicos (pobreza, castidade e obediência), mas que permanecem atuando no mundo dentro das realidades comuns. Tendem à perfeição da caridade (amor) e procuram cooperar para a santificação do mundo, principalmente a partir de dentro, como fermento. O apostolado do leigo consagrado é vivido na sua realidade externa de vida (fora do Instituto) e nas suas profissões não se distinguem normalmente dos fieis comuns. Nesses casos o leigo consagrado vive uma consagração total a Deus pela profissão dos conselhos evangélicos, semelhantemente aos religiosos, mas também vive a secularidade pelo fato de viver no mundo, inserido nas realidades temporais, assim como os leigos.

Na Consagração de Vida buscamos hoje reproduzir Cristo, como na Vida Consagrada, embora não o façamos exatamente na forma como Cristo viveu, o que significa que esse desprendimento de todas as coisas para uma especial acolhida do Reino também faz parte da consagração de vida e do testemunho que deve dar ao mundo. Porém, a característica deste desprendimento depende do Carisma da Comunidade, do estado de vida próprio (solteiro, casado, celibatário) e da forma de vida em que a pessoa vive a sua consagração (vida comum ou aliança). Em função disso esse desprendimento em alguns casos pode ser mais interior e, em outros, mais exterior. Por exemplo: uma pessoa casada deve ter um desprendimento interior dos bens, mas não vive um total desprendimento exterior como um celibatário, porque precisa usar dos bens para o sustento da família.

Como vivem os leigos consagrados

Nós que vivemos nas Novas Comunidades também somos leigos e consagramos nossa vida a Deus, leigos consagrados, assumimos em nossa promessa de consagração obrigações (segundo a Regra de Vida e os Estatutos) com vínculo estável e reconhecido pelo Bispo. Devemos permanecer como leigos empenhados nos valores seculares próprios e peculiares do laicato através da nossa consagração. A consagração de vida nos ajuda a viver mais perfeitamente o nosso chamado batismal como leigos e dá autenticidade profética para testemunharmos no mundo os valores do Reino e da caridade cristã. Vivemos como consagrados no mundo, estamos no mundo, mas não somos do mundo, pertencemos a Deus.

“Estais no coração do mundo com o coração de Deus.”
(Papa Francisco no encontro promovido pela conferência italiana dos institutos seculares)

Luciane Bidóia
Consagrada da Comunidade Pantokrator

Fonte: https://pantokrator.org.br/po/vocacao/leigo-consagrado/

9º Encontro das famílias – 26 de agosto as 14h00 – Bom demais!!!

Por | DESTAQUES, NOTÍCIAS

Você e sua família estão convidados a participar desta tarde de cura e liberação para toda família. Com café da tarde, espiritualidade, ensino, espaço de brincadeiras para as crianças e muito mais.

Não deixe de vir com sua família e célula! Procure seu líder ou a comunidade para mais informações.

Contato WhatsApp: (11) 9.4594-3555

Células da Fidelidade: http://comunidadefidelidade.com/celulasfidelidade/

 

 

“Há uma tragédia silenciosa em nossas casas”, viral que tem contagiado a internet

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Circula na rede um texto extraordinário atribuído ao psiquiatra Luís Rajos Marcos. Vale a leitura e a meditação.

Há uma tragédia silenciosa que está se desenvolvendo hoje em nossas casas e diz respeito às nossas joias mais preciosas: nossos filhos. Nossos filhos estão em um estado emocional devastador! Nos últimos 15 anos, os pesquisadores nos deram estatísticas cada vez mais alarmantes sobre um aumento agudo e constante da doença mental da infância que agora está atingindo proporções epidêmicas.

As estatísticas:

– 1 em cada 5 crianças tem problemas de saúde mental;
– um aumento de 43% no TDAH foi observado;
– um aumento de 37% na depressão adolescente foi observado;
– um aumento de 200% na taxa de suicídio foi observado em crianças de 10 a 14 anos.

O que está acontecendo e o que estamos fazendo de errado?

As crianças de hoje estão sendo estimuladas e superdimensionadas com objetos materiais, mas são privadas dos conceitos básicos de uma infância saudável, tais como:

pais emocionalmente disponíveis;
limites claramente definidos;
responsabilidades;
nutrição equilibrada e sono adequado;
movimento em geral, mas especialmente ao ar livre;
jogo criativo, interação social, oportunidades de jogo não estruturadas e espaços para o tédio.
Em contraste, nos últimos anos as crianças foram preenchidas com:

– pais digitalmente distraídos;
– pais indulgentes e permissivos que deixam as crianças “governarem o mundo” e sem quem estabeleça as regras;
– um sentido de direito, de obter tudo sem merecê-lo ou ser responsável por
obtê-lo;
– sono inadequado e nutrição desequilibrada;
– um estilo de vida sedentário;
– estimulação sem fim, armas tecnológicas, gratificação instantânea e ausência de momentos chatos.

O que fazer?

Se queremos que nossos filhos sejam indivíduos felizes e saudáveis, temos que acordar e voltar ao básico. Ainda é possível! Muitas famílias veem melhorias imediatas após semanas de implementar as seguintes recomendações:

– Defina limites e lembre-se de que você é o capitão do navio. Seus filhos se sentirão mais seguros sabendo que você está no controle do leme.
– Oferecer às crianças um estilo de vida equilibrado, cheio do que elas PRECISAM, não apenas o que QUEREM. Não tenha medo de dizer “não” aos seus filhos se o que eles querem não é o que eles precisam.
– Fornecer alimentos nutritivos e limitar a comida lixo.
– Passe pelo menos uma hora por dia ao ar livre fazendo atividades como: ciclismo, caminhadas, pesca, observação de aves/insetos.
– Desfrute de um jantar familiar diário sem smartphones ou tecnologia para distraí-lo.
– Jogue jogos de tabuleiro como uma família ou, se as crianças são muito jovens para os jogos de tabuleiro, deixe-se guiar pelos seus interesses e permita que sejam eles que mandem no jogo.
– Envolva seus filhos em trabalhos de casa ou tarefas de acordo com sua idade
(dobrar a roupa, arrumar brinquedos, dependurar roupas, colocar a mesa, alimentação do cachorro etc.).

– Implementar uma rotina de sono consistente para garantir que seu filho durma o suficiente. Os horários serão ainda mais importantes para crianças em idade escolar.
– Ensinar responsabilidade e independência. Não os proteja excessivamente
contra qualquer frustração ou erro. Errar os ajudará a desenvolver a resiliência e a aprender a superar os desafios da vida.
– Não carregue a mochila dos seus filhos, não lhes leve a tarefa que esqueceram, não descasque as bananas ou descasque as laranjas se puderem fazê-lo por conta própria (4-5 anos). Em vez de dar-lhes o peixe, ensine-os a pescar.
– Ensine-os a esperar e atrasar a gratificação.
Fornecer oportunidades para o “tédio”, uma vez que o tédio é o momento em que a criatividade desperta. Não se sinta responsável por sempre manter as crianças entretidas.
– Não use a tecnologia como uma cura para o tédio ou ofereça-a no primeiro segundo de inatividade.

– Evite usar tecnologia durante as refeições, em carros, restaurantes, shopping centers. Use esses momentos como oportunidades para socializar e treinar cérebros para saber como funcionar quando no modo “tédio”.
– Ajude-os a criar uma “garrafa de tédio” com ideias de atividade para quando estão entediadas.
– Estar emocionalmente disponível para se conectar com crianças e ensinar-lhes autorregulação e habilidades sociais.
– Desligue os telefones à noite quando as crianças têm que ir para a cama para evitar a distração digital.
– Torne-se um regulador ou treinador emocional de seus filhos. Ensine-os a reconhecer e gerenciar suas próprias frustrações e raiva.
– Ensine-os a dizer “olá”, a se revezar, a compartilhar sem se esgotar de nada, a agradecer e agradecer, reconhecer o erro e pedir desculpas (não forçar), ser um modelo de todos esses valores.
– Conecte-se emocionalmente – sorria, abrace, beije, faça cócegas, leia, dance, pule, brinque ou rasteje com elas.

E compartilhe se você percebeu a importância desse texto!

Dr. Luís Rajos Marcos
Médico Psiquiatra

Campanha Aliança Fiel 2018 – Ajude a Fidelidade!

Por | DESTAQUES

Campanha Aliança Fiel de 2018 – Ajude a Comunidade Fidelidade!

Estamos em nova Campanha e precisamos de sua ajuda. Seja um sócio evangelizador.

Toda ajuda vai para as construções e manutenção da Casa São Bento e Salão São João Paulo II.

Oremos pela campanha deste mês para alcançarmos os 100% e conseguirmos arcar com os débitos da Comunidade.

Para depositar na Conta

Associação Domingos Sávio
Banco Bradesco – 237
Agencia – 0109
Conta – 21952-5
CNPJ – 19.995024/0001-56

Você que está a distância, também pode nos Ajudar com qualquer quantia, doando-nos pelo PAG SEGURO da UOL  clicando no botão abaixo! É rápido e seguro!

Ajudar pelo PagSeguro da UOL clicando no botão abaixo

ou Link: https://pag.ae/bhkDvB3





Queremos agradecer o empenho e oração de todos em favor das Construções da Comunidade Fidelidade.

Continua agora a Campanha aliança fiel para continuarmos o Salão Beato João Paulo II!

Podendo assim acolher melhor aos irmãos nesta Casa de Oração!

Sua Oração e contribuição são muito importante! Obrigado!

Estamos agora com Nova Campanha e precisamos de sua Ajuda!

Clamamos por um novo Milagre de chegar aos 100%!

  • Melhorias no Salão e Terreno da Comunidade.
  • Construção de nossa Sala de Formação Bento XVI.
  • Inicio da Construção de Nossa Capela.

Você pode procurar os membros permanentes de Nossa Comunidade ou na Loja Fidelidade para contribuir via cartões de débito ou crédito.

Também adquirindo nossos produtos ou em nossa lanchonete que acontece todos os Sábados no Grupo de Oração Parusia.

Desde já muito obrigado! E que o Senhor abençoe sua Generosidade!

5 dicas incríveis inspiradas na “psicologia da felicidade”

Por | - ULTIMAS, DESTAQUES, FORMAÇÕES

Como viver para alcançar a máxima aspiração do ser humano

Sobre a felicidade, é oportuno recordar o que disse o catedrático de psiquiatria granadino, Enrique Rojas Montes, no livro “El hombre light” [O homem light], de 1992: “a felicidade é a máxima aspiração do homem, para a qual apontam todos os vetores de sua conduta. Mas, se queremos alcançá-la, devemos buscá-la. Além disso, a felicidade não pressupõe uma descoberta no fim da existência, mas sim, durante o caminho percorrido”.

A aplicação de tudo isso não é algo feito apenas uma vez na vida; é um desafio constante. Com um pouco de prática e interesse, não é muito difícil conseguir um estilo de vida mais emocionalmente saudável,  que nos levará a sucessos maiores, tanto pessoais quanto profissionais.

Para isso, podemos seguir cinco regras práticas, inspiradas nas ideias de Csikszentmihalyi, professor de Psicologia na Universidade de Claremont (Califórnia) e especialista em questões relacionadas à felicidade e ao bem-estar subjetivo.

1. Conheça seus objetivos, procure ser coerente e meça os progressos.

Trata-se de estabelecer metas atingíveis e ir aumentando progressivamente os nossos desafios. Ter claras nossas metas e nossos desejos é fundamenta para aproveitar a vida, pois “quem sabe quais são os seus desejos e trabalha com o propósito de consegui-los é uma pessoa cujos sentimentos, pensamentos e ações são congruentes entre si e, portanto, é uma pessoa que conseguiu a harmonia interior”.  A vida não é só um conjunto de coisas que acontecem, mas também um conjunto de coisas que queremos que aconteçam.

 2. Contra o fracasso, a perseverança.

Claro, é preciso querer e estar disposto a “perseverar, apesar dos obstáculos”. E ter claro que “a satisfação não depende do que você faz, mas como você faz”, pois a forma de fazer algo pode nos manter concentrados, aproveitando o momento, ou nos deixar estressados, aborrecidos, desesperados.

3. Os contratempos são desafios!

Transforme a adversidade em um desafio que possa lhe proporcionar satisfação. Csikszentmihalyi vê esta característica como a virtude “mais útil e mais necessária para a sobrevivência – e com mais possibilidade de fazer melhorar a qualidade de vida”.

4. Somos parte de um mundo que não nos pertence.

Existem qualidades muito importantes que devem ser praticadas, como, por exemplo, a autoconfiança sem egoísmo e a humildade. Aqueles que conseguem a satisfação em seus desafios não destinam suas energias “a dominar o que está ao seu redor, mas a encontrar a maneira harmoniosa de funcionar dentro do seu entorno”. Isso nos leva à conclusão que é melhor não buscarmos somente os nossos próprios interesses, mas estarmos dispostos a inserir-nos no sistema e pensarmos em um sistema global. 

5. Contra os obstáculos, soluções alternativas.

Não se frustre diante do fracasso ou da adversidade. É comum focarmos nossa atenção nos obstáculos que impedem nossas metas. Certamente, é melhor ter uma visão mais ampla para descobrirmos soluções alternativas. Também é preciso ampliar o olhar para darmos ao problema a importância relativa que ele tiver.

Coisas que você não deve fazer na Missa e talvez não saiba.

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Pequenos detalhes que fazem a diferença e unem a Igreja

  1. Não chegar atrasado. Lembre-se de que Deus está esperando você para enchê-lo com o seu amor, dar o seu perdão e um abraço, falar ao seu ouvido, e dizer o que o você precisa ouvir. Ele separou um lugar na mesa para você. Não o deixe esperando;
  2. Não usar roupas provocantes. Não use vestuário que possa chamar a atenção ou provocar (decote, minissaia e shorts);
  3. Não entre na igreja sem saudar o Senhor. Ao chegar, faça o sinal da cruz. Ele está lá, feliz por ver você. Agradeça-o, pois ele o convidou;
  4. Não tenha preguiça de fazer a reverência ou a genuflexão. Se você passar em frente ao altar, que representa Cristo, faça a reverência. Se passar pelo Sacrário, onde está Cristo, faça a genuflexão (tocar o chão com o joelho);
  5. Não masque chiclete nem coma ou beba. Só é permitida água e em caso de necessidade e por questão de saúde;
  6. Não cruze as pernas. O ato de cruzar as pernas é considerado pouco respeitoso. O seu corpo deve expressar a sua devoção;
  7. A mesma pessoa não deve fazer a Leitura e o Salmo. Se você vir um só leitor ou leitora, ofereça-se para ler, pois as Leituras e o Salmo devem ser proclamados por leitores diferentes (dois no meio da semana e três aos domingos ou dias festivos, quando há a Segunda Leitura);
  8. Não adicione frases quando for fazer as Leituras e o Salmo. Não leia as letrinhas vermelhas nem diga: “Primeira Leitura” ou “Salmo Responsorial”;
  9. Nunca recite o Aleluia antecipadamente. Não se adiante para dizer “Aleluia, Aleluia”. Espere alguns segundos, pois, certamente, alguém o cantará. Se nem o padre nem ninguém cantar, omita-o, mas nunca o recite;
  10. Não faça o sinal da cruz na proclamação do Evangelho. Você só deve fazer três cruzes pequenas: uma na fronte, outra nos lábios e a última no peito;
  11. Não responda no plural quando Credo é feito em forma de perguntas. Quem preside a Missa pode perguntar: “Creem em Deus Pai Todo Poderoso?” Neste caso, não responda “sim, cremos”, pois a fé é pessoal. Responda: “sim, creio”.
  12. Não recolha a oferta durante a Oração Universal. A oferta deve ser recolhida durante a apresentação dos dons, quando todos estão sentados e o padre agradece a Deus pelo pão e o vinho e purifica as mãos;
  13. Não se levante durante a apresentação dos dons. Às vezes, alguém se levanta e, por impulso, outros também ficam de pé. Talvez, ao ver o padre levantar o cálice e a hóstia, as pessoas pensam que já é a Consagração. Mas não é;
  14. Não se ajoelhe logo depois do “Santo”. É preciso esperar que o padre peça que o Espírito Santo transforme o pão e o vinho em Corpo e Sangue de Cristo. É neste momento que se deve ajoelhar-se (se houver sino, ajoelhe-se quando ele soar);
  15. Não ficar sentado durante a Consagração. Se você não consegue se ajoelhar, fique de pé, mas nunca se sente, a menos que seja por alguma doença. É falta de respeito com Cristo, que se faz presente no altar;
  16. Não dizer nada em voz alta durante a Consagração. Tem gente que, durante a Consagração, diz em voz alta: “Meu Senhor, Meu Deus”. Mas isso distrai quem está fazendo uma oração pessoal em silêncio;
  17. Não diga em voz alta: “Por Cristo, com Cristo, em Cristo…”. Só quem deve dizer isso é quem preside a Missa;
  18. Não saia do seu lugar para ir dar a Paz. Você só deve cumprimentar quem está perto de você, não outras pessoas, em outros bancos. Tampouco deve aproveitar para ir felicitar alguém ou dar pêsames;
  19. Se você não estiver preparado, não comungue. Você deve ter guardado o jejum eucarístico (não ter comido nem bebido nada uma hora antes de comungar) e não ter pecado grave;
  20. Não fazer somente uma fila de Comunhão (a do padre). Jesus está presente na Hóstia Consagrada, não importa se é a hóstia segurada pelo padre ou por um Ministro Extraordinário da Eucaristia, que é uma pessoa preparada e autorizada pela Igreja para distribuir a Comunhão na Missa e levá-la aos idosos e enfermos;
  21. Depois de comungar, não converse com os outros. Volte ao seu lugar e fale com o Senhor. Se você não comungou, faça uma comunhão espiritual e converse com Ele;
  22. Quando terminar a distribuição da Comunhão, não continuar cantando. O canto da Comunhão deve terminar quando a última pessoa receber a hóstia, para que haja um silêncio sagrado, em que cada pessoa entra em diálogo com Deus;
  23. Desligue o celular. Não fique mandando mensagens ou falando ao celular durante a Missa, pois isso distrai você e os outros. Dedique sua atenção ao Senhor, que está dedicando a atenção Dele a você;
  24. Não perca as crianças de vista. Ensine-as a aproveitar a casa do Pai e a se comportar na Missa;
  25. Não saia antes que a Missa termine. Não perca a bênção fina, através da qual o padre o envia ao mundo para dar testemunho em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Saia da Igreja com um propósito novo, que tenha sido inspirado no Senhor, para edificar o mundo, seu Reino de amor.

Artigo originalmente publicado por Desde la fe, traduzido e adaptado ao português por Aleteia.

Dica de Filme: Um Lugar Silencioso

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Fui assistir a “Um lugar silencioso” (A Quiet Place), o novo suspense do diretor John Krasinski, sem absolutamente nenhuma expectativa de encontrar temas teológicos ou espirituais. Tudo o que eu queria era uma noite de lazer no cinema.

Mas que maravilha quando um filme nos surpreende! Eu não sei se serei capaz de encontrar o fio de ouro que liga todos esses temas e os transforma em uma mensagem coerente, mas só uma pessoa muito cega para não perceber as inúmeras ideias religiosas desse filme cativante.

As linhas a seguir contêm revelações sobre o enredo do filme.

A estrutura básica da narrativa é apresentada em traços simples e rápidos. Uma praga terrível de criaturas ferozes e famintas desceu sobre a terra. De onde são os monstros? Do espaço sideral, talvez? Isso não se sabe — o que torna a história ainda mais interessante. As poucas pessoas que sobreviveram ao holocausto aprenderam que as criaturas em questão, mesmo sendo cegas, possuem uma audição extraordinariamente aguçada. Por isso, a chave para a sobrevivência está no silêncio.

Nossa atenção se volta para a família Abbot, dois jovens pais e três crianças pequenas, percorrendo silenciosamente seu caminho em meio a um território aberto, cheio de beleza, mas ao mesmo tempo muito perigoso. Quando o filho caçula acende um foguete de brinquedo, fazendo com que um barulho rompa o silêncio, uma das criaturas o devora pouco antes de que seu pai aterrorizado possa salvá-lo.

O filme avança vários meses mais tarde, com os Abbots (inglês para “abade”: coincidência?) conduzindo suas vidas de um modo que só se pode qualificar de monástico: nenhuma conversa além de sussurros, linguagem elaborada de sinais, trabalho silencioso com livros e nos campos, oração em silêncio mas notavelmente fervorosa antes do jantar etc. (Devo confessar que esse último gesto, tão ausente dos filmes e da televisão hoje em dia, pegou-me de surpresa.) Dadas as terríveis exigências do momento, qualquer entretenimento eletrônico, com aparelhos e máquinas, ou ferramentas que façam barulho, estão fora de questão. A agricultura deles é manual, a pescaria se faz com aparatos nada modernos, e até o caminhar é feito a pés descalços.

Mas, coisa admirável de se contemplar, nessa atmosfera orante, silenciosa e cheia de dificuldades, mesmo com a ameaça de morte sempre à espreita, o que floresce é uma família generosa e sacrificada. Os pais dão cuidado e proteção a seus filhos, e o irmão e a irmã sobreviventes são solícitos tanto um para com o outro quanto em relação a seus pais. A jovem garota chega regularmente a arriscar a própria vida para prestar tributo silencioso a seu irmão falecido no lugar em que ele foi morto.

Monstros e criaturas animalescas nos filmes de terror mais reflexivos evocam aquelas coisas que mais nos amedrontam: doença, fracasso, nossa própria maldade e também a morte. É admirável ver um filme de Hollywood sugerindo a necessidade, para afugentar a escuridão em nosso tempo, do silêncio, da simplicidade, do retorno à terra, da oração e do cuidado recíproco.

O drama central de “Um lugar silencioso” é o fato de a senhora Abbott estar esperando um filho. A família inteira se dá conta, é claro, que naquelas circunstâncias uma criança chorando significaria morte certa para todos eles. Mesmo assim, eles decidem não matar o filho quando ele nasce, mas sim escondê-lo e emudecer seus choros de várias formas.

Quando tantos em nossa cultura desejam matar os próprios filhos por razões as mais banais, quando a lei em muitos lugares concede ampla proteção até aos abortos com nascimento parcial, quando pessoas dizem tranquilamente que jamais colocariam um filho em um mundo tão terrível, a família monástica desse filme acolhe a vida, mesmo vivendo no pior dos mundos, mesmo quando tal atitude representa para eles um perigo supremo.

Quando o bebê se encontra prestes a nascer, a mãe se vê sozinha (assista ao filme para saber os detalhes) e na mais vulnerável das situações, pois uma das criaturas acaba de invadir a casa da família. Assim que ela entra em trabalho de parto, o monstro faminto fica à espreita. Imediatamente me veio à mente a cena no livro do Apocalipse, quando a Virgem Maria sofre dores do parto, enquanto o dragão espera pacientemente para devorar-lhe o filho (cf. Ap 12, 2ss).

Enquanto a “abadessa” se esforça para dar à luz, o “abade” sai à procura de seus filhos em perigo e, no fim, se depara com os dois presos em um carro abandonado, com um dos monstros arranhando a cobertura para pegá-los, como o Tiranossaurus Rex em “Jurassic Park”. Depois de dizer através de sinais: “Eu amo você, eu sempre amei você” a sua filha, emocionada através da janela do carro, o pai dá um grito, trazendo o monstro para si mesmo.

Esse ato de amor que se esvazia de si próprio, e que serve para livrar seus filhos do perigo, é uma bela alusão às especulações dos Padres da Igreja a respeito da morte de Jesus, o qual, em seu ato de auto-sacrifício na cruz, atraiu os poderes das trevas para o campo aberto, afastando-os da humanidade, que permanecia sob seu domínio. Em linhas semelhantes, em um trabalho ímpar de enredo (ou Providência) comparável à eficácia do sacrifício de Cristo, fica claro, após a morte do pai, que ele havia deixado para sua família os meios através dos quais os monstros podiam ser derrotados.

É admirável ver um filme de Hollywood sugerindo a necessidade do silêncio, da simplicidade, da oração e do cuidado recíproco.

Eu realmente não faço ideia se todas ou algumas dessas ideias estavam na mente do diretor, mas sei, pela página de John Krasinski no Wikipédia, que ele é filho de pais católicos, um polonês e uma irlandesa, e que foi criado como praticante devoto de sua fé. Por isso, até que se demonstre definitivamente o contrário, eu mantenho que “Um lugar silencioso” é o filme religioso mais inesperado de 2018.

Ficha técnica:

Gênero: Suspense, terror
Direção: John Krasinski
Roteiro: John Krasinski
Elenco: John Krasinski, Emily Blunt, Millicent Simmonds, Noah Jupe
Produção: John Krasinski, Andrew Form, Michael Bay, Bradley Fuller
Duração: 90 min.
Ano: 2018
País: Estados Unidos
Classificação: 14 anos

Texto do Bispo Dom Robert Barron

Sede Perfeitos: No Amor – Parte III – Monica Tinti

Por | DESTAQUES, FORMAÇÕES

Parte III

“Sede perfeitos, assim, como vosso pai celeste é perfeito”  Mt 5,48

Aqueles que buscam amar com perfeição, amam muito mais. Pouco se importam de serem queridos ou não, porque não veem em si mesmos motivos para serem queridos ou apreciados. São livres de sentimentalidades. Quando alguém os têm por estima, por pessoa querida, apreciada; logo remete esse bem querer a Deus. Se sou querido é porque Deus me ama.

Quando os inimigos o prejudicam, desejam continuar amando. E que combate se trava aqui! Sabemos que por nós mesmos não conseguimos graça alguma, não conseguimos amar, a quem nos traiu, ofendeu ou nos tenha decepcionado. Assim, nos esforçamos muito para continuar amando, buscando avançar nas virtudes e progredir no amor.

Sabemos claramente que se nos faltam as virtudes é impossível amar. É impossível amar sem o grande amor de Deus em nós.

Quando almejamos este amor perfeito, nossa forma de amar se transfigura. Assim, quando amamos passamos para além dos corpos, daquilo que a pessoa pode nos oferecer, e assim fixo o olhar na alma, procuramos ali algo para amar. Se não o houver, buscamos indícios, virtudes, algo de bom, procuramos e não nos cansamos até encontrar algo de bom naquela alma que mereça o nosso amor.

Não se poupa esforço em amar, tendo em vista o valor das coisas terrenas que é bem claro para aqueles que buscam amar com perfeição. Assim, ninguém os engana, ninguém os seduz, ninguém lhes tira dos olhos o caminho perfeito. Tem nitidamente claro os prejuízos e os ganhos que pode alcançar.

Para aqueles que desejam gozar das coisas do mundo, seus prazeres, honras e riquezas, a “caricatura do amor” que o mundo lhes oferece é cada vez mais danosa. Ao ponto de se experimentar um “amor egoísta” que busca apenas sua felicidade e seus próprios interesses, a culminar em sua própria ruina.

O valor das coisas eternas ao contrário é custoso. Quanto vale uma alma para Deus?

Vale muitas lágrimas, tudo que se deseja é que chegue ao caminho de perfeição e que caminhem juntos ao encontro do Amor.

Que Deus nos livre destes “amores desastrados, imperfeitos, que há no mundo, e que levam as pessoas ao engano e a perdição de si mesmas.

Que Deus nos livre de tratar os outros com fingimento, indiferença impaciência e desamor. Que antes possamos ter zelo e caridade uns para com os outros, encomendando a Deus os defeitos que vemos espelhado no outro.

Exercitemos o amor fraterno com grande perfeição praticando com perseverança e coragem a virtude oposta que julgamos ver no outro.

Desejosos que todos tenham o amor de Deus e sintam-se amados por Ele, comecemos a amar, a amar com toda perfeição.

No princípio não será tão perfeito assim, mas aos poucos o Senhor irá aperfeiçoando nosso amor e nossa forma de amar.

Através de nossa demonstração de ternura, afeto, compaixão uns para com os outros o Senhor nos sustentará e nos fará progredir em seu amor.

Praticar diariamente a virtude oposta que resplandece no outro, é um excelente exercício rumo a perfeição.

Em todas as virtudes observar as regras e como melhor podemos vivê-la.

Assim, em tudo que fizermos o Senhor tornará mais puro.

Amando e vivendo juntos, nos alegraremos e louvaremos ao Senhor pelo progresso que nos fazem as virtudes.

Que grande graça é Amar!

Que grande graça é experimentar o carisma e o amor, que nos aproximam dos outros, através de um amor puro e sincero.

Que o Senhor nos conceda a graça de a cada dia vivê-lo com zelo e Fidelidade.

Santifica-te- e Santifica!

Monica – CF

Sede Perfeitos: No Amor – Parte II – Monica Tinti

Por | DESTAQUES, FORMAÇÕES

Parte II

“Sede perfeitos, assim, como vosso pai celeste é perfeito”  Mt 5,48

Os caminhos que o Senhor conduz as almas são repletos de Seu amor. Caminhar pela via do amor, trata-se de grandiosíssima perfeição.

Na claridade desta via, o Senhor em todo seu amor se revela, demonstrando claramente a nós o que é o mundo, o que é a pessoa, que existe um céu; e que a diferença entre um e outro é que um é eterno e o outro apenas um sopro. Ele é o Criador e nós criatura, que não há amor maior que o Dele, e que somente Dele provém toda a graça sobre aqueles que se deixam instruir por Ele.

Obtém assim, grandiosíssimo proveito aqueles que se permitem amar, transbordando amor direto da fonte do Amor.

Satisfaz nosso carisma assemelhar-nos ao amor perfeito.

O autodomínio, o equilíbrio que nosso carisma traz em perfeição, nos auxilia em dominar nossas próprias paixões, os bens, os prazeres e tudo o que o mundo pode dar. Assim somos profundamente agraciados a dar ao invés de receber.

Quando as almas perfeitas amam a alguém, desejam ardentemente que o amigo tenha o amor de Deus, para ser também amado por ele, sabem que de outro  modo o amor não é durável”  Santa Tereza de Ávila.

Continua na próxima segunda feira…

Santifica-te- e Santifica!

Monica – CF