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Mulher se libertou do diabo em uma Sexta-feira Santa graças ao jejum de 50 fiéis

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PALERMO, 23 Fev. 18 / 12:22 pm (ACI).- O exorcista italiano, Pe. Benigno Palilla, contou que uma mulher possuída pelo demônio foi libertada graças às orações e ao “jejum generoso” de aproximadamente 50 pessoas da comunidade paroquial à qual pertence.

O sacerdote conselheiro da Associação Internacional de Exorcistas e guia do centro de formação João Paulo II em Sicília, contou ao jornal ‘Avvenire’ o caso de Maria, durante o 14º encontro de formação regional em Palermo, que começou no dia 21 de fevereiro, no qual participam 44 sacerdotes.

O Pe. Palilla conta que Maria, quando frequentava a capela de San Isidoro, sofria há cinco anos de possessão demoníaca. “Tinha algumas reações durante a Missa: interrompia a homilia, a leitura do Evangelho, mas os fiéis que participaram já haviam sido formados a respeito e rezavam por ela”.

“A dor que esta mulher sofria era incrível: sentia punhaladas no seu corpo, se contorcia, e depois, sem nenhuma razão, mostrava ódio ao seu esposo e ao seu filho”, continua o sacerdote dos frades menores renovados.

Entretanto, na Semana Santa de 2017, os sacerdotes que guiavam a capela consideraram que “teve um papel importante para a libertação o fato de que aproximadamente 50 pessoas” realizassem um jejum “generoso” para a libertação de Maria.

O exorcista conta que “foi um momento comunitário extraordinário, uma libertação ao vivo, na qual todas as pessoas contribuíram com o jejum e a oração, inclusive um homem diabético, que não deveria se privar da comida devido à sua doença e uma menina de sete anos que conhecia a história”.

Na Vigília Pascal, disse o sacerdote, Maria conseguiu participar junto com o seu esposo e o seu filho; e compartilhou que “sempre se sentiu acolhida, nunca foi excluída”.

Segundo o sacerdote é importante “estar muito atentos e ter uma atitude justa ante os sofrimentos das pessoas que sofrem de vexações, possessões. O que acontece muitas vezes é que elas parecem não existir no registro da Igreja, são consideradas descartáveis”.

Ao concluir, o exorcista comentou que “às vezes, algumas pessoas têm medo de contagiar-se, mas eu seria a primeira pessoa contagiada, porque há 18 anos estou em meio deles (dos possuídos). Estas pessoas já carregam uma cruz, imaginem se uma comunidade se afasta delas. É necessário ser sensíveis, misericordiosos. O Papa convidou a ama-los e ter uma predileção por eles”.

Desde 2015, o Pe. Palilla participa no curso de formação anual promovido pelo Vaticano para exorcistas.

Em Sicília, explica ‘Avvenire’, o ministério dos exorcistas é acompanhado e sustentado por grupos de fiéis que acolhem pessoas possuídas pelo demônio; que seguem um caminho especial de vida espiritual e frequentemente recebem os sacramentos.

Na paróquia de Santa Maria de los Ángeles em Palermo, disse o Pe. Palilla disse em fevereiro de 2016: “existe uma comunidade de 700 pessoas envolvidas na oração por todos aqueles que vivem esta situação difícil”.

Por outro lado, em uma entrevista concedida à Rádio Vaticano em 2016, o exorcista advertiu que “a arma mais perigosa do demônio não é tanto a vexação, nem a possessão ou a infestação: a arma mais perigosa é a tentação do pecado. Com o pecado, o demônio realmente nos possui, entramos sob o seu poder”.

Diante desta situação, sublinhou, não são importantes apenas os exorcismos, mas “evangelizar, evangelizar e evangelizar”.

Assista ao trailer do novo filme “Paulo, Apóstolo de Cristo”

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Será lançado em 28 de março e terá atuação de Jim Caviezel, que interpretou Jesus em “A Paixão de Cristo”

Foi lançado nesta semana o trailer do novo filme “Paulo, Apóstolo de Cristo”, protagonizado pelo próprio São Paulo (interpretado por James Faulkner) e pelo evangelista São Lucas (papel de Jim Caviezel, que interpretou Jesus em “A Paixão de Cristo”).

No roteiro, segundo o website oficial do filme, São Lucas arrisca a vida para viajar até Roma e visitar São Paulo, que está preso à espera da execução. Na época, os cristãos estavam sendo brutalmente perseguidos pelo imperador Nero. O filme mostra a tenacidade de São Paulo, que, mesmo na prisão, continua evangelizando mediante as epístolas que escreve para as comunidades cristãs, bem como os desafios de São Lucas para proclamar o Evangelho.

Testemunho de Jim Caviezel

Em entrevista ao popular jornal norte-americano USA Today, o ator Jim Caviezel destacou a importância da conversão de Saulo de Tarso, que, antes de se tornar São Paulo, foi um cruel perseguidor de cristãos. Em uma das cenas, São Paulo impede São Lucas de exortar o povo a reagir pela força contra a opressão romana, ainda que essa reação fosse justa: ele enfatiza, nesse momento, o significado do perdão. Caviezel comenta:

“O perdão não começa com o amor simplesmente, mas com um amor ardente. É fácil amar as pessoas que gostam do que você pensa. É mais difícil tratar alguém que tenha uma visão contrária com a mesma dignidade e respeito com que você trataria um amigo. Esta é a mensagem central deste filme”.

O filme será lançado em 28 de março.

A depressão e a religiosidade

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75% das pessoas com depressão não sabem que estão doentes e por isso sofrem sem tratamento adequado

Uma silenciosa epidemia está assustando cientistas do mundo todo. Estima-se que só no Brasil 10 milhões de indivíduos sofrem com a doença já considerada o “Mal do Século XXI”.

Estamos falando da “depressão”, uma moléstia que, segundo a Organização Mundial da Saúde, é avaliada como uma das doenças mais caras para a sociedade, pois o consumo de antidepressivos no País movimenta cerca de 140 milhões de dólares por ano, além dos prejuízos decorrentes da perda de produtividade e dos afastamentos no trabalho, sem contar os custos do sofrimento humano que não podem ser mensurados.

Estima-se que devido ao desconhecimento das pessoas sobre o tema, somente 1 em cada 4 indivíduos com depressão tem conhecimento do transtorno que o aflige e consegue buscar auxílio. Ou seja, 75% das pessoas com depressão não sabem que estão doentes e por isso sofrem sem tratamento adequado, apresentando perda da autoestima e da capacidade de se concentrar, o que leva a dificuldades profissionais e familiares.

É natural que as atribulações do dia a dia, os acertos e erros, os problemas comuns no trabalho e nos relacionamentos causem variações temporárias no humor de um indivíduo. É também normal e até esperado que um indivíduo fique alguns dias sem ânimo e triste após perder um ente querido ou ir mal em uma prova. Isso, porém, não significa que a pessoa está com depressão. Vivenciar e lidar com esses períodos de tristeza ou de luto fazem parte do desenvolvimento da personalidade humana.

Entretanto, em certos indivíduos ocorrem algumas alterações químicas no cérebro – substâncias responsáveis pela alegria e equilíbrio do humor –, pois a serotonina, a noradrenalina e a dopamina estão em desequilíbrio e isso desencadeia a depressão: um estado de humor acabrunhado e de tristeza, que não estão diretamente relacionados a experiências tristes.

Pessoas com depressão se sentem infelizes a maior parte do tempo, apresentam interesse diminuído ou perda de prazer para realizar as atividades de rotina (estado conhecido como anedônia), sensação de inutilidade ou culpa excessiva, dificuldade de concentração, fadiga ou perda de energia, distúrbios do sono (tanto pode ocorrer insônia como sono excessivo), perda ou ganho significativo de peso, mesmo em alteração na alimentação, bem como ideias recorrentes de morte ou suicídio.

Conhecer esses sintomas é importante para que o indivíduo possa sair do grupo dos 75% desconhecedores da doença e consiga buscar tratamento que consiste em psicoterapia e, nos casos graves, no uso de medicamentos conhecidos como antidepressivos.

É importante ressaltar, por fim, que diversos estudos e pesquisas científicas estão evidenciando a importância da religiosidade na prevenção da depressão. Um interessante trabalho publicado no Journal of Adolescent Health, em 2005, demonstrou o seguinte: indivíduos que relatam ter uma religião e frequentam serviços religiosos (como a Santa Missa) apresentam menos depressão e menos comportamentos de risco à saúde (como consumo de substâncias ilícitas). Tais estudos sugerem que a religiosidade promove a resiliência (capacidade de lidar com situações adversas) e hábitos de vida mais seguros, o que interfere positivamente na saúde mental da pessoa.

Mais: um estudo publicado no periódico Jama Psychiatry, em 2013, realizado na Universidade de Columbia (EUA), com 103 pessoas com idades entre 18 e 54 anos, demonstrou que os indivíduos com chances de desenvolver depressão têm a espessura do córtex cerebral mais fina, ao passo que as religiosas, por isso com menor risco de depressão, têm uma espessura mais grossa.

Trabalhos anteriores a esse já haviam demonstrado que entre pessoas com predisposição genética à depressão aquelas que são religiosas podem ter um risco até 90% menor de desenvolver o transtorno do que as que não são religiosas.

Note-se que são dados oferecidos pela ciência experimental e não pela fé.

Vanderlei de Lima é filósofo; Igor Precinoti é médico, pós-graduado em Medicina Intensiva (UTI), especialista em Infectologia e doutorando em Clínica Médica pela USP.

Não precisa ser tão estressante ser uma boa mãe ou um bom pai

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Às vezes, precisamos jogar fora os livros sobre regras e seguir nossos instintos

Hoje em dia, parece que tentar ser pai e mãe perfeitos é empurrar as pessoas para seus limites – na medida em que alguns pais estão seriamente desencorajados a ter um segundo filho. Eles lutam com as noites sem dormir aparentemente infinitas, não encontrando um momento de paz; isso é demais, especialmente em cima de todos os compromissos de trabalho.

A situação não melhora se os cônjuges não compartilham os mesmos sentimentos ou discordam dos estilos de paternidade – onde um dos pais pode querer repreender seu filho e o outro pode achar isso difícil, dizendo que “amam muito seus filhos” para repreendê-los.

Há discussões intermináveis em fóruns envolvendo mães e pais desesperados por ajuda e conselhos – pais que estão realmente esgotados e chegando à depressão. Os negócios estão crescendo para psicólogos especializados em crianças e famílias.

Onde você está, Maria Montessori? No século passado, você nos ajudou a descobrir o valor de reconhecer a personalidade e os interesses de bebês e crianças pequenas, mas hoje parece que eles se tornaram tiranos.

Talvez a culpa recaia sobre o filósofo Jean-Jacques Rousseau, que propôs uma visão idealizada das crianças como criaturas puras e totalmente inocentes, cujo desenvolvimento não deve ser prejudicado, manchado ou restringido por limites e instituições não naturais. Ele ensinou que, desde a infância, elas deveriam ser autorizadas a seguir suas inclinações naturais em sua educação, enquanto seus pais deveriam principalmente protegê-las de influências externas ruins.

Curiosamente, Rousseau abandonou os cinco filhos para o Estado. Talvez não fosse tão especialista assim.

Em janeiro passado, o famoso fabricante de chocolate Kinder patrocinou um estudo sobre relações pai-filho e quanto tempo eles gastam juntos. Os resultados confirmaram o que as redes sociais e as conversas com os pais têm mostrado: 93% dos pais questionados acreditam que não há maior sucesso na vida do que ser um bom pai, mas quase metade sente-se estressado e 54% se sentem culpados por não ser suficientemente paciente com seus filhos. Enquanto a primeira estatística é boa, as outras mostram como é difícil ser pai. O que significa, exatamente, ser um bom pai e até onde precisamos ir para ter sucesso?

Confie em seus instintos

Com um número infinito de manuais pedagógicos que enchem as prateleiras, é uma surpresa que os pais comecem a duvidar de sua própria intuição? Desde livros que oferecem conselhos sobre conquistar a confiança do seu filho, até formas eficazes de impor limitações aos filhos, os pais ficam focados no que estão lendo e estão esquecendo de serem espontâneos e de confiar em seus instintos.

Muitas vezes os livros acabam inspirando mais ansiedade do que sucesso. Muitos psicoterapeutas e psicólogos infantis se concentram na paternidade positiva, orientados para eliminar qualquer coisa que assuste ou envergonhe uma criança. Isso parece um ideal digno, mas precisamos ter cuidado.

Lola, mãe de três crianças da escola primária, sabia o suficiente sobre “educação positiva”. Ela realmente tentou fazer tudo corretamente, mas as expectativas irrealistas inspiradas no método a levaram a um ponto de ruptura. Um dia, a pressão de se segurar para não repreender seu filho na mesa foi demais e ela acabou jogando um copo de água no rosto de seu filho e depois começou a chorar. Hoje, ela vê esse evento como salvação: “Eu não era mais eu mesma; eu queria me conformar com um modelo. Hoje eu confio mais em meus instintos, e embora eu possa voltar a gritar às vezes, também gasto mais tempo com momentos divertidos com meus filhos”.

Seja clara em suas regras

Apesar do nosso desejo de fazer as coisas de forma adequada e pegar todos os conselhos de especialistas, nossos melhores esforços ainda podem, por vezes, acabar de forma inesperada e indesejada, especialmente quando o conselho é levado ao extremo ou é mal interpretado.

Quando Maria Montessori projetou seu método, ela não defendeu deixar as crianças experimentarem o que quisessem. Ela desenvolveu um quadro específico para a aprendizagem, em que as crianças são acompanhadas por um adulto que não simplesmente as deixam em seus próprios dispositivos para descobrir coisas por si só. Em vez disso, o método ensina as crianças a realizar ações que tenham sido cuidadosamente pensadas, até o menor detalhe, para o desenvolvimento físico e intelectual da criança. Regras e limites claros dão às crianças uma sensação de segurança, assim como os códigos de trânsito para usuários de automóveis.

É importante lembrar que, embora possamos ter um respeito saudável pelos interesses das crianças e pela autodeterminação, elas precisam de orientação e disciplina. É verdade que o pêndulo às vezes se inclina muito na direção do autoritarismo, mas precisamos evitar também que ele se incline muito na direção oposta. Às vezes, a “vanguarda” da psicologia exclui demais os métodos tradicionais de educação infantil.

Tenha autoconfiança

Qualquer tipo de paternidade requer confiança por parte da mãe e do pai. Lembre-se: você é o adulto. Você é o responsável, não o seu filho. Ouça os especialistas, obtenha conselhos conforme necessário, respeite seu filho, aprenda com seus erros (e com os de seus próprios pais), mas não tenha medo de tomar decisões e ser você mesmo, com seu próprio estilo de paternidade. Impor certas regras – como maneiras à mesa e horas razoáveis ??de dormir – fornece a estrutura necessária para que seus filhos sejam felizes, saudáveis ??e preparados para viver na sociedade.

Você cometerá erros – todos os pais cometem! – mas não é o fim do mundo. Precisamos lembrar que o perfeccionismo é o inimigo do progresso. Seus pais cometeram erros e você viveu para contar a história, certo?

Cuide de você mesmo

O paradoxo de ser pai é que, quando você não tem tempo suficiente para você mesmo, na verdade, é quando você mais precisa disso. Ser um pai/mãe dedicado/a não significa desistir de tudo o que você gosta. Coordene os deveres da paternidade com o seu cônjuge para dar um ao outro tempo para relaxar e fazer coisas que você ama, como ir à academia ou ir ao cinema. Se você não tem vida porque está gastando todo o seu tempo carregando seus filhos de uma atividade à outra, não esqueça que você pode tentar coordenar com outras mães ou pais, ou adolescentes responsáveis, para compartilhar e para dar um ao outro tempo para respirar. Você não pode cuidar de sua família se o seu corpo excessivamente estressado ficar doente.

Além disso, não pense que você sempre tem que fazer tudo para todos. Embora seja bom para a família ter uma refeição juntos todos os dias, isso não significa que a mamãe ou o papai precisam cozinhar todos os dias; sobras e microondas existem por algum motivo. Sua casa também não precisa estar impecável 24 horas por dia 7 dias por semana.

Então, se você sente esgotada, exausta pela fadiga emocional, desgastada pelo choro do seu bebê, ou sobrecarregada pela crescente confusão e ruído constante, lembre-se: você tem permissão para ser imperfeita. Não hesite em estabelecer limites, delegar, pedir ajuda, encontrar tempo para você e ser você mesma.

10 conselhos práticos para rezar o rosário todos os dias

Por | DESTAQUES

1. Ter o rosário no bolso

Todo católico deve ter sempre um rosário no seu bolso. Existe o decenário com apenas dez contas e que pode ser transportado facilmente. Sempre que você procurar um lenço ou a sua chave antes de sair de casa, lembre-se também de levar o rosário de Jesus e Maria.

2. Aproveitar o tempo livre também para rezar

No nosso dia a dia sempre há um “tempo livre” que podemos aproveitar para rezar o rosário: enquanto esperamos a consulta médica, dentro do ônibus, entre outros. E se por alguma razão uma pessoa não deseja demostrar que é católica praticante em uma “sala de espera”, também pode utilizar suas mãos: temos dez dedos, para contar com eles as Ave Marias.

3. Rezar enquanto se realizam atividades e esporte

Muitas atividades não requerem pensar muito, porque são mais práticas. Enquanto você corta a cebola, estende a roupa no varal ou lava o seu automóvel também pode rezar o rosário. Assim como quando as pessoas que se amam pensam no outro durante as diferentes atividades que realizam, o Rosário ajuda a permanecer em sintonia com o coração de Jesus e de Maria. Isto também acontece com muitos esportes: correr, andar de bicicleta ou nadar são atividades nas quais é possível rezar o rosário no ritmo da própria respiração (seja em pensamento ou em voz alta se estiver sozinho em um local aberto).

4. As imagens e a música também podem ajudar

O rosário é uma oração contemplativa. Mais importante do que as palavras que usamos é a predisposição do nosso coração para contemplar cada mistério que meditamos. Para este propósito você pode procurar na Internet 5 imagens que te ajudem a contemplar cada passagem da vida Cristo e de Maria. Por outro lado, a música também pode ser útil se for colocada em um segundo plano para encontrar paz.

5. Canalizar nossas distrações para rezar

É difícil encontrar uma oração na qual não haja distrações. Várias vezes surgem pensamentos na nossa mente: a lista de compras, o aniversário de um amigo, uma pessoa que está doente ou uma preocupação. Se lutamos contra este pensamento durante a oração, normalmente é pior.

É melhor reunir estas “distrações” e rezar uma Ave Maria pelas pessoas, pelos amigos e familiares, por nós mesmos e pelos problemas. Deste modo, a oração se torna sincera e pessoal.

6. Rezar pelo outro enquanto nos deslocamos

No caminho para o trabalho ou a escola, tanto em um automóvel como em um ônibus, um trem ou caminhando, é possível rezar o rosário sem ter que abaixar a cabeça e fechar os olhos.

Rezar enquanto nos deslocamos significa dedicar as Ave Marias às pessoas com quem estamos fazendo contato ou vimos durante o dia; também pelas empresas e instituições que estão pelo meu caminho. Por exemplo, se um médico passar por mim, posso rezar pelas pessoas que serão atendidas por ele.

7. Rezar de joelhos ou peregrinando

O Rosário pode ser rezado sempre e em todo lugar. Às vezes, quando é rezado de joelhos ou peregrinando pode chegar a sentir um “desafio físico”. Entretanto, isto não se trata de “torturar-se” ou aguentar o maior tempo possível, mas de perceber que o nosso corpo e alma são para adorar a Deus. Portanto, o rosário também é uma oração de peregrinação.

8. Oferecer cada mistério por uma intenção

Não é necessário rezar o rosário todo de uma vez só. Normalmente pode ser útil oferecer cada mistério por uma intenção especial: pela minha mãe, por um amigo, pelo Papa, pelos cristãos perseguidos. Quanto mais específica for a intenção é melhor. O louvor e o agradecimento a Deus não devem estar ausentes.

9. Rezá-lo em momentos de deserto espiritual

Nós, os cristãos, não somos “iogues” que devemos cumprir com práticas ascéticas para “esvaziar” nossa mente. Embora a nossa relação com Deus esteja por cima de qualquer atividade, há também momentos de deserto e aflição nos quais não podemos rezar.

Nestes momentos difíceis, temos que fazer silêncio com o rosário e simplesmente recitar as orações. Isto não é um bate-papo pagão, mas aquela pequena faísca de boa vontade que oferecemos a Deus, pode fazer com que o Espírito Santo avive a chama do nosso espírito.

Em tempos difíceis, pode ser suficiente segurar o rosário sem pronunciar nenhuma palavra. Este estado desventurado ante Deus e a sua Mãe se converte em uma boa oração e certamente não permanece sem resposta.

10. Dormir rezando o rosário

O rosário não deve estar apenas no nosso bolso, mas em cada criado-mudo. Enquanto tentamos conciliar o sonho também podemos rezar Ave Marias, é melhor do que contar ovelhas.

Em algumas ocasiões, só as pessoas idosas e doentes se “aferram” ao rosário à noite devido às promessas de segurança, fortaleza e consolo. Entretanto, também nos tempos de alegria devemos fazer esta oração e pedir especialmente por aqueles que sofrem.

SALVE MARIA!

Fonte: http://www.paraclitus.com.br/espiritualidade/oracao-interioridade/10-conselhos-praticos-para-rezar-o-rosario-todos-os-dias

LIVRO DE COLORIR PARA BAIXAR OU IMPRIMIR

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Paz de Cristo irmãos e irmãs. Segue abaixo imagens para imprimir e usar com as crianças nas Células.

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Grande Célula Feminina de 2017 – “Princesa do Rei, és mais valiosa do que os rubis.”

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Na tarde ensolarada do dia 12 de Novembro de 2017, o Rei Jesus marcou um encontro conosco, convocando individualmente cada uma de nós.

Em clima de oração, adoração,  acolhida, partilha, evangelismo e alegria, reuniram-se mais de 130 mulheres no Salão SJPII da Comunidade Fidelidade onde aconteceu a última Grande Célula Feminina de 2017, com o tema: “Princesa do Rei, és mais valiosa do que os rubis.”

A presença do Santíssimo Sacramento conduziu a cada uma de nós a uma entrega mais profunda, a cura das nossas feridas bem como o fortalecimento das nossas virtudes.

A oração íntima e pessoal, o encontro com o Rei Jesus, o resgate da feminilidade e da missão foram vivenciadas neste encontro.

A partilha da palavra direcionada a cada uma permitiu que fossem abertos os corações para o momento ápice da Grande Célula: a adoração ao Santíssimo Sacramento, que não se pode descrever pois faltariam palavras que pudessem expressar o que Deus fez por nós.

Foram muitas as curas realizadas no íntimo de cada mulher.

A ceia ágape encerrou o encontro em grande estilo, estavam presentes: a alegria,  a comunhão, a amizade e muitas outras virtudes que nos permitiu sentir-se como princesas no Palácio do Rei.

Agradecemos a todas as princesas que nos ajudaram na realização desta Grande Célula Feminina, a você que participou e ajudou na divulgação deste encontro. Muito obrigada!

Que venha 2018 e mais momentos como este! Deus abençoe! Santifica te e Santifica!

Confira as fotos: 

Oração para abençoar a porta da sua casa!

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Abençoa nossas entradas e saídas!

Bendito sejas Tu, ó Senhor Deus, porque guias nossos passos. Tu abençoas nossas entradas e saídas; do nascimento até a nossa morte estamos sob teus cuidados. Abençoa esta porta, Senhor, a qual consagramos para este tempo de preparação.

Sempre que passarmos por este lugar, atrai-nos mais profundamente para sua presença e para as maravilhas de teu amor por nós. Tu és a porta do Reino dos Céus, a porta para a vida eterna. Ó, Portal de Eterna Paz, nosso novo e vivo caminho, desata nossos pecados e abre para nós a porta da salvação.

Ó, Deus, protege nossas entradas e saídas, permite dividirmos a hospitalidade deste lar com todos aqueles que nos visitarem. Que os pobres encontrem descanso dentro destes muros e todos os que padecem de fome encontrem alívio neste lar.

Guia-nos, Senhor, até Ti, por tua misericórdia, e leva-nos contigo até a Pátria Celestial. Tu, que vives e reinas pelos séculos dos séculos. Amém.

Oração publicada por corazones.org, traduzida e adaptada ao português.

Bispo brasileiro põe os pingos nos is quanto à guerra de ódio anticristão no Brasil

Por | DESTAQUES

“Não é qualquer porcaria que é arte. Quando o homem é a sua própria medida, tudo é permitido. Mas existe solução”

Dom Henrique Soares, bispo de Palmares, PE, responde com clareza, firmeza e argumentação concreta às ideologias raivosas que querem se impor como “libertadoras da sociedade”, mas que, na prática, manipulam e tergiversam a linguagem e o próprio conceito de “censura” a fim de atacar e calar os pontos de vista contrários, em particular os cristãos.

Algumas de suas considerações:

Arte e hipocrisia

“A arte não é uma realidade absoluta. Arte é arte seguindo alguns critérios. Existem cânones. A beleza nasce de uma harmonia intrínseca nas coisas. Não é qualquer porcaria, desculpem a expressão, não é qualquer comportamento pervertido e perversor que se pode chamar de arte”.

“Falam em liberdade de expressão, censura, misturam um bocado de coisas. A arte deve exprimir o que é mais inexprimível no ser humano: a sede do bem, da verdade, do infinito. A arte deve transmitir, na música, na pintura, na literatura, as grandes saudades, as grandes questões humanas. Nesse sentido, ela é arte de verdade quando exprime o bem. Porque existe uma contra-arte. Vamos supor uma ‘arte’ para difundir o nazismo, o racismo; uma mostra de fotografia sobre a ‘decadência’ e ‘inferioridade’ dos negros. Isso é arte? Isso é liberdade de expressão. Isso tem técnica. Mas isso pode ser considerado arte? Pode ser veiculado no país? O artista deve ter direito de se exprimir, mas a liberdade do artista não é absoluta”.

“A liberdade, a Constituição garante. Mas ela também garante o direito dos outros de terem as suas convicções, crenças, valores respeitados. Quando alguém pega uma imitação de hóstia, não é uma coisa qualquer: é um significante que aponta para um significado. Se eu pego uma fotografia da sua mãe, ou da mãe do artista, e faço uma montagem que a denigre, isso é crime. Não adiantam subterfúgios”.

Censura e manipulação

“É interessante que alguns que criticam a ‘censura’ queriam muito censurar biografias. São hipócritas. Há uma dupla medida. Deus me livre de o Brasil ter censura. Agora, Deus me livre de ver o meu país com uma minoria anticristã, uma minoria que odeia a sociedade, a cultura judaico-cristã, que vai minando tudo que é conceito de família, religião, valores, moral. Deus me livre de ver esses grupinhos quererem se impor à sociedade”.

“Não é censura. Queremos uma sociedade plural, mas na qual todos sejam respeitados. E o respeito que eu mereço exige o respeito que eu dou ao outro. Nós não aceitaremos agressões aos valores, à cultura e à fé cristã”.

“Nunca queiram censura. Censura é péssima. A gente vive numa sociedade democrática. Agora, não deixem nunca que denigram a nossa fé. Denegriu, grite. Se alguma empresa financiou, boicote. Isso é democracia”.

“Às vezes, programas de grandes emissoras chamam, para dar opinião, gente de um lado só. Porque são emissoras que estão com uma ideologia de gênero, contra a família, contra valores cristãos e passam isso em novelas, em programas que parecem ‘cultos’, mas são pura picaretagem intelectual”.

As ideologias e a resposta da família

“Quando o homem é a sua própria medida, tudo é permitido. Ele não tem mais critérios absolutos”.

“Existe uma onda muito forte de cristofobia. Ódio a Cristo e à Igreja. Ódio irracional e injusto”.

“A ideologia de gênero tem destruído na alma a juventude, a infância, valores da família. Não é questão de puritanismo, é de bom senso”.

“Essa sociedade se salva com famílias”.

“Não se cria filho à toa. O primeiro educador do seu filho é você. Acompanhe de perto o que o seu filho está aprendendo. E se a escola ensinar aberrações, os pais se organizem e gritem: ministério público, justiça, pressão na sociedade. Existem técnicos, nas instância do governo, que são totalmente dominados por essa ideologia anticristã, que quer destruir a nossa sociedade cristã. Não permitiremos que eles imponham a sua agenda miserável”.

O vídeo vai direto aos pontos quentes e merece ser visto e discutido em família, porque gera um debate imprescindível em nossos tempos de ódio disfarçado de “liberdade”:

A vida consagrada se caracteriza pela alegria e a simplicidade, destaca o Papa

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Vaticano, 02 Out. 17 / 02:30 pm (ACI).- A Congregação das Irmãzinhas de Jesus se reuniu com o Papa Francisco no Vaticano ao realizar hoje o seu Capítulo Geral em Roma.

Uma das características da vida consagrada é “a simplicidade e a alegria” e, precisamente por isso, “para redescobrir o valor da vida comunitária, precisa procurar sempre a simplicidade, o carinho, os detalhes, o serviço, a admiração”, disse o Papa.

“Hoje, depois de aproximadamente 80 anos da fundação do Instituto, mais de mil Irmãzinhas estão espalhadas pelo mundo. Estão passando por situações humanamente difíceis, com os mais fracos e os mais pobres”.

Mas, “não só para atender, educar, catequizar – mesmo que essas coisas façam bem –, mas para amar, para estar com os mais pequeninos, como Jesus, para proclamar o Evangelho, com a vida simples de trabalho, de presença, de amizade, de acolhida incondicional”.

Francisco exortou “a manter a vida espiritual fervorosa, porque é deste amor, recebido por Deus de uma maneira incessante e sempre nova, que desborda o seu amor pelos irmãos e irmãs”.

“Não tenham medo de ir avante, levando em seus corações o pequeno Menino Jesus a todos os lugares onde estão os mais pequeninos do nosso mundo”, acrescentou.

Também fez um apelo a permanecer “livres de elos com obras e coisas, livres para amar quem encontram, onde quer o Espírito as conduza”.

O Bispo de Roma mencionou alguns problemas a serem enfrentados: a necessidade de abandonar as casas para fugir, a idade, a solidão… “Mas, em tudo isso, o amor que vocês levam em seus corações convertem vocês em mulheres livres, presas ao essencial”.

Finalmente, convidou-as a serem obedientes à autoridade eclesial e a iluminar “o mundo levando a alegria do Evangelho aos bairros, às ruas, em meio à multidão, sempre próximas aos mais pequeninos”.

A ciência confirma parte de popular lenda atribuída a São Francisco de Assis

Por | DESTAQUES

REDAÇÃO CENTRAL, 27 Set. 17 / 05:30 pm (ACI).- Uma equipe de cientistas europeus confirmou parte da lenda do saco de pão que São Francisco de Assis enviou, com a ajuda de um anjo, aos frades franciscanos oprimidos pela fome e pelo isolamento em um mosteiro italiano, no inverno de 1224.

Em um artigo publicado na revista Radiocarbon, da Universidade de Cambridge, os cientistas, liderados por Kaare Lund Rasmussen, professor associado da University of Southern Denmark, destacaram que esta é a primeira vez que o “saco de pão São Francisco” foi estudado pela ciência.

Segundo a lenda, São Francisco estava na França e enviou o saco cheio de pães aos seus irmãos famintos no mosteiro de Folloni, perto de Montella, na Itália.

Mosteiro de São Francisco, em Folloni. Foto: University of Southern Denmark.

O saco de pão foi conservado no mosteiro até hoje.

Os cientistas explicaram: “Analisamos amostras do saco para obter uma data de radiocarbono (14C) e procurar vestígios de pão”.

Amostra do saco de pão analisado pelos cientistas. Foto: University of Southern Denmark.

O estudo revelou que o saco de pão realmente era do período de 1220 a 1295, “o que coloca o têxtil no período de tempo apropriado segundo a lenda”, explicaram.

Além disso, a análise química revelou a presença de ergosterol, “um biomarcador conhecido da fabricação da cerveja, do cozimento ou da agricultura”.

“Neste artigo demonstramos a validade do ergosterol como um biomarcador da presença de pão no passado”, assinalaram.

Em conclusão, os cientistas assinalaram que “parece que há uma boa correspondência entre a lenda franciscana e os dois métodos científicos mais decisivos que são relevantes para analisar o saco de pão”.

“Embora não seja uma prova, a nossa análise mostra que o saco de pão realmente poderia ser autêntico”.

Em declarações recolhidas pela University of Southern Denmark, Kaare Lund Rasmussen adverte que, embora o saco corresponda ao período da lenda, o fato de que foi enviado por São Francisco e levado por um anjo é mais um tema de fé do que da ciência.

8º Congresso das Novas Comunidades da Diocese de Santo André

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Aconteceu no dia 17 de Setembro de 2017 na Sede da Comunidade Fidelidade em São Bernardo do Campo o 8º Congresso Diocesano das Novas Comunidades da Diocese de Santo André.

O Congresso contou com a participação dos membros, fundadores e representantes locais das Comunidades presente na diocese e da Comunidade Pantokrator, onde André Botelho, fundador da comunidade ministrou ensinos sobre os estados de vida nas Novas Comunidades.

Também contamos com a presença e palavra de nosso Bispo Diocesano Dom Pedro, presença do Padre Guilherme e do Pe. Wagner que celebrou a Santa Missa no encerramento do congresso. Confira as fotos. Em breve os videos serão disponibilizados.