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Bispo brasileiro põe os pingos nos is quanto à guerra de ódio anticristão no Brasil

Por | DESTAQUES

“Não é qualquer porcaria que é arte. Quando o homem é a sua própria medida, tudo é permitido. Mas existe solução”

Dom Henrique Soares, bispo de Palmares, PE, responde com clareza, firmeza e argumentação concreta às ideologias raivosas que querem se impor como “libertadoras da sociedade”, mas que, na prática, manipulam e tergiversam a linguagem e o próprio conceito de “censura” a fim de atacar e calar os pontos de vista contrários, em particular os cristãos.

Algumas de suas considerações:

Arte e hipocrisia

“A arte não é uma realidade absoluta. Arte é arte seguindo alguns critérios. Existem cânones. A beleza nasce de uma harmonia intrínseca nas coisas. Não é qualquer porcaria, desculpem a expressão, não é qualquer comportamento pervertido e perversor que se pode chamar de arte”.

“Falam em liberdade de expressão, censura, misturam um bocado de coisas. A arte deve exprimir o que é mais inexprimível no ser humano: a sede do bem, da verdade, do infinito. A arte deve transmitir, na música, na pintura, na literatura, as grandes saudades, as grandes questões humanas. Nesse sentido, ela é arte de verdade quando exprime o bem. Porque existe uma contra-arte. Vamos supor uma ‘arte’ para difundir o nazismo, o racismo; uma mostra de fotografia sobre a ‘decadência’ e ‘inferioridade’ dos negros. Isso é arte? Isso é liberdade de expressão. Isso tem técnica. Mas isso pode ser considerado arte? Pode ser veiculado no país? O artista deve ter direito de se exprimir, mas a liberdade do artista não é absoluta”.

“A liberdade, a Constituição garante. Mas ela também garante o direito dos outros de terem as suas convicções, crenças, valores respeitados. Quando alguém pega uma imitação de hóstia, não é uma coisa qualquer: é um significante que aponta para um significado. Se eu pego uma fotografia da sua mãe, ou da mãe do artista, e faço uma montagem que a denigre, isso é crime. Não adiantam subterfúgios”.

Censura e manipulação

“É interessante que alguns que criticam a ‘censura’ queriam muito censurar biografias. São hipócritas. Há uma dupla medida. Deus me livre de o Brasil ter censura. Agora, Deus me livre de ver o meu país com uma minoria anticristã, uma minoria que odeia a sociedade, a cultura judaico-cristã, que vai minando tudo que é conceito de família, religião, valores, moral. Deus me livre de ver esses grupinhos quererem se impor à sociedade”.

“Não é censura. Queremos uma sociedade plural, mas na qual todos sejam respeitados. E o respeito que eu mereço exige o respeito que eu dou ao outro. Nós não aceitaremos agressões aos valores, à cultura e à fé cristã”.

“Nunca queiram censura. Censura é péssima. A gente vive numa sociedade democrática. Agora, não deixem nunca que denigram a nossa fé. Denegriu, grite. Se alguma empresa financiou, boicote. Isso é democracia”.

“Às vezes, programas de grandes emissoras chamam, para dar opinião, gente de um lado só. Porque são emissoras que estão com uma ideologia de gênero, contra a família, contra valores cristãos e passam isso em novelas, em programas que parecem ‘cultos’, mas são pura picaretagem intelectual”.

As ideologias e a resposta da família

“Quando o homem é a sua própria medida, tudo é permitido. Ele não tem mais critérios absolutos”.

“Existe uma onda muito forte de cristofobia. Ódio a Cristo e à Igreja. Ódio irracional e injusto”.

“A ideologia de gênero tem destruído na alma a juventude, a infância, valores da família. Não é questão de puritanismo, é de bom senso”.

“Essa sociedade se salva com famílias”.

“Não se cria filho à toa. O primeiro educador do seu filho é você. Acompanhe de perto o que o seu filho está aprendendo. E se a escola ensinar aberrações, os pais se organizem e gritem: ministério público, justiça, pressão na sociedade. Existem técnicos, nas instância do governo, que são totalmente dominados por essa ideologia anticristã, que quer destruir a nossa sociedade cristã. Não permitiremos que eles imponham a sua agenda miserável”.

O vídeo vai direto aos pontos quentes e merece ser visto e discutido em família, porque gera um debate imprescindível em nossos tempos de ódio disfarçado de “liberdade”:

A vida consagrada se caracteriza pela alegria e a simplicidade, destaca o Papa

Por | DESTAQUES

Vaticano, 02 Out. 17 / 02:30 pm (ACI).- A Congregação das Irmãzinhas de Jesus se reuniu com o Papa Francisco no Vaticano ao realizar hoje o seu Capítulo Geral em Roma.

Uma das características da vida consagrada é “a simplicidade e a alegria” e, precisamente por isso, “para redescobrir o valor da vida comunitária, precisa procurar sempre a simplicidade, o carinho, os detalhes, o serviço, a admiração”, disse o Papa.

“Hoje, depois de aproximadamente 80 anos da fundação do Instituto, mais de mil Irmãzinhas estão espalhadas pelo mundo. Estão passando por situações humanamente difíceis, com os mais fracos e os mais pobres”.

Mas, “não só para atender, educar, catequizar – mesmo que essas coisas façam bem –, mas para amar, para estar com os mais pequeninos, como Jesus, para proclamar o Evangelho, com a vida simples de trabalho, de presença, de amizade, de acolhida incondicional”.

Francisco exortou “a manter a vida espiritual fervorosa, porque é deste amor, recebido por Deus de uma maneira incessante e sempre nova, que desborda o seu amor pelos irmãos e irmãs”.

“Não tenham medo de ir avante, levando em seus corações o pequeno Menino Jesus a todos os lugares onde estão os mais pequeninos do nosso mundo”, acrescentou.

Também fez um apelo a permanecer “livres de elos com obras e coisas, livres para amar quem encontram, onde quer o Espírito as conduza”.

O Bispo de Roma mencionou alguns problemas a serem enfrentados: a necessidade de abandonar as casas para fugir, a idade, a solidão… “Mas, em tudo isso, o amor que vocês levam em seus corações convertem vocês em mulheres livres, presas ao essencial”.

Finalmente, convidou-as a serem obedientes à autoridade eclesial e a iluminar “o mundo levando a alegria do Evangelho aos bairros, às ruas, em meio à multidão, sempre próximas aos mais pequeninos”.

A ciência confirma parte de popular lenda atribuída a São Francisco de Assis

Por | DESTAQUES

REDAÇÃO CENTRAL, 27 Set. 17 / 05:30 pm (ACI).- Uma equipe de cientistas europeus confirmou parte da lenda do saco de pão que São Francisco de Assis enviou, com a ajuda de um anjo, aos frades franciscanos oprimidos pela fome e pelo isolamento em um mosteiro italiano, no inverno de 1224.

Em um artigo publicado na revista Radiocarbon, da Universidade de Cambridge, os cientistas, liderados por Kaare Lund Rasmussen, professor associado da University of Southern Denmark, destacaram que esta é a primeira vez que o “saco de pão São Francisco” foi estudado pela ciência.

Segundo a lenda, São Francisco estava na França e enviou o saco cheio de pães aos seus irmãos famintos no mosteiro de Folloni, perto de Montella, na Itália.

Mosteiro de São Francisco, em Folloni. Foto: University of Southern Denmark.

O saco de pão foi conservado no mosteiro até hoje.

Os cientistas explicaram: “Analisamos amostras do saco para obter uma data de radiocarbono (14C) e procurar vestígios de pão”.

Amostra do saco de pão analisado pelos cientistas. Foto: University of Southern Denmark.

O estudo revelou que o saco de pão realmente era do período de 1220 a 1295, “o que coloca o têxtil no período de tempo apropriado segundo a lenda”, explicaram.

Além disso, a análise química revelou a presença de ergosterol, “um biomarcador conhecido da fabricação da cerveja, do cozimento ou da agricultura”.

“Neste artigo demonstramos a validade do ergosterol como um biomarcador da presença de pão no passado”, assinalaram.

Em conclusão, os cientistas assinalaram que “parece que há uma boa correspondência entre a lenda franciscana e os dois métodos científicos mais decisivos que são relevantes para analisar o saco de pão”.

“Embora não seja uma prova, a nossa análise mostra que o saco de pão realmente poderia ser autêntico”.

Em declarações recolhidas pela University of Southern Denmark, Kaare Lund Rasmussen adverte que, embora o saco corresponda ao período da lenda, o fato de que foi enviado por São Francisco e levado por um anjo é mais um tema de fé do que da ciência.

8º Congresso das Novas Comunidades da Diocese de Santo André

Por | DESTAQUES, GALERIA DE FOTOS

Aconteceu no dia 17 de Setembro de 2017 na Sede da Comunidade Fidelidade em São Bernardo do Campo o 8º Congresso Diocesano das Novas Comunidades da Diocese de Santo André.

O Congresso contou com a participação dos membros, fundadores e representantes locais das Comunidades presente na diocese e da Comunidade Pantokrator, onde André Botelho, fundador da comunidade ministrou ensinos sobre os estados de vida nas Novas Comunidades.

Também contamos com a presença e palavra de nosso Bispo Diocesano Dom Pedro, presença do Padre Guilherme e do Pe. Wagner que celebrou a Santa Missa no encerramento do congresso. Confira as fotos. Em breve os videos serão disponibilizados.

Célula: Império da Graça – Por Monica Priscila

Por | DESTAQUES, FORMAÇÃO DE LIDERES

Analisando as sagradas escrituras descobrimos que Deus sempre se preocupa com os seres humanos, desde Gênesis reforça: “Não é bom que o homem esteja só” Genêsis,18a

Na comunidade que se forma em Pentecostes, Jesus potencializa esta unidade em seus apóstolos, deixando um legado que perdura até os nossos tempos: “Ide Evangelizai” Mateus 28:19. Atender a este apelo do Senhor é estar sob o Império da Graça.

Império – do Latim Imperium, denota poder, autoridade, recinto, coreto, capela ou ermida de madeira ou de pedra, onde se põe a coroa do Espírito Santo no Domingo de Pentecostes. Este poder e força do alto que foi derramado no cenáculo de Pentecostes, reforça todo o poder da força do Espírito Santo que age em nós enquanto comunidade, “Quando chegou o dia de Pentecostes, todos os seguidores de Jesus estavam reunidos no mesmo lugar.” Atos 2:1.

Viver em célula é estar reunidos no mesmo lugar, reforçando os seus ensinamentos e deixando que o próprio Espírito Santo de Deus venha nos formar e transformar-nos de seres isolados, só, fechados em si mesmo que não sabem de onde vem e para onde ir, em um ser novo à sua imagem e semelhança.

É uma nova dimensão e visão que alcançamos e é Ele mesmo, o Espírito Santo que nos impulsiona a ir além, ganhamos nova identidade de filhos de Deus e novos irmãos que seguem conosco a caminhada de fé.

Revestidos de nova visão e oração adentramos neste império onde o Espírito Santo age em nós e a partir de nós com toda a sua autoridade e poder.
A Graça que nos é concedida é tão grande que nem sabemos como explicar em palavras.

Graça – do latim Gratia, significa benevolência, mercê, estima. Diz-se que alguém que tem graça, agrada e atraí outras pessoas através de suas palavras e atitudes.
Certamente deve ser por isso que nos narra Atos dos Apóstolos as inúmeras graças operadas entre eles e até hoje no meio de nós, por meio do Espírito Santo de Deus.

“Os apóstolos faziam muitos milagres e maravilhas, e por isso todas as pessoas estavam cheias de temor. Todos os que criam estavam juntos e unidos e repartiam uns com os outros o que tinham. Vendiam as suas propriedades e outras coisas e dividiam o dinheiro com todos, de acordo com a necessidade de cada um. Todos os dias, unidos, se reuniam no pátio do Templo. E nas suas casas partiam o pão e participavam das refeições com alegria e humildade. Louvavam a Deus por tudo e eram estimados por todos. E cada dia o Senhor juntava ao grupo as pessoas que iam sendo salvas.” Atos 2:43-47

Estar sob o Império da Graça é viver segundo a vontade de Deus, Unidos crescendo no amor, na partilha em célula.

É o Espírito Santo de Deus produz em nós o amor, a alegria, a paz, a paciência, a delicadeza, a bondade, a fidelidade, a mansidão que nos sãos necessários para viver em comunhão com Deus e com os irmãos.

Conforme São Paulo narra em sua carta aos Gálatas 5:22.

Adquirimos esta feição de Deus caminhando juntos, partindo o pão nas casas, louvando a Deus por tudo e a cada dia recebendo novos irmãos e irmãos que trilham o mesmo caminho de salvação.
Fazer parte do Império da Graça, de uma célula é uma dádiva de Deus, somos convidados a espalhar estas sementes pelo mundo para que até os mais distantes possam ouvir os apelos do Senhor.

Que Deus nos conceda Graça e Crescimento em todos os nossos empreendimentos.

E que a Graça de estarmos juntos e unidos nos ajude a superar qualquer dificuldade e tempestade que possa haver em nossos caminhos.
Paz e Bem! – Mônica Priscila
Santifica-te e Santifica!

O Tratado da Verdadeira Devoção, grande legado de São Luís Maria

Por | DESTAQUES, FORMAÇÕES

Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem

O “Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem” é uma obra de São Luís Maria Grignion de Montfort (?1673 – ?1716), escrita por ele pouco antes de sua morte. O livro nos fala da devoção a Nossa Senhora e da necessidade da consagração a Ela. Além disso, o Tratado nos dá um método simples e eficaz de consagração, de nos entregar inteiramente a Maria.O manuscrito do Tratado ficou perdido durante 130 anos, de 1712 a 1842, quando foi encontrado em uma caixa por um padre da congregação fundada por Montfort. 

Isto foi predito pelo Santo em seu Escrito: “Prevejo que muitos animais frementes virão em fúria para rasgar com seus dentes diabólicos este pequeno escrito […] Ou pelo menos procurarão envolver este livrinho nas trevas e no silêncio duma arca, a fim de que não apareça” (TVD 114).

A finalidade deste livro, segundo São Luís Maria, é mostrar como Maria Santíssima ainda é desconhecida, o que é uma das razões de Jesus Cristo não ser conhecido como deve ser. O Tratado nos leva ao conhecimento do Reino da Virgem Maria e ao conhecimento do Reino de Cristo. São Luís também diz que Jesus veio ao mundo por Maria e por Ela deve voltar no fim dos tempos: “Ela deu Jesus Cristo ao mundo a primeira vez, a há de fazê-lo resplandecer também na segunda vez” (TVD 13).

Links do Livro

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Outro modelo

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Preparação para a total consagração

Preparação para a consagração – Exercícios Espirituais


Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem – São Luís Maria Grignion de Montfort

Festa da Mini Pizza! Alegria e fraternidade. Obrigado!

Por | DESTAQUES, GALERIA DE FOTOS

Neste mês de Agosto no dia 12 realizamos a Festa da Mini Pizza com bingo, uma festa familiar que além de ajudar na campanha Aliança Fiel foi para fazer uma grande confraternização.

Confira as Fotos:

O poderoso significado da medalha de São Bento

Por | DESTAQUES, SÃO BENTO

O significado da medalha, as graças que você pode alcançar e uma poderosa oração a São Bento

A medalha de São Bento não é um “amuleto da sorte”. Trata-se de um sacramental, isto é, um sinal visível de nossa fé.

O uso habitual da medalha tem por efeito colocar-nos sob a especial proteção de São Bento, principalmente quando se tem confiança nos méritos de tão grande Santo e nas grandes virtudes da Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo! São numerosos os fatos maravilhosos atribuídos à esta medalha. Ela nos assegura poderoso socorro contra as ciladas do demônio e também para alcançar graças espirituais, como conversão, vitória contra as tentações, inimizades etc.

Contudo, a medalha não age automaticamente contra as adversidades, como se fosse um talismã ou vara mágica.

Todo cristão, a exemplo de Jesus Cristo, deve carregar a sua cruz. Pois é necessário que nossas faltas sejam expiadas; nossa fé seja ; provada; e nossa caridade purificada, para que aumentem nossos méritos.

O símbolo da nossa redenção, a cruz, gravada na medalha não tem por fim nos livrar da prova; no entanto, a virtude da cruz de Jesus e a intercessão de São Bento produzirão efeitos salutares em muitas circunstâncias, a medalha concede, também, graças especiais para hora da morte, pois, São Bento com São José são padroeiros da boa morte.

Para se ficar livre das ciladas do demônio é preciso, acima de tudo, estar na graça e amizade com Deus. Portanto, é preciso servi-lo e amá-lo, cumprindo, todos os deveres religiosos: Oração, Missa dominical, recepção dos Sacramentos, cumprimento dos deveres de justiça; em uma palavra, cumprimento de todos os mandamentos da lei de Deus e da Igreja. Nem o demônio, nem alguma criatura, tem o poder de prejudicar verdadeiramente uma alma unida a Deus.

Em resumo, o efeito da medalha de São Bento depende em grande parte das disposições da pessoa para com Deus e da observância dos requisitos acima mencionados.

Numerosos são os benefícios atribuídos ao crucifixo de São Bento; de fato, se usado com fé e com o Patrocínio do Santo; protege:

Das epidemias;
Dos venenos;
De alguns tipos de doenças especiais;
Dos malefícios;
Dos perigos espirituais e materiais que possam causar o Demônio;
A Santa Sé a enriqueceu com numerosas indulgências: indulgência plenária em ponto de morte; indulgência parcial.

Significado da medalha

Na frente da medalha são apresentados uma cruz e entre seus braços estão gravadas as letras C S P B, cujo significado é, do latim: Cruz Sancti Patris Benedicti – “Cruz do Santo Pai Bento”.

Na haste vertical da cruz lêem-se as iniciais C S S M L: Crux Sacra Sit Mihi Lux – “A cruz sagrada seja minha luz”.

Na haste horizontal lêem-se as iniciais N D S M D: Non Draco Sit Mihi Dux – “Não seja o dragão meu guia”.

No alto da cruz está gravada a palavra PAX (“Paz”), que é lema da Ordem de São Bento. Às vezes, PAX é substituído pelo monograma de Cristo: I H S.

A partir da direita de PAX estão as iniciais: V R S N S M V: Vade Retro Sátana Nunquam Suade Mihi Vana – “Retira-te, satanás, nunca me aconselhes coisas vãs!” e S M Q L I V B: Sunt Mala Quae Libas Ipse Venena Bibas – “É mau o que me ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos!”.

Nas costas da medalha está São Bento, segurando na mão esquerda o livro da Regra que escreveu para os monges e, na outra mão, a cruz. Ao redor do Santo lê-se a seguinte jaculatória ou prece: EIUS – IN – OBITU – NRO – PRAESENTIA – MUNIAMUR – “Sejamos confortados pela presença de São Bento na hora de nossa morte”.

É representado também a imagem de um cálice do qual sai uma serpente e um corvo com um pedaço de pão no bico, lembrando as duas tentativas de envenenamento, das quais São Bento saiu, milagrosamente, ileso.

Oração para alcançar alguma graça

Ó glorioso Patriarca São Bento, que vos mostrastes sempre compassivo com os necessitados, fazei que também nós, recorrendo à vossa poderosa intercessão, obtenhamos auxílio em todas as nossas aflições, que nas famílias reine a paz e a tranquilidade; que se afastem de nós todas as desgraças tanto corporais como espirituais, especialmente o mal do pecado. Alcançai do Senhor a graça … que vos suplicamos, finalmente, vos pedimos que ao término de nossa vida terrestre possamos ir louvar a Deus convosco no Paraíso.
Amém.

(Fontes: Mosteiro de São Bento e São Miguel Arcanjo)

Encontro Livres de Todo Mal – Com Danilo Gesualdo da Comunidade Canção Nova

Por | DESTAQUES, GALERIA DE FOTOS

Confira as fotos: do Encontro Livres de Todo Mal – Com Missionário Danilo Gesualdo da Comunidade Canção Nova

Spinner: um brinquedo legal. mas fique atento!

Por | DESTAQUES

Tudo o que você precisa saber sobre o brinquedo que virou febre entre crianças e adolescentes

É sempre assim: de vez em quando surge um brinquedo ou uma brincadeira que logo vira febre entre crianças, adolescentes e até adultos. Quem não se lembra do saudoso ioiô e da mola maluca? E do Tamagotchi, aquele bichinho virtual que você tinha que “alimentar”?

Tudo bem, você não é dessa época? Vamos dar um exemplo mais recente então: o que dizer do fenômeno Pokemon Go? O eletrônico – que propunha a caça com o celular a avatares em lugares reais – fez a cabeça de jovens e adultos do mundo inteiro da noite para o dia. Alvo de críticas, logo desapareceu – assim como tudo o que é modinha. Mas deixou rastros, já que teria provocado inúmeros acidentes.

Agora, a bola da vez é o spinner (ou fidget spinner). Seu filho já te pediu um? Se ainda não, prepare-se porque logo ele vai querer. O brinquedo nada mais é do que uma geringonça de três pontas arredondadas de plástico ou metal. Há modelos coloridos, com 5 pontas e até os que têm luzes. O que todos eles fazem? Nada mais do que girar, girar e girar entre os dedos, conforme é pressionado. (Veja no vídeo abaixo).

Origens

O dispositivo foi desenvolvido nos Estados Unidos durante os anos 90 para ajudar no tratamento de pacientes com autismo e com déficit de atenção. Depois de 20 anos, foi patenteado pela indústria de brinquedos e, agora, com a força da internet e das redes sociais, ganhou fama no mundo todo, principalmente pelo baixo preço e pela facilidade de ser adquirido. Você pode comprá-lo em vários sites, lojas e até no mercado informal. O preço, no Brasil, gira em torno de R$ 10,00. Mas o brinquedinho está envolvido em muitas polêmicas.

Terapêutico?

Algumas pessoas acreditam que este mero brinquedinho pode ter um fundo terapêutico contra o estresse e ajuda no tratamento do déficit de atenção. Em entrevista ao El País, a psiquiatra infantil Beatriz Martinez, disse que não é bem assim. “No momento, vender um spinner como um remédio para transtornos de déficit de atenção é uma fraude. É preciso pesquisar muito mais. É muito preocupante a tendência da sociedade de vender qualquer coisa como terapêutica sem evidências científicas”, afirmou a especialista.

Proibição

Várias escolas dos Estados Unidos e da Europa já proibiram os alunos de levarem o spinner para a sala de aula. Brincar com ele, só se for na hora intervalo. Os professores argumentam que o brinquedo, ao invés de melhorar a concentração dos estudantes, atrapalha, pois eles ficam preocupados em saber quanto tempo o dispositivo ficará rodando entre os dedos e não prestam atenção no que a professora está explicando na lousa.

Acidente

Há algumas semanas, as redes sociais revelaram a primeira vítima do spinner: foi uma criança do Texas, Estados Unidos. De acordo com a mãe, a garota estava brincando com o fidget e engoliu uma peça dele. A menina começou a vomitar e foi rapidamente levada a um hospital. Um exame de Raios-X mostrou a peça no esôfago da criança, que precisou ser sedada para que os médicos retirassem o objeto através de um procedimento de endoscopia.

Apreensões

Em Portugal, 16.000 spinners foram recolhidos do mercado por não informarem a indicação da faixa etária adequada nas embalagens. As autoridades portuguesas proibiram a venda do brinquedo para crianças menores de 3 anos de idade por conter peças pequenas, o que implica o risco de engasgamento.

O que fazer?

Claro, a decisão de permitir ou não que as crianças usem determinado brinquedo é dos pais. E eles devem estar smepre atentos à procedência, aos objetivos e possíveis oferecidos pelos produtos. Não cair nas armadilhas das promessas sem comprovação científica é crucial

Se for permitir que seu filho brinque com o spinner, fique de olho: não deixe que ele o leve para escola, verifique faixa etária recomendada pelo fabricante e, principalmente, monitore o uso para que brincadeira não se torne um vício para os pequenos.

Sabia que a aliança de casamento pode ter a força de um exorcismo?

Por | DESTAQUES

Usá-la sempre é uma excelente proteção

De ferro, prata , ouro ou qualquer outro metal: o anel adquiriu um significado maior do que tinha na antiguidade pagã depois que a Igreja o constituiu em símbolo da aliança indissolúvel entre os casais.

Entre os judeus e os romanos – até mesmo entre os povos pagãos – os homens tinham o costume de colocar um anel no dedinho de sua futura esposa, mas era um anel com um significado diferente. Tratava-se de um voto de confiança, em que o homem entregava à mulher uma réplica do anel ou carimbo pessoal que ele usava no polegar, com o qual lacrava correspondências pessoais e contratos. Era um costume das classes mais abastadas.

Por outro lado, os casais, de qualquer classe social, trocavam anéis nupciais no dia do casamento e costumavam colocá-los no dedo anelar da mão esquerda, bem perto do coração, onde se sente mais o pulsar do órgão poderoso, que simboliza o amor que deve ser somente para Deus.

Pode soar muito romântico e até sentimental, mas o costume que nasceu na Europa do século VI se espalhou por todo o planeta, e, ainda hoje, sob qualquer nominação religiosa ou cultural, os casais trocam anéis e os colocam no dedo anelar da mão esquerda.

Em alguns países, como no Brasil, estes anéis são chamados de aliança e é comum que, no dia do casamento, eles entrem solenemente na igreja sobre uma elegante almofadinha conduzida pelas mãos de um pajem. Durante a aplicação do sacramento, o padre abençoa as alianças e, em seguida, convida os noivos a colocarem-nas mutuamente, repetindo palavras de compromisso, fidelidade e amor.

Claro que esse pequeno cerimonial inserido na solenidade do sacramento não é obrigatório – e sua ausência não invalidaria o matrimônio. Porém, dignificado pela solenidade sobrenatural, como somente a Igreja poderia ter concebido para maior glória de Deus e consolidação do amor conjugal, transmite maior sentido ao contrato mútuo de um casal.

Leia também: “Guardem a minha aliança”: o arrepiante pedido do sobrevivente Alan Ruschel

A aliança de casamento pode chegar a revestir a condição de sacramento autêntico, como o anel do pescador usado pelos papas depois do conclave. Ou como os que recebem os religiosos – desde cardeais, bispos e até freiras.

Abençoada e elevada de categoria, a aliança passa de um simples anelzinho a um instrumento de vida consagrada, uma profissão de vida religiosas, cheia de renúncias e sacrifícios santificantes.

Símbolo de oração da Igreja por seus filhos, a aliança pode até chegar a ter a força de um exorcismo contra tentações e ataques de espíritos malignos que induzem o adultério e a fornicação.

Leia também: Como meu anel de casamento se tornou um sinal de alerta

Usar sempre a aliança, mais do que um ato de amor, fidelidade e dever conjugal, é uma proteção, já que , quando se casa, Deus manda um anjo especial para o casal e sua finalidade é proteger o homem e a mulher individualmente, em função da “uma só carne” que são os dois depois do casamento, até que a morte os separe e no Céu sejam como os anjos. (Marcos 12,25)

 

Por Antonio Borda
Artigo publicado originalmente por Gaudium Press, traduzido e adaptado ao português

As 2 doenças mortais da fidelidade

Por | DESTAQUES

Só a fidelidade que aprende a atravessar e superar as provações nos torna grandes, realizados e felizes

Não sei se você conhece a história de John Henry Newman, uma das personalidades intelectuais e espirituais mais elevadas da história moderna da Inglaterra. Não vou contar a sua biografia. Só resumirei trechos dela em largos traços.

Antes da sua conversão ao catolicismo em 1845, era uma figura de enorme relevo na Universidade de Oxford e na Igreja da Inglaterra: como intelectual, como mestre universitário, como finíssimo teólogo, como o mais amado pregador de Oxford (era presbítero anglicano), como um dos melhores escritores do seu tempo.

Para quem conheça um pouco de história, abandonar o anglicanismo e passar para o “papismo” era, na Inglaterra daquela época, condenar-se ao ostracismo. Teve de deixar Oxford (onde ainda era proibida a presença de católicos), largar seus meios de vida, perder a maioria dos seus amigos e cair na suspeição dos colegas e patrícios.

Foi bem acolhido entre os católicos? No começo, com grande alegria. Mas logo percebeu que não era compreendido. Suas intuições e planos – excelentes, e atualmente aplicados com grande eficácia – para o aprofundamento e a difusão da fé católica entre os intelectuais, criaram suspeições. Um a um, seus projetos cheios de zelo e sabedoria foram sendo sufocados. Também na Cúria romana havia autoridades (especialmente alguns prelados ingleses) que o olhavam com receio. Faz-me lembrar do que diziam a São Josemaria Escrivá personalidades da mesma Cúria, gente boníssima e bem-intencionada, quando ele postulava a aprovação pontifícia do Opus Dei: «É uma obra maravilhosa, mas chegou com um século de antecipação».

Tudo se esclareceu…, quando Newman já era um ancião santo e sofrido. O Papa Leão XIII alegrou-lhe o coração nomeando-o cardeal, a máxima honra que pode receber um sacerdote católico. Bento XVI elevou-o aos altares, beatificando-o no dia 19 de setembro de 2010 em Birmingham – onde passara os últimos anos de sua vida –, numa cerimônia que foi como que uma aclamação coletiva de todos os católicos da Inglaterra e do mundo ao Bem-aventurado John Henry Newman.

Como é que ele encarou os longos anos de incompreensão e de aparentes fracassos, um atrás do outro? Com fé e amor, sem julgar as pessoas que desconfiavam dele. Crescendo na oração e nas virtudes. Oferecendo o sofrimento. Tornando-se um santo. Vários dos antigos amigos sugeriam-lhe abandonar a Igreja católica e voltar ao anglicanismo. Um jornal chegou a anunciar isso como fato consumado. O santo homem reagiu, e publicou um escrito admirável, em que – entre outras coisas – diz:

«Minha fé na Igreja católica não foi abalada nem por um só instante desde que fui recebido em seu seio. Sustento e sempre sustentei que o Soberano Pontífice [o Papa] é o centro da Unidade e o Vigário de Cristo;  sempre tive e continuo tendo uma fé sem restrições em todos os artigos do seu Credo, uma suprema satisfação em seu culto, em sua disciplina, em seu ensinamento, e um ardente desejo, uma esperança contra toda a esperança de que os numerosos amigos que deixei no protestantismo virão um dia partilhar da minha felicidade (…). Retornar à Igreja da Inglaterra? Nunca! “A rede foi rompida e nós estamos livres”. Eu seria completamente louco (para usar um termo moderado) se, em minha velhice, deixasse a “terra onde correm leite e mel” e a trocasse pela cidade da confusão e a casa da escravidão»[1].

A alegria que nasce da fidelidade

Tomamos como paradigma um homem fiel à sua fé e à santa Igreja. A mesma “qualidade” deveriam ter todas as fidelidades da vida. Tanto a fidelidade de um casal a seu compromisso matrimonial, como a fidelidade de um cristão comprometido numa missão apostólica, como a fidelidade de um sacerdote ou religioso à sua vocação…

Falar de “compromisso”! Para muitos é quase um palavrão. Querem é ver-se livres de qualquer amarra, como folha à mercê de todos os ventos. Nada prometem a sério. Nada assumem a sério. O mundo parece estar cada vez mais infeccionado pela doença do provisório.

No entanto, só a fidelidade que aprende a atravessar e superar (não só a aguentar) as provações, nos torna grandes, realizados e felizes. Quem descarta a fidelidade como uma opressão da liberdade, vai morrer como aquele homem do Evangelho, que provocou as risadas do povo, porque principiou a edificar e não pôde terminar (Lc 14, 30). Será um frustrado que se jogou aos sopros variáveis da liberdade mal entendida e acabou caindo no nada.

Naturalmente, para poder saborear a alegria da fidelidade é preciso ter um ideal, um sentido para a vida, superior ao de ceder aos desejos momentâneos: um ideal que nos dê a força de enfrentar, de lutar, de superar; que não nos deixe limitados a reagir, reclamar e fugir.

Duas doenças mortais da fidelidade

            • A fidelidade condicionada

É a da pessoa que, no seus compromissos “vitais” (os que definem o sentido da vida), não sabe dizer um “sim” pleno, como o “faça-se” de Nossa Senhora (cf. Lc 1, 38).

Essas pessoas têm o “sim” poluído pelo “se”, pelo condicional: “Serei fiel, se não ficar difícil continuar, se não for “chato”, se não me cansar de viver com a mesma pessoa ou de fazer as mesmas coisas…”.

A incapacidade de decidir-se a assumir compromissos com fé e fortaleza explica a inconsistência de muitas vidas atuais. Para os egoístas, para os que não querem saber da grandeza do amor, a palavra “assumir” é substituída pela palavra “experimentar”: “Vou experimentar, vou ver se gosto, vou ver se não me canso, vou ver se dá… Se não der, largo tudo”

No livro O senhor dos Anéis, Tolkien coloca na boca de um dos personagens uma frase que deveríamos meditar: «Desleal é aquele que se despede quando o caminho escurece».

Quando escurece, quando as coisas se tornam difíceis, ou as circunstâncias ou as pessoas nos desnorteiam, em suma, quando surge uma crise, é então a hora em que Deus nos dá a oportunidade e a graça de “superar” aquilo e de “superar-nos” a nós mesmos.

Toda crise pode ser uma crise de crescimento (como a da adolescência), ou uma crise terminal (como a do paciente desenganado). O mal consiste em que quase todos encaram como terminais crises que, aos olhos de Deus, deveriam ser de crescimento. Deveriam ser uma fase decisiva da vida, em que aprendemos a despojar-nos da imaturidade, de egoísmos banais, de frivolidade; e vamos trocando esse entulho por virtudes que não tínhamos e agora podemos adquirir: desprendimento, humildade, fortaleza, prudência, doação… As crises são porta aberta para um amor maior, temperado na dor.

Quem não tentou fazer isso, não conhece a felicidade de ser fiel. São Paulo a experimentou de tal modo que, estando preso e a ponto de ser martirizado, escreveu na cadeia o que eu chamaria “o epitáfio feliz de uma vida realizada”: Chegou o tempo da minha partida. Combati o bom combate, terminei a corrida, fui fiel (2 Tm 4, 6-7).

Se a dificuldade, e concretamente o sacrifício que toda fidelidade exige, nos fazem vacilar, estamos à beira de enveredar pelo que Rafael Cifuentes chama “ vocação de vira-lata”[2], que é uma opção de vida extremamente perigosa.

A fidelidade de manutenção 

É  a fidelidade da pessoa que não abandona o barco, mas se limita a “ir tocando” a vida com rotina morna e apagada.

Alguns parecem fiéis por pura inércia. O marido e a mulher continuam juntos no lar, mas sem renovação de sentimentos e atitudes, sem diálogo fecundo e sem novas iniciativas. A alegria da vida familiar soa, para eles, a sonho ingênuo de lua de mel. Que diriam se ouvissem São Josemaria dizer-lhes, como repetia a casais de qualquer idade: «Vocês devem tratar-se como se sempre fossem noivos»?

«Não esqueçam –dizia-lhes ? que o segredo da felicidade conjugal está no cotidiano, não em sonhos. Está em encontrar a alegria escondida de chegarem ao lar; no relacionamento afetuoso com os filhos; no trabalho de todos os dias, em que toda a família colabora; no bom humor perante as dificuldades, que é preciso enfrentar com espírito esportivo»[3].

Coisas análogas deveriam dizer-se sobre a fidelidade de leigos, sacerdotes e religiosos à vocação e à missão divina com a qual se comprometeram.

A fidelidade de manutenção é, para os mornos, um mero vegetar acomodado. Esqueceram-se da palavra “mais” e da palavra “além”. Como dizia Ernest Hello, «se não existisse a palavra exagero, o homem medíocre a inventaria»[4].

Como evitar essas duas doenças? Entre outras coisas, vendo se conseguimos dar uma resposta positiva (com a cabeça, o coração e as ações) às seguintes perguntas:

? Eu tenho “metas”, ou vou só no embalo; ou seja, proponho-me frequentemente modos concretos – claros e definidos ? de dar mais, de alegrar mais os outros, de ajudar mais, quebrando assim a rotina?

? Trato com Deus desse desejo de superação? Medito, rezo, leio livros de espiritualidade, procuro conselhos e experiências para sair do meu trilho monótono e renovar meus compromissos?

? Se me pedissem que escrevesse num papel os desafios de superação, que atualmente me proponho para dar um salto de qualidade, ou para superar uma crise, deixaria a folha em branco? Quantas linhas poderia preencher?

Quero terminar este capítulo pedindo-lhe que medite as palavras que Cristo utiliza para abrir a porta do Céu a uma alma que foi fiel até à morte. Muito bem, servo bom e fiel, já que foste fiel no pouco, eu te confiarei muito. Entra na alegria do teu Senhor! (Mt 25, 21).


[1] f. Cf. Paul Thureau-Dangin, Newman católico – A fidelidade na provação, Cultor de Livros, São Paulo  2014, pp. 58-59

[2] A constância, Ed. Quadrante, São Paulo 1989, p. 28

[3] Questões atuais do Cristianismo, 3ª ed. Quadrante, São Paulo 1986, n. 91

[4] E. Hello, L’homme, Ed. Perrin, Paris 1911, p. 60

(Pe. Faus)