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Vídeos do 7º Encontro das Famílias! Confira!

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Confira os Vídeos do Encontro

1º Ensino –  O Amor na Família – Junior e Nalva

2º Ensino – Família de Oração – Beto e Lucia – ECC – TESTEMUNHO – Parte 1

2º Ensino – Família de Oração – Beto e Lucia – ECC – TESTEMUNHO – Parte 2

3º Ensino –  A Espiritualidade na Família – Padre Pedro Mariano

Momento de Adoração

Testemunhos

Encenação Célula Dom Bosco

Após coma, menino deixa a mãe aterrorizada ao dizer que conheceu a irmã abortada

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Vale a pena refletir sobre a incrível experiência deste menino de apenas 4 anos de idade

Os cristãos acreditam que existe vida após a morte, enquanto outras pessoas dizem que depois de morrermos não há mais nada. Mas esse menino teve uma experiência quase mortal e chocou todo o mundo com suas declarações…

Aos 4 anos, Colton Burpo, teve uma apendicite aguda e precisou passar por uma cirurgia de emergência. A operação era de considerada de risco muito elevado, e o menino ficou entre a vida e a morte. Quando acordou, ele revelou uma chocante verdade…

Colton teve uma experiência quase-morte, e foi para o paraíso, conhecendo vários familiares mortos.

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Inicialmente, ninguém acreditou no que ele dizia, mas quando ele começou a contar histórias dos parentes falecidos os pais ficaram impressionados! Ele sabia de coisas que pouca gente tinha conhecimento, como as brincadeiras que o pai tinha com o avô, ou da existência da irmã que nunca chegou a nascer, devido a complicações na gravidez.

“Eu mesmo duvidei de minha própria fé”, disse o pai do menino.

A criança falou também em Jesus, dizendo que Ele tinha “marcas no corpo”, e que o mandou de volta para a terra, devido às preces do seu pai.

O relato do menino é sem dúvida surpreendente. Assista e compartilhe se você acredita na vida eterna!

Esta experiência foi vivida por uma família cristã. Apesar de não serem católicos, vale a pena refletir sobre o que este garotinho viveu. E agradecer a Deus por se manifestar a quem o busca com fé e sinceridade.

Em palestra, bispo ensina que o mal se desconcerta quando encontra a bondade

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Grande parte dos quinhentos agentes da Pastoral Diocesana da Criança esteve na manhã do dia 6 de agosto no auditório da Curia Diocesana, no Centro de Santo André, para participar do Encontro de Líderes, onde Dom Pedro Cipollini proferiu a palestra “O Ano da Misericórdia e o Bom Samaritano”. Ele foi recepcionado pelo Padre Márcio, assessor espiritual e Elisabete Sorvillo Alves, coordenadora desta pastoral que em 2017 completa 30 anos em nossa diocese.

Nesta aula de reflexão sobre a misericórdia, o bispo diocesano disse que “Para sermos perfeitos como o Pai é preciso ser misericordioso”. E que: “Violência não se combate com violência. O mal se desconcerta quando encontra a bondade”. E mais: “Diferente do que propagava o filósofo Friedrich Nietzsche, que dizia que o homem se torna um fraco quando opta pela misericórdia, a verdade é que longe da misericórdia a humanidade só produz guerras”. Assim explica-se por que “Os misericordiosos é que ganharão o Reino do Céu, e que é preciso ser forte para perdoar”.

Em outra linha de raciocínio, Dom Pedro salientou que “Papa Francisco tem nos alertado que maior que a crise econômica é a crise antropológica. Está faltando valorizar o ser humano. O deus dinheiro é mais forte. É preciso ganhar 200%. Se comerem um ‘veneno’ posto na comida, e ficarem doente, o azar é deles”.

A parábola – tema da palestra – nos pergunta quem é o próximo. E Dom Pedro esclarece que “Engana-se quem pensa que o próximo é só quem é da família ou do rol de amigos. Na verdade o próximo é aquele que necessita de algo. O problema é que a gente se acostumou a se afastar do problema. E assim, não nos aproximamos”.

O bispo também nos ensina que primeiro é preciso aproximar do sofrimento. Depois, ter compaixão e por fim fazer algo possível. “O levita e o sacerdote não pararam para socorrer. O que nos leva a concluir que orar sem misericórdia é por água em lata furada”, sentenciou. Em seguida disse que “a estalagem representa a Igreja, onde encontramos um local para nossa recuperação. O bom samaritano ao entregar o vitimado para o dono da estalagem fez um ato missionário, e que levou o estaleiro a ser também misericordioso”.

Para Dom Pedro, Deus é quem se aproxima de nós. Não merecemos a misericórdia dele, mas a necessitamos. “O próximo é você que se aproxima de quem precisa. Já que quem precisa está enfraquecido, sem condições de se aproximar, até para pedir ajuda. É como vocês agentes da Pastoral da Criança que se aproximam da criança que necessita de algo. A gente nem imagina o que seria de tantos lugares sem o trabalho da Pastoral da Criança. A diocese agradece imensamente o trabalho de cada um dos agentes”.

Amoris Laetitia: as esperanças dos separados

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O Presidente da Associação italiana Famílias Cristãs Separadas comenta a exortação pós-sinodal sem retórica. Não poupa críticas e espera que às palavras se sigam finalmente os fatos

Tem-se passado uma semana da publicação da exortação pós-sinodal Amoris Laetitia. Após a longa espera, que durou mais de cinco meses após o fim do último Sínodo, e depois do calor da novidade também, chegou a hora de assimilar o documento redigido pelo Papa Francisco para compreender como concretizar  aquele apelo à acolhida, que é o fio condutor.

Uma passagem da teoria à prática que o eng. Ernesto Emanuel espera desde 1981, data de publicação de uma outra exortação apostólica inerente aos temas da família, a Familiaris Consortio de São João Paulo II. Emanuel é amavelmente considerado “o pai dos separados”. Com 81 anos, três filhos e uma esposa da qual se separou há 40 anos, em 1990 fundou a Associação das Famílias cristãs separadas, que ele preside.

“O chamado a uma ‘urgente atenção’ com relação a nós, separados – comenta a ZENIT Emanuel – já estava presente na Familiaris Consortio, porém as coisas não saíram exatamente como desejava o Papa Wojtyla…”.

E nem sequer como indicam vários documentos e intervenções eclesiais depois de 1981. “Especialmente por parte dos Papas – explica – foram oferecidas muitas reflexões excelentes sobre este tema: palavras de incentivo e cheias de autêntico desejo de inclusão que, contudo, não baixaram às ações concretas”.

Emanuele disse que em 25 anos de experiência na escuta e apoio das pessoas que trazem nas cosas um matrimônio fracassado, confrontou-se com milhares de casos. “Muito diferentes uns dos outros – disse – mas muitas vezes unidos pelo denominador comum da exclusão por parte dos sacerdotes”.

Uma exclusão que “não corresponde tanto aos aspectos teológicos ou doutrinários, mas aos aspectos mais humanos”. Para dizer com o Papa Francisco, Emanuele observa que “não sentimos muito o cheiro das ovelhas nos pastores da Igreja”. Desde a lei do divórcio de 1970 até hoje, segundo o engenheiro de Milão, na Itália, as autoridades eclesiásticas assistiram muito passivamente o rompimento de mais de 2 milhões de casais que se separaram.

“Até negando o problema”, denuncia Emanuele com base em suas experiências pessoais com “vários bispos”. Trata-se de ocasiões perdidas, porque “não há nenhuma pessoa mais permeável ao Evangelho do que aquelas que passaram pela tragédia da separação”. De não-crentes que se aproximaram de Deus graças à Associação Famílias cristãs separadas, Emanuele conheceu muitos.

“Muito pouco é necessário para dar esperança a essas pessoas – diz -, apenas ouvi-las, encontra-las, dar-lhes uma palavra de consolo”. Desses pequenos gestos pode nascer depois um acompanhamento para uma jornada de fé. “Nós, em 25 anos, não escrevemos nenhum livro – continua -, em contrapartida, ajudamos milhares de pessoas, através da oração, ajudando-as a retomar uma relação com Deus, o único que pode dar respostas em certos momentos de crises”.

E se, por um lado, até agora está faltando esta atitude de acolhida por parte de muitos sacerdotes, por outro, Emanuele registrou uma excessiva “manga larga”. Explica que “na diocese de Milão – onde mora – pelo menos um sacerdote de dois dá a comunhão com facilidade aos separados que começaram uma nova união”.

Este tema, da comunhão para divorciados novamente casados, atraiu a atenção da mídia nos dois Sínodos recentes. Porém, Emanuele quer lidar “sem a superficialidade” que encontrou em “muitos meios de comunicação e também em muitos homens de Igreja”.

Lembra que “no Código de Direito Canônico está expressamente previsto que quando uma pessoa se separa deveria ir ao próprio bispo para receber conselhos”. Indicação que permanece, porém, letra morta. “Muitos recebem a autorização do próprio pároco para comungar sem problemas e fazem isso”, afirma Emanuel.

Em vez de dar concessões fáceis que fluem como água morna na vivência das pessoas, o desejo de Emanuele é que com Amoris Laetitia se comece a tomar uma estrada marcada por uma calorosa mensagem de “escuta, acolhimento e acompanhamento”. O engenheiro, no entanto, tem a preocupação de perguntar-se “como se fará para criar uma nova sensibilidade entre os sacerdotes” e quantos anos serão necessários para se tornar efetiva aquela “formação adequada para tratar os complexos problemas atuais das famílias”, dos quais o papa fala.

Perguntas às quais se acrescenta uma outra. Quantos são aqueles que tendo fé no Magistério decidem viver “como irmão e irmã”? “Pouquíssimos”, segundo Emmanuel. E assim compartilha a passagem de Amoris Laetitia na qual o Papa se faz intérprete da impressão de muitos casais separados, segundo o qual, se entre eles “faltam algumas expressões de intimidade”, ‘não é raro que a fidelidade seja colocada em perigo e possa ser comprometido o bem dos filhos”.

No entanto Emanuel quer que a Igreja, além de se concentrar em situações familiares já comprometidas, procure ajudar os casais a não se deixarem. Neste sentido se coloca cético com relação à reforma de Francisco para simplificar os procedimentos de nulidade matrimonial.

Considera o recurso à Rota Romana “uma coisa para os ricos”, que abrange poucos casais. “Diante dos filhos é possível falar de nulidade?”, se pergunta Emanuel. A pergunta é retórica, porque “conheceu tantos filhos que pediam a separação dos pais briguentos, mas que depois ficavam horrorizados com a hipótese de declarar nulo o matrimônio”.

Então, a sua opinião é que quando se fala de separação, se olhe pouco para os filhos, que – comenta amargamente Emanuel – “levam feridas da separação dos pais por toda vida”. Talvez seria necessário começar do ter misericórdia para com eles, para dar concretude à Amoris Laetitia.

Francisco é o Papa do fim dos tempos?

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Francisco é o Papa do fim dos tempos? Autoridade vaticana responde

VATICANO, 27 Jun. 16 / 07:00 am (ACI).- Dom Georg Gänswein, Prefeito da Casa Pontifícia e secretário pessoal do Papa Emérito Bento XVI, respondeu à pergunta sobre se o Papa Francisco seria o “Pontífice do fim dos tempos”, como afirmam algumas “profecias” a respeito.

Em entrevista com o correspondente do EWTN em Roma e Alemanha, Paul Badde, o Arcebispo se referiu à chamada “profecia dos Papas” também conhecida como a “profecia de São Malaquias”, segundo a qual o Papa Francisco poderia ser considerado como “o Papa do Fim dos tempos”.

“De fato, quando se observa a profecia, e tendo em conta que sempre teve uma sólida referência dos Papas mencionados, me dá calafrios”, assegurou o Arcebispo.

Do mesmo modo, acrescentou que como “as profecias não são parte da revelação, não todas devem ser aceitas. Mas falando da experiência histórica, alguém deve dizer: ‘sim, é uma chamada de atenção’”, disse o Prelado.

A “profecia dos Papas”

São Bernardo (1090-1153) escreveu a biografia de São Malaquias de Armagh –quem morreu em seus braços caminho a Roma– e sempre afirmou que possuía o dom de profecia.

Depois da morte de São Bernardo, um autor desconhecido recolheu as profecias de São Malaquias –que alguns as atribuem a São Felipe Neri–; mas estas se extraviaram por mais de 400 anos, até que finalmente foram publicadas no livro “Lignum Vitae”, editado em Viena pelo monge Arnoldo Wion em 1595.

Esta publicação contém 112 lemas sobre os Papas, desde Celestino II (eleito em 1130) até Pedro II, cujo pontificado coincidiria com o “Fim dos tempos”. Bento XVI seria o Papa 111 da lista sob o nome de “Glória Olivae” (A glória do olivar).

Sobre a profecia “do último Papa” o texto diz: “na perseguição final da Santa Igreja Romana reinará Petrus Romanus (Pedro o Romano), quem alimentará a sua grei em meio de muitas tribulações. Depois disso a cidade das sete colinas (referindo-se a Roma) será destruída e o temido juiz julgará o seu povo. O Fim”.

É importante ter em conta que estas profecias não são parte do magistério da Igreja, como explica Dom Georg Gänswein.

Esta profecia também é confundida quando se menciona a figura de um suposto “Papa Negro” com quem virá o fim dos tempos. Em nenhuma parte da profecia de São Malaquias se menciona o “Papa Negro”, por isso tal nome corresponderia a uma má interpretação da mesma.

A figura do “Papa Negro” é um boato popular que se fez conhecido depois da eleição do Jorge Mario Bergoglio como novo Supremo Pontífice, segundo o qual as batinas negras que costumavam usar os jesuítas seriam o “sinal” de que Francisco seria o último Papa.

Intenção de oração do Papa para o mês de Julho

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“Para que os povos indígenas, ameaçados na sua identidade e existência, sejam respeitados”

O Papa Francisco indicou a seguinte intenção de oração para este mês de Julho: “Para que os povos indígenas, ameaçados na sua identidade e existência, sejam respeitados”.

Já a intenção pela evangelização fala da missão continental: “Para que a Igreja na América Latina e no Caribe, através da sua missão continental, anuncie o Evangelho com renovado vigor e entusiasmo”.

Santo Padre a Fraternidade Católica de Comunidades e Associações Carismáticas

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Mensagem do Santo Padre a Fraternidade Católica de Comunidades e Associações Carismáticas de Aliança no 25º Aniversário da Aprovação Pontifícia

Queridos irmãos e irmãs,

Feliz Aniversário!

O Senhor os abençoe, especialmente neste Jubileu de Prata da aprovação pontifícia da Fraternidade Católica. Recordo-lhes que o desejo dos fundadores Briam Smith e Bob Cavner foi o de vincularem-se mais direta e filialmente com o sucessor de Pedro mediante o acompanhamento do Pontifício Conselho para os Leigos. Estes vinte e cinco anos deram frutos de crescimento em número de comunidades, assim como em diversidade de carismas e em relações de comunhão fraterna. Por isso, demos graças a Deus.

No ano passado, no encontro com a Renovação Carismática em 01 de julho, no Estádio Olímpico, vocês já estavam preparando um passo adiante, que poucos meses depois se converteu em realidade: A Fraternidade Católica de Comunidades e ICCRS – os dois organismos a serviço da Renovação no Mundo – compartilhando o mesmo escritório, dando assim testemunho de uma única corrente de graça manifesta na grande diversidade que o Espírito Santo cria.

Esta decisão de aprofundar a comunhão entre vocês é já uma realidade que já me alegrou muito! As mudanças sempre são difíceis, e custa sair de nossas seguranças e espaços próprios para seguir ao que o Senhor nos inspira. Também se necessita a coragem que vem do Espírito, eu lhes agradeço por isso. Ao mesmo tempo, puderam comprovar que nem vocês Fraternidade Católica, nem o ICCRS perderam suas características próprias, mas que, pelo contrariam, enriqueceram-se na comunhão, porque a comunhão é obra do Espírito Santo.

Como vocês sabem, seguindo ao parecer do conselho de Cardeais, formado para me ajudar no governo da Igreja e na reforma da Cúria, instituí a Congregação de Leigos e Família, a que se ligará a Pontifícia Academia para a Vida. Neste espírito de conservar o essencial e reformar o acidental para um melhor serviço aos homens e mulheres de nossos tempos no qual a Igreja está empenhada, creio que este é o momento de discernir juntos – Catholic Fraternity e ICCRS – à luz da experiência de comunhão que já começaram a viver, a necessidade de continuar aprofundando esta comunhão conformando um único serviço à Renovação Carismática Mundial que represente a mesma corrente de graça, sem perder as características próprias de cada um. Isto significa que ambos – Catholic Fraternity e ICCRS – possam oferecer a experiência vivida à múltipla variedade expressões que o Espírito Santo quis suscitar em nível mundial.

Peço-lhes que – Catholic Fraternity e ICCRS – avancem neste caminho de comunhão.

“Alarga o espaço da tua tenda, desdobra sem constrangimento as telas que te abrigam, alonga tuas cordas, consolida tuas estacas, pois deverás estender-te à direita e à esquerda; teus descendentes vão invadir as nações, povoar as cidades desertas. Nada temas, não serás desapontada. Não te sintas perturbada, não terás do que te envergonhar, porque vais esquecer-te da vileza de tua mocidade. Já não te lembrarás do opróbrio de tua viuvez. IS 54, 2- 4

Alargar e estender a tenda desta comunhão seria a melhor maneira de celebrar o jubileu. Na comunhão, todos se fortalecem e ninguém perde a identidade; isto seria uniformidade, à qual certamente não vem do Espírito; antes, a comunhão na diversidade que Ele suscita.

Espero, ainda, resposta à carta pessoal que entreguei aos presidentes de Catholics Fraternity e ICCRS durante minha visita ao III Retiro Mundial de Sacerdotes, no dia 12 junho passado, onde falei-lhes neste sentido.

No Pentecostes de 2017 cumprem-se cinquenta anos da irrupção desta corrente de graça na Igreja Católica. Eu lhes convidei a celebrar este jubileu de ouro junto ao Bispo de Roma, na praça de São Pedro. Que não seja a celebração de um Movimento, que vocês de fato não o são, mas que seja a renovação de Pentecostes para a Igreja e para o Mundo junto a todos os cristãos que viveram a experiência de nascer de novo da que fala Jesus a Nicodemos. A Igreja e o mundo necessitam, hoje mais do que nunca, do Espírito Santo. Necessitam mais do que nunca do anúncio do querigma, proclamado por Pedro na manhã de Pentecostes, e para isto os cristãos devem estar unidos como pede o Senhor, para testemunhar juntos o amor misericordioso do Pai, que não faz acepção de pessoas, manifesto em Jesus Cristo, Senhor e Salvador.

Alegra-me que duas pessoas que colaboraram comigo por anos em minha diocese anterior, trabalhando para uma melhor compreensão e unidade da corrente de graça, assim como na tarefa ecumênica para a unidade do corpo de Cristo estejam hoje dentro da Fraternidade Católica. Seus conhecimentos e experiência lhes pode ser de grande ajuda para colocar em marcha estes dois grandes desafios que vocês têm por diante.

Termino reafirmando a missão que lhes tinha dado no ano passado: Compartilhem com cada um na Igreja o Batismo no Espírito Santo. Não se esqueçam suas origens: A Renovação Carismática nasceu ecumênica; o ecumenismo do encontro na oração fraterna, no serviço ao próximo e na oração de intercessão por nossos mártires comuns.  Trabalhem para aliviar as necessidades dos mais fracos e vítimas de todo o sofrimento humano. Aproximem-se e toquem, através deles, nas chagas do próprio Jesus. Compartilhem também com eles o Batismo no Espírito Santo. Os três primeiros documentos de Malinas tocam com profundidade nestes temas, dos quais lhes falei em outras oportunidades como um guia seguro para seu agir.

Neste ano da misericórdia que está por começar vocês sejam misericordiosos entre vocês e com o próximo. Saibam distinguir entre o pecado e o pecador. Ao pecador, misericórdia como a de Jesus. Ao pecado, rechaço e pedido de perdão. Para assim fazê-lo, fortaleçam-se diariamente com a oração de louvor, dom do Espírito Santo, que vocês redescobriram para a Igreja e que leva a uma cada vez mais intimidade com o Deus Trinitário.

Dou-lhes a minha benção com todo o afeto. Jesus os abençoe e as Virgem Santa os cuide. Peço-lhes, por favor, que não deixem de rezar por mim.

Vaticano, 30 de outubro de 2015

Papa Francisco

A oração não é varinha mágica – Papa Francisco

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O Papa Francisco, ao final da audiência geral dessa quarta-feira, pediu aos fieis reunidos na Praça de São Pedro para rezarem uma Ave Maria pela Síria que sofreu vários atentados terroristas na segunda-feira passada.

O pontífice também recordou que hoje se celebra a Jornada Internacional pelas crianças desaparecidas. Por isso manifestou o seu desejo de que as autoridades civis e religiosas possam sacudir e sensibilizar as consciências, para evitar a indiferença perante as crianças sozinhas, exploradas e distantes dos seus familiares.

O Santo Padre também recordou que amanhã, quinta-feira, 26 de maio, em Roma se viverá a tradicional procissão do Corpus Domini. Às 19h, na praça de São João de Latrão será celebrada a santa missa, e se adorará ao Santíssimo Sacramento caminhando até a basílica de Santa Maria Maior. Com esta ocasião, o Pontífice convidou aos romanos e peregrinos a participar neste solene ato público de fé e de amor “a Jesus realmente presente na Eucaristia”.

Já na sua catequese de hoje Francisco refletiu na parábola da viúva. Em sua síntese em português disse:

“A parábola da viúva e do juiz iníquo nos ensina a necessidade de rezar sempre, sem cessar. O juiz da parábola, que não temia Deus e era uma pessoa sem escrúpulos, dada a insistência da pobre viúva, que não tinha mais ninguém no mundo, acaba tendo que fazer justiça. Com essa imagem, Jesus ensina que, se até um juiz inescrupuloso se dobrou à insistência da viúva, muito mais fará Deus que não deixará de escutar prontamente as nossas orações. Contudo, o fato de que sempre nos escute na oração, não significa que Deus faça tudo no tempo e no modo que nós gostaríamos. A oração não é uma varinha mágica; ela é uma ajuda para conservar a fé em Deus, confiando n’Ele mesmo quando não compreendemos a sua vontade. De fato, a oração transforma o nosso desejo e o modela segundo a vontade de Deus, seja ela qual for, pois, rezando, aspiramos em primeiro lugar à união com Deus, que é o Amor misericordioso”.

Ao final da catequese o papa saudou os “Queridos peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente os fiéis de São Julião da Barra, Nova Oeiras, Lumiar, Pias e os grupos brasileiros, faço votos de que esta romaria possa reforçar em vós a fé em Jesus Cristo, que chama todos os homens e mulheres a fazerem parte da Sua Igreja Santa. Regressai aos vossos lares com a certeza de que a misericórdia de Deus é mais forte que qualquer pecado! Que Deus abençoe a cada um de vós!”

Milagre eucarístico na Polônia

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Milagre eucarístico na Polônia: hóstia sangrante é tecido cardíaco humano!

Muitas vezes, supostas “hóstias sangrantes” se revelam apenas mofo vermelho do pão. Há momentos extraordinários, porém, nos quais a hóstia que sangra, depois de devidamente analisada, se comprova verdadeiro tecido cardíaco humano!

Este é o caso milagroso anunciado nesta semana por dom Zbigniew Kiernikowski, bispo da diocese polonesa de Legnica:

“Em 25 de dezembro de 2013, durante a distribuição da Sagrada Comunhão, uma hóstia consagrada caiu ao chão e foi logo recolhida e depositada em um recipiente cheio de água (vásculo). Pouco depois, apareceram manchas de cor vermelha. O então bispo de Legnica, dom Stefan Cichy, estabeleceu uma comissão para analisar o fenômeno. Em fevereiro de 2014, um pequeno fragmento vermelho da hóstia foi separado e depositado em um corporal. A comissão ordenou a extração de amostragem a ser submetida a análises rigorosas por institutos reconhecidamente sérios. O anúncio final do Departamento de Medicina Forense (*) declara:

Na imagem histopatológica verificou-se que os fragmentos de tecidos contêm partes fragmentadas de músculo estriado transversal (…) O conjunto (…) se assemelha ao músculo cardíaco ao sofrer alterações que aparecem com frequência durante a agonia. Os estudos genéticos indicam a origem humana do tecido.

Em janeiro deste ano, apresentei a questão à Congregação para a Doutrina da Fé, no Vaticano. Hoje, conforme recomendado pela Santa Sé, ordenei que o vigário paroquial Andrzej Ziombro preparasse um local adequado para a exposição da relíquia, a fim de que os fiéis possam manifestar a sua adoração de modo apropriado”.

(*) Os primeiros exames foram feitos pelo Departamento de Medicina Forense da Universidade de Wroclaw, em janeiro de 2014, e exames adicionais foram realizados também pelo Departamento de Medicina Forense da Universidade Médica Pomerana de Szczecin. Foi este último que emitiu o parecer citado pelo bispo.

Este milagre do Corpo e Sangue de Cristo na Eucaristia se torna assim um dos vários cientificamente comprovados e oficialmente reconhecidos ao longo da história da Igreja.

Monsenhor Jonas Abib comemora 50 anos de sacerdócio em evento da Canção Nova no Morumbi

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Um grande evento de evangelização reuniu mais de 40 mil fiéis no Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP), no domingo, 25. O III Canção Nova Abraça São Paulo, promovido pela Comunidade Canção Nova, foi também uma oportunidade para comemorar os 50 anos de sacerdócio do seu fundador, Monsenhor Jonas Abib.

Segundo o portal Canção Nova, Monsenhor Jonas recordou que o Morumbi foi palco de grandes encontros carismáticos (Cenáculos) nas décadas de 80 e 90. “Chegamos a ter 120 mil pessoas no Morumbi. Voltar agora, quando completo 50 anos de sacerdócio, é uma alegria muito grande”, expressou.

O evento contou com momentos de espiritualidade e animação, como: pregação da Palavra, Adoração ao Santíssimo Sacramento, cânticos de louvor e SantaMissa. Para Mons. Jonas, foi uma ocasião em que Deus derramou “uma graça toda especial não só sobre São Paulo, mas sobre um povo inteiro que precisa muito do Senhor”.

Um dos momentos de maior emoção foi o encontro de Monsenhor Jonas Abib com Padre Marcelo Rossi, que conduziu a Adoração, percorreu pista de atletismo do Estádio do Morumbi rezando e abençoando todo o público.

O Canção Nova Abraça São Paulo contou ainda com a presença do o coordenador da missão Canção Nova em são Paulo, Padre Adriano Zandoná, Padre Reginaldo Manzotti, Padre Serginho e a presidente da Renovação Carismática Católica Nacional, Kátia Roldi Zavaris, os missionários da Canção Nova, Eliana Ribeiro, Salette Ferreira e Diácono Nelsinho Corrêa.

“Estamos aqui juntos para que muita gente seja atingida e para que Deus seja louvado”, disse Monsenhor Jonas ao portal Canção Nova. Ele ressaltou que o período em que o estádio ficou sem receber esses grandes eventos carismáticos foi “tomarmos fôlego e voltarmos com muito mais entusiasmo”.

Agora, o fundador da Comunidade Canção Nova espera que o estádio continue a acolher essas atividades. “Vamos voltar e encher novamente, muitas vezes, o Morumbi, porque nós temos entusiasmo, nós temos Deus e Ele merece todo nosso louvor. Vamos voltar!”, completou.

Cardeal Pell: Sínodo termina sem surpresas doutrinais

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Logo após a publicação do documento final do Sínodo dos Bispos, no último sábado, 24, um porta-voz do Cardeal George Pell, Prefeito da Secretaria de Economia do Vaticano, comentou que o Cardeal “está muito satisfeito” com o texto que, como disseram em diversas ocasiões, não gerou nenhuma mudança na doutrina católica.

A declaração indica que o documento final do Sínodo dos Bispos “expressa bem a prática pastoral atual e o ensinamento da Igreja acerca do tema da sexualidade, do matrimônio e da família”.

O documento, conforme a declaração, não contém “desenvolvimentos, surpresas nem mudanças doutrinais, nem mudanças relacionadas à prática ou à disciplina”.

Em relação a este tema, o Cardeal Pell afirmou: “Podemos apreciar no documento final do Sínodo um maravilhoso louvor às famílias numerosas e ao testemunho dos esposos felizmente casados e seus filhos como agentes de evangelização”.

Em entrevista concedida ao Grupo ACI há alguns dias, o Cardeal Pell já havia assinalado que o clima entre os prelados no Sínodo foi de grande liberdade para dialogar a respeito das melhores práticas para acompanhar as famílias e que o Santo Padre disse “que a doutrina não será modificada”.

O Cardeal australiano afirmou ainda: “Precisamos de um claro ensinamento do Sínodo e também do Santo Padre porque existe certo grau de confusão e queremos esclarecer o assunto da misericórdia e da verdade, que estão no coração do ensinamento moral cristão e do ensinamento sacramental cristão. Devemos estar no coração da vida familiar”, concluiu.

Roma, 27 Out. 15 / 12:10 pm (ACI).