Category

NOTÍCIAS

O bem e o mal que os celulares podem causar ao tempo em família

Por | - ULTIMAS, DESTAQUES, NOTÍCIAS

Aumentou o tempo que pais e filhos passam “sozinhos acompanhados” – mas nem tudo é má notícia

O site norte-americano The Conversation publicou um relevante artigo de Stella Chatzitheochari, professora de Sociologia da Universidade de Warwick, e Killian Mullan, docente de Sociologia e Política da Universidade de Aston, sobre o tempo que pais e filhos passam diante de uma tela de celular e os impactos desse tempo no seu comportamento relacional.

Um dos impactos mais notáveis na forma de interação é descrito por um termo que foi criado pela professora de Estudos Sociais Sherry Turkle: “sozinho acompanhado”. A expressão retrata a situação de uma pessoa que fica tão absorta com o seu celular a ponto de ignorar quase completamente quem está ao seu lado, como se estivesse de fato sozinha, mesmo estando acompanhada. E este cenário tem se verificado cada vez mais na convivência das famílias.

A pesquisa de Stella Chatzitheochari e Killian Mullan analisou precisamente o tempo diário de convivência entre pais e filhos de 8 a 16 anos, comparando os cenários no ano 2000 e no ano 2015.

Uma descoberta significativa foi que as crianças passaram mais tempo diário com os pais em 2015 do que em 2000: 347 minutos por dia em 2000 contra 379 minutos em 2015, um aumento de meia hora, todo ele passado em casa. No entanto, o que pareceria uma boa notícia tem o seu porém: os adolescentes afirmaram que passaram esse tempo adicional “sozinhos”, embora estivessem em casa com seus pais.

O estudo observou ainda que as famílias reduziram o tempo de televisão em 2015 e passaram mais tempo em refeições ou atividades de lazer. Mas os momentos de convivência, em boa medida, passaram a ser permeados pelo uso intenso do celular – não só pelas crianças e adolescentes, mas pelos pais também. Os dados pesquisados indicaram que tanto adultos quanto adolescentes dedicam praticamente o mesmo tempo a usar dispositivos tecnológicos enquanto estão juntos: 90 minutos, em média. Este padrão se verifica principalmente na faixa de 14 a 16 anos. Em 2015, os adolescentes dessa faixa etária passaram cerca de uma hora a mais em casa “sozinhos acompanhados” do que passavam no ano 2000.

Há muitos pontos benéficos no uso da tecnologia como auxílio para a convivência entre as famílias. Hoje é muito mais fácil, rápido e barato intercambiar mensagens, acompanhar-se mutuamente quando alguém está fora e até mesmo tornar a relação mais afetiva, com a troca de mensagens carinhosas e gestos de preocupação e cuidado ao longo do dia.

Entretanto, também há evidências de que a simples presença de um celular tem o potencial de afetar negativamente as interações pessoais – tanto é que, apesar do aumento do tempo que os filhos e pais passaram em casa em 2015 na comparação com o ano 2000, os pais afirmaram que a qualidade do tempo em família diminuiu em vez de aumentar. A pesquisa identificou, por exemplo, que adultos e crianças usam o celular até durante as refeições, um momento que já é relativamente curto e no qual se perdem ainda mais minutos de interação.

Percebe-se uma tendência das pessoas a concluir que o impacto dessa transformação relacional é predominantemente negativo, mas não necessariamente é assim. Considerando-se que há pontos negativos e positivos na proliferação dos celulares no dia-a-dia das famílias, mais pesquisas são necessárias para se entender mais objetivamente o real impacto deste fenômeno na qualidade do tempo que as famílias passam juntas.

Como quer que seja, ficou bem claro que o tempo “sozinho acompanhado” aumentou, o que já é suficiente para que se preste mais atenção a esse perigo e se tomem medidas simples para melhorar a qualidade do tempo de convivência. Basta, para começar, deixar o celular de lado mais frequentemente.

A Fidelidade comemora 19 anos de fundação

Por | - ULTIMAS, GALERIA DE FOTOS, NOTÍCIAS

No ano de 2000 a Comunidade Fidelidade, começava suas primeiras atividades. Neste sábado, 26, aconteceu nossa Celebração em ação graças pelos 19 anos, a Fidelidade está em festa! Celebrada por Frei Francisco,CMES. Este ano além dos membros renovarem os votos com o carisma, tivemos a alegria de presenciar o compromisso em Vínculo de Comunhão das mais nova missionária, Rosemeire Lopes dos Santos.

A Celebração reuniu no Salão João Paulo II, sede da Comunidade Fidelidade. colaboradores e missionários, e depois da celebração tivemos uma fraternidade, com todos os presentes.

Agradecemos a todos que colaboraram para que esta noite de Celebração, fosse realizado, Membros, Coroinhas, Acólitos, Ministério de Música, Acolhida,Fotografia e Equipe da Cozinha e a todos que de alguma forma colaborou e é claro um, muito obrigado pelo Sim de nosso fundador Daniel Oliveira, por toda dedicação e doação por está obra.

Confira as Fotos: Colaboração de Joaquim Ferreira Santos Filho

Hoje é celebrada Santa Teresa D’Ávila, Doutora da Igreja

Por | NOTÍCIAS, SANTA TERESA AVILA

“Nada te perturbe, nada te espante, tudo passa!  Só Deus não muda. A paciência, por fim, tudo alcança. Quem a Deus tem, nada lhe falta, pois só Deus basta”. Esta é provavelmente a frase mais conhecida no mundo de Santa Teresa D’Ávila (1515-1582), celebrada neste dia 15 de outubro pela Igreja Católica.

Teresa de Cepeda y Ahumada nasceu no dia 28 de março de 1515, em uma nobre família de Ávila, na Espanha, filha de Alonso Sánchez de Cepeda e Beatriz de Ahumada.

Aos 20 anos, decidiu-se pela vida religiosa, apesar da resistência de seu pai. Em sua biografia, diz que ela saiu de sua casa em uma manhã para entrar no mosteiro carmelita da Encarnação. Lá, viveu por 27 anos, com uma grande comunidade religiosa composta por cerca de 180 freiras, suportando e superando uma grave doença, que marcou sua vida.

Por volta dos 40 anos, Teresa sentiu o chamado que ficou conhecido como “experiência mística”, o que mudou o curso de sua vida. Aos 47 anos, começou uma terceira fase, empreendendo sua tarefa de fundadora andarilha.

As carmelitas, como a maioria das religiosas, tinham decaído muito do primeiro ardor no começo do século XVI. As religiosas podiam sair da clausura com o menor pretexto, de modo que o convento se converteu no lugar ideal para quem desejava uma vida fácil e sem problemas. As comunidades eram extremamente numerosas, o que era causa e efeito do relaxamento. Por exemplo, no convento de Ávila havia 140 religiosas.

Santa Teresa empreendeu o desafio de levar a cabo a iluminada ideia de fundar uma comunidade mais reduzida e reformada. A santa estabeleceu a mais estrita clausura e o silêncio quase perpétuo. O convento carecia de rendas e reinava nele a maior pobreza; as religiosas vestiam hábitos rudimentares, usavam sandálias em vez de sapatos (por isso foram chamadas descalças) e eram obrigadas à perpétua abstinência de carne.

Santa Teresa não admitiu no princípio mais do que 13 religiosas, mas logo aceitou que houvesse 21. Em 1567, o superior geral dos carmelitas, João Batista Loiro (Rossi), visitou o convento de Ávila e ficou muito satisfeito com o trabalho realizado ali pela santa. Assim, concedeu a esta plenos poderes para fundar outros conventos do mesmo tipo e até autorizou a fundar dois conventos de frades reformados (carmelitas contemplativos).

Caracterizada por sua simplicidade, prudência, amabilidade e caridade, Santa Teresa tinha uma profunda vida de oração e, em obediência a seu confessor, porque ela não era uma pessoa culta e se expressava com um castelhano singelo, escreveu suas visões e experiências espirituais. Essas obras são agora um grande presente para a Igreja.

Os escritos de Santa Teresa sublinham, sobretudo, o espírito de oração, a maneira de praticá-lo e os frutos que produz. Como a santa escreveu precisamente na época em que estava dedicada à difícil tarefa de fundar conventos de carmelitas reformadas, suas obras, prescindindo de seu conteúdo e natureza, dão testemunho de seu vigor, laboriosidade e capacidade de recolhimento.

Escreveu o “Caminho de Perfeição” para dirigir a suas religiosas e o livro das “Fundações” para animá-las e edificá-las. Quanto ao “Castelo Interior”, pode-se considerar que escreveu para a instrução de todos os cristãos.

Santa Teresa morreu nos braços da Beata Ana, em Alba de Tormes no dia 4 de outubro de 1582, pronunciando as palavras: “Sou filha da Igreja”. Sua canonização se realizou em 1622. Foi proclamada Doutora da Igreja em 27 de setembro de 1970 pelo Papa Paulo VI.

REDAÇÃO CENTRAL, 15 Out. 19 / 05:00 am (ACI).-

A mão invisível que destrói as famílias

Por | - ULTIMAS, DESTAQUES, NOTÍCIAS, PARTILHA DO FUNDADOR

Por que as famílias não estão mais dando certo? De quem é essa mão invisível que destrói os nossos lares?

Temos falado muito sobre família aqui no site. O objetivo desta aula é juntar as peças do quebra-cabeça para apresentar aos nossos alunos “a mão invisível” que a está destruindo por meio de graves modificações nas suas estruturas. Não se trata de “teoria da conspiração”, de especular sobre a existência de um quartel general antifamília em algum lugar do mundo, mas sim de: (i) compreender como nos últimos quatro séculos a família está sendo destruída por uma causa eficiente e, (ii) uma vez descoberto o problema, encontrar os meios para resolvê-lo.

Desde o ano mil a.C. até o século XVII d.C., a renda per capita das pessoas mantinha-se em um padrão retilíneo e modesto. A partir de 1700, no entanto, os gráficos de economia apresentam um crescimento vertiginoso no poder aquisitivo dos povos, causado pela Revolução Financeira ou Industrial. Essas revoluções mudaram o estilo de vida das pessoas, levando-as a considerar o dinheiro a coisa mais valiosa do mundo. Daí se compreende o surgimento de correntes políticas de esquerda e de direita, que vivem brigando por causa da economia de mercado. A humanidade tornou-se escrava dos bancos.

Na antiguidade e na Idade Média, as pessoas tinham outras preocupações além das salariais. As pessoas queriam tempo para rezar, ir à igreja, para cuidar da salvação de suas almas, de modo que havia bem mais feriados religiosos que os de hoje. Apesar dos graves problemas que também existiam nessa época, as pessoas queriam ter família, queriam viver e preparar-se para a salvação eterna.

sistema bancário introduziu um vírus nessa sociedade, tornando-a obsessiva por dinheiro. Hoje ninguém pode negar o quanto os bancos desejam nos emprestar dinheiro. Mas, naquela época, isso soou como uma novidade atraente, de modo que os pais começaram a ficar cada vez mais longe de seus filhos e esposas. Foi o início da destruição da família.

No século XX, os banqueiros identificaram uma saturação do mercado de trabalho, uma vez que praticamente todos os homens já estavam hipnotizados pela febre monetária. Era preciso encontrar uma nova mão de obra. É então que começa todo o discurso feminista de libertação das mulheres, para que elas também possam ter uma carreira profissional e um emprego digno. Como dizia Chesterton, “o feminismo trouxe a confusa ideia de que as mulheres são livres quando servem seus empregadores, mas são escravas quando servem seus maridos”.

O sistema financeiro enriquece a partir da dialética entre empresários e trabalhadores. Nesse sentido, a família atrapalha a perspectiva de mercado, porque a finalidade dela não é a construção de um patrimônio de riquezas infindáveis, mas a educação da prole para o Céu, o que, na visão dos banqueiros, diminui a produção e aquisição de bens de consumo. E é por isso que seria necessário modificar a estrutura familiar.

Para tanto, os revolucionários procuraram modificar a finalidade do sexo. Hoje as pessoas acreditam que o sexo é um parque de diversões, onde se pode fazer tudo o que se quer. Mas, assim como o sistema digestivo serve para a nutrição, apesar do gosto agradável das refeições, o sexo também tem uma finalidade específica, que é a reprodução, ainda que exista o gozo sexual. Quem se alimentar apenas pelo prazer terá problemas de saúde. O mesmo acontece com o sexo só pelo prazer.

A natureza humana exige que haja uma família formada por pai, mãe e filhos. Notem que, dentre todos os animais, o bebê humano é o mais frágil e dependente dos adultos. Ele necessita de uma estrutura adequada que o eduque e o ensine a ser humano. É a sua essência que exige uma união estável entre os pais, de sorte que cada um cumpra o seu papel para a formação da prole.

A finalidade da família não é o romance entre homem e mulher, mas a geração dos filhos. A família tem uma função educacional insubstituível, que não pode ser terceirizada ao Estado. Todas as tentativas neste sentido estão fadadas ao fracasso. Assim como a Igreja deve ser uma grande família de pessoas virtuosas, pai e mãe devem ser esses exemplos de virtudes para os próprios filhos.

No início do século XX, o sociólogo Émile Durkheim fez alguns estudos sobre as causas do suicídio e concluiu que, à medida que uma pessoa se separa de sua família, as chances de ela se suicidar aumentam, porque aumenta a sensação de vazio existencial.

A Revolução Industrial provocou essa sensação nas pessoas ao substituir a família pelo dinheiro. Notem que, na Idade Média, as associações de trabalho, as guildas, eram pensadas como família, assim como os países eram formados por um sentido de paternidade, de pátria. Com a hipnose do dinheiro, no entanto, formou-se o conceito de “empresa”, onde as pessoas são substituíveis. Conforme a análise de Kingsley Davis, as empresas são diferentes das famílias porque, enquanto estas são eternas, aquelas podem ser objeto de descarte.

Acontece que as famílias estão se tornando descartáveis, porque homens e mulheres estão preferindo o dinheiro aos próprios filhos. O gráfico econômico que vimos no começo desta aula indica uma doença espiritual da humanidade. As famílias alternativas, criadas pela indústria, não passam de famílias descartáveis.

A coisa mais importante neste momento, portanto, é recuperar a finalidade verdadeira das famílias, que é povoar este mundo para, um dia, povoar o Céu. Como disse Nosso Senhor: “Não podeis servir a Deus e ao dinheiro” (Lc 16, 13).

Clique aqui e assista à aula completa do Padre Paulo Ricardo

Notas

  1. From the Malthusian Trap to the Industrial Revolution, onde consta o gráfico apresentado pelo Padre Paulo Ricardo ao início da transmissão.

Retiro Vocacional Fidelidade 2019 – Venha conhecer o Carisma!

Por | - ULTIMAS, AGENDA, DESTAQUES, NOTÍCIAS

Venha conhecer o carisma Fidelidade

O Retiro Vocacional Fidelidade é um retiro anual realizado pela Comunidade Católica Fidelidade para apresentar o carisma e missão da comunidade.

É a primeira etapa para quem deseja conhecer e ingressar no período de Caminhante da comunidade em 2020 e futuramente se tornar membro compromissado no carisma da Comunidade Católica Fidelidade.

Segundo dia do 10º Congresso Diocesano das Novas Comunidades.

Por | - ULTIMAS, GALERIA DE FOTOS, NOTÍCIAS

Aconteceu neste último fim de semana, 14 e 15 de Setembro de 2019 a 10º edição do congresso das Novas Comunidades da Diocese de Santo André – SP, Ministrado pela Comunidade Oásis de Caxias do Sul – SC, Maria Francisca (Fundadora da Comunidade ) e a Missionária Gislaine Benedetti, ministraram pregações, momentos de oração como terço da misericórdia e Adoração.

Celebraram as Santas Missas os Sacerdotes Pe. Vanderlei Ribeiro , Pe. Rudnei Sertório e o Assessor das NC, Pe. Márcio Rodrigues Pontes e claro a presença de nosso Bispo Diocesano DOM PEDRO CARLOS CIPOLLINI, partilhando sobre os 5 Critérios de eclesialidade na Igreja e dando sua benção, onde na manhã de sábado (14/09/2019) assinou os documentos do Regimento da Fraternidade das Novas Comunidades na Diocese de Santo André, dando assim sua benção e o reconhecimento da FRATER Diocesana.

Também contamos com presenças de alguns sacerdotes presidindo santas missas, sendo eles Pe. Vanderlei Ribeiro , Pe. Rudnei Sertório e Pe. Márcio Rodrigues Pontes e claro a presença calorosa de nosso Bispo Diocesano DOM PEDRO CARLOS CIPOLLINI , dando sua benção onde na manhã de sábado (14/09/2019) assinou os documentos e estatutos da Fraternidade das Novas Comunidades, dando assim sua benção e reconhecimento, pelos trabalhos que, vem sendo desenvolvido com as NOVAS COMUNIDADES.

Confira as Fotos:

Comunhão e colaboração são pilares das Novas Comunidades

Por | - ULTIMAS, DESTAQUES, NOTÍCIAS

Em sua 10ª edição que reuniu 260 pessoas, congresso trouxe palestras das fundadoras da Comunidade Oásis de Caxias do Sul e reflexão de Dom Pedro

Praticando os itinerários de acolhida, missão e formação do 8º Plano Diocesano de Pastoral, o 10º Congresso das Novas Comunidades aconteceu no sábado e domingo (14 e 15/09), pregando a comunhão e colaboração das comunidades com a Igreja, em evento realizado na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, na Vila Curuçá, em Santo André.

Com o tema “Novas Comunidades, Uma Resposta Providencial para o nosso tempo”, o encontro reuniu 260 membros de 19 grupos: Aliança da Cruz, Anunciação, Árvore da Cruz, Fanuel, Fidelidade, Filhos de Israel, Famílias Bethânia, Mãe Santíssima, Missão Belém, Missão Seja Luz, Missão Oráculo Santo, Missão Santa Faustina, Novos Céus, Padre Pio, Peregrinos do Amor, Coração Chagado, Coração Sagrado, Divina Misericórdia e Divina Missão.

Cinco critérios

Após a acolhida e adoração ao Santíssimo Sacramento, com a presença do anfitrião Pe. Vanderlei Ribeiro, o bispo diocesano Dom Pedro Carlos Cipollini realizou a abertura do evento destacando cinco critérios fundamentais para a atuação das novas comunidades, a partir da Exortação Apostólica Pós-Sinodal Christifideles Laici, do Papa João Paulo II, sobre a vocação e missão dos leigos na igreja e no mundo, apresentada no ano de 1988, em Roma, na Itália.

São eles: primado dado à vocação de cada cristão à santidade; a responsabilidade em professar a fé católica, acolhendo e proclamando a verdade sobre Cristo, sobre a Igreja e sobre o homem; o testemunho de uma comunhão sólida e convicta, em relação filial com o Papa; a conformidade e a participação na finalidade apostólica da Igreja, que é a evangelização e a santificação dos homens e a formação cristã das suas consciências; e o empenho de uma presença na sociedade humana que, à luz da doutrina social da Igreja, se coloque ao serviço da dignidade integral do homem.

“Esses cinco critérios ajudam a perceber se estamos no caminho certo. São Paulo diz: Cristo é a cabeça do corpo, que é a Igreja. É uma grande tentação estarmos em comunhão com a cabeça, mas não com o corpo. Quem ama a cabeça, que é Cristo, tem que amar o corpo, que é a própria Igreja”, destaca.

Regimento diocesano

Ao final de sua explanação, Dom Pedro assinou o documento que reconhece o regimento diocesano das novas comunidades.

“Uma grande alegria de ter esse reconhecimento. Que Deus faça a partir de nós, novas comunidades, um sinal visível da glória de Deus na comunhão com a diocese e também na obediência ao nosso bispo”, sintetiza o coordenador da Frater das Novas Comunidades, Reginaldo Rodrigues.

Durante os dois dias, as fundadoras da Comunidade Oásis, de Caxias do Sul (RS), Maria Francisca e Gislaine Benedetti, apresentaram palestras sobre os pontos necessários para uma vida comunitária, sobretudo, num primeiro momento reconhecer Jesus como Senhor e de lutar por uma vida de santidade, por meio da sua misericórdia e da busca por justiça, bem como a partir do batismo, revelar a glória de Deus em seus carismas.

Experiência valiosa

Fundador da Comunidade Católica Missão Seja Luz (região da Paróquia São Geraldo Magella – São Bernardo), o psicanalista e educador social Diego Narcizo, 32 anos, avaliou que o congresso reforçou o chamado de ser sinal e manifestação da Luz de Cristo no mundo.

“Com a missão de auxiliar o homem em sua reconstrução por meio da luz do amor e da verdade, promovendo assim o resgate da integralidade humana criada por Deus, onde somos a sua imagem e semelhança”, elucida Diego, casado com Fabiana Narcizo, com quem tem dois filhos, Ana Clara e Miguel.

Livro Ser Mãe – Pedidos

Por | - ULTIMAS, DESTAQUES, NOTÍCIAS

Adquirindo o Livro Ser Mãe, você está ajudando na Construção da Capela Nossa Senhora das Graças e nas ações de evangelização da Comunidade Fidelidade. O Valor do Livro é de R$ 25,00. O Pagamento pode ser pelo Pag Seguro ou em Depósito Bancário. Confira abaixo:


Opção de pagamento pelo PagSeguro – Todos os cartões e formas de pagamento
Pague com PagSeguro - é rápido, grátis e seguro!

Almoço Beneficente

Por | GALERIA DE FOTOS, NOTÍCIAS

Em prol da construção da Capela N.S das Graças

Confira como foi o Almoço Beneficente que aconteceu em Maio dia 26 , na nossa sede em São Bernardo do Campo, dia de fraternidade e serviço .

Confira as fotos:

A Semana Santa: símbolos e significados

Por | - ULTIMAS, FORMAÇÃO DE LIDERES, NOTÍCIAS, PARTILHA DO FUNDADOR

A Igreja propõe aos cristãos os sagrados mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição do Filho de Deus, tornado Homem, para no martírio da Cruz e na vitória sobre a morte, oferecer a todos os homens a graça da salvação.

Domingo de Ramos

O Domingo de Ramos dá início à Semana Santa e lembra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, aclamado pelos judeus. A Igreja recorda os louvores da multidão cobrindo os caminhos para a passagem de Jesus, com ramos e matos proclamando: “Hosana ao Filho de Davi. Bendito o que vem em nome do Senhor”. (Lc 19, 38; Mt 21, 9). Com esse gesto, portando ramos durante a procissão, os cristãos de hoje manifestam sua fé em Jesus como Rei e Senhor.

Quinta-feira Santa

Celebramos a Instituição do Sacramento da Eucaristia. Jesus, desejoso de deixar aos homens um sinal da sua presença antes de morrer, instituiu a Eucaristia. Na Quinta-feira Santa, destacamos dois grandes acontecimentos:

Bênção dos Santos Óleos

Não se sabe com precisão, como e quando teve início a bênção conjunta dos três óleos litúrgicos. Fora de Roma, esta bênção acontecia em outros dias, como no Domingo de Ramos ou no Sábado de Aleluia. O motivo de se fixar tal celebração na Quinta-feira Santa deve-se ao fato de ser este último dia em que se celebra a missa antes da Vigília Pascal. São abençoados os seguintes óleos:

Óleo do Crisma

Uma mistura de óleo e bálsamo, significando a plenitude do Espírito Santo, revelando que o cristão deve irradiar “o bom perfume de Cristo”. É usado no sacramento da Confirmação (Crisma),quando o cristão é confirmado na graça e no dom do Espírito Santo, para viver como adulto na fé. Este óleo é usado também no sacramento para ungir os “escolhidos” que irão trabalhar no anúncio da Palavra de Deus,conduzindo o povo e santificando-o no ministério dos sacramentos. A cor que representa esse óleo é o branco ouro.

Óleo dos Catecúmenos

Catecúmenos são os que se preparam para receber o Batismo, sejam adultos ou crianças, antes do rito da água.Este óleo significa a libertação do mal, a força de Deus que penetra no catecúmeno, o liberta e prepara para o nascimento pela água e pelo Espírito. Sua cor é vermelha.

Óleo dos Enfermos

É usado no sacramento dos enfermos, conhecido erroneamente como “extrema unção”. Este óleo significa a força do Espírito de Deus para a provação da doença, para o fortalecimento da pessoa para enfrentar a dor e, inclusive a morte, se for vontade de Deus. Sua cor é roxa.

Instituição da Eucaristia e Cerimônia do Lava-pés

Com a Missa da Ceia do Senhor, celebrada na tarde de quinta-feira, a Igreja dá início ao chamado Tríduo Pascal e comemora a Última Ceia, na qual Jesus Cristo, na noite em que vai ser entregue, ofereceu a Deus Pai o seu Corpo e Sangue sob as espécies do Pão e do Vinho, e os entregou para os Apóstolos para que os tomassem, mandando-lhes também oferecer aos seus sucessores. Nesta missa faz-se, portanto, a memória da instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. Durante a missa ocorre a cerimônia do Lava-Pés que lembra o gesto de Jesus na Última Ceia,quando lavou os pés dos seus apóstolos.

O sermão desta missa é conhecido como sermão do Mandato ou do Novo Mandamento e fala sobre a caridade ensinada e recomendada por Jesus Cristo. No final da Missa, faz-se a chamada Procissão do Translado do Santíssimo Sacramento ao altar-mor da igreja para uma capela, onde se tem o costume de fazer a adoração do Santíssimo durante toda a noite.

Sexta-feira Santa

Celebra-se a paixão e morte de Jesus Cristo. O silêncio, o jejum e a oração devem marcar este dia que, ao contrário do que muitos pensam,não deve ser vivido em clima de luto, mas de profundo respeito diante da morte do Senhor que, morrendo, foi vitorioso e trouxe a salvação para todos, ressurgindo para a vida eterna. Às 15 horas, horário em que Jesus foi morto, é celebrada a principal cerimônia do dia: a Paixão do Senhor. Ela consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da cruz e comunhão eucarística. Depois deste momento não há mais comunhão eucarística até que seja realizada a celebração da Páscoa, no Sábado Santo.

Sábado Santo

No Sábado Santo ou Sábado de Aleluia, a principal celebração é a “Vigília Pascal”.

Vigília Pascal

Inicia-se na noite do Sábado Santo em memória da noite santa da ressurreição gloriosa de Nosso Senhor Jesus Cristo. É a chamada “a mãe de todas as santas vigílias”, porque a Igreja mantém-se de vigília à espera da vitória do Senhor sobre a morte. Cinco elementos compõem a liturgia da Vigília Pascal: a bênção do fogo novo e do círio pascal; a proclamação da Páscoa, que é um canto de júbilo anunciando a Ressurreição do Senhor; a liturgia da Palavra, que é uma série de leituras sobre a história da Salvação; a renovação das promessas do Batismo e, por fim, a liturgia eucarística.

Domingo de Páscoa

A palavra “páscoa” vem do hebreu “Peseach” e significa “passagem”. Era vivamente comemorada pelos judeus do Antigo Testamento. A Páscoa que eles comemoram é a passagem do mar Vermelho, que ocorreu muitos anos antes de Cristo, quando Moisés conduziu o povo hebreu para fora do Egito, onde era escravo. Chegando às margens do Mar Vermelho, os judeus, perseguidos pelos exércitos do faraó teriam de atravessá-lo às pressas. Guiado por Deus, Moisés levantou seu bastão e as ondas se abriram, formando duas paredes de água, que ladeavam um corredor enxuto, por onde o povo passou.

Jesus também festejava a Páscoa. Foi o que Ele fez ao cear com seus discípulos. Condenado à morte na cruz e sepultado, ressuscitou três dias após, num domingo, logo depois da Páscoa judaica. A ressurreição de Jesus Cristo é o ponto central e mais importante da fé cristã. Através da sua ressurreição, Jesus prova que a morte não é o fim e que Ele é verdadeiramente o Filho de Deus. O temor dos discípulos em razão da morte de Jesus, na Sexta-feira, transforma-se em esperança e júbilo. É a partir deste momento que eles adquirem força para continuar anunciando a mensagem do Senhor. São celebradas missas festivas durante todo o domingo.

A data da Páscoa

A fixação das festas móveis decorre do cálculo que estabelece o Domingo da Páscoa de cada ano. A Páscoa deve ser celebrada no primeiro domingo após a primeira lua cheia que segue o equinócio da primavera, no Hemisfério Norte (21 de março). Se esse dia ocorrer depois do dia 21 de abril, a Páscoa será celebrada no domingo anterior. Se, porém, a lua cheia acontecer no dia 21 de março, sendo domingo, será celebrada dia 25 de abril.

A Páscoa não acontecerá nem antes de 22 de março, nem depois de 25 de abril. Conhecendo-se a data da Páscoa, conheceremos a das outras festas móveis. Domingo de Carnaval – 49 dias antes da Páscoa. Quarta-feira de Cinzas – 46 dias antes da Páscoa. Domingo de Ramos – 7 dias antes da Páscoa. Domingo do Espírito Santo – 49 dias depois.Corpus Christi – 60 dias depois.

Símbolos da Páscoa

Cordeiro: O cordeiro era sacrificado no templo, no primeiro dia da páscoa, como memorial da libertação do Egito, na qual o sangue do cordeiro foi o sinal que livrou os seus primogênitos. Este cordeiro era degolado no templo. Os sacerdotes derramavam seu sangue junto ao altar e a carne era comida na ceia pascal. Aquele cordeiro prefigurava a Cristo, ao qual Paulo chama “nossa páscoa” (1Cor 5, 7).

João Batista, quando está junto ao Rio Jordão em companhia de alguns discípulos e vê Jesus passando, aponta-o em dois dias consecutivos dizendo: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jô 1, 29e 36). Isaías o tinha visto também como cordeiro sacrificado por nossos pecados ( Is 53, 7-12). Também o Apocalipse apresenta Cristo como cordeiro sacrificado, agora vivo e glorioso no céu. ( Ap 5,6.12; 13, 8).

Pão e vinho: Na ceia do Senhor, Jesus escolheu o pão e o vinho para dar vazão ao seu amor. Representando o seu corpo e sangue, eles são dados aos seus discípulos para celebrar a vida eterna.

Cruz:  A cruz mistifica todo o significado da Páscoa na ressurreição e também no sofrimento de Cristo. No Conselho de Nicéia, em 325 d.C., Constantino decretou a cruz como símbolo oficial do cristianismo. Símbolo da Páscoa, mas símbolo primordial da fé católica.

Círio Pascal: É uma grande vela que é acesa no fogo novo, no Sábado Santo, logo no início da celebração da Vigília Pascal. Assim como o fogo destrói as trevas, a luz que é Jesus Cristo afugenta toda a treva do erro, da morte, do pecado. É o símbolo de Jesus ressuscitado, a luz dos povos. Após a bênção do fogo acende-se, nele, o Círio. Faz-se a inscrição dos algarismos do ano em curso; depois cravam-se cinco grãos de incenso que lembram as cinco chagas de Jesus, e as letras “alfa” e“ômega”, primeira e última letra do alfabeto grego, que significam o princípio e o fim de todas as coisas.

Viva bem a Quaresma e Semana Santa

Para bem viver o período da Quaresma e também a Semana Santa, preparamos conteúdos especiais sobre o caminho trilhado por Jesus, o Ressuscitado que passou pela Cruz.

Procure os horários das Missas e Celebração em sua Paróquia. A Comunidade Católica Fidelidade estará participando na Paróquia Santo Antônio. Deus abençoe e todos! Daniel Oliveira.

Construção da Capela Nossa Senhora das Graças – Vakinha

Por | - ULTIMAS, DESTAQUES, NOTÍCIAS

A Comunidade Fidelidade está preparando/reformando dois cômodos da Casa São Bento para dar lugar a Capela N. Senhora das Graças. Precisamos de sua ajuda para compra de materiais de acabamento, objetos litúrgicos e de uso na capela. Também para o pagamento de mão de obra especializada. Esta capela será um lugar de celebração e adoração permanente e aberta ao povo de Deus. Contamos com sua ajuda!

Criamos assim pelo Site Vakinha esta partilha: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/reforma-capela-nossa-senhora-das-gracas

Ajude na Capela Nossa Senhora das Graças – Clique na imagem!

Capela Nossa Senhora das Graças será um local de adoração e intercessão permamente da Comunidade Católica Fidelidade.

Aberta ao povo de Deus para celebrações e atendimentos de oração.

A vaquinha que iniciamos será para compra de materiais de acabamento e de mão de obra especializada para:

Colocação de pisos, revestimentos e acabamentos gerais da Capela.

Abertura de paredes, janelas e portas. As Janelas serão coloniais com vitral e porta colonial.

Pagamento dos bancos para capela. Sacrário. Luminárias. Forro de madeira. Imagens.

Em breve disponibilizaremos atualizações e fotos do local. Contamos com sua ajuda!

Você pode visitar também nossa Casa de Missão e Sede: Rua Giuseppe Venturini, 180 – Bairro Batistini – São Bernardo do Campo – SP


A Comunidade Fidelidade é uma associação pública de fiéis, de reconhecimento Diocesano, nascida na esteira dos novos movimentos pós-Concílio Vaticano II, constituída de fiéis católicos unidos em fraternidade, cujo objetivo é levar seus membros a uma vida santificante e equilibrada, buscando viver o batismo de maneira radical.

Nossa palavra de fundação e inspiração está no Evangelho de Mateus 5, 17 – 48 e o propagamos com o seu último versículo: “Portanto, sede perfeitos, assim como vosso Pai Celeste é perfeito”.

Nesta inspiração e no amadurecimento, fomos formando e confirmando nosso Carisma de “Viver na Santidade e levar as pessoas a trilhar este caminho de busca pela Santidade” em suas vidas quotidianas pela moral cristã, justiça, equilíbrio espiritual e psicológico, reconciliando o indivíduo com sua própria história.

Saiba mais em: www.comunidadefidelidade.com

Ajude a divulgar!