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Tríduo de São Bento – 11/07 – 3º Dia Missa com Pe. Frei Diego

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Confira as fotos do terceiro dia do tríduo de São Bento, baluarte da Comunidade por isso todos os anos celebramos esta festa de São Bento.

Tríduo de São Bento – 10/07 – 2º Dia Missa com Pe. Paulo Afonso

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Confira as fotos do segundo dia do tríduo de São Bento, baluarte da Comunidade por isso todos os anos celebramos esta festa de São Bento.

Tríduo de São Bento – 09/07 – 1º Dia Missa com Pe. Osvaldo

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Confira as fotos do primeiro dia do tríduo de São Bento, baluarte da Comunidade por isso todos os anos celebramos esta festa de São Bento.

“Há uma tragédia silenciosa em nossas casas”, viral que tem contagiado a internet

Por | DESTAQUES, FORMAÇÕES, NOTÍCIAS

Circula na rede um texto extraordinário atribuído ao psiquiatra Luís Rajos Marcos. Vale a leitura e a meditação.

Há uma tragédia silenciosa que está se desenvolvendo hoje em nossas casas e diz respeito às nossas joias mais preciosas: nossos filhos. Nossos filhos estão em um estado emocional devastador! Nos últimos 15 anos, os pesquisadores nos deram estatísticas cada vez mais alarmantes sobre um aumento agudo e constante da doença mental da infância que agora está atingindo proporções epidêmicas.

As estatísticas:

– 1 em cada 5 crianças tem problemas de saúde mental;
– um aumento de 43% no TDAH foi observado;
– um aumento de 37% na depressão adolescente foi observado;
– um aumento de 200% na taxa de suicídio foi observado em crianças de 10 a 14 anos.

O que está acontecendo e o que estamos fazendo de errado?

As crianças de hoje estão sendo estimuladas e superdimensionadas com objetos materiais, mas são privadas dos conceitos básicos de uma infância saudável, tais como:

pais emocionalmente disponíveis;
limites claramente definidos;
responsabilidades;
nutrição equilibrada e sono adequado;
movimento em geral, mas especialmente ao ar livre;
jogo criativo, interação social, oportunidades de jogo não estruturadas e espaços para o tédio.
Em contraste, nos últimos anos as crianças foram preenchidas com:

– pais digitalmente distraídos;
– pais indulgentes e permissivos que deixam as crianças “governarem o mundo” e sem quem estabeleça as regras;
– um sentido de direito, de obter tudo sem merecê-lo ou ser responsável por
obtê-lo;
– sono inadequado e nutrição desequilibrada;
– um estilo de vida sedentário;
– estimulação sem fim, armas tecnológicas, gratificação instantânea e ausência de momentos chatos.

O que fazer?

Se queremos que nossos filhos sejam indivíduos felizes e saudáveis, temos que acordar e voltar ao básico. Ainda é possível! Muitas famílias veem melhorias imediatas após semanas de implementar as seguintes recomendações:

– Defina limites e lembre-se de que você é o capitão do navio. Seus filhos se sentirão mais seguros sabendo que você está no controle do leme.
– Oferecer às crianças um estilo de vida equilibrado, cheio do que elas PRECISAM, não apenas o que QUEREM. Não tenha medo de dizer “não” aos seus filhos se o que eles querem não é o que eles precisam.
– Fornecer alimentos nutritivos e limitar a comida lixo.
– Passe pelo menos uma hora por dia ao ar livre fazendo atividades como: ciclismo, caminhadas, pesca, observação de aves/insetos.
– Desfrute de um jantar familiar diário sem smartphones ou tecnologia para distraí-lo.
– Jogue jogos de tabuleiro como uma família ou, se as crianças são muito jovens para os jogos de tabuleiro, deixe-se guiar pelos seus interesses e permita que sejam eles que mandem no jogo.
– Envolva seus filhos em trabalhos de casa ou tarefas de acordo com sua idade
(dobrar a roupa, arrumar brinquedos, dependurar roupas, colocar a mesa, alimentação do cachorro etc.).

– Implementar uma rotina de sono consistente para garantir que seu filho durma o suficiente. Os horários serão ainda mais importantes para crianças em idade escolar.
– Ensinar responsabilidade e independência. Não os proteja excessivamente
contra qualquer frustração ou erro. Errar os ajudará a desenvolver a resiliência e a aprender a superar os desafios da vida.
– Não carregue a mochila dos seus filhos, não lhes leve a tarefa que esqueceram, não descasque as bananas ou descasque as laranjas se puderem fazê-lo por conta própria (4-5 anos). Em vez de dar-lhes o peixe, ensine-os a pescar.
– Ensine-os a esperar e atrasar a gratificação.
Fornecer oportunidades para o “tédio”, uma vez que o tédio é o momento em que a criatividade desperta. Não se sinta responsável por sempre manter as crianças entretidas.
– Não use a tecnologia como uma cura para o tédio ou ofereça-a no primeiro segundo de inatividade.

– Evite usar tecnologia durante as refeições, em carros, restaurantes, shopping centers. Use esses momentos como oportunidades para socializar e treinar cérebros para saber como funcionar quando no modo “tédio”.
– Ajude-os a criar uma “garrafa de tédio” com ideias de atividade para quando estão entediadas.
– Estar emocionalmente disponível para se conectar com crianças e ensinar-lhes autorregulação e habilidades sociais.
– Desligue os telefones à noite quando as crianças têm que ir para a cama para evitar a distração digital.
– Torne-se um regulador ou treinador emocional de seus filhos. Ensine-os a reconhecer e gerenciar suas próprias frustrações e raiva.
– Ensine-os a dizer “olá”, a se revezar, a compartilhar sem se esgotar de nada, a agradecer e agradecer, reconhecer o erro e pedir desculpas (não forçar), ser um modelo de todos esses valores.
– Conecte-se emocionalmente – sorria, abrace, beije, faça cócegas, leia, dance, pule, brinque ou rasteje com elas.

E compartilhe se você percebeu a importância desse texto!

Dr. Luís Rajos Marcos
Médico Psiquiatra

Pesquisa revela o (pouco) tempo que as crianças passam conversando com os pais

Por | - ULTIMAS, NOTÍCIAS

Seria a tecnologia a responsável pela péssima comunicação entre pais e filhos?

Estudos e mais estudos alertam sobre a importância de um bom relacionamento entre pais e filhos. A conexão entre eles é fundamental para o crescimento da criança e seu desenvolvimento saudável.

Mas os lares estão cada vez mais tomados pelos smartphones e seus aplicativos de mensagens instantâneas, Facebook e Instagram, que proporcionam uma ilusão: a sensação de que as pessoas estão conectadas. Na verdade, esta hiperconexão diminui o tempo real que a família tem para estreitar seus laços.

Um amplo estudo sobre o tempo das crianças americanas revelou que os pequenos dedicam só quatro minutos por dia para conversar com seus pais.

E o pior é saber as consequências deste comportamento. A psicologia pediátrica diz que as crianças que falam pouco com os pais demonstram maior desobediência e agressividade em comparação àquelas que passam mais tempo conversando com seus pais e as mães.

Por outro lado, um estudo feito em restaurantes onde pais e mães estavam com os filhos mostrou que 75% dos pais usavam dispositivos móveis durante a refeição. Destes, 30% usaram os celulares continuamente, ignorando os filhos.

Outras pesquisas evidenciam também que a maioria das crianças tentam chamar a atenção dos pais através de comportamentos irritantes. Por outro lado, muitos pais tentam acalmar os filhos usando a tecnologia, ao invés da interação pessoal.

Ao oferecerem celulares e tablets às crianças ou liberarem muito tempo de exposição às telas para pacificá-las, os pais condicionam os filhos a preferirem a tecnologia à conversa. E isso gera reflexos em todas as fases do desenvolvimento do indivíduo.

Vale dizer que o uso frequente e compulsivo da internet está associado ao aumento de 250% dos casos de depressão no mundo. Um número alarmante, né? Por isso, queremos te motivar adotar certas atitudes quando o assunto for tecnologia e relacionamentos.

Você pode, por exemplo, restringir o tempo de uso dos aparelhos eletrônicos em casa. Pode também postergar a compra de celulares para os filhos e desligar o seu quando você realmente não precisar dele.

Dedicar tempo aos filhos e ter uma interação mais significativa e longe das tecnologias são passos importantes no caminho da recuperação do vínculo entre os membros da família.

Outra dica: é sempre bom desligar os dispositivos eletrônicos duas horas antes de dormir. Use este tempo para construir uma rotina noturna que inclua conversas e oração.

  “O futuro da humanidade se molda na família”

Foi o que disse João Paulo II. Mas, infelizmente, 54% das crianças entrevistadas pela AVG Technologies afirmaram que se sentiam menos valorizadas por seus pais, pois tinham que dividir o tempo deles com uma tela.

A boa notícia é que as famílias sabem se adaptar a diversas situações e nunca é tarde para começar uma rotina que fomente e conserve o tempo destinado às conexões familiares reais e efetivas.

Bazar do Dia das Mães – Evangelismo e ajuda para a Comunidade

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Confira as fotos de nosso bazar que aconteceu dia 12 no Bairro Batistini. Uma iniciativa que além de ajudar a Comunidade, nos da a oportunidade de viver a Fraternidade. Obrigado a todos que colaboraram.

Módulo 1 – Paróquia São Pedro – Teresópolis (RJ)

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Foi realizado nos dias 21 e 22 de abril de 2018, na Paróquia São Pedro, em Teresópolis – RJ, o I Módulo do Ano para a Transição. Com a participação dos paroquianos que serão o grupo de arranque na Paróquia, Padre Ernande Nascimento motivou os participantes a assumirem um compromisso de evangelização com as Células Paroquiais.

O Módulo foi ministrado como um retiro, que propiciou muita fraternidade e oração. Os participantes puderam tirar suas dúvidas em partilhas e traçarem planos para os próximos encontros e estudos das apostilas.

O Módulo foi ministrado pelos missionários Adir Magno, Consultor Católicos em Células de São Gonçalo – RJ e pelo Consultor Prof. Daniel Oliveira, fundador da Comunidade Fidelidade – SBC.

Glorifiquemos a Deus pela sua ação que envia Seu povo a evangelizar por todo o mundo e a toda criatura.

Daniel Tadeu de Oliveira
Moderador Geral – Comunidade Católica Fidelidade

Carta de um adolescente a seu pai

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Carta de um adolescente a seu pai há 1.700 anos mostra que nada mudou…

Com ironia e chantagem emocional, o texto mostra um adolescente sendo adolescente no Egito do século II ou III da nossa era

Osarcasmo adolescente é qualquer coisa menos novidade. Pelo menos é o que indica esta carta encontrada no Egito e escrita no século II ou III da nossa era, quando o país estava sob controle romano. O destinatário é um homem chamado Theon e quem lhe escreve é o filho dele, um adolescente que tem o mesmo nome do pai, mas que também responde pelo apelido Theonas.

O papiro foi descoberto no início do século XX em Oxirrinco(Oxyrhynchos), localidade às margens do Nilo, cerca de 160 quilômetros ao sudoeste da atual cidade do Cairo. A carta faz parte da coleção da Biblioteca Bodleian, da Universidade de Oxford, e, traduzida, manda ao papai Theon o seguinte recado de seu filho indignado:

Theon para seu pai, Theon, saudações.

Foi muito gentil de sua parte não me levar com você para a cidade. Se você se recusar a me levar junto para Alexandria, não vou lhe escrever nenhuma carta, nem falar com você, nem lhe desejar boa saúde. Então, se você for para Alexandria, não vou mais lhe dar a mão nem cumprimentá-lo mais. Se você se recusar a me levar, é isso o que vai acontecer. E a minha mãe disse ao Arquelau que ele está me perturbando, mande-o embora! Foi muito gentil você me enviar esses grandes presentes, puro lixo. Eles me distraíram no dia 12, quando você zarpou. Mas tudo bem, mande me buscar, por favor. Se você não fizer isso, eu vou ficar sem comer nem beber. Rezo pela sua saúde.

Dia 18 do mês Tobi.

Enviado a Theon pelo seu filho Theonas.

Adolescentes sendo adolescentes há pelo menos 1.700 anos. Como bem declara o livro do Eclesiastes logo no seu primeiro e imortal capítulo,

“…uma geração passa, outra vem (…) O sol se levanta, o sol se põe (…) O que foi é o que será: o que acontece é o que há de acontecer. Não há nada de novo debaixo do sol. Se é encontrada alguma coisa da qual se diz: ‘Veja: isto é novo’, ela já existia nos tempos passados” (cf. Eclesiastes, 1).

Papa Francisco confirma que Paulo VI será canonizado em 2018

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VATICANO, 18 Fev. 18 / 08:50 am (ACI).- Na última quinta-feira, 15 de fevereiro, o Papa Francisco teve o habitual encontro anual com os párocos de Roma, na Basílica de São João de Latrão. Um encontro privado do qual só se conheceu o conteúdo no sábado.

Ao final do encontro, o Papa brincou e foi quando deu a notícia de que Paulo VI será canonizado em 2018.

Assim, confirma-se o que foi publicado pelo Grupo ACI, de que Paulo VI será canonizado este ano, provavelmente durante o Sínodo dos Bispos sobre os jovens no próximo mês de outubro. Após a aprovação dos cardeais, só faltaria a aprovação do Papa Francisco.

Padre Léo terá processo de beatificação aberto!

Por | NOTÍCIAS

Confira a Nota Oficial sobre o processo de beatificação do Padre Leo

Conforme trajeto formal e necessário, formulado pela Mãe Igreja, foi apresentado ao Arcebispo de Florianópolis, Dom Wilson Tadeu Jönck, scj, por parte da Comunidade Bethânia, o pedido de abertura do processo de Beatificação do Pe. Leo.

Dom Wilson acolheu, autorizou e incentivou o trabalho nesta direção indicando os passos seguintes.

Por estes dias ainda será acordado com um “Postulador da Causa de Beatificação”, os passos para a abertura formal do processo e a continuidade do mesmo.

Em breve serão anunciados todos os detalhes.

Convocamos a todos para que rezem nesta intenção, podendo entrar em contato com a Comunidade Bethânia para esclarecimentos e comunicação de possíveis graças.

Abraço e paz!

Pe. Vicente, bth

(via Comunidade Bethânia)

Pastor protestante, família e seguidores se convertem ao catolicismo

Por | NOTÍCIAS

Eles descobriram o tesouro da Igreja graças à descoberta da verdadeira história do cristianismo primitivo

Um pastor pentecostal, sua família e um grupo de fiéis deixaram a igreja evangélica Assembleia de Deus do Estado norte-americano do Arizona e se converteram ao catolicismo.

Eles agora seguem o rito bizantino como membros de uma das 24 igrejas “sui iuris” que formam a Igreja Católica. Parênteses: muitos católicos de rito latino desconhecem, mas é isso mesmo! A Igreja Católica é formada por 24 igrejas “sui iuris”, conforme explicamos melhor no artigo que você pode ler aqui. Embora sejam autônomas em relação ao rito e à disciplina, todas essas igrejas abraçam os mesmos dogmas de fé da Igreja Católica e obedecem ao Vigário de Cristo, o Papa. Em outras palavras, elas estão em plena comunhão com a Igreja.

Voltando ao caso específico do pastor pentecostal: de acordo com o relato divulgado pelo National Catholic Register, o pastor Joshua Mangels sentiu no coração o desejo de pertencer à Igreja Católica, renunciou ao seu cargo na Assembleia de Deus em setembro de 2016 e entrou no catecumenato em uma paróquia católica bizantina da cidade de Tucson, acompanhado da família e de vários seguidores.

O pastor comentou que, embora o seu ministério na igreja pentecostal o encantasse, em dado momento começou a se sentir “frustrado com os vaivéns da doutrina, as modas e as pressões da comercialização da igreja”.

Ao voltar para casa depois de uma decepcionante conferência de pastores, Joshua começou a escutar um apostolado católico que um amigo tinha indicado. A pregação era sobre os pecados mortais, conta ele, que, embora não soubesse que o orador era católico, ficou impressionado.

“Era como um gole de água fresca. Escutei durante duas horas e meia enquanto voltava para casa. Quando cheguei, a minha esposa me perguntou como tinha sido a conferência e eu respondi: ‘Foi terrível, mas você tem que ouvir isto’”.

Entre as coisas que escutou do pregador católico, havia informações sobre os Padres de Igreja e sobre parte da sua história que Joshua nunca tinha ouvido antes.

Tempos depois, ele começou a prestar atenção em outros pastores da Assembleia de Deus que tinham ingressado na Igreja Católica ao explorarem os ensinamentos cristãos dos primeiros séculos.

“Eu li os Padres da Igreja e foi então que os sacramentos começaram a ter significado para mim. Comecei a ver como a Eucaristia era central para a Igreja primitiva. Se a Eucaristia foi ordenada por Cristo, eu quero receber o Senhor”.

Junto com a esposa Teresa, Joshua começou a ler constantemente sobre o catolicismo, até que o casal se deu conta de que, se seguisse nesse caminho, “era iminente” que perderiam o trabalho e a casa. “Mas acabamos falando noite após noite sobre os Padres, os sacramentos, a Igreja primitiva e tudo mais”, relata ele.

Em julho de 2016, Joshua começou a ensinar à sua congregação sobre a Igreja primitiva, passando por São Policarpo, São Justino Mártir, a Didaqué e outras partes do cristianismo primitivo. Para vários jovens da congregação, essas lições levaram ao discernimento que acabou por uni-los à Igreja Católica. Joshua comenta:

“Eu adorava pastorear, adorava as pregações. Estava pregando em reuniões de campo e avivamento, mas eu era católico de coração”.

Em setembro, ele contou à sua congregação que renunciaria ao cargo de pastor e entraria no catecumenato da Igreja Católica com a sua família.

Joshua Mangels – Twitter

A família Mangels, de fato, tinha decidido se converter ao catolicismo, mas não tinha decidido por onde começar. O organizador de um evento pró-vida do qual participaram sugeriu que eles falassem com o pe. Bob Rankin, pároco da Igreja Católica Bizantina de Santa Melânia. O padre conta:

“Eu tentava ensinar a ele como ser católico, mas o primeiro sacerdote que ele conhecia não pertencia ao rito romano. Então utilizei pacotes de açúcar em cima da mesa para explicar a teologia dogmática e a eclesiologia”.

O pe. Rankin explicou que, apesar das diferenças entre um estilo de culto pentecostal e a Divina Liturgia, “eles chegaram à Igreja correta pelo tipo de espiritualidade que tinham. Eles vêm desse fundo pentecostal e têm a experiência de conversão e de dar a vida a Cristo. Eles queriam uma liturgia demonstrativa e a liturgia oriental é enérgica, de adoração: é um chamado a experimentar a Deus, destinado a romper em lágrimas”.

Teresa Mangels afirma que teve uma experiência semelhante e se sentiu empolgada e feliz porque Cristo lhes “deu o Seu verdadeiro Corpo e Sangue”.

O pe. Rankin complementa o edificante relato publicado pelo National Catholic Register dizendo que os novos catecúmenos trouxeram “admirável zelo apostólico” à Igreja.

Compartilhar boas notícias faz bem para a saúde

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Estudos mostram que pequenas doses diárias de felicidade ajudam a viver mais

Nós sempre desejamos boas notícias porque elas têm disto: produzem alegria, fazem-nos sorrir, dão-nos a sensação de felicidade e paz, que, inclusive, faz bem para nossa saúde.

Em 2011, o estudo “A felicidade e a percepção de saúde”, realizado pela Universidade Complutense de Madri e o Instituto Coca-Cola, concluiu que:

  • Quanto mais satisfeitos estivermos com nossa vida, melhor percepção teremos de nossa saúde;
  • As pessoas menos felizes têm mais problemas de saúde;
  • Diante de um problema de saúde, as pessoas felizes têm tendência a se sentirem melhor;
  • A felicidade pode ser afetada pela enfermidade, mas o otimismo e o apoio social e familiar amortizam a perda da felicidade.

Ou seja, rodear-se de pessoas otimistas e felizes não só nos ajuda a ficar mais saudáveis, como também nos ajuda a superar as dificuldades de saúde. E as pessoas otimistas, geralmente, compartilham notícias boas ou, no mínimo, uma visão diferente das coisas.

Neste sentido, um novo estudo realizado pela Universidade de Gonzaga, em Oregón, Estados Unidos, ouviu 162 casais militares depois do 11 de setembro. A pesquisa demonstrou que compartilhar boas notícias, principalmente com seus pares, diminui a solidão e o déficit de sono depois de uma experiência difícil.

A Universidade Autônoma de Madri também publicou, recentemente, outro estudo que analisa o bem-estar e sua relação com a mortalidade. O ensaio demonstra que pequenas doses diárias de felicidade ajudam a viver mais. Inclusive, de acordo com o estudo, o fato de ter vários momentos de felicidade durante o dia provoca um efeito melhor do que a sensação generalizada de satisfação.

É possível que tudo isso tenha a ver com a oxitocina, o hormônio que facilita o parto e a lactação, também chamada de hormônio do amor ou dos vínculos emocionais, pois ela é liberada com os abraços e beijos. Este hormônio pode ajudar a reduzir o estresse, a pressão arterial e até inflamações intestinais. Há uma grande quantidade de estudos que mostram como a oxitocina ajuda a reduzir a dor ,curar feridas, reduzir a obesidade, superar a depressão pós-parto, incrementar a fertilidade masculina e feminina e estimular a produção do hormônio do crescimento, entre outros exemplos.

Por isso, seguem alguns conselhos:

  • Cerque-se de pessoas otimistas, capazes de dar boas notícias e palavras de ânimo nos momentos difíceis;
  • Dê boas notícias às pessoas que o rodeiam. Isso não só as fará mais felizes, como também vai ajudá-las a ficarem mais saudáveis;
  • Diante de uma situação difícil, seja realista, mas não faça tempestade em copo d´água;
  • Sorria, apesar das tristezas. Sempre há algo pelo qual vale a pena sorrir, mesmo que, às vezes, é preciso fazer um esforço. Sua  saúde agradecerá.

Oratórios: objetos de fé e tradição

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Em Minas Gerais, um museu reúne peças que são verdadeiras relíquias da devoção dos brasileiros

Mais do que uma peça de decoração, o oratório é um objeto que, literalmente, guarda a fé e a devoção das pessoas. São abrigos para imagens de santos, que têm tanta representatividade e simbologia quanto os objetos de devoção.

A origem dos oratórios remonta à Idade Média. Somente os reis tinham estes nichos em suas casas e os adornavam luxuosamente, inclusive com pedras preciosas. Depois, as famílias mais ricas também passaram a contar com altares particulares. O hábito de ter um lugar especial para guardar os santos foi se popularizando e chegou até as colônias portuguesas.

De acordo com os historiadores, em 1.500, a caravela que chegou ao Brasil trazia um oratório com a imagem de Nossa Senhora da Esperança. O hábito de proteger os santos em um local específico se espalhou pelas fazendas, senzalas e residências brasileiras através dos séculos.

Nas mãos de artesãos, os objetos ganharam diversas formas e adereços. Agora,  revelam características próprias de uma cultura ou de determinada época, sempre com seus traços originais de minicapela em estilo barroco.

No Brasil, há um museu que tenta resgatar um pouco da religiosidade e da história impregnadas nestes objetos de fé. É o Museu do Oratório, que fica na cidade mineira de Ouro Preto.

O local foi inaugurado em 1.998 e seu acervo conta com pouco mais de 160 oratórios e 300 imagens dos séculos XVII e XX. Todas as peças são genuinamente brasileiras e contam um pouco da história de Minas Gerais e do Brasil. As peças retratam a religiosidade, os costumes, hábitos e as tradições da sociedade durante o ciclo do ouro e do diamante. Os oratórios históricos resgatam a evolução da arquitetura e da arte brasileiras, com influências africanas e europeias.

São peças de vários formatos e tamanhos, feitas a partir de diversos materiais (sobretudo madeira), que assumem estilos diferentes, influenciados principalmente pelo barroco,  rococó e o neoclassicismo.  Destaque para as miniaturas, que serviam para serem levadas nas viagens.

Visitar este museu é uma verdadeira viagem à religiosidade cristã e à história deste país.

Visitas

O Museu do Oratório fica no Adro da Igreja do Carmo, 28, no Centro de Ouro Preto, MG. As visitas acontecem de quarta à segunda-feira, de 9h30 às 17h30. É preciso pagar ingresso.

IMPLANTAÇÃO DE CÉLULAS CONCLUÍDA EM ALVORADA (RS)

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Nos dias 25 e 26 de Março de 2017 aconteceu na Comunidade Menino Jesus, da Paróquia N. Sra. da Saúde – Alvorada (RS) – a aplicação do IV Módulo do Ano para a Transição – Iniciando as Células, concluindo assim a implantação das Células na Paróquia. O módulo foi ministrado pelo irmão Daniel Oliveira, fundador da Comunidade Fidelidade.

Padre Alexsandro Mello, agradeceu a formação e firmou o compromisso de mais uma multiplicação com os membros das células até o final do ano de 2017. ?Foi motivante para todos e uma alegria ver o povo de alvorada vivendo esta realidade de evangelização.?

Aconteceu em Fevereiro a “Semana de Adoração e Escuta”

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Aconteceu de 20 a 24 de Fevereiro neste ano de 2017, na casa de missão São Bento a nossa semana de de Adoração e Escuta.

Com o tema: ” Quereis que o Senhor vos dê muitas graças? Visitai-o muitas vezes.”

Cada dia com momentos de adoração e escuta dos planos de Deus para nós da Comunidade Fidelidade e para todas as células.

Que neste ano do resgate o Senhor possa alcançar a todos os alvos.

Confira as fotos: