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Jorge Araújo – Eleito vereador em SBC- 2991 Votos! Obrigado!

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14570392_1289651251058872_5078657780688355421_nRegistramos aqui o nosso agradecimento, o nosso muito obrigado a todos que de forma VOLUNTÁRIA se empenharam para eleger o nosso Irmão e candidato Jorge Araújo a vereador de São Bernardo do Campo.

Tivemos a graça de fazer uma campanha correta e conforme a lei, do principio ao fim, debaixo das bênçãos de Deus.

Por isso podemos dizer que a mudança já começou e de fato podemos afirmar que vale a pena semear a esperança de uma POLÍTICA NOVA! Que Deus abençoe a todos e que possamos manter as nossas orações pois o projeto que nos deu a vitória precisa chegar em muitas famílias e cidadãos de bem!

O Senhor falou e o Senhor honrou os propósitos da esperança. Gloria a Deus.

Marcio Garcia – Comunidade Fidelidade

Este é o nome do segundo filme “A Paixão de Cristo” de Mel Gibson

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ANAHEIM, 05 Set. 16 / 08:00 pm (ACI).- Mel Gibson divulgou em uma recente entrevista o nome que terá a sequência do filme de 2004 “A Paixão de Cristo”, que levou às telonas as últimas 12 horas de vida do Senhor Jesus.

“Que fique claro que o seu nome não será ‘A Paixão de Cristo 2’, mas sim ‘A ressurreição’”, afirmou o ator, roteirista e diretor durante o festival religioso evangélico SoCal Harvest.

“É um tema muito importante e precisamos tratá-lo com cuidado, porque não queremos fazer apenas uma versão com imagens. Podemos ler o que aconteceu, mas experimentá-lo de verdade, explorar seu significado mais profundo, vai dar muito trabalho, e (o roteirista) Randall Wallace está disposto a fazê-lo”, explicou Gibson.

“Além de ser um escritor brilhante, é um grande diretor”, disse a respeito de Wallace, nomeado ao Oscar pelo filme Braveheart e que recentemente dirigiu e co-escreveu o drama baseado na fé “O céu é de verdade”.

O roteiro do filme “A Paixão de Cristo” foi baseado nos diários da mística Ana Catarina Emmerich (1774-1824) apresentados no livro “A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo” e foi traduzido para o latim, hebreu e aramaico por linguistas jesuítas em Los Angeles.

Além disso, custou 30 milhões de dólares e arrecadou mais de 611 milhões em todo o mundo.

Usain Bolt: medalhas de ouro? Sim. Medalha Milagrosa? Mais ainda!

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O homem mais rápido do mundo é devoto de uma Medalha que não tem preço

RIO DE JANEIRO, Brazil, AUGUST 15, 2016. # ATHLETICS. Usain Bolt at the start of the 100m. Usain Bolt ran 100m in 9.80 seconds, winning his third straight gold medal in the 100 Olympic event, something no runner has accomplished before. Angelos Zymaras / AZSPORTSIMAGES / SOOC

RIO DE JANEIRO, Brazil, AUGUST 15, 2016. # ATHLETICS. Usain Bolt at the start of the 100m. Usain Bolt ran 100m in 9.80 seconds, winning his third straight gold medal in the 100 Olympic event, something no runner has accomplished before. Angelos Zymaras / AZSPORTSIMAGES / SOOC

Usain Bolt continua sendo, conforme todas as expectativas, o homem mais rápido do mundo: na terceira Olimpíada consecutiva (Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016), foi dele a medalha de ouro nos 100 metros rasos.

Mas essas três medalhas de ouro não são as únicas que brilham na vida do atleta: Bolt é devoto da Medalha Milagrosa, fruto das aparições de Nossa Senhora a Santa Catarina Labouré. É esta, e não as de ouro, a medalha que o atleta jamaicano traz sempre ao peito.

Usain Bolt é filho de uma família católica – fé que, na Jamaica, é minoritária. Embora discreto, o atleta não esconde a sua fé na hora de fazer o sinal da Cruz ou de se manifestar nas redes sociais para dar graças a Deus por suas conquistas e tentar aprender com seus fracassos. Por exemplo:

“With God anything is possible… I demolish training today #thankuGod”

Você quer saber o que é a Medalha Milagrosa? CLIQUE AQUI

O Ministério da Educação dá passos para uma ditadura na educação brasileira: “O sistema único de educação”

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“As maiores ditaduras do Brasil nunca cogitaram essa ideia”, disse em entrevista à ZENIT o Pe. Dr. José Eduardo de Oliveira e Silva, relator no seminário sobre a Base Nacional Curricular Comum – BNCC, do 31 de maio desse ano.

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados em Brasília convocou um Seminário sobre a Base Nacional Curricular Comum – BNCC.

Um dos debatedores foi o Pe. Dr. José Eduardo de Oliveira e Silva, Professor de Teologia Moral e estudioso dos temas de educação.

Em entrevista à ZENIT, o sacerdote explicou com mais detalhes a tentativa de implantar um “sistema único de educação”, que eliminaria totalmente a liberdade das escolas e daria o poder ilimitado ao MEC de ensinar, na prática, qualquer ideologia para todas as crianças do Brasil. Acompanhe a entrevista abaixo:

ZENIT: Temos acompanhado com preocupação todo o debate acerca da Base Nacional Curricular Comum – BNCC, de autoria do Ministério da Educação. De onde saiu a ideia de se impor a todas as escolas do Brasil uma mesma base curricular?

Pe. José Eduardo: A ideia surgiu a partir de uma Emenda à Constituição, a PEC 59/2009. O texto afirma que “a lei estabelecerá o plano nacional de educação, de duração decenal, com o objetivo de articular o sistema nacional de educação em regime de colaboração… que conduza ao estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do produto interno bruto”.  Como se vê, o texto é de uma “lei orçamentária”, na qual foi inserido uma espécie de “cavalo de Tróia”, que seria este “sistema nacional de educação”, inexistente na legislação brasileira até então.

ZENIT: Mas em que consiste esteSistema Nacional de Educação”?

Pe. José Eduardo: Na verdade, a lei não o define, apenas o enuncia. Por isso, precisamos interpretá-lo de acordo com a Constituição Federal.

ZENIT: Por que? Existe um outro modo de interpretar esse “Sistema Nacional de Educação”, em desacordo com a Constituição?

Pe. José Eduardo: Sim. Já em 1988, o Dep. Octávio Elísio apresentou um Projeto de Lei, quase idêntico a um modelo apresentado pelo Prof. Dermeval Saviani (UNICAMP), em que se anunciava um Sistema Nacional de Educação. Dizia o PL 1.258/1988: “haverá no país um sistema nacional de educação, constituído pelos vários serviços educacionais desenvolvidos no território nacional” (p. 7). O que se propunha é que todos os sistemas educacionais brasileiros fossem transformados em serviços de um único sistema. Quando os deputados perceberam que eles iriam tirar a autonomia das escolas, dos Municípios e dos Estados, reagiram imediatamente e rejeitaram o projeto de lei, assumindo-se o substitutivo do Dep. Jorge Hage, de agosto de 1989.

ZENIT: Então, essa ideia não é nova no Brasil.

Pe. José Eduardo: De modo algum. Na verdade, o primeiro a querer implementar um sistema federal fortemente centralizado foi o Presidente Getúlio Vargas. Ele criou o Ministério da Educação, cujo segundo ministro foi o conhecido Gustavo Capanema. Depois da queda da ditadura, o então Ministro da Educação Clemente Mariani, em 1949, apresentou o ante-projeto da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional–LDB, que o então Dep. Gustavo Capanema rejeitou, por considerar o PL pouco centralizador.

Na época, levantou-se contra ele, nada mais, nada menos que, Anísio Teixeira, um dos maiores ícones da educação brasileira, alegando que aquele desejo de centralismo era absurdo! Foi isto que Anísio escreveu sobre as ideias educacionais de Capanema: “Ora, francamente, o sr. Capanema está a brincar. Fortalecer os poderes federais nunca significa transferir poderes locais para o centro, mas simplesmente fortalecer os poderes que devem pertencer ao centro. Do contrário, seria extrapolar e raciocinar à doida, pois nada, absolutamente nada no mundo resistiria a esse tipo de lógica. Na cabeça do sr. Capanema só é nacional o que nascer da cabeça de uma autoridade federal, o município, o estado, as regiões são antinacionais, quando, na realidade, o nacional é o país todo e, queira ou não queira, a substância nacional está nos municípios, nos estados e nas regiões” (p. 94).

Anísio, aliás, já tinha escrito, com outros educadores, o famoso “Manifesto dos pioneiros da educação nova”, em 1932, em que rejeitava fortemente a ideia de uma educação centralizada. O Manifesto dizia: “Unidade não significa uniformidade. A unidade  pressupõe  multiplicidade. Não é, pois, na centralização, mas na aplicação da doutrina federativa e descentralizadora, que teremos de buscar o meio  de  levar  a  cabo,  em  toda  a  República,  uma  obra  metódica  e  coordenada,  de completa eficiência, tanto em intensidade como em extensão” (p. 8).  No final das contas, Capanema, como relator do Projeto, conseguiu arquivá-lo.

No entanto, perceba: mesmo com todo este centralismo intolerante, quase ditatorial, do Gustavo Capanema, nunca lhe passou pela cabeça, nem a Vargas ou aos ditadores posteriores, criar uma base curricular centralizada, detalhada e uniforme para todas as escolas. Repito: as maiores ditaduras do Brasil nunca cogitaram essa ideia.

ZENIT: Mas, e então?, como ficaram as reivindicações dos educadores brasileiros?

Pe. José Eduardo: Em 1952, o Projeto da LDB foi desarquivado e, após uma década de profundos debates, foi aprovado e sancionado em 1961. Após a Constituição de 1988, resolveu-se criar uma nova LDB, atualizando-a de acordo com as novas configurações Constitucionais. Rejeitou-se o Projeto de Elísio-Saviani, que era pelo Sistema Nacional, e aprovou-se a nova LDB de 1996, vigente até hoje, que representa uma das maiores conquistas dos educadores do Brasil!

ZENIT: Até que se inserisse esse, como o sr. diz, “cavalo de Tróia”: o novo conceito de sistema nacional de educação… Mas o sr. dizia que era possível interpretá-lo de modo correto, em harmonia com a Constituição. Como é isso?

Pe. José Eduardo: A Constituição afirma, no art. 211, que “A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão em regime de colaboração seus sistemas de ensino”; a LDB afirma, em seu art. 8, que “a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de ensino” e, no § 1, que “caberá à União a coordenação da política nacional de educação, articulando os diferentes níveis e sistemas e exercendo função normativa, redistributiva e supletiva em relação às demais instâncias educacionais”. Mais adiante, continua a LDB, no art. 15: “os sistemas de ensino assegurarão às unidades escolares públicas de educação básica que os integram progressivos graus de autonomia pedagógica e administrativa”.

ZENIT: Então, embora a Constituição não previsse um Sistema Nacional de Educação, a introdução sorrateira dessa terminologia forçosamente deve ser entendida como coordenação, e não substituição dos outros sistemas (municipais, estaduais etc), e deve ademais garantir progressivos graus de autonomia até às escolas… Então, por que querem agora criar essas Bases Curriculares Comuns?

Pe. José Eduardo: Na verdade, eles não estão “criando” as bases curriculares. O Ministério da Educação já tinha fornecido outras bases, anteriormente. O Parecer 15/98 do Conselho Nacional de Educação ofereceu a “base comum para as escolas de ensino médio”, em duas páginas (vide as páginas 48 e 49). Agora, o MEC está apresentando uma BNCC que, na primeira versão, tinha 302 páginas e, nesta última, 676 páginas, em que se determinam os conteúdos, ano por ano, matéria por matéria, detalhadamente.

ZENIT: Impressionante! Mas, se eles deveriam garantir uma progressiva autonomia, para que querem controlar, assim, o ensino das escolas?

Pe. José Eduardo: Exatamente para criarem um sistema único de educação. Essa expressão, “sistema único”, não é minha, mas de um grande parceiro do Prof. Saviani, que fez a Conferência de abertura do CONAE 2010, o Prof. Jamil Cury. Ele disse textualmente: “é evidente que o desafio de um sistema u?nico de educac?a?o se radica no pro?prio desafio de uma superac?a?o do pro?prio capitalismo” (p. 10). Em outras palavras, o que eles querem, mesmo, é estabelecer um sistema único e, para isso, criaram essas bases curriculares tão detalhadas.

ZENIT: Mas, no texto que o sr. citou, ele fala claramente de “superar o próprio capitalismo”. Então, essa reforma tem um sentido claramente ideológico?

Pe. José Eduardo: Na verdade, é pior que isso. Não se trata de uma questão de conteúdo, apenas; trata-se da transformação da arquitetura da educação do Brasil. A primeira versão das BNCC era claramente de inspiração marxista. A segunda está mais diluída. Contudo, isso não importa muito. A partir do momento em que puderem definir o ensino em todas as escolas, poderão ensinar a ideologia que quiserem, porque eles não pararão na BNCC. Ela é o primeiro passo de uma verdadeira revolução educacional.

ZENIT: Como assim? Eles não estão limitados pela LDB?

Pe. José Eduardo: Deveria ser assim. Essa é a minha interpretação. Mas o que se está claramente fazendo é lacear a legislação para que a mesma seja alterada. Num documento do MEC intitulado “Instituir um Sistema Nacional de Educação: agenda obrigatória para o país”, afirma-se claramente: “hoje a falta de uma Base Nacional Comum inviabiliza, por um lado, orientações claras e potentes para a composição dos currículos das licenciaturas e, por outro, a regulação mais enérgica do setor privado” (p. 4) e, ainda mais, que “será  imprescindível  uma  releitura da LDB à luz do Sistema Nacional de Educação a ser configurado” (p.3). Está claro? Por um lado o MEC está dizendo que falta uma Base Nacional Comum, quando foi ele mesmo que já homologou várias Bases Nacionais Comuns, enquanto que, por outro lado, querem aproveitar-se desta falsa informação para redesenhar a LDB segundo a nova Base Nacional Curricular Comum!!!

ZENIT: Isso é muito grave! O que deveríamos fazer? Deveríamos lutar para que não houvesse a BNCC e o Sistema Nacional de Educação?

Pe. José Eduardo: A meu ver deveríamos apenas fazer as pessoas compreenderem, de um lado, que não é necessário uma BNCC detalhada, bastariam, como se tem feito até o momento, as definições de objetivos e métodos que garantissem a “progressiva autonomia” dos sistemas e unidades de ensino, ou, conforme já prescrevia o famoso Parecer 15/98 do Conselho Nacional de Educação, descrevendo principalmente as metas que deverão ser atingidas, “os pontos de chegada”, deixando o detalhamento de seu conteúdo, “os pontos de partida”, às instâncias mais próximas do alunado.

Por outro lado, o tal Sistema Nacional de Educação não pode se comportar como um sistema único, mas como um órgão de coordenação, que respeitasse a autonomia dos diversos sistemas. Parece-me que esta seria a posição mais sensata, e mais de acordo com nossos princípios democráticos. Quando temos um currículo que determina com exatidão o que e como deverá ser ensinado uniformemente em todo o território nacional, e inclusive quando se quer utilizar este mesmo currículo para poder avaliar de modo uniforme o desempenho das escolas em todo o país, como se o governo federal fosse o diretor e proprietário de cada uma destas escolas, as escolas, na prática, passaram a fazer parte do Sistema Nacional Único do governo federal, ainda que no papel se diga outra coisa.

Bento XVI revela em novo livro como decidiu renunciar ao pontificado

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No próximo dia 9 de setembro será publicado o livro entrevista ao Papa Emérito Bento XVI, um projeto da editora Garzanti e do jornal italiano ‘Il Corriere della Sera’, no qual revela, entre outras coisas de sua vida, como decidiu renunciar ao pontificado em fevereiro de 2013.

O livro intitulado “Ultime conversazioni” (Últimas Conversações), a versão em italiano tem 240 páginas e foi elaborada a partir dos diálogos de Bento XVI com o jornalista alemão Peter Seewald, que também publicou em 2010 o livro entrevista “Luz do mundo” com o então Pontífice.

No novo livro que será lançado em setembro, informa ‘Il Corriere della Sera’, Joseph Ratzinger “fala de si mesmo, de sua fé, as debilidades, a vida privada, os escândalos e os nós do Papado, explicando as razões da sua opção (de renunciar) – a princípio comunicada apenas a poucas pessoas de confiança para evitar que vazasse – e deixando dúvidas sobre supostas pressões que o levaram a deixar o cargo”.

No texto, Bento XVI também se refere ao seu sucessor, o Papa Francisco. “Um homem inesperado por ele na véspera do conclave. Duas figuras distintas, dois modos diferentes de entender o Papado”, assinala a nota.

TV Criança Católica: Web TV do Brasil

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TV Criança Católica: Primeira Web TV do Brasil totalmente voltada à evangelização infantil.

Toda semana um novo episódio das séries vai ao ar na terça-feira.

A TV Criança Católica é uma obra do Apostolado Nossa Senhora de Fátima, sendo a primeira web TV do Brasil totalmente voltada à evangelização infantil.
Através da dramaturgia a web TV evangeliza crianças e famílias com vídeos e personagens envolventes.

São várias séries de TV disponibilizadas ao público através do youtube:

– Histórias de Jesus – nessa série Joca e Clarinha contam histórias da vida de Jesus procurando aprender como viver a mensagem do Evangelho no dia a dia;
– Jesus, meu amigão – na série Jesus conversa e aconselha Julinha, uma menina de 7 anos às voltas com seu temperamento e com os conflitos de seu cotidiano;
– O que Jesus diria? – série onde Joca e Clarinha enfrentam o desafio de se comportar como crianças católicas frente aos ensinamentos de Jesus;
– Hora da História – contação de histórias do Evangelho
– Vamos Cantar – clipes musicais católicos especialmente preparados para as crianças;
– Irmã Lúcia – através das dúvidas de Lucas a Irmã Lúcia explica as bases da fé.

A mais nova série da TV se chama Minuto Criança. São 6 episódios falando de comportamento na igreja e sobre rezar, o Anjo da Guarda e a importância de visitar o Sacrário.

Toda semana um novo episódio das séries vai ao ar na terça-feira.

Como assistir? – é só entrar no site www.tvcriancacatolica.com.br

 

Canonização de Madre Teresa de Calcutá

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As relíquias da futura santa poderão ser veneradas em várias igrejas da cidade de Roma durante a semana do 4 de setembro

No próximo dia 4 de setembro, Madre Teresa de Calcutá será canonizada na praça de São Pedro. Para preparar-se espiritualmente para este evento, as missionárias da caridade organizaram em Roma uma série de encontros e celebrações.

A partir da quinta-feira, 1 de setembro e até o dia 7, a Universidade da LUMSA, acolherá a “exposição da vida, o espírito e a mensagem de Madre Teresa”.

índiceNa sexta-feira, 2 de setembro, pela manhã, se celebrará a santa missa em vários idiomas na Basílica de Santa Anastásia no Palatino. Em espanhol será as 10h30, presidida pelo bispo Emílio Carlos Berlie. Depois de cada missa haverá oportunidade de venerar as relíquias da Beata Teresa de Calcutá e será possível confessar-se durante a celebração eucarística. Pela tarde, os peregrinos poderão escolher entre passar pela Porta Santa ou ver a exposição.

Pela noite, a partir das 20h30 até as 22h está prevista uma vigília de oração com adoração solene, presidida pelo cardeal Agostino Vallini e animada pelo Coro da diocese de Roma dirigido por Mons. Marco Frisina. Será na Basílica de São João de Latrão. A oração será para pedir “pela santidade das famílias, pela santidade dos homens e mulheres consagradas e especialmente, pela santidade dos Sacerdotes, ministros da misericórdia”.

No sábado 3 de setembro, pela manhã, na praça de São Pedro acontecerá uma catequese do Santo Padre. Enquanto isso, pela tarde, na Basílica de Santo Andre della Valle, às 17h, está organizado uma oração e meditação musical em honra da Beata Teresa de Calcutá – “Mother” – composta por Marcello Bronzetti. Depois será possível venerar as relíquias e se celebrará a eucaristia as 19h.

O domingo, 4 de setembro, é o dia da canonização, às 10h na praça de São Pedro, que será seguido pelo angelus do Santo Padre.

No dia seguinte, 5 de setembro, será a eucaristia de ação de graças presidida pelo secretário de Estado, o cardeal Pietro Parolin, na Praça de São Pedro. A missa será animada pelo coro da diocese de Roma dirigido por monsenhor Marco Frisina. Pela tarde, as relíquias poderão ser veneradas na Basílica de São João de Latrão. E nesse mesmo lugar, poderão ser veneradas durante toda terça-feira, 6 de setembro.

Por fim, nos dias 7 e 8 de setembro, as relíquias poderão ser veneradas na Igreja  de São Gregório Magno al Celio. Também será possível visitar o quarto de Madre Teresa no Convento de São Gregório.

O Ministério da Educação dá passos para uma ditadura na educação brasileira: “O sistema único de educação”

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Na última terça-feira, dia 31 de maio de 2016, a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados em Brasília convocou um Seminário sobre a Base Nacional Curricular Comum – BNCC.

Um dos debatedores foi o Pe. Dr. José Eduardo de Oliveira e Silva, Professor de Teologia Moral e estudioso dos temas de educação.

Em entrevista à ZENIT, o sacerdote explicou com mais detalhes a tentativa de implantar um “sistema único de educação”, que eliminaria totalmente a liberdade das escolas e daria o poder ilimitado ao MEC de ensinar, na prática, qualquer ideologia para todas as crianças do Brasil. Acompanhe a entrevista abaixo:

ZENIT: Temos acompanhado com preocupação todo o debate acerca da Base Nacional Curricular Comum – BNCC, de autoria do Ministério da Educação. De onde saiu a ideia de se impor a todas as escolas do Brasil uma mesma base curricular?

Pe. José Eduardo: A ideia surgiu a partir de uma Emenda à Constituição, a PEC 59/2009. O texto afirma que “a lei estabelecerá o plano nacional de educação, de duração decenal, com o objetivo de articular o sistema nacional de educação em regime de colaboração… que conduza ao estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do produto interno bruto”. Como se vê, o texto é de uma “lei orçamentária”, na qual foi inserido uma espécie de “cavalo de Tróia”, que seria este “sistema nacional de educação”, inexistente na legislação brasileira até então.

ZENIT: Mas em que consiste este “Sistema Nacional de Educação”?

Pe. José Eduardo: Na verdade, a lei não o define, apenas o enuncia. Por isso, precisamos interpretá-lo de acordo com a Constituição Federal.

ZENIT: Por que? Existe um outro modo de interpretar esse “Sistema Nacional de Educação”, em desacordo com a Constituição?

Pe. José Eduardo: Sim. Já em 1988, o Dep. Octávio Elísio apresentou um Projeto de Lei, quase idêntico a um modelo apresentado pelo Prof. Dermeval Saviani (UNICAMP), em que se anunciava um Sistema Nacional de Educação. Dizia o PL 1.258/1988: “haverá no país um sistema nacional de educação, constituído pelos vários serviços educacionais desenvolvidos no território nacional” (p. 7). O que se propunha é que todos os sistemas educacionais brasileiros fossem transformados em serviços de um único sistema. Quando os deputados perceberam que eles iriam tirar a autonomia das escolas, dos Municípios e dos Estados, reagiram imediatamente e rejeitaram o projeto de lei, assumindo-se o substitutivo do Dep. Jorge Hage, de agosto de 1989.

ZENIT: Então, essa ideia não é nova no Brasil.

Pe. José Eduardo: De modo algum. Na verdade, o primeiro a querer implementar um sistema federal fortemente centralizado foi o Presidente Getúlio Vargas. Ele criou o Ministério da Educação, cujo segundo ministro foi o conhecido Gustavo Capanema. Depois da queda da ditadura, o então Ministro da Educação Clemente Mariani, em 1949, apresentou o ante-projeto da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional–LDB, que o então Dep. Gustavo Capanema rejeitou, por considerar o PL pouco centralizador.

Na época, levantou-se contra ele, nada mais, nada menos que, Anísio Teixeira, um dos maiores ícones da educação brasileira, alegando que aquele desejo de centralismo era absurdo! Foi isto que Anísio escreveu sobre as ideias educacionais de Capanema: “Ora, francamente, o sr. Capanema está a brincar. Fortalecer os poderes federais nunca significa transferir poderes locais para o centro, mas simplesmente fortalecer os poderes que devem pertencer ao centro. Do contrário, seria extrapolar e raciocinar à doida, pois nada, absolutamente nada no mundo resistiria a esse tipo de lógica. Na cabeça do sr. Capanema só é nacional o que nascer da cabeça de uma autoridade federal, o município, o estado, as regiões são antinacionais, quando, na realidade, o nacional é o país todo e, queira ou não queira, a substância nacional está nos municípios, nos estados e nas regiões” (p. 94).

Anísio, aliás, já tinha escrito, com outros educadores, o famoso “Manifesto dos pioneiros da educação nova”, em 1932, em que rejeitava fortemente a ideia de uma educação centralizada. O Manifesto dizia: “Unidade não significa uniformidade. A unidade pressupõe multiplicidade. Não é, pois, na centralização, mas na aplicação da doutrina federativa e descentralizadora, que teremos de buscar o meio de levar a cabo, em toda a República, uma obra metódica e coordenada, de completa eficiência, tanto em intensidade como em extensão” (p. 8). No final das contas, Capanema, como relator do Projeto, conseguiu arquivá-lo.

No entanto, perceba: mesmo com todo este centralismo intolerante, quase ditatorial, do Gustavo Capanema, nunca lhe passou pela cabeça, nem a Vargas ou aos ditadores posteriores, criar uma base curricular centralizada, detalhada e uniforme para todas as escolas. Repito: as maiores ditaduras do Brasil nunca cogitaram essa ideia.

ZENIT: Mas, e então?, como ficaram as reivindicações dos educadores brasileiros?

Pe. José Eduardo: Em 1952, o Projeto da LDB foi desarquivado e, após uma década de profundos debates, foi aprovado e sancionado em 1961. Após a Constituição de 1988, resolveu-se criar uma nova LDB, atualizando-a de acordo com as novas configurações Constitucionais. Rejeitou-se o Projeto de Elísio-Saviani, que era pelo Sistema Nacional, e aprovou-se a nova LDB de 1996, vigente até hoje, que representa uma das maiores conquistas dos educadores do Brasil!

ZENIT: Até que se inserisse esse, como o sr. diz, “cavalo de Tróia”: o novo conceito de sistema nacional de educação… Mas o sr. dizia que era possível interpretá-lo de modo correto, em harmonia com a Constituição. Como é isso?

Pe. José Eduardo: A Constituição afirma, no art. 211, que “A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão em regime de colaboração seus sistemas de ensino”; a LDB afirma, em seu art. 8, que “a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de ensino” e, no § 1, que “caberá à União a coordenação da política nacional de educação, articulando os diferentes níveis e sistemas e exercendo função normativa, redistributiva e supletiva em relação às demais instâncias educacionais”. Mais adiante, continua a LDB, no art. 15: “os sistemas de ensino assegurarão às unidades escolares públicas de educação básica que os integram progressivos graus de autonomia pedagógica e administrativa”.

ZENIT: Então, embora a Constituição não previsse um Sistema Nacional de Educação, a introdução sorrateira dessa terminologia forçosamente deve ser entendida como coordenação, e não substituição dos outros sistemas (municipais, estaduais etc), e deve ademais garantir progressivos graus de autonomia até às escolas… Então, por que querem agora criar essas Bases Curriculares Comuns?

Pe. José Eduardo: Na verdade, eles não estão “criando” as bases curriculares. O Ministério da Educação já tinha fornecido outras bases, anteriormente. O Parecer 15/98 do Conselho Nacional de Educação ofereceu a “base comum para as escolas de ensino médio”, em duas páginas (vide as páginas 48 e 49). Agora, o MEC está apresentando uma BNCC que, na primeira versão, tinha 302 páginas e, nesta última, 676 páginas, em que se determinam os conteúdos, ano por ano, matéria por matéria, detalhadamente.

ZENIT: Impressionante! Mas, se eles deveriam garantir uma progressiva autonomia, para que querem controlar, assim, o ensino das escolas?

Pe. José Eduardo: Exatamente para criarem um sistema único de educação. Essa expressão, “sistema único”, não é minha, mas de um grande parceiro do Prof. Saviani, que fez a Conferência de abertura do CONAE 2010, o Prof. Jamil Cury. Ele disse textualmente: “é evidente que o desafio de um sistema único de educação se radica no próprio desafio de uma superação do próprio capitalismo” (p. 10). Em outras palavras, o que eles querem, mesmo, é estabelecer um sistema único e, para isso, criaram essas bases curriculares tão detalhadas.

ZENIT: Mas, no texto que o sr. citou, ele fala claramente de “superar o próprio capitalismo”. Então, essa reforma tem um sentido claramente ideológico?

Pe. José Eduardo: Na verdade, é pior que isso. Não se trata de uma questão de conteúdo, apenas; trata-se da transformação da arquitetura da educação do Brasil. A primeira versão das BNCC era claramente de inspiração marxista. A segunda está mais diluída. Contudo, isso não importa muito. A partir do momento em que puderem definir o ensino em todas as escolas, poderão ensinar a ideologia que quiserem, porque eles não pararão na BNCC. Ela é o primeiro passo de uma verdadeira revolução educacional.

ZENIT: Como assim? Eles não estão limitados pela LDB?

Pe. José Eduardo: Deveria ser assim. Essa é a minha interpretação. Mas o que se está claramente fazendo é lacear a legislação para que a mesma seja alterada. Num documento do MEC intitulado “Instituir um Sistema Nacional de Educação: agenda obrigatória para o país”, afirma-se claramente: “hoje a falta de uma Base Nacional Comum inviabiliza, por um lado, orientações claras e potentes para a composição dos currículos das licenciaturas e, por outro, a regulação mais enérgica do setor privado” (p. 4) e, ainda mais, que “será imprescindível uma releitura da LDB à luz do Sistema Nacional de Educação a ser configurado” (p.3). Está claro? Por um lado, o MEC está dizendo que falta uma Base Nacional Comum, quando foi ele mesmo que já homologou várias Bases Nacionais Comuns, enquanto que, por outro lado, querem aproveitar-se desta falsa informação para redesenhar a LDB segundo a nova Base Nacional Curricular Comum!!!

ZENIT: Isso é muito grave! O que deveríamos fazer? Deveríamos lutar para que não houvesse a BNCC e o Sistema Nacional de Educação?

Pe. José Eduardo: A meu ver deveríamos apenas fazer as pessoas compreenderem, de um lado, que não é necessário uma BNCC detalhada, bastariam, como se tem feito até o momento, as definições de objetivos e métodos que garantissem a “progressiva autonomia” dos sistemas e unidades de ensino, ou, conforme já prescrevia o famoso Parecer 15/98 do Conselho Nacional de Educação, descrevendo principalmente as metas que deverão ser atingidas, “os pontos de chegada”, deixando o detalhamento de seu conteúdo, “os pontos de partida”, às instâncias mais próximas do alunado.

Por outro lado, o tal Sistema Nacional de Educação não pode se comportar como um sistema único, mas como um órgão de coordenação, que respeitasse a autonomia dos diversos sistemas. Parece-me que esta seria a posição mais sensata, e mais de acordo com nossos princípios democráticos. Quando temos um currículo que determina com exatidão o que e como deverá ser ensinado uniformemente em todo o território nacional, e inclusive quando se quer utilizar este mesmo currículo para poder avaliar de modo uniforme o desempenho das escolas em todo o país, como se o governo federal fosse o diretor e proprietário de cada uma destas escolas, as escolas, na prática, passaram a fazer parte do Sistema Nacional Único do governo federal, ainda que no papel se diga outra coisa.

Por Thácio Siqueira

Fonte: https://pt.zenit.org/articles/o-ministerio-da-educacao-da-passos-para-uma-ditadura-na-educacao-brasileira-o-sistema-unico-de-educacao/

AOS MEMBROS DAS CÉLULAS PAROQUIAIS DE EVANGELIZAÇÃO

Por | NOTÍCIAS

DISCURSO DO PAPA FRANCISCO
AOS MEMBROS DAS CÉLULAS PAROQUIAIS DE EVANGELIZAÇÃO

Prezados irmãos e irmãs, bom dia!

Saúdo-vos e sinto-me feliz por estar aqui no meio de vós para este dia de oração e de reflexão, mediante o qual desejais celebrar o reconhecimento oficial que a Igreja vos ofereceu com a aprovação definitiva dos vossos Estatutos. Mas por favor, não vos esqueçais de que os Estatutos só vos ajudam a ir em frente pelo caminho reto, mas é o carisma que realiza a obra! Por favor, não aconteça que por excesso de preservação dos Estatutos vós percais o carisma! Saúdo o padre «PiGi» Perini, enquanto lhe agradeço as palavras com as quais introduziu este momento, e sobretudo o zelo sacerdotal com que trabalhou, procurando ser dócil ao Espírito Santo e, como pároco, deu vida a esta realidade das Células paroquiais de evangelização, que se propagou em diversas regiões do mundo.

Vós tendes a vocação de ser uma semente mediante a qual a comunidade paroquial se interroga sobre o ser missionária, e por isso sentis irresistível dentro de vós o chamamento a ir ao encontro de todos para anunciar a beleza do Evangelho. Este desejo missionário exige, antes de tudo, a escuta da voz do Espírito Santo, que continua a falar à sua Igreja, impelindo-a a percorrer veredas às vezes pouco conhecidas, mas determinantes para o caminho da evangelização. Permanecer sempre aberto a esta escuta e prestar atenção a fim de que nunca se esgote devido ao cansaço ou às dificuldades do momento, é a condição para ser fiel à Palavra do Senhor e, ao mesmo tempo, constitui um encorajamento a superar os vários obstáculos que se encontram no caminho da evangelização.

Com o vosso compromisso quotidiano, e em comunhão com as outras realidades eclesiais, vós ajudais a comunidade paroquial a tornar-se uma família na qual se encontra a rica e multiforme realidade da Igreja (cf. Lumen gentium, 8). Encontrar-se nas casas para compartilhar as alegrias e as expectativas que estão presentes no coração de cada pessoa é uma experiência genuína de evangelização que se assemelha muito àquilo que já acontecia nos primeiros tempos da Igreja. Recorda-o são Lucas, nos Atos dos Apóstolos, quando menciona que os fiéis, «unidos de coração frequentavam todos os dias o templo. Partiam o pão nas casas e alimentavam-se com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e conquistando a simpatia de todo o povo» (2, 46-47). Vós, Células, desejais fazer vosso este estilo de vida comunitária, capaz de receber todos sem julgar ninguém (cf. Evangelii gaudium, 165). O nosso Juiz é o Senhor, e se vier aos teus lábios uma palavra de juízo acerca do outro ou sobre o próximo, cala a boca! O Senhor deu-nos o conselho: «Não julgueis para não serdes julgados!». Conviver com as pessoas em simplicidade, acolher todos. Por que motivo é preciso acolher todos? Para lhes oferecer a experiência da presença de Deus e do amor aos irmãos. A evangelização sente com força a exigência do acolhimento, da proximidade, porque é um dos primeiros sinais da comunhão que somos chamados a testemunhar, por termos encontrado Cristo na nossa vida.

Encorajo-vos a fazer da Eucaristia o âmago da vossa missão de evangelização, de tal forma que cada Célula seja uma comunidade eucarística, onde partir o pão equivale a reconhecer a presença real de Jesus Cristo no meio de nós. Aqui vós encontrareis sempre a força para propor a beleza da fé, porque na Eucaristia nós fazemos a experiência do amor que não conhece limites, e damos o sinal concreto de que a Igreja é «a casa paterna, onde há lugar para todos, com a sua vida fadigosa» (Evangelii gaudium, 47). Eis o testemunho: a Igreja é a casa paterna. Nela há lugar para todos, para todos! E no Evangelho Jesus diz: «Chamai bons e maus, todos, sem distinção».

Os vossos Estatutos foram aprovados no Domingo da Divina Misericórdia. Que possais dar sempre testemunho da ternura de Deus Pai e da sua proximidade a todos, principalmente a quantos são mais frágeis e sós. Que vos dirija o seu olhar misericordioso a Santa Mãe de Deus; e vos acompanhe também a minha Bênção. Por favor, recordai-vos de rezar por mim. Obrigado!

Agora, oremos a Nossa Senhora, todos juntos, à Mãe da Igreja, a Nossa Senhora da Ternura, para que nos ajude a ir em frente neste testemunho.

Ave Maria…

http://www.cellules-evangelisation.org/

A alegria do amor: misericórdia e integração para todas as famílias

Por | NOTÍCIAS

“A alegria do amor” (Amoris Laetitia) é o título da Exortação Apostólica pós-sinodal que o Papa Francisco assinou em 19 de março passado, Solenidade de São José, e que foi apresentada nesta sexta-feira, 8 de abril, no Vaticano.

Baixe AQUI => papa-francesco_esortazione-ap_20160319_amoris-laetitia_po

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A Exortação tem nove capítulos e a oração final à Santa Família. O documento reúne os resultados dos dois Sínodos sobre a família convocados pelo Papa Francisco em 2014 e 2015.

 “À luz da Palavra”

No primeiro capítulo, o Papa indica a Palavra de Deus como uma “companheira de viagem para as famílias que estão em crise ou imersas em alguma tribulação, mostrando-lhes a meta do caminho”.

 “A realidade e os desafios das famílias”

Partindo do terreno bíblico, no segundo capítulo, o Papa insiste no caráter concreto, que estabelece uma diferença substancial entre teorias de interpretação da realidade e ideologias. “Sem escutar a realidade não é possível compreender nem as exigências do presente nem os apelos do Espírito”, aponta. “Jesus propunha um ideal exigente, mas não perdia jamais a proximidade compassiva às pessoas frágeis”.

“O olhar fixo em Jesus: a vocação da família”

O terceiro capítulo é dedicado a alguns elementos essenciais do ensinamento da Igreja sobre o matrimônio e a família. Ilustra a vocação à família assim como ela foi recebida pela Igreja ao longo do tempo, sobretudo quanto ao tema da indissolubilidade, da sacramentalidade do matrimônio, da transmissão da vida e da educação dos filhos. A reflexão inclui ainda as famílias feridas e o Papa recorda aos pastores que, “por amor à verdade, estão obrigados a discernir bem as situações”, já que o grau de responsabilidade não é igual em todos os casos: “ É preciso estar atentos ao modo como as pessoas vivem e sofrem por causa da sua condição”.

 “O amor no matrimônio”

O quarto capítulo trata do amor no matrimônio. O Papa faz uma reflexão acerca da «transformação do amor» ao longo do casamento. A aparência física transforma-se e a atração amorosa não desaparece, mas muda. «Não é possível prometer que teremos os mesmos sentimentos durante a vida inteira; mas podemos ter um projeto comum estável.

“O amor que se torna fecundo”

O quinto capítulo centra-se por completo na fecundidade e no caráter gerador do amor. Fala-se de gestação e adoção. A Amoris laetitia não toma em consideração a família «mononuclear», mas está consciente da família como rede de relações alargadas.

 “Algumas perspectivas pastorais”

No sexto capítulo, o Papa aborda algumas vias pastorais que orientam para a edificação de famílias sólidas. Fala-se também do acompanhamento das pessoas separadas ou divorciadas e sublinha-se a importância da recente reforma dos procedimentos para o reconhecimento dos casos de nulidade matrimonial. Coloca-se em relevo o sofrimento dos filhos nas situações de conflito e conclui-se: “O divórcio é um mal”. Fala-se da situação das famílias com pessoas com tendência homossexual, insistindo na recusa de qualquer discriminação.

“Reforçar a educação dos filhos”

O sétimo capítulo é totalmente dedicado à educação dos filhos, em todos os âmbitos, inclusive sexual. É feita uma advertência em relação à expressão «sexo seguro», pois transmite «uma atitude negativa a respeito da finalidade procriadora natural da sexualidade.

 “Acompanhar, discernir e integrar a fragilidade”

O capítulo oitavo é muito delicado, representa um convite à misericórdia e ao discernimento pastoral. O Papa usa aqui três verbos muito importantes: «acompanhar, discernir e integrar». O Papa escreve: «Os divorciados que vivem numa nova união, por exemplo, podem encontrar-se em situações muito diferentes, que não devem ser catalogadas ou encerradas em afirmações demasiado rígidas, sem deixar espaço para um adequado discernimento pessoal e pastoral».

O Papa afirma que «os batizados que se divorciaram e voltaram a casar civilmente devem ser mais integrados na comunidade cristã sob as diferentes formas possíveis, evitando toda a ocasião de escândalo». «A sua participação pode exprimir-se em diferentes serviços eclesiais.

Francisco profere uma afirmação extremamente importante para que se compreenda a orientação e o sentido da Exortação: «Se se tiver em conta a variedade inumerável de situações concretas (…) é compreensível que se não devia esperar do Sínodo ou desta Exortação uma nova normativa geral de tipo canônico, aplicável a todos os casos. É possível apenas um novo encorajamento a um responsável discernimento pessoal e pastoral dos casos particulares.

 “Espiritualidade conjugal e familiar”

O nono capítulo é dedicado à espiritualidade conjugal e familiar. O Papa afirma: «Nenhuma família é uma realidade perfeita, mas requer um progressivo amadurecimento da sua capacidade de amar.

Nota

Como já se pode depreender a partir de um rápido exame dos seus conteúdos, a Exortação apostólica não pretende reafirmar com força o «ideal» da família, mas a sua realidade rica e complexa. Há nas suas páginas um olhar aberto, profundamente positivo, que não se nutre de abstrações ou projeções ideais, mas de uma atenção pastoral à realidade. O documento é uma leitura densa de motivos espirituais e de sabedoria prática útil a cada casal ou a pessoas que desejam construir uma família. Nota-se sobretudo que foi fruto de uma experiência concreta com pessoas que sabem a partir da experiência o que é a família e o viver juntos durante muitos anos. A Exortação fala a linguagem da experiência e da esperança.

Chá das Mulheres 2016 – A grande célula feminina!

Por | NOTÍCIAS, ROTEIRO DAS CÉLULAS

Paz de Cristo irmãs! Não deixe de participar da nossa tarde de espiritualidade e formação.

Tema:”Com a força que Cristo me dá, posso enfrentar qualquer situação”. Fl 4, 13

Dia 01 de Maio as 14h30 na Comunidade Fidelidade. Com a participação de Carol Zabyski.

Cumprindo os propósitos de Deus para sua igreja. O Chá das Mulheres vem com esta nova face da grande célula com muito mais fraternidade e formação cristã para a mulher cristã.

Preencha sua ficha e participe! A taxa é para auxiliar nos gastos do evento, materiais e nosso café.

Convidamos a você também trazer uma partilha fraterna. Deus te abençoe!

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